Espírito Santo – Quem passou pela Praia de Camburi, em Vitória, na manhã da última sexta-feira do ano se deparou com helicóptero e rede no mar. Era uma simulação de resgate aquático do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (Notaer), da Secretaria da Casa Militar. Eles vão atuar até o dia 18 de fevereiro em todo o litoral capixaba.
Helicópterpo usado pelo Notaer em simulação na Praia de Camburi (Foto: Luciney Araújo/ TV Gazeta)
O capitão Marcelo Holanda explicou que a “Operação Verão” vai contar com 30 homens do grupamento aéreo e 10 aeronaves para atender demandas de afogamento, atendimento médico e também fiscalização de rodovias (quando solicitado pela Capitania dos Portos).
Holanda explicou também como funciona um resgate em casos de afogamento. “Conseguimos pelo nosso protocolo atender até 3 km da costa. Conseguimos desembarcar o resgatista, que vai até a vítima, a tranquiliza e o helicóptero a pesca, trazendo para um local seguro”.
A “Operação Verão” para o grupamento aéreo teve início há vários meses. Eles planejaram toda a preparação das aeronaves e o efetivo, para chegar atuar com capacidade máxima. “Vamos estar atuando com as três aeronaves para pronto emprego e um efeito aproximado de 30 homens, em apoio à Polícia Militar”.
Simulação de resgate a afogado na Praia de Camburi, em Vitória (Foto: Luciney Araújo/ TV Gazeta)
Borges disse ainda que a eficiência no atendimento é fundamental no resgate as vítimas. “É um treinamento especifico para salvamento aquático. É fundamental porque conseguimos trabalhar tanto a coordenação do grupamento aéreo, bombeiros e resgatistas da prefeitura. Se precisar do apoio da aeronave, temos um procedimento padrão, estamos treinados, ganhamos em velocidade e o resgate se torna muito mais eficiente a vítima para levarmos o socorro a tempo”.
Paraná – A Direção de Urgência e Emergência do SAMU Norte Novo, com sede em Maringá promoveu nesta segunda-feira, uma tarde de instrução com o helicóptero Saúde (aeromédico), que presta serviços em toda a região Noroeste do Estado. Além de bombeiros militares do 3º Subgrupamento de Corpo de Bombeiros de Campo Mourão, Goioerê, Ubiratã e Roncador, participaram do treinamento socorristas da Viapar e integrantes do Samu de Campo Mourão e região, além de policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar.
Socorristas participaram de simulação no atendimento de vítima sendo encaminhada ao helicóptero. (Foto: Ricardo Borges)
A atividade foi realizada no Campo dos Amadores, ao lado do Aeroporto Municipal. O objetivo do treinamento, ministrado pelo médico Mauricio Lemos, Diretor de Urgência e Emergência do SAMU Norte Novo, foi demonstrar as características, indicações e restrições do emprego da aeronave no resgate aeromédico, especialmente nas situações de trauma.
Ao mesmo tempo, foi uma oportunidade para integração entre os entes de atendimento ao trauma da região. “O emprego correto da aeronave e a integração dos serviços, envolvendo Samu, Bombeiros, Polícia Militar e concessionária, como a Viapar faz toda a diferença, principalmente para darmos uma resposta rápida no encaminhamento do doente ao hospital. O tempo do atendimento pode salvar uma vida”, explica Lemos.
Segundo ele, Campo Mourão e região merecem o que há de melhor em termos de atendimentos a vítimas graves por acidentes. “É uma região em que ocorrem vários acidentes e a aeronave está à disposição de todos. Foi cedida pelo governo do Estado para prestar o atendimento, por isso é preciso que todos estejam preparados para atender bem a população na hora de uma emergência”, ressalta.
Lemos começou a instrução com exposição dos equipamentos de segurança usados no helicóptero e orientando sobre as formas corretas de aproximação do aparelho nos momentos de atendimentos de acidentes. “Se o socorrista não tiver conhecimento sobre os cuidados para trabalhar com o aeromédico pode estar sujeito a sofrer um acidente, principalmente na área do giro dos rotores de cauda e o rotor principal. Por isso fizemos essas orientações e aproveitamos também para pedir à população que ao presenciarem uma aeronave pousando nunca se aproximem. Se é perigoso para profissionais da área, imagine para a população leiga. Temos um protocolo rígido de segurança visando a segurança de todos.”
Socorristas participaram de simulação no atendimento de vítima sendo encaminhada ao helicóptero. (Foto: Ricardo Borges)
As rodovias do entorno de Campo Mourão e Goioerê têm apresentado elevados índices de acidentes graves de trânsito, principalmente com vítimas presas às ferragens, condição que reduz drasticamente a sobrevida das vítimas. O emprego da aeronave, oportunizando mais um suporte avançado de vida na cena e redução no tempo de transporte da vítima ao hospital é apenas um exemplo dos benefícios que o emprego da aeronave trará ao paciente.
O capitão João Paulo Bossoni Miosso, comandante do Corpo de Bombeiros de Campo Mourão participou do treinamento e falou sobre a importância para todo o efetivo. “Foi importante para que tenhamos um nivelamento sobre o transporte aeromédico, principalmente nesta região em que registramos muitos acidentes graves nas rodovias e que demandam o atendimento aeromédico. E por ser uma aeronave que envolve risco com suas hélices, o treinamento se faz necessários para todos os socorristas envolvidos, bem como as formas de acionamento e os cuidados que devem ser adotados para o transporte das vitimas”, disse Miosso.
Uma equipe do Pelotão de Trânsito do 11º Batalhão da Polícia Militar, comandada pelo Aspirante Jessé Pereira Barreto também participou do treinamento. Além do trabalho de segurança para facilitar o resgate pelo Corpo de Bombeiros e Samu, a PM também acaba auxiliando no atendimento de vítimas, principalmente quando envolve acidentes com múltiplos feridos. “Foi importante esse treinamento para nossos policiais também, pois estamos sempre auxiliando no resgate, como ocorreu no início do ano, quando um ônibus tombou no anel viário, deixando vários feridos. Os policiais passaram a madrugada ajudando no resgate para retirar as vítimas da ribanceira”, apontou.
Os policiais militares também auxiliaram Bombeiros e Samu recentemente, quando um menino de um ano caiu em um buraco de construção civil de quatro metros de profundidade em Campo Mourão. “Além de todo treinamento que o policial já recebe durante sua formação, esse tipo de instrução contribui muito, pois nem sempre as equipes do Samu e Bombeiros são suficientes para fazer o resgate das vítimas de acidentes.”
Após receberem instruções teóricas, os socorristas se dividiram em grupos de cinco e simularam atendimento a uma vítima que era colocada no helicóptero, mantido com o motor ligado e pronto para decolar. Doutor Mauricio os instruía sobre a forma segura de se aproximar do aparelho, sem o risco de acidentes.
Ceará – A Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Estado do Ceará, realizou na última segunda (12), um treinamento com seu efetivo de pilotos e tripulantes operacionais, para uso do equipamento especial denominado “guincho elétrico”. No exercício realizado na tarde do dia 12/06, participaram 25 tripulantes operacionais da Ciopaer.
O equipamento possibilita o desembarque em voo de tripulantes, bem como o içamento para aeronave e embarque de tripulante e vítima resgatada, podendo ser empregado nas missões de salvamento e resgate para retirada de pessoas de áreas de vegetação que impeçam o pouso da aeronave, no topo de edificações, em embarcações ou mesmo no meio líquido.
Possibilitando erguer até 210 quilos, o equipamento pode ser utilizado acoplado diretamente no cinto tipo boldrier do tripulante, ou em outros equipamentos, como o cesto de resgate, usado na água ou a maca skeed, que é utilizada para resgate em serras e montanhas.
As modernas aeronaves modelo EC 145 C2, já operadas pela Ciopaer, dispõem deste equipamento, e os novos helicópteros H135 Helionix, recentemente adquiridos pelo Governo do Estado do Ceará, e que deverão ser entregues em 2018, também possuirão esse recurso.
Tocantins – Nas manhãs dos dias 11 e 12 de maio, integrantes do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), órgão ligado à Secretaria da Segurança Pública (SSP), tiveram a oportunidade de ministrar instrução ao efetivo da 1ª Companhia Independente de Busca e Salvamento do 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar (CIBS) do Estado do Tocantins.
Na ocasião, os integrantes da Unidade Aérea, militares do Corpo de Bombeiros e Policiais Civis e Militares puderam apresentar, na teoria e na prática, algumas técnicas de infiltração e exfiltração com o uso do helicóptero, de embarque e desembarque na aeronave, confecção de zona de pouso de helicóptero (ZPH), imobilização e preparação de vítima em maca do tipo envelope e içamento de vítima utilizando a técnica do Mcguire, dentre outras.
O objetivo da ação foi inserir o helicóptero como ferramenta auxiliar nas operações da unidade. Os militares concluíram o estágio de busca e salvamento, que teve duração de quatro semanas, o qual objetivou capacitá-los a desenvolver técnicas para acessar e retirar vítimas de locais críticos.
A instrução do Ciopaer foi encerrada com um simulado onde os bombeiros confeccionaram uma ZPH, acessaram e imobilizaram uma vítima e acionaram o apoio aéreo para a extração da mesma. O local escolhido foi uma área de mata próxima ao centro de Palmas, onde os militares atuaram simulando uma situação real, desde a solicitação do helicóptero até a extração da vítima.
“A instrução foi essencial para a integração destes grupos especializados, Ciopaer e CIBS, uma vez que são rotineiras as operações onde as equipes atuam em parceria e, conhecer a capacidade operacional de atuação mútua é fundamental para potencializar as ações e o êxito das missões”, declarou o tenente coronel Ferrão, diretor do Ciopaer.
A 1ª CIBS, unidade especializada pioneira do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Tocantins atende às demandas de ocorrências complexas em todo território tocantinense, e é responsável pelas atividades de busca (terrestre), salvamento (terrestre e em altura) e mergulho.
Santa Catarina – O Serviço Aeropolicial da Polícia Civil de Santa Catarina (SAER/SC), com base em Criciúma, realizou treinamento de policiais militares e civis em Araranguá, na tarde de quinta-feira (27).
O objetivo foi apresentar o helicóptero e falar sobre seu emprego, além de apresentar regras de segurança. Na parte da manhã foram ministradas aulas teóricas para 50 policiais, sendo 30 militares e 20 civis na sede da Delegacia Regional de Araranguá. Na parte da tarde, cerca de 15 policiais civis da região participaram da aula prática.
O delegado Gilberto Crepaldi Mondini, coordenador do Saer, foi o responsável pelo treinamento e explicou o funcionamento. “O curso visa unicamente o conhecimento básico de como se comportar perante a aeronave, quer seja em terra, orientando a aeronave que está sobrevoando em questão de localização, ou na questão de embarcar e desembarcar em um momento de estresse, durante uma ocorrência”, disse.
Na sexta-feira (28), policiais militares realizaram a parte prática do curso. O objetivo é que todos os 50 policiais que participaram da aula teórica completem o treinamento com a parte prática.
São Paulo – Nos dias 17 e 25/03 policiais militares da Base de Radiopatrulha Aérea de São José do Rio Preto realizaram treinamentos de resgate e salvamento de pessoas em local de difícil acesso. O treinamento aconteceu na pista de pouso da Fazenda Santa Inês, localizada no município de São José do Rio Preto, interior de São Paulo.
O treinamento consiste na descida de rapel de dois tripulantes operacionais da aeronave para ingresso em áreas de difícil acesso por terra, em missões de salvamento. Após a estabilização da vítima, é feita a sua retirada através da maca de montanha utilizando a técnica McGuire.
Foi treinado também o uso do cesto de salvamento e pouso em área restrita. O treinamento objetiva a manutenção e aperfeiçoamento da proficiência de pilotos e tripulantes operacionais da Polícia Militar do Estado de São Paulo, que atuam em operações aéreas de busca e salvamento em todo o território paulista.
Minas Gerais – Durante a parte prática de aprendizagem da pilotagem de aeronaves, o piloto-aluno aprende a executar um grande número de manobras. Contudo, por questões de segurança e para preservação das máquinas, algumas manobras não são executadas em sua totalidade, especialmente as emergências.
Por outro lado, sabe-se que a vivência de emergência real é fundamental para a segurança de voo de qualquer operador de aeronaves de asas rotativas. É necessário que o piloto vivencie uma situação, por exemplo, de autorrotação real e saiba tomar as decisões e ações adequadas para recuperar a atitude normal da aeronave.
O Treinamento de Procedimentos de Emergência tem a finalidade de desenvolver no aluno a proficiência necessária para conduzir a aeronave com segurança, em caso de falha de potência ou de sistemas diversos, realizando o pouso, mesmo com a aeronave degradada.
Reconhecendo a importância desse treinamento para os pilotos da Polícia Militar de Minas Gerais, especialmente os Comandantes de Aeronaves, o Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo, realizou o processo licitatório, para contratação de uma escola homologada junto à ANAC, para ministrar esse treinamento a seus pilotos, tendo sido a empresa EFAI – Escola de Aviação, do Comandante Bosco, a vencedora do certame.
O treinamento contratado foi dividido em duas fases, sendo uma instrução teórica e outra prática: a instrução teórica é um briefing com a duração de quatro horas-aula com a finalidade de discutir as principais características do voo em situação anormal ou de emergência, e as técnicas de pilotagem para a realização das diversas manobras previstas.
A instrução prática tem como objetivo desenvolver no aluno a perícia necessária para realizar as diversas manobras, com segurança, mas procurando aproximar-se, dentro do possível, das condições de uma falha real e respeitando os limites estabelecidos pelo fabricante no Manual de Voo da aeronave.
Nessa fase são executadas manobras diversas de emergência, tais como: Voo com o governador em emergência, pouso com o governador em emergência, pouso sem pedais, autorrotação real com pouso – direta, de 90º, de 180º e de 360º, demonstração de autorrotação na decolagem, autorrotação no pairado dentro do efeito solo, autorrotação na decolagem vertical e outras. O treinamento de emergência totalizou 03 (três) horas de voo por piloto e foi executado a bordo da aeronave da empresa EFAI, modelo HB 350B (Esquilo), mesmo modelo operado pela Polícia Militar de Minas Gerais.
O Comandante da Unidade, Ten Cel Rodrigo, acredita que o treinamento de emergências realizado pela EFAI, sob a tutela do Cmt Bosco, é fundamental no processo de formação constante e aprimoramento dos pilotos da Esquadrilha Pégasus.
Segundo o Comandante Rodrigo: “O engajamento do helicóptero em missões de segurança pública e defesa civil requerem do piloto em comando alta capacidade de decisão e discernimento. Não raras vezes, operamos as máquinas no limite de sua performance e sabemos que nestas condições, as panes de perda de motor, perda do rotor de cauda e outras são possíveis. Por este motivo, trabalhamos exaustivamente para que todos os Comandantes de Aeronaves do nosso grupamento aéreo pudessem participar deste treinamento. Não tenho dúvidas que a partir de agora, nossa tripulação e nossas máquinas estarão mais seguras, com uma tripulação mais preparada e capacitada para lidar com situações adversas.”
Minas Gerais- Diante da constatação do fator humano como um dos motivos contribuintes para a ocorrência de acidentes aeronáuticos, ao longo da história tem sido crescente a preocupação com as questões humanas que podem vir a comprometer o desempenho das equipes de trabalho.
Atualmente, apesar de serem utilizadas denominações variadas do referido treinamento (Gerenciamento de Recursos de Companhia/ equipes – Company/ Corporate Resource Management) por algumas organizações, estas não são ainda consagradas universalmente.
No título Treinamento em Gerenciamento de Recursos de Equipes (Corporate Resource Management – CRM), a IAC 060-1002A padroniza o termo Corporate para expressar todas as equipes que compõem uma organização envolvida na atividade aérea, tais como, mas não limitado a tripulantes técnicos e de cabine, pessoal da manutenção, despachantes operacionais de voo e de terra, pessoal de rampa, pessoal de check-in/check-out, alta direção, pessoal administrativo e outros segmentos.
A IAC 060-1002A traz a seguinte definição de Treinamento em CRM:
É a aplicação de conceitos de gerenciamento moderno, tanto na cabine de pilotagem como em outras atividades operativas e administrativas que interferem no voo, visando o uso eficiente e eficaz de todos os recursos disponíveis (humanos, equipamentos e informações) que interagem nessa situação. (BRASIL, 2005).
Os treinamentos em CRM são divididos em três fases, entendendo-se que os conhecimentos não são assimilados se não forem relembrados e utilizados constantemente. Dessa forma, a IAC 060-1002A estabelece a divisão do treinamento em três fases: Treinamento dos Conceitos Iniciais (1ª fase – de conscientização), prática de CRM (2ª fase) e Reciclagem em CRM (3ª fase).
A primeira fase do treinamento consiste na apresentação de conceitos fundamentais em sala de aula nos assuntos relacionados à comunicação, relações interpessoais, coordenação da equipe, distribuição da carga de trabalho, proficiência técnica, estudo de acidentes/incidentes (relatórios, filmes etc.), liderança, tomada de decisão, dentre outros. Nesta fase, do Treinamento de Conceitos Iniciais em CRM, os conceitos são desenvolvidos, definidos e relacionados à segurança da atividade aérea.
Conscientes da importância de mantermos voos cada vez mais seguros na Polícia Militar de Minas Gerais, o Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo, através da Núcleo de Formação Aeronáutica – NFAER da Unidade, realizou o treinamento em CRM, nos dias 31 de outubro e 01 de novembro de 2016, do qual participaram pilotos, tripulantes operacionais, mecânicos de aeronaves e técnicos de apoio de solo.
“O Curso de CRM busca conscientizar nossa tripulação e apoio de solo da importância em mantermos um padrão de comportamento e operação, seja no ar ou na terra. É sabido por todos que a padronização na aviação é fundamental para o sucesso contínuo das operações aéreas, especialmente na aviação de segurança pública, onde o risco é muito maior. Independente de quem foi operador, o padrão de operação não pode mudar e para isso é preciso solidificar cada vez mais nossa doutrina de emprego de aeronaves, nossos treinamentos e o relacionamento interpessoal de nossos militares.”, ressaltou o Comandante da Unidade, Ten Cel Rodrigo.
A Helibras e a Marinha do Brasil assinaram, no último dia 18, um termo de acordo de horas de voo no Full Flight Simulator (FFS) no Centro de Treinamento do Rio de Janeiro. Ao todo, serão 18 pilotos treinados durante todo o ano e os dois primeiros já iniciaram as atividades essa semana.
Ministradas pelos instrutores Alexandre Anselmo, Sergio Khalil e Patrick Correa, as atividades consistem em um programa customizado de treinamento em situações de emergência, visando à consolidação dos procedimentos adotados em caso de falha de diversos sistemas da aeronave, que deve ser conduzida com segurança até o pouso.
Além da instrução em situações emergenciais, a capacitação atenderá as particularidades das operações realizadas pela Força. No total, 265 horas de treinamento em simulador serão realizadas entre 2016 e 2018.
O CTS da Helibras possibilita aos clientes reduzir significativamente os custos de operação do H225 e do H225M com treinamentos. Outra vantagem é poder acompanhar o desenvolvimento e as necessidades específicas dos operadores brasileiros.
O FFS permite ao piloto realizar a sua qualificação de tipo, treinamentos recorrentes e capacitação em situações de emergência em um ambiente de realidade virtual. O simulador tem uma base de dados visual de todo o território nacional, desenvolvida especialmente para os operadores nacionais. Dessa forma, a tecnologia possibilita que o treinamento seja realizado no ambiente operacional do piloto.
Participaram da assinatura o presidente da Helibras, Richard Marelli, o gerente do Centro de Treinamento e Simuladores, Alberto Duek, a executiva de vendas no mercado militar, Amanda Torres, o Diretor Geral do Material da Marinha, AlteEsq Gusmão, o Diretor de Aeronáutica da Marinha, CAlte Primo, o Comandante da Força Aeronaval, CAlte Goldstein, acompanhados do Comandante do CIAAN, CMG Renato Gomes, do Comandante do EsqdHU-2, CF Morgado e outros 4 oficiais.
Com uma aeronave Esquilo B2 própria e certificada pela Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC, em conformidade com a nova legislação reguladora (RBAC 61 e RBAC 142), a HELIPRO oferece treinamento para pilotos que iniciam sua carreira na aeronave Esquilo e pilotos que desejam estar preparados para eventuais emergências.
A HELIPRO nasce de uma visão de que todos os voos devem ser realizados com segurança, do abastecimento aos cuidados com o embarque e desembarque, do acionamento dos motores até a parada total dos rotores, e trás para o mercado um modelo de instrução, seguro e real, de acordo com os padrões nacionais e internacionais, tanto do fabricante como da ANAC.
Localizada na cidade de São Paulo, a HELIPRO oferece dois treinamentos básicos em sua grade:
1. Treinamento Inicial de Tipo:
Este Currículo é estruturado tendo como base o Programa de Treinamento do Fabricante e são seguidos todos os passos e manobras existentes no manual de voo da aeronave.
O escopo é a utilização do equipamento com a maior segurança possível dentro do envelope de voo do fabricante para procedimentos e manobras como: partida, cheques antes dadecolagem, decolagem, subida, voo de cruzeiro, manobras de aproximação e pouso, procedimentos após pouso, pousos em autorrotação, falha do sistema hidráulico, falha de motor, pouso sem pedais e falha de rotor de cauda.
Neste Treinamento, todas as manobras são realizadas de modo a aproximar a simulação o mais perto possível da realidade e todas as situações de emergência previstas no manual de voo são exercitadas e executadas com segurança.
2. Treinamento Periódico de Tipo:
O Treinamento Periódico é aplicável a pilotos que pretendam manter o nível de competência e qualificação em uma função na qual já estejam qualificados.
Neste Treinamento são revistas todas as manobras realizadas no Treinamento Inicial, revalidando-se a habilitação no AS50, quesito este necessário de acordo com a RBAC 61.
O objetivo é aprofundar os conhecimentos da experiência do Piloto e aprimorar as técnicas de Emergências previstas no Manual de Voo.
O Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo da Polícia Militar de Minas Gerais recebeu n0 dia 15 de maio, 30 oficiais do quadro de saúde da Instituição entre médicos, enfermeiros e praças técnicos em enfermagem. Eles foram recebidos pelo Comandante Geral, Cel PM Márcio Martins Sant’ana e o Comandante da Unidade, Ten-Cel Ledwan Salgado Cotta.
Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo da PMMG promove treinamento para a Copa do Mundo.
O Núcleo de Formação Aeronáutica responsabilizou-se pelo treinamento, que teve como objetivo principal foi familiarizar o grupo com o recurso aéreo da Instituição e capacitá-lo a operar embarcado em missões de atendimento pré-hospitalar, sobretudo durante a Copa do Mundo de 2014.
A finalidade principal é que esta equipe atue no suporte a vida junto aos militares que trabalharão voltados ao evento.
Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo da PMMG promove treinamento para a Copa do Mundo.
O treinamento se estendeu por cerca de 10 horas e envolveu além do Btl RpAer o Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, uma Unidade privada de serviço aeromédico, participação de médico especializado de serviço de atendimento pré-hospitalar, Dr Sylvio Silvestre C. Neto, neurocirurgião e instrutor aeromédico, e guarnição aérea da Policia Rodoviária Federal.
Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo da PMMG promove treinamento para a Copa do Mundo.
Colaboração: Tenente Jean Carlos e Sargento Sérgio
No final de Outubro e inicio de novembro de 2013, foi realizado em Cannes na França, o Curso de emergência em pilotagem do helicóptero modelo EC 130 B4.
Durante uma semana os Comandantes Paulo André, Major Celso e Capitão Adilar, pilotos de helicóptero da Casa Militar do Governo do Paraná, realizaram o curso sob orientação do Comandante Gaspar de Queiroz, piloto de ensaio, teste e instrutor de pilotos da Eurocopter, fabricante do modelo EC 130 B4.
O curso, além da instrução teórica sobre as emergências treinadas, trouxe uma serie de manobras simulando possíveis emergências em voo. Também focou-se no treinamento direcionado e personalizado na realidade da operação praticada no Brasil, além da qualificação plena do Comandante, preparando-o para intervir proativamente, antecipando-se as reações do helicóptero EC 130 B4, quando em situações fora da rotina normal de voo.
Dentre as manobras destacam-se: a decolagem normal, pouso normal, giros de 360° graus pra direita e esquerda, pouso em área restrita e decolagem em área restrita, paradas rápidas, e auto rotação com motor e sem motor inclusive com velocidade de 110 kt e 80 kt a 1000 fts de altura.
Além das manobras normais foram realizadas panes de baixa no pairado sob o efeito solo, panes de baixa em deslocamento a 40kt com corte do motor, perda de pedal, auto-rotações com 110 kts, 80 kts e 30 kts com perda de rotação e velocidade e posterior recuperação além de pouso completo sem motor.
Confira as fotos:
A oportunidade de treinar em ambientes controlados e com orientação de um Comandante com mais de 37 anos de experiência, como é o caso do Comandante Gaspar de Queiroz, trouxe além do conhecimento muita confiança na operação do equipamento e principalmente a crença que; “Treinar na paz para não sangrar na guerra” é condição impar para aprimoramento do profissional e regra na prática de pilotagem.
Destaca-se ainda, que todas as manobras foram realizadas obedecendo aos mais altos padrões técnicos de pilotagem e segurança, deixando muito evidente a qualidade do treinamento e a preocupação do Instrutor Comandante Gaspar de Queiroz, em aproximar as emergências do realismo incondicional sem jamais afastar-se da segurança indispensável a realização de qualquer voo.
Bahia – As ferramentas tecnológicas chegaram, definitivamente, para ficar na vida cotidiana da Aviação de Estado. De forma destacada, nota-se um maior investimento das unidades aéreas em capacitação e padronização de seus times. Em tempos de estudo e sistematização do conhecimento sobre acidentes organizacionais, a administração pública não poderia investir em ações diferentes daquelas que, efetivamente, elevam os níveis de segurança das operações aéreas e, assim, ajudam a garantir a continuidade da prestação do serviço público.
Além disso, está quase pacificada a recepção de aeronaves bimotoras nos alguns cenários típicos das atividades patrocinadas pelo Estado, ante uma relação mais amigável e equilibrada de seus benefícios em detrimento dos investimentos atrelados. Ainda assim, há o objetivo claro de mitigar muitos dos riscos potenciais que habitam as cercanias desse tipo de operação, utilizando-se, cada vez, da tecnologia existente e disponível, da capacitação e do entrosamento das tripulações e, por último, de ações padronizadas e coordenadas de seus times.
Na esteira deste aprimoramento constante o GRAER da PMBA participou com seus pilotos – TEN CEL PM LÁZARO MONTEIRO, MAJ PM CESAR RICARDO, CAP PM HERLON CONCEIÇÃO e CAP PM ROGÉRIO ARAGÃO – do treinamento em simulador sintético de voo para a aeronave bimotora EC 145, atividade realizada no Training Center da AMERICAN EUROCOPTER na condado de Grand Praire, Texas, Estados Unidos, no período da primeira quinzena do mês de agosto último.
Segundo o TC PM LÁZARO, Comandante do GRAER, o treinamento foi muito produtivo, desenvolvido em simulador do tipo Flight Training Device (FTD) e envolveu voo regular altamente realístico no tipo EC 145 e suas diversas emergências. “Esse treinamento faz parte do pacote de instrução cuidadosamente preparado para dotar nossos profissionais dos conhecimentos necessários a boa operação do nosso PR-KPM, helicóptero EC 145 adquirido pelo Estado da Bahia, já entregue e em plena operação”, afirmou o Oficial.
Além das situações de emergência, foi promovido também o treinamento simulado em situações e cenários típicos da Aviação de Estado, da entrada inadvertida em condições meteorológicas de voo por instrumentos (IMC) e seus procedimentos. Essas ações aumentam a verossimilhança da proposta e reduzem a distância entre o treinamento simulado sintético obtido e aquele real desejado.
TREINAMENTO PBN
Já na no dia 19 de agosto todos os Oficias Pilotos do GRAER participaram da instrução sobre Navegação Baseada em Performance – PBN, treinamento necessário para operação de maquinas com recursos RNAV. A instrução foi conduzida pelo Instrutor Credenciado Adriano da Silva da AEROGRIPS e fora feita nas próprias instalações do auditório do GRAER da PMBA. Essa atividade também faz parte do pacote de instrução da compra do EC 145.
Introdução à PBN, CNS/ATM e seus conceitos básicos, Recursos RNAV e RNP, fraseologia, espaços aéreos, exigências de qualificação a tripulação e diferentes tipos de equipamentos de radio comunicação para navegação por performance instalado nas maquinas, procedimentos de contingencia, Normas, regulamentos e procedimentos Operacionais, o crescimento da navegação PBN hoje no mundo, enfim uma série informações importantes e necessárias para a operação técnica, eficiente e segura das maquinas sob esse viés.
Por tudo isso, assume-se uma nova realidade da Aviação de Estado e seus subsistemas complexos. Nesse novo cenário, são esperadas respostas mais adequadas, obtidas por meio da apropriação do conhecimento e do emprego da tecnologia. Nesse empreendimento, a administração pública procura agir com responsabilidade e equilíbrio, ao equalizar as suas disponibilidades de investimento com a necessidade de atendimento da sociedade, sem perder de vista a segurança das suas ações.
Os participantes de uma conferência de “Homeland Security” em Los Angeles, Califórnia/EUA, puderam presenciar uma demonstração em primeira mão de como a cidade iria lidar com um ataque terrorista.
Uma equipe de oficiais de LAPD de Contra-Terrorismo e Operações Especiais efetuou a demonstração que incluiu uma “resposta a um dispositivo de armas de destruição em massa.”
A demonstração se deu no centro da cidade de Los Angeles, envolvendo tiros de festim, helicópteros policiais voando baixo e veículos de emergência com luzes e sirenes.
O exercício fez parte da 2013 National Homeland Security Conference realizada na cidade de Los Angeles.
Integrantes do Grupamento Aeropolicial e Resgate Aéreo (Graer) realizaram, nesta quinta-feira (06/06), no Aeroclube Graciosa, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba/PR, um treinamento com simulação de resgate, com o uso de rapel. Participaram da ação 12 profissionais, entre policiais militares, civis e bombeiros.
De acordo com o comandante do Graer, tenente-coronel Orlando Arthur da Costa, esta prática é realizada a cada seis meses para manter a proficiência nos voos realizados. “Fazemos o treinamento para aperfeiçoar a qualidade do atendimento prestado às missões de segurança pública”, afirma.
O rapel em aeronaves para missões de resgate pode ser utilizado em ações de busca, salvamento e remoção de vítimas de acidentes, que possam estar confinadas ou presas em locais de difícil acesso, como matas, poços, edificações e ambiente de baixa luminosidade.
O Graer finalizou o treinamento com uma simulação de pouso no heliponto do Hospital do Trabalhador, em Curitiba.
MISSÃO – Além do apoio aéreo no policiamento ostensivo e em grandes operações realizadas no Estado, os helicópteros do Graer fazem transporte de urgência e emergência, em casos de acidentes nas estradas, por exemplo, além de transferência de pacientes para hospitais de alta complexidade. Os helicópteros do Graer também colaboram em ações de Defesa Civil e podem auxiliar outros estados, quando necessário.
O Governo do Estado, por meio do programa Paraná Seguro, instalou em Londrina a primeira base descentralizada do Graer, em 2012. A outra base fica em Curitiba.
O Centro Integrado de Operações Aéreas do Mato Grosso inicia o ano de 2013 realizando instrução voltada aos tripulantes operacionais, buscando o aprimoramento técnico-profissional das ações desenvolvidas por meio de sua sistematização e padronização. A instrução terá por referência o Manual de Procedimentos Operacionais Padrão – POP que é livro obrigatório de cabeceira para todos os tripulantes operacionais do Ciopaer/MT.
A instrução será desenvolvida entre os dias 11 a 26 de janeiro do corrente ano e pretende alcançar todos os tripulantes operacionais. Haverão instruções teóricas e praticas de tiro, armamento, técnicas de rapel, segurança de voo, nado utilitário (voltado para o resgate), além de instruções sobre navegação por meio de cartas e GPS.
As instruções práticas permitem ao profissional relembrar e aperfeiçoar suas ações sem o nível de estresse quando do atendimento de uma ocorrência real.
A unidade integrada de atendimento de emergência AIR-ONE intensificou seus treinamentos depois dos dois acidentes recentes envolvendo aeronaves aeromédicas, em Rockford, no estado de Illinois/EUA.
As equipes do AIR-ONE podem ser chamadas para atuar em qualquer tipo de missão, que inclui procurar suspeitos em terra ou até mesmo apoiar missões em caso de inundações. É por isso que os pilotos precisam treinar para voarem em qualquer tipo de clima e até mesmo nos casos de estarem voando às cegas.
O treinamento desta semana parecia mais com isso, um painel completamente coberta com “papel contact”. Isso em razão de que suspeita-se de que um dos fatores contribuintes para os recentes acidentes foi a entrada da aeronave em condições meteorológicas para voo por instrumentos. Basicamente, isso significa que o piloto passou a não ver mais nada para fora da janela da aeronave, possivelmente por neblina ou até mesmo um embaçamento súbito do painel.
“É como dirigir em uma estrada a 100 quilômetros por hora e de repente ter o para-brisa do carro tampado”, disse David Kennedy, piloto do AIR-ONE.
Segundo Kennedy, nessas situações você imediatamente tem que confiar apenas em seus instrumentos. Existem simuladores para a prática desse tipo de ocorrência, mas Kennedy teve uma ideia melhor. Cobriu um lado do para-brisa do helicóptero, assim os pilotos não conseguem ver mais nada no exterior e ainda conseguem voar em segurança devido a presença de um co-piloto.
“Nós temos uma noção sobre o que fazer caso você entre voando inadvertidamente nas nuvens, mas é bem diferente de se ver realmente nessa situação, ver como você vai reagir e superar o fator do pânico inicial. Na primeira vez que eu fiz isso eu fiquei muito desconfortável, não vou mentir. Meu cérebro estava me dizendo que eu estava indo para um lado, enquanto que eu estava indo para o outro lado”, disse o Sgt. Steve Roussell, piloto da LAPD Air Support, que participou do treinamento em Rockford.
“Esse tipo de experiência é o que tirá-lo da situação de risco, e é definitivamente uma situação de alto risco você entrar nessas condições de voo”, diz o Sgt. Roussell.
No período de 17 a 20/12, o Grupamento Aéreo Policial – Resgate Aéreo (GRAER/PR) participou de treinamento no litoral paranaense com a utilização de aeronaves de Asas Rotativas Falcão 02 e 04 . Em conjunto com o Corpo de Bombeiros, a aeronave foi utilizada para treinamento de resgate de vítimas no mar com a utilização do equipamento puçá e sling.
O GRAER/PR está sendo aplicado na Operação Verão 2012-2013, propiciando o apoio aos Policiais e Bombeiros militares em solo através de ações aéreas multimissão, atuando de forma integrada em missões policiais, resgate aeromédico, salvamento e busca aquática.
Para isso o GRAER/PR tem priorizado o treinamento de sua tripulação composta de bombeiros, policiais militares e civis, em instruções conjuntas de tiro policial embarcado, infiltração e exfiltração, resgate aéreo com utilização de técnicas do Sling e Puçá.
O Maj BM Vladimir Leonardo Zanca e o 1º Ten BM Paulo Pereira dos Santos, ambos pilotos de aeronave de asa rotativa, realizaram Treinamento de Procedimentos de Emergência na aeronave AS50-Esquilo, no dia 05/12/2012 na EFAI (Escola de pilotagem LTDA) em Contagem – MG.
No treinamento os pilotos foram submetidos a várias possibilidades de situações de emergência a que um helicóptero modelo esquilo pode sofrer em voo, principalmente as que estão relacionadas às panes de motor.
O treinamento de procedimentos de emergência é requisito para que os pilotos de helicóptero do CIOPAer/MT ascendam a função de piloto comandante em operações aéreas de Segurança Pública e Defesa Civil.
Nos últimos dias, em Dallas (EUA), O Delegado de Polícia Reinaldo Martins Amaral Filho, lotado na C.G.P.A. – Coordenadoria Geral de Policiamento Aéreo de Mato Grosso do Sul realizou treinamento de emergência em aeronave modelo AS-350-B3e (helicóptero Esquilo de última geração), na sede da empresa EUROCOPTER nos Estados Unidos.
O treinamento consistiu em simulações reais, todos os tipos de panes que podem ocorrer em um helicóptero, curso que é ministrado somente para pilotos com certa experiência de voo.
Em convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), o Estado de Mato Grosso do Sul adquiriu, recentemente, uma aeronave do tipo supracitado, que será utilizada na Segurança Pública e Defesa Social, principalmente em resgates de feridos nas rodovias do Estado.
Policiais civis de Blumenau fizeram na sexta-feira (26/10) um treinamento prático, com auxílio de helicóptero, para atendimento a feridos em combate. O curso, que teve aulas teórica na quinta-feira, é uma parceria da Polícia Civil de Blumenau com a empresa CTAP Brasil, o 23º Batalhão de Infantaria, o Serviço Aéreo da Polícia Civil (Saer) e o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope).
Os policiais receberam instruções sobre cuidados a serem tomados, sistemas de evacuação, atendimento a lesões, conduta de patrulha, entre outras. A intenção é capacitar os policiais para trabalhos em situações de alto risco.
Rio Grande do Sul – Ambientação com aeronave, linguagem aeronáutica, rapel embarcado, tiros no solo e embarcado com Carabina CT-40 e Calibre Ponto 30, entre outras atividades, consistiu na preparação de policiais civis no curso de tripulantes operacionais de helicóptero. O treinamento foi realizado no último dia 16/8, em Capão da Canoa e formou 13 agentes da Polícia Civil.
Em 2010, dez tripulantes foram formados pelos instrutores do SAER-Serviço Aéreo Policial do CORE-Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil do RJ. Nesta etapa, foram duas semanas de atividades, em Porto Alegre, com a conclusão do curso naquele estado.
Segundo o delegado Bolivar Llantada, com a expectativa de a Polícia Civil receber uma aeronave em setembro, os tripulantes estão em constante preparação e aprimoramento.
A coordenação do curso, pela Brigada Militar, foi efetuada pelo Major Fabrício José Breyer Gonçalves, comandante do Centro de Formação Aéreo Policial, assessorado pelos instrutores, Capitães Klein, Reis e Teixeira. Já, pela Polícia Civil, o grupo foi coordenado pelo Delegado Bolívar Llantada juntamente com os instrutores do GOE, Comissários Marco Antônio, Uirassú e inspetor Ortiz.