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Policial civil ferido por tiro durante operação do helicóptero do SAER na favela da Maré passa bem

Rio de Janeiro – Um inspetor da policial civil da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) foi baleado no final da manhã de hoje (5), durante uma operação contra o crime organizado no conjunto de favelas da Maré, na zona norte do Rio.

O policial estava embarcado no helicóptero blindado Bell Huey II do Serviço Aeropolicial (SAER) da Polícia Civil e acabou sendo atingido na perna esquerda por estilhaço de projétil devido aos tiros efetuados por traficantes em direção ao helicóptero. A aeronave voava a baixa altura sobre a Vila do João, um conjunto de apartamentos em uma das comunidades da região.

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O policial foi levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, na zona sul, onde há um heliponto que facilita o socorro. Em nota, a Polícia Civil informou que o policial foi medicado, passa bem e já foi liberado do hospital.

A operação é coordenada pela Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), de Roubos e Furtos de Cargas e da Core, com a finalidade de cumprir mandados de prisão e de buscas e apreensão. A Polícia Civil ainda não divulgou o balanço da operação. Pelas redes sociais, os moradores relataram o tiroteio intenso ocorrido no Complexo da Maré.

Escolas

Durante os confrontos na Maré, um aparelho de ar-condicionado da Creche Municipal Pescador Albano foi atingido por uma bala perdida. Ninguém se feriu. As escolas da Maré funcionaram no período da manhã, pois os alunos já estavam em sala quando os confrontos começaram. A operação das delegacias especializadas da Polícia Civil, no conjunto de favelas da Maré, deixou 6.692 alunos sem aula na parte da tarde.

Agência Brasil, Douglas Corrêa.

Veículo roubado é recuperado com a ajuda de helicóptero da Polícia Civil do Paraná

Paraná – Um veículo Kia/Picanto, na cor vermelha, foi recuperado na tarde de quarta-feira (29), por policiais do Grupamento de Operações Aéreas (Goa) da Polícia Civil, após sobrevoarem a região da Vila Zumbi dos Palmares, em Colombo, Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

Foto: divulgação/Polícia Civil Paraná
Foto: divulgação/Polícia Civil Paraná

O carro foi roubado na segunda-feira (27), em Campina Grande do Sul, no bairro Jardim Paulista, quando um homem armado rendeu o motorista, por volta 20h, onde levou o veículo e cerca de R$ 500. O carro foi recuperado após o Goa ser acionado pelo Centro de Comunicações da Polícia Civil (Cepol).

“Em questão de três minutos nossa equipe localizou o veículo abandonado na rua Alceu Kuss”, falou o coordenador do Goa, Renato Coelho, completando que “a aeronave já estava sobrevoando o local visando realizar buscar na região da Vila Zumbi com o objetivo de localizar o automóvel subtraído”.

Na sequência, uma equipe da Polícia Militar compareceu ao local e encaminhou a ocorrência para a Delegacia do Alto Maracanã que já fez a entrega ao proprietário.

“A utilização da aeronave torna os trabalhos de polícia judiciária muito mais célere e eficaz. A eficiência do Cepol faz com que a notícia-crime chegue rapidamente as unidades da policiais propiciando o apoio aéreo de qualidade”, ressaltou Coelho.

Fonte: Polícia Civil Paraná.

Grupamento Aéreo de Alagoas participa de processo de revalidação de pilotos de Pernambuco

Alagoas – O Grupamento Aéreo da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) foi escolhido para participar, em Recife, do processo de revalidação da habilitação dos pilotos que atuam na Secretaria de Defesa Social de Pernambuco. O processo é obrigatório para que os profissionais possam atuar e é acompanhado pela Agência Nacional de Aviação (ANAC).

Grupamento Aéreo da SSP participa de processo de revalidação de pilotos de Pernambuco

Segundo o comandante do Grupamento Aéreo da SSP, coronel André Madeiro, que participou do processo, a ANAC escolhe em cada Estado representantes da Segurança Pública para revalidar as habilitações dos pilotos. Como havia a necessidade de análise dos registros em Pernambuco, os integrantes de Alagoas foram escolhidos.

“O procedimento é necessário para poder voar. Se não houver a revalidação, eles não estão autorizados a fazer nenhum tipo de voo. Ao todo faremos a avaliação de três pilotos do Aéreo da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco”, explicou.

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O procedimento para revalidação consiste em submeter os pilotos a treinamento e avaliação de um instrutor de voo, que irá autorizar ou não na base de dados da ANAC que o profissional desempenhe suas atividades.

As atividades são realizadas na base do Grupamento Aéreo da SDS/PE, que fica no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes Gilberto Freyre.

Governo de Alagoas, por Vanessa Siqueira.

Regras de engajamento aplicadas em operações de Segurança Pública com helicópteros

SÉRGIO RAMOS
PÉRICLES DE MATOS

RESUMO

Imagem TiroDestaca-se hoje a necessidade de uma Organização de Aviação de Segurança Pública – OASP compor doutrinas básicas que preparem o efetivo para uma eventual necessidade da realização de disparos com arma de fogo embarcado em helicópteros.

A evidente evolução das táticas e técnicas policiais é alavancada pelo rigoroso aumento da ousadia e aparato marginal, fazendo-se necessária a utilização de helicóptero como plataforma de tiro, deixando de ser aplicada unicamente como plataforma de observação aérea ou para aplicação em resgate e remoção aeromédicos e em busca e salvamento.

A definição clara de Regras de Engajamento propiciará segurança nas operações aéreas evitando ações desproporcionais do uso da força.

Para tanto foi utilizado como recurso metodológico de estudo bibliográfico e documental. Atualmente existe uma crescente utilização de aeronaves de asas rotativas em situações de alto risco envolvendo confrontos armados para enfrentamento de ações cada vez mais ousadas daqueles situados à margem da lei, necessitando assim de um embasamento doutrinário sólido que possibilite a elaboração de regras de engajamento, dando sustentabilidade às operações aéreas.

Assim, a definição clara de critérios doutrinários que embasem a execução de tiro embarcado em aeronaves de asas rotativas é a problematização do assunto e foi tratado para aplicação operacional específica das operações aéreas praticadas no estado do Paraná, mas que possuem muita similaridade com outras regiões do Brasil.


LEIA O ARTIGO COMPLETO


PR-BOP


Este artigo é uma versão extratificada de trabalho acadêmico realizado pelo autor como requisito do Curso Superior de Polícia, na Academia Policial Militar do Guatupê / Escola Superior de Segurança Pública, em 2015.

Autores: SÉRGIO RAMOS, Policial-militar, Maj QOPM, autor e piloto comandante de helicópteros do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas – PMPR. PÉRICLES DE MATOS, Policial-militar, Cel QOPM, orientador de conteúdo e instrutor da Academia Policial Militar do Guatupê – APMG.


Jovem americano é condenado por atirar em helicóptero da Polícia de Los Angeles/EUA

O jovem que admitiu atirar em um helicóptero AS350 da Polícia de Los Angeles, EUA, em 2011, foi condenado a 25 anos de prisão no dia 10/10.

Danny Anthony Lopez, de 20 anos, foi condenado pelo Juiz da Corte Superior Martin Herscovitz a 25 anos, após não contestar duas acusações de tentativa de assassinato a um oficial, com uma arma de fogo semi-automática em agosto, no Superior Tribunal de Van Nuys.

Em 24 de Abril de 2011, Lopez atirou com um rifle semi-automático em um helicóptero da Polícia por volta das seis da manhã, perto de Satycoy Street e da Densmore Avenue, atingindo o tanque de combustível e forçando os pilotos da aeronave a fazerem um pouso de emergência no Aeroporto de Van Nuys.

O helicóptero estava apoiando uma ocorrência no momento do tiroteio. Investigadores da LAPD foram capazes de determinar rapidamente de onde veio o tiro, e Lopez foi preso cerca de uma hora mais tarde. Lopez foi levado sob custódia depois de ser subjugado pelos membros da família.

Em troca de pedido de Lopez, promotores retiraram as acusações de tentativa de assassinato de um oficial, de atirar em uma aeronave ocupada e outra de carregar uma arma de fogo com uma gangue de rua.

Fonte: KABCLos Angeles Times e Daily News.

Helicentro em Osasco vai desafogar demanda de aeronaves na Grande São Paulo

Para atender a demanda crescente de helicópteros em São Paulo, um novo espaço privado para essas aeronaves, o HBR (Helicentro Brasil), está em construção na cidade de Osasco. A estrutura está sendo erguida próximo ao km 17 da rodovia Anhanguera e deve desafogar os aeroportos e helipontos regulares da capital paulista, principalmente o Campo de Marte, na zona norte da cidade. A previsão de conclusão das obras é maio de 2013, segundo César Parizotto, proprietário do HBR e da Helibase, empresa responsável pelo projeto.

De acordo com a Abraphe (Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero), atualmente, a capital paulista tem uma frota de aproximadamente 420 helicópteros. São 193 helipontos regularizados realizando cerca de 500 operações por dia, entre pousos e decolagens. Cerca de 1.200 pilotos são regularizados.

Na Grande São Paulo, são três heliportos em operação: o Helicentro, no bairro do Morumbi (capital); a Helicidade, no bairro do Jaguaré (capital); e o Heliparque, em Carapicuíba (Grande SP).

De acordo com Parizotto, como a oferta de heliportos na região é pequena para a atual frota de helicópteros, mesmo antes de a estrutura de Osasco estar pronta, muitas empresas já se mostraram interessadas em ter um ponto fixo no local.

— Nós não fizemos a abertura de reserva de espaço. Isso vai ser feito somente no ano que vem, previamente depois da inauguração. Temos muitos interessados, mas ainda não abrimos um contato para o processo formal de contratação.

Vagas de R$ 4.000 a R$ 20 mil

O HBR vai funcionar 24 horas e vai oferecer serviço de estacionamento em hangar, limpeza, segurança de helicóptero, movimentação e apoio para embarque e desembarque de passageiros. Segundo Parizotto, o valor mensal de aluguel vai variar entre R$ 4.000 e R$ 20 mil.

— O valor depende, varia do tipo de aeronave. As aeronaves são de tamanhos diferentes, ocupam espaços diferentes. Então, cada modelo de aeronave tem seu preço. Os serviços sempre vão estar inclusos, mas a prestação de serviço é diferente, de acordo com o tamanho da aeronave.

Com capacidade para 200 aeronaves, sendo 150 estacionadas e 50 em manutenção, a previsão é de que o helicentro HBR faça até 150 operações diárias de pousos e decolagens. A construção do local custou R$ 75 milhões.

— [O HBR] vai desafogar os aeroportos do Campo de Marte, deixando a pista para as aeronaves de asa fixa [aviões]. É uma opção para os proprietários e empresas de helicóptero que têm, hoje, as aeronaves nos aeroportos regulares.

Polêmica

A construção do HBR vem sendo objeto de um debate acirrado nos últimos meses. Tudo gira em torno do destino que será dado ao complexo. Moradores de bairros vizinhos ao empreendimento temem que a ida e vinda de helicópteros que o mesmo trará poluição sonora e ambiental à região. A alegação é que a construção de um heliporto na área não foi autorizada pelo poder público, em especial um do tamanho do que está sendo erguido em Osasco.

Parizotto defende sua posição: “Não estamos fazendo um heliporto, estamos fazendo um helicentro — um complexo para guarda e manutenção de helicópteros”, enfatiza ele. “Heliportos cobram pelo embarque e desembarque de passageiros, bem como pelo pouso e decolagem das aeronaves. Nós não vamos fazer nem uma coisa, nem outra.” O executivo ressalta que o HBR ocupará uma zona industrial, com poucas habitações em seu entorno próximo. O empresário afirma ainda que o HBR estará, quando pronto, totalmente de acordo com os parâmetros autorizados pelo poder público.

Fonte:R7 e Aviation News.

Helicóptero nos EUA danificou carros antigos e machucou crianças ao fazer pairado

Dois proprietários de carros antigos no evento “Woodward Dream Cruise”, disseram que seus veículos foram danificados – e um disse que dois de seus filhos sofreram ferimentos leves – depois de um helicóptero do Gabinete do Xerife do Condado de Oakland ter levantado poeira e pedriscos, quando pairava sobre sua festa com mais de 100 pessoas, em Pontiac. “Era como estar no meio de um furacão”, disse Terry McInich.

O “Downdraft” do helicóptero danificou seu Chevrolet El Camino 1971 e seu Chevrolet 1989 Motor Home, sendo que ambos tinham sido restaurados profissionalmente, disse McInich, de Pontiac, na sexta-feira. Dois de seus três filhos que estavam na festa – com idades entre 11 e 13 – foram levados para Hospital St. Joseph Mercy, após terem sido feridos levemente devido ao grande vento produzido pelo helicóptero, que jogou as crianças contra os carros, disse McInich.

O operador do caminhão de reboque, Mike Taker, 52, também de Pontiac, disse que tinha quatro carros clássicos estacionados no local da festa . Os dois homens disseram que organizam a festa “Dream Cruise” há nove anos no local, ao sul do centro da Pontiac.

A polícia disse que o helicóptero pairou porque a polícia pensou que a festa se transformou em uma briga “, mas não houve luta onde estávamos”, Taker disse. Ele entrou no Motor Home do McInich, para escapar da terra e pedras que voavam, Taker disse.

Um porta-voz da polícia disse que o departamento está investigando o incidente e olhando para saber se a sua companhia de seguros deve pagar por qualquer dano.

“O helicóptero não desceu lá para danificar carros. Ele veio para acalmar possíveis brigas e manter a paz em uma área onde nós tivemos um monte de problemas no passado”, disse o Xerife Mike McCabe, na sexta-feira.

“O caso foi entregue a nossa companhia de seguros. E o nosso próprio relatório não está feito ainda. Estamos analisando as alegações feitas por este homem, (McInich), de que o helicóptero desceu para 50 pés”, quando os relatórios da polícia dizem que o helicóptero não era menor do que 200 ou 300 pés, McCabe disse.

Ele disse que o piloto e o copiloto do helicóptero Eurocopter A-Star são veteranos e que estão “voando todos os dias” desde o incidente, e que eles dispersaram com sucesso duas brigas de rua, antes de sobrevoar a festa no Raeburn.

McInich, Taker e outros se reuniram na semana passada com o capitão Tim Atkins, comandante da subestação Pontiac do escritório do xerife para expressarem suas queixas, disse a conselheira de Pontiac, Maria Pietila.

Depois de ouvir de Taker, um amigo de longa data, Pietila disse acreditar que “há uma boa possibilidade de que o helicóptero tenha voado numa altura menor do que a correta.”

Fonte: Detroit  Free Press

Tenente da PM é promovido a segundo-piloto em comando de helicóptero

Acre – O primeiro-tenente da Polícia Militar Edvan da Silva Rogério foi elevado à categoria de segundo-piloto em comando de helicóptero, entre os componentes da equipe do Centro Integrado de Operações Policiais Aéreas (Ciopaer-Acre).

Na manhã desta segunda-feira, 03/09, ele foi submetido a avaliação dos membros de conselho de voo, e após receber as felicitações do coordenador-geral do Ciopaer, Alberto da Paixão, foi aprovado por unanimidade pelos demais membros da equipe, formada por Carlos Augusto da Silva Negreiros (major e subcoordenador do Ciopaer), Sérgio da Silva Albuquerque (major e chefe da Divisão de Segurança Operacional) e Samir Rogério Cardoso de Freitas (primeiro-tenente e chefe da Divisão de Operações), todos da Polícia Militar do Acre.

A partir desta data, Edvan da Silva tomará posição na cabine de comando do helicóptero João Donato, na condição de segundo-piloto.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

FAA nega aumento de peso para o Bell 429

Apesar de aprovações no Canadá e em vários países ao redor do mundo, a FAA não fará concessão para a Bell de uma isenção regulamentar para um aumento de peso bruto máximo de 500 pounds para o Bell 429.

Em um revés significativo para a Bell Helicopter, o Federal Aviation Administration (FAA) americano negou o seu pedido de isenção regulamentar que teria aumentado o peso máximo de decolagem (PMD) dos helicópteros Bell 429 de 7.000 (3.175 kg) para 7.500 pounds (3.400kg).

A Bell Helicopter Textron Canada Ltda apresentou o pedido para a FAA no início deste ano depois de receber uma isenção semelhante da Transport Canada Civi l Aviation (TCCA). A TCCA aprovou para o Bell 429 o aumento de peso bruto máximo de 7.500 pounds – 500 pounds acima do peso limite regulamentar para asas rotativas categoria normal – com base em testes de voo.

Na época, Larry Roberts, vice-presidente sênior de Negócios Comerciais Bell Helicopter, disse à Vertical, “Fora do limite de certificação anterior em 7.000 pounds, todos os dados dos testes indicaram que o Bell 429 não sofria restrições técnicas, aumentando o peso bruto para 7.500 pounds. “Desde a decisão da TCCA, em janeiro deste ano, 12 novos países aprovaram o aumento do peso máximo bruto, mais recentemente, a Tailândia.”

Em sua petição à FAA, a Bell Canadá afirmou que o limite de peso iria permitir que os operadores transportassem mais combustível e equipamentos adicionais, incluindo equipamentos de segurança, tais como sistemas avançados de aviso de proximidade do solo (EGPWS) e consciência terreno-helicóptero e sistemas de alerta (HTAWS). Ele afirmou que o aumento de peso de 500 pounds solicitado daria mais oportunidades para operadores sob as regras IFR, aumentando ainda mais a segurança.

O fabricante também afirmou que o nível de segurança do Bell 429, que foi certificado como um normal de asas rotativas categoria Aviação dos EUA sob os regulamentos federais 14 CFR PART 27, está suficientemente avançada que em alguns casos ultrapassa 14 CFR PART 29, categoria transporte, requisitos de projeto de helicópteros.

Em sua decisão, no entanto, o FAA não encontrou nenhuma razão convincente para a segurança de uma isenção. Ele declarou: “Enquanto a FAA concorda que o nível de segurança pode ser reforçada com a instalação de equipamentos certificados aprovados para o Bell 429, a FAA não concorda que isso pode ou deve ser feito através da concessão de uma isenção geral da aplicabilidade da PART 29 para um helicóptero pesando mais de 7.000 pounds. Atualmente, helicópteros que excedem 7.000 pounds são esperados para atingir os níveis mais elevados de segurança prescritos pela PART 29. Para permitir que um helicóptero possa ser certificado em um peso maior do que o permitido pelos regulamentos mina a própria filosofia que tem servido a comunidade da aviação dos Estados Unidos desde o início”

De acordo com a FAA, a maioria dos comentários sobre a petição foram de operadores de Bell 429 ou aqueles associados com o produto, que enviaram comentários a favor do aumento de peso. Referindo-se a estes, a FAA afirmou em sua decisão, “Enquanto nós apreciamos as submissões, os comentários de não ter fornecido [razão] suficiente para suportar o benefício da segurança global da isenção solicitada.” Entre os comentários que se opõem à isenção estão outros fabricantes helicópteros, uma estrangeira produtora de helicópteros PART 29 e da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA).

Opondo aos comentários incluídos aos argumentos que a aprovação da isenção seria um “favor especial” para a Bell, em detrimento de outros fabricantes, resultando em concorrência desleal, e que a isenção seria “um ataque à FAA atual e certificação de tipo da EASA harmonizada e padrões de aeronavegabilidade “e que também “comprometem os objetivos de segurança padrões de aeronavegabilidade distintas entre as PARTs 27 e 29. “O FAA concordaram que um aumento no PMD para o Bell 429” iria apresentar para os operadores de Bell 429 e aos seus clientes com uma vantagem econômica sobre o PART 27 concorrentes, já que seus concorrentes estão limitados a um PMD 7.000 pounds. Helicópteros comparáveis a uma classe de peso semelhante que cumprem a parte 29 certificados também seria uma desvantagem, uma vez que eram obrigados a atender os requisitos de certificação da PART 29. ”

A decisão fez com que “a FAA emitisse um aviso no futuro para procurar a entrada do público para determinar se 7.000 pounds é o correto para PART 27. Além disso, vamos procurar determinar se os parâmetros atuais (ou seja, peso máximo e o número de lugares de passageiros) são as adequadas para o futuro, ou se qualquer outro critério pode ser mais significativo para estabelecer os objetivos de segurança para os requisitos de aeronavegabilidade de helicópteros. Nós também iremos acolher inteiramente novas idéias e conceitos, se aqueles são suportados pelo consenso da comunidade de helicópteros. ”

Comentando sobre a decisão da FAA, porta-voz de Bell Susan Gordon disse Vertical, “O Bell 429 é limitada por regulamento, não capacidade. Depois de uma ampla avaliação técnica dos requisitos de segurança e operacionais, dos Transportes do Canadá – a autoridade de certificação para a aeronave e um parceiro bilateral com a FAA – operação aprovada do Bell 429 a 7.500 pounds. Resultados da TCCA, que incluíram testes de voo, terra e análise de engenharia, foram compartilhadas com a FAA. ”

Ela continuou: “Embora a decisão da FAA é decepcionante, Bell Helicopter continua confiante no futuro do Bell 429, tanto os EUA e globalmente, sobretudo porque o número de países que aceitam a IGW [aumento do peso bruto] continua a crescer. Nosso plano de negócios é baseada na resposta do cliente notável para o Bell 429, conforme certificado não, o benefício incremental do IGW. Nós solicitamos uma reunião com a FAA para discutir a sua decisão.”


Para ler a decisão da FAA na íntegra, clique aqui .


Fonte: Vertical, tradução e adaptação Piloto Policial.

Helicóptero faz pouso de emergência em cima de colchões em San Antonio, Texas/USA

Um helicóptero aeromédico, com a metade de seu trem de pouso faltando, realizou um pouso suave em cima de três colchões, durante um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de San Antonio, Texas, para onde a aeronave foi desviada, após ter atingido uma torre de celular na madrugada de domingo (06/08/12).

Por volta de 03h30, um helicóptero da PHI Air Medical do hospital St Joseph, transportando um paciente e três membros da tripulação atingiu uma torre de celular, perto da rodovia Interstate 35 e Binz-Engleman Road, danificando um de seus esquis, disse o porta-voz da PHI Brad Deutser.

De acordo com a polícia de San Antonio, o impacto ocorreu próximo ao destino do helicóptero, o San Antonio Militar Medical Center. A aeronave foi direcionada para o aeroporto, onde os bombeiros de San Antonio, sob a direção do Capitão Kevin Campbell foram incumbidos de auxiliar o pouso do helicóptero danificado.


Campbell disse que o piloto, comunicando-se através da torre de controle do aeroporto, perguntou se os bombeiros não teriam alguma coisa para colocar sob o helicóptero para que ele pudesse pousar.

“Ele sabia que se ele pousasse, ele poderia quebrar “, disse Campbell. “Ele sugeriu colchões, e eu disse ao Engine 23 para pegar três ou quatro colchões do dormitório. Também trouxemos pesos da nossa sala de musculação para manter os colchões presos ao solo. “

Campbell disse que a aeronave pairou por um curto período de tempo sobre o espaço entre duas pistas de taxiamento, mas o piloto estava preocupado que ele ia ficar sem combustível.

“Foi um curto período de tensão”, disse Campbell, “mas nós empilhamos os colchões e colocamos 4 pesos de 45 libras cada e ele pousou em cima. Funcionou muito bem. “

Deutser disse que todas as quatro pessoas a bordo do helicóptero – um paciente e três tripulantes que viajam de Bryan para o San Antonio Military Medical Center – ficaram ilesos no desembarque. Um helicóptero da Airlife então levou o paciente e um paramédico do voo da aeronave PHI para o SAMMC, completando a missão.

“Foi uma ação extraordinária, houve um grande foco e grande habilidade por parte da tripulação, bem como pessoal de terra, para garantir um pouso seguro”, disse Deutser. “Algumas pessoas realmente talentosas fizeram isso acontecer.”

O porta-voz da Federal Aviation Administration, Lynn Lunsford, disse que usar colchões no pouso de emergência é “o que você chamaria de pensamento rápido.” A FAA está agora investigando o que causou o acidente, disse ele, acrescentando que a investigação irá determinar se a torre de celular tinha iluminação adequada e qual a altitude a que o helicóptero estava viajando.

A aeronave, um Bell 407 de propriedade da PHI, está permanentemente baseado no Centro de Saúde Regional St. Joseph. De acordo com um comunicado da imprensa, as duas entidades firmara uma parceria no ano passado para o transporte aéreo médico.

“Há muito que não sabemos”, disse Deutser “, mas não houve feridos, e essa é a parte mais importante.”

Campbell disse que nunca tinha ouvido falar do uso de colchões na aterrissagem de um helicóptero em emergência.

“Isso era tudo que tínhamos, e ficamos contentes que funcionou”, disse ele. “Mas não, eu não penso que eu queira fazer isso de novo.”

Fonte: Aviação PRF (www.mysanantonio.com)

Tradução: W.Pimenta – DOA/DPRF.

Governo de Goiás recebe helicóptero no aniversário do Gabinete Militar

A Helibras entregou, sem qualquer custo para os cofres públicos, na última terça-feira (31), o novo helicóptero AS350 B2 para o estado de Goiás, durante as comemorações de 87 anos do Gabinete Militar da Governadoria que aconteceram na Academia de Polícia Militar, em Goiânia. O helicóptero substituirá a antiga aeronave Esquilo acidentada em 2.000.

O AS350 B2 é um monoturbina com capacidade para quatro passageiros e dois tripulantes. Atualmente, cerca de 150 helicópteros da versão B2 estão em operação no mercado brasileiro, dos quais 60 no segmento de defesa social e segurança pública. A aeronave será utilizada pela Superintendência do Serviço Aéreo do Estado, pela administração do Palácio Pedro Ludovico Teixeira e do Palácio das Esmeraldas para transporte de autoridades.

O helicóptero é resultado de acordo judicial firmado no dia 29 de abril passado, entre o Governo e as empresas Turbomeca e Helibras. O acordo colocou fim a uma demanda jurídica que se arrastava há quase 12 anos, desde a queda de um helicóptero do Serviço Aéreo do Estado, modelo AS 355 N, em 24 de agosto de 2000, adquirido junto à empresa Helibrás, responsável pela montagem do helicóptero. Na disputa jurídica, a Helibrás inseriu no processo a empresa Turbomeca, fornecedora das turbinas utilizadas na aeronave.

Para relembrar o acidente, o helicóptero AS355N, PP-EMV, decolou do Aeroporto de Goiânia – GO (SBGO) com seis pessoas a bordo, para sobrevoo da ponte do Rio Corumbá. Com cerca de 10 minutos de voo, houve defasagem nos indicadores de temperatura dos motores. Na tentativa de igualar as temperaturas, optou-se pela redução da potência dos mesmos, ocorrendo em seguida perda de torque e indicação de limalha no motor esquerdo. Sem potência nesse motor e com potência reduzida no direito, os pilotos efetuaram pouso corrido. A aeronave capotou lateralmente, ficando seriamente avariada. Três dos seis ocupantes sofreram ferimentos leves e os demais saíram ilesos. Para saber mais leia a Recomendação de Seguranca de Voo expedida pelo CENIPA.

Durante a cerimônia de aniversário, o presidente da Helibras, Eduardo Marson Ferreira, e o gerente de vendas governamentais Mauro Ayres, foram homenageados com a “Medalha do Guardião”, destinada na ocasião a 52 autoridades civis e militares que prestaram relevantes serviços ao Gabinete Militar.

O Gabinete Militar da Governadoria é responsável pela segurança do governador, do vice-governador e de seus familiares. Além disso, é responsável também pela Superintendência do Serviço Aéreo do Estado, pela administração do Palácio Pedro Ludovico Teixeira e do Palácio das Esmeraldas.

Também participaram das comemorações, o governador Marconi Perillo, o vice-governador José Eliton Júnior, o chefe do Gabinete Militar Mauro Teixeira Cândido, oficiais da Polícia Militar do estado e o Presidente da Turbomeca do Brasil (Safran América do Sul), Sr. François Haas.

O governador Marconi Perillo, após a entrega das medalhas aos homenageados, destacou que o novo helicóptero representa uma conquista para o Estado, já que é fruto de uma vitória na Justiça.

Fonte: Convergência Comunicação Estratégica, Agência de Notícias de Goiás e ANAC.

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