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Airbus entregou o primeiro EC145e fabricado nos Estados Unidos para a Metro Aviation

Estados Unidos – A Airbus Helicopters entregou à Metro Aviation o primeiro helicóptero EC145e produzido em sua fábrica de montagem nos EUA, em Columbus, Mississippi. Esta entrega faz parte de um pedido de 25 helicópteros que a Metro fez em 2018. As demais aeronaves serão entregues de Columbus.

A Metro é uma empresa sediada em Shreveport, Luisiana, que opera helicópteros aeromédicos e personaliza novos helicópteros para uma variedade de missões. O Metro foi o primeiro cliente do mundo no EC145e, quando a Airbus Helicopters lançou o modelo em 2015. Esse helicóptero foi desenvolvido inicialmente para operações VRF (visual) e emprega o rotor de cauda convencional, diferentemente do H145 que recebeu o rotor fenestron.

O Metro desenvolveu seu próprio pacote de aviônicos aprovado pela FAA (Federal Aviation Administration) em parceria com a Genesys Aerosystems, bem como configurações médicas e utilitárias. As atualizações do Metro / Genesys incluem certificados de tipo suplementar para um sistema IFR (Single Pilot / Dual Pilot Instrument Flight Rules); um sistema de instrumentos eletrônicos de voo VFR (EFIS); e atualizações do sistema de piloto automático e de aumento de estabilidade.

A Airbus Helicopters abriu sua fábrica em Columbus em 2004, onde iniciou a produção de helicópteros UH-72A Lakota para o Exército dos EUA em 2007. Mais de 440 Lakotas, também um derivado do EC145, foram entregues até o momento. A Airbus também realiza a montagem final do seu helicóptero comercial H125, mais vendido em Columbus.

Airbus Helicopters entregou primeiro EC-145e para a Metro Aviation fabricado nos estados unidos. Foto: Airbus

Após missão na Amazônia Corpo de Bombeiros do Paraná usará experiência no estado

Paraná – A atuação que os bombeiros paranaenses tiveram na Amazônia, integrando a Operação Verde Brasil, do Ministério da Defesa, será valiosa para os trabalhos no Paraná, em favor da população do Estado. “Nossa experiência na Amazônia nos prepara para o trabalho que faremos no nosso Estado”, avalia o tenente-coronel Fernando Raimundo Schunig, comandante da equipe paranaense e do 3º Comando Regional dos Bombeiros, sediado em Cascavel (Oeste).

“Conseguimos controlar o fogo de uma área muito grande, que tinha desde plantas rasteiras até árvores de grande porte. Era muita área queimada”, conta o comandante. “Apesar das dificuldades de acesso e do desgaste físico, a temperatura local superava os 40ºC e perto dos locais de incêndio chegava a 300ºC, voltamos para casa com a sensação de missão cumprida”, afirma o tenente-coronel.

Após missão na Amazônia Corpo de Bombeiros do Paraná usará experiência no estado. Foto: Divulgação

Os bombeiros paranaenses começam na sexta-feira (20) os preparativos para retornar, após 15 dias na região. Por determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, 30 profissionais de diferentes regiões do Estado integraram a Operação Verde Brasil. Eles saíram do Paraná em 4 de setembro e chegaram no dia seguinte à região de Novo Progresso, no Sul do Pará. A equipe deve desembarcar em Curitiba no sábado (21).

RESERVA BIOLÓGICA

Os militares paranaenses integraram uma equipe de cerca de 230 pessoas, que incluía bombeiros do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e profissionais do Ibama, ICMBio, Exército e da Força Aérea, além de brigadistas indígenas.

Juntos, eles conseguiram controlar os focos de incêndio de uma área de seis quilômetros quadrados, em um perímetro de 10 mil quilômetros dentro da Reserva Biológica Nascentes da Serra do Cachimbo. O governo também enviou um helicóptero do Batalhão de Polícia de Operações Aéreas (BPMOA) para ajudar no deslocamento das equipes e no combate ao fogo.

O acesso às áreas de incêndio foi a maior dificuldade enfrentada pelos profissionais, afirma o tenente-coronel Fernando Raimundo Schunig. “Ficamos alojados em uma base da Aeronáutica na Reserva Biológica e só conseguíamos chegar aos focos de incêndio com as aeronaves. Os voos duravam em média 20 minutos desde a base, para se ter ideia da distância”, conta.

“A extensão do fogo era muito grande, o que dificultava a aproximação das equipes, a chegada dos materiais e das aeronaves”, diz. “As características são muito diferentes do que encontramos no Paraná. Não há grandes chamas, mas muita fumaça, por causa da umidade da turfa, o material em decomposição da floresta. Isso dificultava ainda mais os voos, porque não tinha teto para as aeronaves”, explica.

O trabalho das equipes começava bem cedo e não tinha escala – os bombeiros atuaram por mais de 12 horas seguidas por dia no período que estiveram em missão. O trabalho terrestre começava às 4 horas. Enquanto as aeronaves do BPMOA e da Força Aérea utilizavam o bambi bucket – espécie de balde adaptado aos helicópteros para recolher água de rios próximos e jogar nos focos de incêndio – as equipes terrestres usavam equipamentos como motosserras e sopradores para “enterrar” o fogo. Às 16 horas, quando já não tinha mais teto para as aeronaves, eles retornavam para a base para planejar as ações do dia seguinte.

Comando de Aviação da PM de Minas recebe drones e equipamentos para missões de busca e salvamento e policiamento

Minas Gerais – Na quinta-feira (12), o projeto de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA) do Comando de Aviação da PM de Minas Gerais (COMAVE) recebeu dois drones e equipamentos, oriundos da Vara de Execuções Criminais (VEC) de Contagem-MG e do Conselho da Comunidade.

Foram destinados ao COMAVE um DJI Mavic 2 Enterprise Dual, que possui câmera termal para uso em buscas e salvamento e um DJI Mavic 2 Enterprise para ações de policiamento urbano, como policiamento ostensivo e levantamentos de inteligência.

Acompanham os drones, os novos controles DJI Smart Controller e óculos de visão em primeira pessoa para análise das imagens com mais qualidade. Este projeto foi idealizado logo após a tragédia de Brumadinho-MG. Além dos drones do Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar também empregou esses meios para auxiliar as buscas. Na operação, a PM verificou a necessidade de possuir, além daqueles em operação, drones e equipamentos mais eficientes.

Comando de aviação da PMMG recebe 2 drones para missões de busca e salvamento e policiamento ostensivo. Foto: Divulgação.

Centro Integrado de Operações Aéreas do Acre completa 10 anos

Acre – Criado oficialmente em 11 de setembro de 2009, a fim de modernizar as atividades operacionais da Segurança Pública, o Centro Integrado de Operações Aéreas do Acre (Ciopaer) completou este mês 10 anos. Ao longo da década foram mais de 300 missões cumpridas, sem quaisquer registros de incidentes.

Atualmente com uma equipe técnica de 18 homens compostos por pilotos, copilotos, mecânicos e tripulantes armados, todos integrantes das forças de segurança do Estado, o Centro Integrado de Operações Aéreas começou os trabalhos utilizando-se apenas de um helicóptero, adquirido com recursos da União, o chamado Harpia 01.

Em 2011, avançou conquistando seu espaço físico, com pista em anexo ao Aeroporto de Rio Branco. Realizou a capacitação de profissionais com cursos fora do estado e, este ano, ganhou mais uma aeronave, doada pela Polícia Rodoviária Federal, que já começou a dar reforço as ações de interesse público para proporcionar serviço de melhor qualidade.

Centro Integrado de Operações Aéreas completa 10 anos promovendo segurança pública. Foto: Odair Secom

“Ao longo desses 10 anos é claro que tivemos grandes avanços, mas é bom que se destaque o que aconteceu nos últimos sete meses. Em pouco tempo ganhamos um avião bimotor, consolidamos as parcerias com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e também com a Secretaria de Meio ambiente para a fiscalização de crimes ambientais. Para os próximos meses o governador já nos deu um indicativo e devemos receber, ainda, a doação de mais um avião e outro helicóptero para otimização dos serviços. Hoje, com certeza, temos muito o que comemorar”, disse o comandante do Ciopaer, coronel Cleiton Almeida.

Mais que voar, cada saída de aeronave do hangar carrega consigo uma história. O risco sempre é alto e nos céus não pode haver erros. “Lembro da primeira ocorrência que atendemos nas proximidades de Manoel Urbano. Eram duas pessoas vítimas de acidente de trânsito e nos deslocamos para fazer o resgate.

Tive que ir ao pronto-socorro pessoalmente para informar que lá chegariam feridos em um helicóptero e todos ficaram surpresos. Pousamos onde hoje é a churrascaria do Oscar. Foi inédito, todos acompanharam entusiasmados a chegada da aeronave que começava ali sua trajetória”, lembrou coronel.

Centro Integrado de Operações Aéreas completa 10 anos promovendo segurança pública. Foto: Divulgação

Entre as muitas histórias o Harpia 01 foi fundamental em momentos críticos vivenciados pelo Estado, a exemplo da enchente do rio Madeira em 2014 que deixou o Acre isolado do resto do país e, também, da enchente histórica do rio Acre, em 2015, deixando centenas de famílias com suas moradias debaixo d’água. O helicóptero foi utilizado para resgate e salvamento de pessoas, além de distribuir água e alimentos aos desabrigados.

Profissional atuante nas operações aéreas desde a criação do centro, o piloto Erivan Santana destaca que é o tipo de serviço que exige controle psicológico, preparo, muita coragem e sintonia entre os operadores, se todos os integrantes essenciais não estiverem prontos a aeronave não decola.

“Aqui não tem margem para erro. Quando decola, tudo tem que estar 100%. Se acaso não estiver, não decola. Um erro e podemos pagar com a própria vida. Tem que gostar, tem que estar em perfeita sintonia, desde o cidadão que presta serviço de manutenção, ao piloto, tripulante e mecânico, o risco sempre existe”, destacou Santana.

Desafios e sucessos na implantação do programa de drones no Corpo de Bombeiros de Lynwood, EUA

Estados Unidos – No final de 2017, na cidade de Peru, no estado americano de Illinois, um suspeito armado havia se entrincheirado em uma casa no subúrbio após atirar em policiais. A aparente instabilidade emocional do suspeito, o fato de que se tratava de um ex-militar experiente na área de explosivos e a ameaça feita por ele de posicionar dispositivos explosivos improvisados ao redor da casa tornaram a situação ainda pior. Mais de 150 agentes de órgãos de segurança pública cercaram o local. Felizmente para as equipes táticas e o pessoal de resposta a situações de emergência, o suspeito estava disposto a negociar.

Solicitando ajuda do Corpo de Bombeiros

Conforme o dia passava, o comandante do incidente sabia que, com o cair da noite, a situação se intensificaria. Ele perguntou às equipes sobre as opções disponíveis. O Comandante Ed Rogers, do Corpo de bombeiros de Utica, lembrou imediatamente do Corpo de Bombeiros de Lynwood e do programa de operações com sistemas aéreos não tripulados que executavam. Imagens térmicas, juntamente com uma visão aérea nítida da casa, ofereceriam percepção situacional crucial caso o suspeito tentasse fugir.

Após receber a ligação, Keenan Newton, tenente e coordenador de UAS do Corpo de Bombeiros de Lynwood, chegou no local antes de anoitecer. Enquanto ele e sua equipe começaram a descarregar seu equipamento, o suspeito informou ao negociador que o celular dele tinha pouca bateria. Os negociadores sabiam que precisavam manter o contato com o suspeito para ajudar a garantir um desfecho tranquilo. A situação estava tensa. Todos previam que a situação pioraria ainda mais, a menos que o suspeito recebesse um outro celular. Era preciso fazer alguma coisa.

A primeira tentativa de entregar um celular usando um robô policial falhou. Ocorreu uma falha técnica. O Comandante responsável pelo incidente olhou para o Comandante Rogers e perguntou se o celular poderia ser entregue usando um drone. “Claro que sim, somos bombeiros”, respondeu o Comandante Rogers.

Keenan começou a trabalhar imediatamente. Utilizando um sistema de liberação de carga, um mecanismo com controle remoto usado para entregas, instalado em um drone DJI M600 Pro, ele tentaria jogar o celular pela janela do banheiro onde o suspeito estava.

Dois drones Inspire 1 foram posicionados perto do local para ajudar a visualizar, orientar e registrar a entrega. O celular foi amarrado a uma corda, e em poucos minutos, o drone estava planando sobre a casa. Fazendo uma aproximação cuidadosa, Keenan posicionou com êxito o celular em frente a uma janela e o balançou em direção à janela do banheiro até que o suspeito o pegasse.

“Fiz a entrega usando o drone e cinco horas depois o suspeito se entregou pacificamente”, afirmou Keenan. “Eu diria que foi uma operação que salvou vidas. Muitos incidentes como este agravaram-se ao ponto de colocar tanto suspeitos quanto policiais sob risco de morte. Manter vidas em segurança e fora de perigo é uma das principais propostas de valor da presença de drones em nosso batalhão”, comentou Keenan.

Um começo humilde no Corpo de Bombeiros de Lynwood

Por maior que tenha sido o êxito de Keenan e do Corpo de Bombeiros de Lynwood naquela noite, o Comandante do Corpo de Bombeiros, John Cobb, já foi cético quanto à presença de um programa de UAS. “Na época, eu via os drones mais como um brinquedo do que como uma peça funcional do serviço de combate a incêndios”, afirmou o Comandante Cobb.

Entretanto, um incidente de busca e resgate ocorrido em dezembro de 2016 mudou a opinião dele. Duas pessoas em um veículo saíram da pista e caíram em um tanque de retenção. Uma testemunha que estava perto do local tinha estacionado seu carro e seguia para um banco na região.

Antes de chegar na entrada do local, ele voltou após ter escutado um dos passageiros lutando para sair da água, gritando por ajuda para ele e seu amigo. A testemunha correu até seu carro para ligar para o serviço de emergência, mas quando voltou, o homem havia sumido.

O Corpo de Bombeiros de Lynwood respondeu imediatamente e solicitou equipes de mergulho e recursos adicionais de salvamento aquático de comunidades vizinhas. A cidade de Chicago enviou um helicóptero para auxiliar nas buscas. Entretanto, eles não tiveram sorte e a aeronave retornou por falta de combustível. O Comandante do Corpo de Bombeiros então ligou para Keenan.

Keenan chegou com seu drone e o ativou em questão de minutos, continuando a partir do ponto no qual o helicóptero havia deixado a cena. Conforme a tarde passava, a equipe de mergulho finalmente localizou o carro, mas ainda precisava localizar a segunda vítima. A temperatura continuava caindo rapidamente, congelando novamente o gelo que havia sido quebrado com o impacto.

A operação de resgate foi interrompida quando a noite chegou. Na manhã seguinte, Keenan utilizou seu Phantom 3 Pro para criar um mapa do incidente. Este mapa ajudaria a determinar a melhor localização possível para iniciar as buscas pela segunda vítima. Quando foi possível retomar a operação com segurança, a segunda vítima foi localizada em 30 minutos.

Devido a temperaturas extremamente frias e aos riscos associados ao mergulho sob o gelo, esta operação poderia ter levado muitos dias, não fosse o auxílio do drone. E o mais importante é que ela fez o Comandante Cobb mudar sua opinião sobre drones, autorizando Keenan a iniciar um programa de UAS para o batalhão.

Superando os desafios de iniciar um programa de Drones na área de segurança pública. Foto: Divulgação

Desafios com o financiamento para o Corpo de Bombeiros

Financiar o programa com um orçamento limitado foi o primeiro desafio do Corpo de Bombeiros de Lynwood, e é algo que muitos batalhões de pequeno e médio porte enfrentam.

Uma das soluções para isso foi recorrer a doações e contribuições. Um morador da comunidade local deu o primeiro drone ao Corpo de bombeiros de Lynwood, e ainda hoje as doações continuam representando uma das principais fontes de financiamento para o programa.

Com o passar do tempo, estes presentes generosos começaram a provar seu valor. Os incidentes da entrega do celular e o resgate subaquático foram decisivos e não apenas demonstraram o valor da presença de drones em campo, como também serviram como uma experiência essencial usada durante futuras atividades.

O programa de drones continuou crescendo após várias missões bem-sucedidas, permitindo que o Corpo de bombeiros de Lynwood pudesse captar mais financiamento. Atualmente, o batalhão tem três drones que são usados habitualmente, inclusive um DJI M600 Pro, um drone poderoso e reforçado, construído para uso empresarial.

“Começar um programa de UAS para uma entidade pode ter seus desafios. Com uma aeronave DJI, voar é a parte fácil. Lidar com céticos, demonstrar o valor e garantir o financiamento serão alguns dos maiores entraves que você enfrentará”, comentou Keenan Newton. “Entretanto, caso acredite verdadeiramente em algo, não desista. Encontre maneiras criativas de apoiar sua causa e buscar continuamente por oportunidades para demonstrar valor”.

O valor do uso de drones na área de segurança pública

O sucesso do programa de UAS do Corpo de Bombeiros de Lynwood simboliza uma tendência em andamento no setor de segurança pública. Muitos batalhões de pequeno e médio porte estão começando a perceber que não é completamente impossível lançar um programa de drones, mesmo com financiamento limitado ou o ceticismo inicial. Conforme comprovado no caso acima, ao longo do tempo, o uso de drones comprovou seu valor em campo.

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Corpo de Bombeiros do DF resgata vítima de queda na Cachoeira do Tororó, em São Sebastião

Distrito Federal – Uma mulher de 36 anos ficou ferida após escorregar em uma pedra e cair, batendo com as costas e a cabeça em uma rocha, na Cachoeira do Tororó, em São Sebastião.

O acidente ocorreu por volta das 14h45 de domingo (25), no momento em que a vítima estava na parte de baixo da queda d’água. O Corpo de Bombeiros usou três viaturas e um helicóptero da corporação no socorro. A mulher foi levada ao Hospital de Base com suspeita de traumatismo cranioencefálico (TCE).

Por ser um local de difícil acesso, os militares tiveram de remover alguns galhos, árvores e um pedaço da vegetação rasteira para que o helicóptero do Grupamento de Aviação Operacional (GAvOp) pudesse pousar. Após ser estabilizada pela equipe de atendimento pré-hospitalar dos bombeiros, a vítima foi retirada por meio da técnica do Mcguire, na qual é transportada içada por um cabo, na companhia de um socorrista.

Governo do Canadá anuncia atualização da frota e compra de dois helicópteros CH-149 Cormorant

Canadá – No dia 22 de agosto, o Ministro da Defesa do Canadá, Harjit S. Sajjan, anunciou investimentos na frota dos helicópteros CH-149 Cormorant (AW 101), utilizados nas missões de busca e salvamento (SAR) da Royal Canadian Air Force (RCFA). 

A RCAF tem a responsabilidade de manter o serviço de busca e salvamento em qualquer lugar do Canadá, 24 horas por dia, sete dias por semana, que inclui resposta a incidentes aeronáuticos, incidentes marítimos e coordenação do sistema.

A frota receberá pelo menos dois helicópteros adicionais e 14 helicópteros serão atualizados para prolongar sua vida útil até pelo menos 2042. O projeto de modernização da frota dos helicópteros SAR e a compra de aeronaves adicionais estão avaliados em até C$ 1,39 bilhão, de acordo com o Departamento de Defesa Nacional.

O Governo canadense anuncia a compra de pelo menos mais dois helicópteros de busca e resgate Cormorant e atualizará o restante dos 14 helicópteros da frota. Foto: Mike Reyno.

O programa de modernização incluirá, dentre outras, atualizações nos sistemas de navegação, sistemas de comunicação e sistemas de gravadores de voo para atender aos novos requisitos regulatórios do espaço aéreo do Canadá, EUA e Europa. Os CH-149 serão atualizados para o projeto AW101-612, que é o modelo de helicóptero recentemente adquirido pela Noruega para suas missões de busca e salvamento.

O escritório do projeto da RCFA conduzirá este trabalho com a Leonardo, em parceria com a IMP Aerospace e a CAE. “Todos os anos, a Royal Canadian Air Force voa cerca de 1.000 missões de busca e salvamento. Essas atualizações e o aumento da frota garantem que a RCAF continue a fornecer serviços de busca e salvamento no desafiador ambiente canadense”, disse o tenente-general Al Meinzinger, comandante da RCAF.

Governo do Canadá anuncia atualização da frota e compra de dois helicópteros CH-149 SAR. Foto: Divulgação.

A frota CH-149 Cormorant entrou em serviço no ano 2000. O Canadá comprou originalmente 15 Cormorants, mas um acidentou-se em 2006. Com três motores, eles são conhecidos por sua capacidade de longo alcance, grande espaço de carga e rampa traseira. O helicóptero pode transportar até 12 macas, de acordo com a RCAF.

Em 2005, os CH-149 da principal base operacional de Trenton foram redistribuídos para Gander, Greenwood e Comox. Com a adição de pelo menos dois CH-149 à frota, Cormorants retornarão a Trenton e substituirão os CH-146 Griffons (Bell 412EP) na função de busca e salvamento.

Atualmente, os CH-149 estão baseados em 19 Wing Comox, 9 Wing Gander e 14 Wing Greenwood. O projeto está atualmente em sua fase de definição. O trabalho está planejado para 2020 e a entrega do primeiro Cormorant atualizado é esperada para 2022.

Equipe do GTA transporta pacientes de Ferreira Gomes e Itamatatuba para Macapá, AP

Amapá – No final da tarde de terça-feira (20), equipe do Gavião 01 do Grupo Tático Aéreo (GTA) realizou o socorro de um senhor de 83 anos que apresentava quadro clínico de insuficiência respiratória e suspeita de acidente vascular cerebral (AVC). Ele precisou ser transportado com urgência de helicóptero do município de Ferreira Gomes para Macapá.

Na quarta-feira (21), uma jovem de 18 anos, com 39 semanas de gestação, sofreu queda de uma ponte. Com forte sangramento, perda de líquido e contrações despassadas, precisou ser socorrida pela equipe do helicóptero do GTA, da localidade de Itamatatuba para Macapá.

Os pacientes foram levados pela equipe até o hangar do Estado, em Macapá, onde uma ambulância do Corpo de Bombeiros aguardava para transportá-los ao Hospital de Emergência, na capital.

Criança com doença hematológica é transferida de helicóptero para o Instituto Nacional do Câncer, RJ

Rio de Janeiro – Uma criança de cinco anos, que estava internada desde quinta-feira (15) no setor de Pediatria do Hospital Geral de Guarus (HGG) com uma doença hematológica, foi transferida no início da tarde de sexta-feira (16), para o Instituto Nacional do Câncer (INCA) no Rio de Janeiro.

O transporte foi feito por um helicóptero do Corpo de Bombeiros em uma ação conjunta da equipe médica do hospital municipal com a Secretaria Estadual de Saúde. No início do mês de julho, uma criança de um ano foi transferida para o Hospital Federal da Lagoa.

“Foi um trabalho em conjunto de toda nossa equipe, diagnosticar a doença e depois conseguir a vaga e a transferência da criança. Antes de tudo agradeço a todos os funcionários do hospital e os envolvidos nesta operação. Mostra que com todas dificuldades que enfrentamos o trabalho, o empenho e o dever supera tudo”, disse o superintendente do HGG, Dante Pinto Lucas.

Moradora do Parque Alvorada, a fiscal de caixa Ana Silvia Rodrigues da Costa, mãe da criança de cinco anos, contou que chegou ao HGG na manhã de quinta e rapidamente foi atendida pela equipe médica da unidade. “O atendimento aqui foi ótimo. O exame demorou cerca de 40 minutos e os médicos pediram para repetir. Minha família foi muito bem atendida”, agradeceu Ana Silvia.

Alunos de medicina da UNIPLAC realizam treinamento na 5ª Cia do BAPM de Lages, SC

Santa Catarina – Na tarde de terça-feira (13), a 5ª Companhia do Batalha de Aviação da Polícia Militar de Lages recebeu a visita dos acadêmicos do curso de Medicina da UNIPLAC. A visita teve como finalidade a padronização no atendimento de ocorrências e operações com emprego de aeronave, com foco principal no transporte aeromédico. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
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Os acadêmicos puderam ainda aprender um pouco mais sobre o trabalho desempenhado pelos pilotos e tripulantes operacionais multimissão (TOMM) do Águia 4 e sobre o atendimento de ocorrências policiais, combate a incêndio, buscas, resgates e salvamentos realizados pela 5ª Companhia.

Equipe do GTA do Amapá transporta pacientes de Bailique e Maracá para hospital, em Macapá

Amapá – Na terça-feira (13), a equipe do Gavião 01 do Grupo Tático Aéreo (GTA) realizou o socorro de uma mulher de 87 anos que apresentava quadro clínico de insuficiência respiratória e hipertensão, em Vila Progresso, no Arquipélago do Bailique, zona rural de Macapá.

A viagem de barco até o arquipélago do Bailique dura, em média, 12 horas. A mulher foi levada pela equipe até o hangar do Estado, em Macapá, onde uma ambulância do Corpo de Bombeiros aguardava para transportar a paciente ao Hospital de Emergência, na capital.

Na quarta-feira (14), a equipe do Gavião 01 realizou o socorro de um homem com grave infecção nos membros superiores e inferiores na localidade de Maracá. O homem foi transportado para capital de helicóptero de do hangar do Estado levado ao hospital por uma ambulância do SAMU.

Equipe do GRAER capacita bombeiros do Curso de Salvamento Aquático em Salvador, BA

Bahia – O Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia (GRAER) participou na quarta (7) e quinta-feira (8), do II Curso de Salvamento Aquático promovido pelo 13° Grupamento de Bombeiros Militares de Itapuã. As atividades foram realizadas na praia de Pituaçu e são destinadas a 25 soldados do Corpo de Bombeiros Militar, do efetivo de Salvador, Ilhéus e Porto Seguro, ensinando os procedimentos de resgates realizados por meio de aeronaves.

“Foi montado um estande de equipamentos que são utilizados nas missões. É importante ressaltar que essa turma é de 2019.I. Estamos nos mobilizando pra fazer uma nova turma antes do final do ano”, explicou o piloto de avião e adjunto da comunicação social do GRAER, capitão Victor Fonseca.

O curso foi dividido em aulas teóricas e práticas sobre temas como Procedimentos de Segurança e Procedimento Operacional Padrão (POP) de salvamento aquático, e as práticas dos treinamentos de aproximação, embarque e desembarque a baixa altura e em voo de ensaio. As atividades práticas são desenvolvidas na praia de Pituaçu.

Projeto de construção de hangar para o serviço aeromédico é apresentado em assembleia do CISSUL SAMU

Minas Gerais – Na quinta-feira (08), no auditório do CISSUL SAMU, em Varginha, aconteceu a Quarta Assembleia Extraordinária com a presença da maioria dos Prefeitos e Secretários de Saúde dos 152 municípios consorciados. Durante a Assembleia foi apresentada a prestação de contas semestral do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macrorregião do Sul de Minas (CISSUL SAMU), bem como a proposta para do orçamento 2020.

Ao final da reunião, foi apresentado pelo Major Fábio Alves Dias, Comandante da 2ª Cia Especial de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, o orçamento para a construção do hangar do Serviço do Aeromédico.

Segundo o Major, com a construção deste hangar, o Consórcio poderá receber uma nova aeronave para auxiliar o helicóptero Arcanjo já utilizado pelo SAMU nas ocorrências em que é solicitado para socorro. Para a construção do novo hangar será necessário a participação e contribuição dos 152 municípios consorciados.

CISSUL SAMU realizou mais uma Assembleia para construção de hangar para o SAMU. Foto: Divulgação.

Ação integrada possibilita resgate de suecos em veleiro nos Açores

Portugal – A Marinha coordenou o resgate de dois suecos de 64 anos de idade que estavam a bordo do veleiro “Delfini”, com bandeira da Suécia, a cerca de 528 milhas (977 Km) a nordeste da Ilha São Miguel.

Um dos tripulantes apresentava sintomas de trauma cerebral com perda de consciência e trauma torácico. O resgate foi efetuado pelo navio mercante “Marfret Marajo” e os dois homens foram, em seguida, transportados por um helicóptero EH-101 da Força Aérea Portuguesa e desembarcados na Base Aérea de Ovar na manhã de sábado (10).

​Os pacientes eram aguardados por uma ambulância do Serviço Nacional de Proteção Civil. Foram transportados para o hospital de Santa Maria da Feira.

Estiveram envolvidos nesta operação o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada (MRCC Delgada), o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento das Lajes (RCC Lajes), o Centro de Orientação de Doentes Urgentes Mar (CODU-MAR), o navio mercante “Marfret Marajo”, um helicóptero EH-101 e uma aeronave C-295 da Força Aérea e uma ambulância do Serviço Nacional de Proteção Civil.​

Força Aérea Portuguesa realiza resgate de tripulantes de veleiro. Foto: Divulgação

Corpo de Bombeiros e SAMU transportam homem de 79 anos de Brazlândia para o Hospital São Mateus, em Brasília

Brasília – Na tarde de sexta-feira (09), o Grupamento de Aviação Operacional do Corpo de Bombeiros realizou o transporte de paciente do Hospital Regional de Brazlândia para o Hospital São Mateus, no Cruzeiro. O homem de 79 anos foi transportado em ambulância do CBMDF do Hospital Regional de Brazlândia até a aeronave, com quadro grave de insuficiência respiratória.

O pouso ocorreu em um estacionamento público próximo ao Hospital São Mateus, onde uma viatura isolou a área de modo a garantir a segurança da operação e outra ambulância conduziu o paciente do helicóptero até o Hospital São Mateus.

O Corpo de Bombeiros do Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu essa ocorrência com um helicóptero, três viaturas, onze militares e equipe médica do SAMU.

Corpo de Bombeiros e SAMU transportam homem de 79 anos de Brazlândia para o Hospital São Mateus, em Brasília

Projeto de implantação do Serviço Aeromédico do Sul catarinense é apresentado em Criciúma

Santa Catarina – O projeto do Serviço Aeromédico do Sul catarinense foi apresentado na tarde de sexta-feira (9/8) na Sala dos Municípios da Unesc (Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma), para a comissão de implantação, formada por representantes de instituições e do poder público da Amesc, da Amrec e da Amurel. Os participantes fizeram apontamentos e deram contribuições com o objetivo de alinhar o projeto para posteriormente, ser apresentado para os prefeitos das três microrregiões.

Antes de apresentar aos representantes do executivo, a comissão definiu que o seu presidente, o vereador Tita Belloli e o coordenador do Serviço de Urgência e Emergência de Criciúma e membro da comissão, Fabiano Armando, irão dialogar sobre o projeto com o secretário de Saúde de Criciúma, Acélio Casagrande.

O modelo do Serviço Aeromédico foi inspirado no trabalho desenvolvido na região de Chapecó e tem entre seus objetivos diminuir o tempo resposta de chegada ao atendimento da ocorrência e manter a organização no atendimento, estabilizar a vítima no local do evento, diminuir sequelas relacionadas ao evento e realizar transporte de pacientes graves entre as instituições.

Projeto de implantação do Serviço Aeromédico do Sul catarinense é apresentado na Unesc. Foto: Milena Nandi

A ideia uma cobertura de Passos de Torres a Imbituba, totalizando 50 municípios do Sul de Santa Catarina. “O serviço resultará em qualidade de vida para a população e um tempo menor de resposta para urgências e emergências. O objetivo agora é sensibilizar os prefeitos para que o projeto de implantação saia do papel”, comenta Belloli.

O projeto de implantação foi apresentado pela secretária da comissão e coordenadora do CER (Centro de Referência em Reabilitação), Mágada Tessmann, com a contribuição do Serviço de Urgência e Emergência de Criciúma. Segundo ela, na Amesc, Amrec e Amurel, uma população de quase 1 milhão de pessoas terá cobertura do Serviço Aeromédico e poderá inclusive colaborar em situações de calamidade ou acidentes que coloquem em risco a população e o paciente precise ser estabilizado para ser transportado.

“O atendimento médico móvel também poderá colaborar em emergências clínicas, cirúrgicas, traumáticas e psiquiátricas. A rede de urgência e emergência é transversal às demais redes e poderá atuar em situações que envolvam gestantes, pessoas em surtos psiquiátricos, infartos, AVC, por exemplo. A atuação do aeromédico pode ser um fator determinante para que o paciente não venha a participar da rede com deficiência ou participe apenas de forma temporária”, comenta.

Projeto de implantação do Serviço Aeromédico do Sul catarinense é apresentado na Unesc. Foto: Milena Nandi

De acordo com o médico Vanderlei Damin, representante dos hospitais na comissão, a otimização do tempo de resposta em casos de urgência e emergência faz toda a diferença para o paciente. “Estamos em uma região de geografia e tempo que muitas vezes não colaboram e transporte feito basicamente por via rodoviária. Esses são pontos que geralmente trabalham contra a agilidade na hora do atendimento. O Serviço Aeromédico vai otimizar o trabalho dos profissionais de saúde, já que o paciente começará a ser atendido em uma UTI móvel, o que colabora com a estabilização do quadro. E isso, com certeza, faz a diferença entre a vida e a morte”.

A comissão de implantação do Serviço Aeromédico é formada por representantes da: Unesc, Câmara de Vereadores de Criciúma, Corpo de Bombeiros, Amrec, Amesc, Amurel, Acic, Samu e prefeitura de Criciúma. O Saer (Serviço Aeropolicial), também participa da elaboração do projeto. Esse serviço da Polícia Civil chegou ao Sul catarinense em novembro de 2016 e atua em questões plenas de segurança e situações emergenciais de saúde.

Equipe aeromédica do SARA-SAER Fron socorre vítima atropelada em Chapecó, SC

Santa Catarina – Na tarde de quinta-feira (08), equipe do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA) e Serviço AeroPolicial de Fronteira da Polícia Civil (SAER Fron) socorreu paciente masculino de 60 anos, que foi atropelado pelo próprio carro na manhã de quinta-feira (8), no acesso a Trilha do Pitoco, em Chapecó.

No local, as equipes encontraram a vítima estável, apresentando laceração perto do joelho direito. A vítima recebeu os primeiros atendimentos no local e foi levado ao Hospital Regional do Oeste (HRO) para avaliação.

Com o retorno do helicóptero Falcão 02, o Núcleo de Operações Aéreas é reativado em Porto Velho, RO

Rondônia – Com o retorno da aeronave Falcão 02, o Núcleo de Operações Aéreas (NOA) foi reativado na quarta-feira (7). A solenidade, que ocorreu no hangar localizado na Zona Leste de Porto Velho, foi marcada pelo primeiro voo que reiniciou o apoio às operações de segurança pública do Estado de Rondônia.

Recriado pela portaria n° 94, de 11 de março de 2019, vinculada à Gerência de Integração de Segurança e Fronteira, o NOA, inaugurado em 1° de novembro de 2018, tem a finalidade de gerir as ações de aviação de segurança pública em todo o Estado, no âmbito da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), de acordo com as normas da Agência Nacional de Aviação Civil.

Após seis meses desativado, o Núcleo foi retomado com a viabilização de R$ 1.321.920 milhão, possibilitando a locação da aeronave Falcão 02 até dezembro de 2019, com capacidade para resgatar e/ou socorrer um enfermo, bem como localizar um fugitivo.

Com o retorno da aeronave falcão 02, o Núcleo de Operações Aéreas (NOA) é reativado em Porto Velho, RO. Foto: Frank Néry e Daniel Garcia.

Com as atividades retomadas, as instituições que compõem a segurança pública de Rondônia, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Técnico-Científica, são fortalecidas para atuar no combate à criminalidade e salvar vidas.

Em 2018, o NOA registrou 23 ocorrências de roubo, seis reintegrações de posse, apoio em uma rebelião e 13 ações de resgate, sendo 73 pessoas presas, 13 motos e nove carros recuperados, 20 armas apreendidas e cinco pessoas salvas.

Na reativação, o delegado de Polícia Civil, Evanilson Calixto Ferreira, foi nomeado chefe do NOA. Segundo Calixto, uma aeronave de porte menor, modelo Schweizer, está prevista para compor o NOA em aproximadamente 40 dias, e será usada como plataforma de observação, para patrulhamento e acompanhamento. Complementando o trabalho da equipe, que é formada por um efetivo de quatro pilotos, 10 tripulantes operacionais e demais servidores que atuarão em serviços de monitoramento na base do NOA.

Projeto Voar

O Projeto Voar atende à comunidade da Zona Leste na capital, com aulas de artes marciais, natação e futebol de campo. Segundo a suplente do projeto, sargento Bombeiro Militar, Natalie Pinheiro, a parceria junto ao Tribunal Regional do Trabalho, desenvolve atividades com crianças e adolescentes de 9 a 15 anos no Núcleo de Operações Aéreas. Com edital em aberto, o projeto está sendo divulgado nas escolas do entorno do NOA e as inscrições estarão abertas 16 a 28 de agosto, para participação dos alunos.

Com o retorno da aeronave falcão 02, o Núcleo de Operações Aéreas (NOA) é reativado em Porto Velho, RO. Foto: Frank Néry e Daniel Garcia.

Corpo de Bombeiros do RJ recebeu equipamentos operacionais, viaturas e divulgou balanço de 2018

Rio de Janeiro – O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) recebeu novas viaturas e equipamentos operacionais. As aquisições, que somam mais de R$ 22 milhões, são frutos de investimentos dos recursos da taxa de incêndio e do Gabinete de Intervenção Federal (GIF).

Entre os itens da aquisição estão 72 viaturas, 70 macas-prancha, 10 motobombas, 1.100 capacetes de combate a incêndio, dois botes infláveis, 360 equipamentos de proteção respiratória e 3 macas envelopes para o Grupamento de Operações Aéreas (GOA).

“É importante termos áreas do estado equipadas, não necessariamente somente com homens, mas com equipamentos também. Estamos mobiliando nossas unidades para dar maior agilidade ao Corpo de Bombeiros no combate aos incêndios, principalmente nas áreas mais secas, como no caso do Noroeste Fluminense. É importante também ressaltar que esses materiais foram adquiridos com a taxa de incêndio, um recurso extra que entra nos cofres do Corpo de Bombeiros. É um fundo auditado pelo Tribunal de Contas e, no nosso governo, tem sido muito bem empregado”, destacou o governador Wilson Witzel.

“Nossos equipamentos são selecionados por uma comissão do Estado-Maior Geral. Essas aquisições tendem sempre a acompanhar os itens que atendem as melhores corporações do mundo. É o caso do capacete. Essa é segunda geração do mais moderno do mundo, usado na França, por exemplo. Além de proteger e dar segurança à tropa, essa peça é um motivo de orgulho para todos os bombeiros”, comentou o comandante-geral do CBMERJ, coronel Roberto Robadey Jr.

Anuário 2018

Encerrando o mês de julho em comemoração ao Dia Nacional do Bombeiro e aos 163 anos do CBMERJ, houve o lançamento da 3ª edição do Anuário da corporação.

A publicação é um balanço dos serviços prestados em 2018, com o registro de socorros realizados, números relacionados ao efetivo e aos materiais empregados no dia a dia da instituição, além de dados da área técnica, do sistema de ensino e instrução e de atividades culturais.

  • 310.090 atendimentos foram realizados pelo Corpo de Bombeiros RJ no Estado, uma média de 861 por dia;
  • as viaturas operacionais percorreram 4.337.700 km, o equivalente a 11 viagens à lua ou 1.039 vezes o trajeto do Oiapoque ao Chuí;
  • as aeronaves da corporação somaram 826 horas no ar em atividades de resgate. Ao todo, o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) prestou socorro a 538 pessoas. Oitenta e três voos foram realizados para transporte de órgãos e tecidos no Estado para fins de transplante;
  • o serviço de salvamento marítimo atendeu mais de 25 mil vítimas no território fluminense. Janeiro foi o mês que registrou maior demanda, cerca de 250 eventos por dia.
  • das 58 mil vítimas de trânsito assistidas pelos bombeiros em 2018, 24 mil estavam pilotando motocicletas.

Projeto de Lei em tramitação no Senado pretende facilitar transplantes de tecidos e órgãos humanos no país

Brasília – Um projeto em tramitação no Senado pode aumentar o volume de transplantes de tecidos, órgãos e partes do corpo humano no Brasil. É o que espera o senador Major Olímpio (PSL-SP). Ele propôs revisar a legislação que regulamenta a doação pós-morte (Lei 9.434, de 1997) e quer enquadrar os crimes ligados à remoção ilegal de órgãos na Lei de Crimes Hediondos (Lei 8.072, de 1990).

O projeto de Major Olimpio (PL 3.176/2019) coloca a doação de órgãos e tecidos como sendo de consentimento presumido. Ou seja, caso a pessoa maior de 16 anos não se manifeste contrária à doação, ela é considerada doadora até que se prove o contrário.

Proposta do senador Major Olímpio torna toda pessoa doadora, salvo manifestação contrária. Foto: Pedro França/Agência Senado.

A retirada do material em menores de 16 e pessoas com deficiência mental sem discernimento depende de autorização do parente, maior de idade, obedecida a linha sucessória, reta ou colateral, até o quarto grau, inclusive. Até agora, essa autorização judicial para incapazes deveria vir expressamente do pai e da mãe ou dos representantes legais.

O projeto prevê que o Sistema Nacional de Transplante (SNT) seja informado sobre a vontade das pessoas que deixam a opção expressamente registrada no documento de identidade (RG). Além disso, o SNT deve ser consultado sobre uma possível manifestação contrária da pessoa pela doação antes da retirada do órgão.

Essa manifestação da não-vontade, ou seja, contrária à doação, pode ser feita a qualquer momento e em qualquer documento oficial de identificação, com a previsão de comunicação imediata do órgão responsável para o Sistema Nacional de Transplantes.

No caso de dois ou mais documentos legalmente válidos com opções diferentes quanto à condição de doador ou não, prevalecerá aquele cuja a manifestação for a mais recente.

Mudanças

O PL 3.176/2019 torna a lei de doação de órgãos mais flexível em relação à veiculação de anúncio ou apelo público por doação a uma pessoa determinada ou para arrecadação de fundos para o financiamento de transplante ou enxerto em benefício de particulares.

Ao justificar o projeto, o parlamentar diz acreditar que essas medidas devem contribuir para o aumento nos índices de doadores potenciais e efetivos.

Se por um lado o texto facilita as campanhas por doação de órgãos, por outro, ele endurece as penas para os crimes relativos à remoção ilegal, e os coloca no grupo de crimes hediondos, contra os quais a punição é maior.

A pena para quem remove tecidos, órgãos ou partes do corpo passa dos dois a seis anos de reclusão previstos na Lei 9.434, de 1997, para de três a oito anos. Se o crime é cometido mediante recompensa ou motivo torpe, a reclusão mínima sobe de três para quatro anos, e a máxima vai de oito para dez anos.

Há previsão de aumento de pena especialmente se a vítima for pessoa ainda viva. Se o crime resulta em morte a pena mínima vai de oito para 12 anos e a máxima de 20 para 30 anos.

Se o crime resultar em incapacidade para o trabalho; enfermidade incurável; perda ou inutilização de membro, sentido ou função; deformidade permanente; ou aborto a pena de reclusão mínima sobe de quatro para seis anos, e a máxima, antes de 12 anos, sobe para 14 anos. Se a retirada do órgão, tecido ou parte levar à incapacidade das ocupações habituais; a perigo de vida; a debilidade permanente de membro, sentido ou função ou aceleração de parto, a pena mínima sobe de três para quatro anos e a máxima permanece em dez anos.

O tráfico do material tem a pena de reclusão aumentada de três para cinco anos (mínima) e vai até dez anos (máxima). Os supostos médicos que realizam o transplante ou enxerto podem ter sentença de três a oito anos, ou seja, mais que a de um a seis anos prevista na atual lei de doação de órgãos.

Em todos os casos, há valores em dia-multa, muitos deles também aumentados pelo projeto. A proposta aguarda relator na Comissão de Constituição em Justiça (CCJ), que deverá votá-la em caráter terminativo. Ou seja, se aprovada sem recurso para votação no Plenário ou em outras comissões, ela seguirá para a Câmara dos Deputados.

Equipe do helicóptero Águia da PM resgata mulher com fratura no pé em trilha na Pedra Ana Chata, SP

São Paulo – Uma mulher foi resgada pela equipe da Base de Aviação da Polícia Militar de São José dos Campos, por volta das 13h30 da sexta-feira (2), após sofrer uma fratura no pé depois de uma queda na subida da pedra Ana Chata, que fica ao lado da Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí.

Após solicitação do Corpo de Bombeiros, o helicóptero Águia foi configurado para o resgate e a equipe descolou-se até a região com os pilotos, capitão Lima de Freitas e tenente Yan e os tripulantes, cabos Ferreira, Marcelo Rosa e Everton.

Nas imediações do local, a equipe localizou a equipe dos bombeiros com a vítima, porém, em área de mata muito fechada, que impossibilitava a extração com técnicas de uso de cordas, devido ao forte vento naquela altitude.

Após analisar outras possibilidades, em contato com a equipe no local, decidiu-se pela retirada da vítima até uma área de encosta aberta, onde fosse possível embarca-lá. Com perícia e cautela, buscando minimizar ao máximo os riscos e preservar a segurança de todos, foi executada aproximação, desembarque dos tripulantes na encosta e embarcada a vítima, a qual foi socorrida com sucesso até o Palácio Boa Vista, em Campos do Jordão, onde a Unidade de Resgate, já aguardava.

O Batalhão de Aviação da Brigada Militar auxilia em resgates, transportes de órgãos e operações policiais

Rio Grande do Sul – Às 10h14min desta terça-feira (30), um helicóptero Koala AW119 Kx, com dois pilotos e um tripulante operacional a bordo, decolou em frente ao Batalhão de Aviação da Brigada Militar (BM), em Porto Alegre. Da pista, localizada junto ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, partiram com destino ao município de Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana. A missão era buscar um coração, que seria transplantado na Capital.

Transportes de órgãos, resgates de pessoas e apoio em operações fazem parte da rotina dos policiais militares que integram o grupo aéreo da BM. As malas de viagem depositadas sobre os armários no alojamento do batalhão são a mostra de quem convive com dias incertos e lida com a preciosidade do tempo. Em casos de emergência, em média, os policiais têm, no máximo, três minutos desde o chamado até a decolagem. Agilidade que justifica o preparo antecipado. Dentro das aeronaves, permanecem os materiais para resgates em diferentes locais. Quando um helicóptero decola, o outro é mantido em frente ao hangar.

“Precisamos estar sempre prontos para qualquer tipo de operação. Nunca sabemos quando vamos voltar para casa”, relata o soldado Jair dos Santos, que tem, entre os resgates marcantes na carreira, o salvamento de três pessoas que ficaram feridas durante um rapel em Maquiné, há quatro anos, após serem atacadas por abelhas.

O Grupamento Aéreo da Brigada Militar do RS auxilia em operações policiais, no resgate de pessoas e faz transporte de órgãos para serem transplantados. Foto: Félix Zucco / Agencia RBS.

O Batalhão de Aviação possui total de 51 militares, entre pilotos, tripulantes operacionais, mecânicos, operadores de pista e servidores administrativos. Um caminhão, com capacidade para 3 mil litros de combustível, também acompanha as operações, quando necessário.

Neste ano, foram 13 missões de transporte realizadas pela equipe da Capital a partir de solicitações da Central de Transplantes. A mais recente ocorreu na manhã dessa terça-feira, quando o batalhão foi informado sobre a necessidade de buscar o órgão. A aeronave decolou em direção ao campo do Grêmio Esportivo Sapucaiense, em Sapucaia do Sul, ponto mais próximo do Hospital Municipal Getúlio Vargas, onde é possível pousar o helicóptero.

A bordo da aeronave estavam o major Robson Emanuel Leite Camargo e o capitão Douglas Corrêa, ambos pilotos, além do soldado Alexandre Bered. No gramado do campo, embarcou a equipe médica com o órgão captado. De lá, seguiram em direção à Capital, onde o coração seria transplantado no Instituto de Cardiologia.

“É algo que gera uma grande mobilização, já que se sabe a importância que tem esse transporte”, descreve o capitão Douglas, destacando que esse tipo de voo é considerado prioritário. No transporte de órgãos, há casos em que os policiais levam a equipe médica até o hospital onde será feita a captação. No local, aguardam pelo procedimento. Depois, são responsáveis pelo retorno até a casa de saúde onde será realizado o transplante.

O Grupamento Aéreo da Brigada Militar do RS auxilia em operações policiais, no resgate de pessoas e faz transporte de órgãos para serem transplantados. Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Quando a captação do órgão é feita fora do Rio Grande do Sul, é preciso empregar uma aeronave maior, como o King Air B200, avião usado em geral para o transporte do governador e de outras autoridades. Às 11h53min, o Koala pousou novamente em frente ao hangar. O trio desembarcou com a missão cumprida. E pronto para a próxima tarefa.

“O serviço pode ser tranquilo, como pode ser dinâmico. Chegamos aqui hoje de manhã sem imaginar que participaríamos de mais esse transporte. Dá uma satisfação, com certeza”, afirma o major Robson. Segundo a Central de Transplantes do Rio Grande do Sul, o Batalhão de Aviação faz transportes de órgãos em distâncias de até 300 quilômetros. Quando é necessário algum tipo de escolta por terra, a central solicita ajuda para a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Comando Rodoviário da Brigada Militar ou EPTC. Em voos interestaduais, Força Aérea Brasileira (FAB) também auxilia.

O Grupamento Aéreo da Brigada Militar do RS auxilia em operações policiais, no resgate de pessoas e faz transporte de órgãos para serem transplantados. Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Algumas ações do Batalhão

Cerco a criminosos

Uma das ações realizadas pelo batalhão é o auxílio em operações policiais. Em geral, o grupo é acionado para participar de buscas a criminosos. Na imagem ao lado, prestavam apoio na Vila Formoza, em Alvorada, em abril de 2019, onde a BM fez cerco após uma chacina. É comum também o emprego das aeronaves em procuras por assaltantes de bancos.

Resgate no mar

Em dezembro de 2016, o batalhão foi responsável pelo resgate de tripulante, com queimaduras graves, que estava em navio panamenho, no Litoral Norte. Quando foi salvo pelos policiais, o homem, de nacionalidade grega, estava consciente, mas com ferimentos nos braços e pernas. O helicóptero da BM levou a vítima até terra firme, onde uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já aguardava. Ele foi encaminhado ao hospital.

Salvamento com rapel

A equipe integrou o grupo que resgatou três pessoas após um acidente em uma região de mata fechada na localidade de Barra do Ouro, em Maquiné, em janeiro de 2015. Sete pessoas foram atacadas por abelhas, enquanto praticavam rapel. Duas morreram em decorrência da queda e outras duas caminharam por 15 quilômetros para pedir ajuda. Com uso de helicóptero, outras três foram resgatadas.Os dois corpos foram removidos.

Aeronaves em uso

Esquilo HB 350B – É o principal helicóptero operado por organizações policiais. Pode ser ocupado por até seis pessoas _ dois pilotos e quatro passageiros. Permanece equipado na pista em frente ao hangar para ser usado em buscas e resgates tanto em água quanto em terra, patrulhamento aéreo, vigilância e transportes.

Koala AW119 Kx – Utilizado pela primeira vez pela BM em janeiro de 2016, é o helicóptero mais moderno usado pelo batalhão. Capta imagens em alta resolução, ajusta luminosidade para monitoramento noturno e atua com sensor infravermelho. Possui capacidade para até oito pessoas (dois pilotos e seis passageiros). É equipado, assim como o Esquilo.

King Air B200 – Possui capacidade para até dois pilotos e oito passageiros. O avião é utilizado para transportar o governador do Estado e autoridades. É empregado, por exemplo, para buscar órgãos fora do RS.

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