Amazonas – O Departamento Integrado de Operações Aéreas (DIOA) da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) realizou na manhã desta quarta (20) o socorro de um agricultor de 46 anos, vítima de queda de árvore. O acidente ocorreu no Bairro do Mutirão, no município de Iranduba, distante 27 quilômetros da capital amazonense.
A guarnição da Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros Militar realizou o atendimento pré-hospitalar, com o suporte de vida adequado para manter a vítima consciente e em condições de ser rapidamente transportada para atendimento médico em Manaus.
A solicitação do socorro foi feita pelo Centro de Operações dos Bombeiros, que também enviou uma Unidade de Resgate ao local da ocorrência. A aeronave do DIOA pousou nas proximidades do Ramal do Chico Doido, bairro do Mutirão, onde o resgate ocorreu por volta das 10h45.
O helicóptero regressou para Manaus, pousando na Base do DIOA no Aeroclube do Amazonas, local onde vítima foi entregue aos cuidados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e transportado para atendimento médico em uma unidade hospitalar na zona leste.
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Helicóptero da SSP-AM resgata agricultor vítima de queda de árvore no município de Iranduba. Foto: Divulgação
Helicóptero da SSP-AM resgata agricultor vítima de queda de árvore no município de Iranduba. Foto: Divulgação
Helicóptero da SSP-AM resgata agricultor vítima de queda de árvore no município de Iranduba. Foto: Divulgação
Helicóptero da SSP-AM resgata agricultor vítima de queda de árvore no município de Iranduba. Foto: Divulgação
Helicóptero da SSP-AM resgata agricultor vítima de queda de árvore no município de Iranduba. Foto: Divulgação
Helicóptero da SSP-AM resgata agricultor vítima de queda de árvore no município de Iranduba. Foto: Divulgação
Helicóptero da SSP-AM resgata agricultor vítima de queda de árvore no município de Iranduba. Foto: Divulgação
Helicóptero da SSP-AM resgata agricultor vítima de queda de árvore no município de Iranduba. Foto: Divulgação
Helicóptero da SSP-AM resgata agricultor vítima de queda de árvore no município de Iranduba. Foto: Divulgação
Santa Catarina – Na terça-feira (19), por volta das 12h00, o helicóptero Arcanjo 03 do Corpo de Bombeiros foi acionado para atendimento de acidente de trânsito entre automóvel e motocicleta no Centro de Ilhota, com 02 vítimas (ambas da motocicleta).
Uma das vítimas apresentava suspeita de fratura em membros inferiores e foi conduzida pelos bombeiros voluntários de Ilhota para a Unidade de Ponto Atendimento de Cordeiros, em Itajaí. A outra vítima apresentava trauma cranioencefálico (TCE) grave e estava em parada cardiorrespiratória (RCP).
A vítima foi atendida pela equipe aeromédica do Arcanjo 03, que iniciou os procedimentos de reanimação cardiopulmonar (RCP) avançada, com uso de medicamentos, intubação, oxigenoterapia e equipamento de UTI móvel.
Após poucos minutos de atendimento, a parada foi revertida com sucesso e os sinais vitais foram estabilizados. A paciente foi conduzida em estado grave pelo helicóptero para o Hospital Santa Isabel, em Blumenau.
O Arcanjo 03 tem base na cidade de Blumenau e atua em resgates, busca e salvamento, combate a incêndios, APH e Defesa Civil.
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Equipe aeromédica do Arcanjo 03 reverte PCR e transporta vítima para o Hospital Santa Isabel, em Blumenau
Equipe aeromédica do Arcanjo 03 reverte PCR e transporta vítima para o Hospital Santa Isabel, em Blumenau
Equipe aeromédica do Arcanjo 03 reverte PCR e transporta vítima para o Hospital Santa Isabel, em Blumenau
Rio de Janeiro – Um ciclista foi atropelado na Avenida Embaixador Abelardo Bueno, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, na manhã desta terça-feira (19). O acidente aconteceu na via próximo ao Parque Olímpico, sentido Barra da Tijuca.
Às 7h20, equipes do Corpo de Bombeiros realizaram os primeiros socorros à vítima e o helicóptero Bombeiro 04 do Grupamento de Operações Aéreas foi acionado. A aeronave pousou ao lado da via e após a preparação da vítima foi embarcada e encaminhada ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na mesma região. O ciclista não resistiu aos ferimentos e faleceu.
Ciclista é socorrido pelos bombeiros na via — Foto: Reprodução/Bom Dia Rio
Arthur Sales pedalava todos os dias na avenida com um grupo de ciclistas. Após o acidente, a equipe permaneceu no local para observar o trabalho dos bombeiros. Segundo os atletas, um ônibus de turismo fechou a vítima enquanto ela pedalava na pista, e houve o atropelamento. Viaturas da Polícia Militar também estiveram no local.
Em nota, a empresa Turismo Três Amigos lamentou a morte do ciclista e informou que o motorista do coletivo permaneceu no local, acionou o socorro e aguardou a chegada da polícia. “A empresa se solidariza com a família da vítima e está à disposição das autoridades para prestar as informações necessárias à investigação do caso”, diz o texto.
Alemanha – Operações de resgate noturno, esta é uma importante experiência da organização, enfatiza o Médico Peter Huber, diretor executivo da DRF Luftrettung. Em janeiro de 2018 Bautzen passou a ser a décima Base a operar noturno.
“Estamos impulsionando o desenvolvimento nesta área. O resgate aéreo contribui significativamente para garantir que as pessoas na Alemanha recebam atendimento médico de urgência em todos os momentos do dia e da noite o mais rápido possível e sejam levados para uma clínica que seja ideal para eles”, diz Peter Huber.
O voo noturno está cada vez mais sendo demandado: em 2018, o número de voos noturnos dos helicópteros aumentou 20% em comparação ao ano anterior. Com dez Bases na Alemanha, a DRF Luftrettung opera a maioria delas 24 horas por dia. Nenhuma outra organização de resgate aeromédico na Alemanha opera tantas Bases 24 horas.
Em toda a Europa, a DRF está entre os operadores civis de resgate aéreo especialistas em voos noturnos. A organização sem fins lucrativos também registrou um aumento no saldo total de missões diurnas e noturnas: foram registradas 37.704 missões em todo o país (Em 2017 foram 36.283 missões).
Isso é fundamental para salvar vidas, especialmente no caso de feridos graves após acidentes ou doenças cardíacas agudas, as razões mais comuns para operações aeromédicas do DRF Luftrettung, mesmo durante a noite.
O conceito de voo noturno da DRF Air Rescue utiliza helicópteros especialmente modificados, o uso de dois pilotos, um sistema de navegação por satélite com mapas digitais e o uso de óculos de visão noturna e faróis de alto desempenho.
“Oferecemos resgate aéreo profissional. Em todas as áreas estabelecemos os mais altos padrões para o nosso trabalho. Treinamos nossos pilotos com nossos próprios instrutores de voo, por exemplo, no uso de óculos de visão noturna ou para novos padrões de helicóptero. Também estamos comprometidos com o desenvolvimento da medicina de emergência. Testamos regularmente novos dispositivos médicos a bordo de nossos helicópteros e se eles provarem seu benefício para nossos pacientes, eles serão utilizados. Se modificações em helicópteros forem necessárias para o uso de novos equipamentos, elas podem ser feitas em nossa empresa de desenvolvimento”, complementou Peter Huber.
Sobre a DRF Luftrettung
A DRF Luftrettung usa helicópteros para resgate e transporte aeromédico de pacientes em tratamento intensivo entre clínicas em 29 Bases na Alemanha. Suas aeronaves estão equipadas com a mais recente tecnologia médica.
Dez Bases estão prontas para emprego 24 horas por dia. Além disso, a DRF Luftrettung opera a AP³ Luftrettung que se trata da integração de três organizações de resgate aéreo DRF Air Rescue (Alemanha), ARA Flugrettung (Áustria) e Alpine Air Ambulance (Suíça) para operação diurna e noturna em Balzers, Liechtenstein. O nome AP³ Luftrettung expressa a cooperação alpina dos três parceiros.
As tripulações do resgate aéreo austríaco (ARA), que pertence à DRF Luftrettung, realizaram em 2018 nas estações de Fresach (Caríntia) e Reutte (Tirol) um total de 1.900 missões. Além do resgate de helicópteros, a DRF Luftrettung usa sua própria aeronave aeromédica para trazer pacientes do exterior de volta à Alemanha. No ano passado, 300 operações foram realizadas em todo o mundo e serviram 48 países.
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Estação Bautzen é a décima estação de voo noturno da DRF Luftrettung. Foto: Divulgação
Balanço anual do DRF Luftrettung 2018: 20% mais operações noturnas. Foto: Divulgação
Balanço anual do DRF Luftrettung 2018: 20% mais operações noturnas
Balanço anual do DRF Luftrettung 2018: 20% mais operações noturnas
Balanço anual do DRF Luftrettung 2018: 20% mais operações noturnas. Foto: Divulgação
Balanço anual do DRF Luftrettung 2018: 20% mais operações noturnas. Foto: Divulgação
Nova Zelândia – Arne Murke de 30 anos viajava na quarta-feira (06) com o seu irmão num iate, ao largo da costa da Nova Zelândia, numa viagem da cidade de Auckland, Nova Zelândia, até ao Brasil. Devido às condições meteorológicas adversas a corda da vela principal que estava solta fez a vela desprender-se e Arne caiu do barco, a cerca de 28 km de Tolaga Bay.
O irmão lançou o colete salva-vidas, mas as ondas de três metros impediram-no de agarrar. Foi encontrado são e salvo pelas equipes de resgate quase quatro horas depois do acidente. Arne Murke disse que foi sua calça jeans que lhe salvara a vida. “O meu irmão lançou um colete salva-vidas ao mar, mas não consegui alcançá-lo, já estava muito longe. Depois, acho que o motor parou”, conta o Arne. “Felizmente, eu sabia o truque dos jeans”, explica.
Realizando uma técnica utilizada por forças militares do mundo e por aqueles que operam offshore, Arne Murke transformou as calças num colete salva-vidas improvisado, o que ajudou a manter-se flutuando. “Tirei as minhas calças, dei um nó no final de cada uma das pernas e enchi de ar. Tirei-as de dentro de água, para que ficassem com ar lá dentro, e depois empurrei-as para debaixo de água. Tinha, basicamente um colete salva-vidas improvisado”, explicou.
Arne foi encontrado pelo helicóptero de resgate Hawke’s Bay Rescue Helicopter, que fazia buscas em conjunto com a Guarda Costeira da Nova Zelândia e a Força Aérea da Nova Zelândia.
Sobre a técnica e a aeronave
A técnica de sobrevivência no mar em inflar uma calça ou um macacão de voo foi desenvolvida pela Marinha dos Estados Unidos e adotada pela Aviação Naval desde 1970. Essa técnica é treinada no Brasil nos cursos de tripulantes de aeronaves militares e de segurança pública, além dos operadores offshore. Quem voa sobre grandes extensões de água é necessário saber realizar essa técnica de sobrevivência.
Esse helicóptero utilizado no resgate é um BK 117C1, o primeiro modelo da linha dos 145. Não são mais fabricados. Depois do C1, vieram o C2 (EC145), o D2 (H145 com fenestron) e por último a Airbus lançou o H145 Hi5 (com 5 pás do rotor principal). O último BK 117C1 do Brasil era do NOTAer da Casa Militar do Espírito Santo e foi vendido para a Bolívia em 2017. Hoje o NOTAer possui um H145 (EC145C2).
Atualmente os guinchos de salvamento possuem capacidade para carga de 272kg com 90 metros de cabo. Podem ser instalados do lado esquerdo ou do lado direito da aeronave, conforme a doutrina operacional do operador.
Sobre o Hawke’s Bay Rescue Helicopter
O Hawke’s Bay Rescue Helicopter é uma instituição sem fins lucrativos que realiza serviço de resgate com helicóptero na Baía de Hawke, Nova Zelândia. A cada ano, a tripulação auxilia em mais de 300 missões na região, com mais de 80% delas prestando assistência aeromédica em acidentes ou transferências inter-hospitalares de pacientes graves.
O helicóptero de resgate também é utilizado para operações policiais, operações nacionais de busca e salvamento, educação e treinamento e demonstrações, e cobre a área das planícies de Takapau e Porangahau, no sul, até Waikaremoana e Península de Mahia, ao nordeste de Hawke.
O serviço de salvamento funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano e é totalmente gratuito para todos da comunidade. Ao contrário de outros serviços de emergência, o helicóptero de resgate é uma instituição de caridade registrada e precisam arrecadar cerca de US$ 1,3 milhão por ano para permanecerem operacionais. É somente com apoio financeiro de indivíduos e empresas da comunidade que continuam salvando vidas.
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Hawke's Bay Rescue Helicopter resgata marinheiro que usou técnica militar para sobreviver. Foto: Divulgação
Hawke's Bay Rescue Helicopter resgata marinheiro que usou técnica militar para sobreviver. Foto: Divulgação
Hawke's Bay Rescue Helicopter resgata marinheiro que usou técnica militar para sobreviver. Foto: Divulgação
Hawke's Bay Rescue Helicopter resgata marinheiro que usou técnica militar para sobreviver. Foto: Divulgação
Hawke's Bay Rescue Helicopter resgata marinheiro que usou técnica militar para sobreviver. Foto: Divulgação
Hawke's Bay Rescue Helicopter resgata marinheiro que usou técnica militar para sobreviver. Foto: Divulgação
Hawke's Bay Rescue Helicopter resgata marinheiro que usou técnica militar para sobreviver. Foto: Divulgação
Hawke's Bay Rescue Helicopter resgata marinheiro que usou técnica militar para sobreviver. Foto: Divulgação
Hawke's Bay Rescue Helicopter resgata marinheiro que usou técnica militar para sobreviver. Foto: Divulgação
Pernambuco – Um bombeiro ficou ferido em um acidente nesta terça-feira (12) envolvendo uma viatura da corporação e uma carreta, na rodovia PE-62, em Condado, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, distante 58 quilômetros do Recife. Segundo o Corpo de Bombeiros, o sargento João Luiz da Silva, de 44 anos, ficou preso às ferragens do veículo.
Por causa da gravidade dos ferimentos, o sargento teve que ser transferido pelo helicóptero Falcão 03 do Grupamento Tático Aéreo (GTA) para o Hospital da Restauração (HR), na área central da capital pernambucana. Ainda segundo a corporação, o sargento teve fratura na perna esquerda e escoriações pelo corpo.
A equipe de resgate foi acionada por volta das 12h15. O trabalho foi feito por uma equipe dos bombeiros, com apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Por meio de nota, o Corpo de Bombeiros informou que o sargento e a família receberam apoio do Centro de Assistência Social da corporação.
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Helicóptero do GTA/PE é acionado para transporte de bombeiro envolvido em acidente na rodovia PE-62
Sargento que ficou ferido em acidente entre viatura dos bombeiros e carreta, em Condado, na Zona da Mata Norte, foi levado de helicóptero para o Hospital da Restauração (HR), no Recife — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Equipes de resgate retiraram bombeiro que ficou preso às ferragens após acidente entre viatura e carreta, na PE-62, em Condado, na Zona da Mata Norte de Pernambuco — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Helicóptero do GTA/PE é acionado para transporte de bombeiro envolvido em acidente na rodovia PE-62
Helicóptero do GTA/PE é acionado para transporte de bombeiro envolvido em acidente na rodovia PE-62
Santa Catarina – Na quinta-feira (08), o avião Arcanjo 04 do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina em parceria com o SAMU realizou transporte aeromédico de recém-nascido de 13 dias que estava internado no Hospital Regional de São José, SC para o Hospital das Clínicas em Ribeirão Preto, interior de SP. O tempo de voo de Florianópolis a Ribeirão Preto foi de 03h45min.
Os pais são moradores de uma cidade do meio oeste. O paciente apresentava má formação ocular e teve seu parto realizado em um hospital de maior complexidade, porém, necessitava tratamento específico no hospital do interior paulista.
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Aeronave Arcanjo 04 transporte recém-nascido com má formação ocular para Ribeirão Preto, SP. Foto: CBMSC
Aeronave Arcanjo 04 transporte recém-nascido com má formação ocular para Ribeirão Preto, SP. Foto: CBMSC
Aeronave Arcanjo 04 transporte recém-nascido com má formação ocular para Ribeirão Preto, SP. Foto: CBMSC
Tocantins – Um bebê de nove meses vítima de afogamento que estava internado no Hospital Regional de Miracema foi transferido pelo helicóptero Tocantins 01 para Palmas nesta terça-feira (12).
Segundo informações da Segurança Pública, por volta do meio-dia, a Central de Regulação do SAMU-Palmas fez contato com a equipe de serviço do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer) para prestar auxílio na remoção da criança que estava em estado grave e precisava ser transportada com urgência para outra unidade hospitalar com mais recursos, na capital.
Participaram do salvamento uma equipe do SAMU, composta por médico e enfermeira. De acordo com informações da assessora da SSP, a pequena vítima necessitou ser estabilizada pela equipe médica antes de ser transportada para Palmas.
O traslado foi realizado em menos de 20 minutos. A equipe do helicóptero Tocantins 01 sobrevoou o hospital, realizando o pouso na avenida em frente à unidade de saúde, onde uma equipe multidisciplinar já aguardava a chegada da criança.
A criança segue internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) de um hospital particular de Palmas e acordo com o avô da menina o estado de saúde do bebê é estável, mas ainda inspira cuidados.
O afogamento
O afogamento, segundo a avô, foi um acidente doméstico. “Minha filha preparou um balde com água e produto de limpeza e foi buscar alguma coisa no quarto. Ela não deve ter demorado mais que cinco minutos, quando deu pela falta da criança.”, contou o avô. De acordo com ele, ao voltar para junto da filha, sua mãe a encontrou já no balde.
“Ela e o irmão (tio da menina) a levaram de imediato para uma policlínica que fica em frente a nossa casa, onde foram feitos os primeiros procedimentos. Como ela não reagia, foi encaminhada ao Hospital Regional de Miracema, onde os médicos conseguiram ressuscitá-la e pediram socorro a Palmas, que encaminhou o helicóptero da Segurança Pública, junto com uma equipe do Samu”, detalhou Araújo.
De acordo com ele, ao dar entrada no Hospital em Palmas, a criança passou para um procedimento de drenagem dos pulmões para melhorar o funcionamento das vias respiratórias. “Agora por volta das 16 horas ela começou a reagir e estamos com muita esperança de que logo ela se recupere totalmente”, comentou. A família e amigos estão acompanhando o caso.
Helicóptero do CIOPAER transfere bebê vítima de afogamento de Miracema para Palmas, TO. Foto: CIOPAER.
Alagoas – Um motociclista foi resgatado, nesta quinta-feira (7), pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Alagoas, após sofrer um acidente automobilístico em um trecho da BR-316, no município de Atalaia. Para a ocorrência foram liberados o Samu Aeromédico e a Unidade de Suporte Básico (USB) da Base Descentralizada do Samu de Atalaia.
A vítima ficou gravemente ferida após um carro colidir contra a moto em que ele estava. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também foi acionada para organizar o trânsito no local.
De acordo com Marcos Viana, médico do Serviço Aeromédico do Samu Alagoas, a vítima estava inconsciente e precisou ser entubada. “O paciente também apresentava um traumatismo crânio encefálico grave e uma possível fratura no fêmur. Após conseguirmos imobilizar e estabilizar o paciente, com a ajuda dos socorristas da equipe do Samu de Atalaia, fizemos a transferência do rapaz para o HGE (Hospital Geral do Estado), em Maceió”, relatou o médico. O paciente se encontra internado, em estado grave, na área vermelha do HGE, onde será submetido a exames de imagem.
Atualmente, o aeromédico utiliza um helicóptero esquilo B3 (Falcão 05). Dois outros helicópteros prestam apoio em resgates eventuais. Um fica baseado em Maceió e outro numa base avançada no município de Arapiraca.
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SAMU Aeromédico faz resgate de motociclista na BR-316. Foto: SAMU Aeromédico
SAMU Aeromédico faz resgate de motociclista na BR-316. Foto: SAMU Aeromédico
SAMU Aeromédico faz resgate de motociclista na BR-316. Foto: SAMU Aeromédico
Santa Catarina – O Serviço Aeropolicial (SAER) é uma unidade de aviação pública da Policia Civil. No Oeste Catarinense a aeronave atende todas as entidades da segurança pública, Defesa Civil e resgate. Essa unidade foi criada em 2014 para servir em multimissões. Já no ano de 2015 foi criado o serviço Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA), visando ampliar os atendimentos emergenciais em saúde.
O helicóptero do SAER/SARA é a única aeronave de asas rotativas em operação na região. Desde sua criação já foram realizadas mais de 600 missões com a aeronave. Somente em 2018 foram atendidas 230 ocorrências, sendo 140 atendimentos aeromédicos, através do SARA, com equipes compostas por policiais e profissionais da área médica.
O uso da aeronave geralmente está vinculado a ocorrências de apoio policial, muitas em buscas de fugitivos, mas também em auxílio a resgate de pessoas. A aeronave conta com seis pilotos, sendo dois pilotos por dia, além de um médico e um enfermeiro para atuar quando necessário. O serviço é disponibilizado todos os dias do ano, independente de feriados e finais de semana.
Em Santa Catarina são duas aeronaves da Polícia Civil. A que está baseada em Chapecó atende na região de fronteira, de Dionísio Cerqueira até Ponte Serrada. A outra aeronave atende fica na cidade de Lages. É um serviço que colabora com a segurança pública e salva vidas.
SAER já realizou mais de 600 atendimentos desde sua criação. Foto: Leonardo Vassoler / Rádio Chapecó.
São Paulo – Na terça-feira (05), uma ação conjunta das equipes do CAvPM (Comando de Aviação da Polícia Militar) e 6º Grupamento de Bombeiros resultou no salvamento de seis pessoas que realizavam trilha em Paranapiacaba, Serra do Mar, SP.
As vítimas faziam uma trilha no local, onde ficaram impossibilitadas de retornar devido ao mau tempo. Foi então que acionaram a Polícia Militar por meio do COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar) – 190.
As equipes do Corpo de Bombeiros e do CavPM foram imediatamente para o local e juntos conseguiram resgatar as vítimas do local através do guincho de salvamento da aeronave. As vítimas foram conduzidas para um Posto de Comando montado pelo 6º Grupamento de Bombeiros.
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Equipe do CAvPM de São Paulo e Corpo de Bombeiros resgatam grupo que se perdeu em mata de Paranapiacaba. Foto: PMESP
Equipe do CAvPM de São Paulo e Corpo de Bombeiros resgatam grupo que se perdeu em mata de Paranapiacaba. Foto: PMESP
Santa Catarina – Na terça-feira (05), equipe integrada do Serviço Aeropolicial de Fronteira (SAER) e do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA) realizou transferência de paciente masculino de 63 anos da cidade de Palmitos para Xanxerê, SC.
O paciente apresentava quadro de insuficiência cardíaca e possível infarto do miocárdio e necessitava de estudo e tratamento especializado em unidade de referência. O paciente foi levado para o Hospital Regional São Paulo de Xanxerê, referência em tratamentos cardiológicos.
O helicóptero do SAER/SARA é a única aeronave de asas rotativas em operação em Chapecó e região. Em 2018 foram 140 atendimentos aeromédicos realizados pelo SARA com equipes compostas por policiais e profissionais da área médica.
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SAERFRON realizou transporte de paciente com quadro de insuficiência cardíaca, de Palmitos para Xanxerê. Foto: SAER
SAERFRON realizou transporte de paciente com quadro de insuficiência cardíaca, de Palmitos para Xanxerê. Foto: SAER
SAERFRON realizou transporte de paciente com quadro de insuficiência cardíaca, de Palmitos para Xanxerê. Foto: SAER
Paraná – Cinco pessoas ficaram feridas em um acidente entre dois carros, na tarde de quarta-feira (6) na PR-445, em Londrina. O condutor de um dos veículos foi encaminhado de helicóptero para um hospital da cidade. A Base do helicóptero Saúde 09 do SAMU 192/SESA-PR fica em Londrina.
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), os veículos colidiram de frente e estavam em alta velocidade. As outras três vítimas também foram socorridas e levadas aos hospitais da região pelos Bombeiros e SAMU local.
Helicóptero do SAMU é acionado para resgate de vítima de acidente na PR-445. Foto: Divulgação
Santa Catarina – O Serviço Aeropolicial Sul (Saer) da Polícia Civil realizou novos atendimentos aeromédicos na região. No domingo (03), a aeronave da Polícia Civil transportou até Lages duas pessoas que ficaram gravemente feridas após incêndio em um veículo ocorrido em Meleiro, no sábado (02).
Dois homens foram vítimas de queimaduras quando realizavam a troca do tanque de combustível de um veículo por um galão dentro do próprio carro. A operação provocou um incêndio no interior do automóvel e atingiu os dois homens.
Um deles sofreu queimaduras em 30% do corpo de um deles e o outro em 20%, ambos de primeiro a terceiro graus. Segundo a a médica responsável, doutora Helena, o deslocamento rápido foi fundamental para a eficiência do atendimento, pois o quadro de lesões provocado por queimaduras tende a evoluir.
Uma das vítimas foi transportada ao hospital Tereza Ramos, em Lages, ainda no sábado (02) e a segunda (a mais grave) no domingo (03). A operação de transporte das vítimas contou com o apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Meleiro, SC.
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SAER realiza transporte de vítimas de de queimaduras para Lages, SC. Foto: SAER
SAER realiza transporte de vítimas de de queimaduras para Lages, SC. Foto: SAER
SAER realiza transporte de vítimas de de queimaduras para Lages, SC. Foto: SAER
Santa Catarina – Santa Catarina registrou em fevereiro de 2019, o melhor desempenho de sua história em doações de múltiplos. Com quatro doações obtidas apenas na quarta e quinta-feira passada, a SC Transplantes contabilizou um total de 23 doações no período. Historicamente, o mês de fevereiro tem baixos índices de doações. Os números mais expressivos foram registrados em 2016 e 2017, com 20 ocorrências cada.
Não é só o desempenho deste mês que traz motivos para comemorações. A doação de órgãos em Santa Catarina tem registrando resultados expressivos. O número de doadores cresceu desde 2005, com um incremento de 50% na taxa de doadores efetivos nos últimos seis anos. Isso representou um salto de 27,2 doações por milhão de pessoas (2013), para 40,9 no ano passado.
SC Transplantes registra maior número de doações de múltiplos órgãos em Fevereiro. Fotos: Paulo Goeth
O resultado em número de doações também coincide com a destinação do helicóptero de uso exclusivo do governador do Estado para o transporte de órgãos e tecidos. A ação foi fruto de um convênio assinado pelo governador Carlos Moisés no dia 6 de Fevereiro. Desde então, a aeronave foi utilizada em três oportunidades, incluindo esta de quinta-feira, quando foram transportados rins para Florianópolis.
De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, esta postura do Governo do Estado em abrir mão de uma aeronave que tradicionalmente atendia apenas ao Chefe do Executivo demonstra humanização. “O governador demonstra ter zelo e cuidado com o cidadão catarinense. Essa atitude fomenta o sistema de captação, transporte e doação de órgãos e serve de modelo para as demais unidades da federação”, afirmou o secretário Helton.
O coordenador estadual da SC Transplantes, Joel de Andrade comemorou o melhor desempenho já registrado em mês de fevereiro e ressaltou que o número de doações pode ser ainda maior. Ele voltou a destacar que a agilidade no transporte é fundamental para salvar vidas e elogiou o fato do Poder Público estar tratando o transplante e a doação de órgãos como uma prioridade.
“A atitude do Governo do Estado honra a postura do povo catarinense que é solidário e a favor da doação. E quando governo e sociedade caminham juntos, os resultados logo aparecem”, comentou Andrade.
A sugestão de utilização do helicóptero para esse tipo de transporte partiu da Casa Militar. O órgão é responsável por acionar a aeronave sempre que a Secretaria de Estado de Saúde (SES), por meio da SC Transplantes, solicitar.
O convênio no início do mês passado teve a participação dos secretários Douglas Borba (Casa Civil), Helton Zeferino (Saúde), João Carlos Neves Júnior (Casa Militar) e do major bombeiro George de Vargas Ferreira, coordenador de transporte aéreo da Casa Militar.
Helicóptero que atende governador fará transporte de órgãos em Santa Catarina
Santa Catarina – O resgate de um homem de 63 anos na trilha do Monte Crista em Garuva no Litoral Norte Catarinense mobilizou na tarde e noite de domingo (03) agentes do Grupo de Resgate em Montanha (GRM), da 2ª Cia de Aviação de Joinville e dos Bombeiros Militares de Garuva.
O idoso entrou na mata acompanhado de um casal e teria sentido fortes dores no peito, o que o impediu de seguir a caminhada. Logo depois de passar mal o homem se deitou no trajeto e ligou para conhecidos pedindo para que informassem as autoridades e o resgatassem.
As buscas aéreas iniciaram por volta das 17h40, minutos depois do chamado e encerram ao anoitecer. Do helicóptero a equipe avistou o grupo pois sinalizaram com uma fogueira e fumaça (o resgate aéreo só não foi possível em razão da mata fechada e o pôr do Sol). A localização então foi repassada ao GRM.
Por volta das 20 horas, um grupo de socorristas seguiu mata adentro para viabilizar o socorro e a retirada do homem do local, distante cerca de cinco quilômetros do início da trilha. Assim que localizaram as pessoas, a equipe de primeiros socorros do GRM fez a avaliação primária da vítima, reidratou e alimentou a vítima. Depois de cerca de 20 min foi iniciado o deslocamento pela trilha, que foi lento, mas a vítima não precisou ser carregada.
O resgate foi encerrado por volta das 2h da madruga de segunda-feira (04). Ainda de acordo com o GRM, o homem é um turista de Curitiba (PR) e manteve contato com a guarnição por meio do telefone celular. O Corpo de Bombeiros Militar de Garuva fez o translado do homem de ambulância até o hospital.
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GRM foi acionado pelo CB para resgatar um homem na trilha do Monte Crista (Garuva/SC). Foto: GRM
GRM foi acionado pelo CB para resgatar um homem na trilha do Monte Crista (Garuva/SC). Foto: GRM
GRM foi acionado pelo CB para resgatar um homem na trilha do Monte Crista (Garuva/SC). Foto: GRM
GRM foi acionado pelo CB para resgatar um homem na trilha do Monte Crista (Garuva/SC). Foto: GRM
Local em que a vítima foi localizada(Foto: 2ª Cia Aviação/Joinville)
Morro do Monte Crista, local das buscas(Foto: 2ª Cia Aviação/Joinville)
Local em que a vítima foi localizada(Foto: 2ª Cia Aviação/Joinville)
Santa Catarina – O helicóptero Arcanjo 03 do Corpo de Bombeiros atendeu uma ocorrência de acidente de trânsito entre motocicleta e carro na BR-470 na tarde de sexta-feira (1º). O acidente ocorreu no trevo que dá acesso ao município de Rodeio.
Duas pessoas que estavam no automóvel tiveram lesões leves. O condutor da motocicleta de 45 anos morreu no local. A mulher que estava na garupa foi conduzida ao Hospital Beatriz Ramos, em Indaial, pelo SAMU de Ascurra. A equipe médica do Arcanjo atendeu e acompanhou a vítima na ambulância do SAMU. Os bombeiros voluntários de Ascurra também atenderam a ocorrência.
Helicóptero Arcanjo 03 do Corpo de Bombeiros atendeu uma ocorrência de acidente de trânsito entre motocicleta e carro na BR-470. Foto: Divulgação.
Paraná – O Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) tem realizado um importante trabalho de resgate, buscas e apoio em todo o Estado do Paraná durante a Operação Verão, iniciada no dia 21 de dezembro. Desde o início deste ano até o dia 3 de março, os dados divulgados pelo Batalhão apontam que já foram realizados 87 voos pela vida na base leste, sendo 23 resgates aeromédicos, 61 remoções aeromédicas e três transportes de órgãos.
O total de horas voadas também impressiona. Já foram contabilizadas 166 horas na base leste e o total de 413 horas e 11 min em todo o Paraná, somando as bases leste, norte, campos gerais e aquelas ações que integram a Operação Verão. As equipes formadas por bombeiros militares somaram, desde o início do ano, quatro buscas aquáticas e um salvamento terrestre na base leste do Estado.
Na base leste, o BPMOA atendeu 83 vítimas. A aeronave Falcão 4 esteve também em operação em Brumadinho, município mineiro devastado pelo rompimento de uma barragem. Nesta missão, em específico, foram 39h e 37min de trabalho, durante 14 dias de operação, transportando 98 pessoas e ajudando a localizar sete corpos de pessoas que foram vítimas da tragédia.
Batalhão de operações aéreas da PM realizou 87 voos pela vida neste ano no litoral. Foto Divulgação
Maranhão – A equipe aeromédica do helicóptero Águia 06 do Centro Tático Aéreo (CTA) realizou no domingo (03) transporte de um paciente masculino de 66 anos com PCR, colecistectomia e insuficiência renal aguda (IRA)
O helicóptero decolou da Base do CTA em São Luís com destino ao Hospital Regional em Chapadinha, onde se encontrava o paciente. Após ser estabilizado pelo Dr. Whashinton e enfermeira Aysy a aeronave decolou de volta para a capital, levando o paciente até a Base do CTA, em São Luís, onde foi embarcado em uma ambulância da Secretaria de Saúde e levado para o Hospital Dr. Carlos Macieira.
O paciente apresentava sensível estado de saúde e durante o transporte não apresentou qualquer complicação. O tempo total da missão foi de aproximadamente 1h40min. Se fosse por via terrestre duraria cerca de 3h40min.
O CTA está subordinado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) sendo composto por pilotos, operadores e mecânicos das Polícias Civil e Militar, além de médicos e enfermeiros da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e do Corpo de Bombeiros.
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Equipe do Águia 06 do CTA Maranhão realiza transporte aeromédico de homem de Chapadinha para São Luís. Foto: Divulgação.
Equipe do Águia 06 do CTA Maranhão realiza transporte aeromédico de homem de Chapadinha para São Luís. Foto: Divulgação.
Equipe do Águia 06 do CTA Maranhão realiza transporte aeromédico de homem de Chapadinha para São Luís. Foto: Divulgação.
Equipe do Águia 06 do CTA Maranhão realiza transporte aeromédico de homem de Chapadinha para São Luís. Foto: Divulgação.
Equipe do Águia 06 do CTA Maranhão realiza transporte aeromédico de homem de Chapadinha para São Luís. Foto: Divulgação.
Equipe do Águia 06 do CTA Maranhão realiza transporte aeromédico de homem de Chapadinha para São Luís. Foto: Divulgação.
Equipe do Águia 06 do CTA Maranhão realiza transporte aeromédico de homem de Chapadinha para São Luís. Foto: Divulgação.
Equipe do Águia 06 do CTA Maranhão realiza transporte aeromédico de homem de Chapadinha para São Luís. Foto: Divulgação.
Equipe do Águia 06 do CTA Maranhão realiza transporte aeromédico de homem de Chapadinha para São Luís. Foto: Divulgação.
Equipe do Águia 06 do CTA Maranhão realiza transporte aeromédico de homem de Chapadinha para São Luís. Foto: Divulgação.
Equipe do Águia 06 do CTA Maranhão realiza transporte aeromédico de homem de Chapadinha para São Luís. Foto: Divulgação.
Pará – Na tarde desta quinta-feira (28), uma criança de 6 anos vítima de acidente de trânsito precisou ser transferida por um helicóptero da EMAR Táxi-Aéreo da Vila Curuai, região do Lago Grande, em Santarém, oeste do Pará, para o Pronto Socorro Municipal (PSM). Além dela, um homem de 35 anos também foi transferido com suspeita de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM).
Um dos enfermeiros do SAMU que participou dos resgates, Itamar Aguiar, informou que a criança teve fratura nos membros superiores, no braço, e luxação. A equipe foi acionada pela Unidade de Saúde da vila.
“Íamos fazer o resgate de ‘ambulancha’ [ambulâncias adaptadas aos rios para atender as comunidades ribeirinhas da região], mas pelo mau tempo e como iria demorar, pedimos apoio da Casai (Casa de Saúde Indígena) que atendeu nosso pedido e fomos até a vila com mais dois enfermeiros, um técnico e dois pilotos”, relatou Itamar.
O garoto estava em uma moto com o pai e os dois caíram. Segundo o enfermeiro Itamar, o menino está consciente e orientado. O outro caso é de um masculino de 35 anos, que apresentava dor precordial.
O helicóptero com os pacientes saiu da vila por volta das 17h40 e pousou na base do Corpo de Bombeiros de Santarém cerca de uma hora depois. Em seguida, a equipe transferiu os pacientes para o Hospital Municipal de Santarém Dr. Alberto Tolentino Sotelo, onde passaram por avaliações.
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Dois enfermeiros e um técnico acompanharam a transferência de uma criança de 6 anos de idade após ela ter sofrido acidente de trânsito em vila de Santarém — Foto: Itamar Aguiar/Divulgação
Helicóptero transfere criança de 6 anos, vítima de acidente de trânsito, e homem de 35 anos, com suspeita de infarto, da Vila Curuai para Santarém. Foto: Foto: Itamar Aguiar/Divulgação
Helicóptero transfere criança de 6 anos, vítima de acidente de trânsito, e homem de 35 anos, com suspeita de infarto, da Vila Curuai para Santarém. Foto: Itamar Aguiar/Divulgação
Minas Gerais – O relógio marcava 12h37 quando a campainha soou, no dia 25 de janeiro, no Batalhão de Operações Aéreas (BOA), na Região da Pampulha, em Belo Horizonte, indicando um novo chamado para o Corpo de Bombeiros. Nove minutos antes, a barragem 1, localizada na Mina Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho, havia se rompido, liberando um “tsunami de lama”.
Ao toque do alerta, a major Karla Lessa interrompeu o almoço, iniciando sua participação na maior operação em que atuaria em 18 anos de corporação. “O solicitante estava chorando e informou que muitas coisas haviam sido levadas pela lama. Imediatamente, eu me dirigi para a aeronave já para iniciar o acionamento e, de forma concomitante, o restante da equipe (…) já foi pegando material que seria necessário para utilizar, coordenadas geográficas, informações mais precisas sobre o local do suposto rompimento de barragem”, relembra.
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Major Karla Lessa do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e equipe operando na Mina do Córrego do Feijão, Brumadinho. Foto: Roberto Caiafa.
Major Karla Lessa foi uma das primeiras militares a testemunhar, do alto, a dimensão da tragédia de Brumadinho — Foto: Raquel Freitas/G1
Equipes do BOA do CBMMG preparando equipamentos e aeronaves. Foto: Roberto Valadares Caiafa
Equipes do BOA do CBMMG preparando equipamentos e aeronaves. Foto: Roberto Valadares Caiafa
Equipes do BOA do CBMMG preparando equipamentos e aeronaves. Foto: Roberto Valadares Caiafa
Equipes do BOA do CBMMG preparando equipamentos e aeronaves. Foto: Roberto Valadares Caiafa.
Equipes do BOA do CBMMG preparando equipamentos e aeronaves. Foto: Roberto Valadares Caiafa
Equipes do BOA do CBMMG preparando equipamentos e aeronaves. Foto: Roberto Valadares Caiafa
Equipes do BOA do CBMMG preparando equipamentos e aeronaves. Foto: Roberto Valadares Caiafa
Equipes do BOA do CBMMG preparando equipamentos e aeronaves. Foto: Roberto Valadares Caiafa
Equipes do BOA do CBMMG preparando equipamentos e aeronaves. Foto: Roberto Valadares Caiafa
Equipes do BOA do CBMMG preparando equipamentos e aeronaves. Foto: Roberto Valadares Caiafa
A major diz que, às 12h53, já sobrevoava Brumadinho e, ao ver de perto a área solapada pelo “mar de lama”, começava a ter uma dimensão mais exata da tragédia, que deixou mais de 300 vítimas, entre mortos e desaparecidos.
Em um campo de futebol no Córrego Feijão, ao lado de uma igreja que se tornaria uma das bases da operação por cerca de 25 dias, a major desembarcou um médico, um enfermeiro e o copiloto. Novamente, ela levantou voo e seguiu testemunhando a destruição provocada pelo colapso da barragem.
As primeiras sobreviventes que chegaram ao maior pronto-socorro do estado foram transportadas no helicóptero pilotado pela major. Em uma operação extremamente delicada e com a aeronave quase tocando a lama, os militares da aeronave Arcanjo 04 conseguiram salvar a jovem Talita Cristina de Oliveira, de 15 anos, que se afogava naquela vastidão de lama.
A adolescente foi deixada no campinho para que recebesse os primeiros cuidados médicos, e a oficial alçou voo para resgatar Paloma Prates da Cunha, de 22 anos, que havia acabado de ser retirada da lama por um funcionário da Vale.
Rompimento de barragem em Brumadinho — Foto: Douglas Magno / AFP
Neste momento, os militares precisavam tomar uma decisão que significaria lutar pela vida das duas sobreviventes ou tentar salvar outras pessoas. “Eu não tinha autonomia [de voo] para fazer mais resgates e depois levá-las para o hospital. Então, precisava ser decidido. Dependendo do estado de saúde das duas, teria que escolher: ou tentar resgatar mais pessoas ou levá-las de imediato para o Hospital João XXIII”, diz. Por causa da gravidade dos casos, optou-se pela segunda hipótese.
Início da ‘Megaoperação’
O relato da major sobre o que tinha visto em Brumadinho foi fundamental para que a megaoperação começasse a ser desenhada. Ela conta que, no pronto-socorro, o diretor da unidade aguardava a equipe do Arcanjo 04 para decidir se o plano de catástrofe do hospital deveria ou não ser acionado.
“Quando eu cheguei na Pampulha, após entregá-las [Talita e Paloma] aos cuidados do João XXIII, para abastecer, algumas autoridades já me aguardavam para ter informações com relação ao que eu tinha visto e para tomar decisões sobre o futuro da missão, o que seria necessário de mobilização do estado. Então aqui [na Pampulha], já estavam o vice-governador, o comandante-geral dos Bombeiros, o comandante-geral da Polícia Militar, o secretário de Segurança Pública e outras autoridades”, afirma.
Campinho no Córrego do Feijão foi transformado em local de pouso de helicópteros — Foto: Washington Alves/Reuters.
Nos segundo e terceiro dia das operações, a major participou da coordenação das atividades aéreas. O campinho ao lado da igreja se transformou em ponto de pouso dos diversos helicópteros que se mobilizavam nas buscas.
Durante as duas semanas em que dedicou os dias de trabalho exclusivamente à operação em Brumadinho, tentar reduzir a dor dos parentes das vítimas era o que motivava a major a cada jornada exaustiva.
“Poder minimizar o sofrimento de tantas pessoas que ainda aguardam respostas, informações com relação aos seus entes queridos. Muitos dos voluntários, por exemplo, perderam alguém e estão lá ajudando os bombeiros, limpando o chão, fornecendo comida. São inúmeras cartinhas que a gente tem recebido, pessoas que nos cumprimentam e dão força para continuar. Então, isso tudo motiva e dá força para continuar a operação até o momento em que a gente conseguir ou encontrar todas as vítimas que ainda estão desaparecidas”, diz.
Casal de bombeiros de MG relata dias de resgate em Brumadinho
Trabalhar em um mar de lama era um cenário que o casal Kênia Oliveira Rosa e Deusdet Moreira de Souza não tinha imaginado ao longo dos anos de carreira no Corpo de Bombeiros. “Acho que ninguém imaginou que fosse acontecer algo tão chocante”. Ela, cabo do 1º pelotão da 2ª Cia dos Bombeiros de Lavras (MG). Ele, sargento do Batalhão de Operações Aéreas da base em Varginha (MG). Juntos há oito anos, dividiram a experiência de trabalhar no resgate das vítimas do rompimento da barragem em Brumadinho (MG).
Sargento dos bombeiros de Lavras trabalhou no suporte aéreo — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Viagem a Brumadinho
“No sábado, eu tinha ligado pro Capitão Sílvio pra ser voluntária. Fiquei sabendo pelos meus colegas que quem tinha feito um curso preparatório, que só alguns bombeiros fazem, poderia fazer parte. Logo me prontifiquei”, explicou Kenia.
O marido, sargento Deusdet, que também fez o curso, foi o primeiro a ir. Ele atua como tripulante operacional da Base dos Arcanjos em Varginha. Deusdet partiu com o grupo de Varginha no dia 28 de janeiro, com retorno no dia 4 de fevereiro.
Na mina do Córrego do Feijão, onde ficava a barragem da Vale, Deusdet tinha como função transportar equipes pelo helicóptero, além de equipamentos e cães, ajudar na retirada de corpos, sobrevoar os pontos com autoridades, entre outras atividades.
Cabo Kênia Oliveira Rosa viajou a Brumadinho (MG) para trabalhar no resgate às vítimas — Foto: Arquivo Pessoal
“Naquela semana, quase toda operação dependia dos helicópteros para acessar os locais. Por isso, chegou a ter quase 20 helicópteros operando nos primeiros 10 dias após o desastre”, explicou o sargento.
Com o retorno de Deusdet, foi a vez da segunda equipe, com a cabo Kenia, que chegou no dia 7 de fevereiro a Brumadinho. Como parte do setor operacional dos bombeiros, ela trabalhou no solo, na chamada zona quente. A função era ajudar na varredura atrás de vestígios, edificações, corpos e segmentos.
“Trabalhei na área alagada e na mais seca. Quando chegou o maquinário na área alagada, a gente foi deslocado. Todas as atividades que os outros fizeram, eu estava fazendo também”.
Sargento Deusdet, de uniforme laranja, participou de trabalhos em Brumadinho (MG) — Foto: Corpo de Bombeiros
Primeiras impressões
A força da lama, vista do alto dos helicópteros, impressionou Deusdet assim que viu os primeiros pontos atingidos. “A proporção do estrago, a força da lama retorceu até uma locomotiva e arrancou o pontilhão da linha férrea. Muitas das vítimas nem viram como morreram”, lamenta.
Kenia também relata o choque ao ver a dimensão da tragédia na mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho. “Como o Deusdet foi antes, ele tinha reportado pra mim que estava bem pior do que parecia. Ele ficou assustado. Eu cheguei lá foi a mesma coisa, mesma sensação que ele teve”, comenta.
O forte cheiro na segunda semana de buscas chamou atenção de Kenia. Pela frente, tudo o que viu estava destruído.
“A primeira impressão é que o estrago é muito maior do que a mídia passava pra gente. Já tinha visto pela TV que o estrago tinha sido grande. Mas chegando lá, ver o impacto ao vivo e a cores, é muito maior”.
Proporção dos estragos impressionou sargento dos bombeiros que trabalhou em Brumadinho (MG) — Foto: André Penner/AP
Trabalho exaustivo
O trabalho muitas vezes ultrapassava as 14 horas diárias. Deusdet começava às 5h30, com reunião entre as equipes. Ao longo do dia, decolagens, buscas e pousos. À noite, era hora da limpeza e do preparo das aeronaves e uniformes para o dia seguinte. O sargento diz que o cansaço físico na linha de frente era grande e que se juntava ao desgaste mental ao longo do dia.
Já Kenia conta que, apesar do cansaço físico, era difícil entender a hora de parar. “Quando a segunda equipe iria atender, após meus sete dias, eu fui voluntária pra continuar, porque eu não tinha noção do meu cansaço. Quando eu cheguei a Lavras, o primeiro dia eu ainda estava com a adrenalina. Só depois eu senti o cansaço”, conta.
Força e contato com a comunidade
Lidar com família das vítimas e com quem viveu de perto a tragédia trazia um peso maior ainda ao trabalho dos bombeiros.
“A atividade lá era pesada, desgastante, mas no final não tem como não se envolver. Tinha alguns trabalhadores da Vale com o maquinário, auxiliando a gente. Eles contavam as histórias deles. Você acaba tendo um envolvimento emocional muito grande”, diz Kenia
A cabo dos bombeiros não chegou a ter contato direto com vítimas. “Tinha dias que ficávamos frustrados por não encontrarmos ninguém. Fomos lá com a missão de trazer conforto aos familiares e amigos das vítimas”.
Cabo Kenia, do Corpo de Bombeiros de Lavras (MG) trabalhou em Brumadinho (MG) — Foto: Sargento Alcântara/Corpo de Bombeiros
Em uma troca de papéis, muitas vezes, era a comunidade que dava o conforto aos bombeiros. Kenia, como centenas de militares que trabalharam nas operações de resgate em Brumadinho, recebeu cartas escritas pelas crianças daquela região.
Nos recados, entregues sempre ao final de um dia de trabalho, mensagens simples e desenhos feitos para motivar o trabalho dos bombeiros. “Ficávamos muito comovidos. Cada uma mais linda e tocante que a outra. Ficávamos emotivos e nos dava mais ânimo e garra para o dia seguinte”.
De volta à rotina dos trabalhos no Sul de Minas, a cabo Kenia acredita que ter feito parte da maior operação de resgate da história do país trouxe muitas lições. “Foi um marco na vida de muitas pessoas, não só as que estavam envolvidas diretamente no resgate. Apesar de triste, foi bonito pra ver a solidariedade das pessoas. Bombeiros de outros estados, gente que dava o sangue. Teve uma interação muito boa”, ressalta.
“Na minha chegada lá, no planejamento, duas menininhas lindas vieram, perguntaram se podiam me dar um abraço. Eu guardo esse abraço até hoje”.
Cabo Kenia, do Corpo de Bombeiros de Lavras (MG), recebeu carta em trabalho em Brumadinho (MG) — Foto: Arquivo Pessoal
Santa Catarina – Por volta das 16h30 de segunda-feira (25), a equipe do Arcanjo 01 do Corpo de Bombeiros foi acionada para prestar auxílio às viaturas da Litoral Sul em atendimento a uma bebê de 6 meses e sua mãe que sofreram queimaduras de 1° e 2° grau com água fervente.
A equipe médica especializada do Arcanjo 01 assumiu a ocorrência realizando a hidratação da área queimada com curativos e soro, analgesia e conduziu o bebê para o Hospital Infantil de Florianópolis. A mãe foi atendida pela equipe da Litoral Sul. A família é da cidade de Biguaçu, SC.
Helicóptero Arcanjo 01 socorre mãe e filha que sofreram queimaduras com água fervente em Florianópolis, SC