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Transporte aeromédico

Avião do Corpo de Bombeiros de Minas transporta criança para Belo Horizonte após complicação em cirurgia

Patos Agora

Minas Gerais – O avião Grand Caravan C208, Arcanjo 7, do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros pousou no aeroporto de Patos de Minas para transportar uma criança de quatro anos após ela sofrer complicações em uma cirurgia.

O menino deu entrada no Hospital Regional Antônio Dias – HRAD no início da tarde de terça-feira (08), depois que ele sofreu complicações em uma cirurgia de fimose que aconteceu na Santa Casa em São Gotardo/MG.

Uma ambulância do Corpo de Bombeiros com a equipe médica que veio de Belo Horizonte conduziu a criança até o aeroporto, onde ela embarcou na UTI Aérea.

Avião do Corpo de Bombeiros transporta criança para Belo Horizonte após complicação em cirurgia. – Foto: Aislan Henrique

Fotos: Aislan Henrique.

Guardião 05 e 07 do GRAESP do Pará são acionados para missões no dia 25 de dezembro

Pará – No dia (25) de Dezembro, os Guardiões da Amazônia foram usados como instrumento para a manutenção da vida de 4 pacientes.

A tripulação do avião Guardião 07 foi acionada para decolar com destino a Breves e fazer o transporte duas pacientes, sendo uma criança de um ano de idade, com traumatismo cranioencefálico (TCE) e outra paciente com eclampsia que também necessitava de remoção para Belém.

Ambas foram transportadas no avião Grand Caravan e chegaram bem na capital do Estado, onde receberam uma melhor assistência.

Também no dia 25, a tripulação do Guardião 05 foi acionada para transportar uma parturiente que necessitava de transporte até o Hospital da Santa Casa de Misericórdia e receber uma melhor assistência. O Guardião pousou no heliponto daquele hospital no final da tarde.

Guardião 05 e 07 do GRAESP do Pará são acionados para missões no dia 25 de dezembro.

Corpo de Bombeiros de Rondônia realiza transporte aeromédico de vítimas de acidente na BR-364

Rondônia Notícias

Rondônia – O avião Cessna 210 do Grupo de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar deslocou-se ao município de Ouro Preto do Oeste para realizar o transporte aeromédico do sargento Adão do Corpo de Bombeiros e de seu enteado que se envolveram em um grave acidente na BR-364. Eles foram levados para Porto Velho. No acidente também estava o deputado Léo Moraes que viajava numa SW/4 na companhia de assessores.

No carro do militar viajavam, além dele, a mulher e seu enteado, que também ficou em estado grave. O menino de 12 anos teve uma fratura no braço direito e feriu o baço. A mulher do militar foi levada para o município de Cacoal. No acidente, o sargento sofreu traumatismo craniano e fratura na perna. Adão reside no município de Ouro Preto do Oeste.

A informação dada pelo capitão Moacir de Paula, comandante do Corpo de Bombeiro Militar de Ouro Preto D´Oeste é que, apesar da gravidade do acidente, o quadro de saúde do sargento é estável e ele passará por algumas cirurgias neurológicas e ortopédicas.

O enteado dele apresenta estado mais grave, e a esposa também foi uma das passageiras atingidas, mas segundo o Boletim, não teve nenhum ferimento grave e passa bem.

Léo Moraes, apesar do impacto da batida, sofreu ferimentos leves. O acidente envolveu uma carreta, um Uno e uma caminhonete SW4 que era ocupada pelo deputado e mais duas pessoas.

Águia da PM socorre homem que teve mão decepada em Tupã e equipe médica do HC realiza o reimplante

São Paulo – Um homem de 41 anos sofreu um grave acidente de trabalho na manhã desta terça-feira (27) e teve a mão decepada por uma serra elétrica. Ele trabalhava em uma fábrica de móveis de Tupã (SP) quando sofreu o acidente, tendo a mão esquerda cortada na altura do punho.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para o socorro e levou a vítima para a Santa Casa da cidade. O corpo clínico da unidade, porém, avaliou que uma tentativa de reimplante do membro só poderia ser feita por serviço especializado do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Águia da PM socorre homem que teve mão decepada e equipe médica do HC realiza o reimplante. Foto: Renato Rocha.
Águia da PM socorre homem que teve mão decepada e equipe médica do HC realiza o reimplante. Foto: Renato Rocha.

Como Tupã está a cerca de 500 km de distância da capital e este tipo de procedimento precisa ser feito rapidamente, um helicóptero Águia da Polícia Militar decolou de São Paulo com médico e enfermeiro rumo ao interior para fazer a transferência do paciente.

Equipes da PM, da Santa Casa e dos bombeiros levaram o paciente até o Aeroporto Estadual de Tupã, de onde o helicóptero Águia decolou rumo à capital, num voo de pouco mais de duas horas até o Hospital das Clínicas.

No Hospital das Clínicas a vítima foi recebida e encaminhada diretamente para o centro cirúrgico para reimplante da mão. Depois de 10h de cirurgia a mão foi reimplantada com sucesso e o paciente encontra-se em recuperação.

GRPAe/G1

Criança é transferida de Campos Novos para Florianópolis pelo Águia 4 da PM

Santa Catarina – O helicóptero Águia 4 da Polícia Militar de Lages realizou uma transferência na manhã deste domingo (23) em Campos Novos. O auxílio aeromédico foi solicitado pelo SAMU de Joaçaba que conduziu uma menina em companhia da mãe para irem a Florianópolis no hospital infantil Joana de Gusmão. O Águia pousou ao lado do ginásio de esportes e aguardou a chegada da ambulância do SAMU.

O sargento Sérgio Alves de Carvalho, que estava nas proximidades, acompanhou a transferência da ambulância para o helicóptero, comandada pelo Major PM Aldo. Ao final, ambos ainda fizeram um registro fotográfico antes da decolagem para a Capital do Estado.

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Fonte: Michel Teixeira

Moradora de Tubarão ganha nova chance com transplante de rim

Santa Catarina – A vida da moradora do bairro São João, Roseli Antunes Braga ganhou na quinta-feira (20/09), uma nova chance. Aos 47 anos, Roseli é portadora de uma doença genética nos rins e há anos faz tratamento, contudo, o transplante do órgão é o que pode melhorar consideravelmente sua qualidade de vida. Nesta quinta-feira (20), Roseli recebeu um chamado urgente do hospital regional de Joinville que obteve a doação de um órgão compatível com o da paciente de Tubarão.

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Roseli é usuária do Tratamento Fora do Domicílio (TFD) e com frequência viaja para Florianópolis e Joinville para consultas e tratamento, mas desta vez, era necessário chegar o quanto antes ao hospital. “Quanto mais rápido o paciente iniciar o transplante, maior é a qualidade do órgão transplantado, bem como aumenta a chance de sucesso do procedimento”, explica o diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde, Daisson Trevisol.

Por meio de uma mobilização da Fundação Municipal de Saúde e intermediação do comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, Coronel Sílvio Lisboa foi disponibilizado um voo de helicóptero do Serviço Aeropolicial (SAER Sul), que, desde 2016, a partir da base em Criciúma, atende toda a região Sul do Estado, em operações policiais e atividades aeromédicas.

Uma hora e meia depois de decolar do heliponto do 5º BPM, Roseli já estava em Joinville, preparando-se para a realização do transplante. “Transportamos com mais frequência órgãos, mas este é tipo de ação que mais gratifica, porque temos a certeza de que estamos salvando uma vida, dando àquele paciente uma nova oportunidade”, destaca o delegado Gilberto Mondini, piloto e comandante da aeronave que transportou Roseli.

Daisson agradeceu o empenho de todos as entidades envolvidas. “Foi uma grande união de esforços e agora ficamos na torcida para que a Roseli tenha sucesso no transplante e possa voltar muito bem”, afirma.

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Fonte: Município de Tubarão

Estudo feito pela Universidade de Oklahoma apresentou comparativo entre transporte aeromédico e terrestre no caso de trauma pediátrico em área rural

Em um recente artigo publicado no Air Medical Journal, um grupo de especialistas da Escola de Medicina da Universidade de Oklahoma nos EUA, publicou os resultados de um estudo que teve como objetivo identificar quais fatores são mais comumente associados à seleção de serviços aeromédicos de emergência (HEMS) em detrimento do transporte terrestre de ambulância (GEMS), em um Estado que é principalmente de natureza rural, para pacientes pediátricos.

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Os autores realizaram um estudo retrospectivo de caso-controle de pacientes traumatizados com menos de 18 anos relatados no Registro de Trauma do Estado de Oklahoma/EUA entre 2005 e 2014, que receberam transporte direto do local de lesão para um centro de traumatologia terciária no interior do estado. Fatores associados ao transporte de HEMS sobre o GEMS foram identificados por análise de regressão multivariada.

Dos 1.700 pacientes do grupo de estudo, 50,8% foram transportados pelo HEMS.

O estudo constatou que: local mais distante (razão de chances (Odds Ratio – OR) = 6,1-18,6), menor Escala de Coma de Glasgow (OR = 2,5), lesão multissistêmica (OR = 1,5), intubação (OR = 2,7), lesões relacionadas à colisão de veículos automotores ( OR = 2,1), e freqüência cardíaca elevada (OR = 1,8) foram associados com maior chance de transporte de HEMS, sendo a distância o fator preponderante.

Este estudo constatou que os principais determinantes da triagem para o transporte de HEMS, no caso de trauma pediátrico em um estado rural, foram principalmente a distância até um grande centro de trauma e fatores clínicos relacionados ao tipo e gravidade da lesão.

Fonte: Air Medical Journal

Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar auxilia no traslado de 10 órgãos no interior do Paraná

Paraná – A Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná foi acionada pela Central de Transplantes na noite de segunda feira (11) para uma possível remoção de órgãos em Londrina. Após confirmada a missão, foi coordenado jundo ao DTCEA-BI a decolagem do Resgate 03 (Cessna 208B Grand Caravan), após o horário de fechamento do Bacacheri.

Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar auxilia no traslado de 10 órgãos no interior do Paraná
Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar auxilia no traslado de 10 órgãos no interior do Paraná.

Por volta da meia-noite de segunda para terça feira, o Caravan com a equipe médica pousou em londrina, prosseguindo ao Hospital para realizar a captação. Eram dois doadores de 20 anos de idade, totalizando 10 órgãos, entre eles 01 Coração, 02 Pulmões, 02 fígados, 04 rins e 01 Pâncreas.

Logo pela manhã o coração veio para Curitiba com o apoio da FAB em uma Aeronave VU-35 (Learjet 35). Chegando no aeroporto, o órgão foi embarcado no helicóptero Falcão 03 do BPMOA e levado ao Hospital Angelina Caron.

O Pulmão seguiu para Porto alegre com a aeronave da FAB. Finalizada a captação, a equipe médica, juntamente com os demais órgãos captados retornaram para Curitiba com o Caravan da Casa Militar, de onde seguiram até o hospital de carro.

Acompanhe a rotina da Seção pelo instagram oficial: @transporteaereocm

Capitão do Corpo de Bombeiros de Rondônia apresenta trabalho sobre custos e viabilidade econômica do transporte aeromédico

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Capitão do Corpo de Bombeiros de Rondônia

Estudo comparativo dos custos no transporte aeromédico e a viabilidade econômica das operações do Grupo de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (GOA/CBMRO) como mecanismo de economia dos recurso públicos pela SESAU/RO

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Este trabalho tem por escopo a análise dos custos relacionados ao transporte aeromédico realizado no estado de Rondônia pela Secretaria de Estado da Saúde – SESAU, de forma a constatar a viabilidade econômica do custeio das operações do Grupo de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia – GOA/CBMRO.

O estudo levou em consideração a extensão territorial do estado, os valores pagos pela SESAU à empresa que presta o serviço de transporte aeromédico, a complexidade envolvida nesta atividade e os custos operacionais das aeronaves do GOA/CBMRO.

Com o crescimento da estrutura do GOA/CBMRO, a partir de 2018 o grupamento terá à sua disposição 03 (três) aeronaves de asa fixa, tendo capacidade para atuar com maior eficácia no transporte aeromédico demandado pela SESAU e reduzindo substancialmente os custos relacionados ao transporte aeromédico, além de permitir uma operação continuada e planejada, de forma que o serviço terceirizado se torne, apenas, um complemento das operações relacionadas ao transporte aeromédico no estado de Rondônia.

Saiba mais:

Transporte Aeromédico será debatido na LABACE 2017

São Paulo – No dia 17 de agosto, das 09h as 13h, acontecerá durante a LABACE 2017 novo seminário sobre Transporte Aeromédico. A feira acontece nos dias 15 a 17 de agosto no Aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo. Serão três dias de exposições e palestras.

Uma comissão formada por empresas e com o apoio da Associação Brasileira de Aviação Geral – ABAG vem fomentando essa discussão para permitir que empresas de serviço aéreo público (Táxi-aéreo e serviços especializados) possam realizar o transporte e o resgate aeromédico nos moldes do que é feito em alguns países da Europa e nos EUA.

Basicamente, a ANAC e o Ministério da Saúde são os órgãos responsáveis pela regulamentação e precisam definir regras que possibilitem o ingresso de empresas de serviço aéreo público nesse setor. Hoje o resgate aeromédico é realizado no Brasil pelo Poder Público (Polícias e Bombeiros integrados com SAMU e GRAU, todos pertencentes à administração pública).

O que se pretendem é que, além das atividades realizadas pelo Poder Público, empresas privadas que exploram serviços aéreos públicos, como empresas de táxi-aéreo e serviço especializado, recebam autorização da ANAC para realizarem esse novo modelo de serviço.

Segundo o site da ANAC, existem no Brasil cerca de 31 empresas de Táxi-Aéreo (Serviços Aéreo Público) autorizadas para o serviço aeromédico privado, que, basicamente, realizam o transporte de enfermos entre hospitais, mas não possuem autorização para atuarem no resgate de pessoas acidentadas em vias públicas, rodovias, etc, como faz a polícia e o bombeiro.

Confira a programação do Seminário sobre Transporte Aeromédico

  • Entendimento da ANAC sobre o Resgate Aeromédico – o RBAC135 e a IAC 3134
  • A Visão do Serviço de Resgate Aeromédico no Distrito Federal
  • Organização do Serviço Aéreo Público
  • Infraestrutura de Hospitais & Helipontos – Mesa Redonda com Debate

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Conselho Regional de Medicina de Rondônia realiza curso sobre Transporte Aeromédico

Rondônia – O Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia (Cremero) realiza o “I Curso de Transporte Aeromédico Integrado e da Região Norte” que integra o projeto da Educação Médica Continuada.

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O curso aconteceu nos dias 24, 25 e 26 de março nas dependências do Conselho em Porto Velho. O curso foi destinado a médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos em enfermagem e socorristas. “O objetivo é treinar nossos profissionais e dar todo o suporte necessário às operações aéreas de socorro, seja de urgência e emergência, resgate e salvamento” destaca o coordenador do curso em Rondônia, Dr. Marcos Berti.

Mais de 80 profissionais da capital e do interior do estado participaram do evento que teve carga horária de trinta horas. “O curso vai contribuir e muito com a equipe multiprofissional, que por sua vez, deve estar cada vez mais comprometida em melhorar a experiência do transporte aeromédico. A nossa missão é salvar vidas” destaca o presidente do Cremero, Dr. Andrei Leonardo Freitas de Oliveira.

O evento contou com instrutores especialistas no assunto, como o Dr. Marco Antônio Ribeiro Cantero, Dr. Ricardo Galesso e Dr. Rolland Duarte de Souza, além de profissionais do Núcleo de Operações Aéreas (NOA), da Sesau, Sesdec e dos Anjos da BR 364. O curso também trouxe relatos e experiências do Grupo de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia.

“A aviação cada vez mais transporta pessoas doentes ou com necessidades especiais. A fisiologia das alturas precisa ser entendida pelo conjunto dos médicos brasileiros como sendo algo que não carrega semelhanças com aquela que aprendemos a dominar em terra firme”, relata o Dr. Marco Antônio Ribeiro Cantero.

Relação dos inscritos, clique aqui e confira.

Fonte: Cremero.

GRAER/BA faz o transporte aeromédico de policial militar ferido em Bom Jesus da Lapa

O Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia realizou na tarde desta segunda-feira (23) o transporte aeromédico do soldado ferido durante confronto com criminosos no município de Bom Jesus da Lapa.

GRAER/BA remove policial militar ferido em Bom Jesus da LapaO policial militar que foi atingido na região da virilha e perna recebeu os primeiros atendimentos numa unidade de saúde da própria cidade, mas necessita de acompanhamento complementar e por isso foi removido para a capital baiana.

Inicialmente, o policial foi removido pelo avião Grand Caravan do GRAer do município de Bom Jesus da Lapa para a capital e em seguida o paciente foi embarcado em um dos helicópteros do GRAER e trasnportado para o Hospital Geral do Estado.

Fonte: GRAER/BA

Transporte de recém-nascido para Porto Velho marca reinício do aeromédico em Ariquemes/RO

Rondônia – Uma menina que nasceu prematuramente, aos sete meses de gestação, precisou ser transportada às pressas para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Infantil Cosme Damião, em Porto Velho/RO.

O translado ocorreu na manhã do dia 10/01 (terça-feira) e foi realizado pela aeronave de uma empresa particular que presta serviço para o Governo do Estado de Rondônia e que, na última semana, firmou um convênio com o município para o retorno do serviço.

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De acordo com o Diretor Executivo da Secretaria Municipal de Saúde, Renan Pereira, sempre que houver indicação clínica para transportes urgentes de pacientes para a capital, o serviço estará disponível.

“Estamos restabelecendo esta pactuação com o Governo do Estado, porque é um serviço de alta complexidade que não é atribuição do município, propriamente dito, mas a visão deste governo é trabalhar em cooperação. Por isso este convênio para que este atendimento volte a ser realizado no município.”

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O chefe do executivo, Thiago Flores , disse que o Governo do Estado já está em processo de licitação para a criação de dez leitos pediátricos e neonatais em Ariquemes. A previsão é que, até o mês de março, estejam funcionando na cidade.

“Também serão criados leitos de retaguarda no Hospital Municipal e da Criança para manter os pacientes de alta complexidade, enquanto aguardam a regulação de translado para a Capital.”

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Fonte: Prefeitura de Ariquemes

Transporte aeromédico da Líder Aviação recebe Prêmio Líderes da Saúde 2016

A premiação Líderes da Saúde 2016, promovida pelo Grupo Mídia, na última semana, homenageou as empresas que se destacaram no último ano no setor da saúde, em diversos segmentos. A lista completa dos ganhadores será publicada na 45ª edição da revista Healthcare Management.

Eram 23 categorias, entre elas, “Emergência e resgates”, que premiou o transporte aeromédico da Líder Aviação. Com 20 anos de experiência em transporte aeromédico e mais de 7.500 remoções aéreas, nacionais e internacionais, a Líder foi eleita vencedora e o prêmio foi entregue à gerente de fretamentos de São Paulo, Aparecida Maristela Freire Murta.

O prêmio é concedido às mais importantes empresas do setor da saúde no Brasil, escolhidas pelo conselho editorial do Grupo Mídia e em votação aberta, feita no site da revista Healthcare Management.

A Líder Aviação é a maior empresa de aviação executiva da América Latina. Fundada há 58 anos, pelo comandante José Afonso Assumpção, conta com 1.600 colaboradores e uma frota de mais de 70 aeronaves. Possui 21 bases operacionais nos principais aeroportos brasileiros e atua em cinco unidades de negócio: fretamento de aeronaves; vendas de aeronaves; manutenção; atendimento aeroportuário e operações de helicópteros.

Táxi Aéreo Hércules é a nova operadora de transporte aeromédico no Amapá

A Táxi Aéreo Hércules, sediada em Curitiba-PR, é a nova operadora de serviços de transporte aéreo de enfermos, ou aeromédico, contratada pelo Governo do Amapá.

A empresa paranaense iniciou as operações no estado semana passada, realizando voos entre Macapá e Oiapoque com um Piper Cheyenne II, de matrícula PT-OJE, equipado com UTI aérea e também utilizado para transporte de passageiros e carga. A Hércules substitui a Brasil Vida, que operou no estado até meados de maio.

Nova operadora de transporte aeromédico no Amapá

Fonte: UZ7 Spotting

Transporte Aeromédico: Atuação do Enfermeiro e o Perfil das Ocorrências Assistidas em 2014 no Distrito Federal

Camila S. C. Azevedo
Mônica C. Dourado
Marta P. S. Rocha

O presente artigo apresenta as principais ocorrências em que o serviço aeromédico do SAMU do Distrito Federal atendeu no decorrer do ano de 2014, com intuito de identificar qual o perfil das vítimas que são atendidas dentro do Distrito Federal. A amostra foi composta por duzentas e vinte e sete fichas padronizadas.

O SAMU – DF conta com a parceria da Polícia Rodoviária Federal (PRF), onde esta disponibiliza um helicóptero modelo Bell 407. O comandante e o operador de equipamentos também fazem parte da PRF, enquanto os profissionais do SAMU que integram essa equipe são o médico e o enfermeiro.

O artigo foi publicado na Revista FLAMMAE – Revista Científica do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco, Seção 3, Atas de Eventos Técnico Científicas, ISNN 2359-4837, Volume 2, Nº03 – Edição de JAN a JUN 2016 e autorizada a sua publicação no Piloto Policial.

Equipe Aeromédica da Base PRF/SAMU - Brasília/DF


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Transporte Aeromédico: Atuação do Enfermeiro e o Perfil das Ocorrências Assistidas em 2014 no Distrito Federal


GRAer/BA realiza transporte aeromédico de paciente com tumor cerebral em Abaira/BA

O ano de 2016 começou com a renovação da esperança de Luidemar Alves, 43 anos, morador da zona rural do município de Abaíra, que fica a 592 km da Capital. Ele foi diagnosticado com um tumor cerebral e a necessidade de realizar exames que somente hospitais de referência possuem, além do atendimento por um médico especialista era premente.

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Os preparativos para a decolagem da tripulação do Guardião 08 (Gran Caravan do GRAer/BA) começaram ainda na madrugada da sexta-feira (01), logo após a solicitação da Central Estadual de Regulação. Um médico do SAMU e uma enfermeira atuaram no transporte.

Por volta das 10h, o Guardião 08 decolou com destino a Piatã, município que fica a 25 km de Abaíra, onde possui pista de pouso para a aeronave.

Na chegada, a comoção da população era grande e a esperança infinita. Após o embarque do paciente, o Guardião 08 decolou imediatamente de retorno a Salvador, onde uma equipe do SAMU o aguardava com uma ambulância para seu transporte via terrestre.

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Fonte: GRAer/BA

Grupamento Aéreo transporta bebê para cirurgia na cidade de Bauru/SP

O GRPAe da Polícia Militar de São Paulo transportou de avião uma bebê de três meses para realizar uma cirurgia de reconstituição facial, nesta sexta-feira (9), no Hospital de Reabilitação de Anomalias Cranofaciais da Universidade de São Paulo, conhecido como Centrinho de Bauru, que é referência na área. A criança, que nasceu prematura (com 35 semanas) e pesando apenas 1,5 kg, estava internada desde o nascimento no Hospital das Clínicas e precisava passar por uma cirurgia de correção de fissura palatina.

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“A criança precisava de um transporte adequado e em menor tempo”, explicou a capitão Fabiana Maria Ajjar, de 44 anos, médica da equipe responsável pelo monitoramento da bebê Heloísa. A viagem, que levaria cerca de 4h30 por terra, foi feita em apenas 45 minutos. Segundo a capitão, o Hospital das Clínicas, onde a bebê estava internada, fez a solicitação de transporte e a Coordenadoria Operacional da PM autorizou.

“É bom ver a mãe [da criança] feliz. É difícil ter um bebê com problema de saúde e o Estado poder fornecer ajuda é muito bom”, disse a capitão Fabiana, que atua na Polícia Militar há 14 anos.

O avião em que Heloísa foi transportada precisou ser adaptado às necessidades da menina. A criança viajou acompanhada de sua mãe, de 17 anos, e da avó, até o hospital na cidade de Bauru.

Além da capitão Fabiana, a equipe do Grupamento de Radiopatrulha Aérea da PM (GRPAe) que fez o transporte aeromédico da bebê foi composta pelos pilotos Wiliam Moisés de Barros, que é major, e Rodrigo Mantovani, capitão, e pelo enfermeiro Fernando Luiz Ferreira do Prado, que é sargento.

Estatísticas do Águia

No ano passado, o GRPAe atendeu 2.176 ocorrências aeromédicas. Foram 543,81 horas do voo nas quais 470 vítimas foram atendidas, além de terem sido feitas 39 remoções e 40 transportes de órgãos.

Fonte: SSP/SP

Helicóptero do BPMOA/PR transporta bebê de 7 meses

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Um bebê de apenas sete meses, que estava internado no Hospital Universitário de Maringá (HUM), foi transferido para Londrina na tarde desta sexta-feira (7). O transporte da paciente foi feito pelo Grupamento Aeropolicial e Resgate Aéreo (Graer), da Secretaria de Segurança Pública do Paraná.

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O helicóptero do Graer, batizado de Falcão 3, pousou no campo do Tiro de Guerra, que fica próximo do HU, pouco antes das 16h30. O voo até Londrina urou cerca de 20 minutos e, segundo o Major Ramos, foi tranquilo. O pouso foi feito no Moringão, onde uma ambulância aguardava para levar a paciente para o Hospital Infantil de Londrina, referência em cirurgia cardíaca,

A garotinha de sete meses estava internada desde o último dia 19 de setembro na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HU. De acordo com o hospital, a paciente apresenta um quadro de insuficiência cardíaca congênita e deve passar por um procedimento cirúrgico. A transferência não foi realizada antes por conta do quadro instável e frágil da bebê.

Por volta das 18h, a equipe do Graer se preparava para pousar novamente no Tiro de Guerra, em Maringá, para fazer o transporte de mais um paciente, também uma criança, porém a idade e o quadro clínico ainda não tinham sido informados. O destino também seria o Hospital Infantil de Londrina.

Fonte: O Diário Maringá

Transporte aeromédico: conhecendo a relevância do enfermeiro de bordo

O número de pacientes vítimas de trauma excede outros tipos de intercorrências clínicas. Em vítimas de trauma, os cuidados pré-hospitalares podem fazer a diferença entre a vida e a morte; entre uma sequela temporária, grave ou permanente; ou entre uma vida produtiva e uma destituída de bem-estar (PHTLS, 2007).

O transporte aeromédico pode ser descrito como um deslocamento de pacientes em estados críticos, cujos quais, em grande parte das vezes, constituem a única opção viável para que o atendimento especializado seja propiciado ao indivíduo (SCUIDDIATO et al., 2012).

Pode-se vincular a origem do transporte aeromédico, desde os períodos de guerras em que o transporte de feridos precisava ser rápido. Existem registros de que essa modalidade de transporte originou-se em 1870 em campo militar, durante a Guerra Franco-Prussiana, quando os combatentes feridos eram transportados por meio de balões de ar quente (SCUIDDIATO et al., 2012).

Foi na Primeira Guerra Mundial que a assistência a pacientes por meio desse tipo de transporte teve maior destaque. No entanto, verifica-se que a assistência de enfermagem no transporte aeromédico só veio a ocorrer na Segunda Guerra Mundial, período em que os feridos já eram removidos em aviões de carga (SCUIDDIATO et al., 2012).

No Brasil, o fator que contribuiu diretamente para a necessidade de se ter estabelecido no país um serviço de transporte aeromédico foi devido ao aspecto de expansão territorial e a distribuição populacional já que dentre outros fatores causais o Brasil tem grandes extensões de difícil acesso, onde em caso de agravos nessas regiões o transporte terrestre não favorece o paciente (GENTIL, 1997).

Mesmo com a necessidade pré-existente, o transporte aeromédico só chegou efetivamente em território nacional na década de 1960, período em que a Força Aérea Brasileira introduziu em seu esquadrão a utilização de helicópteros de resgate que visavam atender à demanda de indivíduos vitimados por acidentes aeronáuticos (SCUIDDIATO et al., 2012).

Foi apenas em 1990 que esse tipo de atendimento teve sua estrutura ampliada, advinda da necessidade de se transportar pacientes em estado crítico de forma rápida e com chances diminutas de risco no ensejo de levá-lo a ter um melhor suporte em outra instituição de saúde que, em muitas vezes, se localizava distante da instituição de origem (SCUIDDIATO et al., 2012).

A tripulação

Para que os profissionais da área da saúde possam atuar com segurança e embasados em normas técnicas e éticas, a equipe multidisciplinar é norteada por normas que regem seu trabalho, fundamentadas e regulamentadas pelos conselhos federais de Medicina e Enfermagem, além das portarias do Ministério da Saúde. Juntas essas normas, convergem de forma a proteger e fundamentar os profissionais da área para que suas atividades possam ser desempenhadas com aval normativo (BRASIL, 2002).

A Associação de Emergência de Enfermagem (Emergency Nurses Association) e a Associação Nacional de Enfermeiros de Bordo (National Flight Nurses Association) dos Estados Unidos da América, ressaltam a importância da participação de profissionais capacitados e também com relevante experiência no manejo de pacientes críticos.

Verifica-se que o aumento da necessidade de remoção de pacientes pelo transporte aeromédico vem despertando em paralelo a atenção quanto à necessidade de profissionais capacitados e especializados a bordo. Esse tipo de atendimento conta com a participação de uma equipe multidisciplinar que por sua vez, possui um médico, um enfermeiro e o piloto (SCUIDDIATO et al., 2012).

A equipe de bordo no contexto do transporte aeromédico deve contar com profissionais capacitados e experientes no atendimento de pacientes críticos. Sob essa ótica a especialização e o aprimoramento constante do profissional para atuar nessa realidade de assistência é imprescindível.

O Enfermeiro de bordo

A importância da questão da especialização na área é tratada aqui, pois apesar de relativamente pouco abordada em instituições de ensino e de se tratar de uma área de atuação diferenciada, consta na Resolução do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) n. 389/2011 a especificação não só do atendimento Pré-hospitalar como modalidade de aperfeiçoamento profissional na pós-graduação, como também a área aeroespacial (COFEN, 2011).

Ademais, a Lei do Exercício Profissional da Enfermagem, n. 7.498 de 25 de junho de 1986, também dispõe sobre o exercício do enfermeiro sob o contexto de sua autonomia no que tange a organização, atuação e coordenação da assistência aos pacientes críticos que necessitam de maior nível de complexidade pactuando com a Resolução Cofen 375/2011 que dispõe sobre a presença do Enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar e Inter-Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido (SCUIDDIATO et al., 2012; BRASIL, 1986; COFEN, 2011).

Scuiddiato et al., (2012), também reforçam que na Portaria GM n. 2.048 de 05 de novembro de 2002 há o anteparo legal para o exercício desta atividade, a qual determina a necessidade de especialização dos profissionais que constituem as equipes de transporte aeromédico.

O papel do enfermeiro de bordo é imprescindível levando em consideração que a equipe trabalha na multidisciplinariedade em prol da qualidade de vida do paciente e assim, consegue exercer suas atribuições de forma funcional e otimizada (BRASIL, 2010).

Existem alguns critérios gerais para que se admita um tripulante em uma equipe de transporte aeromédico, requisitos esses que devem ser criteriosamente respeitados já que em se tratando de transporte aéreo, alterações como altitude, tempo de voo e capacidade física do profissional são importantes (BRASIL, 2010). Vamos ver quais são eles:

1) Capacidade cardiovascular;
2) Boas condições físicas;
3) Peso/altura proporcionais;
4) Capacidade de levantar no mínimo quarenta quilogramas (Kg);
5) Função pulmonar adequada;
6) Acuidade auditiva e visual;
7) Ausência de patologias restritivas.

Portanto, o enfermeiro que atua no serviço aeromédico deve ter noções de aeronáutica, de fisiologia de voo, conforme o priorizado nas recomendações da Diretoria de Saúde Aeronáutica e da Divisão de Medicina Aeroespacial. O conhecimento necessário ao enfermeiro de bordo, de maneira geral, deve incluir noções de procedimentos realizados sob contextos normais e os de emergência em voo; evacuação de emergência; segurança no interior e ao redor da aeronave; fisiologia respiratória; disbarismos; ritmo circadiano; gases, líquidos e vapores tóxicos em aviação e cuidados específicos da saúde do paciente durante o transporte aéreo (IBACBRASIL, 2012; BRASIL, 2002; BRASIL, 2010).

Diante do exposto, podemos dizer que o enfermeiro deve ter noções intrínsecas do atendimento aeromédico, onde podemos destacar em consonância com o esclarecido na Portaria GM nº 2.048/2002, o conhecimento acerca da fisiologia de voo para que melhor possa atender as necessidades do paciente sem que, no entanto, se torne susceptível a qualquer risco ocupacional previsível.

Transporte aeromédico: Um desafio para enfermeiros frente aos riscos ocupacionais

Daniella Balaguer Auday
Glendaline Corrêa de Souza
Sandra Helena Dias de Paula

1. Introdução

O enfermeiro de bordo nasceu da necessidade de especializar o profissional que presta assistência de enfermagem ao paciente aerorremovido. Essa especialização é recente no nosso meio e vem se desenvolvendo coma formação específica ministrada pelas instituições prestadora deste serviço. Temos hoje diferentes serviços de remoção aeromédica, mais ainda poucos têm em seu quadro de tripulantes aeromédico, o enfermeiro de bordo na assistência direta [1].

resgate

Diante disso a importância do enfermeiro de bordo é clara, uma vez que existe o grupo de pacientes que se encontram em estado grave, estes precisam de enfermeiros onde é necessário o cuidados intensivos durante o transporte, que é o que os enfermeiros de voo estão habilitados a proporcionar.

No Brasil, dispomos hoje de vários Serviços de Remoção Aeromédica, que é uma atividade em desenvolvimento, onde a necessidade da regulamentação dos profissionais envolvidos vem sendo sentida, bem como a necessidade de padronizar e desenvolver os cuidados oferecidos ao paciente aerorremovidos seguindo normas, padrões e protocolos.

Diante disso, no campo social, é importante destacar que a estabilidade e o crescimento econômico experimentado na última década levam ao surgimento de uma classe média cada vez mais exigente por serviços de saúde de qualidade, que ofereçam serviços diferenciados. Justamente com esse crescimento as pessoas com poder aquisitivo mais elevado podem se locomover mais rapidamente para os grandes centros especializados com equipamentos de ponta no mercado buscando um diagnóstico mais preciso e profissionais de renome.

O transporte aeromédico e utilizando em outros países no auxílio de transplante de órgãos (levar o órgão a ser transplantado), o mais rápido possível ao seu receptor que esta aguardando durante muito tempo por um órgão saudável e que chegue a tempo para ser realizada a cirurgia de transplante.

A portaria nº 2.048/2002 do Ministério da Saúde normatiza o serviço de atendimento pré-hospitalar móvel no Brasil e estabelece a capacitação dos profissionais de transporte aeromédico e dispõem os matérias e equipamentos mínimos a serem utilizados [2].

A presente pesquisa tem como objeto de estudo: A atuação do enfermeiro dentro do transporte aeromédico. Como problematização abordaremos algumas questões pertinentes ao presente estudo, que nós fez argumentar e refletir sobre: Qual é o papel e as responsabilidades do profissional de enfermagem no transporte aeromédico?

Algumas empresas têm oferecido treinamento de pessoal, apenas pelas empresas que prestam este serviço, com supervisão da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Posta esta situação-problema, os objetivos são: Identificar a partir da literatura existente a atuação de Enfermagem no Transporte Aeromédico e na Remoção e Resgate; Descrever os riscos ocupacionais do enfermeiro no transporte aeromédico.

Justifica-se ainda pouca disponibilidade de literatura sobre este tema na língua portuguesa, pouco atualizada desde 2009. Acreditamos que esse estudo possa contribuir para que os novos enfermeiros possam sanar suas dúvidas em relação a essa área que ainda e tão nova referente a outras áreas da enfermagem.

2. Metodologia

Este trabalho e um estudo descritiva, qualitativa de revisão bibliográfica, em que se pretende analisar as publicações sobre a Atenção do Enfermeiro direcionadas para o Transporte Aeromédico no Brasil. O Enfermeiro de bordo e um protagonista da missão deverá cumprir etapas de pré-vôo, per-vôo e pós-vôo avaliando e sistematizando as prioridades do cliente durante o transporte.

A fonte de pesquisa utilizada nesse presente estudo foi um levantamento bibliográfico no período de fevereiro a setembro de 2010, nas seguintes bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs), Scientific Eletronic Libery on-line (Scielo) e Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem on-line (Medline).

3. Aspectos Históricos do Transporte aeromédico

E necessário entender os aspectos históricos do transporte aeromédico desde o seu surgimento e como foi sofrendo modificações ao longo do tempo. O Enfermeiro deverá entender o cenário de antigamente e o atual, ter a percepção da evolução do avião para o helicóptero que é a peça fundamental para as modalidades de transporte aeromédico. E necessário o conhecimento do antigo e atual, como foi ontem e como e hoje.

Na I Guerra Mundial 1914 a 1939 (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, e Guerra das Guerras) iniciava os primeiros modelos de aeronaves para transporte aeromédico. Eram rudimentares, despressurizadas, em baixa altitude, sem equipe de vigilância durante o voo, isso já demonstrava a necessidade do piloto em conhecer procedimentos básicos de primeiro atendimento com sistema de rede de oxigênio suplementar, em monomotores de velocidade média de 150 km/hora e os feridos encontravam-se em compartimentos à frente do piloto[3].

Durante a guerra da Coréia em 1950, foram usados helicópteros para o resgate de aproximadamente 20,000 (vinte mil) militares feridos. Estes voos bem sucedidos da Coréia serviram de base para as ações no Vietnã [4].

No histórico das remoções aéreas e aeromédica nas I e II Guerras Mundiais, Guerra da Coréia e a do Vietnã, verifica-se que, se por um lado à guerra deixou muitos feridos, por outro, trouxe também a necessidade de um transporte rápido e seguro, com assistência especializada, favorecendo o avanço e o desenvolvimento técnico – científico nas remoções aeromédicas[5].

As enfermeiras atuaram de maneira eficaz e de extrema importância durante a guerra realizando cuidados de enfermagem ao paciente.

3.1. Meios de transporte inter- hospitalar

O transporte inter-hospitalar faz-se necessário  quando o hospital onde se encontra o paciente/cliente/usuário não tem recursos humanos, diagnósticos e terapêuticos  necessários para melhor do quadro clínico. A escolha interfere nas condições de assistência, diagnóstico e terapêutica na qualidade prestada ao paciente [6].

E. O Enfermeiro deve promover meios para que o transporte destes pacientes seja feito sem prejudicar o seu tratamento, ou seja, deve ser indicado, planejado, executado minimizando o máximo possível os riscos para o transportado.

Existem três principais tipos de transferência intra-hospitalar e há considerações importantes acerca de cada uma delas.  Os meios de transporte podem ser: terrestres (ambulâncias), aéreos (helicóptero ou avião) ou aquáticos em alguns locais, podem ser usado barcos.

3.2. Ambulância

Ambulância e um veículo (terrestre, aéreo ou aquaviário) que se destine exclusivamente ao transporte de enfermos. As dimensões e outras especificações do veículo terrestre deverão obedecer às normas da ABNT – NBR 14561/2000, de julho de 2000, e os materiais obrigatórios, à Portaria do Ministério da Saúde nº 2.048/ 2002, e cada tipo de ambulância tem de apresentar condições mínimas para realizar o atendimento com segurança.

3.3. Helicóptero

O helicóptero pode ter múltiplas funções, servindo para a Polícia, Resgate do Corpo de Bombeiros, bem como para Transporte Médico. Outras vezes, pode ser dedicado apenas ao transporte médico. Seu uso deve ser considerado para distâncias de até 400 Km e, também, quando há dificuldades topográficas no local. Sua velocidade depende do modelo, podendo variar de 200 a 320 Km/hora [7].

O maior desafio é prestar um atendimento de qualidade em um local restrito. O helicóptero é adaptado com o que há de melhor em tecnologias existentes atualmente no mercado.

A Portaria nº 2.048/2002 do Ministério da Saúde, de 5 de novembro de 2002, normatiza o serviço de atendimento pré-hospitalar móvel. Ela estabelece regras que vão desde as especializações da equipe médica até as características dos veículos e os equipamentos a serem utilizados.

3.4. Aeronaves

Para distâncias a partir de 400 Km, recomendam-se os Learjets, Turboélices e Bimotores, cuja opção será baseada no tipo de pista disponível na cidade de origem8. Apesar de estarmos habituados apenas ao transporte de ambulância, o preconizado em relação ao modo de transporte é: via terrestre para distância de até 150 Km, helicópteros para distâncias de até 400Km e, para distâncias maiores, devem ser utilizados Learjeats, Turboélices ou Bimotores.

3.5. Aquaviário

Este tipo de transporte poderá ser indicado em regiões onde o transporte terrestre esteja impossibilitado pela inexistência de estradas e/ou onde não haja transporte aeromédico, observando-se a adequação do tempo de transporte às necessidades clínicas e a gravidade do caso. Como o transporte aeromédico, aqui o profissional envolvido é considerado “tripulante de embarcação” e, portanto, submetido à legislação da Marinha do Brasil[8].

3.6. Resgate Aeromédico x Remoção Aeromédica

Para sabermos a diferença precisamos entender que esse tipo de transporte e feito em aeronaves de asa rotativa, quando a gravidade do quadro clínico do paciente exigir uma intervenção rápida e as condições de trânsito tornem o transporte terrestre muito demorado, ou em aeronaves de asa fixa, para percorrer grandes distâncias em um intervalo de tempo aceitável, diante das condições clínicas do paciente.

Existem duas situações para o transporte aeromédico: Primeira situação é a remoção de uma vítima do local de um acidente ou após um resgate/salvamento; Segunda situação é quando um paciente precisa ser transferido para outro hospital onde existem mais recursos de atendimento. Nesse caso, a aeronave de transporte, ou aeronave ambulância, chega ao hospital de origem com uma equipe que irá avaliar, junto com a equipe médica do hospital, as condições do paciente para que ele possa ser removido.

Em ambas as modalidades do transporte aeromédico é imprescindível a presença de um médico, de um piloto e de um enfermeiro a bordo.

3.7. Etapas de PRÉ, PER e PÓS – Voo

Quando o serviço de transporte aeromédico e acionado o enfermeiro deverá planejar as etapas desse processo e atuar nesse cenário de forma eficiente durante a missão cumprindo as etapas denominadas de pré- vôo, per- vôo e pós- vôo.

Qual é a atenção de enfermagem nessas etapas? Como o enfermeiro atua nesse momento?

a. Pré – Voo

O pré-vôo também conhecido como primeira fase é a etapa inicial que compreende o preparado da aeronave com matérias (kit’s) e equipamentos (bomba infusora, cilindro de oxigênio, respirador, tempo útil de baterias etc…). O enfermeiro e atuante no check-list realizando o planejamento individualizado para cada paciente, cada paciente e singular.

O enfermeiro deverá instalar os equipamentos dentro da aeronave assim como verificar sua funcionalidade testando cada aparelho, inteirar-se do histórico do paciente, quadro clínico, sinais vitiais e o tempo de missão.

A equipe médica e de enfermagem realizaram em conjunto a organização dos equipamentos, matérias e medicamentos estabelecendo sua disposição nas aeronaves e definindo à composição mínima necessária para oferecer uma remoção segura e de qualidade aos pacientes1.

O enfermeiro deve chegar à reposição da cada de medicamentos portátil do tipo “multi-box”; verificar o funcionamento de equipamentos (oximetro de pulso, ventilador e desfibrilador); verificar o volume de oxigênio existente dentro do cilindro de oxigênio[9].

b. Per – Voo

O per–vôo também conhecido como segunda fase e a etapa que compreende a remoção aeromédica, missão propriamente dita.

O enfermeiro irá oferecer uma assistência direta de enfermagem realizando uma avaliação inicial do paciente, assistir ao médico e realizar os procedimentos a bordo, realizar anotações de enfermagem e administrar medicações.

É função do enfermeiro de bordo avaliar e sistematizar as prioridades do paciente, realizar assistência integral ao paciente e zelar pela integridade física e psíquica do paciente, preservar a segurança do paciente[10].

c. Pós – Voo

O pós – voo também conhecido como terceira fase que compreende a última etapa, e o retorno à base operacional. O enfermeiro atua nessa etapa após a entrega do cliente ao hospital de destino, repondo o material e coordenando a desinfecção e esterilização do material e a parte burocrática desse processo pós-voo.

O enfermeiro fará a reposição da aeronave para uma nova missão. Realizar desinfecção dos materiais, encaminhar roupas usadas para lavanderia, organizar o prontuário e protocolar em ordem decrescente.

Esse processo pode ser diferente em algumas empresas que executam o serviço de transporte aeromédico. Existem hoje no mercado grandes empresas de renome que atuam com protocolos criados da instituição, o enfermeiro poderá atuar de forma diferente em algumas etapas do transporte.

3.8. Enfermeiro de Bordo

As Enfermeiras desempenham suas atividades no transporte aéreo e realizam treinamento específico para atender às necessidades dos pacientes em pleno vôo, o que se constituiu em um grande desafio, especialmente porque assumi toda responsabilidade no cuidado destes pacientes, podemos inferir a sobrecarga psicológica que domina as Enfermeiras do Transporte Aéreo, pois a assistência de enfermagem e desenvolvida com tomadas de decisões, que envolviam o fazer médico.

3.9. Formação específica do enfermeiro de transporte aéreo

No Brasil, o enfermeiro de bordo e uma atividade ainda em expansão, com avanço dos grandes centros urbanos como São Paulo – SP e Rio de Janeiro – RJ, hoje existem cursos específicos ministrados por instituições de ensino, tendo sua formação voltada para o transporte aéreo de doentes, tendo o público alvo os profissionais da saúde: médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, com carga horário de 30 horas para Médicos e Enfermeiros, Auxiliar/técnico de enfermagem de 22 horas, conforme estipulada pela portaria nº 2.048, de 5 de novembro de 20022, e a Resolução COREN  nº 290/2004 que fixa as especialidades de enfermagem e reconhece a especialização Aeroespacial [11].

Os profissionais devem ter noções de aeronáutica de fisiologia de voo, estas noções de aeronáutica e noções básicas de fisiologia de voo devem seguir as determinações da Diretoria de Saúde da Aeronáutica, e da Divisão de Medicina Aeroespacial.

O alto risco de vida da maioria dos pacientes aerorremovidos exige assistência constante de enfermagem especializada, bem como os cuidados médicos preparados para atender pacientes críticos [12].

Requisitos Gerais para o Enfermeiro: Disposição pessoal para a atividade; Equilíbrio emocional e autocontrole devido às possíveis situações de risco que estão envolvidas durante o transporte; Capacidade física e mental para a atividade; Condicionamento físico para trabalhar em unidades móveis; Capacidade de trabalhar em equipe; Iniciativa e facilidade de comunicação; Disposição para cumprir ações orientadas; Experiência profissional prévia em serviço de saúde voltado ao atendimento de urgências e emergências; Disponibilidade para a capacitação discriminada, bem como para a recertificação periódica; Tato e sensibilidade; Exigências antropométricas; Liderança; Resposta satisfatória ao estresse; Curso básico de transporte aeromédico; Curso e exercício simulado de emergência anual.

O enfermeiro necessita ter um bom controle emocional, devido às possíveis situações de risco que estão envolvidas durante uma remoção aérea. O ambiente restrito da aeronave, diferentes pacientes com diferentes diagnósticos, fisiologia de altitudes, aceleração, desaceleração, diferentes temperaturas, situações de emergência em voo tais como: despressurização, aterrissagem de emergência e outras panes possíveis que envolvem a complexidade de uma aeronave que podem influenciar o estado psicológico do profissional que atua em remoção aérea1.

4. Análise de dados

4.1. Resposabilidades e atribuições do enfermeiro no transporte médico

a. Em relação aos problemas do paciente

Após passar por todas as etapas de voo até a entrega do paciente /cliente/usuário ao hospital de destino o enfermeiro deverá realizar o registro de enfermagem no livro de relatórios dos enfermeiros.

Em caso de escalas não previstas no plano de voo, o piloto deverá informar ao enfermeiro mudanças no número de escalas e o tempo de permanência de cada escala em solo, para planejar a quantidade de medicação e o consumo de oxigênio de acordo com o estado do paciente / cliente / usuário1-.

Os seguintes cuidados de enfermagem nas seguintes situações descritas abaixo [13]:

Ansiedade: O enfermeiro deve identificar as necessidades que o paciente tenha pela perspectiva de vôo, orientando-o de tal forma que suas preocupações sejam diminuídas e que ele possa fica tranquilo sem medos. E importante que o cliente sinta-se calmo durante todo o processo de translado hospital- aeronave- hospital

Barosinusites: Solicitar ao piloto o retorno a altitudes mais elevadas, também pode se fazer uso de um spray nasal vasoconstritor;

Distensões gástricas: O enfermeiro deve avaliar antes do voo e aliviar ou eliminar através de sonda nasogástrica, que deve permanecer aberta, pois com o aumento da altitude os gases podem se expandir, resultando em episódios de emese e possíveis aspirações para os pulmões.

Descompressão ou disbarismo: O tratamento de emergência para todas as formas inicia-se com oxigênio a 100% e deve incluir uma rápida descida da aeronave;

Paciente traumatizado: Verificar o tipo de trauma do paciente, estabilidade do paciente que pode ser afetada pela altitude, condições de volêmia, balaço hídrico, exames hematológicos compatíveis, alguns procedimentos invasivos durante o voo, desobstrução das vias aéreas, imobilização de fraturas, necessidade de oxigenação.

Ruídos: Se restringe a utilização de proteção auricular (fone de ouvido) que deve ser utilizado tanto pelo tripulação quanto paciente/cliente/usuário, assim possibilitando uma comunicação entre eles.

Existem outros efeitos durante o voo que o paciente e a tripulação aeromédica esta sujeita, a empresa de transporte aeromédico irá treinar o enfermeiro e a equipe sobre os possíveis efeitos que ocorrem no voo.

b. Competências e responsabilidades

De acordo com a Portaria do Ministério da Saúde nº 2.048/2002 que estabelece as respectivas competências/atribuições do Enfermeiro de bordo segue a abaixo:

Supervisionar e avaliar as ações de enfermagem da equipe no Atendimento Pré-Hospitalar Móvel; Conhecer equipamentos e realizar manobras de extração manual de vítimas;  Executar prescrições médicas por tele-medicina; Prestar cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica a pacientes graves e com risco de vida, que exijam conhecimentos científicos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas; Prestar assistência direta as vítimas, em atuação na aeronave; Prestar a assistência de enfermagem à gestante, a parturiente e ao recém-nato; Fazer controle de qualidade do serviço nos aspectos inerentes à sua profissão; Exercer todas as funções previstas legalmente reconhecidas a sua formação profissional; Monitorizar o monitor cardíaco, oxímetro de pulso e monitor não invasivo de pressão arterial; O paciente deve ter no mínimo um acesso venoso calibroso (com jelco ou abocath – tipos de seringas). Os procedimentos invasivos devem ser realizados antes do embarque;  Administrar medicação e infusão de drogas endovenosas; As medicações de urgência, com uso previsível para a situação, devem estar prontas para administração, controlar e repor medicação e material utilizado; Realizar curativos e imobilização de fraturas; Colocar água nas cânulas endotraqueais durante o vôo para prevenir a ruptura do mesmo, devido à expansão gasosa nas grandes atitudes; Em caso de tração ortopédica, utilizar as confeccionadas para as remoções, onde não há necessidade de pesos, pois durante a aceleração e desaceleração os pesos tendem a balançar, alterando a tensão da tração; É desejável que se disponha de um aspirador manual portátil para as situações de falha do equipamento; Sondas vesicais demora devem ser mantidas abertas para evitar a expansões gasosas e eliminar com facilidade a urina; Se a vítima estiver consciente deve ser esclarecida quanto ao transporte. Se a vítima se encontrar em estado agitado deve ser sedada e contida, especialmente em helicópteros devido ao piloto e ao painel de controle estarem ao alcance da mesma;  Imobilizar adequadamente as vítimas de traumas; Observar constantemente a evolução dos sinais e sintomas do paciente;  O enfermeiro de bordo deve  acompanhar o embarque e desembarque do paciente; administrar medicação prescritas pelo médico responsável do hospital de origem e outros medicamento caso o médico de bordo julgas necessário durante o translado; segurança no interior e exterior da aeronave1-2-10.

Portanto, se faz necessário que o enfermeiro tenha o conhecimento técnico e prático na execução de suas atividades atribuídas e saiba executar a melhor intervenção de enfermagem, assegurando ao cliente uma assistência de enfermagem livre de danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência.

c. Organização e Controle do material

Como citado anteriormente, a escolha da aeronave e definida pela coordenação de voo juntamente com o médico, a montagem da aeronave será realizada pelo enfermeiro, após analise sistematizada de todos os fatores e de acordo com a necessidade clínica de casa paciente / cliente / usuário.

O enfermeiro deverá estar atento aos seguintes itens abaixo no momento de alojamento e desalojamento do paciente na aeronave: Supervisionar o alojamento e desalojamento do paciente na aeronave; Atuar em conjunto com o médico durante a execução das manobras de ressuscitação e intervenção de emergência; Administrar medicação e infusão de drogas endovenosas; Realizar curativos e imobilização de fraturas; Prestar cuidados específicos ao paciente, avaliando e registrando sua evolução; Manusear equipamentos, bem como providenciar sua manutenção; Controlar e repor medicação e material utilizado; Providenciar o preenchimento do termo de responsabilidade; Proporcionar conforto e apoio ao paciente removido e sua família; Implementar ações para a promoção a saúde e adotar práticas, normas e medidas de biossegurança; Tratar os incidentes críticos em reuniões de BRIEFING1-11;

Portanto, o enfermeiro tem uma atuação participativa e não um coadjuvante durante as etapas de voo do transporte aeromédico. O profissional de enfermagem atua na promoção, recuperação da saúde de de seus paciente / cliente / usuário, visando o ser humano como um todo.

4.2 Riscos ocupacionais no transporte aeromédico

O enfermeiro de bordo no desenvolvimento de suas funções está exposto a inúmeros riscos ocupacionais  podendo ser causado por fatores químicos, físicos, mecânicos, biológicos, ergonômicos e psicossociais, que podem ocasionar doenças ocupacionais e acidentes de trabalho, uma vez que esses profissionais lidam diretamente com o paciente, com agulhas e outros tipos de perfuro cortantes, equipamentos, soluções e outros situações e aspectos.

A área de transporte aeromédico esta tem os seus ricos tanto para o trabalhador como para o paciente/cliente/usuário, a diferença  e que o corpo esta sujeito apenas naquele momento ou diariamente para quem trabalha no serviço de remoção ou resgate aeromédico.

A equipe aeromédica está sujeito a riscos ocupacionais como em qualquer outra profissão. Durante a remoção  e resgate aeromédico podem ocorrem episódios que a longo ou curto prazo pode afetar a vida cotidiana do profissional que trabalha nesse área.

Muitos fatores e situações de trabalho no contexto da enfermagem, predispõem ou acentuam o aparecimento de danos aos profissionais. Portanto as constantes mudanças aumentam as cobranças e exigências do empregador / empresa/ hospital em relação  ao empregado/ funcionário que afeta a qualidade de vida dos trabalhadores. Os fatores estressantes de voo para a equipe aeromédica são12-13:

Vibração e ruído: As vibrações se propagam pela fuselagem e pelo ar, podendo causar diminuição da acuidade visual afetando o sistema neuromuscular e vascular, levando a uma sensação de desconforto e fadiga. A audiometria anual e obrigatória como meio de prevenção. Ruídos acima de 120dB(A) é considerado prejudicial ao ouvido humano,  acarretando há: cefaléia, fadiga, náusea, vertigem podendo também causar dano permanente ou temporário ao ouvido e deteriorazação no desempenho de suas atividades. O uso de protetores auriculares e recomendado e fone de ouvidos como EPI.

Cruzamento de fusos horário: Trabalho noturno e diurno – O ritmo circadiano da tripulação aeromédica fica comprometido quando  vários meridianos são ultrapassados durante o voo.  Os efeitos estressantes em decorrer a diferença de fuso horário são: distorção tempo/distância, alteração de apetite, insônia, constipação; irritabilidade; ptesiofobia (medo de voar), astenia; concentração e capacidade de decisão rebaixados;

Mudanças de Clima: Extrema mudança de clima podem depender do local do hospital bem como das condições  que esta dentro do interior da aeronave. Se houver baixa resistência ou fadiga pela exposição a variações de temperatura pode haver infecções respiratórias frequentes;

Esforço Físico: Levantamento de peso –  Manipulação do paciente auxiliando por maca e colocá-lo na aeronave; manejo, reposição de materiais e outros procedimentos caracterizam o dia-a-dia da enfermagem acarretando cansaço e dores no corpo;

Risco de acidente:  Possibilidade de incêndio ou explosão – risco de  queda da aeronave, incidentes aéreo ou sinistro; Risco elétrico se enquadra aqui também;

Psiquicossociais: Desgaste físico e emocional – Sobrecarga vinda do contato com os sofrimentos dos pacientes, com dor e a morte;

Perfuro cortante: Os materiais perfuros cortantes são as principais causas de acidentes na enfermagem sendo material infectocontagioso, podendo causar hepatite, herpes, AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida);

A dieta da tripulação  durante a remoção deve ser mais rica em carboidratos que propicia energia mental, do que em proteínas, que requer mais O2 que são de difícil digestão. Alguns alimentos devem ser evitados pela tripulação que podem levar a uma distensões e cólicas, exemplos: feijão, repolho, tomate, pão, bola e goma de mascar, amendoim, cebolas, bolo. Evitar bebidas gaseificadas devido a dilatação dos gases, não ingerir bebida alcoólica, pois seu efeito é potencializado de 2 a 3 vezes13.

Portanto entende-se que a equipe aeromédica está sujeito a fatores estressantes na atividade profissional como em qualquer outra profissão. Deve-se estar sempre atento para o risco de estresse e fadiga aérea que prejudicam o trabalho da equipe aeromédica, desenvolver estratégias para atender de modo satisfatório o paciente, prestando um cuidado livre de erros tanto para o cliente quanto para tripulação.

5. Considerações Finais

A profissão de enfermeiro de bordo exige muito mais que preparo físico, exige um preparo intelectual, não basta ser enfermeira tem que gostar do que faz e ter conhecimento para isso. E importante que o enfermeiro deve estar ciente de que o estudo é contínuo, não é algo fixo fechado, ele é mutável e terá que correr atrás para estar renovado constantemente. Conclui- se que existe um leque de opções para a enfermagem se especializar / capacitar.

É perceptível o crescimento gradativo da profissão e consequentemente amplia as possibilidades na especialização da enfermagem. Os profissionais que possuem um vasto conhecimento em atendimento emergencial, cursos de socorristas estão inseridas em um mercado constantemente em expansão, porém, pouco divulgado.

Pessoas que trabalham em altitudes também sofrem os efeitos colaterais iminentes da profissão como náuseas, sensação de trepidação, perda gradativa de audição e envelhecimento precoce, pela falta adequada de oxigênio. Existem  características na fisiologia do organismo em solo, que é diferente em altitude. Cada vôo é singular, nenhum outro terá as mesmas emoções e sentimentos.

As atribuições e responsabilidade do enfermeiro de bordo e de fundamental importância para um transporte seguro que e uma das mais significativas aquisições da aviação em um país como o Brasil, as chamadas UTIs aéreas tem importância capital, permitindo o deslocamento de pacientes de regiões de baixos recursos médicos, ou de áreas remotas, para grandes centros de referência.


Referências

[1] THOMAZ, R, R., MIRANDA, M.F.B., G.A.G, GENTIL, R.C. Enfermeiro de Bordo: uma profissão no ar. Acta paulista enfermagem. São Paulo, vol.12, n.1, p. 86-96, 1999.

[2] BRASIL, Ministério da Saúde. Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência. Portaria no 2.048/GM, 05 Nov, Brasília, 2002.

[3] FERRARI, D. Transporte aeromédico: evolução e história. Revista Intensiva vol.3, 2005.

[4] VIEIRA, B. Ciências aeronáuticas: transportes especiais de pessoal. Guaratinguetá, Brasil: Quartzo Escola, 2009.  Disponível em: www.quartzoescola.com.br/apostilas/5transespe.doc Acessado em: 01/05/2010.

[5]  GENTIL, R, C. Remoção aeromédica: a implantação de um serviço privado em São Paulo. (Tese de Mestrado – Faculdade de São Camilo de Administração hospitalar), São Paulo, 1992.

[6] JUNIOR, G.A.P, NUNES,T.L., BASILE- FILHO A. Transporte do paciente crítico. Rev Do Hospital das Clínicas e da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, 34:2, pag 143-153, 2001. Disponível em: http://www.bireme.br. Acessado em: 09/03/2011.

[7] CONN A, K, T. Transport of the critically ill patient. 3th. ed. W.B. Saunders, Philadelphia, Pennsylvania, pág. 74-79, 1995.

[8] LARCERDA, M. A.; CRUNIVENEL, M, G, SILVA, W, V. Transporte de pacientes: Intra-Hospitalar e Inter- Hospitalar. Capitulo VI Ano 2007.

[9] THOMAZ, R.R, LIMA. F.V. Atuação do enfermeiro no atendimento pré –hospitalar na cidade de São Paulo. Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v.13, n.3 p.59-65, 2000.

[10] CARVALHO, V. P; DIAS, C. P. O Enfermeiro de bordo no transporte aéreo. Trabalho 3206 – 61º Congresso Brasileiro de Enfermagem- Transformação Social e Sustentabilidade Ambiental – CBen, Fortaleza, CE, 2009.

[11] COFEN. Resolução COFEN 290/2004 – Fixa as Especialidades de Enfermagem. Disponível em: http://site.portalcofen.gov.br/node/4326 Acessado em: 25/09/2010.

[12] GENTIL, R, C. Aspectos históricos e organizacionais da remoção aeromédica: A dinâmica da assistência de enfermagem. Revista da escola de enfermagem USP 31:3 (1997), p. 452-457. 

[13] REIS, M,C,F, VASCONCELLOS, D.RL., SAIKI, J., GENTIL, R.C. Os efeitos da fisiologia aérea na assitencia de enfermagem ao paciente aeroremovido e na tripualação aeromédica. Acta Paulista de enfermagem, São Paulo, v. 13, n.2, p. 16-25, 2000.


Os autores são Acadêmicas de Enfermagem da Universidade Estácio de Sá – Trabalho de Conclusão de Curso. Campus: Barra/Akxe – 2011.01.

Orientador (a): Prof.ª Ms. Nina Aurora Mello Savoldi é  Docente da Universidade Estácio de Sá, mestre /UERJ- Enfª. BLH-IFF -FIOCRUZ- Rio de Janeiro.


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Douglas Ferrari

Balões iniciam transporte de feridos

Na mitologia grega Ícaro ganha asas e estabelece o sonho do homem em voar. Em 21 de novembro de 1783 Pilatre de Rozier and the Marques d’ Arlandes após experimento com balão de setembro de 1783 com animas realizado por Montgolfier, fizeram o primeiro vôo na altitude de 3000 pés por 20 minutos e percorrendo distância de 8 km na França. Iniciava importante passo onde a conquista do céu, na liberdade de voar, projetava a humanidade sobrepondo seus limites.

Em 24 de setembro de 1852 Henri Giffard acopla motor de 3 HP na velocidade de 27 km/hora do hipódromo de Paris a cidade, iniciando a era dos dirigíveis.

A fisiologia da altitude era desconhecida e logo viriam os sintomas das baixas pressões atmosféricas. A necessidade do transporte militar e feridos foi surgindo, onde na guerra Franco Prussiana em 1855 foi amplamente utilizada a remoção e resgate Aeromédico.

Feridos eram transportados de forma rudimentar para Hospitais de campanha, já se observando as vantagens ganhas em tempo e segurança, porém eram transportes realizados com ausência ou limitações de profissionais de saúde, principalmente médicos.

Tropas alemãs inflando um balão de observação em 1940.
Tropas alemãs inflando um balão de observação em 1940.
Balão utilizado na Guerra Franco-Prussiana ( 1870 - 1871 ): Forças Napoleônicas.Praça de St. Pierre.
Balão utilizado na Guerra Franco-Prussiana (1870 – 1871): Forças Napoleônicas.Praça de St. Pierre.

Paul Bert: Médico Fisiologista e “Pai da Fisiologia da Altitude”

O primeiro médico fisiologista dedicado a fisiologia da altitude foi Paul Bert, que através de câmara hipobárica, analisou os efeitos da baixa pressão em humanos e animais sobretudo no sistema Respiratório e Cardiovascular.

Bert demonstrou que o homem não estava adaptado ao ambiente aéreo e estava sujeito a hipóxia, hipotermia, mal estar intermitente e efeitos deletérios do oxigeno e nitrogênio. Mas a aviação foi desenvolvendo e dezembro de 1903, Orville e Wilbur Wright, os irmãos Wright, fazem o primeiro voo controlado de um avião “com motor”, percorrendo 852 pés com o modelo Flyer nos EUA, porém Santos Dumont efetua em outubro de 1906 o primeiro voo homologado da história no avião 14 BIS de 50 CV, estaria definitivamente inventado o avião.

As aeronaves evoluíam, porém os limites da biologia humana impunham estudos, 90% das mortes dos pilotos eram atribuídas a despreparo e consequência da fisiologia do voo. Surgia a Medicina Aeroespacial objetivando o estudo da fisiologia do voo, contribuindo nos equipamentos e roupas para pilotos e tripulações.

Na I Guerra Mundial iniciava os primeiros modelos de aeronaves para transporte aeromédico. Eram rudimentares, despressurizadas, com sistema de rede de oxigênio suplementar, em monomotores de velocidade média de 150 km/hora e os feridos encontravam-se em compartimentos a frente do piloto. Já no contexto da Guerra Franco-Prussiana, Henri Dunan inconformado com a crueldade da guerra cria a Cruz Vermelha internacional.

Paul Bert (1833-1886), francês, médico fisiologista.
Paul Bert (1833-1886), francês, médico fisiologista.
Médico e fisiologista Paul Bert (1833 - 1866 ), estudos dos efeitos fisiológicos da baixa pressão atmosférica ( experimento com Câmara Hipobárica )
Médico e fisiologista Paul Bert (1833 – 1866), estudos dos efeitos fisiológicos da baixa pressão atmosférica (experimento com Câmara Hipobárica)

Cruz Vermelha Internacional e equipe de saúde

Conferência de Genebra na Suíça que entre muitas medidas estabelece que a equipe de saúde em seus capacetes e braceletes, ambulâncias e aeronaves receberiam o símbolo oficial da Cruz em tom avermelhado para identificação do atendimento e transporte de feridos.

Após a I Guerra, o sistema de remoção aérea foi desenvolvendo porém com limitações de custos e pessoal treinado. Aeronaves amplas com médicos e enfermeiros, maior conhecimento da fisiologia do voo e aeroportos homologados, já permitiam o transporte mais adequado e rápido.

A II Grande Guerra novamente impulsiona a necessidade de transporte rápido de feridos, alemães e americanos adaptam aeronaves militares de transporte para “ambulâncias aéreas” com macas apropriadas, sistema de aspiração e oxigênio, equipamentos de ventilação não invasiva com máscaras, medicações e com presença dos profissionais de saúde para atendimento. O transporte aéreo organizado para Hospitais militares de retaguarda permitia ampliar a remoção de vários pacientes ao mesmo tempo em aviões amplos como o americano DC – Douglas.

Avião utilizado na 2a. Guerra Mundial para remoção de feridos.
Avião utilizado na 2a. Guerra Mundial para remoção de feridos.
Junker JU.52/3M ambulância. Sistema do Serviço de Saúde Alemã, Remoção aérea na II Grande Guerra.
Junker JU.52/3M ambulância. Sistema do Serviço de Saúde Alemã, Remoção aérea na II Grande Guerra.
França, 1917. Transporte Aéreo rudimentar na I Guerra Mundial.
França, 1917. Transporte Aéreo rudimentar na I Guerra Mundial.

O Helicóptero

Em 1907, Loius Breget elabora a teoria da asa rotativa, entre vários experimentos somente em 1935 finaliza o protótipo com rotor duplo, porém a concepção atual dada ao helicóptero com rotor central e de cauda foi elaborada em 1939 através Igor Sikorsky, o modelo VS 300 voou 1 hora, 32 minutos e 26 segundos.

O helicóptero, do grego Helix ( helicóide) e Pteron (asa) , logo estaria inserido como aeronave de transporte aeromédico em virtude da sua configuração versátil, não necessitando de pistas e efetuando pouso vertical.

Os primeiros aparelhos equipados para resgate de feridos já surgiram na II Guerra, porém foi na Guerra da Coréia em 1955 que sua utilização foi empregada onde helicópteros de pequeno porte monopilotado apresentavam macas fechadas no esqui protetor.

O transporte era rudimentar, em baixa altitude, sem equipe de vigilância durante o voo e já demonstrava a necessidade do piloto em conhecer procedimentos básicos de primeiros atendimento.

Em 1962 a Guerra do Vietnam inicia, em terreno acidentado, floresta fechada e graves epidemias, tornou o helicóptero a melhor opção para deslocamento militar e de feridos. O mais utilizado foi H1, em geral com dois pilotos, contava com maca interna, equipe de auxiliar ou enfermeiro e médico para sobretudo efetuar resgate de feridos em missões com pouca segurança e sujeita a artilharia inimiga.

A Guerra do Vietnã demonstrou a necessidade de treinamento para equipes de saúde específicas, dando início a era da asa rotativa e UTI aéreas. Já nessa época, o médico e engenheiro aeronauta Forrest Bird inventa o mais importante ventilador pulmonar invasivo pressórico designado BIRD Mark7 para utilização em UTIs militares e aeronaves de resgate.

Louis Breget, modelo de 1907 com assento central e quatro hélices rotativas.
Louis Breget, modelo de 1907 com assento central e quatro hélices rotativas.
Louis Breget, modelo de 1907 com assento central e quatro hélices rotativas.
Louis Breget, modelo de 1907 com assento central e quatro hélices rotativas.
Igor Sikorsky testando seu primeiro modelo de helicóptero.
Igor Sikorsky testando seu primeiro modelo de helicóptero.
1939, Igor Sikorsky em seu primeiro vôo no VS 300, inventor do helicóptero no modelo atual.
1939, Igor Sikorsky em seu primeiro vôo no VS 300, inventor do helicóptero no modelo atual.
1950 - Guerra da Coréia - Ferido sendo carregado para ser transportado por helicóptero.
1950 – Guerra da Coréia – Ferido sendo carregado para ser transportado por helicóptero.
Coréia - Transferência de ferido transportado pelo helicóptero para uma ambulância.
Coréia – Transferência de ferido transportado pelo helicóptero para uma ambulância.
Coréia - Modelo de helicóptero com maca lateral externa.
Coréia – Modelo de helicóptero com maca lateral externa.
Guerra da Coréia ( 1948 - 1953 ) - Início do transporte Aeromédico através de asa rotativa
Guerra da Coréia ( 1948 – 1953 ) – Início do transporte Aeromédico através de asa rotativa
Vietnã ( 1964 - 1975 ). O Transporte em helicópteros foi amplamente utilizado, surgem as primeiras ambulâncias aéreas equipadas nos padrões atuais.
Vietnã ( 1964 – 1975 ). O Transporte em helicópteros foi amplamente utilizado, surgem as primeiras ambulâncias aéreas equipadas nos padrões atuais.

Apogeu da Remoção Aérea

Na década de 80 inicia o apogeu do transporte aeromédico. Aeronaves rápidas como jatos, tornaram-se verdadeiras UTIs Aéreas, com ventiladores pulmonares específicos, desfibriladores, Bombas de Infusão apropriadas, medicações, monitores cardíacos e principalmente equipe aeromédica treinada. Velocidades de 27 km/hora alcançam 900 km/hora, em cabines pressurizadas, ambiente confortável para paciente e equipe, com normas internacionais rígidas, proporcionando rapidez e segurança.

Novos desafios virão. A medicina não tem fronteiras. Infelizmente o transporte aeromédico ainda serve parcela da população, seja por motivos culturais, financeiros ou mesmo centros avançados que dispensam a necessidade do transporte aéreo. Custos como da aeronave, hangaragem, manutenção, combustível, seguro, equipe treinada, equipamentos médicos dificultam a ampliação da utilização deste fundamental recurso destinado ao paciente grave.

Cabe agora ao ser humano trazer a tecnologia para seu bem estar, trazer os avanços da ciência da engenharia e da medicina para seu próprio uso, transformar e democratizar conquistas humanas para o bem, sem dúvida o transporte aeromédico reflete esta filosofia, da superação em salvar vidas humanas que não possui preço.

Remoção Atual em Helicópetro: Equipe multiprofissional, equipamentos compondo UTI aérea. Segurança e Rapidez.
Remoção Atual em Helicóptero: Equipe multiprofissional, equipamentos compondo UTI aérea. Segurança e Rapidez.

Fonte: www.medicinaintensivista.com.br

Autor: Douglas Ferrari, Médico Intensivista, professor universitário, Mestre e Doutor em Terapia Intensiva. Idealiza o conceito interdisciplinar e amplo no tratamento do paciente crítico. Dedica-se integralmente a publicações científicas e a especialidade. Educador, coordena os Centros Formadores de Especialistas em Terapia Intensiva. É Presidente-Fundador da SOBRATI, editor da Revista Intensiva, Presidente do IBRATI  ( Instituto Brasileiro de Terapia Intensiva ).

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