Helicópteros do Departamento de Polícia de Nova York foram equipados com armamento fixo

O Departamento de Polícia da cidade de Nova York (NYPD) divulgou que cerca de cinco anos atrás iniciou a instalação de armamento fixo em alguns de seus helicóptero como forma de se contrapor a informes da inteligência de que a Al-Qaeda poderia efetivar um novo ataque à cidade utilizando aviões agrícolas e pequenas embarcações.

Apesar dos policiais terem sido treinados para usar as armas .50 contra aviões leves, em nenhum momento houve intenção de utilizar tais armas para derrubar aviões de passageiros comerciais.

Não foi divulgado se tais helicópteros armados com as metralhadoras são mantidos em reserva no caso de serem necessários atualmente.

Segundo declaração de Ray Kelly, Comissário da NYPD, em uma “situação extrema” seus policiais têm a capacidade de derrubar uma aeronave que esteja ameaçando a cidade. Kelly não quis dar detalhes na entrevista sobre quais armas estão em operação, mas declarou que o foco sempre foi em armas de calibre .50.


Fonte: NewsDay


6 COMENTÁRIOS

  1. Acredito que estejam empregando um Fuzil Barret, a exemplo do que utiliza a USCG no esquadrão HITRON na interceptação de “speed boats” na costa da Flórida.
    No Brasil as FFAA ainda veem essa medida como excessiva, mesmo após as ocorrência do Morro dos Macacos, que resultou na queda de um helicóptero da PMERJ, e da retomada do Complexo do Alemão, mesmo com a fuga de uma centena de marginais.

  2. A Copa do Mundo e as Olipiadas estão vindo…………..devemos pesar nessa modalidade, pois o terrorismo aflinge o mundo. Semana passada preso terrorista que iria detonar a baixada americana na Argentina.

  3. Pois é, e aqui, diante do contexto que todos já conhecem, não se consegue dar um passo para melhorar a segurança das aeronaves da nossa Polícia. Há anos o Exército Brasileiro coloca dificuldades para a compra de armamentos mais adequados para os helicópteros da Polícia Civil! Lá(EUA)e em outros lugares, enxerga-se à frente; aqui, espera acontecer, sim! Adonis Lopes de Oliveira – Piloto Policial.

  4. Pois é, não obstante o cenário da cidade do Rio de Janeiro, que todos conhecem muito bem, ainda temos que ficar, como mendigos, pedindo favores para que possamos armar adequadamente nossas aeronaves. Já faz anos que estamos tentando adquirir, junto ao Exército Brasileiro, armamento específico para melhorar nossa segurança, no entanto, infelizmente, algumas pessoas não entendem nada disso, e outras, não entendem de coisa alguma. Lá(EUA), como sempre, enxerga-se à frente; aqui, espera acontecer mesmo!

  5. Infelizmente ainda vemos a aviação de segurança pública no “limbo” entre a aviação civil e a aviação militar, o que não é nenhuma, nem outra. Como bem define nosso amigo Beni, é a “aviação de Estado”, que necessita de sua própria regulamentação e autonomia, pois as demandas apresentadas são, em muito, diferentes da aviação civil, como também da militar.
    Infelizmente, também, não é reconhecido que estamos em “guerra” contra a criminalidade – uma guerra real – muito distante da “expectativa de guerra” enfrentada pelas FFAA.
    Espero, sinceramente, que sejam adotados, o mais breve possível, os novos parâmetros e disposições legais para a “aviação de Estado” por parte da ANAC, independentemente de quem seja o condutor da proposta, pois já temos um excelente trabalho desenvolvido e apto à pronta aplicação.

  6. Acho pertinente o comentário do Mj Perlingeiro, se trantando de um confronto eminente e tempestivo, isto é, inevitável, mas entendo que adotar armamento capaz de atingir alvos, fixos ou móveis, no terreno que temos no Rio, sob circunstâncias duvidosas de visão, ainda é um Grande Risco para com a necessidade de solução de conflitos armados. Que temos a necessidade de um melhor aparelhamento, isso não é dúvida, mas mesmo em casos extremos, antes, precisamos de estratégias que guarneção, primariamente, as ações no ar e na terra. No caso específico do Helicóptero abatido, da PM do Rio, o excesso de confiança da equipe do ar fez a sua exposição ao óbvio: alvo grande, com pouca mobilidade e com pontos críticos para ser abatido, com dificuldade de uso armamentista no interior da aeronave e policiais em plena ansiedade e sem instrumentos de apoio à visão, individuais ou da aeronave, com alcance de qualidade. Pelo que conheço da matéria, o trabalho de inteligência tecnológica ainda é a melhor opção como instrumento primário de ação, seja no ar ou na terra, de forma que tecnologias do tipo satélite com artefatos de RFID eletrônicos, de uso interno nas aeronaves, fariam a diferença para identificar, rastrear com exatidão e tornar acessíveis alvos que estejam de posse de artefatos e armamentos, de modo a permitir a correta mobilização terrestre dos componentes especializados em táticas de morros do Rio, no caso aqui, BOPE e CORE. Nossos pilotos necessitam ser acionados, com segurança, sem falhas previsíveis ou prematuramente e incorretamente analisadas. Tal precedente ficaria sob responsabilidade do uso de tecnologias, muito utilizada em combate pelos exércitos Israelense e inglês, em momentos como o ocorrido nos Macacos, pois pelo menos minimizariam a exposição de nossos policiais, primeira preocupação seguida de civis. Mas sem investimento no policial, em sua capacidade de enfrentamento e sobrevivência, além claro, da correta política de investimento em toda a infraestrutura de sustentação de suas impossíveis e prováveis missões, não adianta pensarmos em soluções diferenciadas, como a sugerida, infelizmente. Existe, aqui no congresso, recurso com capacidade para deliberar investimentos, para as políciais, inclusive do Rio, da ordem de 1.2 bilhões de reais em sustentação e infra. Ocorre que, para liberar é preciso apresentar condições corporativas de projetos para artefatos que ainda não foram previstos, pelos estados em seus governos locais. Na lógica: o recurso existe, mas a boa vontade e o projeto, ainda não. As forças armadas, que deveriam ser o motivo de concessão ao aparelhamento correto, não fazem nenhum esforço para que isto saia do papel e vire uma realidade. Quanto aos marginais, com certeza não seriam tantos se toda a sustentação tecnológica e mecanizada, de apoio geral, já estivessem implementadas, bem como a correta logísitca demandada por ações e resultantes obtidas por nossas polícias. E olha que não são poucas!!!

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