O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) foi acionado na tarde de sexta-feira, dia 17, para socorrer um homem vítima de choque elétrico na zona rural da cidade de Anicuns, distante 85Km de Goiânia.
Ao receber a descarga elétrica, o trabalhador caiu em uma alavanca que transfixou a região de seu abdômen. As equipes da ASA 22 e do Helicóptero Bombeiros 1 atuaram de forma eficiente e rápida, conseguindo estabilizar a vítima e transporta-la até o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Equipes do Samu também trabalharam na ocorrência.
Atuaram na ocorrência a Tenente Helaine, os Sargentos Amarildo e Fernandes e Soldado Leon, integrantes da ASA 22; e Major Hofmann, Tenentes Igor e Gontijo e Cabos Da Costa e Mass, da equipe do helicóptero Bombeiro 01.
Helicópteros do operador de resgate aeromédico alemão, DRF Luftrettung, baseados em 31 locais na Alemanha, Áustria e Dinamarca, voou um total de 38.366 missões, com 35.075 horas voadas só na Alemanha – um aumento de 3% em relação ao ano anterior.
De acordo com a DRF, cerca de 16% das missões na Alemanha envolveram vítimas de acidentes de carros ou em lazer.
“Todo paciente de emergência tem que ser transportado para um hospital por um helicóptero. Durante vários anos o sistema de saúde alemão vem sofrendo alterações estruturais, por exemplo, uma especialização de clínicas. Nossos helicópteros podem cobrir grandes distâncias rapidamente e, portanto, têm uma vantagem crucial para fornecer aos pacientes um tratamento ideal, especialmente em áreas rurais, portanto, o resgate aeromédico na Alemanha está ganhando cada vez mais importância. “, disse Steffen Lutz, CEO da DRF Luftrettung.
A DRF também tem impulsionado suas operações à noite. Oito das 31 bases já estão em operação 24/7 com os pilotos usando óculos de visão noturna (NVG). Durante 2011, uma em cada cinco missões foi conduzida durante a noite.
Fora da Alemanha, DRF Luftrettung voou, em 2011, 2.379 missões com seus helicópteros (duas bases na Áustria e uma base na Dinamarca).
O helicóptero dinamarquês com o sinal de chamada: “Rescue Air 01” voou 683 missões. A DRF diz que o número de missões prova que a primeira base HEMS dinamarquesa, em Ringsted, na ilha de Zelândia, tem sido bem sucedida. A aeronave dinamarquesa é operada pela Falck DRF Luftambulance A/S, um consórcio da DRF Luftrettung e o serviço dinamarquês de resgate Falck A/S.
As duas aeronaves austríacas, baseado em Reutte no Tirol e Fresach na Caríntia, voou um total de 1.696 missões. A maioria das missões na Áustria estão relacionadas a emergências neurológicas, como a apoplexia e ataque cardíaco. Eles também são acionados para vítimas de acidentes de esqui nas montanhas.
Santa Catarina – Josiane Nunes Daniel de 36 anos segue internada no Hospital Municipal São José. Ela estava na carona do caminhão com placa MIJ-3238 de Imbituba – SC, carregado com chapas de aço, que tombou no início da manhã de segunda-feira (16/01) na SC-413, a Rodovia do Arroz, no bairro Vila Nova.
O motorista, Silvestre Moraes, de 40 anos, disse que a carga do veículo virou ao fazer a curva, o que ocasionou o acidente. Josiane ficou presa às ferragens da carreta por aproximadamente três horas. Bombeiros voluntários, socorristas do Samu e a tripulação do helicóptero Águia da Polícia Militar, trabalharam em conjunto no resgate. O braço direito da vítima ficou preso embaixo do caminhão e foi necessário usar todos os equipamentos possíveis para o corte da lata.
Josiane teve um corte profundo no braço direito e suspeita de fratura no tórax. Apesar das lesões e do susto, seu estado de saúde é estável. O marido Silvestre não conversou com a imprensa. Ele escapou apenas com aranhões pelo corpo e assinou termo de recusa para não ser levado ao hospital. O casal é de Imbituba, Sul do Estado, e seguia com destino ao Planalto Norte.
Esse é o terceiro acidente em menos de quatro meses, no qual um caminhão tomba na SC 413.
A equipe do helicóptero Águia da Polícia Militar no Vale do Paraíba deve ganhar o reforço de médicos e enfermeiros para socorro de vítimas em estado grave. A implantação do projeto está em estudo pela Secretaria de Segurança Pública e pode começar a funcionar já em 2012. Hoje, o Águia só atua em acidentes quando o local é de difícil acesso para o resgate terrestre.
O resgate aeromédico já é realizado na capital e, desde julho de 2010, em Campinas como projeto piloto. A proposta, apresentada pelo secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, também visa credenciar uma rede de hospitais para onde as vítimas serão levadas após o atendimento. A ideia é que até 2014, todos os helicópteros Águia do Estado possuam a equipe especializada em atendimentos médicos. Segundo apurou O VALE, a região pode ser a primeira a receber o resgate.
Proposta
Hoje, o Águia possui duas funções principais na região: suporte aéreo a operações de prevenção da PM e resgate de vítimas em local de difícil acesso, principalmente, pessoas perdidas em matas.
O atendimento à pessoas feridas, no entanto, ocorre apenas em último plano. “Há casos em que uma ambulância não consegue chegar no local, então fazemos o resgate e levamos a um lugar onde a vítima pode ser atendida”, diz o major Sérgio Henrique Togashi Toma, comandante do Águia no Vale do Paraíba.
O grupo de resgate visa tornar o atendimento de emergência mais rápido. Um médico ou enfermeiro iria até a vítima, faria o primeiro socorro. O médico também faz um diagnóstico do ferimento e seleciona em uma rede de hospitais qual o melhor local para atender a vítima. “O levantamento dos hospitais está sendo feito pelo governo. É uma parceria. Mas precisamos ser muito cuidadosos, porque quando houver uma emergência, o hospital precisa ter condição de atender” diz.
Atendimento
Em 2011, até 15 de dezembro, o Águia resgatou 28 pessoas no Vale do Paraíba. Destes, 20 foram pessoas em áreas de risco e oito pessoas feridas em acidentes foram levadas para algum lugar para receber atendimento. No reforço à segurança, a aeronave ajudou na recuperação de 20 veículos, seis armas e 49 pessoas foram detidas.
O Águia no resgate
Como é hoje
Em caso de pessoas feridas, o Águia só age quando uma viatura de resgate terrestre não consegue chegar ao local. A vítima é levada a um local para receber os primeiros socorros
Como vai ficar
Com médico e enfermeiro, os atendimentos de urgência serão feitos em qualquer lugar. A vítima recebe os primeiros socorros do especialista.
Rede de atendimento
Será criada uma rede de hospitais. Na hora do atendimento, o médico escolhe o hospital mais adequado para a vítima receber o tratamento mais adequado para a situação.
Projeto piloto
O trabalho já é realizado na capital e em Campinas, onde houve o projeto piloto para que o atendimento fosse estendido para todo o Estado.
Andamento
Segundo apurou O VALE, a região deve ser a primeira entre as demais áreas do interior a receber o resgate.
Prazo
A Secretaria da Segurança Pública quer implantar o projeto em todo o Estado até 2014.
Velocidade é diferencial do resgate aéromédico
O exemplo de Campinas:
No primeiro ano de implantação do resgate aeromédico na região metropolitana de Campinas, que inclui 38 municípios, o Águia foi acionado para 221 ocorrências, sendo que dessas, realizou o atendimento médico em 183 e realizou o transporte de vítimas para hospitais de referência em 121 ocorrências. Segundo a corporação, uma outra vantagem trazida pelo resgate aeromédico é a possibilidade de transportar pessoas e/ou órgãos em casos de transplante urgente.
Na cidade, o programa foi implantado em 30 de junho de 2010 e, com isso, os médicos do Grau (Grupo de Resgate e Atendimento às Urgências) de São Paulo passaram a trabalhar também na cidade de Campinas. O primeiro resgate aeromédico da região de Campinas aconteceu logo no dia da implantação, em Americana, após uma colisão de auto com um caminhão. O resgate chegou em quatro minutos e transportou a vítima para um hospital de referência.
Fonte: Piloto Policial e O Vale, por Filipe Rodrigues.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU-192) da Prefeitura de Manaus participaram, nesta quarta-feira (26/10/11), de uma simulação de atendimento de acidente com múltiplas vítimas. A atividade, realizada nas primeiras horas da manhã, foi concentrada numa área do Km 01 da BR-174 e simulou o socorro a 30 vítimas do “capotamento” de um ônibus.
O treinamento teve início às 6h20, com um chamado à Central de Regulação do SAMU, e foi encerrado às 7h40, quando todas as “vítimas” já haviam recebido os primeiros socorros na cena do acidente e, nos cados indicados, sido removidas do local pelas ambulâncias.
O secretário municipal de Saúde, Francisco Deodato, explica que os indicadores monitorados durante a simulação – como base no chamado Protocolo Start, adotado pelo Ministério da Saúde – integrarão um relatório, elaborado pela coordenação do Núcleo de Educação Permanente do SAMU Manaus. Com base no relatório são adotadas as medidas necessárias para aperfeiçoar os procedimentos e adequá-los aos padrões do protocolo.
A atividade contou com o apoio de duas equipes do Corpo de Bombeiros, que simularam um princípio de incêndio decorrente do suposto capotamento do ônibus e, ainda, o atendimento de “vítimas” presas nas ferragens do veículo; dois carros da Polícia Rodoviária Federal (PRF), fazendo a segurança de pista na rodovia; uma equipe do Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar, com o resgate, por helicóptero, da “vítima” mais grave; 18 membros da Guarda Metropolitana, incluindo batedores de trânsito; e equipes do Manaustrans, que atuaram no trajeto das ambulâncias. Acadêmicos de medicina da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), que integram o Grupo Alfa, participaram da simulação no papel das 30 “vítimas” do acidente.
“A perfeita integração de todas essas instituições foi o ponto alto do exercício. Ao final da simulação, os participantes se reuniram no auditório do centro de treinamento do SAMU, na Bola da Suframa, para uma avaliação inicial dos resultados”, frisou Francisco Deodato.
Participaram do exercício 10 ambulâncias do SAMU – quatro Unidades de Suporte Avançado, do tipo UTI e seis Unidades de Suporte Básico –, além de quatro ambulâncias do Programa SOS Vida.
A Diretora de Atenção Especializada e Serviços de Urgência da Semsa, enfermeira Claudia Teixeira, explica que a simulação do acidente com múltiplas vítimas, realizada nesta quarta-feira, faz parte do conteúdo programático do curso “Suporte Básico da Vida”, que está sendo oferecido aos profissionais do SAMU, por meio de parceria firmada entre a Prefeitura de Manaus e o Ministério da Saúde (MS) e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), de São Paulo.
“O objetivo desta atividade é aplicar o conhecimento técnico das equipes em uma situação próxima da realidade, eliminando dúvidas e fazendo a atualização do protocolo de atendimento”, explica Claudia Teixeira. As equipes envolvidas na ação não haviam sido informadas de que se tratava de um simulado, até chegarem ao local do “acidente”, na BR-174.
A enfermeira Leda Sobral subgerente do Núcleo de Educação Permanente do SAMU Manaus, explica que metodologia de atendimento aplicada na simulação prevê a triagem e o atendimento conforme a gravidade dos ferimentos da vítima. Os casos são classificados em quatro escalas de prioridade, identificadas por cores: absoluta (vermelho), intermediária (amarelo), baixa (verde) e nula (preto).
Com graus de prioridade absoluta e intermediária, a vítima deve passar pela triagem, atendimento e ser removida em até 30 minutos e 60 minutos, respectivamente. Pacientes com baixa prioridade são os que, geralmente, não precisam de remoção, pois sofreram lesões leves ou não apresentaram lesões. A prioridade nula é para aqueles que foram a óbito no momento do incidente.
Às vésperas de completar 1 mês de atividades, a Unidade de Apoio Aeropolicial – UAP, realizou na última quarta-feira, a primeira missão aeromédica da Polícia Civil do Estado de Goiás com seu AW119Ke, transportando Selma Bessa, escrivã de polícia, integrante da equipe de palestrantes do Programa Ser Livre/Escola Sem Drogas.
Três palestrantes foram vítimas de um acidente automobilístico nas proximidades da cidade de São Gabriel de Goiás, quando se deslocavam para a realização de um trabalho educativo no município de Colinas do Sul.
O veículo capotou e os integrantes foram levados para o Hospital Municipal de Planaltina. Selma Bessa foi a mais prejudicada, em razão da suspeita de lesões internas e lombar, razão do deslocamento da Unidade Apoio Aeropolicial para a realização de sua transferência para Goiânia.
Participaram dessa missão o Piloto Osvalmir Carrasco Melati (Delegado/PCGO), Co-piloto Igor Alves (Ten/CBMGO), o médico Wilton Adriano (Maj/CBMGO), o enfermeiro Marcelino de Souza (Cb/CBMGO) e o tripulante operacional Helber de Mendonça Oliveira (Agente/PCGO).
O helicóptero do CBM/GO realizou seu primeiro atendimento de emergência em 06/10. A aeronave foi empenhada no resgate de uma vítima de acidente numa estrada em Campo Alegre de Goiás, no Suldeste goiano.
Além do piloto, a tripulação contou com a presença de um médico e de um enfermeiro. A vítima, do sexo masculino, estava inconsciente, em estado grave e entubada. O helicóptero pousou no heliponto do CBMGO localizado no pátio da Defesa Civil, de onde a vítima foi transportada pela Unidade de Suporte Avançado (USA) ao Hospital Neurológico.
A aquisição do helicóptero, que entrou em funcionamento neste mês, representa um salto de qualidade nos serviços prestados pela Corporação à sociedade goiana. O Bombeiro 01 conta com maca e com equipamentos para resgate e busca e salvamento de vítimas em todo Estado. Além dos pilotos, três equipes composta por médicos e enfermeiros e outra de busca e salvamento receberam treinamento especializado para utilizar a aeronave nas ocorrências.
Veja as fotos da primeira ocorrência do Bombeiro 01:
Começo de semana normalmente é bem tranquila na Base Aeromédica PRF/SAMU do Paraná. Nesta segunda 19/09 não foi o que aconteceu, veja a sequência das ocorrências abaixo.
Às 11 horas e 27minutos foi o primeiro acionamento do Helicóptero Patrulha 06 para atender vitima de atropelamento na BR 116. No local, foi previamente atendida pela equipe de resgate da concessionária e conduzida ao Posto da Policia Rodoviária Federal de Mandirituba-PR. Em contato bilateral, a Central de Operações da PRF solicitou o apoio da DOA/PRF para o transporte da vitima que apresentava fratura exposta de tíbia, após estabilização pela equipe aeromédica, a vítima foi helitransportada ao Hospital Angelina Caron.
Às 12 horas e 45 minutos atendimento de G.S., 40 anos, vítima de atropelamento na cidade de Araucária-PR, apresentava fratura bi-lateral de membros inferiores, após preparo e establização foi helitransportado ao Hospital do Rocio, em Campo Largo-PR.
Às 13 horas e 55 minutos atendimento de J. P.G., 54 anos, vítima de esmagamento de membros inferiores causado por uma empilhadeira que utilizava no trabalho. Fato ocorrido no município de Fazenda Rio Grande-PR, após procedimento de A.P.H das equipes de regate do Siate e da equipeaeromédica, a vítima foi estabilizada e helitransportada ao Angelina Caron.
Às 15 horas e 40 minutos atendimento de P. L.S., 41 anos, atingido por máquina no interior de um cilo em Araucária-PR, a vítima foi estabilizada e helitransportada ao Hospital do Trabalhador em Curitiba.
Às 16 horas e 50 minutos atendimento do Sr. J. aproximadamente 35 anos, vítima de colisão bike x auto no município de Agudos do Sul-PR, apresentando TCE grave e diversas escoriações. No local a vítima atendimento prévio da equipe de resgate da concessionaria, sendo após estalizado e foi helitransportado ao Hospital Angelina Caron.
Assista abaixo a alguns vídeos das ocorrências:
Agradecimentos:
Equipes dos Hospitais: Angelina Caron/Trabalhador/São José dos Pinhais/Rocio
Equipes do Siate presentes nas ocorrências e do Resgate da Concessionária das Rodovias
Equipe dos Bombeiros de Campo Largo
Equipe de Manutenção da Helisul
COBOM – Paraná
Fonte: Equipe Aeromédica Base PRF/SAMU-Paraná, via AviaçãoPRF
A Base de Radiopatrulhamento Aéreo da Polícia Militar de Piracicaba, que abrange Limeira, realizou estudo sobre a implantação de serviço aeromédico para hospitais de Limeira e região. O projeto foi enviado no último mês à Secretaria de Estado da Saúde e aguarda aprovação. A base de Piracicaba começará a operar em novas instalações no começo do ano que vem.
Segundo o subcomandante da base, capitão Milton Gherardi, o estudo é voltado para hospitais de Limeira, Piracicaba, Americana e Rio Claro, com o objetivo de identificar os investimentos necessários para adaptar as unidades, profissionais e aeronave. “É preciso a construção de locais adequados para o pouso nos hospitais e que profissionais da unidade tenham treinamento de como receber um paciente de suporte aéreo. Na aeronave, precisaremos de equipamento de salvamento, um enfermeiro e um médico”, apontou.
Gherardi disse que contatos com universidades da região também foram feitos para estudar a possibilidade de parcerias.
O capitão informou que o levantamento foi realizado com diretores de hospitais públicos e particulares da região sobre o interesse em receber pacientes de suporte aéreo. “A Secretaria de Estado da Saúde levará em conta a localização estratégica de cada hospital e o suporte que cada um poderá oferecer”.
ESTRUTURA
Em Piracicaba, a Santa Casa já conta com um preparo. Provedor do hospital, Adilson Zampieri informou que a Santa Casa conta com um protocolo formatado, em parceria com o helicóptero Águia, de Campinas, e o Corpo de Bombeiros, para realizar atendimento aéreo. “A comunicação é prévia para que nossa equipe possa estar em prontidão, no tempo máximo de 15 minutos. O helicóptero pousa no campo de futebol da área de lazer da Santa Casa. O paciente é embarcado na ambulância e encaminhado por 300 metros para o atendimento”.
Segundo o comandante da Base de Patrulhamento Aéreo da Polícia Militar de Campinas, major Hervem Hudson, responsável pelo resgate do bebê de nove meses que morreu anteontem em acidente da via Anhanguera (SP-330), em Limeira, a criança não foi encaminhada à Santa Casa de Limeira para não comprometer o atendimento. “Limeira teria condições de receber a vítima, mas por já ter recebido outros envolvidos no acidente, é protocolo que se leve para outro hospital, pois o atendimento poderia ser prejudicado”, falou.
O major disse que o único hospital da região que conta com heliponto é o hospital da Unicamp, em Campinas. Quando outras unidades precisam receber o suporte, como aconteceu em Piracicaba, campos de futebol ou estacionamentos são usados. “Limeira é referência em queimados. Como não tem heliponto, se precisarmos encaminhar algum paciente, teríamos que pousar em um campo ou estacionamento”.
Segundo Gherardi, as modificações em estrutura dos hospitais poderão ser realizadas pelo Estado ou em parceria com empresas privadas. A Secretaria de Estado da Saúde avaliará a melhor opção.
O capitão também disse que as novas instalações da base de Piracicaba estarão prontas em janeiro ou fevereiro de 2012. “Ela (nova base) proporcionará um melhor atendimento e terá estrutura para receber o serviço aeromédico. Só será usado, porém, quando o Estado terminar de avaliar e realizar as modificações na estrutura da região”.
Águia atende 227 ocorrências em um ano
O resgate aeromédico da base de Campinas foi acionado 227 vezes em um ano. Segundo o comandante da Base de Radiopatrulhamento Aéreo da Polícia Militar de Campinas, major Hervem Hudson, 187 vítimas foram atendidas até o dia 30 de junho. O hospital para onde são levados os pacientes são definidos com plano de regulamentação.
Hervem disse que o hospital escolhido para receber as vítimas atende de acordo com sua estrutura e proximidade. “Nossa área de atendimento corresponde a 20 minutos de voo da base ao local do acidente, na região de Campinas. Dos 227 acionamentos feitos em um ano, resgatamos 187 pessoas”. Em alguns casos, ele explicou que quando o helicóptero chega ao local do acidente, a vítima já morreu e, por isso, o número de resgates também não foi de 227.
Na região, as Santas Casas de Limeira, Piracicaba, Mogi Mirim e Mogi Guaçu podem receber o resgate aéreo. “Temos o exemplo de Limeira como referência em queimados e Piracicaba, em trauma. Outros hospitais do Estado também recebem o serviço. Definimos os locais com um plano que especifica o que há em cada hospital (plano de regulamentação)”, falou.
Segundo ele, todos os hospitais da região de Campinas recebem os pacientes em helipontos alternativos. Apenas o hospital da Unicamp, de Campinas, conta com heliponto.
Pernambuco ganha novos instrumentos para auxiliar no atendimento à população. Na manhã desta terça-feira (26/07), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) entregou quatro ambulâncias para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), sendo duas de suporte básico e uma avançada (UTI) para o Samu Metropolitano, com sede em Recife, e uma básica para o Agreste (Caruaru).
Em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, também foi entregue um helicóptero (Esquilo – AS350B2) para os resgates aeromédicos mais graves e será operado pelo GTA – Grupamento Tático Aéreo de Pernambuco.
“Também estamos finalizando um projeto para que Pernambuco esteja todo coberto pelo Samu”, afirmou o secretário Estadual de Saúde, Antonio Carlos Figueira. Hoje, a SES auxilia o Samu com um investimento anual de R$ 8 milhões. Com a ampliação, o valor será de R$ 24 milhões. “Atualmente, o Estado possui 100 unidades do Samu. Com a consolidação dos projetos municipais, vamos aumentar para 252”, contou Figueira, completando que 180 municípios pernambucanos pactuaram com o Estado a ação – apenas quatro não aceitaram a parceria.
Com a ampliação, além do Samu Metropolitano, com sede em Recife e auxiliando toda a Região Metropolitana, e o Samu de Caruaru, haverá centrais reguladoras em Serra Talhada e uma interregional, entre Petrolina e Juazeiro, na Bahia. Além da verba estadual, há o financiamento do Ministério da Saúde (R$ 48 milhões) e dos municípios (R$ 24 milhões).
ATENDIMENTOS – O novo helicóptero do Samu se juntará a unidade já existente para dobrar o número de atendimentos, de 40 para 80 por mês. “Os helicópteros auxiliam na agilidade do atendimento, principalmente nas estradas e locais de difícil acesso. Isso é essencial para ampliar as chances de sobrevivência da vítima”, afirmou o assessor-executivo da Secretaria de Saúde do Recife, Tiago Feitosa.
Segundo o assessor, o Samu Metropolitano, que atende 17 municípios mais Fernando de Noronha, recebe cerca de 45 mil ligações por mês pelo 192. Dessas, 12 mil resultam em atendimento, sendo 3 mil feitos pelas ambulâncias. Em cada plantão, há médicos reguladores que darão o melhor encaminhamento para o caso: instruções por telefone, atendimento por motolância, ambulância ou helicóptero.
O Samu Metropolitano possui 74 ambulâncias, sendo 62 básicas e 12 UTIs, e 11 motolâncias. Já o Samu de Caruaru possui 22 ambulâncias básicas, 2 de suporte avançado (UTI) e 1 motolância.
Cada unidade de suporte básico representa um investimento de R$ 110 mil em sua compra, com a atuação de um técnico de enfermagem e um condutor a cada plantão de 12h. Já as UTIs custam R$ 150 mil e contam com uma equipe multidisciplinar, formada por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e condutor. No caso dos helicópteros, a equipe é formada por piloto, médico, enfermeiro e tripulante operacional, e o custo de compra é de aproximadamente 5 milhões.
Fonte: Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco.
A Escola de Enfermagem da Santa Casa de São Paulo promove nos dias 30 e 31 de julho o curso de Resgate Aeromédico com helicópteros para Enfermagem, que visa instrumentalizar profissionais e estudantes de enfermagem acerca dos aspectos relacionados à atividade de resgate com a utilização de aeronaves.
Temas ligados a segurança operacional, sinalização, fisiologia e estresses de voo, registro e documentação, leis físicas gasosas e a assistência de enfermagem no transporte aeromédico de pacientes graves, indicações para utilização de helicóptero ou avião no transporte de pacientes críticos e transporte inter-hospitalar de pacientes críticos com a utilização de helicóptero serão discutidos durante o curso.
Ao término das atividades os alunos receberão um certificado a ser expedido pela Escola de Enfermagem da Santa Casa de São Paulo.
A carga horária total para os dois dias é de 14 horas, contando com uma visita técnica ao GRPAe – Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar de São Paulo, com sede no aeroporto Campo de Marte.
Depois de um ano de instituição do Serviço de Resgate Aeromédico em Campinas há muito o que comemorar, foram 227 acionamentos: 127 vítimas atendidas pela equipe médica do GRAU – Grupo de Resgate e Atendimento às Urgências e transportadas pela aeronave; 60 vítimas atendidas pela equipe e removidas por viaturas terrestes e mais 40 ocorrências em que não houve necessidade de atendimento médico.
Este é um caso de sucesso, o convênio das Secretarias de Segurança Pública (Policia Militar: Bombeiros e Grupamento de Radiopatrulha Aérea) e da Saúde (GRAU), permitiu ações que atendem a uma população de aproximadamente 3 milhões de pessoas, num dos maiores conglomerados urbanos do país, atingindo 49 municípios, um raio de 20 minutos de voo a partir da Base de Radiopatrulha Aérea de Campinas.
Integrando os mais diversos atores (serviço público estadual de saúde, serviços públicos municipais de saúde, concessionárias das rodovias, guardas municipais, Polícia Militar, Bombeiros, etc…) o serviço tem proporcionado atendimento médico de urgência em variados cenários e no mais diversificado rol de ocorrências: queimados, afogados, acidentes automobilísticos, vítimas de acidentes com animais peçonhentos, eletrocutados, dentre muitos outros, inclusive casos clínicos (AVC, PCR).
O serviço, que no primeiro momento pretendia trazer o Águia para a atividade aeromédica, acabou agregando uma equipe que atua também no período noturno, estendendo pelas 24 horas do dia, o atendimento emergencial, tanto com helicóptero, quanto com viatura terrestre.
Márcio Augusto Lacerda
Marcos Guilherme Cunha Cruvinel
Waston Vieira Silva
INTRODUÇÃO
A busca da qualidade na medicina atual tem, entre seus objetivos, assegurar ao paciente cada vez melhores condições de assistência, diagnóstico e terapêutica. Isto provocou uma reorganização das estruturas médico-hospitalares, tornando-as mais especializadas e auto suficientes em suas funções, mas também as estratificando de acordo com sua complexidade, de forma que os recursos a elas alocados sejam mais bem aproveitados conforme a demanda de pacientes.
Com isto, o fluxo de pacientes modificou-se para que, em vez de os recursos chegarem ao local de internação, o paciente se desloque para estas áreas quando necessário, independentemente da gravidade de seu quadro clínico.
Para que esta filosofia pudesse ser implantada, houve a necessidade de promover meios para que o transporte destes pacientes pudesse ser feito sem prejudicar seu tratamento, ou seja, deve ser indicado, planejado e executado minimizando o máximo possível os riscos para o transportado.
Surgiu, então, como alguns autores já reconheceram, a “medicina de transporte”, que se tornou um segmento importante do setor produtivo de nosso país, onde provavelmente algum de nós já atuou, ou ainda atua. Este desenvolvimento, porém, surgiu sem que houvesse uma normatização específica, gerando durante anos distorções em sua prática, o que só foi corrigido recentemente. Portanto, neste capítulo abordaremos os conceitos, evidências clínicas, logística, normas e regulamentos do transporte de paciente, seja intra-hospitalar, seja inter-hospitalar.
Define-se transporte intra-hospitalar como a transferência temporária ou definitiva de pacientes por profissionais de saúde dentro do ambiente hospitalar.
Define-se transporte inter-hospitalar como a transferência de pacientes entre unidades não hospitalares ou hospitalares de atendimento às urgências e emergências, unidades de diagnóstico, terapêutica ou outras unidades de saúde que funcionem como bases de estabilização para pacientes graves ou como serviços de menor complexidade, de caráter público ou privado.
O ato de transportar deve reproduzir a extensão da unidade de origem do paciente, tornando-o seguro e eficiente, sem expor o paciente a riscos desnecessários, evitando, assim, agravar seu estado clínico. Já o objetivo precípuo destas intervenções é melhorar o prognóstico do paciente; portanto, o risco do transporte não deve sobrepor o possível benefício da intervenção.
Pelo fato de o período de transporte ser um período de instabilidade potencial, deve sempre ser questionado se os testes diagnósticos ou as intervenções terapêuticas prescritas alterarão o tratamento e o resultado do paciente, justificando os riscos da remoção. Os trabalhos clínicos demonstram uma mudança na conduta terapêutica em apenas 29% a 39% dos pacientes após exames diagnósticos, enquanto 68% deles tiveram sérias alterações fisiológicas durante o transporte.
Toda vez que o benefício da intervenção programada for menor que o risco do deslocamento, este não deve ser feito.
Por volta de 18h do sábado, dia 22 de janeiro de 2011, o GAvOp/DF foi acionado para atender a uma vítima de queda em cachoeira, em uma região rural próxima à cidade de Monte Alto – GO. A região fica após a cidade satélite de Brazlândia, a uma distância de 23 milhas náuticas da Base Resgate.
O helicóptero HARPIA 05 da PM-ES foi acionado para socorrer as vítimas mais graves. Viaturas do Corpo de Bombeiros e ambulâncias do Samu 192 foram enviadas ao local.
A colisão entre uma carreta e uma caminhonete matou uma pessoa e deixou uma gravemente ferida. O acidente foi no Km 432 da BR-381, no começo de segunda-feira (15) em Caeté/MG.
Está previsto extensas mudanças na regulamentação FAA para as operações EMS, sendo que o referido órgão publicou em seu site uma Notice for Proposed Rulemaking (NPRM), equivalente a uma consulta pública das futuras normas.
EUA – Três helicópteros de resgate que servem em New York Central estão envolvidos em uma verdadeira guerra aérea por chamados de emergências aeromédicas.
A Mercy Flight Central, um serviço privado com um helicóptero de prontidão em Marcellus, alega que o helicóptero Air One do condado de Onondaga e o helicóptero da polícia estadual da área estão “atropelando” os chamados de emergência – respondendo a emergências médicas antes que a aeronave da Mercy Flight tenha chance de decolar para o transporte de emergência e colocam os pacientes em risco.
O County Sheriff’s Office Onondaga e polícias estaduais dizem que nunca “atropelam” as chamadas e que o helicóptero mais próximo disponível deve atender a ocorrência. A chave para o atendimento, dizem, é quem pode levar o paciente da emergência mais rápido para o hospital.
A Mercy Flight está processando o County Sheriff’s Office Onondaga e o governo federal, alegando que a Federal Aviation Administration (FAA) não autoriza uma aeronave policial a prestar os primeiros atendimentos médicos.
A disputa destaca um drama por trás dos transportes de pacientes com trauma de emergência envolvendo três agências com caros helicópteros e, por muitas razões, querem ficar no negócio de resgate aeromédico.
Todos têm grandes investimentos. O custo do helicóptero Mercy foi de US$ 5 milhões, o custo da aeronave de Onondaga de US$ 2,3 milhões e o da polícia estadual de US$ 6,2 milhões.
Enquanto os contribuintes bancam os custos dos helicópteros da polícia, a Mercy Flight cobra das companhias de seguros US$ 8,500 para cada atendimento, dizem os funcionários. Kent Johnson, presidente da Nacional EMS Pilots Association (NEMSPA), disse que existem disputas similares no resto do país.
“A este respeito, normalmente eu não acho que a polícia está competindo com helicópteros EMS”, disse Johnson. Em sua área de Utah, despachantes usam a regra dos sete minutos: Se o helicóptero EMS não levar mais do que sete minutos a mais que o helicóptero da polícia para atender a ocorrência, então a aeronave de EMS deve ir, disse Johnson.
O piloto Bob Hansen verifica os controles do helicóptero. David Lassman / The Post-Standard
Funcionários da Mercy Flight dizem que as suas tripulações podem realizar procedimentos que nem a aeronave do condado, nem o do helicóptero de resgate da polícia pode. Eles podem entubar o paciente, administrar medicação via venosa e prover respiração artificial a bordo da aeronave.
“Somos uma UTI aérea”, disse Ross Hoam, Supervisor de operações da Mercy Flight. “Eles são um helicóptero de polícia.” Funcionários da Mercy Flight citam casos em que um helicóptero da polícia chegou a uma ocorrência só para perceberem que o paciente era muito instável para o transporte. Em cada um desses casos, dizem eles, a Mercy Flight poderia tê-lo estabilizado e assim transportá-lo.
O Presidente da Mercy Flight, Paul Hyland, disse que o xerife e o efetivo de sua unidade aérea tem “atropelado” os chamados “pois as agências policiais querem realizar as evacuações aeromédicas principalmente por razões promocionais”.
“O Air One principalmente quer atender essas chamadas pois essa é a única maneira de demonstrar : Nós estamos salvando vidas! “, diss Hyland. “Então, eles fazem de tudo para atendê-la em nossa frente” Warren Darby, sheriff do Air One disse que atende ocorrências aeromédicas quando é solicitado como sendo o mais próximo do local da ocorrência.
“A chave está em levar a vítima para os centros de trauma e cirurgia mais rápido, dentro da oportunidade da hora de ouro, como eles chamam “, disse Darby. A polícia estadual também nega “atropelar” os chamados da Mercy Flight. O sargento Kern Swoboda disse que é uma questão de envio do apoio que se tem disponível. Eles simplesmente estão respondendo aos chamados de emergência, disse ele.
A questão do Air One estar voando para fora da área do condado em emergências aeromédicas surgiu recentemente, quando as despesas do helicóptero estavam sendo auditadas pelos legisladores do condado.
O município não pode cobrar as chamadas dos outros municípios. O legislador James Rhinehart, questionou se os contribuintes estavam sendo enganados pelo uso do helicóptero nesses casos. Custa cerca de 2.000 dólares por hora de voo da aeronave Air One, disse ele. Antes do orçamento municipal ter sido aprovado no mês passado, Rhinehart sugeriu que o programa Air One poderia ter sido reduzido para cortar custos.
Em resposta a essas perguntas, o departamento do xerife reuniu o apoio dos bombeiros e equipes de resgate locais para salvar o programa Air One. Os advogados do condado disseram ao gabinete do xerife do condado que seria aberto processos para investigar se a aeronave Air One atendeu emergências aeromédicas fora da área do condado, caso estivesse mais próximo.
A Mercy Flight apresentou queixas em um conselho local que supervisiona a atividade de emergências médicas na área onde a aeronave Air One atende chamados aeromédicos. Eles ficaram sem resposta a essas reclamações, disse Hyland.
A ação da Mercy Flight na esfera federal pretende aplicar uma lei federal que exige que a Mercy Flight atenda primeiro qualquer chamada envolvendo evacuação aeromédica. A aeronave da polícia só poderá atender à ocorrência caso o helicóptero aeromédico não estiver disponível, disse Hyland.
O xerife Kevin Walsh disse que os funcionários da Mercy Flight estão se espalhando falsas informações. Ele reconheceu que o Air One, por vezes, não podem transportar um paciente, por eles estarem muito críticos, e que a Mercy Flight tem melhor capacidade médica.
A Mercy Flight tem um enfermeiro e um paramédico a bordo de seu helicóptero. A aeronave Air One e a da polícia estadual tem apenas um paramédico. “Eles têm um Cadillac e nós temos um Oldsmobile”, disse Walsh. Mas, se a idade é maior, podemos socorrer a vítima mais rápido, disse ele.
A Mercy Flight alega que, mesmo se chegar a ocorrência depois que a Air One, o paciente vai se beneficiar, diz Hoam. “Se o paciente tem que esperar até chegar ao hospital para ser entubado, então não importa o quão rápido você chegou à ocorrência”, disse ele. “Nós podemos fazer isso no local da ocorrência.”
A guerra aérea piorou duas semanas atrás. A Mercy Flight enviou uma carta para cinco municípios da região de Central New York dizendo que já não participaria mais do sistema de despacho de helicópteros, chamado de “câmara de compensação” (‘clearinghouse’).
“Nós não podemos tolerar os serviços que se auto despacham para as ocorrências, o que compromete a segurança”, diz a carta da Mercy Flihgt. “O conceito de “câmara de compensação” (‘clearinghouse’) não está funcionando e não faremos mais parte dele.”
A Mercy Flight disse que deixaria notificar a câmara que o seu helicóptero estava disponível, disse a carta. Onondaga é um dos quatro municípios do estado com o seu próprio helicóptero, Hoam disse. Dois dos outros – Erie e Westchester – só atendem chamada policiais, tais como buscas, salvamentos e apoio em perseguições. Nassau County também faz evacuações aeromédicas, declarou Hoam.
Quem paga a conta?
De 2005 até setembro de 2009, a aeronave Air One transportou 78 pacientes – 46 deles de fora do condados de Onondaga. De acordo com o gabinete do xerife, nesse período, o helicóptero respondeu a 1.643 chamadas, incluindo apoios, prisões e outros ocorrências policiais.
O helicóptero da Mercy Flight baseado em Marcellus, que atende a região dos municípios de Onondaga, Cortland, Cayuga, Oswego e Tompkins transportou 116 pacientes no ano passado. A aeronave aeromédica tem uma motivação financeira para lutar por cada chamada, disse Walsh.
A Mercy Flight é uma entidade sem fins lucrativos criada pela empresa de propriedade de Hyland, essa com fins lucrativos, de resgate aeromédico de Nova York. O braço com fins lucrativos compra o helicóptero, paga seu seguro e recebe cerca de US$ 2,4 milhões anuais em pagamento pelo arrendamento da aeronave para o braço da empresa sem fins lucrativos.
Todas empresas de transporte aeromédico são criados dessa mesma forma, diz Hyland. Sua empresa tem um lucro de cerca de US$ 100.000 anuais, segundo Hyland. Hyland diz ainda que a aeronave Air One onera desnecessariamente os contribuintes de Onondaga, afirmando que existe a aeronave do setor privado disponível e melhor equipada e que cobra o serviço da empresa de seguro do paciente.
“Eles estão violando a lei e ainda que eles estão passando para trás o contribuinte”, disse ele. “Eles estão transportando esses pacientes e não há um contrapartida contratual para fazer a cobrança por esses serviços para ser pago pela companhia de seguros.”
Durante o primeiro semestre do ano de 2010, a organização de resgate aeromédico alemã, DRF Luftrettung voou um total de 17.975 missões, envolvendo missões com helicópteros de suas 31 bases na Alemanha, Áustria e Dinamarca, bem como as repatriações no mundo inteiro com seus aviões ambulância.
Dentro das atividades de estruturação do Resgate Aeromédico na área do Comando do Policiamento do Interior-2 (Região de Campinas/SP), o Grupamento de Radiopatrulha Aérea (Base de Radiopatrulha Aérea de Campinas-SP), o GRAU – Grupo de Resgate e Atendimento às Urgências e o 7º Grupamento de Bombeiros, realizaram, em 23 de julho de 2010, atividade de FAMILIARIZAÇÃO COM O “RESGATE AEROMÉDICO”, destinada a mais de 100 (cem) profissionais de atendimento pré-hospitalar de urgência, que atuam no raio de cobertura da Base de Campinas.
Um dia após o início oficial da operação de resgate aeromédico na Base de Campinas do GRPAe/SP, o helicóptero Águia 5 já realizou seu primeiro atendimento.