Rio Grande do Norte – No dia em que celebrou seu 53º aniversário de criação, o Primeiro Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (1º/8º GAV) – Esquadrão Falcão -, sediado na Base Aérea de Natal (BANT), em Parnamirim (RN) reafirmou o propósito que o define desde sua criação: salvar vidas.
Na madrugada do dia 10/11, o 1º/8º GAV realizou o resgate de um homem em uma embarcação pesqueira a 62 milhas náuticas da costa cearense. O Comando de Operações Espaciais (COMAE) da Força Aérea Brasileira (FAB) responsável pela coordenação de missões aéreas, acionou o Esquadrão após o contato do Centro de Coordenação e Busca e Salvamento (SALVAERO) de Recife (PE).
A aeronave H-36 Caracal, empregada na missão, decolou de Natal (RN), às 1h35, realizou reabastecimento em Fortaleza (CE), às 4h40 e, prosseguiu diretamente à vertical da embarcação para realizar o resgate de um pescador, que apresentava sintomas de apendicite grave.
No local, o helicóptero manteve o voo pairado enquanto homens de resgate SAR (Search and Rescue) desceram até o convés do barco e içaram a vítima, que foi, posteriormente, estabilizada pela equipe médica a bordo do H-36 Caracal.
Composta por pilotos, operadores de sensores, operadores de equipamentos especiais, mecânico, médicos e homens de resgate, a tripulação demonstrou o profissionalismo que marcam a trajetória do Esquadrão Falcão desde sua criação, em 10 de novembro de 1972, na cidade de Belém (PA) com o lema: “Pela Vida, Pela Pátria, por Amor à Nação.”
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Esquadrão Falcão realiza resgate aeromédico de pescador a 62 milhas da costa no dia de seu 53º aniversário. Foto: Divulgação
Esquadrão Falcão realiza resgate aeromédico de pescador a 62 milhas da costa no dia de seu 53º aniversário. Foto: Divulgação
Quatro militares do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS) participaram do Curso Básico Teórico de Busca e Salvamento – SAR 0005, realizado na Base Aérea de Campo Grande.
A capacitação, promovida pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) da Força Aérea Brasileira e ministrada por militares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II), teve como foco ampliar o conhecimento dos participantes sobre os procedimentos adotados nas operações de busca e salvamento aeronáutico.
O curso também apresentou a estrutura e o funcionamento do Sistema de Busca e Salvamento Aeronáutico (SISSAR), certificando os concluintes como elos do Sistema em território nacional.
A turma contou com 29 alunos, entre eles os bombeiros militares Capitão Gabriel Ferreira Lopes, Capitão Jônatas Lira Costa e Silva de Lucena, Tenente Victor Hugo Blanco e Soldado Leony Guimarães da Silva.
Durante a formação, os participantes estudaram como são planejadas e executadas as operações de busca e salvamento da Força Aérea, abrangendo emprego de pessoal, utilização de equipamentos especializados e todos os recursos necessários para o resgate de vítimas em situações complexas.
Outro ponto de destaque foi o estudo do COSPAS-SARSAT, sistema internacional de satélites responsável por detectar sinais de emergência emitidos por radiobalizas instaladas em aeronaves, embarcações e dispositivos pessoais. Ao identificar um alerta, o sistema encaminha as informações aos centros de controle, que acionam as Autoridades de Busca e Salvamento (SAR) responsáveis pelo atendimento, reduzindo significativamente o tempo de resposta e aumentando as chances de sobrevivência.
O encerramento do curso contou com a apresentação de estudos de casos reais, exercícios práticos de Busca e Salvamento e visita às aeronaves do Esquadrão Pelicano, unidade da FAB especializada em missões de busca e salvamento em todo o país. Após as avaliações finais, os participantes receberam o certificado de conclusão.
Com a certificação dos quatro militares do CBMMS, a Corporação fortalece sua integração ao SISSAR e amplia sua capacidade de atuação conjunta em missões de busca e salvamento aeronáuticas realizadas em Mato Grosso do Sul.
Militares do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul concluem Curso Básico de Busca e Salvamento na Base Aérea de Campo Grande. Foto: Divulgação
Goiás – Durante o Exercício Operacional AIRLIFT COMAO, realizado desde o dia 26/05 na Base Aérea de Anápolis (BAAN), a Força Aérea Brasileira (FAB) realizou, na noite de segunda-feira (02/06), uma missão de Evacuação Aeromédica (EVAM) utilizando tecnologia de visão noturna (NVG – Night Vision Goggles), marcando um avanço nas capacidades operacionais da aeronave KC-390 Millennium.
A operação simulou a evacuação de feridos em um cenário de conflito, no qual o embarque rápido e seguro das vítimas é crucial. Após o embarque, foi iniciada a simulação de avaliação médica especializada em voo, com foco na identificação de condições críticas que possam representar risco iminente à vida.
FAB realiza evacuação aeromédica noturna com uso de visão noturna durante exercício na Base Aérea de Anápolis. Foto: Sargento Müller Marim
A ação envolveu aeronaves do Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT) – Esquadrão Gordo e do Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1º GTT) – Esquadrão Zeus, que realizaram lançamentos e pousos noturnos com o uso de NVG, simulando um ambiente real de resgate em zona hostil. O treinamento teve como principal objetivo capacitar as tripulações para missões de retirada de feridos em áreas de combate ou de difícil acesso, com baixa ou nenhuma iluminação.
De acordo com o Chefe da Divisão Aeromédica de Canoas, Capitão Médico Vinicius Guimarães Tinoco Ayres, o exercício foi essencial para aprimorar a atuação das equipes em cenários adversos. “É um treinamento voltado especificamente para a evacuação em ambiente hostil, priorizando a agilidade e a segurança no embarque, para que, já em rota, possamos realizar uma avaliação médica mais aprofundada das vítimas”, explicou.
“Em cenários de conflito, as operações nem sempre ocorrem durante o dia ou conforme o planejado. Ter a capacidade de operar à noite, utilizando visão noturna, é fundamental, pois garante que a missão possa ser cumprida a qualquer hora”, completou o Oficial.
FAB realiza evacuação aeromédica noturna com uso de visão noturna durante exercício na Base Aérea de Anápolis. Foto: Sargento Müller Marim.
Roraima – Na tarde do dia 08 de maio as Forças Armadas realizaram evacuação aeromédica emergencial no contexto da Operação Catrimani II na região de Porto do Arame, próxima à Estação Ecológica de Maracá, a 122 km de Boa Vista (RR).
Após acionamento, o Comando Conjunto da Operação mobilizou o helicóptero H-60 Black Hawk da Força Aérea Brasileira, com uma equipe de saúde do Exército Brasileiro. Foram resgatados sete pacientes e quatro acompanhantes indígenas Yanomami, dentre eles um homem com suspeita de fratura na tíbia, cinco pacientes com suspeita de malária, sendo uma idosa, e três crianças.
Os pacientes foram transportados até a Base Aérea de Boa Vista, de onde o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) conduziu o transporte até o Hospital Geral de Roraima para dar continuidade do tratamento.
O socorrista Rui Deglan integrante do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (DSEI – Yanomami) agradeceu a ajuda das Forças Armadas. “A gente agradece o pessoal da Operação Catrimani. Eles têm apoiado muito e não somente nessa operação. Graças a Deus tem um médico do Exército nessa operação.”
O Comando Conjunto da Operação Catrimani II mantém estado de prontidão, garantindo apoio aeromédico imediato a comunidades indígenas Yanomami. Instituída pela Portaria GM-MD Nº 1.511, de 26 de março de 2024, a operação busca desmantelar estruturas que sustentam a mineração clandestina, proteger o meio ambiente e garantir a segurança das comunidades indígenas.
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Forças Armadas realizam evacuação aeromédica de indígenas Yanomami durante a Operação Catrimani II em Roraima. Foto: Divulgação
Forças Armadas realizam evacuação aeromédica de indígenas Yanomami durante a Operação Catrimani II em Roraima. Foto: Divulgação
Forças Armadas realizam evacuação aeromédica de indígenas Yanomami durante a Operação Catrimani II em Roraima. Foto: Divulgação
Forças Armadas realizam evacuação aeromédica de indígenas Yanomami durante a Operação Catrimani II em Roraima. Foto: Divulgação
O Brasil registrou 2.907 casos de incidentes do Sistema de Busca e Salvamento em 2024, dos quais 30 evoluíram para operações de busca e salvamento, incluindo casos aeronáuticos, marítimos, homem ao mar e evacuações aeromédicas. Os números constam no Anuário SAR (Search and Rescue) elaborado pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e referem-se especificamente aos casos com a participação da Força Aérea Brasileira (FAB).
O relatório aponta ainda que 21 pessoas foram resgatadas com vida com a participação da FAB. O esforço aéreo total para as missões SAR acumulou cerca de 234 horas de voo, distribuídas entre as diversas missões e regiões de atuação.
O Brasil ocupa destaque no cenário internacional do Programa Cospas-Sarsat, apesar do obstáculo cultural dos falsos alertas. Um fator responsável por esses números são os acionamentos equivocados das balizas de emergência (Transmissores Localizadores de Emergência – ELT e EPIRB), equipamentos embarcados na grande maioria das aeronaves e embarcações que são acionados em casos de emergência por uma ação voluntária ou por um impacto sofrido.
O sinal captado por satélites é transmitido aos Centros de Coordenação de Salvamento Aeronáutico (SALVAERO) através do Centro Brasileiro de Controle de Missão (BRMCC). Ao longo de 2024, foram recebidos 1.236 sinais de alerta, dos quais 19 foram reais, 607 de mau uso, 114 sinais devido a mau funcionamento dos equipamentos, 54 ativações voluntárias, além de outros sinais indevidos, completando o total de 935 falsos alertas.
Segundo o Chefe da Divisão de Busca e Salvamento (DSAR) do Subdepartamento de Operações do DECEA, Major Aviador Bruno Vieira Passos, os dados apresentados no Anuário SAR 2024 atestam a eficiência e a capacidade de resposta dos órgãos SAR no Brasil, evidenciando avanços na doutrina e na operação.
“A redução de incidentes que evoluem para operações reais e a melhoria nos processos de detecção e resposta são pontos positivos. No entanto, a alta incidência de falsos alertas continua sendo um desafio, demandando maior conscientização dos operadores de balizas”, pontuou.
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Incidentes SAR no Brasil: 2.907 registros e o desafio dos falsos alertas. Foto: DECEA
Incidentes SAR no Brasil: 2.907 registros e o desafio dos falsos alertas. Foto: DECEA
Incidentes SAR no Brasil: 2.907 registros e o desafio dos falsos alertas. Foto: DECEA
Roraima – A Força Aérea Brasileira (FAB) foi acionada na madrugada de quinta-feira (27/02), por meio do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), para o resgate de um indígena ferido que necessitava de atendimento hospitalar com urgência.
A missão foi realizada com o emprego do helicóptero H-60L Black Hawk do Sétimo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (7º/8º Gav) – Esquadrão Hárpia, equipado com sistema de visão noturna (NVG), permitindo o resgate.
A aeronave decolou com uma equipe médica da Base Aérea de Boa Vista (BABV) com destino a Surucucu (RR), onde o paciente havia sido estabilizado por profissionais de saúde do local.
A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) solicitou o apoio do resgate. O voo da missão de Evacuação Aeromédica (EVAM) durou aproximadamente 1h20, tendo a aeronave pousado em Boa Vista. O paciente foi recebido pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do Exército Brasileiro (EB) e encaminhado ao Hospital Geral de Roraima.
A ação fez parte da Operação Catrimani II, uma missão conjunta entre órgãos de Segurança Pública, Agências e Forças Armadas, em coordenação com a Casa de Governo no Estado de Roraima, em cumprimento à Portaria GM-MD N° 1.511, de 26 de março de 2024, que visa agir de modo preventivo e repressivo contra o garimpo ilegal, os ilícitos transfronteiriços e os crimes ambientais na Terra Indígena Yanomami.
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Equipada com visão noturna FAB realiza resgate de indígina ferido. Foto: Divulgação
Equipada com visão noturna FAB realiza resgate de indígina ferido. Foto: Divulgação
Santa Catarina – A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e do Comando de Preparo (COMPREP), realiza até o dia 7 de maio, o Exercício Operacional de Busca e Salvamento (SAR – Search And Rescue) na Base Aérea de Florianópolis (BAFL), em Santa Catarina.
Mais de 350 militares de diversas unidades da FAB e da Marinha participam do exercício chamado de EXOP Carranca, que tem por objetivo adestrar as Unidades Aéreas participantes e o Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS) na execução de técnicas necessárias ao cumprimento da Ação de Força Aérea de Busca e Salvamento.
Além da atuação de centenas de militares, a FAB conta com a presença de diversas aeronaves, como P-3 AM Orion, P-95 Bandeirante Patrulha, C-130 Hércules, SC-105 Amazonas e H-60L Black Hawk, além das aeronaves que auxiliam na mobilização e desmobilização.
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FAB realiza Exercício Operacional de Busca e Salvamento
FAB realiza Exercício Operacional de Busca e Salvamento
FAB realiza Exercício Operacional de Busca e Salvamento
FAB realiza Exercício Operacional de Busca e Salvamento
FAB realiza Exercício Operacional de Busca e Salvamento
Rio Grande do Norte – O Esquadrão Falcão (1º/8º GAV), sediado em Parnamirim (RN) e o 3º Distrito Naval, sediado em Natal (RN), realizaram o Exercício Técnico de Içamento em Convés, no Navio-Patrulha Graúna.
O treinamento foi realizado no período de 11 a 31 de maio e utilizou a aeronave H-36 Caracal. Durante o exercício foram realizadas técnicas de içamento com maca, quando há a necessidade de imobilização da vítima para sua retirada da embarcação; e içamento com alça, quando não há necessidade de imobilização, o que possibilita uma ação de resgate mais rápida.
O Comandante do Navio-Patrulha, Capitão-Tenente Rafael Gomes Morato, destacou a importância desse tipo de atividade. “Foi uma oportunidade de realizar exercícios operativos que contribuíram sobremaneira para elevar o nível do aprestamento do meio, no que tange às operações com aeronave, mais especificamente o exercício de evacuação médica aerotransportada”, disse.
Para o Comandante do 1º/8º GAV, Tenente-Coronel Aviador Wankley Lima de Oliveira, o resgate de vítimas a bordo de navios mercantes, na costa da região Nordeste do País, está ocorrendo com muita frequência nos últimos anos. “Os Exercícios de Içamento em Convés, realizados com o apoio de navios da Marinha do Brasil, têm sido uma oportunidade de treinar essa atividade em situação bem próxima da realidade”, afirma.
Desde a chegada do Esquadrão Falcão ao Nordeste, em 2018, a Unidade Aérea já realizou 14 resgates em alto-mar.
Esquadrões da Força Aérea e Marinha realizam treinamento de içamento em convés. Foto: Cabo Simplício e Soldado Daniel Silva/BANT.
Santa Catarina – Entre os dias 5 e 22 de outubro, o Esquadrão Pantera (5º/8º GAv), sediado em Santa Maria (RS), realizou treinamento de içamento no mar. O Exercício Operacional, que ocorreu em Florianópolis (SC) e Navegantes (SC), teve como objetivo preparar os militares da Unidade Aérea para o resgate do tipo kapoff (duplo molhado) e do tipo convés (duplo seco e maca).
O treinamento ocorreu com o apoio da Base Aérea de Florianópolis (BAFL), onde os helicópteros, os equipamentos e a tripulação ficaram instalados, além de uma embarcação da Marinha do Brasil, que possibilitou a simulação de uma emergência em convés no alto mar.
Esquadrão Pantera da Força Aérea treina içamento de vítima no mar em Santa Catarina. Foto: 5°/8° GAV
A manobra de treinamento dividiu-se em duas linhas de ação. Na Baía Sul da Ilha de Santa Catarina, próximo à BAFL, aconteceram as simulações de vítima no mar. Os helicópteros pairaram sobre a vítima e o resgate ocorreu com a infiltração do militar SAR (do inglês, Search and Rescue) na água, através do guincho.
Em uma técnica de salvamento consideraram que a pessoa a ser resgatada não tinha uma lesão visível na coluna, ela foi exfiltrada pelo método duplo molhado, que consiste no militar de resgate passar uma alça de içamento sob os ombros da vítima e trazê-la a bordo da aeronave.
Na outra, consideraram uma possível fratura na coluna cervical da vítima, que consistiu em um içamento através de uma maca específica para resgates no mar, o içamento tipo convés. Em uma embarcação da Marinha do Brasil, o Faroleiro Mario Seixas, a vítima foi içada da parte mais acessível do navio, tanto pelo duplo seco (não há contato com a água nesse tipo de resgate), quanto pela maca, considerando o estado clínico da vítima.
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Esquadrão Pantera da Força Aérea treina içamento de vítima no mar em Santa Catarina. Foto: 5°/8° GAV
Esquadrão Pantera da Força Aérea treina içamento de vítima no mar em Santa Catarina. Foto: 5°/8° GAV
Brasil – A qualquer hora do dia ou da noite uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) pode ser acionada para transportar um órgão que vai salvar uma vida. Na sexta-feira (23), quando foi celebrado o Dia da Força Aérea Brasileira, a corporação também comemorou a marca de 170 órgãos transportados este ano.
A FAB mantém uma aeronave permanentemente disponível para o trabalho de levar os órgãos ou tecidos até local onde está o receptor. Em muitos casos, o transporte é fundamental para que o processo de transplante aconteça. O acionamento de uma aeronave ocorre de acordo com a demanda repassada pelo Ministério da Saúde, que coordena o Sistema Nacional de Transplantes.
A partir de então, é ativada uma cadeia de eventos. É preciso checar as condições de pouso no aeroporto de destino, acionar a tripulação e avisar ao controle de tráfego aéreo que se trata de um transporte de órgãos, o que dá ao avião prioridade para procedimentos de pouso e decolagem.
De acordo com a FAB, há tripulações de sobreaviso nos Esquadrões de Transporte, em tempo integral, em todo o Brasil. Assim que o Sistema Nacional de Transplantes recebe as informações iniciais para a captação de um determinado órgão, a FAB é acionada e aloca os meios mais próximos para cumprir a missão de transporte.
Só neste ano de 2020, de janeiro a setembro, a FAB já transportou 170 órgãos. Em 2019, foram 167 órgãos transportados. Nos últimos quatro anos de trabalho, a FAB já ajudou a salvar 933 vidas.
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Neste ano Força Aérea Brasileira, já transportou 170 órgãos para transplantes. Foto: Divulgação
Neste ano Força Aérea Brasileira, já transportou 170 órgãos para transplantes. Foto: Divulgação
Neste ano Força Aérea Brasileira, já transportou 170 órgãos para transplantes. Foto: Divulgação
Roraima – Pela segunda vez neste ano, os Ministérios da Defesa e da Saúde prestam apoio aos moradores das Terras Indígenas de Roraima no combate ao novo coronavírus. Na segunda-feira (19), profissionais de saúde das Forças Armadas retornam para o extremo norte do País, para atuar em aldeias localizadas no entorno dos Polos Bases de Auaris, Surucucu e Boa Vista, na parte oeste do Estado, onde vivem cerca de 11 mil indígenas.
Denominada Missão Roraima II, a operação interministerial também leva para a região 4 toneladas de materiais, entre equipamentos de proteção individual (EPI), medicamentos e testes para a Covid-19.
Seguem para a região 15 médicos, sendo 10 clínicos gerais, dois ginecologistas, um pediatra, um infectologista, três enfermeiros, seis técnicos de enfermagem, dois veterinários e um auxiliar de veterinário, oriundos de Organizações Militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, do Distrito Federal e de diversos estados do Brasil.
Com vasta experiência em saúde operacional e em missões na região Amazônica, a Capitão Fabiola Cristine Marques, médica ginecologista da Aeronáutica e chefe da Aeromédica em São José dos Campos, São Paulo, é uma das integrantes da missão.
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Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Ela destaca a importância da assistência humanitária em saúde, desenvolvida desde os primórdios das linhas do Correio Aéreo Nacional (CAN), na década de 40, por meio de Ações Cívico-Sociais (ACISOs), na Região Amazônica. Agora, em virtude da Covid-19, essas ações são ainda mais necessárias para a garantia da saúde da população de origem indígena nessa região.
Os indígenas da região a ser atendida são da etnia Yanomami. Considerada uma população de recente contato, vivem na floresta amazônica, em locais de difícil acesso. Graças à grande capilaridade e ao alto poder logístico das Forças Armadas, aliados ao trabalho da Secretaria Especial de Saúde Indígena, do Ministério da Saúde, é possível proporcionar esse reforço à saúde dessa população.
A previsão é de que sejam atendidos cerca de 3 mil indígenas das aldeias Arauthaú, Parafuri, Kaianaú, Alto Mucajaí e Baixo Mucajaí, além das comunidades que vivem no entorno dos PEF de Auaris e de Surucucu.
Conforme ocorreu na missão anterior, realizada no início deste mês, no Maranhão, também seguem para Roraima dois médicos veterinários militares, que irão realizar ações de vigilância epidemiológica e controle de zoonoses, doenças transmitidas pelos animais aos homens. Serão realizadas pesquisas de vetores de zoonoses, a profilaxia nos animais e a análise dos fatores ambientais que contribuem para a ocorrência dessas doenças.
Segurança
Para realizar o atendimento aos indígenas de forma segura neste momento de pandemia, é seguido rigoroso protocolo de testagem e isolamento de todos os militares que participam da missão. Além da realização de teste rápido imunológico (IgM/IgG) para CoViD-19 e exame clínico, com verificação e anotação de temperatura, oximetria, dados vitais e ausência de sinais/sintomas de síndrome gripal, toda equipe é submetida a controle sanitário antes do embarque.
Força Aérea realiza missão Roraima II para combate ao COVID 19 em terras indígenas dos polos bases, Auaris, Surucucu e Boa Vista. Foto: Antônio Oliveira
Brasil – Pelos ares, no comando de aeronaves, militares da Força Aérea Brasileira (FAB) cruzam o céu do país em missões especiais. Em comemoração ao Dia do Aviador, celebrado nesta sexta-feira (23).
A data é lembrada na corporação em homenagem ao primeiro voo do 14-Bis, realizado em 1906 pelo brasileiro Alberto Santos-Dumont, no Campo de Bagatelle, na França.
Na FAB, os militares atuam no transporte de órgãos para transplante, assim como lançamento de água para combater incêndios que atingem o Pantanal. Só nos primeiros 14 dias de outubro, 2.536 focos de queimadas destruíram parte do bioma.
Em outra missão, aeronaves decolam para levar insumos à população no combate à Covid-19. As ações também envolvem descontaminação de espaços públicos, doações de sangue, transporte de medicamentos e equipamentos de saúde. Confira relatos:
Transporte de órgãos para salvar vidas
Baseado em Brasília, o tenente-coronel Christiano Pereira Haag, de 42 anos, traz no currículo seis mil horas de voo. Ele é o comandante do Esquadrão de Transporte Aéreo da capital, responsável por levar órgãos de doadores a pacientes que há anos aguardam pela possibilidade de uma vida nova.
Tenente-Coronel Aviador Christiano Pereira Haag, da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB
“Transportar um órgão para transplante é uma das missões mais nobres da FAB […] levar esperança de vida para uma pessoa, certamente nos remete à sensação de dever cumprido”, disse.
De janeiro a setembro desse ano, a Força Aérea foi acionada para 151 missões do tipo. Ao todo, 170 órgãos foram transportados, entre fígado (91), coração (40) e rins (33). Nos últimos quatro anos, 993 vidas foram salvas com as doações.
De dentro da aeronave, o coronel Haag é responsável por operar o avião U-100 Phenom. O amor à profissão, na definição do militar, “resume bem como é viver em prontidão”. Em todo país, o transporte de órgãos ocorre 24 horas por dia, sem interrupção.
“Não há motivo maior de orgulho em saber que as suas ações refletirão em esperança e vida para um brasileiro que necessita.”
Pilota de aeronaves
Em função semelhante ao do coronel, a capitão aviadora Bruna Nascentes Teles, de 32 anos, também comanda aeronaves da FAB. A militar ingressou na corporação em 2008, e compartilha do sentimento de prontidão que a profissão exige.
“A partir do momento que somos acionados para alguma missão, sabemos que a vida de alguém depende da nossa agilidade, e por isso é muito gratificante e também uma enorme responsabilidade cumprir a missão, independente do dia ou do horário”, conta.
Capitão aviadora Bruna Nascentes Teles, de 32 anos, da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB
Ao ser perguntada sobre o sentimento ao sair de casa todos os dias para o trabalho, a capitão fala em “gratidão”.
“É muito gratificante saber que estou contribuindo para salvar uma vida. Sempre que possível tento entrar em contato com alguém da equipe médica para saber se o transplante deu certo.”
Combate a incêndios no Pantanal
Em outra missão, como piloto do C-130 Hércules, o capitão Ítalo Holanda De Oliveira, baseado no Rio de Janeiro, comanda o esquadrão que atua no combate a focos de incêndio no Pantanal. As queimadas na região duram mais de dois meses. De acordo com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) Prevfogo, a área destruída representa 26% do bioma.
Na aeronave da FAB, um sistema lança água sob pressão nos locais atingidos pelo fogo. A capacidade de lançamento é de até 12 mil litros de água a cada abastecimento.
Linga de fogo no Pantanal de MS. Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Marcadas na memória, o capitão Ítalo traz as lembranças de uma ação recente de combate ao fogo no Pantanal. Além de ajudar no preservação da fauna e da flora, ele lembra de ajudar brigadistas a escaparem do incêndio.
“Um grupo de brigadistas, que estava atuando em solo, ficou cercado pelo fogo enquanto realizava o trabalho no local. Nós fomos acionados para auxiliá-los”, lembra Ítalo.
O avião em que estava, o C-130, executou o lançamento de água, o que possibilitou que o helicóptero de resgate se aproximasse dos brigadistas, que conseguiram sair ilesos da mata. “Foi muito satisfatório”, diz.
Capitão Italo Holanda De Oliveira, integrante do Esquadrão Gordo, da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB
“De alguma forma, nós estamos ajudando a garantir um bem comum, que é a preservação do meio ambiente, das nossas riquezas naturais e que futuras gerações tenham a oportunidade de usufruir da nossa biodiversidade.”
Transporte de EPIs durante a pandemia
A Operação Covid-19, coordenada pelo Ministério da Defesa, mobiliza militares por todo o Brasil. Homens e mulheres das Forças Armadas atuam no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, em apoio à população.
As ações envolvem descontaminação de espaços públicos, doações de sangue, transporte de medicamentos e equipamentos de saúde. Na execução dessas atividades, a tenente aviadora Mariana de Bustamante Fontes, de 24 anos, serve no Esquadrão Harpia e opera o helicóptero H-60L Black Hawk.
“Tenho orgulho de levar apoio para onde muitas vezes ninguém mais chega. Dedico minha vida a cumprir as mais nobres missões nas comunidades mais remotas do território brasileiro”, diz.
Tenente Mariana de Bustamante Fontes, de 24 anos, opera helicóptero da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB
Nesses locais, principalmente da Amazônia, o trabalho da militar é essencial, em apoio a populações isoladas. As aldeias atendidas por aeronaves da corporação são consideradas de difícil acesso por terra, e somente embarcações e helicópteros conseguem chegar.
“No caso das comunidades indígenas, as nossas tripulações têm um cuidado mais acentuado. Portanto, a interação é apenas com os chefes dessas comunidades”, explica a tenente.
“Sempre fomos muito bem recebidos e temos a certeza de que os equipamentos transportados para locais inóspitos demonstram o comprometimento de todos os aviadores em integrar cada vez mais o nosso país.”
Durante a pandemia, além de levar ajuda, os militares também precisam reforçar os cuidados com a própria saúde e, assim, evitar a disseminação do vírus entre colegas e os atendidos. Segundo a FAB, nas missões que envolvem proximidade com comunidades indígenas, os tripulantes são testados antes de cada decolagem, além de cumprirem as medidas sanitárias e uso de Equipamento de Proteção Individual (EPIs) durante os transportes.
Avião da FAB transporta 13 mil testes rápidos para diagnosticar Covid-19. Foto: FAB/Divulgação
Amazonas – O Esquadrão Harpia (7º/8º GAV) da Força Aérea, sediado na Ala 8, em Manaus (AM), realizou sábado (03), uma missão de Evacuação Aeromédica (EVAM) de um indígena da etnia Jamamadi, morador da comunidade Imbaúba, localizada na região do Médio Purus, próximo à cidade de Lábrea (AM).
O paciente foi picado por uma cobra Jararaca e necessitava de atendimento médico especializado. O contato com pedido de socorro foi emitido via rádio ao Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) da região do Médio Purus, na noite de 2 de outubro.
Na ocasião, um helicóptero H-60L Black Hawk do Esquadrão Harpia estava na cidade de Lábrea (AM) engajada em uma missão da Operação Gota, que tem por objetivo promover a imunização da população brasileira em regiões de difícil acesso, numa cooperação entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Defesa.
Um médico do DSEI estava a bordo do helicóptero e realizou os primeiros atendimentos ainda na comunidade. O indígena foi levado à cidade de Lábrea (AM) para o devido tratamento médico. O Tenente Aviador Fernando Afonso Fabian, destacou a importância da missão. “Salvar vidas é algo extremamente gratificante. Para isso que nos preparamos”, comentou.
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Esquadrão Harpia da FAB realiza uma evacuação médica de um indígena da etnia Jamamadi picaco por uma cobra na comunidade Imbaúba, AM. Foto: 7º/8º GAV
Esquadrão Harpia da FAB realiza uma evacuação médica de um indígena da etnia Jamamadi picaco por uma cobra na comunidade Imbaúba, AM. Foto: 7º/8º GAV
Rio de Janeiro – O Terceiro Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (3°/8°GAV), “Esquadrão Puma“, sediado na Ala 12, Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, comemorou seu 40º ano de existência. O Esquadrão opera na Ala 12 desde o início de 2017, com a aeronave H-36 Caracal, equipado com farol de busca, compatível com equipamentos de visão noturna (NVG – Night Vision Goggles)
O Esquadrão realiza missões de Busca e Salvamento (SAR), Busca e Salvamento em Combate (CSAR), Evacuação Aeromédica (EVAM), Exfiltração Aérea, Infiltração Aérea e Transporte Aéreo Logístico.
O Esquadrão herdou a missão da Primeira Esquadrilha de Ligação e Observação (1ª ELO) que participou da campanha brasileira na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Integrante da Artilharia Divisionária da Força Expedicionária Brasileira, a 1ª ELO tinha como missão regular o tiro da artilharia e observar o campo inimigo. Os pilotos e os mecânicos dos aviões eram da FAB e os observadores aéreos, oficiais do Exército.
Toda a trajetória, que começa em 1945, passa pela criação do Terceiro Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque (3 EMRA) até a criação do 3º/8º GAV, em 1980.
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O 3º/8º GAV "Esquadrão Puma" da FAB completa 40 anos de existência. Foto: Sargento Leonardo / Ala 12 e Sargento Johnson / CECOMSAER
O 3º/8º GAV "Esquadrão Puma" da FAB completa 40 anos de existência. Foto: Sargento Leonardo / Ala 12 e Sargento Johnson / CECOMSAER
O 3º/8º GAV "Esquadrão Puma" da FAB completa 40 anos de existência. Foto: Sargento Leonardo / Ala 12 e Sargento Johnson / CECOMSAER
Aeronave H-36 Caracal da FAB, na Ala 12 - Base Aérea de Santa Cruz. Sgt Said.
O 3º/8º GAV "Esquadrão Puma" da FAB completa 40 anos de existência. Foto: Sargento Leonardo / Ala 12 e Sargento Johnson / CECOMSAER
Aeronave H-36 Caracal da FAB, na Ala 12 - Base Aérea de Santa Cruz. Sgt Said.
Mato Grosso do Sul – O Exercício Operacional Tápio, previsto para iniciar a partir de segunda-feira (17) na Base Aérea de Campo Grande, com 700 militares de outras localidades, contará com barreiras sanitárias, monitoramento dos participantes por QR Code e helicóptero adaptado com cápsula de isolamento de paciente.
O brigadeiro do ar Luiz Cláudio Macedo Santos, comandante da Ala 5, explica que Campo Grande foi escolhida ainda no ano passado para receber o treinamento, previsto para maio, mas adiado para a segunda quinzena de agosto para que a FAB (Força Aérea Brasileira) pudesse se adaptar, com regras de biossegurança em meio à pandemia.
“Aqui é um ambiente próprio para realização desse tipo de treinamento, simula um cenário de guerra irregular e assimétrico”, afirma. O comandante diz que as capacitações precisam ocorrer para que as operações de apoio continuem ocorrendo, como no Pantanal, no combate as queimadas, e da própria COVID-19, em casos de transportes de materiais, medicamentos e EPIs (Equipamento de Proteção Individual).
Brigadeiro do ar Luiz Cláudio Macedo Santos, comandante da Ala 5 (Foto: Henrique Kawaminami).
“O exercício é fundamental para manter a capacitação para emprego nessas frentes e na nossa vigilância do espaço aéreo, bem como resgate em alto-mar”. Segundo o comandante, os militares em treinamento realizaram testes de COVID-19 antes da viagem e passarão por quatro barreiras sanitárias montadas dentro da Base Aérea, entre eles o local de desembarque e o portão de acesso. Todos também serão monitorados por aplicativo, através de QR Code, disponíveis em vários ambientes.
“Auditórios, salas de planejamento, refeitórios, hotéis, inclusive hotéis da cidade. A nossa central de atendimento e saúde acompanhada cada um diariamente e todo o movimento dele, justamente para que em caso de sintoma saibamos por onde passou, para que possamos desinfectar o ambiente, bem como todos aqueles que interagiram com o militar. Toda a estrutura é uma preocupação extrema para que não venha sobrecarregar o sistema de saúde de Campo Grande”, explica.
Uma unidade de saúde, com 12 médicos e enfermeiros, foi montada para funcionar 24 horas por dia e ficará disponível para caso algum integrante apresenta sintomas da doença. O Hotel de Trânsito dos Oficiais também foi disponibilizado como local de isolamento.
“Caso tenhamos agravamento da situação, há possibilidade de internação com leitos respiratórios e se não for o suficiente, se o militar requerer estrutura mais robusta, será evacuado para uma unidade de saúde da Aeronáutica”, afirma o comandante. “Tudo para garantir o exercício e manter a capacidade operacional”, completa.
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Exercício operacional da FAB terá monitoramento por QR Code e helicóptero equipado com capsula de isolamento
Exercício operacional da FAB terá rastreio por QR Code e helicóptero equipado com capsula de isolamento
Exercício operacional da FAB terá monitoramento por QR Code e helicóptero equipado com capsula de isolamento
Caso seja necessário, duas aeronaves estarão disponíveis para transportar militares diagnosticados com a COVID-19. As aeronaves contam com instalação de leitos e também há disponível, em Brasília, outra com possibilidade de montar leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva).
Em Campo Grande também ficará disponível o helicóptero com duas macas preparadas para transporte de infectados, não apenas de COVID-19, como de outras doenças. Parte dos militares já desembarcou em Campo Grande e o restante deve chegar no domingo. O treinamento vai até 2 de setembro.
O comandante explicou ainda que os militares participantes já foram orientados sobre as normas de biossegurança, como distanciamento e uso de máscaras, e que os ambientes serão reduzidos pela metade da capacidade. Também reforçou que, fora da Base Aérea, os militares devem seguir os protocolos estabelecidos, entre eles os decretos da prefeitura, como não ultrapassar o horário do toque de recolher.
Militar prepara macas com capsula de isolamento em helicóptero (Foto: Henrique Kawaminami).
Rio de Janeiro – No período de 13 a 23 de julho, na Base Aérea de Santa Cruz, Rio de Janeiro, aconteceu o Exercício Técnico de Busca e Salvamento (EXTEC SAR) e o Exercício Operacional de Busca e Salvamento (SAREX II). Um dos objetivos foi o aperfeiçoamento da interoperabilidade entre a Aeronáutica e a Marinha do Brasil.
As atividades promoveram uma operação simulada para aperfeiçoamento, manutenção e padronização dos Esquadrões que realizam missões de Busca e Salvamento no mar e em terra e dos Centros de Coordenação de Busca e Salvamento Aeronáutico (ARCC) e as Unidades Aéreas da Força Aérea Brasileira (FAB).
Nas proximidades da Ilha da Marambaia, o Esquadrão Puma operou a aeronave H-36 Caracal com treinamento de convés (içamento de maca e de pessoal), em conjunto com o Navio Patrulha Oceânico da Marinha do Brasil. Com duas decolagens diárias, totalizando oito horas de voo por dia, o Esquadrão Pelicano também conseguiu atingir os objetivos do exercício.
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Esquadrões da FAB realizam treinamento para aperfeiçoar técnicas de busca e salvamento (SAR). Foto: Sargento Johnson / CECOMSAER e Sargento Neubar / Ala 12
Esquadrões da FAB realizam treinamento para aperfeiçoar técnicas de busca e salvamento (SAR). Foto: Sargento Johnson / CECOMSAER e Sargento Neubar / Ala 12
Esquadrões da FAB realizam treinamento para aperfeiçoar técnicas de busca e salvamento (SAR). Foto: Sargento Johnson / CECOMSAER e Sargento Neubar / Ala 12
Esquadrões da FAB realizam treinamento para aperfeiçoar técnicas de busca e salvamento (SAR). Foto: Sargento Johnson / CECOMSAER e Sargento Neubar / Ala 12
Esquadrões da FAB realizam treinamento para aperfeiçoar técnicas de busca e salvamento (SAR). Foto: Sargento Johnson / CECOMSAER e Sargento Neubar / Ala 12
Esquadrões da FAB realizam treinamento para aperfeiçoar técnicas de busca e salvamento (SAR). Foto: Sargento Johnson / CECOMSAER e Sargento Neubar / Ala 12
Esquadrões da FAB realizam treinamento para aperfeiçoar técnicas de busca e salvamento (SAR). Foto: Sargento Johnson / CECOMSAER e Sargento Neubar / Ala 12
O treinamento levou em consideração as peculiaridades de uma missão real no mar, como o deslocamento de alvos, em virtude das correntes marítimas e do vento; do efeito de espelhamento da superfície, provocado pelos raios solares; e também as dificuldades de localização espacial, provocada pela falta de referências.
Os Esquadrões Phoenix, Netuno e Gordo também participaram do treinamento. O Esquadrão Gordo realizou treinamentos específicos envolvendo procedimentos de lançamento de bordo, que consiste na entrega de kits de sobrevivência contendo botes salva-vidas e alimentos para as vítimas. Durante o treinamento, foram realizadas 13 missões, totalizando aproximadamente 50 horas de voo.
Célula de Acompanhamento de Desempenho Operacional (CADO)
O Exercício Técnico SAR conta com uma nova ferramenta para avaliar as missões de Busca e Salvamento: a Célula de Acompanhamento de Desempenho Operacional (CADO). Valendo-se do modelo já funcional na Aviação de Caça, a CADO tem como objetivo realizar um levantamento de dados que sirvam de base para análise de desempenho das atividades executadas.
Na prática, a Célula de Acompanhamento recebe ao longo do dia os resultados das missões de treinamento, esses resultados são analisados de modo a identificar possíveis pontos de melhoria. Cabendo a CADO avaliar se aquilo que é diferente pode ser apresentado como uma melhor alternativa, e não julgar quem fez certo ou errado.
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Esquadrões da FAB realizam treinamento para aperfeiçoar técnicas de busca e salvamento (SAR). Foto: Sargento Johnson / CECOMSAER e Sargento Neubar / Ala 12
Esquadrões da FAB realizam treinamento para aperfeiçoar técnicas de busca e salvamento (SAR). Foto: Sargento Johnson / CECOMSAER e Sargento Neubar / Ala 12
Esquadrões da FAB realizam treinamento para aperfeiçoar técnicas de busca e salvamento (SAR). Foto: Sargento Johnson / CECOMSAER e Sargento Neubar / Ala 12
Rio Grande do Norte – O Esquadrão Falcão (1º/8º GAV), sediado na Ala 10, em Parnamirim (RN), resgatou, na sexta-feira (10), um Oficial da Marinha Mercante que estava a bordo do navio Hercules Leader, oriundo do Japão, localizado a cerca de 240 km da costa brasileira, na direção da cidade de Natal (RN).
Antes da decolagem, um médico do Hospital de Aeronáutica de Recife analisou as informações recebidas pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (SALVAMAR) sobre o estado da vítima. Ela apresentava quadro de apendicite aguda e precisava de intervenção cirúrgica imediata.
A aeronave H-36 Caracal decolou de Parnamirim (RN) e voou até a original posição do navio para realizar o resgate. O helicóptero manteve o voo pairado enquanto os homens de resgate SAR (Search and Rescue – Busca e Salvamento) desceram até o convés, imobilizaram a vítima e a içaram em uma maca.
Ao final, o Esquadrão transportou o paciente para Natal, RN, a fim de receber atendimento médico especializado. Toda a operação durou aproximadamente duas horas. A tripulação do helicóptero, formada por dez militares, sendo dois pilotos, um mecânico, dois operadores de equipamentos, três homens de resgate, uma médica e uma enfermeira, usou trajes especiais para minimizar o risco de qualquer contaminação.
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Esquadrão Falcão da FAB resgata Oficial da Marinha Mercante em navio japonês na costa brasileira. Foto: Sargento Marcella /Ala 10.
Esquadrão Falcão da FAB resgata Oficial da Marinha Mercante em navio japonês na costa brasileira. Foto: Sargento Marcella /Ala 10.
Esquadrão Falcão da FAB resgata Oficial da Marinha Mercante em navio japonês na costa brasileira. Foto: Sargento Marcella /Ala 10.
Esquadrão Falcão da FAB resgata Oficial da Marinha Mercante em navio japonês na costa brasileira. Foto: Sargento Marcella /Ala 10.
Esquadrão Falcão da FAB resgata Oficial da Marinha Mercante em navio japonês na costa brasileira. Foto: Sargento Marcella /Ala 10.
Brasil – No sábado (04), equipe do Esquadrão Pantera (5º/8º GAV) da Força Aérea Brasileira, sediado na Ala 4 – Base Aérea de Santa Maria (RS), resgatou um homem que estava a bordo de um navio, oriundo do Panamá, a cerca de 100 km do litoral do Rio Grande do Sul (RS).
As informações recebidas pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (SALVAMAR), sobre o estado de saúde da vítima, eram de que apresentava febre alta desde o dia primeiro de julho e havia suspeita de malária.
A aeronave H-60L Black Hawk decolou de Santa Maria para a Ala 3 – Base Aérea de Canoas (RS), onde realizou pouso para embarque da equipe médica que integrou a tripulação e, em seguida, voou até a posição do navio para realizar o resgate.
O helicóptero manteve o voo pairado enquanto o homem SAR (Search And Rescue – Busca e Salvamento) desceu até o convés, realizou os primeiros atendimentos e foi içado com o paciente. Ao final, a vítima foi transportada em uma ambulância do SAMU para o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre, para receber atendimento médico especializado. Toda a operação durou, aproximadamente, cinco horas.
A tripulação do helicóptero, formada por nove militares, sendo dois pilotos, dois homens de resgate, dois mecânicos, um médico e dois enfermeiros, usou trajes especiais para minimizar o risco de qualquer contaminação.
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Fotos: Tenente Werlang, Sargento Fabian / Ala 3 e Tenente Josué / 5º/8º GAV
Fotos: Tenente Werlang, Sargento Fabian / Ala 3 e Tenente Josué / 5º/8º GAV
Fotos: Tenente Werlang, Sargento Fabian / Ala 3 e Tenente Josué / 5º/8º GAV
Fotos: Tenente Werlang, Sargento Fabian / Ala 3 e Tenente Josué / 5º/8º GAV
Fotos: Tenente Werlang, Sargento Fabian / Ala 3 e Tenente Josué / 5º/8º GAV
Fotos: Tenente Werlang, Sargento Fabian / Ala 3 e Tenente Josué / 5º/8º GAV
Fotos: Tenente Werlang, Sargento Fabian / Ala 3 e Tenente Josué / 5º/8º GAV
Fotos: Tenente Werlang, Sargento Fabian / Ala 3 e Tenente Josué / 5º/8º GAV
Fotos: Tenente Werlang, Sargento Fabian / Ala 3 e Tenente Josué / 5º/8º GAV
EVAM – Marinha do Brasil
Na segunda-feria (29), O 1° Esquadrão de Helicópteros Atissubmarino (EsqdHS-1) da Marinha do Brasil também foi acionado para resgatar um tripulante com suspeita de malária, embarcado no navio mercante panamenho “Kapetan Sideris”. (Saiba mais)
A Evacuação Aeromédica (EVAM) foi realizada com a aeronave “SH-16 Seahawk” e ocorreu a 150 milhas náuticas, aproximadamente 280 quilômetros da cidade de São Pedro da Aldeia, RJ. O paciente foi retirado através do guincho da aeronave.
Marinha do Brasil realiza evacuação aeromédica de tripulante em navio mercante a 150 milhas da costa.
Distrito Federal – Na tarde de quarta-feira (6), a união de esforços entre os Órgãos de Saúde, Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e Força Aérea Brasileira (FAB) possibilitou o transporte de um coração para transplante. O helicóptero Resgate 03 decolou da sede do Grupamento de Aviação Operacional (GAvOp), com destino ao Aeroporto Internacional de Brasília.
O objetivo da missão foi concluir o transporte do órgão retirado de um doador em Campo Grande, Mato Grosso do Sul e levá-lo ao Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF), onde um receptor aguardava o transplante.
O transporte é resultado da cooperação entre a Força Aérea Brasileira (FAB), Órgãos de Saúde e do CBMDF. A missão teve início às 07h00 com a saída da equipe médica de Brasília no avião Learjet U-55 da FAB, e encerrou às 14h34 com a entrega do órgão no ICDF pelo Resgate 03.
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FAB e Corpo de Bombeiros do DF unem esforços para transportar órgão de Campo Grande a Brasília
FAB e Corpo de Bombeiros do DF unem esforços para transportar órgão de Campo Grande a Brasília
FAB e Corpo de Bombeiros do DF unem esforços para transportar órgão de Campo Grande a Brasília
FAB e Corpo de Bombeiros do DF unem esforços para transportar órgão de Campo Grande a Brasília
Brasil – Duas aeronaves C-130 Hércules e um KC-390 Millennium da Força Aérea Brasileira (FAB) realizaram no últimos dias ações de Transporte Aéreo Logístico em apoio à Operação COVID-19. Os aviões Hércules realizaram a missão no sábado (02) e o KC-290 na segunda-feira (04).
Os dois aviões C-130 transportaram mais de 25 toneladas de equipamentos e insumos hospitalares e o avião KC-390 transportou 8.400 unidades de álcool em gel doadas pelo Hospital Albert Einstein. As aeronaves decolaram de Guarulhos (SP) com destino a Manaus (AM).
O primeiro avião C-130 transportou 175 cilindros de oxigênio, 06 respiradores e aproximadamente 400 kg de medicamentos. O segundo transportou 12.832 kg de álcool em gel e 25 cilindros de oxigênio. Os cilindros serão reabastecidos em Manaus para redistribuição.
Os medicamentos, álcool em gel e respiradores foram entregues à Secretaria de Saúde do Estado do Amazonas, com o objetivo de auxiliar no enfrentamento à pandemia.
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Aviões da FAB transportam mais de 25 toneladas de equipamentos e insumos hospitalares para Manaus. Foto: Ten Kramer, Cb Siqueira/BASP; Ten Bruna/Ala 8.
Aviões da FAB transportam mais de 25 toneladas de equipamentos e insumos hospitalares para Manaus. Foto: Ten Kramer, Cb Siqueira/BASP; Ten Bruna/Ala 8.
Aviões da FAB transportam mais de 25 toneladas de equipamentos e insumos hospitalares para Manaus. Foto: Ten Kramer, Cb Siqueira/BASP; Ten Bruna/Ala 8.
Aviões da FAB transportam mais de 25 toneladas de equipamentos e insumos hospitalares para Manaus. Foto: Ten Kramer, Cb Siqueira/BASP; Ten Bruna/Ala 8.
Aviões da FAB transportam mais de 25 toneladas de equipamentos e insumos hospitalares para Manaus. Foto: Ten Kramer, Cb Siqueira/BASP; Ten Bruna/Ala 8.
Rio Grande do Sul – Na quinta-feira (23), em razão das atividades realizadas na Operação COVID-19, militares das Forças Amadas realizam ações de apoio a órgãos públicos e sociedade. Marinha, Exército e Aeronáutica atuam coordenadas no Centro de Operações Conjuntas (COC), em Brasília (DF), e em dez Comandos Conjuntos distribuídos por todo o território nacional.
No Comando Conjunto Sul em Porto Alegre (ALA 3 – Base Aérea de Canoas/RS), foi realizada demonstração de Evacuação Aeromédica (EVAM) por profissionais de saúde do Hospital de Aeronáutica de Canoas (HACO), com equipamentos especiais para transporte de paciente grave em isolamento total.
Comando Conjunto Sul treina evacuação aeromédica com uso de cápsula de isolamento em Canoas, RS. Foto: Soldados Ferrão e Luiz Matos/ Ala 3
Os equipamentos são específicos para proteger o paciente do ambiente externo e vice-versa, com destaque para a cápsula de isolamento, ou “maca bolha”, que é equipada com monitor multiparamétrico, que detecta todos os parâmetros de sinais vitais, respirador mecânico, desfibrilador, bombas de infusão de medicamento e cilindro de oxigênio.
A cápsula possui um zíper selado e seis filtros para que o ar devolvido ao ambiente externo não esteja contaminado, estabilizadores que minimizam o desconforto em caso de turbulência, além de acessos que permitem todo o tipo de manipulação pelos profissionais de saúde sem contato direto, que também usam trajes de proteção total.
O Diretor do HACO, Coronel Médico Mauro Amim Sab, explicou que “a função do EVAM é proporcionar que um paciente em estado grave possa ser transportado de regiões mais remotas ou com menor capacidade de atendimento de saúde para os grandes centros, para receber o tratamento adequado em hospitais de alta complexidade”, explicou.
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Comando Conjunto Sul treina evacuação aeromédica com uso de cápsula de isolamento em Canoas, RS. Foto: Soldados Ferrão e Luiz Matos/ Ala 3
Comando Conjunto Sul treina evacuação aeromédica com uso de cápsula de isolamento em Canoas, RS. Foto: Soldados Ferrão e Luiz Matos/ Ala 3
Comando Conjunto Sul treina evacuação aeromédica com uso de cápsula de isolamento em Canoas, RS. Foto: Soldados Ferrão e Luiz Matos/ Ala 3
Comando Conjunto Sul treina evacuação aeromédica com uso de cápsula de isolamento em Canoas, RS. Foto: Soldados Ferrão e Luiz Matos/ Ala 3
Comando Conjunto Sul treina evacuação aeromédica com uso de cápsula de isolamento em Canoas, RS. Foto: Soldados Ferrão e Luiz Matos/ Ala 3
Ministro da Defesa visita Ala 3 para acompanhar atividades da Operação COVID-19
Brasil – Aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) estão sendo utilizadas frequentemente para atender as demandas do Ministério da Defesa nas ações logísticas de enfrentamento à COVID-19, em diversas localidades do país.
Na tarde de segunda-feira (06) aconteceu mais uma missão. Dessa vez uma aeronave VC-99C do Grupo de Transporte Especial (GTE) da FAB realizou o transporte de respiradores hospitalares e vacinas. Para realizar essa missão, as poltronas de passageiros da aeronave foram removidas e permitiu uma maior quantidade de carga de até 4.000 quilos.
A ação teve início na tarde de segunda-feira (06), em Brasília (DF), e finalizou na madrugada de terça (07), em Belo Horizonte (MG). Do total dos equipamentos, cinco ventiladores pulmonares são do Hospital das Forças Armadas (HFA), de Brasília, e outros 13 de hospitais da rede estadual do Amapá (AP).
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Força Aérea Brasileira transporta vacinas e respiradores hospitalares em apoio à Operação COVID-19
Força Aérea Brasileira transporta vacinas e respiradores hospitalares em apoio à Operação COVID-19
Força Aérea Brasileira transporta vacinas e respiradores hospitalares em apoio à Operação COVID-19
Força Aérea Brasileira transporta vacinas e respiradores hospitalares em apoio à Operação COVID-19
Os 18 respiradores hospitalares serão recuperados no Centro de Inovação e Tecnologia da Federação das Indústrias de Minas Gerais (SENAI FIEMG) e, posteriormente, auxiliarão no tratamento de pacientes com a COVID-19. A previsão é duas semanas para que os equipamentos estejam em condições de uso.
O SENAI FIEMG, localizado em Belo Horizonte (MG), realizará, gratuitamente, a manutenção destes equipamentos que são essenciais no tratamento de pacientes que apresentam sintomas graves da doença.
Além dos ventiladores hospitalares, o avião transportou 2.800 doses de vacinas contra a gripe para os estados do Tocantins e do Amapá, em apoio à campanha nacional de vacinação contra a influenza.
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Força Aérea Brasileira transporta vacinas e respiradores hospitalares em apoio à Operação COVID-19
Força Aérea Brasileira transporta vacinas e respiradores hospitalares em apoio à Operação COVID-19
Força Aérea Brasileira transporta vacinas e respiradores hospitalares em apoio à Operação COVID-19