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AEROMEDICO NORTE NOVO

Homem é resgatado por equipes do SAMU após ser encontrado ferido em riacho na cidade de Paiçandu, PR

Paraná – Na manhã de sexta-feira (12), um homem foi resgatado pela equipe do SAMU após ser encontrado gravemente ferido em um riacho na cidade de Paiçandu.

Um parente do homem passava pela estrada rural quando avistou a cachorrinha da vítima deitada próxima a uma mata. Ela indicava um riacho e não parava de latir. O rapaz adentrou ao local e encontrou seu tio ferido dentro do rio.

Imediatamente acionou o socorro e em poucos minutos equipes do SAMU e da Polícia Militar chegaram ao local para resgatar o homem. A vítima foi socorrida pelo serviço aeromédico do SAMU. O homem apresentava traumatismo craniano e após estabilização, foi removido pelo helicóptero Saúde 10 para o Hospital Universitário Regional de Maringá.

Três acidentes na BR-376 com múltiplas vítimas mobilizam equipes de resgate na região de Maringá, PR

Paraná – Segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), em 2020 os acidentes nas rodovias federais brasileiras tiveram uma queda de 5,9% (63.447) em relação a 2019 (67.427). O número de mortes no ano passado, por sua vez, foi de 5.287, uma redução de 0,8% na comparação com 2019 (5.332), indicando que, embora tenha havido menos acidentes, eles foram mais letais.

Mais um triste exemplo do que acontece nas rodovias brasileiras foi registrado na tarde de sexta-feira (26), onde equipes de resgate do SAMU e do Corpo de Bombeiros foram acionadas para três atendimentos na rodovia BR-376. Foram três acidentes de trânsito ocorridos no mesmo trecho da rodovia, em intervalos de aproximadamente duas horas entre eles e distantes 20 quilômetros do primeiro e do terceiro acidente.

Três acidentes na BR-376 com múltiplas vítimas mobilizam equipes de resgate na região de Maringá, PR.

Nos acidentes, dez pessoas ficaram feridas e duas faleceram. No primeiro deles, três veículos colidiram no contorno de acesso a Marialva, no km 192 da rodovia BR-376. De acordo com o SAMU um dos veículos seguia no sentido Marialva a Maringá, quando cruzou a pista contrária, capotou e atingiu outros dois veículos.

Em um dos carros atingidos, havia um homem de 39 anos que ficou preso às ferragens. Ele foi resgatado pela equipe aeromédica do helicóptero do SAMU e por bombeiros. No segundo veículo atingido, houve quatro vítimas, uma bebe de 20 dias, duas mulheres de 24 e 32 anos e um homem de 27 anos. Todos sofreram ferimentos leves.

No terceiro veículo, havia um homem de 26 anos e dois adolescentes de 15 e 16 anos. As três vítimas sofreram ferimentos graves e foram encaminhadas ao Hospital Universitário, Bom Samaritano, Santa Casa e Hospital Metropolitano de Sarandi.

O segundo acidente envolveu um automóvel e um caminhão. Uma vítima sofreu parada cardiorrespiratória traumática e apesar dos esforços da equipe aeromédica do SAMU, a vítima não resistiu aos ferimentos e faleceu. O terceiro acidente foi um capotamento. A vítima foi ejetada do veículo e também faleceu no local. Segundo informações do SAMU, ela estava sem o cinto de segurança.

Três acidentes na BR-376 com múltiplas vítimas mobilizam equipes de resgate na região de Maringá, PR

Acidentes em números

Os dados dos acidentes acorridos em rodovias federais constam do Painel CNT de Consultas Dinâmicas de Acidentes Rodoviários e é possível realizar pesquisas interativas sobre números gerais e, também, filtrar e cruzar informações com as ocorrências entre 2007 e 2020.

A rodovia com o maior número de acidentes, ao longo do ano passado, foi a BR-101, onde foram contabilizadas 8.715 ocorrências. Em relação ao número de mortes, a BR-116 pode ser considerada a rodovia que mais mata. Somente em 2020, foram 690 vidas perdidas nessa via. O custo estimado de todos os acidentes em rodovias federais foi de R$ 10,22 bilhões.

Confira alguns dados do Painel CNT de Acidentes Rodoviários:

  • Brasil registrou 14 mortes nas rodovias federais a cada dia em 2020;
  • O tipo mais frequente de acidentes com vítimas é a colisão;
  • 54,8 % das mortes ocorreram aos finais de semana – sexta-feira (14,6%), sábado (17,8) e domingo (22,4%);
  • 81,8% dos mortos em acidentes são do sexo masculino;
  • Foram 81 acidentes com vítimas a cada 100 km de rodovia federal no Brasil em 2020;
  • BR-116 e BR-101 são as que mais matam no Brasil;
  • Sudeste e Sul concentram os maiores índices de acidentes com vítimas;
  • Rodovias do Nordeste são as que mais matam no Brasil;
  • Minas Gerais é campeã em número de mortes e de acidentes nas rodovias federais;
  • Distrito Federal registra cinco vezes mais acidentes por 100 km do que a média nacional;
  • Maranhão, Tocantins, Bahia, Piauí e Alagoas registram os acidentes mais graves;
  • Rodovias do Paraná concentram mais mortes de ciclistas, e
  • Nordeste é a região com maior número de mortes de motociclistas.

Equipes de resgate salvam vítimas de grave acidente envolvendo automóvel e ônibus na PR-487

Paraná – Cinco pessoas ocupantes de um veículo de passeio (VW Passat) ficaram feridas após colisão frontal com um ônibus, na rodovia PR-487. O acidente ocorreu na tarde de sexta-feira (15), entre Campo Mourão e Luiziana.

Segundo informações preliminares, o veículo com placas de São Paulo, seguia sentido Luiziana/Campo Mourão. O motorista iniciou ultrapassagem e um caminhão que vinha em sentido contrário conseguiu desviar, porém, o ônibus que estava logo atrás acabou batendo violentamente no automóvel.

Uma adolescente de 13 anos ficou gravemente ferida. Além dela, também sofreram ferimentos, uma criança de seis anos e mais três adultos que estavam no automóvel. No ônibus viajavam 28 pessoas e três tiveram ferimentos leves. As vítimas foram atendidas pela equipes de resgate do SAMU Noroeste, Corpo de Bombeiros e PRF.

A menina de 13 anos apresentava choque hemorrágico e foi resgatada pelo helicóptero aeromédico do SAMU. Ela foi levada para o Hospital Universitário de Maringá para tratamento cirúrgico imediato.

Policiais Civis apoiam equipes de resgate durante atendimento de vítima de atropelamento na BR-376

Paraná – No domingo (27), uma mulher ficou gravemente ferida após ser atropelada no Km 160 da rodovia BR-376, região de Maringá. Segundo informações de populares, a vítima foi atingida por um caminhão e com o impacto ficou inconsciente e com hemorragia craniana.

Uma equipe da DENARC da Polícia Civil de Londrina que passava pelo local fez o primeiro atendimento e devido a gravidade da vítima, equipe aeromédica do helicóptero do SAMU e equipes de resgate da concessionária VIAPAR foram acionadas.

A vítima foi estabilizada pelas equipes de resgate e embarcada na aeronave. A mulher foi transportada para o Hospital Bom Samaritano, em Maringá.

Conheça a Comandante Mariana, a única pilota de resgate dos helicópteros do SAMU 192 no Paraná

GMC Online

Paraná – Mariana Fontinele Botelho, 41 anos, solteira, estudante de direito e apaixonada por aviação. Estas são apenas algumas características da única mulher pilota de helicóptero do SAMU no Paraná, que há 19 anos trabalha pilotando helicópteros pelo Brasil.

Com passagem recente por Maringá, Mariana já trabalhou em inúmeros resgates aéreos na região noroeste do Estado e atualmente está trabalhando na base do SAMU de Cascavel, na região Oeste. A pilota trabalhou em Maringá por quase um ano e se mudou para a base de Cascavel há dois meses.

Comandante Mariana durante voo sobre as Cataratas, em Foz do Iguaçu. Foto: arquivo pessoal.

Mariana já trabalhou como pilota em todos os estados do Brasil. “Eu fiquei oito anos trabalhando em fiscalização ambiental e por isso viajava para todos os estados. Era bem legal também”, acrescentou.

A aviação vem de berço. O pai de Mariana, José Américo Botelho Júnior, já falecido, era piloto de avião e helicóptero e dedicou sua vida ao resgate de vítimas nos Bombeiros de Brasília, na capital federal. O irmão gêmeo de Mariana, Marco Aurélio Fontinele Botelho, também era piloto, mas infelizmente morreu.

A comandante Mariana, como é chamada no SAMU, disse que gosta muito da profissão, principalmente por conta dos desafios que é pilotar um helicóptero em momentos de resgate.

“O serviço de resgate é muito desafiador. Os outros serviços dentro da aviação você consegue fazer com muita calma, mas o resgate tem que ser tudo bem rápido e os voos surgem repentinamente e a gente vai se guiando pelas informações da central com coordenadas. A gente não sabe como vai ser o pouso, se tem área para pousar. Mas com muita técnica vamos observando os pontos e os pousos e decolagens são sempre sucesso”, disse a comandante.

Resgate difícil 

Em seus 19 anos trabalhando como pilota enfrentou seu maior desafio profissional na região de Maringá, durante um pouso bastante delicado. O resgate era em uma rodovia de Nova Esperança.

Mariana precisava pousar para resgatar um motorista que estava gravemente ferido após se envolver em um acidente com um caminhão. Chovia no dia e o helicóptero foi desviando das nuvens, mas ao chegar no local outro desafio. Perto da rodovia existiam duas redes de energia elétrica e Mariana precisou pousar no meio delas.

“O tempo estava muito fechado e avisamos que qualquer coisa voltaríamos para o aeroporto. No primeiro momento tentei pousar e não consegui porque o vento não deixava e fui para uma outra área. A gente tinha fios de alta tensão dos dois lados, na frente a equipe de socorro, barranco e não tinha muita possibilidade de deslocamento naquela área. Eu precisava pousar e evitar que o helicóptero batesse nos fios e na cerca que tinha em cima do barranco”, contou a comandante Mariana.

Mulheres poderosas formam a equipe aeromédica do SAMU Regional Norte Novo, PR.

Já tive medo de morrer em um voo

A comandante Mariana conta que já passou muito medo em um voo, mas não era ela quem estava na condução da aeronave. Tudo aconteceu em um treinamento de emergência para se sair em uma situação de pane de rotor de cauda no pairado fora do efeito solo, que é aquele momento que a cabine do helicóptero começa a girar.

Segundo a comandante, ela estava como passageira aprendendo as técnicas com o professor quando viu o helicóptero girar muito rápido. Naquele momento ela pensou que a aeronave iria se chocar com o solo em alta velocidade.

“Eu estava no banco de trás. Aquele dia eu achei que iria morrer porque a aeronave começou a girar muito rápido e achei que ia cair. Mas o treinamento era justamente para mostrar isso. Foi a única vez que realmente fiquei com medo de morrer. Nunca mais aconteceu nada”, disse.

Paixão por resgates aéreos

Mariana Fontinele Botelho ama fazer resgates aéreos. A pilota estuda muito, se dedica e investe tempo e dinheiro em treinamentos na área que mais ama dentro da pilotagem de helicópteros. Segundo a comandante, a dedicação é tão grande que ao longo da vida perdeu até alguns namorados que não entenderam tamanho amor pela profissão.

“Aviação é minha vida. Ela me deu tudo o que tenho. Eu já perdi alguns namorados que diziam que eu só queria saber de trabalho. Não posso fazer nada. Eu viajava muito antes e aí tinha esses problemas para relacionamento, mas eu amo demais o que faço e não me importo. [risos]”, comentou a comandante.

Ainda segundo Mariana, o mais gratificante é saber que as técnicas que ela aprende para fazer pousos cada vez mais seguros salvam vidas no dia a dia dos resgates aéreos. “É gratificante demais. É horrível quando a gente pega a pessoa, faz o resgate e depois ela morre. A gente pensa meu Deus que triste, mas geralmente dá certo e a vida é salva”, explicou.

Serviço aeromédico da SESA/SAMU utilizará analisador de gasometria EPOC® nos resgates em Maringá, PR

Paraná – O serviço de operações aéreas da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SESA/SAMU 192), Base Maringá, utilizará a partir de setembro, nas ocorrências de resgate, o analisador portátil dos gases sanguíneos, point of care, EPOC®.

O uso desse equipamento é inédito e a motivação para iniciarem a utilização dele nas ocorrências de resgate teve como base estudos científicos. Para os médicos e enfermeiros que estão no atendimento diário, o diagnóstico trará muitos benefícios para os pacientes resgatados em Maringá e região.

O aparelho é um gasômetro portátil sem fio que permite testes abrangentes de análise de sangue ao lado do paciente. Utiliza um único cartão de teste de temperatura ambiente, com resultados em menos de um minuto, que, além de apresentar custo operacional menor, oferece resultado rápido, fator muito importante em um resgate.

Indicadores como PH, lactato, base excess, hemoglobina, potássio, entre outros, são disponibilizados rapidamente na cena da ocorrência, auxiliando o operador de suporte médico a realizar reanimação baseada em metas.

“Um dos nossos objetivos, entre outros, é avaliar se as medições de gases no sangue arterial durante a ressuscitação pré-hospitalar de pacientes com trauma fornecem informações úteis sobre a resposta hemodinâmica à ressuscitação com fluidos, comparando variáveis​​ hemodinâmicas e gasométricas”, disse o médico do serviço, Mauricio Lemos.

Além da otimização de qualidade tecnológica ao paciente, o serviço pretende realizar estudos científicos utilizando o equipamento. Para os operadores de suporte médico, Marcio Ronaldo, Marcos Bittencourt e Mauricio Lemos, a chegada do aparelho inaugura uma nova era no resgate aeromédico, onde a reanimação baseada em indicadores confiáveis é possível acontecer na própria cena.

Os médicos e enfermeiros do serviço (operadores de suporte médico) realizaram treinamentos protocolares para uso do EPOC® na última semana com os instrutores da empresa SIEMENS, responsável pelo equipamento. Esse equipamento ficará em comodato por seis meses e a ideia é incorporá-los nos materiais das equipes.

“O uso de tecnologias é uma realidade na nossa base. Buscamos continuamente o que há de melhor para oferecer ao doente grave”, finalizou o médico, Marcio Ronaldo Gonçalves, coordenador geral do SAMU 192.

Com ajuda do Rotary Club, serviço aeromédico de Maringá usará vídeo laringoscópio nos resgates

Paraná – O Rotary Club de Maringá Aeroporto, através do Projeto de Subsídio Distrital, pretende adquirir um aparelho vídeo laringoscópio para o Serviço Aeromédico do SAMU/SESA, Base Maringá, que ainda não dispõe desse equipamento.

“O vídeo laringoscópio é um aparelho que facilita a intubação de pacientes com vias aéreas difíceis e ajuda no atendimento de vítimas em locais inóspitos, como por exemplo acidentes em rodovias. Dependendo da situação, esse aparelho ajuda a salvar vidas”, explica o operador de suporte médico do SAMU, Dr Maurício Caetano.

O Serviço de atendimento SAMU Aéreo em Maringá foi inaugurado em novembro de 2016 e já completou 2.000 mil atendimentos. Em média são 50 chamadas por mês, que correspondem ao atendimento da macro região noroeste do Paraná. Os maiores índices de atendimentos são de ocorrências de infartos agudos do miocárdio (IAM), acidente vascular cerebral (AVC) e principalmente resgates em acidentes nas rodovias.

“O helicóptero veio para fazer a diferença em salvar vidas, hoje não podemos imaginar o atendimento de urgência sem a utilização desta aeronave, e o vídeo laringoscópio facilitará a intubação e fará a diferença no atendimento das vítimas”, complementou o Dr Maurício Caetano.

Equipes do SAMU e bombeiros socorrem vítimas de acidente de trânsito na BR-376, em Marialva

Paraná – Na sexta-feira (27), uma colisão frontal envolvendo uma kombi e uma caminhonete na BR-376, em Marialva, norte do Paraná, deixou três pessoas feridas e uma vítima fatal.

O motorista da Kombi, de 18 anos, chegou a ser atendido pela equipe do SAMU, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no local. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Kombi estava na pista sentido Maringá quando o motorista perdeu o controle da direção e invadiu o sentido contrário atingindo a caminhonete.

Na caminhonete, com placas de Várzea Paulista (SP), estavam três pessoas, o motorista, de 43 anos, a passageira, também com 43 anos, e um adolescente que fará 16 anos no domingo (29).

Conforme o SAMU Aeromédico Norte Novo/SESA, o adolescente sofreu trauma abdominal contuso com suspeita de perfuração e encaminhado pelo helicóptero em estado grave ao Hospital Universitário de Maringá. O casal ferido foi levado de ambulância ao hospital Santa Casa.

Investimentos do Governo do Paraná

O serviço aeromédico é um componente de alta relevância (clique e saiba mais) para a política do Estado e de forma estratégica as aeronaves ficam sediadas em Maringá, Londrina, Ponta Grossa, Cascavel e Curitiba. O serviço é realizado por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA).

Cada helicóptero tem raio de atuação de 250 km em média, cobrindo todo território do Estado. Acima de 250 km, o avião com total disponibilidade para a rede de urgência é utilizado. A série histórica mostra que em dez anos o número de atendimentos aeromédicos subiu de 338 para 2.819 em 2018. Dados de 2019, até novembro, mostram que o serviço já atendeu 2.602 pacientes.

90% da população e 86% dos municípios do Paraná recebem atendimento do SAMU. Foto: Ascom Paraná.

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