- Anúncio -
Início Tags Piauí

Piauí

Comitiva do Piauí conhece estrutura do Paraná para transporte aéreo de órgãos e transplantes

Paraná – A Casa Militar do Governo do Paraná recebeu na quarta-feira (27) uma comitiva do Gabinete Militar do Estado do Piauí. O objetivo da visita foi conhecer a estrutura paranaense utilizada no transporte de órgãos e equipes médicas, considerada uma das mais ágeis do País, com aviões e helicópteros disponíveis 24 horas por dia para o transporte de órgãos. Esse trabalho é feito com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde.

O Paraná é líder nacional em doação de órgãos. Em 2024, registrou 42,3 doadores por milhão de população, mais que o dobro da média brasileira, segundo dados do Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), elaborado e divulgado pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).

Esse resultado é garantido por uma rede organizada de captação e transplantes e pelo apoio logístico da Casa Militar, responsável pelo transporte aéreo em situações que exigem rapidez. Cada tipo de órgão tem um limite de isquemia – o tempo de retirada do órgão até ser implantado em outro paciente. O coração é o mais sensível (cerca de 4 horas), o fígado resiste por volta de 12 horas e o rim até cerca de 36 horas.

De 2019 até 2024 foram realizadas 654 missões aéreas para transplantes, somando mais de 1,8 mil horas de voo. Somente no ano passado, 832 órgãos foram transplantados no Estado, sendo que 250 dependeram de transporte aéreo, entre eles corações, fígados e rins – órgãos que precisam ser implantados em prazos curtos para garantir a sobrevida do paciente.

Comitiva do Piauí conhece estrutura do Paraná para transporte aéreo de órgãos e transplantes. Foto: Geraldo Bubniak

Segundo o major Alessandro Maceno, da Casa Militar do Paraná, a vinda da equipe do Piauí faz parte de um processo de estudo. “Eles vieram buscar a expertise que desenvolvemos aqui no transporte aéreo, desde os contratos de combustível até a aquisição de aeronaves, para entender o modelo que aplicamos e avaliar como podem implementar algo semelhante lá”, disse.

Além da eficiência, o fator econômico também chamou a atenção da comitiva. Enquanto o Estado do Piauí gasta em média R$ 35 mil por hora de voo em contratos terceirizados, no Paraná o valor é de aproximadamente R$ 10 mil, já incluindo custos administrativos, que conta com 16 pilotos para cinco aeronaves e três pilotos para um helicóptero.

De acordo com Rodrigo Alcântara de Almeida, assessor técnico do Gabinete Militar do Estado do Piauí, o modelo paranaense se destacou pelo uso múltiplo das aeronaves. “O que achamos mais interessante é a integração com a Central de Transplantes, porque as aeronaves não ficam restritas ao transporte de autoridades, mas também ajudam a salvar vidas e, ao mesmo tempo, diluem custos de manutenção e operação”, disse.

Secundado dados do RBT, o Paraná manteve em 2024 um volume expressivo de procedimentos, com destaque para os 1.248 transplantes de córnea e os 550 transplantes de rim (52 de doadores vivos e 498 de doadores falecidos). O Estado também realizou 304 transplantes de fígado, seis de pâncreas e 43 de coração, além de 410 transplantes de medula óssea.

A formação continuada é parte central da estratégia. No ano passado foram promovidos dezenas de cursos – entre eles 28 sobre determinação de morte encefálica, 19 sobre o processo de doação e 8 sobre acolhimento e entrevista familiar – além de 75 palestras e ações que alcançaram mais de 1.100 profissionais.

ESTRUTURA E ATENDIMENTO

O Sistema Estadual de Transplantes (SET/PR) é formado pela Central Estadual de Transplantes em Curitiba e por quatro Organizações de Procura de Órgãos (OPOs) em Cascavel, Curitiba, Maringá e Londrina. Ao todo, cerca de 700 profissionais atuam em aproximadamente 70 hospitais notificantes, sustentando 34 equipes transplantadoras de órgãos e 72 equipes de tecidos.

A infraestrutura laboratorial e de bancos de tecidos também dá suporte à rede. Há cinco laboratórios de histocompatibilidade, três laboratórios de sorologia e três bancos de tecidos (dois oculares e um multitecidos). Recentes investimentos em frota terrestre reforçaram a logística local, com 18 automóveis novos, num investimento de R$ 1,9 milhão.

Segundo o Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), há 73.937 pacientes ativos na fila nacional; no Paraná, o RBT aponta 3.843 pessoas na espera, enquanto o relatório estadual do SET/PR eleva esse total para 4.176 pacientes.

A rapidez no transporte é um componente decisivo para o sucesso dos transplantes. Segundo levantamento do SET/PR, o Paraná realizou 454 transplantes de órgãos sólidos de janeiro a julho de 2025. Os rins continuam liderando a lista, com 259 cirurgias, seguidos pelo fígado (167). O coração, que exige condições específicas para viabilizar a cirurgia, somou 20 procedimentos no período. Também foram registrados transplantes combinados, como rim e pâncreas (6) e rim e fígado (2).

O conjunto de organização institucional, equipes capacitadas, bancos e laboratórios e a disponibilidade de apoio logístico colocam o Paraná em posição de referência nacional. O Estado também registra uma das menores taxas de recusa familiar do País – cerca de 29% segundo levantamento do RBT de janeiro a março de 2025 – ante uma média nacional em torno de 46%.

Aluno de sete anos do projeto “Samuzinho” do Piauí salva primo engasgado com espinha de peixe

UOL e G1, por Rafaela Leal.

Piauí – Um grande susto parou o almoço da família Barreto na última terça-feira (3), mas terminou com um final feliz graças à ação rápida dos primeiros socorros de Walter Neto, de apenas sete anos. Uma espinha de peixe ficou presa na garganta do pequeno Davi Ilírio, de três anos, primo de Walter. A família mora no bairro Santo Antônio, na Zona Sul de Teresina, e no momento avô e a tia do menino se revezaram em tentar ajudar o garoto, mas não conseguiram. Foi Walter quem conseguiu socorrer o primo graças às manobras que aprendeu com os profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Aluno de sete anos do projeto ‘Samuzinho’ salva primo engasgado com espinha de peixe. Foto: Rafaela Leal / G1 PI

Walter contou que ficou calmo para que fosse possível realizar a manobra que havia aprendido durante as aulas. “Meus pais não conseguiram socorrer Davi, então eu comecei a realizar o procedimento. Eu nunca havia feito algo parecido nessas condições. Fiz três vezes a manobra”, disse Walter. Com a ajuda do primo, Davi conseguiu cuspir a espinha, e ele e toda a família conseguiram respirar tranquilos novamente.

Depois que consegui eu fui avisar a todos de casa que tinha conseguido e fiquei muito feliz”, contou Walter Neto. A tranquilidade do garoto impressionou Ana Gabriela, mãe do menino. “Ele disse que poderia ajudar e sabia o que fazer, ele percebeu nosso desespero e entrou em ação. O fato dele ter conseguido e de saber que ele tem a capacidade foi o que me deixou mais feliz”, disse Ana.

Projeto Samuzinho

O Samuzinho é um projeto voluntário idealizado por profissionais do Samu de Piauí, que começou em 2014 e está em sua terceira turma. O projeto é ministrado em aulas quinzenais para crianças entre 7 e 13 anos e ensina técnicas de primeiros socorros, como reanimação, prevenção de acidentes domésticos, engasgos, como reconhecer uma parada cardíaca, um infarto e um AVC ou como chamar o resgate e demais órgãos públicos.

Aluno de sete anos do projeto ‘Samuzinho’ salva primo engasgado com espinha de peixe. Foto: Rafaela Leal / G1 PI

Walter Neto é aluno do  Projeto Samuzinho.“Nós do Samu iniciamos esse trabalho com as crianças porque são atenciosas e focadas, aprendem mais, e acreditamos muito que ‘primeiros socorros’ é matéria de sala de aula”, disse a técnica em enfermagem Elisângela De Jesus Pereira, membro do Projeto Samuzinho.

Através do treinamento no Projeto Samuzinho, Walter Neto pôde identificar que o pequeno Davi havia sofrido um engasgo total. O garoto lembrou qual a manobra certa para aquele tipo de procedimento, e executou.

O movimento executado foi a manobra de Heimlich, em que o socorrista se posiciona atrás da pessoa engasgada e, a abraçando por trás, realiza uma forte pressão no diafragma, logo abaixo dos pulmões, forçando uma tosse para ajudar a desobstruir as vias respiratórias.

“O engasgo parcial é aquele mais comum com saliva, água e a gente consegue tossir, já o engasgo total o sofrido por Davi é aquele que a gente não consegue falar, tossir e respirar. Nesse caso o paciente fica cianótico, ou seja, fica roxo”, disse a técnica em enfermagem.

Ela explica que nos treinamentos as crianças aprendem noções básicas de primeiros-socorros. “Eles são orientados a identificar engasgos, desmaios, paradas cardíacas e em seguida o que fazer diante dessa situação. Eles são orientados a chamar um adulto e orientar o adulto sobre o que deve ser feito. Eles são nossa ponte”, disse Elisângela.

Aluno de sete anos do projeto ‘Samuzinho’ salva primo engasgado com espinha de peixe. Foto: Rafaela Leal / G1 PI

Alerta do Samu

As profissionais do Samu fazem um alerta para que a população se conscientize da importância de conhecer técnicas de primeiros socorros.

Enfermeira Tânia Rodrigues Furtado com o menino Walter Neto. Foto: Divulgação/Samu.

“Não dá tempo de a ambulância chegar para desengasgar uma pessoa, tem que ser alguém que esteja ali do lado. Então, se mais pessoas souberem fazer a manobra básica, mais pessoas vão sobreviver”, afirma Tânia Rodrigues Furtado, 35, instrutora do Samuzinho.

A fama do Samuzinho tem se espalhado pela capital piauiense e despertado o interesse de muitas crianças na região.

“Em todas as turmas, a gente tem notícias de crianças que conseguiram orientar um adulto e conseguiram ajudar, que é esse o nosso objetivo, que as manobras de primeiros socorros sejam disseminadas cada vez mais, porque qualquer pessoa pode realizar e salvar várias vidas”, diz Patrícia Marques de França Lima, 30, membro do grupo de educação e urgência do Samuzinho.

SAMU Aéreo do Piauí teve 98% dos pacientes salvos em 6 anos de operação

Ascom PI

Piauí – Em seis anos de criação, o SAMU Aéreo do Piauí já atendeu 769 chamadas no Estado e 98,6% dos pacientes transportados foram salvos. O Samu Aéreo foi criado em 2013 para atender casos graves registrados no interior e que exigem deslocamento para atendimento rápido. O serviço está atuando nos municípios de Parnaíba, Floriano, São Raimundo Nonato e Bom Jesus, que têm pistas de pouso homologadas pela ANAC. Os custos para manter a aeronave são garantidos pelo Governo Federal e Governo do Estado.

O Samu Aéreo conta com duas aeronaves, além de uma ambulância de suporte básico, que faz o apoio em terra, para receber os pacientes que virão através do transporte aéreo. O avião, tipo Seneca, é equipado com desfibrilador automático, oxímetro de pulso, ked para imobilização da coluna cervical, talas de imobilização, colares cervicais, pranchas com imobilizadores laterais, além de cardioversor, ventilador mecânico com monitor cardíaco, bomba de infusão, Sonar (para detecção dos batimentos cardiofetais) e incubadora de transporte.

Governo do Piauí lançou Samu Aéreo como referência nacional. Foto: Thiago Amaral.
Governo do Piauí lançou Samu Aéreo como referência nacional. Foto: Thiago Amaral.

De acordo com a coordenadora-geral do Samu, Christianne Rocha, as aeronaves estão configuradas para atendimentos de UTI, com kits completos aeromédicos, e adaptadas para o transporte de pacientes com as mais variadas condições clínicas. O serviço funciona com dois médicos e dois enfermeiros durante o dia, além da equipe de plantão e uma ambulância em terra.

As patologias que se enquadram nos protocolos para o uso do transporte aeromédico são Infarto Agudo do Miocárdio, AVC – Acidente Vascular Cerebral, Politraumatismo, Neonatologia, Gestantes de Alto Risco e Insuficiência Ventilatória. “Os pacientes podem ser transferidos para Teresina ou para hospitais de municípios próximos. Em Teresina, os pontos de apoio são o Hospital de Urgência de Teresina (HUT), Hospital Getúlio Vargas (HGV), Hospital Universitário (HU) e Hospital da Polícia Militar (HPM)”, explica Christianne.

Para ser atendido pelo Samu Aéreo, o paciente já deve estar sendo cuidado por um hospital regional. A solicitação para o transporte aeromédico deverá partir do profissional médico que está acompanhando o paciente no hospital regional. “O médico entra em contato com a central de regulação das urgências, através do 192, explicando o quadro clínico do paciente, para justificar o uso do transporte aéreo”, esclarece a coordenadora.

De acordo com o secretário Florentino Neto, o atendimento móvel de urgência tem permitido salvar muitas vidas, dada a rapidez do deslocamento das equipes, garantindo o socorro adequado nos hospitais de referência em média e alta complexidade da capital, após o voo da cidade-polo para Teresina. “É preciso reconhecer o reforço do Governo do Estado, através da Secretaria de Transportes, de dotar os municípios de pistas de pouso adequadas, o que facilita o transporte dos pacientes”, diz Florentino.

Governo do Piauí lançou Samu Aéreo como referência nacional. Foto: Thiago Amaral.
Governo do Piauí lançou Samu Aéreo como referência nacional. Foto: Thiago Amaral.

Helicóptero da CIOPAer do Ceará auxilia em regiões atingidas por enchentes no Piauí

Ceará – Uma aeronave da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará foi direcionada, na manhã desta terça-feira (10), após solicitação do Governo do Estado do Piauí, para prestar auxílio em regiões que foram atingidas por enchentes naquele Estado. Dois pilotos, dois tripulantes e um mecânico da unidade cearense foram deslocados para a missão.

Helicóptero-da-Ciopaer-auxilia-em-regiões-atingidas-por-enchentes-no-Piauí-1-600x450

No primeiro momento, os agentes da segurança pública realizaram voos para averiguação e monitoramento de barragens, açudes e rios que, em virtude das últimas chuvas, estão elevando o nível de suas águas, causando o transbordamento das mesmas e ocasionando riscos a populações ribeirinhas do Piauí.

A equipe foi requisitada para sobrevoar as cidades de José de Freitas, Barras, Cabeceiras e Esperantina, que foram as cidades mais afetadas pelas últimas chuvas.

Os agentes sobrevoaram os municípios de José de Freitas e Barras, mas devido ao péssimo tempo, tiveram que retornar à base, situada no aeroporto Senador Petrônio Portella, em Teresina. O acionamento da Ciopaer é resultado do serviço de referência prestado a população cearense.

Helicóptero-da-Ciopaer-auxilia-em-regiões-atingidas-por-enchentes-no-Piauí-2-600x450

Ascom SSPDS/CE

GTAP/PI garantiu segurança aérea durante realização do maior corso do mundo

Piauí – Corso carnavalesco, ou simplesmente corso, é o nome que os passeios das sociedades carnavalescas do século XIX adquiriram no início do século XX, no Rio de Janeiro, após uma tentativa de se reproduzir no país as batalhas de flores características dos carnavais mais sofisticados da virada do século, como por exemplo, o da cidade de Nice (no sul da França).

gtapiauiA brincadeira consistia no desfile de carruagens enfeitadas – e posteriormente, de automóveis sem capota – repletos de foliões que percorriam o eixo Avenida Central (Avenida Beira-Mar).

Ao se cruzarem, os ocupantes dos veículos (geralmente grupos fantasiados) lançavam uns nos outros, confetes, serpentinas e esguichos de lança-perfume.

Por sua própria natureza, o corso era uma brincadeira exclusiva das elites, que possuíam carros ou que podiam pagar seu aluguel nos dias de carnaval. O corso era o mais difundido evento do carnaval carioca na primeira década do século XX, ocupando todo eixo carnavalesco durante os três dias de folia e abrindo espaço somente, e mesmo assim em horários predeterminados, para os grupos populares, chamados genericamente de ranchos, na noite de segunda-feira e para as Grandes Sociedades, na noite de terça-feira gorda.

Os grandes centros urbanos brasileiros rapidamente aderiram à moda surgida na capital, ná época Rio de Janeiro, e passaram a apresentar corsos em suas principais artérias durante o carnaval.

Em Teresina, capital do estado do Piauí, a brincadeira carnavalesca remonta desta época, sendo realizada nos mesmos moldes de então. Hoje o corso carnavalesco da capital piauiense é um evento patrocinado pela Prefeitura Municipal, com apoio de empresas particulares, que reune centenas de milhares de pessoas em torno de um desfile de caminhões devidamente paramentados para a ocasião.

No ano de 2012, participaram do Corso de Teresina, número oficialmente verificado, 343 veículos, oportunidade em que o evento foi registrado no Guinness Book, como o maior corso do mundo.

Para o ano de 2014, ao todo foram inscritos 420 veículos, marca que supera em muito o Record registrado no ano de 2012.

O corso foi realizado no dia 22 de fevereiro, com a concentração e início às 15h, na Avenida Marechal Castelo Branco, contando com a participação, segundo números fornecidos pela PM, de mais de 200 mil foliões.

O Grupamento Tático Aeropolicial da PMPI (GTAP), mais uma vez esteve presente de forma efetiva na realização do evento, propiciando o apoio aéreo ao efetivo solo, com voos diurno e noturno, mediante a utilização da aeronave Robson 44, matrícula PR-JMG e VTR esquilo 01, durante todo o transcorrer da festa carnavalesca.

Colaboração: Josuer Saraiva e Silva – Ten Cel PM

Receba notícias por e-mail

Receba por e-mail novidades do

RESGATE AEROMÉDICO

 

Você recerá um e-mail para confirmar sua inscrição.

Não compartilhamos seus dados com terceiros.

OBRIGADO

por se inscrever !

 

Você recerá um e-mail para confirmar sua inscrição.

Logotipo Resgate Aeromédico
Resumo das Políticas

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.