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Transporte aeromédico

Helicóptero aeromédico H225 é incorporado ao serviço de emergência da Coréia do Sul

Coréia do Sul – O Ministério da Saúde informou que, oito anos após sua entrada em operação, mais um helicóptero aeromédico tornou-se parte integrante da infraestrutura de transporte de emergência da Coréia do Sul. Trata-se de um Airbus H225 (EC225LP), denominado Atlas 01.

De acordo com o Ministério, os helicópteros do serviço médico de emergência (EMS) realizaram cerca de 9.000 voos e transportaram cerca de 8.300 pacientes graves, além daqueles que vivem em áreas remotas e que não são facilmente alcançadas por ambulâncias convencionais.

Os seis helicópteros em serviço atualmente realizam suas missões para salvar vidas de maneira eficaz e econômica, com cada unidade custando de 3 a 4 bilhões de won (US$ 2,5 a 3,3 milhões) para operar por ano.

Os helicópteros atuais, que são alugados e operados por grandes hospitais universitários em cooperação com os bombeiros de seis províncias (Incheon, Gangwon, Chungnam, Jeonbuk, Jeonnam e Gyeongbuk), podem cobrir todo o país.

O Ministério disse que, enquanto os helicópteros AW109 e AW169 que realizaram a maior parte dos voos aeromédicos, no passado, operavam apenas VFR diurno. Com a introdução do sétimo helicóptero na frota, o Airbus H225 permitirá operação 24 horas a partir da província de Gyeonggi.

A aeronave foi chamada de Atlas 01 em homenagem ao diretor do Centro Médico Central de Emergência, Yoon Han-deok, que se dedicou à construção do sistema médico de emergência coreano.

O helicóptero têm um alcance de quase 840 quilômetros, o que lhe permite voar para qualquer parte da Coréia do Sul a partir de sua base no Hospital Universitário Ajou, em Suwon, capital da província de Gyeonggi, a 45 quilômetros ao sul de Seul. Ele pode transportar seis pacientes ao mesmo tempo e levar 21 pessoas.

Um acordo para pouso do helicóptero aeromédico assinado entre a província de Gyeonggi e o Hospital Universitário de Ajou, 1773 lugares como prédios públicos e terrenos escolares serão usados ​​como locais de embarque e desembarque.

Enquanto os helicópteros em operação são todos fabricados no exterior, no futuro, serão usados os helicópteros KUH-1 Surion fabricados pela Korea Aerospace Industries (KAI), em parceria com a Airbus.

Relatórios de 2018 do Ministério da Saúde e Bem-Estar e Fundação Nacional de Cooperação Acadêmica da Universidade Nacional de Seul (use o Google Tradutor)

Corpo de Bombeiros agiliza transferência de paciente de Monte Carmelo para hospital em Pato de Minas, MG

Minas Gerais – Na tarde de sábado (16), uma mulher de 73 anos foi transferida pelo helicóptero Arcanjo 06 o Corpo de Bombeiros para o Hospital Regional Antônio Dias (HRAD), em Patos de Minas.

A mulher estava internada em um hospital no município de Monte Carmelo em estado grave de saúde. Ela estava com insuficiência cardíaca e precisou ser levada às pressas para o Centro de Terapia Intensivo do HRAD.

O helicóptero Arcanjo 06 do Corpo de Bombeiros saiu da base de Uberaba e foi até a cidade de Monte Carmelo, onde embarcou a paciente. Depois, voou para Patos de Minas e pousou na sede do 12º BBM (12º Batalhão de Bombeiro Militar ). Após o pouso, uma unidade de resgate do Corpo de Bombeiros levou a paciente até o HRAD, onde foi internada.

Secretaria de Saúde e BPMOA realizam curso de operador de suporte médico em Curitiba, PR

Paraná – A Secretaria de Estado da Saúde (SESA) está apoiando o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) na realização do Curso de Capacitação de Operador de Suporte Médico que começou nesta segunda-feira (11) em Curitiba.

Além de cumprir as exigências da Agência Nacional de Aviação Civil (RBAC 90) para as operações aeromédicas, a capacitação tem como objetivo qualificar o atendimento pré-hospitalar e abordar a segurança dos profissionais no manejo e condições de risco enfrentadas.

O treinamento de emergência é para médicos e enfermeiros que operam as aeronaves de todo o Paraná. Para esta primeira capacitação, são 66 inscritos que fazem esse tipo de atendimentos diariamente. “É uma ampliação de conhecimento técnico para que as operações sejam sempre seguras e possamos cumprir as missões sem riscos e sobressaltos”, revela o diretor de Gestão em Saúde da SESA, Vinicius Filipak.

Para poder suportar o que é exigido durante as ocorrências, o curso irá abordar tanto a parte teórica quanto a prática. Os socorristas serão treinados para aumentar a segurança de voo, com atividades de segurança, atividades operacionais – onde as equipes devem estar preparadas para que não aja incidentes, noções de rapel e técnicas para salvamentos em locais de difícil acesso onde helicóptero não pode pousar.

REFERÊNCIA

O Paraná é referência neste tipo de atendimento, nenhum outro Estado do país, tem cobertura integral de seu território com o serviço de resgate e transporte aeromédico no tempo mínimo de até uma hora. Neste tempo, qualquer paciente pode ter acesso aos principais serviços de emergência do Estado.

Desde 2007, a equipe do Serviço Aeromédico já atendeu 14.189 ocorrências, sendo 2.315 atendimentos realizados só em 2019, atualmente, a equipe é formada por cerca de 100 integrantes, entre médicos e enfermeiros.

O diretor ressalta ainda a importância entre a saúde e a segurança caminharem juntos nesse tipo de treinamento, “com essa capacitação teremos profissionais cada vez mais qualificados para prestar o atendimento pré-hospitalar de excelência e ágil. É muito importante existir essa parceria, pois são áreas afins que quando somados os esforços faz com que o retorno para a sociedade seja muito mais eficaz”, disse.

Para o comandante do BPMOA, tenente coronel Julio Cesar Pucci dos Santos, além de aprimorar as ações em atendimentos de alto risco é importante padronizar esse atendimento. “Além da segurança durante o voo, esse curso visa também o intercambio entre as instituições, entre os próprios médicos, essa troca de experiência é relevante para aprimorar o serviço prestado, preparar e capacitar esses profissionais para que as operações sejam padronizadas em todo Estado”, finalizou.

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Helicópteros do Corpo de Bombeiros são usados para resgatar vítimas de acidente com ônibus na BR-040, RJ

Rio de Janeiro – Um acidente com um ônibus na BR-040, na Serra de Petrópolis (RJ), deixou um homem e uma mulher mortos e mais de 50 feridos por volta das 6h da manhã de domingo (27).

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu no km 99, sentido Rio de Janeiro, na altura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ainda segundo a PRF, o ônibus saiu da pista e bateu contra um barranco. Helicópteros do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros e ambulâncias da concessionária Concer foram usados para resgatar as vítimas, que foram levadas para os hospitais Moacyr Rodrigues do Carmo e Adão Pereira Nunes, ambos em Duque de Caxias.

De acordo com a assessoria do Hospital Moacyr do Carmo, 32 pessoas deram entrada na unidade vítimas do acidente. Dessas, algumas chegaram com ferimentos leves e foram liberadas e outras permanecem internadas.

Outros 24 feridos foram levados para o Hospital Adão Pereira Nunes. Um deles não resistiu e morreu e outras 23 vítimas permanecem internadas. Entre os feridos, estão cinco crianças, uma delas em estado grave. O grupo participava de uma excursão que vinha de Minas Gerais para passar o domingo em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Uma parte do grupo veio de Belo Horizonte e os outros de Conselheiro Lafayete.

Helicópteros do GOA e ambulâncias da Concer realizam resgate de vítimas de acidente com ônibus na BR-040, RJ. Foto: Divulgação

Avião do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais otimiza atendimento médico em 12 meses de operações

Minas Gerais – Desde setembro de 2018, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) conta com um avião equipado com UTI para transporte ou remoção de doentes graves em todo o estado. O modelo Grand Caravan, locado em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde, vem potencializando as operações já realizadas pelo Batalhão de Operações Aéreas (BOA-CBMMG).

Nestes 12 meses de operações o avião voou 607 horas, cumpriu 177 missões, atendeu 121 vítimas em todo Estado de Minas Gerais. Em fevereiro de 2019 foi realizado o transporte de uma criança para transplante de rins em São Paulo durante a madrugada. A família perdeu o voo comercial em Confins.

Já em junho de 2019, um menino de 6 anos engoliu uma bateria e a mesma começou a soltar produtos ácidos em seu estômago. O mesmo precisou ser transportado de Governados Valadares para BH ainda de madrugada, devido ao agravamento de seu quadro clínico.

Avião do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais otimiza atendimento, após um ano de operações. Foto: Roberto Caiafa

No mês passado, uma criança de 8 meses com sérios problemas respiratórios teve que ser transportada de Governador Valadares para BH às pressas, pois estava com um nível de saturação que necessitava de recursos hospitalares que extrapolavam a capacidade do município.

Também em setembro, uma criança de 6 meses picada por escorpião teve que ser transportada às pressas, devido a seu estado clínico de Patos de Minas para Belo Horizonte/MG, onde recebeu tratamento especializado.

Sobre o avião

Dentre as missões realizadas, destacam-se: atendimento pré-hospitalar, transporte intra-hospitalar, transporte de órgãos e tecidos, transporte de tropas e cães para apoio em missões.

O avião trouxe eficiência para os atendimentos realizados pelo Batalhão de Operações Aéreas exatamente por possuir uma maior autonomia (6h30), e boa velocidade de cruzeiro (média de 280Km/h), pode atingir qualquer ponto do estado como 2h30 de voo, sem a necessidade de reabastecimento. Isso permite que os helicópteros tenham maior disponibilidade para atenderem ocorrências emergenciais em poucos minutos próximo as bases distribuídas no Estado: Belo Horizonte, Varginha, Montes Claros e Uberaba.

Sua tripulação é composta por: piloto, copiloto, tripulante operacional, médico, enfermeiro, os quais durante todo o voo assistem as vítimas utilizando fármacos e equipamentos típicos de suporte avançado de vida.

Avião do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais otimiza atendimento, após um ano de operações. Foto: Roberto Caiafa.

Equipes da Santa Casa de Goioerê e do serviço aeromédico do SAMU revertem PCR de paciente

Paraná – Na manhã de quinta-feira (10), o helicóptero do Serviço Aeromédico do SAMU Regional Norte Novo de Maringá pousou em Goioerê, no campo de futebol do 7º BPM da Policia Militar, para transportar um homem de 60 anos. O paciente sofreu um infarto agudo do miocárdio (IAM), que evoluiu para uma parada cardiorrespiratória (PCR).

A vítima foi reanimada pela equipe aeromédica do SAMU e pela equipe da Santa de Casa de Goioerê. Assim que teve condições clínicas foi transportada para o hospital referência de helicóptero, onde foi realizado cateterismo. O paciente está em estado grave e internado na UTI do Center Clínica de Campo Mourão.

Justiça do Mato Grosso do Sul garante transporte em UTI Aérea de paciente com hepatite para SP

Mato Grosso do Sul – A Justiça garantiu que uma paciente com hepatite e sua acompanhante tenham direito a uma transferência em UTI aérea para o Centro de Transplante de Órgãos Sólidos, em um hospital de São Paulo.

O município de Campo Grande tentou contestar a decisão, mas, por unanimidade, os desembargadores da 2ª Câmara Cível negaram provimento ao agravo de instrumento interposto pelo Município contra a decisão de primeiro grau que determinou a transferência para São Paulo.

Consta nos autos que a paciente foi diagnosticada com Hepatite Aguda com Insuficiência Hepática Aguda. A recomendação médica foi clara ao constatar que a agravada precisa de um transplante hepático e a falta deste poderia acarretar até o óbito. Por conta disso, o médico entrou em contato com o hospital de São Paulo, conseguiu uma vaga para a paciente e, para que consiga ocupar a determinada vaga, necessita de transporte em UTI aérea, pois o caso é grave e precisa de acompanhamento exclusivo.

No agravo, o município alega que está com ausência de estrutura para viabilizar e custear integralmente a referida transferência. Contesta também que a paciente optou por realizar todo o tratamento em instituição privada e depois solicitou a transferência por conta de verba pública, logo suas atitudes se contradizem. O município afirma que não há necessidade da realização do procedimento, pois não existe um requerimento administrativo à paciente.

O relator do processo, Des. Nélio Stábile, considerou que nada impede da agravada ter arrecadado fundos para o tratamento da sua grave doença, mediante ajuda de familiares e amigos, uma vez provado que ela é auxiliar de enfermagem e não possui condições para arcar com o custo do procedimento requerido.

O desembargador citou que outro importante argumento é o fato da vaga destinada ser vinculada ao SUS, sendo assim o argumento que o município utilizou sobre destino ser particular, em nada influencia. Ressaltou que, se a paciente comprovou não ter condições financeiras para custear a transferência referida, é dever do ente público garantir o seu direito à vida. Ainda relatou que o procedimento teve o parecer do NAT favorável ao pedido da agravada.

“O artigo 196, da Constituição da República, preceitua que a saúde é direito do cidadão e dever dos entes públicos, garantido mediante o acesso universal e igualitário. Nesse contexto, resta evidente que incumbe ao Estado (em sentido lato) agir de modo isonômico em relação a todos os indivíduos”, concluiu o relator.

Cia Aérea Binter realiza em média 11 evacuações aeromédicas por semana entre as ilhas de Cabo Verde

Cabo Verde – A transportadora aérea Binter Cabo Verde realizou uma média de 11 evacuações médicas entre as ilhas do arquipélago desde janeiro de 2018, num total de 948 transportes de doentes.

Conforme a Agência Lusa, em comunicado, a Binter adiantou que em 2018 realizou um total de 578 transportes de doentes, das quais 89 com necessidade de maca. E de janeiro a agosto deste ano, já efetuou 370, das quais 57 com necessidade de maca.

“Em média, são 11 evacuações por semana, cada uma realizada com todas as garantias de segurança, conforto, eficiência e profissionalismo”, realçou a companhia. Recorda-se que em novembro do ano passado a companhia celebrou um protocolo com o Ministério da Saúde cabo-verdiano para o transporte de doentes, apesar de já fazer esse serviço antes.

Companhia aérea Binter realiza em média 11 transportes aeromédicos por semana

“A dois meses de completar um ano da assinatura desse acordo, que muito nos honra, temos orgulho em comunicar que as evacuações sanitárias têm sido realizadas de forma constante e segura”, continuou a mesma fonte.

A Binter disse que o trabalho tem sido realizado em conjunto com as delegacias de saúde, bombeiros, a empresa que administra os aeroportos (ASA), a CV Handling, autoridades, Proteção Civil, e sempre em coordenação com o Ministério da Saúde.

Desde agosto de 2017 a Binter era a única companhia que fazia as ligações entre as ilhas de Cabo Verde, depois da saída da companhia aérea pública TACV, que, entretanto, regressou às operações domésticas em início de agosto, agora denominada Cabo Verde Airlines (CVA), e comprada pelos islandeses da Icelandair.

O transporte de doentes no arquipélago vinha sendo feito desde o ano passado também por uma aeronave alugada pelo Estado com a empresa portuguesa Sevenair, mas que desde o final de agosto está impedida de voar por imposição legal.

Em um ano, o avião transportou mais de 400 doentes para os hospitais centrais cabo-verdianos, bem como outras operações, como patrulha aérea, transporte de militares e de valores do banco central de Cabo Verde.

A Agência de Aviação Civil (AAC) cabo-verdiana garantiu que a maioria do transporte de doentes por via aérea (81%) tem sido assegurada pela transportadora aérea (Binter Cabo Verde), que foi devidamente certificada para o transporte aéreo doméstico.

A reguladora da aviação civil disse ainda à agência Lusa que a continuidade das operações com a aeronave alugada da empresa portuguesa depende de um acordo entre Estados.

A Sevenair assinou em julho de 2018 um acordo com o Governo de Cabo Verde para a troca de um avião Dornier da Guarda Costeira por dois CASA C212 Aviocar, propriedade deste grupo português de aviação. Segundo o administrador comercial da Sevenair, Alexandre Alves, os dois aviões deverão chegar ao país dentro de três meses.

Avião para evacuação de doentes parado por questões legais. Sevenair Jetstream_32. Foto: ©Paulo-Brito.

Ação integrada entre SAMU e Águia da PM garante socorro rápido de paciente com perna amputada

São Paulo – Na tarde de segunda-feira (16), o SAMU de Sorocaba fez a transferência de uma vítima amputada ao Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS). O paciente de 26 anos teve sua perna direita presa num trator cortador de cana. O acidente ocorreu na cidade de São Miguel Arcanjo e o primeiro atendimento foi realizado pelo Grupo de Resgate e Atenção às Urgências e Emergências (GRAU).

De acordo com o SAMU, o médico do GRAU precisou sedar e fazer a amputação da perna para conseguir tirar o paciente que se encontrava preso ao trator. Como São Miguel Arcanjo não possui hospital especializado de trauma complexo, foi solicitada a transferência do acidentado, por meio do helicóptero Águia da Polícia Militar (PM).

Ao chegar na base do Águia, o paciente foi atendido pelo SAMU com uma ambulância alfa (UTI Móvel de Urgência) e transferido com sucesso até o CHS. “Nossa equipe ficou muito feliz de prestar assistência integral a um paciente que veio de outra cidade e precisava de uma transferência imediata. Antes dele chegar ao heliponto, já estávamos de prontidão para atendê-lo”, pontuou a médica e coordenadora do Samu, Kátia Kaam.

Aeromédico do Brasil: Conheça o serviço aeromédico da Líder Aviação

Aeromédico do Brasil – O portal Resgate Aeromédico iniciou uma série de entrevistas com os protagonistas do aeromédico brasileiro para conhecer melhor o funcionamento dos operadores aeromédicos públicos e privados.

No Brasil, segundo a ANAC, o serviço aeromédico privado é explorado por cerca de 44 empresas de táxi-aéreo (RBAC 135). A Líder Aviação é uma delas. Nesse setor há também operadores públicos e que seguem regulamentação específica (RBAC 90). Os Corpos de Bombeiros Militares, SAMU, Secretarias de Saúde, Polícias Militares, Polícias Civis, Polícia Rodoviária Federal e Secretarias de Segurança Pública realizam atividades de resgate e transporte aeromédico.

Dessa vez vamos falar sobre a operadora aeromédica Líder Aviação e conversamos com Bruna Assumpção Strambi, Superintendente de Manutenção, Fretamento e Gerenciamento de Aeronaves da Líder Aviação e sua equipe.

Vamos conhecer a Líder Aviação

Uma emergência não avisa quando vai acontecer e em muitos casos o transporte aeromédico, ou UTI aérea, é a solução mais viável para salvar a vida de pacientes que necessitam de um cuidado especial. Trata-se de um serviço que demanda total segurança, agilidade e pontualidade, voltado para o transporte de pacientes entre dois hospitais, seja dentro do Brasil ou no exterior.

A Líder Aviação, com mais de 40 anos de experiência neste serviço, conta com uma frota de mais de 60 aeronaves para serviços de táxi-aéreo e também para operações de helicóptero no setor de óleo e gás.

O serviço de transporte aeromédico da Líder é homologado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), de acordo com os critérios estabelecidos pelo Conselho Regional de Medicina (CRM), a Agência Nacional de Saúde (ANS) e o Conselho Regional de Enfermagem (COREN). Além disso, rotineiramente, passam por auditorias internas e de órgãos regulamentadores para atestar a qualidade do serviço.

Além disso, a Líder atende ao requisito de manter uma equipe médica formada por profissionais, médicos e enfermeiros, qualificados e selecionados para cada tipo de atendimento.

Para Bruna Assumpção Strambi, Superintendente de Manutenção, Fretamento e Gerenciamento de Aeronaves da Líder Aviação, “o principal valor da nossa empresa é a segurança das nossas operações e levamos isso muito a sério em todos os serviços oferecidos. No transporte aeromédico não pode ser diferente e sabemos de toda dedicação que esse tipo de serviço demanda.”

“Nossa tripulação é selecionada de forma rigorosa e todos os profissionais são capacitados e treinados no programa de transporte de enfermos, exigência da ANAC”, complementou.

Aeronaves e equipamentos

Nas operações de UTI Aérea, a Líder possui uma diversificada frota própria, com aviões e helicópteros. Empregam os helicópteros AS350B2 Esquilo, AW119 Koala, Sikorsky S-76, Sikorsky S-92, Airbus H135 e o Bell 212, além dos aviões LearJet 35A e o Phenom 300.

Todas são homologadas com os equipamentos médicos de uma UTI Aérea. Como exemplo de suporte oferecido, o Kit LifePort conta com maca, rampa, ventilador pulmonar, sistema compressor de ar, sistema de vácuo, sistema de oxigênio, monitor, desfibrilador, marca-passo externo, monitor multiparâmetros, entre outros. Os equipamentos podem variar conforme a operação.

“Cada aeronave possui uma especificação e seguimos à risca todas as exigências para uma operação segura. Ou seja, o Phenom 300 e o LearJet 35A exigem uma operação com dois pilotos, já os helicópteros Esquilo e Koala são operados somente com um piloto”, afirmou Bruna.

Treinamentos e Certificação

Os tripulantes passam por treinamentos anuais em simulador e participam de um programa interno de treinamento que envolve doutrina de segurança da empresa, tráfego aéreo internacional, RVSM/TCAS, EGPWS/CFIT, Crew Resource Management (CRM), artigos perigosos e emergências gerais.

“Nossos profissionais participam, constantemente, de treinamentos e a empresa está sempre em busca de certificações que atestem e comprovem seu nível de segurança”, disse Bruna.

A Líder Aviação é certificada pela International Business Aviation Coouncil (IBAC), um dos mais conceituados órgãos do setor e pela IS-BAO, com estágio III de excelência, concedido às organizações que cumprem um código de boas práticas e que têm a segurança como um pilar importante em todos os níveis hierárquicos da empresa. Possui também a certificação Proud Wivern Wingman da Wingman Council e a certificação BARS da Flight Safety Foundation.

Equipe aeromédica

A equipe aeromédica é formada por um médico e um enfermeiro, qualificados e habilitados para atendimento de UTI Aérea. A especialidade do médico é definida de acordo com o quadro clínico do paciente a ser transportado.

Existe ainda a presença de um chefe-médico, responsável por todo cuidado e bem-estar do paciente desde o hospital de saída até o hospital de destino. O profissional também é responsável por conferir e assegurar todos os equipamentos e materiais apropriados para cada caso e por todos os atos médicos praticados durante a operação.

Ambulância aérea: como funciona?

Os cuidados para a remoção de um paciente na UTI Aérea começam antes do voo. Uma das etapas é a realização de uma triagem médica prévia para avaliar as condições clínicas do paciente e se ele está apto a viajar. É preciso também repassar todas essas informações à tripulação, para que eles possam avaliar a necessidade de se alterar ou não os padrões de voo.

“Em casos graves, por exemplo, a aeronave deve voar sempre abaixo de cinco mil pés. Sem contar a decolagem e pouso que também exigem um cuidado à parte para evitar impactos”, explica Bruna.

Apesar de as cabines serem pressurizadas, quanto mais um avião sobe, mais rarefeito o ar fica, ou seja, menos oxigênio disponível. Essa baixa oxigenação pode provocar alterações no organismo do paciente, como sonolência e outros sintomas. Por isso, as aeronaves que realizam UTI Aérea precisam estar equipadas com UTI completa para garantir o quadro de saúde do paciente. Vale lembrar que decolagens e pousos com pacientes a bordo têm preferência em relação aos voos comuns.

Ganhando tempo

Nesse tipo de fretamento, a agilidade é um fator crítico, pois qualquer demora pode levar a um agravamento clínico do paciente. Bruna explica que o tempo para a realização de todos os trâmites do processo de cotação é bem mais curto que em operações convencionais.

“Enquanto a cotação é realizada, já existem pessoas resolvendo questões necessárias para liberar a parte médica, embarque, desembarque e demais procedimentos”, explica a diretora superintendente. O transporte em terra também é executado pela empresa, desde o local de origem até o hospital de destino, com ambulâncias próprias ou contratadas pelo próprio cliente.

Em todos esses anos, a Líder Aviação já transportou quase 10 mil pacientes. “É um serviço para atendimento 24 horas, que precisa contar com a disponibilidade de todos os profissionais. A Líder foi a primeira empresa do Brasil a obter homologação da ANAC para realizar transporte aeromédico e conta com grandes parceiros do setor”, frisa Bruna.

Bases de operação

A Líder conta com mais de 20 bases operacionais de norte a sul do país, além dos transportes intercontinentais que realizam.

Um fato que marcou época para a empresa, em março de 1989, a Líder fez seu mais longo voo de UTI Aérea. O trajeto foi iniciado em São José dos Campos, com escala em Recife, Ilha do Sal, África do Sul e Estocolmo (Suécia). O jato Learjet 35 percorreu 26.550 quilômetros até Estocolmo para levar um funcionário de uma multinacional, portador de agranulocitose e leucopenia.

Equipe do GTA transporta pacientes de Ferreira Gomes e Itamatatuba para Macapá, AP

Amapá – No final da tarde de terça-feira (20), equipe do Gavião 01 do Grupo Tático Aéreo (GTA) realizou o socorro de um senhor de 83 anos que apresentava quadro clínico de insuficiência respiratória e suspeita de acidente vascular cerebral (AVC). Ele precisou ser transportado com urgência de helicóptero do município de Ferreira Gomes para Macapá.

Na quarta-feira (21), uma jovem de 18 anos, com 39 semanas de gestação, sofreu queda de uma ponte. Com forte sangramento, perda de líquido e contrações despassadas, precisou ser socorrida pela equipe do helicóptero do GTA, da localidade de Itamatatuba para Macapá.

Os pacientes foram levados pela equipe até o hangar do Estado, em Macapá, onde uma ambulância do Corpo de Bombeiros aguardava para transportá-los ao Hospital de Emergência, na capital.

Águia 04 da PM e SAMU transportam pacientes de Campo Belo do Sul e Urubici para Lages, SC

Santa Catarina – Na sexta-feira (16), equipe do Águia 4 do Batalhão de Aviação da Polícia Militar de Lages e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) realizou o transporte aeromédico de dois pacientes em estado grave. O primeiro transporte foi um homem de 96 anos com quadro de insuficiência respiratória, do município de Campo Belo do Sul para Lages.

O segundo transporte foi de um paciente de 19 anos com quadro neurológico de tetraparesia, do município de Urubici para Lages. Os pacientes foram acompanhados durante todo o voo por um médico e um enfermeiro, além de equipamentos especiais e medicamentos. Por ser uma aeronave multimissão, o Águia 4 é rapidamente configurado para o atendimento aeromédico.

Esse transporte possibilita conduzir pacientes em estado grave até um centro de referência em um curto espaço de tempo, aumentam consideravelmente as chances de vida dessas pessoas.

Corpo de Bombeiros e SAMU transportam homem de 79 anos de Brazlândia para o Hospital São Mateus, em Brasília

Brasília – Na tarde de sexta-feira (09), o Grupamento de Aviação Operacional do Corpo de Bombeiros realizou o transporte de paciente do Hospital Regional de Brazlândia para o Hospital São Mateus, no Cruzeiro. O homem de 79 anos foi transportado em ambulância do CBMDF do Hospital Regional de Brazlândia até a aeronave, com quadro grave de insuficiência respiratória.

O pouso ocorreu em um estacionamento público próximo ao Hospital São Mateus, onde uma viatura isolou a área de modo a garantir a segurança da operação e outra ambulância conduziu o paciente do helicóptero até o Hospital São Mateus.

O Corpo de Bombeiros do Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu essa ocorrência com um helicóptero, três viaturas, onze militares e equipe médica do SAMU.

Corpo de Bombeiros e SAMU transportam homem de 79 anos de Brazlândia para o Hospital São Mateus, em Brasília

O papel fundamental do enfermeiro de bordo na equipe multiprofissional envolvida no transporte aeromédico

Unimed Aeromédica

Minas Gerais – Diversos fatores contribuem para que uma missão de transporte aeromédico seja bem-sucedida, incluindo a preparação adequada da aeronave, a definição de uma logística acertada e a escolha dos equipamentos que podem ser necessários durante a operação. Outro fator de extrema relevância para o transporte é a presença de uma equipe de bordo multidisciplinar, especializada e capacitada para atender pacientes em diversas situações clínicas, em condições inerentes ao voo — como as alterações da fisiologia durante a missão, por exemplo.

Além dos tripulantes da aeronave, a equipe de bordo é composta por um médico e um enfermeiro, que atuam antes, durante e depois do voo, envolvidos em questões relacionadas à triagem médica, o preparo dos materiais e equipamentos necessários para a missão e o atendimento ao paciente durante o transporte, entre outras ações.

Vale ressaltar que o nível de especialização e capacitação dessa equipe na área de transporte aeromédico é fundamental para o sucesso da operação, tendo em vista que um atendimento médico durante uma remoção aérea de pacientes conta com algumas particularidades que não podem ser desprezadas.

O papel fundamental do enfermeiro de bordo na equipe multiprofissional envolvida no transporte aeromédico. Foto: Divulgação

O protagonismo do enfermeiro

Antes de mais nada, é preciso deixar claro que o enfermeiro de bordo é protagonista em uma missão de transporte aéreo, pois esse profissional é responsável pelo cumprimento de importantes etapas nas fases pré, per e pós-voo.

  • Pré-voo — Trata-se da fase que compreende o preparo de todos os materiais e equipamentos necessário para a viabilidade da missão. É nessa etapa em que a equipe médica (médico e enfermeiro envolvidos na missão) discutem o caso clínico do paciente, planejando o tratamento mais adequado durante o voo. Nessa fase, é responsabilidade do enfermeiro a montagem e a conferência da aeronave que será utilizada no transporte, garantindo que todos os materiais e equipamentos que possam ser necessários durante a missão sejam embarcados. Vale ressaltar que na etapa pré-voo, o enfermeiro, assim como os demais profissionais envolvidos na missão, participa de um briefing para o voo, onde se discute todas as particularidades da operação.
  • Per-voo — Fase que diz respeito ao voo propriamente dito, essa etapa também exige um envolvimento muito significativo do enfermeiro de bordo, que fica responsável por funções como: avaliar e sistematizar as prioridades do paciente; realizar assistência integral durante o atendimento; zelar pela integridade física e psíquica do paciente, prezando pela sua segurança; e orientar os acompanhantes sobre o atendimento realizado durante o voo. O enfermeiro também fica envolvido na observação das condições clínicas e nos parâmetros de monitoramento do paciente, fazendo anotações de enfermagem, administrando medicamentos e assistindo ao médico de bordo durante os procedimentos que se fizerem necessário durante o transporte. O enfermeiro de bordo também deve garantir que o caso seja repassado de maneira adequado para o profissional que irá dar prosseguimento ao atendimento do paciente no local de destino.
  • Pós-voo — Fase final da missão, a etapa de pós-voo diz respeito ao retorno à base operacional, que também exige do enfermeiro uma atuação relevante. Nesta fase, o profissional fica responsável por realizar o preenchimento da ficha de gasto, repor os materiais e equipamentos nos locais de acondicionamento dos mesmos, realizar a desinfecção dos materiais e equipamentos conforme Diretrizes Operacionais Padrão, entre outras funções administrativas relativas ao encerramento da missão.
    Nível de especialização

O enfermeiro de bordo presta atendimento de urgência e emergência, em ambulância aérea e/ou terrestre e para o exercício da função precisa ter especializações específicas. É exigido desse tipo de profissional ter formação superior, preferencialmente em mais de uma especialidade (emergência, terapia intensiva, enfermagem de bordo, entre outras); nível de inglês intermediário; no mínimo cinco anos de experiência em atendimento de emergência e/ou terapia intensiva; e capacidade para atender pacientes criticamente enfermos, sejam eles neonatais, pediátricos ou adultos.

Equipe de enfermagem da Unimed Aeromédica

A Unimed Aeromédica, maior empresa de transporte aeromédico do Brasil, entende a importância da equipe de bordo e conta, atualmente, com 14 enfermeiros em sua equipe médica. Vale ressaltar que a instituição é a única empresa de transporte aeromédico do Brasil que conta com equipe médica própria, ou seja, os profissionais são colaboradores da Unimed Aeromédica e estão, diariamente, envolvidos nas missões realizadas pela empresa.

O nível de especialização da equipe de enfermeiros da Unimed Aeromédica é mais um ponto de destaque, tendo em vista que 57% dos profissionais são mestres, 78,6% são docentes em cursos de graduação e/ou especialização e 14% são doutorandos. Além disso, é importante ressaltar que todos os enfermeiros da empresa são treinados para atender a pacientes críticos, das mais diversas modalidades e de todas as faixas etárias.

Palavra de quem é especialista no assunto

Vânia Paula de Carvalho é coordenadora da equipe de enfermagem da Unimed Aeromédica e fala com orgulho sobre a missão da sua profissão.

“Ser reconhecida como profissional de práticas avançadas no cenário da saúde terciária em nosso país é um privilégio, pois é uma área recente e com grandes desafios a serem superados. É uma receita infalível para o sucesso: conseguir unir o trabalho em um ambiente diversificado, cuidar dos pacientes com excelência, fazendo parte de uma equipe altamente qualificada, em uma empresa visionária que oferece segurança e alta tecnologia para os profissionais e para os pacientes”.

O Batalhão de Aviação da Brigada Militar auxilia em resgates, transportes de órgãos e operações policiais

Rio Grande do Sul – Às 10h14min desta terça-feira (30), um helicóptero Koala AW119 Kx, com dois pilotos e um tripulante operacional a bordo, decolou em frente ao Batalhão de Aviação da Brigada Militar (BM), em Porto Alegre. Da pista, localizada junto ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, partiram com destino ao município de Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana. A missão era buscar um coração, que seria transplantado na Capital.

Transportes de órgãos, resgates de pessoas e apoio em operações fazem parte da rotina dos policiais militares que integram o grupo aéreo da BM. As malas de viagem depositadas sobre os armários no alojamento do batalhão são a mostra de quem convive com dias incertos e lida com a preciosidade do tempo. Em casos de emergência, em média, os policiais têm, no máximo, três minutos desde o chamado até a decolagem. Agilidade que justifica o preparo antecipado. Dentro das aeronaves, permanecem os materiais para resgates em diferentes locais. Quando um helicóptero decola, o outro é mantido em frente ao hangar.

“Precisamos estar sempre prontos para qualquer tipo de operação. Nunca sabemos quando vamos voltar para casa”, relata o soldado Jair dos Santos, que tem, entre os resgates marcantes na carreira, o salvamento de três pessoas que ficaram feridas durante um rapel em Maquiné, há quatro anos, após serem atacadas por abelhas.

O Grupamento Aéreo da Brigada Militar do RS auxilia em operações policiais, no resgate de pessoas e faz transporte de órgãos para serem transplantados. Foto: Félix Zucco / Agencia RBS.

O Batalhão de Aviação possui total de 51 militares, entre pilotos, tripulantes operacionais, mecânicos, operadores de pista e servidores administrativos. Um caminhão, com capacidade para 3 mil litros de combustível, também acompanha as operações, quando necessário.

Neste ano, foram 13 missões de transporte realizadas pela equipe da Capital a partir de solicitações da Central de Transplantes. A mais recente ocorreu na manhã dessa terça-feira, quando o batalhão foi informado sobre a necessidade de buscar o órgão. A aeronave decolou em direção ao campo do Grêmio Esportivo Sapucaiense, em Sapucaia do Sul, ponto mais próximo do Hospital Municipal Getúlio Vargas, onde é possível pousar o helicóptero.

A bordo da aeronave estavam o major Robson Emanuel Leite Camargo e o capitão Douglas Corrêa, ambos pilotos, além do soldado Alexandre Bered. No gramado do campo, embarcou a equipe médica com o órgão captado. De lá, seguiram em direção à Capital, onde o coração seria transplantado no Instituto de Cardiologia.

“É algo que gera uma grande mobilização, já que se sabe a importância que tem esse transporte”, descreve o capitão Douglas, destacando que esse tipo de voo é considerado prioritário. No transporte de órgãos, há casos em que os policiais levam a equipe médica até o hospital onde será feita a captação. No local, aguardam pelo procedimento. Depois, são responsáveis pelo retorno até a casa de saúde onde será realizado o transplante.

O Grupamento Aéreo da Brigada Militar do RS auxilia em operações policiais, no resgate de pessoas e faz transporte de órgãos para serem transplantados. Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Quando a captação do órgão é feita fora do Rio Grande do Sul, é preciso empregar uma aeronave maior, como o King Air B200, avião usado em geral para o transporte do governador e de outras autoridades. Às 11h53min, o Koala pousou novamente em frente ao hangar. O trio desembarcou com a missão cumprida. E pronto para a próxima tarefa.

“O serviço pode ser tranquilo, como pode ser dinâmico. Chegamos aqui hoje de manhã sem imaginar que participaríamos de mais esse transporte. Dá uma satisfação, com certeza”, afirma o major Robson. Segundo a Central de Transplantes do Rio Grande do Sul, o Batalhão de Aviação faz transportes de órgãos em distâncias de até 300 quilômetros. Quando é necessário algum tipo de escolta por terra, a central solicita ajuda para a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Comando Rodoviário da Brigada Militar ou EPTC. Em voos interestaduais, Força Aérea Brasileira (FAB) também auxilia.

O Grupamento Aéreo da Brigada Militar do RS auxilia em operações policiais, no resgate de pessoas e faz transporte de órgãos para serem transplantados. Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Algumas ações do Batalhão

Cerco a criminosos

Uma das ações realizadas pelo batalhão é o auxílio em operações policiais. Em geral, o grupo é acionado para participar de buscas a criminosos. Na imagem ao lado, prestavam apoio na Vila Formoza, em Alvorada, em abril de 2019, onde a BM fez cerco após uma chacina. É comum também o emprego das aeronaves em procuras por assaltantes de bancos.

Resgate no mar

Em dezembro de 2016, o batalhão foi responsável pelo resgate de tripulante, com queimaduras graves, que estava em navio panamenho, no Litoral Norte. Quando foi salvo pelos policiais, o homem, de nacionalidade grega, estava consciente, mas com ferimentos nos braços e pernas. O helicóptero da BM levou a vítima até terra firme, onde uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já aguardava. Ele foi encaminhado ao hospital.

Salvamento com rapel

A equipe integrou o grupo que resgatou três pessoas após um acidente em uma região de mata fechada na localidade de Barra do Ouro, em Maquiné, em janeiro de 2015. Sete pessoas foram atacadas por abelhas, enquanto praticavam rapel. Duas morreram em decorrência da queda e outras duas caminharam por 15 quilômetros para pedir ajuda. Com uso de helicóptero, outras três foram resgatadas.Os dois corpos foram removidos.

Aeronaves em uso

Esquilo HB 350B – É o principal helicóptero operado por organizações policiais. Pode ser ocupado por até seis pessoas _ dois pilotos e quatro passageiros. Permanece equipado na pista em frente ao hangar para ser usado em buscas e resgates tanto em água quanto em terra, patrulhamento aéreo, vigilância e transportes.

Koala AW119 Kx – Utilizado pela primeira vez pela BM em janeiro de 2016, é o helicóptero mais moderno usado pelo batalhão. Capta imagens em alta resolução, ajusta luminosidade para monitoramento noturno e atua com sensor infravermelho. Possui capacidade para até oito pessoas (dois pilotos e seis passageiros). É equipado, assim como o Esquilo.

King Air B200 – Possui capacidade para até dois pilotos e oito passageiros. O avião é utilizado para transportar o governador do Estado e autoridades. É empregado, por exemplo, para buscar órgãos fora do RS.

Casa Militar de Mato Grosso do Sul realiza dois voos para transportar nove órgãos

Mato Grosso do Sul – Dois voos pela vida foram realizados pelas equipes que realizam transplante de órgãos em Mato Grosso do Sul neste final de semana. Na sexta feira (26), mesmo com condições de tempo desfavorável, a aeronave da Casa Militar do Estado decolou para Três Lagoas, para dar apoio à Central Estadual de Transplante (CET), sendo que nesta operação foram viabilizados a doação de dois rins que seguiram para São Paulo (SP) e um fígado que seria doado para um paciente de Brasília (DF).

Já na manhã de sábado (27), a aeronave partiu novamente em apoio à CET para levar a equipe até Dourados, sendo que desta vez a operação envolveu a doação de dois rins que seguiram para São Paulo (SP), mais um fígado para o DF e as córneas para um paciente de Campo Grande.

No total, foram nove órgãos que irão beneficiar quem espera por essa ajuda. Somente neste ano, foram realizadas 14 missões deste tipo pelo Estado através das aeronaves operadas pela Casa Militar.

A expectativa da equipe é que esse trabalho seja reforçado e ainda mais dinâmico em breve pela Casa Militar, que contará com o reforço de uma nova aeronave, adquirida pelo Governo do Estado, que vai reforçar a logística da CET, viabilizando inclusive a retomada do transplante de coração pela Santa Casa de Campo Grande.

Casa Militar de Mato Grosso do Sul realiza dois voos para transplante de órgãos. Foto: Correio do Estado

Projeto de lei pretende criar sistema de transporte de órgãos e tecidos humanos no Mato Grosso

Mato Grosso – “Nós estamos em um estado pujante, mas quando falamos em saúde pública, retrocedemos. É inaceitável saber que esse tipo de serviço, um dia, esteve interrompido e o pior, ficar quase uma década nessa situação”, observou o deputado estadual Silvio Fávero, autor da medida que cria o “sistema de transporte de órgãos e tecidos humanos” para fins de transplante, em Mato Grosso.

O Projeto de Lei Nº 748/2019 define que participarão do sistema todos os meios de transporte da rede pública estadual de saúde, das policiais Militar e Civil e do Corpo de Bombeiros, buscando-se também a participação das empresas privadas de transporte aéreo, terrestre, bem como planos e seguros de saúde.

A coordenação do sistema ficará sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de Saúde, que em parceria com outras secretarias, entidades púbicas e privadas e com bancos de transplantes de Mato Grosso, poderá promover as ações necessárias para o funcionamento do sistema.

Dep. Silvio Fávero. Foto: Ronaldo Mazza.

Segundo Fávero, buscar esforços para o aprimoramento do processo de doação e transplante de órgãos e tecidos é um objetivo que as autoridades do Estado devem seguir à exaustão, considerando a importância do assunto e bem estar de pacientes que dependem, exclusivamente, do estado para salvar suas vidas.

“Por se tratar de situações onde o tempo é muito limitado e primordial, torna-se imprescindível à necessidade de desenvolver uma ferramenta que permita ações conjuntas que auxilie nessa etapa. Além disso, a lei vem para restabelecer e normalizar esse serviço que salva vidas e que, volto a frisar, há quase uma década ficou parado, só no papel”, ressaltou o parlamentar.

Existem projetos de lei similares a este que tramitam em outros Estados da Federação, e há Estados que estão mais adiantados, como o Paraná que já possui a Lei nº 19.532, de 30 de maio de 2018.

Profissionais da rede de urgência e emergência recebem capacitação sobre transporte aeromédico em Foz do Iguaçu, PR

Paraná – Médicos, enfermeiros e técnicos da rede de urgência e emergência de Foz do Iguaçu e região participaram, na tarde de segunda-feira (22), de um treinamento sobre transporte aeromédico. A capacitação, realizada no auditório da Guarda Municipal, foi ministrada pelo diretor técnico do SAMU Oeste Rodrigo Ninácio Santa Cruz, e abordou os protocolos para regulação do transporte aéreo de pacientes no Estado.

Segundo a coordenadora do SAMU de Foz do Iguaçu Janete Ghellere, a iniciativa surgiu para aprimorar os protocolos junto à 9ª Regional de Saúde, em virtude do aumento da demanda pelo transporte aéreo. O serviço é utilizado para resgate ou remoção de doentes graves em locais onde ambulâncias tradicionais não tenham fácil acessoou em situações em que o doente necessite de um transporte inter-hospitalar.

O município realiza de dois a três transportes aeromédicos semanalmente para municípios como Londrina, Cascavel e Maringá. “Começamos a acessar mais o serviço, surgiram mais dúvidas quanto aos protocolos e por isso estamos alinhando as técnicas junto à macrorregional para aprimorarmos a utilização desse tipo de atendimento”, explicou Janete.

Profissionais de rede de urgência e emergência recebem capacitação em transporte aeromédico. Foto: Divulgação

Essa foi a primeira capacitação voltada aos profissionais de saúde exclusivamente sobre a utilização do transporte aéreo. “A regulação desse tipo de transporte é completamente diferente da via terrestre. Ele não pode ser utilizado em qualquer situação. Há critérios de distância, condições climáticas e manejo. O protocolo aborda o papel do regulador, do rádio operador, de quem faz a logística no solo e do pouso, e de todo o preparo do paciente”, enfatizou Santa Cruz.

Para a Diretora de Urgência e Emergência do município, Rozineide Batista, “a capacitação é fundamental para sincronizar a atuação e garantir uma assistência qualificada a todos os pacientes que necessitam do serviço”.

Transporte

Atualmente, existem quatro helicópteros sediados nos municípios de Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel. A capital do estado também conta um jatinho para atender situações de urgência e emergência em todo o estado. A regulação do transporte aeromédico da 9ª Regional é realizada pela Central de Leitos que funciona em Cascavel. A tripulação também pertence ao SAMU da cidade vizinha. O helicóptero atende um raio de até 300 km, enquanto o jatinho é utilizado para distâncias maiores, como de Foz do Iguaçu a Curitiba.

De acordo com Santa Cruz, o serviço de transporte aeromédico está disponível há mais de cinco anos no estado do Paraná. “Já realizamos mais de 2 mil missões, e muitas vezes surgem dúvidas quanto ao protocolo, por isso é sempre importante melhorar a qualificação do serviço, para que a utilização seja feita com assertividade”.

“A capacitação promove a qualidade da assistência e o paciente só tem a ganhar porque enquanto o transporte via terrestre demora doze horas, o aeromédico pode durar 40 minutos, um tempo resposta que faz diferença para salvar vidas”, exclamou Ghellere.

Corpo de Bombeiros e Força Aérea transportam coração da Bahia para o Distrito Federal

Distrito Federal – Quatro horas: este é o tempo máximo que um coração sobrevive fora do peito do doador até ser transplantado em outra pessoa. É um dos órgãos com menor durabilidade e, por isso, correr contra o relógio faz parte da rotina que poderá dar novo fôlego de vida a quem está à espera de um transplante.

Nessa corrida contra o tempo, a parceria entre os órgãos é fundamental. Tanto que permitiu a uma paciente de 58 anos, internada no Instituto de Cardiologia do DF (ICDF), receber, na tarde de ontem (23), um coração doado em Vitória da Conquista, na Bahia. O transporte foi feito por um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e levado ao instituto pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros. Todo o transporte durou cerca de duas horas e meia.

A vinda do órgão para o DF foi mediada pela Central Nacional de Transplantes. “Quando há doação e o estado não tem condições de fazer o transplante, seja porque não tem receptor, seja por não ter logística viável para isso, a central faz um ranking para verificar qual localidade teria melhores condições de receber”, explica a diretora substituta da Central Estadual de Transplantes, Joseane Gomes Fernandes Vasconcellos.

A escolha do DF aconteceu porque a paciente estava classificada como grave e urgente. Além disso, era o local que teria condições de fazer o transporte do órgão com maior agilidade. Com esse transplante, realizado pelo ICDF, o Distrito Federal chega a 20 transplantes de coração somente neste ano. O número já se aproxima do quantitativo realizado durante todo o ano de 2018, quando 34 cirurgias deste órgão foram feitas.

INDICAÇÃO

O transplante de coração é indicado quando as medidas clínicas e cirúrgicas para o tratamento de insuficiência cardíaca foram esgotadas e a expectativa de vida do paciente não ultrapassar a dois anos.

Para receber um órgão, o potencial receptor deve estar inscrito em uma lista de espera, respeitando-se a ordem de inscrição, a compatibilidade e a gravidade de cada caso. A lista é única, organizada por estado ou por região, e monitorada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT) e por órgãos de controle federais.

Se existe um doador elegível (com morte encefálica confirmada), após a autorização da família para que ocorra a retirada dos órgãos, a Central de Transplantes emite a lista dos potenciais receptores e informa às respectivas equipes de transplante que os atende.

SAMU

No DF, são realizados os transplantes de coração, fígado, rins e córneas de doadores falecidos. Aqui, também são feitos transplantes de medula óssea, que seguem outro protocolo para a doação: pode ser realizado com células do próprio paciente, de doador aparentado ou de doador anônimo, cadastrado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).

Além da parceria com a FAB e o Corpo de Bombeiros, a Secretaria de Saúde conta com o apoio de um carro do Samu, que agiliza os atendimentos relacionados a transplantes. Neste ano, já foram 340 ocorrências geradas para transporte terrestre.

“Esses transportes são para todo tipo de apoio logístico para a doação: avaliação do potencial doador pela equipe, levar ou buscar órgão no aeroporto ou em hospital, levar equipe para a retirada de órgãos ou para a retirada de globo ocular (córnea), transporte de material biológico necessário à triagem dos receptores ou para avaliação dos doadores”, elenca Joseane Gomes.

DOAÇÃO

A legislação, no Brasil, determina, desde 2001, que a doação seja autorizada pela família do paciente. Então, é fundamental que a pessoa informe aos familiares sobre o seu interesse em ser um doador de órgãos.

“O familiar pode informar aos profissionais de saúde do local de internação do paciente sobre o interesse em doar os órgãos. A equipe da unidade aciona a Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante para entrevistar a família, orientar sobre todos os procedimentos e colher a assinatura de autorização”, explica.

Em 2018, foram registrados 53 doadores de órgãos e outros 251 apenas de córnea. Foram realizados 302 transplantes de córnea, 55 de rim de doador falecido, dez transplantes de rim de doador vivo, 86 de fígado e 34 transplantes de coração.

Águia transporta órgãos para serem transplantados em pacientes de São Paulo, Rio Preto, Marília e Ribeirão Preto

São Paulo – O helicóptero Águia 08 da Polícia Militar de São José do Rio Preto fez o transporte de um pulmão na manhã de segunda-feira (22). O órgão foi transplantado em uma paciente em São Paulo e foi trazido do Hospital Padre Albino (HPA), em Catanduva, para o aeroporto de Rio Preto, de onde seguiu em um voo particular para São Paulo.

O órgão foi retirado de um paciente de 41 anos que estava internado há quatro dias no HPA após levar um tiro. A morte encefálica do homem foi constada às 18h25 deste domingo, 21 de julho. De acordo com a unidade hospitalar, foram captados os pulmões, figado, rins, uma córnea e material ósseo.

O Águia saiu de Rio Preto por volta das 11h50. Às 12h40 já estava retornando de Catanduva trazendo o pulmão e a equipe de médicos do Instituto do Coração (Incor), de São Paulo. A corrida contra o tempo é necessária porque o pulmão é o órgão que menos tempo sobrevive fora do organismo. O pulmão esquerdo foi encaminhado para o Incor, onde foi transplantado em uma mulher.

Também foram coletados em Catanduva o fígado, que seguiu para o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto; os ossos, que foram para o Hospital das Clínicas de Marília, e os rins e as córneas, que seguiram para o Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP). Ao todo, seis receptores receberam os órgãos e foram submetidos a cirurgias ainda na tarde de segunda-feira. Todos permanecem em recuperação.

Águia 4 da PM e SAMU transportam paciente de 65 anos de Anita Garibaldi para Lages, SC

Santa Catarina – Na tarde de quarta-feira (17), equipe do Águia 4 e equipe médica do SAMU realizaram o transporte aeromédico de um paciente de 65 anos com insuficiência respiratória e suspeita de acidente vascular cerebral (AVC), do município de Anita Garibaldi para Lages.
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A equipe médica do SAMU acompanhou o deslocamento e garantiu um transporte seguro e sem intercorrências. O deslocamento via terrestre poderia durar cerca de 1 hora e 40 minutos, mas com o apoio do Águia 4 e equipe médica levou apenas 28 minutos.
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Nessas ocorrências cada segundo é importante, pois quanto mais rápido o paciente é conduzido a um centro de referência, maiores são suas chances de recuperação.

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Após adoecer na Bahia, veterano da PM de Minas é transportado de avião de Feira de Santana para Belo Horizonte

Minas Gerais – Na madrugada de sábado (06), a Polícia Militar e o Instituto de Previdência dos Servidores Militares do Estado de Minas Gerais (IPSM) realizaram o transporte aeromédico do veterano J.G.F. que adoeceu gravemente na cidade de Teofilândia na Bahia.

O Cabo de 64 anos sentiu fortes dores abdominais enquanto visitava a cidade onde possui familiares, mas, no local, os médicos não identificaram as causas das dores que se agravavam a cada momento.

Ao tomar conhecimento, a PM acionou a equipe do avião King Air C90, Pegasus 16 do Comando de Aviação do Estado (COMAVE), para realizar o transporte. A regulação do IPSM e o Hospital Militar viabilizaram o transporte do militar até o aeroporto de Feira de Santana-BA, local mais próximo de onde estava o paciente e que possuía luzes que permitiam o pouso da aeronave no período noturno.

O avião decolou por volta das 17h00 e pousou em Feira de Santana cerca de 3 horas depois, após realizar uma parada em Salvador para o reabastecimento. Enquanto isto, eram realizados preparativos para receber o militar em Belo Horizonte onde receberia o atendimento médico necessário.

O veterano foi então embarcado no avião da Polícia Militar e, após duas horas e meia em um voo direto de Feira de Santana, BA até o aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, o veterano voltou ao solo mineiro tendo recebido atendimento imediato de uma equipe de saúde da PMMG. Ele e sua esposa foram então transportados em ambulância para internação no Hospital Militar onde segue sob os cuidados médicos.

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