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Aeromédico resgata criança que caiu de cavalo em Novo Oriente, CE

Aeromédico resgata criança que caiu de cavalo em Novo Oriente, CE.

Ceará – A Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) atuou em um transporte aeromédico na manhã de quinta-feira (10), no município de Novo Oriente. A vítima, uma criança, precisou ser socorrida após cair de um cavalo no município, localizado na região dos Sertões de Crateús

O helicóptero bimotor Fênix 06 da CIOPAER decolou da Base Aérea de Crateús e assim que pousou no local da ocorrência, iniciou atendimento à criança que apresentava traumatismo cranioencefálico grave.

Com base na avaliação feita pela equipe aeromédica foi necessário transportá-la para uma unidade hospitalar na cidade de Sobral, a fim de receber tratamento especializado. O voo durou cerca de uma hora.

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Serviço de atendimento pré-hospitalar de Americana realiza visita técnica na Base de Aviação da PM, em Campinas

Equipe do SAMU de Americana passa por capacitação sobre resgate aeromédico na BAvPM de Campinas. Fonte: Ascom Americana.

São Paulo – Equipe técnica do serviço de atendimento pré-hospitalar municipal de Americana realizou nos dias 9 e 10 de agosto, visita técnica na Base de Aviação da Polícia Militar (BAvPM), em Campinas, e contou com a participação de enfermeiros, técnicos de enfermagem e condutores de ambulância. Os profissionais receberam instruções do enfermeiro de voo da PM, Jarbas Brugneroto, sobre o resgate aeromédico.

Segundo a coordenadora do serviço, Adriana Pacheco, a familiarização com esta modalidade de resgate é necessária em face da grande diversidade de profissionais que atuam nas ocorrências: “A familiarização com este tipo de resgate é oportuna para o conhecimento geral das intervenções, o que facilita e agiliza a integração técnica dos profissionais envolvidos”, disse.

O treinamento abordou a segurança ocupacional, o acionamento e a regulação do serviço de resgate aeromédico na região de Campinas e a medicina aeroespacial aplicada aos aeronavegantes e às vítimas nos resgates aeromédicos.

Adriana destacou que a visita teve como objetivo evidenciar os procedimentos das operações de resgate aéreo, além de orientar os profissionais das bases terrestres sobre quando acioná-lo e como oferecer o apoio técnico durante as operações.

“O transporte aeromédico é uma atividade complexa e requer uma aplicação cautelosa de segurança e ações adequadas. Os profissionais foram esclarecidos sobre quando acionar o recurso aéreo, bem como as diversas operações de emergência envolvidas dentro e ao redor da aeronave”, explicou a coordenadora.

Helicóptero da PRF do Rio de Janeiro é usado para transportar equipe de captação e órgão para transplante

Helicóptero da PRF do RJ é usado para transportar equipe de captação e órgão para transplante

Rio de Janeiro – Na manhã de sábado (5), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada pelo Rio Transplante, programa estadual de transplantes de órgãos, para realizar a captação de um fígado em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.

O Núcleo de Operações Aéreas (NOA-RJ) da PRF transportou três médicos para realizar a cirurgia de extração do órgão. O helicóptero decolou da Lagoa, na Zona Sul do Rio, em uma viagem de aproximadamente uma hora e 20 minutos, com destino ao Hospital Geral Dr Beda, no centro de Campos. Em seguida, retornou para a capital fluminense e o fígado foi levado para o Hospital Adventista Silvestre, no Cosme Velho.

O Núcleo de Operações Aéreas foi criado no Rio de Janeiro em 2016. Localizado na sede da superintendência do órgão, na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), possui um hangar com uma aeronave multimissão modelo AW119 (Koala). O helicóptero é dotado de capacidade para policiamento, defesa civil e serviço aeromédico. A cooperação entre a PRF e a Secretaria Estadual de Saúde teve início em julho de 2023.

Em uma semana, helicóptero da PRF realizou 18 atendimentos aeromédicos no Paraná

Em uma semana, helicóptero da PRF realizou 18 atendimentos aeromédicos no Paraná

Paraná – Desde a retomada do serviço aeromédico pela Polícia Rodoviária Federal, já foram realizados 18 atendimentos. O serviço começou no dia 1º de agosto e é prestado na Região Metropolitana de Curitiba, em apoio aos órgãos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Com uma média de mais de 2,5 ocorrências por dia, a equipe opera 12 horas por dia, realizando resgates e remoções aeromédicas de pacientes críticos, além de atender a outras necessidades emergenciais do sistema de saúde.

Nestes primeiros dias, foram mais de 25 horas voadas em operações aeromédicas. Na primeira semana, a PRF realizou atendimento simultâneo à vítimas de acidente de trânsito, com helicóptero da Polícia Militar.

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Escola Superior do Ar oferece pós-graduação em Medicina e Saúde Aeroespacial

São Paulo – A Escola Superior do Ar (EAR) foi recém credenciada pelo Ministério da Educação (MEC) dentro do conceito Aeroporto-Escola, onde os alunos irão interagir com o dia-a-dia da aviação.

Criada por um grupo de aviadores e entusiastas, obteve nota máxima no credenciamento junto ao MEC e pretende capacitar profissionais para as diferentes áreas da aviação. A EAR já está ofertando cursos superiores de bacharelado e de tecnologia, cursos de extensão ou livres, MBA e pós graduação latu sensu.

Dentre os cursos, está a pós-graduação em Medicina e Saúde Aeroespacial. Este curso tem como principal objetivo fornecer os conceitos e os conhecimentos fundamentais da fisiologia aeroespacial de altitude ou de aviação para os profissionais de saúde envolvidos nas atividades aéreas. O curso é voltado para médicos, enfermeiros e fisioterapeutas.

Oferece também a oportunidade de profissionalizar integrantes da área de saúde, quer sejam civis ou militares, para trabalhar como perito nas inspeções de saúde em aviação; no tratamento das principais alterações fisiológicas produzidas pela atividade aérea; na familiarização dos profissionais de saúde com as morbidades próprias dos viajantes; na correta condução científica das morbidades pré-existentes nos passageiros durante os voos; na orientação sobre as melhores condutas no transporte aéreo de pacientes; no auxílio de investigação do acidente aeronáutico; no conhecimento das principais atividades do aeroporto; entre outros.

O curso utilizará o sistema de Sala de Aula Virtual, onde o aluno poderá assistir aulas ao vivo, ou as aulas gravadas que ficarão disponíveis aos alunos matriculados. Maiores informações a respeito do curso poderão ser obtidas no site www.escolasuperiordoar.com.br.

SAIBA MAIS

 

ABOA promoverá painel sobre “Panorama do Mercado Aeromédico Brasileiro” na LABACE 2023

São Paulo – A Associação Brasileira de Operações Aeromédicas (ABOA) participará da 18ª edição da LABACE, maior feira de aviação de negócios da América Latina, que acontecerá nos dias 8 a 10 de agosto no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

A ABOA apresentará um painel sobre o “Panorama do Mercado Aeromédico Brasileiro” no dia 10 de agosto, às 16h00, no auditório da LABACE. O painel contará com a participação dos associados, Omni Táxi Aéreo, representada pelo Diretor Comercial, Décio Galvão, e Airbus | Helibras, representada pelo Diretor de Vendas, Marketing e Desenvolvimento, Lionel De-Maupeou. O painel será mediado pelo Diretor Técnico da ABOA, Eduardo Alexandre Beni.

O painel é gratuito e exclusivo para o público que comparecer à LABACE. Para quem estiver na LABACE e fizer sua inscrição e checking no painel, receberá um certificado de participação. A ABOA também estará com estande para receber convidados e associados.

Será uma oportunidade única para conhecer as principais tendências do setor. A ABOA é uma associação sem fins lucrativos que tem como objetivo promover o desenvolvimento do setor, além de atuar na modernização dos marcos regulatórios da aviação e da saúde.

A ABOA também trabalha para se tornar certificadora dos complexos processos que envolvem o setor aeromédico. Junte-se a nós e venha celebrar as melhores práticas da aviação e reencontrar os amigos.

Faça sua Inscrição

Estande ABOA – LABACE 2023.
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SAMU Metropolitano do Recife recebe cinco equipamentos para reanimação cardiorrespiratória

SAMU Metropolitano do Recife recebe cinco equipamentos para reanimação cardiorrespiratória. Foto: Richardson Martins/SAMU Recife.

Pernambuco – A Secretaria de Saúde do Recife (Sesau) adquiriu cinco compressores torácicos mecânicos (automático) que darão maior efetividade às manobras de reanimação cardiorrespiratória de pacientes, realizadas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU Metropolitano do Recife).

Os equipamentos, comprados com um investimento de R$ 316 mil da Prefeitura do Recife, serão os primeiros adquiridos por serviços de urgência e emergência das regiões Norte e Nordeste do País. A tecnologia aumenta as chances de sobrevida e a qualidade de vida de pacientes que venham a sofrer paradas cardíacas fora do ambiente hospitalar.

SAMU Metropolitano do Recife recebe cinco equipamentos LUCAS 3 para reanimação cardiorrespiratória. Foto: Richardson Martins/SAMU Recife.

Os dispositivos automáticos (LUCAS 3) vêm para substituir o trabalho manual de reanimação e ficarão disponíveis nas quatro UTIs móveis e no helicóptero de resgate aeromédico do SAMU Metropolitano do Recife.

Os reanimadores cardiopulmonares automáticos podem ser usados tanto para o tratamento do paciente no local do incidente quanto durante a sua transferência para a unidade de saúde mais próxima, inclusive em aeronaves em pleno voo. Até então, era necessário pousar o helicóptero para conseguir realizar esse procedimento. Também podem ser utilizados em gestantes.

“A sobrevivência a uma parada cardíaca fora de ambiente hospitalar está diretamente ligada ao tempo de resposta e à constância das manobras de ressuscitação. Os equipamentos são projetados para fornecer compressões torácicas de alta qualidade, e contínuos, já que não se expõem ao estresse ou fadiga inerentes à atividade humana, e ainda possibilitam a liberação de um socorrista para ajudar possíveis outras vítimas. Ou seja, iremos oferecer um trabalho ainda mais eficiente e seguro”, explicou o coordenador geral do SAMU Metropolitano do Recife, Leonardo Gomes.

Nesta quinta (03), 25 profissionais do SAMU, entre médicos e enfermeiros, foram capacitados para utilização do aparelho, com aulas teóricas e práticas, incluindo simulação de uma ocorrência de parada cardíaca em manequins.

MJSP e Ministério da Saúde firmam parceria para atendimento aeromédico nas estradas

MJSP e Ministério da Saúde firmam parceria para atendimento aeromédico nas estradas

Brasil – Atendimento de ocorrências em acidentes com o objetivo de diminuir a mortalidade nas rodovias federais, além de apoio a procedimentos de transplante de órgãos. Essas são as missões principais do aeromédico, uma parceria envolvendo o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), e o Ministério da Saúde (MS).

A cooperação envolvendo MJSP e MS foi sacramentada durante reunião, nesta terça-feira (1), na sede do Ministério da Saúde, na Esplanada dos Ministérios, entre os ministros Flávio Dino e Nísia Trindade. Também participaram do encontro o secretário-executivo adjunto do MJSP, Diego Galdino, e o diretor-geral da PRF, Fernando Oliveira.

“É uma grande alegria estar no Ministério da Saúde com a ministra Nísia e sua equipe. Nós defendemos o Sistema Único de Saúde (SUS) e sabemos da importância dessa política pública vitoriosa em nossa nação. Estamos tratando de como o Ministério da Justiça e Segurança Pública, especialmente a Polícia Rodoviária Federal, pode ajudar a fortalecer a atenção à saúde da nossa população por meio dessa parceria”, explicou Flávio Dino.

PRF e SAMU realizam simulação de resgate em novo helicóptero AW119.

Ação conjunta

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, ressaltou que a utilização dos helicópteros da Polícia Rodoviária Federal em operações aeromédicas nas estradas do Brasil é uma pauta muito importante para a saúde do país. Segundo ela, há, no SUS, a tradição do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), e, também, de suas unidades aeromédicas.

“Essa parceria vai permitir uma ação conjunta, fortalecendo operações em caráter de emergência, seja em acidentes de trânsito ou outras necessidades importantes e que requerem essas unidades de emergência”, salientou. De acordo com Nísia Trindade, a colaboração mútua se tornará um projeto conjunto para fortalecer o SUS na área das emergências e das urgências.

Programa Aeromédico PRF

De acordo com o diretor-geral da PRF, Fernando Oliveira, o projeto já tem alguns pilotos em funcionamento nas cidades de Recife e Curitiba, e será ampliado em mais quatro bases, chegando a outras Unidades da Federação. “As próximas edições do Programa Aeromédico irão funcionar em Belo Horizonte e Belém”, contou.

“O aeromédico vai funcionar como apoio para vítimas de acidentes nas estradas e outras necessidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), como, por exemplo, transporte de órgãos e qualquer outro tipo de necessidade que o SAMU tiver. É um atendimento fundamental para diminuir a mortalidade nas BRs e para atender, também, a ocorrências fora das rodovias”, disse Fernando Oliveira.

Ministra da Saúde anuncia retomada do serviço aeromédico da PRF no Paraná. Foto: André Filgueira/PRF.

Criança com graves problemas cardíacos é transportada de Maceió para São Paulo

Sesau custeou o transporte aéreo com destino a São Paulo, além da internação e os procedimentos cirúrgicos. Carla Cleto / Ascom Sesau.

Alagoas – No início da noite de sábado (29), uma criança de apenas um ano de idade, natural de Igaci, no Agreste alagoano, foi transportada em uma ambulância aérea de Maceió para São Paulo.

Ela nasceu com uma cardiopatia congênita complexa, denominada de Tetralogia de Fallot, má formação da laringe e estreitamento da via aérea inferior, além de Síndrome de DiGeorge (distúrbio cromossômico que resulta em desenvolvimento inadequado de vários sistemas do corpo).

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) contratou o transporte aeromédico com a empresa Aerovida Táxi Aéreo, além da internação e os procedimentos cirúrgicos que irão ocorrer no Hospital Beneficência Portuguesa, na capital paulista.

Sesau custeou o transporte aéreo com destino a São Paulo, além da internação e os procedimentos cirúrgicos. Carla Cleto / Ascom Sesau.

A criança estava internada no Hospital da Criança (HC), em Maceió, vinculada à Sesau, e deixou a unidade depois que o Governo de Alagoas assegurou um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em São Paulo. Os pais da criança relataram que só descobriram a cardiopatia da filha após seu nascimento. A menina já foi submetida a 11 procedimentos cirúrgicos e teve seis paradas respiratórias.

“Devido a todas essas cirurgias nós fomos transferidos para Recife, para que ela fizesse a correção paliativa do coraçãozinho. Mas os médicos acharam muito delicado, já que ela terá que fazer a cirurgia de correção total futuramente e, por isso, decidiram colocar um stent no coração para que as crises cessem até que ela posse pelo procedimento de correção total do coração. Minha filha é uma menina muito guerreira, uma vitoriosa. Acho que a gente não aguentaria metade do que ela já passou”, salientou a mãe da criança.

Minutos antes da viagem para São Paulo, o pai da bebê, não escondia a emoção e a esperança de ver a família poder ir para casa junta pela primeira vez. “Desde que nossa filha nasceu, ainda não voltamos para casa como uma família. Ela ainda não conheceu seu quarto, sua casa, nem nossos familiares a conhecem pessoalmente. Agora, vamos para mais essa batalha e tenho fé que em breve estaremos juntos na nossa casa”, ressaltou.

Sesau custeou o transporte aéreo com destino a São Paulo, além da internação e os procedimentos cirúrgicos. Carla Cleto / Ascom Sesau.

Omni Táxi Aéreo é certificada pela ANAC para uso de guincho elétrico em operações de resgate

Omni realiza operações de busca e salvamento na Guiana com helicóptero S-92A. Foto: Eric Clark.

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) concedeu certificação à Omni Táxi Aéreo para o içamento de cargas e pessoas com guincho. Com isso, a Omni é a primeira empresa civil brasileira certificada para operações de resgate.

No Brasil, a empresa possui dois helicópteros Sikorsky S-92 e cinco AW139 preparados para realizar missões deste tipo em locais que não permitem o pouso da aeronave em segurança, como navios, unidades marítimas, terrenos desabitados e selva.

Marco Aurelio Bittencourt, Gerente Executivo de Operações, afirma que a certificação representa um grande salto operacional para a Omni: “Além das Forças Armadas Brasileiras (FFAA), com os helicópteros dos serviços SALVAMAR e SALVAERO, somos o único operador capaz de realizar o resgate de pacientes em unidades marítimas, quando não for possível efetuar o pouso devido ao helideck estar fora dos limites operacionais de segurança”.

Na operação internacional da Guiana, onde mantém cinco helicópteros do modelo S92 e um do AW139, também são certificados para realizarmos operações de busca e salvamento (SAR). Um dos S92 é configurado com três macas e um guincho duplo, enquanto o AW139 é configurado com uma maca e um guincho single.

Gabriel Carvalho, Analista de Operações, comenta que missões com guincho são especiais: “Requerem equipamentos aprovados [o próprio guincho] e pessoal devidamente treinado e capacitado para garantir que todas as ações tomadas ao realizar o içamento sejam seguras e que os envolvidos estejam protegidos. Estão envolvidos, além dos pilotos, resgatistas e operadores de guincho”.

BPMOA testa óculos de visão noturna nos novos helicópteros Robinson R66 do Projeto Falcão

BPMOA testa óculos de visão noturna nos novos helicópteros R66

Paraná – O Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) realizou testes com dois óculos de visão noturna (OVN), modelo L3 Harris AN/AVS-9 aviator, acoplados em capacetes de voo. Os testes irão subsidiar estudos para realização de processo licitatório para aquisição desses equipamentos.

Esta ação faz parte dos preparativos para o início das operações dos helicópteros R66 do Projeto Falcão, que em em breve, será lançado pelo Governo do Estado. Os painéis das aeronaves já possuem preparação para uso do OVN, porém, por ser material controlado, os equipamentos deverão ser adquiridos futuramente pelo estado. O kit com dois OVNs e dois capacetes de voo foram emprestados pelo Batalhão de Aviação da Polícia Militar de Santa Catarina (BAPM).

BPMOA testa óculos de visão noturna nos novos helicópteros R66 do Projeto Falcão.

O Projeto Falcão consiste no arrendamento (leasing) de helicópteros equipados para o emprego no policiamento aéreo em regiões estrategicamente sensíveis. O contrato foi assinado em 22 de dezembro de 2021 e em junho de 2023, dois helicópteros Robinson R66 com configuração policial, equipados com sistema de imagem Wescam MX-10, farol de busca e alto-falantes externo, foram entregues ao BPMOA.

A empresa Helisul Aviação foi a vencedora do processo licitatório para o arrendamento operacional das aeronaves policiais. O valor total do contrato para 12 meses é de R$ 16.748.640,00, considerando 60 horas de voo mensais para cada helicóptero, a R$ 11.631,00 a hora. Além disso, o contrato prevê a atualização dos equipamentos embarcados e maior disponibilidade.

Em 2022, o 1º Tenente da Polícia Militar do Paraná, Paulo Francisco de Oliveira, e o Major Wiliam Celestino Fávero publicaram o artigo intitulado Projeto Falcão: tecnologia embarcada nas operações aéreas da Polícia Militar do Paraná na revista Brazilian Journal of Development (BJD), que analisa detalhadamente o projeto.

Recentemente, os Majores da Polícia Militar do Paraná, Marcio Valim de Souza e Juliano Zanuncini publicaram outro artigo relacionado ao Projeto Falcão. No trabalho analisaram a normativa da captação aérea de imagens versus direitos fundamentais à privacidade e à proteção de dados pessoais. O artigo também foi publicado na revista BJD.

Clique e leia os artigos completos:

AutoPulse® – quando a tecnologia é utilizada para salvar vidas

Especial Publicitário (Indumed)

O AutoPulse® é um sistema desenvolvido para fornecer uma ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade. Esse sistema movimenta mais sangue de maneira mais consistente do que seria possível apenas com as mãos.

Da fabricante ZOLL, o equipamento é amplamente utilizado na ressuscitação em todo o mundo, especialmente nas operações aeromédicas. Eficaz e fácil de usar, o AutoPulse funciona como um “socorrista adicional”, proporcionando à equipe mais tempo para se concentrar naquilo que importa durante o atendimento a um paciente crítico, como administrar drogas, ventilar, entubar, entre outros.

Equipamentos aeromédicos utilizados pela empresa Air Jet Táxi Aéreo.

Desde o momento em que é ligado, os pacientes recebem compressões ininterruptas em todas as fases, permitindo fluxo sanguíneo máximo sem interrupções desnecessárias. O uso do AutoPulse® diminui o tempo total de atendimento pré-hospitalar, possibilitando a rápida chegada ao hospital e a assistência imediata, aumentando as chances de sobrevivência em casos reversíveis.

Segundo as diretrizes da American Heart Association (AHA 2015), “o uso de dispositivo de compressão torácica mecânica pode ser considerado em configurações específicas onde a entrega das compressões manuais de alta qualidade pode ser difícil ou perigosa para o socorrista, como em ambulância em movimento e espaços confinados”.

Estudos realizados no Japão, em 2011, pela Juntendo University of Shizuoka Hospital, mostraram que as taxas de retorno da circulação espontânea (ROSC) e sobrevivência até a alta hospitalar foram consideravelmente maiores no grupo AutoPulse™ em comparação com o grupo RCP manual: (ROSC, 30,6% [15 pacientes] vs. 7,0% [3 pacientes]; sobrevivência até a alta hospitalar, 6,1% [3 pacientes] vs. 2,3% [1 paciente]). Na análise multivariada, os fatores associados ao ROSC foram o uso do AutoPulse™ (odds ratio [OR], 7,22; P = 0,005) e pacientes com idade ≤65 anos (OR, 0,31; P = 0,042).

Demonstrou-se que o uso do AutoPulse® em helicópteros foi significativamente eficaz para o Retorno da Circulação Espontânea (ROSC) em pacientes com PCR, além de apresentar vantagens físicas, como ser mais leve e possuir tamanho compatível com espaço interno da aeronave.

AutoPulse

Benefícios clínicos comprovados

Entre os grandes ensaios clínicos prospectivos que foram publicados usando um dispositivo de RCP automatizado, o Sistema de Ressuscitação AutoPulse® alcançou a maior taxa de sobrevivência.

No estudo CIRC (Circulation Improving Resuscitation Care), a taxa geral de sobrevida até a alta foi de 10,2%, uma das mais altas já alcançadas em um estudo de parada cardíaca fora do hospital (OHCA). O estudo PARAMEDIC, que usou um dispositivo mecânico de RCP acionado por pistão, teve uma taxa de sobrevivência de 30 dias de apenas 6,6%.

Com o AutoPulse®, os socorristas não precisam se preocupar com as pausas que potencialmente comprometem a RCP quando transportam o paciente, pois o equipamento possui uma prancha estabilizadora, que garante compressões ininterruptas, mesmo em inclinações ou curvas. Isso permite uma alta fração de compressão durante o atendimento, aumentando as chances de sobrevivência do paciente.

RCP Inteligente

O AutoPulse® fornece compressões personalizadas, identificando a necessidade de cada paciente. Projetado para se adaptar às variações, ele calcula automaticamente o tamanho, a forma e resistência do tórax de cada paciente para aplicar a força necessária de forma individualizada.

Ideal para resgates em áreas de difícil acesso.

Além disso, a força de compressão do equipamento é distribuída por todo o tórax através da Faixa de Distribuição de Força (FDF). Diferentemente das compressões manuais onde a força é concentrada em apenas um ponto, seu mecanismo de ação possibilita que todos os pacientes recebam compressões seguras, sem riscos de lesões.

AutoPulse + X Series

O AutoPulse® Plus permite a integração com o desfibrilador X Series da ZOLL. O software do X Series, também ligado ao AutoPulse Plus, analisa o ciclo de compressão e programa automaticamente a aplicação de choque para o início da fase de relaxamento. Estudos clínicos demonstraram que este é o ponto ideal para maximizar a probabilidade de êxito do choque.

Gerenciamento de Dados de PCR Integrados

Após a ressuscitação, os dados armazenados no equipamento podem ser facilmente transferidos para o software CodeReview da ZOLL e são integrados diretamente a outros dados críticos do desfibrilador para fornecer o mais abrangente registro do atendimento.

O AutoPulse da ZOLL é referência em RCP mecânica no segmento aeromédico internacional.

Corpo de Bombeiros do Distrito Federal adquire helicóptero H125 para operações de resgate

Homem morre após cair de moto e bater em placa na Ponte JK, em Brasília. - Foto: CBMDF / Divulgação

Distrito Federal – O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) assinou um contrato com a Helibras para aquisição de um helicóptero monomotor H125. A aquisição aumentará a capacidade de atendimento aéreo da instituição a partir de junho de 2024.

O Grupo de Aviação Operacional (GAVOP) do CBMDF já opera dois modelos da linha Airbus, um H135 e um H130, e a inclusão do H125 aumentará ainda mais sua capacidade operacional. “A chegada do H125 à frota do CBMDF demonstra a grande confiança que os operadores do governo têm no modelo, conhecido por sua robustez e versatilidade. A aquisição reforça o compromisso da Helibras em apoiar os esforços do CBMDF para garantir a proteção da população”, afirmou o presidente da Helibras, Alberto Duek.

O novo helicóptero realizará missões essenciais para a população, como serviços médicos de emergência, busca e salvamento ou combate a incêndios. O H125 é versátil, requer pouca manutenção e tem baixo custo de aquisição, além de se destacar em ambientes quentes e extremos, o que é essencial para helicópteros de combate a incêndios.

O H125 pode transportar 1 ou 2 pilotos e até 5 bombeiros ou até 1.200 litros de água com um Bambi Bucket®. A configuração do helicóptero pode ser rapidamente alterada, permitindo aplicações multifuncionais em uma única missão ou tarefa.

Atualmente, cerca de 4.200 helicópteros da família H125 estão voando em todo o mundo nas condições mais exigentes, cerca de 550 deles somente na América Latina. O H125 é o líder absoluto do mercado na categoria de helicópteros monomotores intermediários, onde alcançou uma participação de mercado de 63% em 2022. No ano passado, 161 helicópteros H125 foram encomendados, estabelecendo um recorde de vendas na última década.

“Nossa missão é salvar vidas”, esse é o lema do GAvOp do Corpo de Bombeiros do DF. Foto: CBMDF.

Serviço de Ambulância Aérea de Hampshire atinge a marca histórica de 12 mil voos aeromédicos

Helicóptero e tripulação. Foto: Tim Wallace.

Inglaterra – No dia 20 de julho, o Serviço de Ambulância Aérea do condado de Hampshire e da Ilha de Wight (HIOWAA) atingiu a marca histórica de 12 mil voos aeromédicos. Nesse dia, o médico Matt Kerton e o paramédico Julian Hannah foram chamados para atender um paciente que precisava de cuidados intensivos de emergência após um acidente de trânsito na cidade de Basingstoke.

A equipe prestou tratamento ao paciente antes de transferi-lo para o hospital em uma ambulância terrestre. Desde em 1º de julho de 2007, o serviço já respondeu a mais de 17.500 missões por via aérea e terrestre. Entre elas, paradas cardíacas, quedas de altura e agressões.

Suas equipes são compostas por paramédicos especializados em cuidados intensivos, médicos, pilotos e possuem equipamentos de última geração. Foto: Tim Wallace.

Atualmente, médicos e paramédicos do serviço podem realizar procedimentos complexos na cena, como uma toracotomia (incisão cirúrgica na parede torácica usada para tratar condições com risco de vida), ou uma amputação. Para o CEO da HIOWAA, Richard Corbett, chegar a 12 mil voos aeromédicos é uma conquista notável.

“A verdade é que ninguém sabe se ou quando vai precisar de uma ambulância aérea. Para muitos desses pacientes, será o pior dia de suas vidas. Mas graças à extraordinária dedicação e generosidade de nossos apoiadores, podemos tentar tornar esse dia um pouco melhor e dar a esses pacientes a melhor chance possível de sobrevivência e recuperação”, completou Richard.

Desde 2019, a Marinha do Brasil resgatou 5.282 pessoas em 1.662 missões de busca e salvamento

Mais de 5 mil pessoas foram socorridas pela Força nos últimos quatro anos.

Brasília – No Brasil, a atividade de Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SALVAMAR) é gerenciada pela Marinha do Brasil e o Sistema de Busca e Salvamento Aeronáutico (SALVAERO) é coordenado pela Força Aérea Brasileira (FAB).

Em 2009, a Marinha e a FAB firmaram acordo operacional para uma maior interoperabilidade nas ações de SAR. Os incidentes envolvendo embarcações à deriva e homem ao mar são de responsabilidade da Força Naval, enquanto as missões envolvendo sinistros de aeronaves no mar ficam a cargo da Força Aérea. Em ambas as situações, uma Força pode solicitar o apoio da outra.

Desde 2019, a Marinha do Brasil resgatou, com vida, 5.282 pessoas, como resultado de 1.662 missões de busca e salvamento. Somente neste ano (2023), até 29 de junho, 272 pessoas foram resgatadas em 128 incidentes registrados no País. Para a realização dessas missões, muitas vezes é preciso apoio mútuo entre órgãos estaduais e municipais, como o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e o SAMU.

As atividades marítimas, tanto as recreativas quanto as profissionais, necessitam sempre de muita atenção e vigilância, pois o ambiente aquático é desafiador. Homem ao mar, naufrágio, desaparecimento de embarcações, necessidade de evacuação aeromédica, avarias diversas, colisão e incêndios, estão entre as maiores causas de acionamento do Salvamar.

Nesses casos, a própria embarcação em perigo ou alguém que avistou um possível incidente pode entrar em contato com a Marinha, por meio do telefone 185, para emergências marítimas e fluviais, disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, em todo o País. O contato também pode ser realizado por fax, e-mail ou sistemas presentes nas embarcações, denominados Sistema Global de Socorro e Segurança Marítimo (GMDSS).

A duração de uma missão de resgate pode variar, pois há diversos fatores que influenciam diretamente e podem impactar na fase de buscas, como o estado do mar, a temperatura da água, as roupas usadas pelos náufragos e a flutuabilidade. O fator de maior importância é o tempo de sobrevivência das vítimas. Enquanto houver perspectiva de vida, a busca permanece.

Custos

A média do custo diário de uma operação SAR pode variar, pois depende dos meios empregados. Ela engloba valores de dias de mar, de horas de voo, custos com materiais comuns de cada navio e aeronave, e manutenção ou ajustes de cada um deles.

Um Navio-Patrulha Classe “Bracuí” tem custo diário superior a R$ 44 mil e da aeronave Super Cougar (UH-15) pode chegar a cerca de R$ 50 mil por hora. Outros exemplos são os navios da Classe “Macaé”, cujos custos são superiores a R$ 79 mil por dia. Já os custos de um Navio-Patrulha Oceânico, que possui grande autonomia e capacidade de operar com um helicóptero e duas lanchas, chega a R$ 262,7 mil.

Outro importante tipo de navio utilizado em SAR é o Navio-Patrulha Fluvial, na Amazônia, que pode ter um custo de R$ 72,9 mil. Neste caso, um exemplo é a Classe “Pedro Teixeira”, que tem convés de voo e hangar, capaz de operar um helicóptero do tipo esquilo. Por sua vez, uma Fragata Classe “Niterói” tem um custo diário médio de R$ 443,2 mil, por se tratar de um navio maior, mais rápido e com capacidade para receber um helicóptero Westland Lynx (SAH-11).

Mais de 5 mil pessoas foram socorridas pela Força nos últimos quatro anos.

Normas

O Brasil é signatário da Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar (Convenção SOLAS – 1974), da Convenção Internacional de Busca e Salvamento Marítimo (Convenção de Hamburgo, 1979) e da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM – Jamaica 1982). Em abril de 2022, o governo brasileiro editou o Decreto Nº 11.031, com o objetivo de acrescentar regras para aperfeiçoar as operações de busca e salvamento marítimos.

Treinamento

Uma das formas de evitar acidentes no mar, ou de, no mínimo, aumentar as chances de sobrevivência em uma situação extrema, é qualificar amadores e profissionais marítimos.

Para isso, a Marinha oferta, gratuitamente, por meio do Ensino Profissional Marítimo (EPM), cursos de formação de aquaviário, que permitem o ingresso na Marinha Mercante e em atividades correlatas. Os aquaviários se dividem em três grupos principais: Marítimos, Fluviários e Pescadores.

A Marinha oferece, por meio do Programa do Ensino Profissional Marítimo, cursos com diferentes módulos para aquaviários, no site da Diretoria de Portos e Costas, onde constam informações como condições e período para inscrições, bem como os locais de realização.

Os cursos são realizados no Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA), no Rio de Janeiro; Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (CIABA), em Belém; e nas Capitanias, Delegacias e Agências existentes em todo território nacional. Alguns cursos técnicos de Ensino Médio, reconhecidos pelo Ministério da Educação, são pré-requisitos para inscrição nos cursos de adaptação para aquaviários.

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Ministra da Saúde anuncia retomada do serviço aeromédico da PRF no Paraná para o dia 1º de agosto

Ministra da Saúde anuncia retomada do serviço aeromédico da PRF no Paraná. Foto: André Filgueira/PRF.

Curitiba – Nesta terça (25), a Ministra de Estado da Saúde, Nísia Trindade Lima, anunciou a retomada do serviço aeromédico da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Paraná para o dia 1º de agosto (terça-feira). O anúncio aconteceu durante visita técnica na sede da PRF, em Curitiba.

Durante o encontro, a Ministra da Saúde teve a oportunidade de conhecer de perto a aeronave que será utilizada no serviço aeromédico e também teve acesso aos equipamentos de última geração que serão empregados para garantir a excelência no atendimento e transporte de pacientes em situações de emergência.

Ministra da Saúde anuncia retomada do serviço aeromédico da PRF no Paraná. Foto: André Filgueira/PRF.

O serviço aéreo da PRF será inserido no eficiente sistema aeromédico do estado Paraná, realizado pela Secretaria Estadual da Saúde (SESA), por meio do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

No Paraná, a SESA mantém bases aeromédicas em Curitiba, Ponta Grossa, Maringá, Cascavel e Londrina, além do litoral durante a Operação Verão. O helicóptero da PRF será mais um no sistema aeromédico estadual, referência nacional. A gestão estadual já aplica quase R$ 100 milhões por ano para a manutenção de uma estrutura formada por oito helicópteros, três aviões e 245 ambulâncias.

A Ministra Nísia Trindade Lima, em seu discurso durante a visita técnica, enfatizou a importância da cooperação entre os setores público e privado para o sucesso desse projeto, ressaltando que a parceria entre o Ministério da Saúde e a PRF é fundamental para garantir a eficiência e a qualidade dos serviços.

Acompanharam a visita à sede da PRF, entre outras autoridades, o governador em exercício do Paraná, Darci Piana; o prefeito de Curitiba, Rafael Greca; os deputados federais Tadeu Veneri, Toninho Wandscheer e Zeca Dirceu; o prefeito de Almirante Tamandaré e presidente do Consórcio Metropolitano de Serviços, Gerson Colodel; e o superintendente do Ministério da Saúde no Paraná, Luiz Armando Erthal.

De janeiro a julho de 2023, SAMU aeromédico resgatou 156 pessoas no Noroeste do Paraná

Motociclista gravemente ferido é resgatado de helicóptero em rodovia do Paraná.

Paraná – De janeiro a julho de 2023, o serviço aeromédico do SAMU já atendeu 156 pessoas no Noroeste do Paraná. As equipes de saúde são acionadas de 3 a 8 vezes por dia. Os atendimentos mais comuns são de vítimas de infartos, traumas, acidentes vascular cerebral, transporte de órgãos e transporte neonatal.

Uma novidade, foi a implantação do sistema de transfusão de sangue em outubro de 2022. As equipes de saúde da Base de Maringá já realizaram 15 procedimentos em vítimas graves nas cenas dos acidentes. Além de Maringá, os serviços do SAMU de Florianópolis (SC) e de Bragança Paulista (SP) também estão aptas a transfundir sangue na cena.

Atendimento aeromédico

Mais um caso aconteceu na tarde de sábado (22), quando um motociclista ficou em estado grave após um acidente na rodovia estadual PR-458, próximo a cidade de Flórida, 60km de Maringá, no Norte do Paraná.

Segundo informações da Polícia Militar, o condutor da moto, um jovem 25 anos, caiu de sua motocicleta ao perder o controle em uma curva. A vítima ficou inconsciente e devido a gravidade, distância e a necessidade de intervenções da equipe médica, o helicóptero do SAMU foi acionado.

A equipe de saúde da cidade de Flórida juntamente com o suporte básico do SAMU iniciaram o primeiro atendimento até a chegada da aeronave. Devido a gravidade houve necessidade de intubação orotraqueal em decorrência do traumatismo cranioencefálico. A vítima foi conduzida de helicóptero ao hospital Santa Casa de Maringá.

Em 13 anos, Batalhão de Operações Aéreas e SAMU Aeromédico socorreram mais de 11 mil pessoas

Em 13 anos, Batalhão de Operações Aéreas e SAMU Aeromédico socorreram mais de 11 mil pessoas.

Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) e o SAMU Aeromédico, em 13 anos de atividades, foram acionados para 14.027 mil ocorrências e socorreram 11.653 pessoas.

Só nos primeiros 06 meses de 2023 o avião transportou 494 pessoas, cumpriu 321 missões e voou 653 horas. Os helicópteros resgataram 570 pessoas, atenderam 646 missões e voaram 395 horas.

Além de realizar atividades de resgate e transporte aeromédico com suas aeronaves denominadas “Arcanjos”, a Unidade Aérea Pública realiza combate a incêndios, busca e salvamento, prevenção e proteção ao meio ambiente e missões de defesa civil.

Em 13 anos, Batalhão de Operações Aéreas e SAMU Aeromédico socorreram mais de 11 mil pessoas.

Origem do nome “Arcanjo”

Em novembro e dezembro de 2008, no Vale do Itajaí, em virtude das fortes chuvas que assolaram a região, foi realizada a “Operação Arca de Noé”. Foi uma das maiores operações de socorro aéreo realizadas no país.

Cerca de 30 helicópteros participaram das ações humanitárias. O CBMSC não possuía o serviço de operações aéreas. Como o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais participou das operações com seu helicóptero “Arcanjo”, como reconhecimento, foi adotado o mesmo nome para as aeronaves do BOA do CBMSC.

Em 13 anos, Batalhão de Operações Aéreas e SAMU Aeromédico socorreram mais de 11 mil pessoas.

Vítima de acidente na BR-101 agradece as equipes que salvaram sua vida

Vítima de acidente na BR-101 agradece as equipes que salvaram sua vida

Paraíba – Profissionais do Grupamento Tático Aéreo (GTA), do SAMU e policiais rodoviários federais receberam nesta segunda-feira (17), o reconhecimento de uma vítima de acidente grave na BR–101, que fez questão de externar sua gratidão pessoalmente. O momento aconteceu na sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em João Pessoa.

A cooperação entre as três instituições vem otimizando os resgates e salvamentos no estado da Paraíba. “Um momento importante para ratificar as parcerias e ter a certeza da importância e do significado do nosso lema, que é voar, proteger e salvar”, frisou o comandante do GTA, tenente-coronel Carlos Nascimento.

Vítima de acidente na BR-101 agradece as equipes que salvaram sua vida.

A ocorrência

No dia 30 de julho de 2022 ocorreu um acidente grave na BR-101, no qual uma camionete que tracionava um reboque com equipamentos de som veio a capotar. Os três ocupantes ficaram feridos, principalmente o motorista.

Ao chegar no local para atender o acidente, a equipe da PRF foi informada que o motorista tinha poucas chances de sobrevivência. O SAMU conseguiu estabilizar o paciente e foi solicitado apoio do Grupamento Tático Aéreo para conduzir a vítima com rapidez para o Hospital de Emergência e Trauma da capital.

A PRF interditou a via e o helicóptero pousou na BR-101 para efetuar o socorro. Chegando ao hospital, os médicos reafirmaram o estado gravíssimo do paciente que, inclusive, entrou em coma. Mas ele conseguiu reagir, sobreviveu e hoje leva uma vida normal.

Vítima de acidente na BR-101 agradece as equipes que salvaram sua vida.

Serviço aeromédico da Paraíba leva bebê para ser tratado junto da família, em Cajazeiras

Serviço aeromédico da Paraíba leva bebê para ser tratado junto da família, em Cajazeiras.

Paraíba – O Grupo de Resgate Aeromédico (Grame) realizou neste sábado (15), a transferência de um bebê de apenas quatro meses de João Pessoa para sua cidade natal, Cajazeiras. O paciente estava no Hospital Municipal do Valentina para o tratamento de Síndrome de Angústia Respiratória Aguda (SARA) e voltou para ser tratado perto da família.

Portador de trissomia do cromossomo 21, o bebê apresentava uma alteração respiratória e havia sido internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Após melhora no quadro de saúde, foi admitido no Hospital Municipal do Valentina, também na capital.

Serviço aeromédico da Paraíba leva bebê para ser tratado junto da família, em Cajazeiras.

“O paciente ficou na UTI por 48h e após os devidos cuidados teve a indicação de retornar para sua unidade de origem. Por conta de o trajeto ser longo e haver risco de instabilidade no trajeto terrestre, realizamos o transporte aéreo e entregamos o paciente em segurança no Hospital Regional de Cajazeiras”, explicou o médico responsável pela coordenação do resgate, Elvio Lievert.

A distância entre João Pessoa e Cajazeiras é de 481 km com expectativa de transporte de 8h de viagem por via terrestre. Com a Unidade Aérea de Saúde Avançada, o bebê de apenas 3,5kg pôde retornar em apenas 1h20 com mais rapidez e segurança. Ao todo, cinco profissionais estiveram envolvidos na ação de transporte.

O serviço aeromédico funciona por meio de parceria entre a Secretaria da Saúde (SES), o Corpo de Bombeiros e a Secretaria da Segurança e Defesa Social (Sesds). Além do serviço de UTI aérea para o transporte de pacientes de maneira programada, as aeronaves também são utilizadas na captação e transporte de órgãos e tecidos humanos.

Serviço aeromédico da Paraíba leva bebê para ser tratado junto da família, em Cajazeiras.

PRF forma pilotos de helicóptero para fortalecer operações aéreas

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A Divisão de Operações Aéreas (DOA) da Polícia Rodoviária Federal (PRF) concluiu a capacitação de 10 pilotos. Os cursos foram realizados no Hangar da DOA, localizado no Aeroporto Internacional de Brasília, no período de 14 de junho a 14 de julho.

Ao todo, 5 policiais rodoviários federais concluíram o Curso de Piloto Policial de Helicóptero, enquanto outros 5 finalizaram o Curso de Comandante Policial de Helicóptero. Para participar dos cursos, os policiais precisaram atender a requisitos específicos.

Para o Curso de Comandante, era necessário possuir no mínimo 50 horas de voo em helicóptero da PRF, totalizando 500 horas de voo no geral. Já para o Curso de Piloto, os participantes deveriam ser checados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) na função de piloto privado e/ou piloto comercial. Além disso, os policiais passaram por um processo seletivo por meio de um edital de seleção.

Com a conclusão dos cursos, os participantes passam a integrar o quadro da Divisão de Operações Aéreas, podendo atuar no policiamento, socorro de vítimas de acidentes, ações humanitárias, busca e salvamento, levantamento aerofotográfico, transporte de autoridades e escoltas.

A DOA tem participado de operações relevantes em conjunto com outros órgãos. Recentemente, atuou no desastre ocorrido em São Sebastião, após fortes chuvas, oferecendo apoio e auxílio às vítimas. Também trabalhou em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) no combate ao garimpo ilegal nas Terras Yanomami e vem prestando apoio policial às equipes da PRF nas rodovias federais do Rio de Janeiro.

Equipes de resgate socorrem trabalhador após ser atingido por árvore em Presidente Getúlio, SC

Equipes de resgate socorrem trabalhador após árvore cair sobre ele em Presidente Getúlio, SC

Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA) e o SAMU Aeromédico de SC realizaram nesta quarta-feira (19), o resgate e o atendimento de um homem de 45 anos após uma árvore cair sobre ele no município de Presidente Getúlio.

A vítima realizava corte de árvores de reflorestamento. O primeiro atendimento foi realizado por bombeiros voluntários de Presidente Getúlio e pelo SAMU de Witmarsum. A vítima encontra-se consciente, orientada com traumatismo cranioencefálico (TCE), escoriações pelo corpo e possível fratura na clavícula.

A equipe do Arcanjo 03 de Blumenau foi acionada e, no local, prosseguiu com o atendimento. Após o paciente ser imobilizado em maca, foi embarcado na aeronave e conduzido ao Hospital Regional do Alto Vale, em Rio do Sul, com apoio do 15º BBM.

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