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Bombeiros resgatam idoso que sofreu queimadura após explosão de gás em Anápolis, GO

G1

Goiás – Um idoso de 60 anos está internado em estado grave após sofrer queimaduras pelo corpo motivada pela explosão de gás de cozinha, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Segundo o Corpo de Bombeiros, a mangueira do botijão estava furada e causou as chamas depois que o homem acendeu uma das bocas do fogão.

Após ser socorrido, ele foi transferido de helicóptero para o Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia. Conforme informou a unidade de saúde na noite de domingo (19), o quadro dele é considerado grave. Ele está na UTI, sedado e respira com ventilação mecânica.

Ainda de acordo com o Hugol, ele teve queimaduras de 3º grau na cabeça e no pescoço. O idoso também teve ferimentos no tronco, braços e pernas.

A explosão ocorreu no sábado (18). Os bombeiros informaram que o filho da vítima foi quem pediu socorro após a explosão, que danificou o forro do teto e a porta da cozinha do imóvel. Além disso, os militares constataram que a mangueira do gás estava fora do prazo de validade.

SAMU Aéreo do Piauí teve 98% dos pacientes salvos em 6 anos de operação

Ascom PI

Piauí – Em seis anos de criação, o SAMU Aéreo do Piauí já atendeu 769 chamadas no Estado e 98,6% dos pacientes transportados foram salvos. O Samu Aéreo foi criado em 2013 para atender casos graves registrados no interior e que exigem deslocamento para atendimento rápido. O serviço está atuando nos municípios de Parnaíba, Floriano, São Raimundo Nonato e Bom Jesus, que têm pistas de pouso homologadas pela ANAC. Os custos para manter a aeronave são garantidos pelo Governo Federal e Governo do Estado.

O Samu Aéreo conta com duas aeronaves, além de uma ambulância de suporte básico, que faz o apoio em terra, para receber os pacientes que virão através do transporte aéreo. O avião, tipo Seneca, é equipado com desfibrilador automático, oxímetro de pulso, ked para imobilização da coluna cervical, talas de imobilização, colares cervicais, pranchas com imobilizadores laterais, além de cardioversor, ventilador mecânico com monitor cardíaco, bomba de infusão, Sonar (para detecção dos batimentos cardiofetais) e incubadora de transporte.

Governo do Piauí lançou Samu Aéreo como referência nacional. Foto: Thiago Amaral.
Governo do Piauí lançou Samu Aéreo como referência nacional. Foto: Thiago Amaral.

De acordo com a coordenadora-geral do Samu, Christianne Rocha, as aeronaves estão configuradas para atendimentos de UTI, com kits completos aeromédicos, e adaptadas para o transporte de pacientes com as mais variadas condições clínicas. O serviço funciona com dois médicos e dois enfermeiros durante o dia, além da equipe de plantão e uma ambulância em terra.

As patologias que se enquadram nos protocolos para o uso do transporte aeromédico são Infarto Agudo do Miocárdio, AVC – Acidente Vascular Cerebral, Politraumatismo, Neonatologia, Gestantes de Alto Risco e Insuficiência Ventilatória. “Os pacientes podem ser transferidos para Teresina ou para hospitais de municípios próximos. Em Teresina, os pontos de apoio são o Hospital de Urgência de Teresina (HUT), Hospital Getúlio Vargas (HGV), Hospital Universitário (HU) e Hospital da Polícia Militar (HPM)”, explica Christianne.

Para ser atendido pelo Samu Aéreo, o paciente já deve estar sendo cuidado por um hospital regional. A solicitação para o transporte aeromédico deverá partir do profissional médico que está acompanhando o paciente no hospital regional. “O médico entra em contato com a central de regulação das urgências, através do 192, explicando o quadro clínico do paciente, para justificar o uso do transporte aéreo”, esclarece a coordenadora.

De acordo com o secretário Florentino Neto, o atendimento móvel de urgência tem permitido salvar muitas vidas, dada a rapidez do deslocamento das equipes, garantindo o socorro adequado nos hospitais de referência em média e alta complexidade da capital, após o voo da cidade-polo para Teresina. “É preciso reconhecer o reforço do Governo do Estado, através da Secretaria de Transportes, de dotar os municípios de pistas de pouso adequadas, o que facilita o transporte dos pacientes”, diz Florentino.

Governo do Piauí lançou Samu Aéreo como referência nacional. Foto: Thiago Amaral.
Governo do Piauí lançou Samu Aéreo como referência nacional. Foto: Thiago Amaral.

A identificação de um drone não autorizado foi tema do 1° Simpósio de Tecnologias Antidrones realizado em São Paulo

DECEA

São Paulo – Cada dia mais presente em nosso dia a dia, os drones vieram para ficar. Sejam eles de uso recreativo ou profissional, o proprietário deve tomar alguns cuidados, que passam pela homologação, pelo registro e pela autorização ou informação do voo.

Uma preocupação comum entre a comunidade aeronáutica mundial é a segurança. Algumas áreas são consideradas inadequadas ou totalmente proibidas para o voo por representar risco à navegação aérea.

Assim, torna-se a cada dia mais premente a necessidade de informar usuários sobre estes locais, da mesma forma que se faz urgente a contenção destes equipamentos voando em áreas próximas a aeroportos, por exemplo.

As tecnologias de identificação, detecção, monitoração e neutralização de drones foram o objeto do 1° Simpósio de Tecnologias Antidrones – Aspectos Legais, promovido pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).

O evento foi realizado entre os dias 13 e 15 de maio, na Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, e reuniu organizações governamentais, como a FAA (Federal Aviation Administration), a Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura – SAC, a Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC, a Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL, além da indústria.

Empresas do setor apresentaram produtos e tecnologias disponíveis na detecção de drones, pelas empresas Techshield, Neger e IACIT. Na nomenclatura oficial, os signatários da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), utilizam o nome SUA, do inglês small unmanned aircraft ou pequena aeronave não tripulada, para identificar estes equipamentos.

A identificação de um drone não autorizado foi tema do 1° Simpósio de Tecnologias Antidrones realizado em São Paulo. Foto: Luiz Eduardo Perez Batista

Programação

De acordo com o Coronel Aviador Jorge Vargas, do Subdepartamento de Operações do DECEA, que fez a coordenação do evento, o maior objetivo foi proporcionar à comunidade aeronáutica e à indústria a definição de aspectos operacionais do que é necessário para proteger áreas sensíveis. “Não somos contra os drones e sim contra aqueles invasores que não respeitam a regulamentação prevista”.

O Coronel Vargas destacou na programação o painel “Desafios Jurídicos e Regulatórios nas Atividades que Envolvem Drones”, que reuniu a Consultoria Jurídica do Comando da Aeronáutica (COJAER), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a SAC, a ANAC e a ANATEL.

A mediação foi feita pelo Doutor Romilson Volotão (COJAER), que apontou ser necessária a criação de normas específicas levando em consideração as características do Brasil. Sua sugestão é de que este documento seja desenvolvido em parceria com os órgãos reguladores ANAC, ANATEL e Aeronáutica, tendo em vista a segurança e o controle do espaço aéreo.

Ele esclareceu que a contenção destes equipamentos é necessária, porque o fechamento de um aeroporto traz várias implicações. “É uma reação em cadeia, haverá prejuízo econômico e ao controle do espaço aéreo. Qual será o custo deste atraso? Haverá alguma compensação ao passageiro por este transtorno? É preciso pensar que para tudo há um custo”.

Nos meses de junho e julho será realizada a validação das tecnologias antidrones apresentadas pelas empresas no Aeroporto Internacional de São José dos Campos – Professor Urbano Ernesto Stumpf.

“As empresas vão trazer seus produtos e será possível identificar se estes sinais interferem nos equipamentos de auxílio à navegação existentes no aeroporto. Desta forma poderemos definir qual o melhor modelo para fazer a aquisição deste sistema”, explicou o Diretor-Geral do DECEA, Tenente-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas.

A identificação de um drone não autorizado foi tema do 1° Simpósio de Tecnologias Antidrones realizado em São Paulo. Foto: Luiz Eduardo Perez Batista

Impactos

Para ter uma ideia destes impactos, em novembro de 2017, o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, um dos mais movimentados do país, foi fechado para pousos e decolagens por mais de duas horas, de acordo com informações da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Como resultado deste fechamento, 39 voos foram alternados para outros aeroportos, dois foram cancelados, passageiros se amontoaram nas filas no check in para remarcação de passagens e as equipes da Infraero e de empresas terceirizadas tiveram de ter sua jornada de trabalho prorrogada.

A média mensal dos movimentos no Aeroporto de Congonhas, entre pousos e decolagens em 2018, foi de 18.525 voos. A média mensal ficou em 609 movimentos dia. Analisando os números dá para imaginar que qualquer fechamento seja pela invasão de drones ou por outras questões, como a meteorológica, por exemplo, provoca um efeito em cadeia.

Além de Congonhas, houve interrupção de operações em outros três aeroportos brasileiros: Salgado Filho (RS), Confins (MG) e Goiânia (GO).

A identificação de um drone não autorizado foi tema do 1° Simpósio de Tecnologias Antidrones realizado em São Paulo. Foto: Luiz Eduardo Perez Batista

Legalização

A operação de aeronaves não tripuladas requer a observação de alguns requisitos. O primeiro passo é ter a aeronave homologada junto à ANATEL; o segundo é o cadastro na ANAC, no Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (SISANT). Estes equipamentos também precisam ser homologados junto à Anatel.

O acesso ao espaço aéreo só pode ser feito mediante uma informação de voo ou após a autorização do DECEA, por meio do Sistema de Solicitação de Acesso ao Espaço Aéreo por RPAS, o SARPAS. A principal finalidade é facilitar as solicitações dos usuários e permitir o acesso seguro, coordenado e responsável.

Hoje existem no Brasil cerca de 68 mil drones cadastrados pela ANAC, dos quais apenas 42% fizeram seu cadastro no DECEA. Voar em área de risco para aeroportos é crime previsto no Código Penal. Quem for autuado cometendo esta irregularidade pode pegar de 2 a 5 anos de detenção.

Pista do aeroporto de Blumenau não receberá balizamento noturno e operação aeromédica fica prejudicada

NSCtotal

Santa Catarina – Blumenau não terá mais a verba de R$ 1,5 milhão prevista para execução da obra de balizamento noturno no Aeroporto Quero-Quero. A confirmação veio na terça-feira, durante reunião do prefeito Mário Hildebrandt com o chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Aviação Civil, Carlos Eduardo Prado, em Brasília.

A origem do recurso era uma emenda parlamentar impositiva do ex-deputado federal João Paulo Kleinübing (DEM), que repassava R$ 500 mil para a obra e vinculava a contrapartida de R$ 1 milhão de pagamento pela Secretaria Nacional de Aviação Civil. Sem o cadastro do recurso, o município perdeu todo o valor.

Pista do aeroporto de Blumenau. Foto: Patrick Rodrigues.

A emenda não foi empenhada porque o órgão federal não fez o cadastro em tempo hábil junto à Caixa Econômica Federal. A justificativa apresentada para Hildebrandt foi que a Secretaria Nacional de Aviação Civil deixou de treinar um profissional para operar o sistema do banco. Dessa forma, não houve a criação de um convênio para operacionalizar o repasse da verba.

Hildebrandt ressalta que a prefeitura não tem como arcar com o pagamento da obra. O chefe do Executivo municipal estuda acionar a Justiça para garantir o pagamento das emendas impositivas, ao mesmo tempo em que busca apoio do Fórum Parlamentar Catarinense para conseguir R$ 1,5 milhão para a obra.

— Cumprimos o nosso papel enquanto município e o João Paulo (Kleinübing) cumpriu o papel quando apresentou a emenda. A emenda é impositiva, então o governo federal tem a obrigação de pagar. Mas com a ineficiência deles, disseram que agora não têm condições de repassar o recurso porque não empenharam no final do ano passado — lamenta o prefeito.

Sem verba de R$ 1,5 milhão aeroporto de Blumenau não terá balizamento noturno. Foto: Patrick Rodrigues.

Por nota, o Ministério da Infraestrutura justificou que “devido a mudanças na regulamentação de transferências financeiras para órgãos públicos, houve dilatação temporária nos prazos para o repasse de recursos”. O órgão também explica no texto que “devido ao contingenciamento orçamentário” não teria como investir mais R$ 1 milhão na obra, de forma que apenas o valor da emenda “não é suficiente para a execução do objeto”.

Balizamento permitiria voos noturnos do Arcanjo e transporte de órgãos

O balizamento é um sistema de iluminação da pista que possibilitaria voos noturnos no Aeroporto Quero-Quero. Atualmente, as aeronaves precisam pousar ou decolar antes do pôr do sol, algo que no inverno ocorre por volta das 17h30min.

A limitação atinge principalmente a atuação dos bombeiros que operam o helicóptero Arcanjo, responsável por atender emergências médicas. Sem a restrição entre o nascer e pôr do sol, a equipe médica poderia resgatar mais pacientes em estado grave ou pessoas feridas em locais de difícil acesso.

Outro problema causado pela falta de balizamento é o atraso no transporte de órgãos durante a noite. Como há pouco tempo para fazer o transplante, a demora no transporte pode ser decisivo para o procedimento médico e a vida de alguns pacientes.

Hangar do Arcanjo em Blumenau, SC. Foto: CBMSC.

— Hoje é necessário pousar muitas vezes em Navegantes e enfrentar o trânsito da BR-470. Dependendo do órgão, o tempo de deslocamento, que é acima de uma hora, pode inviabilizar inclusive o resgate de uma vida — comenta o prefeito de Blumenau, Mário Hildebrandt.

O presidente do Comitê em Prol do Aeroporto Regional de Blumenau (Copraer), Andrey Tomazi, explica que para o balizamento é necessário instalar equipamentos como luzes especiais, iluminação das birutas e gerador próprio para energia elétrica. Ele ressalta que a questão médica é a mais urgente, mas que outras áreas também estão sendo afetadas com a limitação.

— Blumenau tem o terceiro maior aeroporto em pousos e decolagens no Estado, sendo o segundo com mais voos executivos, mas não pode operar à noite. A ausência do balizamento prejudica os voos executivos, a escola do Aeroclube de Blumenau, feiras, congressos e a própria eficiência do aeródromo — pondera Tomazi.

Sem verba de R$ 1,5 milhão aeroporto de Blumenau não terá balizamento noturno. Foto: Divulgação.

Águia da PM transporta coração de Jaú para transplante em paciente no Hospital das Clínicas de Botucatu, SP

G1

São Paulo – A Polícia Militar se mobilizou na tarde desta sexta-feira (17) para levar um coração para transplante em um paciente do Hospital das Clínicas de Botucatu (SP). A unidade foi credenciada para realizar esse tipo de transplante em outubro de 2017 e esta foi a primeira vez que realizou o procedimento.

De acordo com o hospital, a cirurgia para a retirada do órgão ocorreu por volta de 14h na Santa Casa de Jaú. Em seguida, a equipe médica e policiais militares envolvidos na operação transportaram o coração até o Hospital das Clínicas. A única maneira do órgão chegar dentro do tempo estipulado era por transporte aéreo.

Equipe do Águia da PMESP é acionada para transporte de órgão para o Hospital das Clínicas de Botucatu

De acordo com a polícia, o helicóptero Águia foi acionado e realizou uma operação especial para que o órgão fosse entregue a tempo. Além do prazo de vida do órgão, uma das preocupações era em relação ao tempo, pois, em caso de temporal, a decolagem poderia estar comprometida. O paciente, um homem de 50 anos, que recebeu o coração se recupera bem e permanece internado em estado estável.

Além do coração, também foram retirados fígado, rins e pâncreas que também serão doados. Devido ao sigilo médico, não foram informadas as identidades do paciente doador e dos beneficiados pelos órgãos. O coração é um dos órgãos com o menor tempo de sobrevivência. Entre a retirada até o transplante, o prazo estipulado é de no máximo 4 horas, sendo um dos órgãos com menor tempo de durabilidade.

Equipe do Águia da PMESP é acionada para transporte de órgão para o Hospital das Clínicas de Botucatu . Foto: Murilo Rincon/Divulgação

Equipe aeromédica do SAER/SARA resgata vítima de queda no distrito de Marechal Bormann, Chapecó

Santa Catarina – Na tarde de terça-feira (14), a equipe aeromédica do SAER/SARA foi acionada para atendimento de um homem de 31 anos que havia sofrido uma queda de aproximadamente 6 metros de altura.

A vítima sofreu queda de uma árvore enquanto realiza sua poda no distrito de Marechal Bormann, Chapecó. O paciente relatava dor na coluna vertebral, lúcido e após realizados os procedimentos de imobilização e analgesia foi encaminhado ao HRO (Hospital Regional do Oeste).

O atendimento foi realizado pela equipe integrada do SAER-FRON (Serviço Aeropolicial de Fronteira) da Polícia Civil e do SARA (Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico) da Secretaria de Saúde de Chapecó.

Corpo de Bombeiros e Polícia Civil do DF firmam parceria para compartilhamento de aeronaves e tripulações

Distrito Federal – O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) firmou, no dia 26 de Abril, no Grupamento de Aviação Operacional (GAVOP), parceria técnica para emprego de aeronaves, tripulações e aperfeiçoamento técnico profissional com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A portaria foi publicada no Diário Oficial no dia 6 de maio.

Para tentar minimizar a defasagem de pilotos nas corporações, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil do Distrito Federal resolveram unir esforços. As duas instituições assinaram a Portaria Conjunta Nº 01 para compartilhamento de aeronaves e tripulações por um período de 60 meses.

Parceria técnica de atividade aérea CBMDF e PCDF. Foto: Divulgação.

Nos bombeiros, há 29 oficiais que exercem a função de piloto, 11 avião e 18 de helicóptero. Dois militares estão temporariamente afastados das funções. Já a PCDF conta com 15 policiais capacitados para comandar aeronaves, 3 são pilotos de avião e 12 de helicóptero.

Segundo a justificativa da Portaria, “no atual cenário de efetivo das corporações, nota-se a defasagem nos números de servidores em suas fileiras. Essa defasagem gera dificuldade na ocupação das funções necessárias para o desempenho satisfatório das missões fim”. Na atividade aérea, o deficit de pessoal é ainda maior, porque são necessários mais de quatro anos para formar um profissional apto a pilotar aeronaves.

Exemplo de parceria

Dias antes da parceria ser firmada (17/04), uma equipe de pilotos da Divisão de Operações Aéreas da Polícia Civil do Distrito Federal (DOA/PCDF), a bordo de sua aeronave Baron 58, PT-ICT, decolou de Brasília com destino a Sinop/MT para apoio ao Corpo de Bombeiros Militar do DF.

A missão consistiu no transporte de um recém-nascido, transferido de unidade hospitalar da cidade de Sinop para atendimento cirúrgico em Brasília. O paciente foi acompanhado por uma equipe do SAMU.

O avião pousou no Aeroporto Internacional JK, em Brasília, onde foi realizado o traslado do paciente para o helicóptero Resgate 03 do Corpo de Bombeiros, que o encaminhou ao Hospital Santa Lúcia. Em áudio enviado pela família, a mãe esclareceu que a cirurgia não teve nenhuma intercorrência sendo considerada bem-sucedida pelos médicos.

Acordo de cooperação técnica entre o CBMDF e a PCDF. Foto Divulgação

Encontro estadual de Bombeiras Militares do Amapá contou com a palestra da Maj Karla, pilota dos Arcanjos de MG

Ascom CBMAP

Amapá – Nos dias 09 e 10 de maio aconteceu o II Encontro Estadual de Bombeiras Militares do Amapá, que contou com a participação de aproximadamente 400 militares. Além do empoderamento feminino, a programação enfocou em temas importantes no cotidiano da mulher na corporação.

Na manhã de quinta-feira (9), no anfiteatro da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) aconteceu a abertura oficial do evento, seguida de palestras, que contou com a participação especial da Major Karla Lessa (Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais), reconhecida mundialmente por atuar como piloto de helicóptero em Brumadinho.

Na ocasião a piloto se emocionou ao receber uma homenagem especial da aluna da Escola, de ensino militar, Risalva Freitas do Amaral Elaine Rebeca, vencedora da etapa estadual do concurso internacional de redação dos correios.

Ainda pela manhã, houve a premiação para as bombeiras destaque de cada unidade da corporação. Na parte da tarde aconteceram as oficinas de combate a incêndio, salvamento veicular e atendimento pré-hospitalar, com o objetivo de atualizar o conhecimento de técnicas bombeirísticas às militares.

O dia terminou com uma palestra proferida pela major Karla Lessa ao Grupamento Tático Aéreo (GTA), com o intuito de troca de experiências de comandos de operações aéreas entre as instituições.

A manhã de sexta-feira (10) começou com a competição “Bombeiras de Garra Tucuju”, com provas de Combate a Incêndio, Salvamento Aquático e Salvamento em altura, estas realizadas exclusivamente pelo feminino do CBMAP, e consagrou como campeã a equipe composta pelo 4º GBM e CSAU, tendo como segunda colocada 2º GBM e DISCIP e terceira colocada a equipe Gabinete/CIODES.

A competição encerrou o encontro, que teve como objetivo mostrar a força e a garra da mulher bombeira militar que honradamente dedica-se a salvar vidas.

SAER Fron e SARA recebem ventilador pulmonar para o serviço aeromédico em Chapecó, SC

Santa Catarina – A Polícia Civil recebeu na tarde de quinta-feira (09), um ventilador pulmonar para transportes aeromédicos realizados pelo Serviço Aeropolicial de Fronteira (SAER Fron), em parceria com Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA).

A solenidade foi realizada no hangar do SAER Fron no Aeroporto Serafim Bertazo, em Chapecó, com a presença do prefeito de Chapecó, Luciano Buligon; delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Koerich; da juíza federal Heloísa Menegotto Pozenato; do diretor de Polícia de Fronteiras (Difron), Carlos Morbini; e do coordenador do SAER Fron, Albert Dieison Silveira, entre outras autoridades.

O equipamento OxyMag, fabricado pela Magnamed e avaliado em R$ 49,9 mil, foi adquirido com recursos cedidos pela Justiça Federal, através da 2ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Chapecó, e será utilizado para otimizar os atendimentos aeromédicos realizados pelo SARA (Serviço de Atendimento de Resgate Aeromédico) e SAER na mesorregião de saúde de Chapecó e demais municípios da fronteira.

O aparelho serve para dar suporte ventilatório às pessoas que não conseguem respirar sozinhas e que necessitam de ventilação artificial.

Criado em 2004, o SAER teve seu serviço ampliado em 2014 com a instalação da base com sede em Chapecó para atendimento nos 86 municípios da área de fronteira em Santa Catarina. Ampliando parcerias para melhorar o atendimento, em 2015 a Polícia Civil firmou convênio com a Prefeitura de Chapecó e criou-se o SARA, com uma equipe de profissionais da Saúde formada por médicos e enfermeiros, com experiência em atendimentos de urgência e emergência.

O resultado dessa parceria são inúmeras vidas salvas em mais de 900 missões e atendimentos aeromédicos. Algumas dessas pessoas socorridas e familiares estavam presentes na solenidade e foram homenageadas pelos presentes.

Na quinta-feira ocorreu a entrega oficial, porém, no domingo (5), foi realizada a primeira utilização deste equipamento. Houve o empréstimo do aparelho para equipe do SAMU utilizá-lo no avião Arcanjo 04 do Corpo de Bombeiros em transferência de recém-nascido de Curitibanos para Chapecó.

“Este aparelho além de reforçar nossas ações de atendimento também será compartilhado, quando houver necessidade, com as equipes médicas do SAMU em transportes aéreos de urgência no avião Arcanjo 04 dos Bombeiros Militares sediado em Chapecó”, ressaltou o delegado Albert.

Serviço Aeropolicial de Fronteira recebeu respirador pulmonar para o serviço aeromédico em Chapecó. Foto: SAER Fron.
SAER Fron e SARA receberam ventilador pulmonar para o serviço aeromédico em Chapecó. Foto: SAER Fron.

Comissão inicia trabalhos para sistematização e implantação do serviço aeromédico em Criciúma, SC

Santa Catarina – Na quarta-feira (08) uma comissão liderada pelo vereador Tita Belloli (MDB) reuniu-se na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) para sistematizar o serviço aeromédico em Criciúma e região. “Somos um grupo regional, com lideranças de diversos segmentos, formadores de opinião e conhecedores da questão da segurança”, explica o vereador Tita Beloli, que no ano passado foi autor de requerimento encaminhado ao prefeito Clésio Salvaro solicitando a montagem do grupo.

O Serviço Aeropolicial (SAER) da Polícia Civil possui uma base em Chapecó (SAER Fron) e outra em Criciúma (SAER Sul). A base de Criciúma realiza transportes aeromédicos, porém somente em casos de extrema gravidade e de forma esporádica. No entanto, como em Chapecó, a ideia é implantar o serviço aeromédico em Criciúma e ter a disposição um médico e um enfermeiro para que, diariamente, possam atender a população.

“É uma bandeira que levantamos lá atrás com o Delegado Gilberto Mondini, um dos idealizadores desse projeto. Hoje o helicóptero realiza o serviço aeropolicial, dando todo o suporte para a segurança na região”, comentou o vereador. “Depois que veio essa aeronave, a segurança melhorou bastante”, complementa.

O pleito existe desde que o SAER foi implantado no Sul Catarinense, em 24 de novembro de 2016. No entanto, até agora a implantação vem esbarrando em questões financeiras e políticas. Quando implantado, o serviço deve cobrir uma região com cerca de 50 municípios, de Passo de Torres a Imbituba.

O exemplo do SAER Fron Chapecó

No oeste de Santa Catarina, o SAER Fron da Polícia Civil realiza atividades de policia judiciária e também o serviço aeromédico. Em Chapecó há uma parceria entre o SAER e o SARA (Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico), onde mantém um médico e um enfermeiro diariamente na unidade. Uma das ideias da comissão é formar um grupo e ir a Chapecó, conhecer o modelo implantado no oeste.

Saer-Fron e Sara auxiliam Samu e Corpo de Bombeiros em resgate no oeste do estado. Foto: PCSC.

Arcanjo 04 do Corpo de Bombeiros realiza transporte aeromédico de recém-nascido de Curitibanos para Chapecó, SC

Michel Teixeira

Santa Catarina – Na manhã de domingo (5), o avião Arcanjo 04 do Corpo de Bombeiros foi acionado para realizar um transporte aeromédico de paciente recém-nascida, com 12 horas de vida, da cidade de Curitibanos para Chapecó.

Conforme o Corpo de Bombeiros, a paciente apresentava quadro grave de hérnia diafragmática, com comprometimento do seu quadro respiratório, o que exigia um transporte rápido para procedimento cirúrgico.

Em uma hora de voo a paciente foi transportada da sua cidade de origem até Chapecó, acompanhada pela equipe médica do SAMU. Mais uma vez a agilidade e segurança proporcionadas pelo emprego do avião otimizou o tratamento do paciente, minimizando o tempo fora do ambiente hospitalar e reduzindo significativamente o tempo para o procedimento médico especializado na unidade de destino.

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros de Chapecó, é grande a demanda de pacientes da região oeste que necessitam ser removidos de suas unidades hospitalares de origem para receber tratamento especializado em outras unidades. O emprego de aeronaves nessas ocasiões é um fator muito relevante, aumentando significativamente a sobrevida dos pacientes.

BPMOA, SIATE e bombeiros resgatam motociclista acidentado em trilha no município de Campo Magro, PR

Paraná – No sábado (04), o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) junto com o Corpo de Bombeiros e Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (SIATE), resgataram um motociclista que fazia trilha na região de Campo Magro.

O motociclista foi atendido pela equipe aeromédica e encontrava-se estável, com uma contusão na pelve que o impossibilitava de andar. O rapaz foi encaminhado de helicóptero ao Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.

Segundo a Dra. Miclele Grippa, médica do SIATE que tripula a aeronave, “não é somente o critério gravidade que é utilizado para acionar o helicóptero. Acessibilidade conta muito nessa tomada de decisão. Se não fosse a aeronave, o resgate desse rapaz, por terra, levaria muitas horas e seria extremamente difícil, pois não tinha como chegar com uma ambulância próximo ao local, uma região montanhosa.”

BPMOA, SIATE e bombeiros resgatam motociclista acidentado em trilha no município de Campo Magro, PR. Foto: Divulgação.

Como funciona o SIATE

O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência foi criado através de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Segurança Pública, Instituto de Saúde do Estado do Paraná e a Prefeitura Municipal de Curitiba, através de Termo de Cooperação Técnica.

O SIATE Curitiba utiliza em sua estrutura de operacionalização uma Central de Operações do Corpo de Bombeiros (COBOM), que dá suporte ao sistema na área de comunicações, através do telefone de emergência 193.

Todas as solicitações da comunidade no que tange ao trabalho de Bombeiros, bem como atendimento pré-hospitalar centralizam-se na Central de Operações (COBOM). No caso específico de atendimento pré-hospitalar, quando qualquer telefonista do COBOM, recebe uma solicitação, o mesmo repassa imediatamente ao Médico Coordenador do SIATE, que é responsável pela triagem médica do caso.

O médico Coordenador verificará todas as peculiaridades do ocorrido com relação as vítimas através de questionário padrão e em conjunto com o Chefe de Operações do Corpo de Bombeiros adotará todas as medidas necessárias para o atendimento do caso.

BPMOA, SIATE e bombeiros resgatam motociclista acidentado em trilha no município de Campo Magro, PR. Foto: Divulgação.

Equipe do SAER da Polícia Civil apoia bombeiros no resgate de idoso na localidade de Mangueirão, Lages

SAER Fron e Aki da Serra

Santa Catarina – Na manhã de terça-feira (30), por volta das 10h00, o Corpo de Bombeiros de Lages, recebeu um chamado para atendimento de um homem de 65 anos, que apresentava fratura exposta na perna acompanhada de hemorragia, na localidade de Mangueirão, Fazenda Três Irmãos, município de Lages.

Segundo informações repassadas pela Assessoria de Imprensa do 5º Batalhão de Bombeiros Militares-BBM, a guarnição do Auto Socorro de Urgência – ASU, ao chegar no local, constatou que a vítima estava em um local de difícil acesso e com muita dificuldade para remoção.

Equipe do SAER é acionada para apoio ao Corpo de Bombeiros para resgate de idoso em Lages, SC. Foto: SAER/FRON

Foi feito o deslocamento de aproximadamente 05 quilômetros em vegetação média e rasteira, trechos com subidas e descidas até a localização da vítima, que estava consciente, deitada, e relatou aos socorristas ter sido atingido pelo seu cavalo. A vítima apresentava fratura exposta do fêmur, com hemorragia. Diante da situação foi estancada a hemorragia e feito a imobilização do membro fraturado.

Devido à dificuldade de remoção e gravidade do ferimento da vítima, foi feito contato com a Central (COBOM) solicitando o apoio do transporte aéreo, sendo contatado com o SAER da Polícia Civil de Criciúma, para auxiliar o resgate.

Foi feito então a imobilização da vítima em maca rígida e removida a mesma em torno de 400 metros, até uma área de pouso da aeronave. Após a chegada do helicóptero, a vítima foi estabilizada e conduzida até o quartel do 5º BBM de Lages, onde foi transportada para a emergência do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres para atendimento médico.

Centro Médico da Universidade de Maryland (EUA) transplanta primeiro órgão entregue por drone

The Boltimore Sun

Estados Unidos – O primeiro órgão transportando por drone foi transplantado para um paciente com insuficiência renal no Centro Médico da Universidade de Maryland. É resultado de mais de três anos de trabalho para mostrar que aeronaves não tripuladas podem transportar com segurança órgãos e tecidos que salvam vidas.

O esforço começou quando o cirurgião de transplante Dr. Joseph Scalea, frustrado pelo ritmo complexo dos voos comerciais e pelo alto custo dos transportes, começou a explorar meios mais rápidos de fornecer rins, fígados e outros órgãos que podem se deteriorar rapidamente.

“Esta nova tecnologia tem o potencial de ajudar a ampliar o pool de órgãos de doadores e o acesso ao transplante”, disse Scalea durante uma coletiva de imprensa anunciando o sucesso do transporte. “Entregar um órgão de um doador para um paciente é um dever sagrado com muitas partes envolvidas. É fundamental que encontremos maneiras de fazer isso melhor”.

Dr. Joseph Scalea, professor assistente de Cirurgia de Transplante da Universidade de Medicina de Maryland vem desenvolvendo uma maneira de transportar órgãos via drone. (Amy Davis, Imagem de Baltimore Sun)

Scalea começou a trabalhar com drones e em outros lugares também exploraram esse modelo de transporte para fornecer todo tipo de suprimentos médicos. Este é o primeiro esforço para transportar órgãos.

O transporte há tempos impõe desafios para o sistema de doação de órgãos que já não consegue atender a demanda. Nos EUA, há 113.702 pessoas na lista nacional de espera por órgãos, e 18 pessoas por dia morrem à espera de um transplante, segundo a United Network for Organ Sharing, a organização sem fins lucrativos do sistema de transplante de órgãos.

Alguns órgãos foram desperdiçados devido a atrasos e contratempos no transporte, como em dezembro do ano passado, quando um coração humano foi deixado em um avião da Southwest Airlines. Válvulas do coração ainda eram utilizáveis.

A paciente de Maryland era uma mulher de 44 anos de idade, de Baltimore, que passou oito anos em diálise antes de seu transplante. “Essa coisa toda é incrível”, disse a mulher recém-dispensada, que preferiu não ser identificada. “Anos atrás, isso não era algo que você pensaria.”

Dr. Joseph Scalea, professor assistente de Cirurgia de Transplante da Universidade de Medicina de Maryland vem desenvolvendo uma maneira de transportar órgãos via drone. (Amy Davis, Imagem de Baltimore Sun)

O órgão voou 2,6 milhas em 10 minutos em Baltimore pelo St. Agnes Hospital até o hospital de Maryland no início da manhã de 19 de abril para o transplante, de acordo com a AiRXOS, uma unidade da GE Aviation que participou da demonstração. Essa viagem leva 15-20 minutos de carro, dependendo do tráfego.

Funcionários da Universidade de Maryland ainda enfrentam problemas logísticos no desenvolvimento de um amplo sistema de distribuição de órgãos. Primeiro, a Federal Aviation Administration (FAA) deve aprovar tais usos, embora as autoridades tenham indicado que estão interessadas e já aprovaram programas-piloto envolvendo drones em vários estados.

Esta é uma mudança para a FAA, que tem se preocupado principalmente com os amadores que ainda dominam o uso de drones nos Estados Unidos em quase um milhão de usuários registrados. Existem, no entanto, 290.000 drones registrados para uso comercial, como mapeamento de incêndios florestais, monitoramento agrícola e meteorológico, gerenciamento de desastres, aplicação da lei, inspeção de serviços públicos, telecomunicações e fotografia imobiliária.

Dr. Joseph Scalea, professor assistente de Cirurgia de Transplante da Universidade de Medicina de Maryland vem desenvolvendo uma maneira de transportar órgãos via drone. (Amy Davis, Imagem de Baltimore Sun)

Outros países com lacunas na infraestrutura de transporte exploraram o uso de drones para fornecer suprimentos médicos, incluindo sangue.

Para tornar a entrega de órgão possível, seriam necessárias autorizações para voar à noite, em áreas populosas e fora da visão do piloto, a mais de 100 mph ou acima de 400 pés. A agência anunciou planos para mais mudanças permanentes.

Outro obstáculo é que os drones capazes de voar pelo país ainda não estão comercialmente disponíveis. Os engenheiros de Maryland disseram que precisariam que os drones possuíssem motores a combustão, ao invés de motores elétricos a bateria, e precisariam da capacidade de evitar a colisão com obstáculos.

É aí que entra o AiRXOS da GE. A empresa está desenvolvendo uma plataforma de mobilidade aérea para drones para resolver esses problemas.

Scalea, professor assistente de cirurgia na Escola de Medicina de Maryland, juntamente com especialistas em engenharia aeronáutica, já havia projetado um refrigerador de papelão com sensores para monitorar os órgãos pelo celular. Eles também criaram seu próprio drone.

Dr. Joseph Scalea, professor assistente de Cirurgia de Transplante da Universidade de Medicina de Maryland vem desenvolvendo uma maneira de transportar órgãos via drone. (Amy Davis, Imagem de Baltimore Sun)

“Tivemos que criar um novo sistema que ainda estava dentro da estrutura regulatória da FAA, mas também capaz de suportar o peso adicional do órgão, câmeras e sistemas de rastreamento, comunicações e segurança de órgãos em uma área urbana densamente povoada – para uma distância maior”, disse Matthew Scassero, diretor do Programa de teste de UAS da universidade do condado de St. Mary’s, que faz parte da Clark School of Engineering em College Park. “Há uma tremenda pressão sabendo que há uma pessoa esperando por esse órgão.”

Mas há apoio para o fornecimento de drones, inclusive na rede nacional de órgãos, que enfrentou críticas e um desafio no tribunal para tornar o desembolso de órgãos mais geograficamente equitativo.

Há também resíduos – cerca de 14% dos órgãos doados são descartados, em parte devido à redução da qualidade. Alguns órgãos, como os rins, podem durar no gelo para um voo comercial em todo o país. Mas outros, como corações, pulmões e fígados, duram menos tempo. Uma mão ou rosto não pode esperar mais do que algumas horas.

Alguns órgãos, cerca de 1,5%, nunca chegam ao seu destino. Quase 4% tiveram um atraso imprevisto de duas ou mais horas.

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Batalhão de Operações Aéreas inicia serviço de Suporte Aéreo Avançado de Vida em Uberada, MG

Minas Gerais – A 4ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) em Uberaba iniciou os atendimentos aéreos com o Arcanjo 06, helicóptero modelo Esquilo B3. A expansão das operações aéreas faz parte do Planejamento Estratégico da corporação para aumento no número de atendimentos e diminuição do tempo-resposta à população mineira.

O Comandante do BOA, Tenente-Coronel Alexandre, afirma que a expansão do serviço aéreo é de suma importância para o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). “A presença do BOA em Uberaba é uma grande conquista para o triângulo mineiro que conta agora com mais um serviço especializado. Pretendemos expandir com responsabilidade para manter a prestação de serviço com qualidade e utilizando o melhor recurso para cada caso.”

Batalhão de Operações Aéreas inicia serviço de Suporte Aéreo Avançado de Vida em Uberada, MG.

Com o início das atividades aéreas em Uberaba, o BOA passa a contar com quatro bases de atendimento: Belo Horizonte, Varginha (no sul de Minas Gerais), Montes Claros (na região Norte do Estado) e Uberaba (no Triângulo Mineiro). Já o número de aeronaves são seis: dois Esquilos B2 e dois Esquilos B3, um helicóptero biturbina, modelo EC 145 e um avião alugado pela Secretaria de Saúde. Dois aviões modelo Grand Caravan EX foram comprados e um será entregue no final de 2019.

A expansão das operações aéreas faz parte do planejamento estratégico do CBMMG e do programa de expansão do atendimento, que prevê a presença do corporação em 124 municípios mineiros até 2026. As aeronaves distribuídas em bases escolhidas estrategicamente pelo Estado auxiliam o CBMMG em outro programa, que idealiza a redução do tempo entre o acionamento dos bombeiros e chegada ao local da ocorrência.

As aeronaves também possibilitam o transporte aeromédico inter-hospitalar de pacientes graves, que necessitam de tratamento em hospitais de referência que estão fora da sua região. Assim, em um projeto conjunto construído pelo CBMMG e a Secretaria de Estadual de Saúde em 2012, tendo como parceiro estratégico o SAMU, vislumbra-se expandir o serviço chegando a ter seis bases aéreas de Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) distribuídas estrategicamente no Estado. Com isso, haverá a necessidade de aquisição de mais aeronaves.

Batalhão de Operações Aéreas inicia serviço de Suporte Aéreo Avançado de Vida em Uberada, MG.

MPF instaura investigação para apurar negativa de atendimento do Corpo de Bombeiros e SAMU a indígena

MPF/MS

Mato Grosso do Sul – O Ministério Público Federal (MPF) em Dourados (MS) instaurou Procedimento Investigatório Criminal para apurar as circunstâncias da morte de uma adolescente indígena em 16 de abril, durante as competições dos jogos indígenas promovidos na Vila Olímpica, localizada no interior da Reserva Indígena de Dourados. A adolescente indígena de 17 anos, estudante do Ensino Médio da Escola Estadual Marçal de Souza – Guateka, participava dos jogos quando teve um mal súbito.

Segundo relatado oficialmente ao MPF, tanto o Corpo de Bombeiros Militar quanto o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) de Dourados foram acionados, porém, alegaram não poder adentrar na Reserva Indígena para prestar o atendimento, sem explicar os motivos. Ainda foi solicitado que os próprios indígenas providenciassem a retirada da adolescente da Reserva, por meios próprios. Não houve tempo para isso, já que ela morreu em decorrência de parada cardiorrespiratória.

Abertura dos Jogos Escolares Indígenas aconteceu na manhã de sexta-feira no ginásio de esportes da Vila Olímpica – A.Frota

O objetivo do MPF é a obtenção de provas relativas à possível prática de atos de improbidade e do crime de homicídio culposo, previsto no artigo 121, §3º do Código Penal, por funcionários públicos. O Corpo de Bombeiros recebeu pedido para que remeta os dados dos militares responsáveis pelo atendimento do dia 16/04/2019, para que sejam intimados a depor. O mesmo se deu em relação aos servidores do SAMU responsáveis pelo atendimento no mesmo dia.

O MPF enfatiza que a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente asseguram prioridade para os jovens receberem proteção e socorro em quaisquer circunstâncias, com precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública.

Além disso, o Brasil é signatário da Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, que assegura direito à saúde pública, a tratamento médico, à previdência social e aos serviços sociais, sem distinção, exclusão, restrição ou preferência baseadas em raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica”.

Corpo de Bombeiros Militar de Goiás participa de simulado em Distribuidoras de Combustível de Goiânia

CBMGO

Goiás – O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) participou nesta quarta-feira de um simulado de emergência no pool das Distribuidoras de Combustível, administrado pela Petrobras, em Goiânia. O cenário do exercício foi um incêndio em um dos tanques de armazenamento de combustível do local. O acidente hipotético deixou cinco vítimas, três em estado leve e duas em estado grave. Uma delas necessitou do transporte aeromédico pelo helicóptero Bombeiro 01.

Atividades como o simulado desta quarta-feira ajudam a treinar todos no resgate, para que em uma situação real os envolvidos estejam preparados para agir.

Realizado periodicamente, o simulado é exigência legal para treinar e avaliar a estrutura de resposta de emergência da empresa que é parceira do CBMGO nesse tipo de simulado. Ações de combate a incêndio, atendimento a múltiplas vítimas e abandono de área foram avaliados pelos organizadores do exercício simulado.

Corpo de Bombeiros socorre vítima de acidente de trabalho em Palmeiras de Goiás

CBMGO

Goiás – Nesta quinta-feira (25), às 14h39, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) foi acionado para o resgate de um homem que teve a mão direita triturada em uma máquina de triturar galhos de árvore, enquanto trabalhava, em Palmeiras de Goiás. Viaturas de resgate pré-hospitalar e o avião Bombeiro 03 foram utilizados no socorro.

No local, uma unidade de resgate iniciou o atendimento, mas devido a gravidade do caso, foi acionado o serviço aeromédico do Corpo de Bombeiros que realizou todos os procedimentos necessários conduzindo, em seguida, a vítima para hospital de Goiânia.

Helicóptero do Corpo de Bombeiros resgata dois homens após acidente em trilha na região serrana, RJ

G1

Rio de Janeiro – Dois homens de 24 e 29 anos foram resgatados de helicóptero na manhã de quarta-feira (24) após um acidente durante uma trilha no Parque Nacional Serra dos Órgãos (Parnaso), entre Teresópolis e Petrópolis, na Serra do Rio.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o homem de 29 anos machucou o braço nesta terça-feira (23) e os dois passaram a noite em um abrigo. O resgate só foi realizado na manhã desta quarta por causa do tempo chuvoso na terça-feira (23).

Uma equipe do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar do Rio participou das ações de resgate, após os bombeiros de Teresópolis conseguirem fazer contato com os homens para enviar a aeronave. Ainda de acordo com os bombeiros, o ferido foi levado para um hospital da região e o outro homem foi liberado. Os militares informaram que a dupla começou a trilha na segunda-feira (22).

Helicóptero do Corpo de Bombeiros
Helicóptero do Corpo de Bombeiros

Operação Páscoa

Durante a Operação Páscoa, o Corpo de Bombeiros do Rio contou com o apoio de dois helicópteros nas regiões Litorânea e Costa Verde. Durante o feriadão, mais de 40 vítimas foram resgatadas em Macaé, Cabo Frio, Araruama, Angra dos Reis e Paraty. As aeronaves atuaram em ocorrências de busca em matas e florestas, atendimentos pré-hospitalares e salvamentos marítimos.

Ceará empresta helicóptero esquilo da CIOPAer para operações de Defesa Civil no Rio Grande do Norte

Ascom SSPDS

Ceará – A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) emprestou ao Rio Grande do Norte uma das dez aeronaves pertencentes à frota da sua Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer). O empréstimo ocorreu após pedido da governadora do estado vizinho, Fátima Bezerra, uma vez que a única aeronave de lá precisou deixar de ser utilizada.

O secretário da Segurança Pública e Defesa Social, André Costa, explicou que o equipamento do Ceará foi solicitado via ofício. “Fomos procurados pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte para cessão temporária de uma aeronave. Utilizamos o acordo do pacto integrador – que é uma iniciativa do Colégio Nacional dos Secretários de Segurança Pública (Consesp) – para ceder a aeronave”, afirmou o secretário. O secretário informou também que os custos com o equipamento ficam a cargo do estado vizinho. “As despesas referentes à manutenção e combustível serão custeadas pelo Rio Grande do Norte”, detalhou.

Aeronaves da Ciopaer no Cariri. Foto: Virgilio Sawaki/Arquivo Pessoal

O titular da SSPDS explicou ainda a primeira missão que será desenvolvida no Estado potiguar. “Nessa primeira semana a missão é inclusive de caráter humanitário. O Estado vai acompanhar e sobrevoar as regiões onde tem várias famílias passando por dificuldades por conta das enchentes. Então é uma ação em que conseguimos apoiar nossos irmãos potiguares, assim como em outras situações fomos ajudados por eles e por outros estados. A gente está sempre a postos para apoiar aqueles que precisam da nossa ajuda”, finalizou André.

Na quinta-feira (25), a aeronave Fênix 03 (AS350B2 – esquilo) com equipe foi enviada ao Estado. “Nós enviamos além da aeronave, um piloto e um mecânico”, explicou o tenente coronel Marcus Costa, relações públicas e piloto da CIOPAer. Ele acrescentou ainda o que a aeronave fará em missão no estado vizinho. “Lá, a prioridade é o monitoramento de barragens e açudes em situação de alerta, além da realização de voos de segurança”, afirmou Marcus Costa.

Pacto Integrador de Segurança Pública Interestadual

A ação é possível graças à participação dos dois estados no Pacto Integrador de Segurança Pública Interestadual. O pacto estabelece o compromisso entre os estados, no desenvolvimento de ações de segurança preventivas, ostensivas, repressivas, de combates a incêndios, buscas, salvamento e resgate pré-hospitalar, além de atividades de defesa civil, incluindo as atividades das Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros Militar e da Perícia Forense.

Participam do pacto: a União, o Distrito Federal e os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo e Tocantins.

Saiba mais

A Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAer) da SSPDS tem a terceira maior frota policial de aeronaves do Brasil, considerando todos os tipos de aeronave, e a maior em aeronaves biturbina e em voo por instrumentos, o que resulta em autonomia de sobrevoo a qualquer hora e em qualquer ponto do Estado, diminuindo o tempo médio de resposta para ocorrências a 30 minutos.

Atualmente, a Ciopaer dispõe de dez aeronaves em operação. Os equipamentos reforçam a atuação policial em resgates, missões, combate a incêndios e monitoramento do meio ambiente na Capital e no Interior.

Águia 01 da PM apoia bombeiros e SAMU no resgate de homem que ficou soterrado em obra na cidade de Jaraguá do Sul, SC

OCP News e NSC Total

Santa Catarina – Na manhã de terça-feira (23), o helicóptero Águia 01 da Polícia Militar de Joinville esteve em Jaraguá do Sul e transportou um homem de 40 anos, que ficou parcialmente soterrado em uma obra da prefeitura, até o Hospital São José.

O acidente envolveu um servidor municipal durante as obras para colocação de um novo sistema de drenagem de águas pluviais na Rua José Theodoro Ribeiro, nas proximidades da Rua Aleixo Dellagiustina no bairro Ilha da Figueira.

Durante os trabalhos, o terreno escavado no local da obra se mostrou mais instável que o previsto, o que teria causado um deslizamento. Ele estava encarregado pelo trabalho de encaixe dos tubos, que se encontrava dentro da vala naquele momento.

Por utilizar os equipamentos de proteção individuais (EPIs) e pela rápida ação de colegas, dos socorristas dos Bombeiros Voluntários e equipe do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), o acidente não teve graves consequências.

O trabalhador foi resgatado consciente, sem ferimentos graves e encaminhado pelo helicóptero Águia 01 da Polícia Militar ao Hospital São José, onde passa bem. A Secretaria de Obras esclarece ainda que está prestando toda a assistência ao servidor público.

Águia 01 da PMSC realiza resgate de homem que ficou soterrado em obra em Joinville, SC. Fotos: Fábio Junkes OCP

Helijet renova contrato com a BCEHS do Canadá para fornecimento de quatro helicópteros aeromédicos Sikorsky S-76

Canadá – A Helijet renovou seu contrato de serviço aeromédico com a British Columbia Emergency Health Services (BCEHS) por um período adicional de quatro anos, com vigência a partir de 1º de abril de 2019. Colúmbia Britânica (BC) é uma das dez províncias do Canadá, localizada entre o Oceano Pacífico e as Montanhas Rochosas.

O contrato renovado fará com que a Helijet continue a fornecer quatro helicópteros Sikorsky S-76 para o Serviço Aeromédico de Colúmbia Britânica, operado pela BCEHS. Sob o novo acordo, um atual helicóptero Sikorsky S-76A, usado como aeronave reserva, será substituído por um novo modelo Sikorsky S-76C. Os helicópteros são equipados com tecnologia de visão noturna.

Equipe da BCEHS no heliponto do Hospital Geral de Vancouver desembarcando um paciente.

Com sede no Aeroporto Internacional de Vancouver e Prince Rupert – Seal Cove, a Helijet Air Medical, desde 1998, é contratada para operar helicópteros Sikorsky S76 em nome da British Columbia Ambulance Service (BCAS).

A BCEHS presta serviços de atendimento pré-hospitalar e inter-hospitalar em BC desde o início do século XX. O British Columbia Ambulance Service (BCAS) é administrado pela BCEHS e está sob a jurisdição da Autoridade Provincial de Serviços de Saúde. A BCEHS transporta cerca de 7.000 pacientes por ambulância aérea todos os anos, sendo que 2.000 são transportados por helicóptero.

Dos quatro helicópteros S-76C, um continuará baseado nas instalações de Helijet em Seal Cove, Prince Rupert, enquanto os outros dois e o backup operarão a partir das instalações do Aeroporto Internacional de Vancouver da Helijet.

A BCEHS também tem outro helicóptero contratado baseado em Kamloops, além de sete aeronaves de asa fixa em sua frota de ambulância aérea. Todas essas aeronaves fornecem serviço aeromédico para pacientes em toda a província em uma operação de 7/24/365 dias. O BCAS emprega mais de 3.600 profissionais nos serviços de emergência. Saiba mais sobre o serviço.

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