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Helicóptero de resgate em combate Sikorsky HH-60W realizou seu primeiro voo teste na Flórida, EUA

Sikorsky

Estados Unidos – O Helicóptero de Resgate em Combate Sikorsky HH-60W realizou seu primeiro voo no dia 17 de maio em West Palm Beach, na Flórida. Segundo a Sikorsky foi um passo importante para levar esta aeronave totalmente nova a profissionais do serviço de busca e salvamento.

A aeronave é baseada no comprovado UH-60M Black Hawk e personalizada para a missão de resgate da Força Aérea dos EUA, que garantirá o cumprimento da missão sem deixar ninguém para atrás. O tempo total de voo foi de aproximadamente 1,2 horas e incluiu checagens de controle de pairado, voo a baixa velocidade e uma passagem pelo aeródromo.

O voo preparou o caminho para uma decisão de produção da Milestone C em setembro de 2019, de acordo com o cronograma original de referência, para o qual tanto a Sikorsky quanto a Força Aérea estão comprometidos.

Um segundo helicóptero HH-60W deve entrar em teste de voo na próxima semana, com uma terceira e quarta aeronave entrando no teste de voo neste verão. Essas aeronaves fornecerão dados necessário durante o curso do programa, o que permitirá à Força Aérea tomar uma decisão de produção informada.

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O Helicóptero de Resgate em Combate HH-60W é significativamente mais capaz e confiável do que seu antecessor, o HH-60G Pave Hawk. A aeronave hospeda um novo sistema de combustível que quase dobra a capacidade do tanque interno em um Black Hawk UH-60M, dando à tripulação da Força Aérea alcance estendido e mais capacidade de resgatar aqueles feridos no espaço de batalha.

A especificação HH-60W leva a requisitos de sistemas defensivos mais capacitados, redução de vulnerabilidades, armas, segurança cibernética, ambientais e requisitos centrados em rede do que atualmente mantidos pelo HH-60G.

“Com o sucesso do primeiro voo bem sucedido da Combat Rescue Helicopter, esperamos a conclusão do programa de testes de voo da Sikorsky, testes operacionais e produção desta aeronave para apoiar a missão de resgate da Força Aérea”, disse Edward Stanhouse, Chefe do Escritório de Programa de Helicópteros da Força Aérea dos EUA. “O aumento da capacidade de sobrevivência é fundamental e antecipamos muito as capacidades adicionais que esta aeronave proporcionará”, complementou.

O programa da Força Aérea dos EUA pretende substituir os 113 helicópteros Pave Hawks, que realizam operações críticas de busca e salvamento em combate e recuperação de pessoal para todos os serviços militares dos EUA. Um total de nove aeronaves serão construídas nas instalações da Sikorsky em Stratford, Connecticut, durante a fase de desenvolvimento de Engenharia e Manufatura (EMD) do programa, quatro aeronaves EMD e cinco Demonstrações de Testes de Sistema (SDTA).

EUA – Uma resposta aeromédica global com uma solução local

Airbus e GMR

Estados Unidos – O transporte aeromédico depende de helicópteros, desde o H125 até helicópteros bimotores, para transportar pessoas gravemente feridas ou doentes para hospitais e receber cuidados intensivos.

“Muitas vezes é o caso em que alguém sofreu um acidente, com traumatismo craniano e foi levado para um hospital local, que não tem a capacidade de atender a vítima”, diz Fred Buttrell, CEO da Air Medical Group Holdings. Para que a vítima receba o atendimento adequado “faremos um transporte aeromédico para um centro de traumatologia de nível 1 ou um centro de atendimento terciário”.

À medida que os hospitais locais continuam a se fechar nos EUA, centenas de comunidades ficam a quilômetros do hospital de acesso crítico mais próximo. Em seu relatório de junho de 2018 para o Congresso, a Medicare Payment Advisory Commission (MedPac) relatou que, entre o fechamento de hospitais de 2013 a 2017, 21 deles estavam a mais de 32 km do hospital vizinho.

Em 2018, dois dos maiores provedores de transporte de EMS (Emergency medical services) dos EUA – Air Medical Group Holdings (AMGH) e American Medical Response – uniram-se para formar a Global Medical Response (GMR).

As seis subsidiárias aéreas da empresa e dezenas de ambulâncias terrestres fornecem agora transporte médico de emergência para 46 estados e o Distrito de Columbia. (American Medical Response (AMR), Rural Metro Fire e Air Evac Lifeteam, REACH Air, Med-Trans Corporation, AirMed International e Guardian Flight)

“Oitenta por cento dos nossos transportes vêm da área rural”, diz Fred Buttrell, acrescentando que a maioria dos voos envolve trauma, parada cardíaca, derrame ou insuficiência respiratória aguda, onde o tempo é essencial. Foto: DTX Media.

Entregando soluções locais

“Para muitos sistemas de saúde, o transporte e a transferência do paciente são pontos problemáticos”, diz Fred Buttrell. “Oferecemos a capacidade de transporte em nível local. Temos a sorte de estar na situação de ser uma organização de resposta médica global com uma solução local.”

Na Heli-Expo 2019, a GMR anunciou um pedido de compra para a Airbus de 21 helicópteros. O pedido permitirá que o fornecedor de transporte se expanda em novos mercados, renove sua frota e reforce os serviços aos clientes.

“Oitenta por cento dos nossos transportes vêm de áreas rurais”, diz Fred Buttrell, acrescentando que a maioria dos voos envolve trauma, parada cardíaca, derrame ou insuficiência respiratória aguda, onde o tempo é essencial.

Na Heli-Expo 2019, a GMR anunciou um pedido de 21 helicópteros. Foto: jerome.deulin-airbus.

Aeronaves especiais para serviços especiais

Mais de 400 aeronaves – helicópteros e aviões – estão à disposição da AMGH através de suas seis subsidiárias. Uma dessas empresas, a Med-Trans, opera o H125, H130, H135 e o H155 de 29 estados no sudeste dos EUA. “Nós crescemos com a Airbus ao longo do tempo adquirindo aeronaves e nossa estratégia de substituição de frota nos permitiu expandir para os mercados H125 e H130”, diz Robert Hamilton, presidente da Med-Trans Corporation.

Uma das considerações na aquisição de novas aeronaves é a capacidade de adaptar serviços aeromédicos à população local ou segmentos de especialidade. “A grande cabine do H130 e o aumento da carga útil nos permitirão fazer mais transportes pediátricos”, diz Fred Buttrell.

“O H135 utilizamos para transporte IFR, principalmente em parceria com sistemas de saúde que querem ter esse perfil de missão como parte de seu contínuo atendimento. E o H125 tem sido um helicóptero muito bom para nós, especialmente em altitudes de alta densidade no oeste [dos EUA], onde podemos continuar a prestar serviços sem nos preocupar com peso do paciente.”

A grande cabine do H130 e o aumento da carga útil nos permitirão fazer mais transportes pediátricos, disse Fred Buttrell, CEO of Air Medical Group Holdings.
A grande cabine do H130 e o aumento da carga útil nos permitirão fazer mais transportes pediátricos, disse Fred Buttrell, CEO of Air Medical Group Holdings.

Dedicação à missão

A enorme variedade de missões que organizações de ambulância aérea participam é uma prova de sua eficiência. Desde o início de 2019, a página de mídia social da Med-Trans menciona a transferência segura de um paciente crítico em ventos fortes, a recuperação de vítimas de AVC transportadas pela empresa e a inauguração de uma de suas aeronaves para um voo NICU (neonatal intensive care unit).

Ele também menciona a dedicação de homens e mulheres. Tripulações de ambulância aérea e paramédicos são alguns dos mais experientes da indústria; Os paramédicos primeiro devem trabalhar um certo número de anos como EMTs e passar por treinamento de paramédico antes de serem certificados para trabalhar em uma equipe de ambulância aérea.

“Como médico, quando entrei no ramo de medicina aeroespacial no início dos anos 90, estava em um helicóptero da Airbus”, diz Robert Hamilton. “Tenho a oportunidade de falar em primeira mão de um histórico clínico sobre a confiança que um produto da Airbus me deu pessoalmente por muitos anos.

Global Medical Response (GMR)

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Centro Médico da Universidade de Maryland (EUA) transplanta primeiro órgão entregue por drone

The Boltimore Sun

Estados Unidos – O primeiro órgão transportando por drone foi transplantado para um paciente com insuficiência renal no Centro Médico da Universidade de Maryland. É resultado de mais de três anos de trabalho para mostrar que aeronaves não tripuladas podem transportar com segurança órgãos e tecidos que salvam vidas.

O esforço começou quando o cirurgião de transplante Dr. Joseph Scalea, frustrado pelo ritmo complexo dos voos comerciais e pelo alto custo dos transportes, começou a explorar meios mais rápidos de fornecer rins, fígados e outros órgãos que podem se deteriorar rapidamente.

“Esta nova tecnologia tem o potencial de ajudar a ampliar o pool de órgãos de doadores e o acesso ao transplante”, disse Scalea durante uma coletiva de imprensa anunciando o sucesso do transporte. “Entregar um órgão de um doador para um paciente é um dever sagrado com muitas partes envolvidas. É fundamental que encontremos maneiras de fazer isso melhor”.

Dr. Joseph Scalea, professor assistente de Cirurgia de Transplante da Universidade de Medicina de Maryland vem desenvolvendo uma maneira de transportar órgãos via drone. (Amy Davis, Imagem de Baltimore Sun)

Scalea começou a trabalhar com drones e em outros lugares também exploraram esse modelo de transporte para fornecer todo tipo de suprimentos médicos. Este é o primeiro esforço para transportar órgãos.

O transporte há tempos impõe desafios para o sistema de doação de órgãos que já não consegue atender a demanda. Nos EUA, há 113.702 pessoas na lista nacional de espera por órgãos, e 18 pessoas por dia morrem à espera de um transplante, segundo a United Network for Organ Sharing, a organização sem fins lucrativos do sistema de transplante de órgãos.

Alguns órgãos foram desperdiçados devido a atrasos e contratempos no transporte, como em dezembro do ano passado, quando um coração humano foi deixado em um avião da Southwest Airlines. Válvulas do coração ainda eram utilizáveis.

A paciente de Maryland era uma mulher de 44 anos de idade, de Baltimore, que passou oito anos em diálise antes de seu transplante. “Essa coisa toda é incrível”, disse a mulher recém-dispensada, que preferiu não ser identificada. “Anos atrás, isso não era algo que você pensaria.”

Dr. Joseph Scalea, professor assistente de Cirurgia de Transplante da Universidade de Medicina de Maryland vem desenvolvendo uma maneira de transportar órgãos via drone. (Amy Davis, Imagem de Baltimore Sun)

O órgão voou 2,6 milhas em 10 minutos em Baltimore pelo St. Agnes Hospital até o hospital de Maryland no início da manhã de 19 de abril para o transplante, de acordo com a AiRXOS, uma unidade da GE Aviation que participou da demonstração. Essa viagem leva 15-20 minutos de carro, dependendo do tráfego.

Funcionários da Universidade de Maryland ainda enfrentam problemas logísticos no desenvolvimento de um amplo sistema de distribuição de órgãos. Primeiro, a Federal Aviation Administration (FAA) deve aprovar tais usos, embora as autoridades tenham indicado que estão interessadas e já aprovaram programas-piloto envolvendo drones em vários estados.

Esta é uma mudança para a FAA, que tem se preocupado principalmente com os amadores que ainda dominam o uso de drones nos Estados Unidos em quase um milhão de usuários registrados. Existem, no entanto, 290.000 drones registrados para uso comercial, como mapeamento de incêndios florestais, monitoramento agrícola e meteorológico, gerenciamento de desastres, aplicação da lei, inspeção de serviços públicos, telecomunicações e fotografia imobiliária.

Dr. Joseph Scalea, professor assistente de Cirurgia de Transplante da Universidade de Medicina de Maryland vem desenvolvendo uma maneira de transportar órgãos via drone. (Amy Davis, Imagem de Baltimore Sun)

Outros países com lacunas na infraestrutura de transporte exploraram o uso de drones para fornecer suprimentos médicos, incluindo sangue.

Para tornar a entrega de órgão possível, seriam necessárias autorizações para voar à noite, em áreas populosas e fora da visão do piloto, a mais de 100 mph ou acima de 400 pés. A agência anunciou planos para mais mudanças permanentes.

Outro obstáculo é que os drones capazes de voar pelo país ainda não estão comercialmente disponíveis. Os engenheiros de Maryland disseram que precisariam que os drones possuíssem motores a combustão, ao invés de motores elétricos a bateria, e precisariam da capacidade de evitar a colisão com obstáculos.

É aí que entra o AiRXOS da GE. A empresa está desenvolvendo uma plataforma de mobilidade aérea para drones para resolver esses problemas.

Scalea, professor assistente de cirurgia na Escola de Medicina de Maryland, juntamente com especialistas em engenharia aeronáutica, já havia projetado um refrigerador de papelão com sensores para monitorar os órgãos pelo celular. Eles também criaram seu próprio drone.

Dr. Joseph Scalea, professor assistente de Cirurgia de Transplante da Universidade de Medicina de Maryland vem desenvolvendo uma maneira de transportar órgãos via drone. (Amy Davis, Imagem de Baltimore Sun)

“Tivemos que criar um novo sistema que ainda estava dentro da estrutura regulatória da FAA, mas também capaz de suportar o peso adicional do órgão, câmeras e sistemas de rastreamento, comunicações e segurança de órgãos em uma área urbana densamente povoada – para uma distância maior”, disse Matthew Scassero, diretor do Programa de teste de UAS da universidade do condado de St. Mary’s, que faz parte da Clark School of Engineering em College Park. “Há uma tremenda pressão sabendo que há uma pessoa esperando por esse órgão.”

Mas há apoio para o fornecimento de drones, inclusive na rede nacional de órgãos, que enfrentou críticas e um desafio no tribunal para tornar o desembolso de órgãos mais geograficamente equitativo.

Há também resíduos – cerca de 14% dos órgãos doados são descartados, em parte devido à redução da qualidade. Alguns órgãos, como os rins, podem durar no gelo para um voo comercial em todo o país. Mas outros, como corações, pulmões e fígados, duram menos tempo. Uma mão ou rosto não pode esperar mais do que algumas horas.

Alguns órgãos, cerca de 1,5%, nunca chegam ao seu destino. Quase 4% tiveram um atraso imprevisto de duas ou mais horas.

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Airbus e Swiss Rotor Solutions promovem o uso do kit Maximum Pilot View para helicópteros H125 e AS350

Estados Unidos – A Airbus Helicopters e a Swiss Rotor Service (SRS) assinaram um Memorando de Entendimento para cooperar na promoção do Kit Maximum Pilot View (MPVK) para o H125 e variantes do helicóptero monomotor AS350 (versões B2 e B3). Isso permitirá que os clientes tenham o MPVK instalado diretamente pela Airbus Helicopters no H125.

Projetado especificamente para o H125, o MPVK consiste em uma grande abertura de visualização inferior e carenagem transparente na fuselagem, que multiplica por dez o campo de visão dos pilotos durante operações, fornecendo uma visão ao piloto sem restrições abaixo e do lado direito da aeronave.

Airbus e Swiss Rotor Solutions promovem o uso do kit Maximum Pilot View em helicópteros H125 / AS350. Foto: Simón Blaise

O kit melhora a capacidade de missão do H125 e aumenta a segurança para pilotos e equipes de terra em operações carga externa, guincho, combate a incêndios, operações em áreas confinadas, busca e salvamento e serviços aeromédicos, bem como quaisquer tarefas que exijam a operação perto do solo e obstáculos.

“Estamos nos esforçando para melhorar constantemente a segurança, o desempenho e a versatilidade do H125, a fim de melhor atender às expectativas de nossos clientes”, disse Axel Aloccio, chefe do programa Light Helicopters da Airbus Helicopters. “Com o MPVK, que estará disponível este ano em novos helicópteros, mas também no retrofit, o H125 aumentará ainda mais sua capacidade de missão em importantes segmentos de mercado e proporcionará maior segurança para a missão”.

A Swiss Rotor Solutions AG foi fundada em 2013 com o objetivo de oferecer serviços e produtos para a indústria de helicópteros. O MPCK STC já é homologado pela EASA, FAA, TCCA, ANAC Brasil e DGAC México.

“Estamos muito felizes por iniciar esta cooperação com a Airbus Helicopters para promover ainda mais o uso do MPVK entre as operadoras H125”, disse Thomas Bolzli, CEO da SRS. “Atualmente, existem cerca de 30 aeronaves equipadas com o kit, mas com há uma frota de cerca de 2000 H125 / AS350 dependendo da alta visibilidade vertical do piloto, estamos muito otimistas com o sucesso deste kit”.

FLIR Systems adquire a empresa Aeryon Labs fabricante dos drones SkyRanger R60 e R70

Estados Unidos – Em janeiro a FLIR Systems adquiriu por U$ 200 milhões a Aeryon Labs Inc., uma desenvolvedora de sistemas aéreos não tripulados de alto desempenho (drones) para as forças armadas e segurança pública, além de mercados de infra-estrutura crítica.

Os drones da Aeryon integram vários sensores, incluindo a tecnologia térmica FLIR para fornecer aos usuários capacidade imediata de inteligência, vigilância e reconhecimento de alta resolução.

Com sede em Waterloo, no Canadá, e com escritórios em Denver e Salt Lake City, a Aeryon Labs foi fundada em 2007 e desenvolve drones que incluem hardware, software embarcado, estações de controle de solo, sensores, software para operações de voo, bem como serviços de suporte para seus clientes.

“A aquisição da Aeryon Labs reforça nossa estratégia de longo prazo para ir além do fornecimento de sensores para o desenvolvimento de soluções completas que salvam vidas”, disse Jim Cannon, presidente e diretor executivo da FLIR Systems.

“Esta aquisição, juntamente com a aquisição da Prox Dynamics em 2016, aumenta muito as nossas capacidades de soluções de sistemas aéreos não tripulados, expandindo-se para além dos nano drones Black Hornet. Pretendemos continuar a investir e ampliar nossas capacidades à medida que consideramos soluções autônomas e não tripuladas uma oportunidade significativa para o crescimento orgânico nos próximos anos”.

Os drones SkyRanger R60 e R70 da Aeryon são conhecidos por operar em ambientes exigentes, incluindo altas altitudes, rajadas de vento, chuva e neve. Para saber mais sobre os equipamentos acesse e veja suas especificações:

 

Drone será usado para auxiliar no resgate de sobreviventes do furacão Florence

Enquanto os Estados Unidos se preparam para mais um furacão de grandes proporções que promete fazer grandes estragos nas cidades costeira, a CyPhy Works possui a ferramenta correta para ajudar nos resgates: um drone.

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A empresa apresentou o PARC (Persistent Aerial Reconnaissance and Comunications platform, ou “Plataforma Aérea de Reconhecimento e Comunicação Contínua”, em tradução livre), um drone acorrentado que consegue ficar durante dias no ar, fornecendo uma rede de comunicação para ajudar em locais onde um desastre natural (como o Furacão Florence) destrói as linhas de telefone e internet do local.

A corrente serve para que o operador possa se concentrar na coleta de dados da missão ao invés de se preocupar em navegar o aparelho, que é feito de material militar capaz de suportar os fortes ventos que assolam uma região após a passagem de um furacão.

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O PARC já foi utilizado como uma ferramenta para garantir a segurança em diversos eventos, como a Maratona de Boston e as celebrações da Independência dos Estados Unidos, e agora a CyPhy fechou uma parceria com a Cruz Vermelha para que o aparelho seja também utilizado para auxiliar as equipes de busca em desastres naturais.

Segundo Laura Major, diretora técnica da CyPhy Works, uma das vantagens da utilização do PARC é diminuir o risco de acidentes com os socorristas. Equipado com um sistema de câmeras de última geração, em questão de minutos o PARC consegue fornecer imagens em tempo real do local do desastre, permitindo que as socorristas possam identificar remotamente as áreas de maior perigo ou com concentração de sobreviventes, exigindo que menos pessoas se arrisquem fazendo o reconhecimento da área e permitindo que uma maior agilidade nos resgates.

Major ainda afirma que a ferramenta continua em constante evolução, e o uso em áreas afetadas pelo Furacão Florence fornecerão dados que ajudarão a empresa a melhorar ainda mais o aparelho, aumentando sua eficiência em situações de desastres naturais.

Fonte: canaltech

Pilotos do Corpo de Bombeiros de Rondônia realizam curso nos EUA para adaptação no avião Grand Caravan EX G1000

Rondônia – Uma turma de cinco Pilotos do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO) realizou na cidade de Wichita, Estado do Kansas nos Estados Unidos da América treinamento para conhecimento e especialização da Aeronave Grand Caravan EX G 1000. O objetivo do curso foi prepará-los para este modelo que em breve irá fazer parte do Grupo de Operações Aéreas – GOA do CBMRO.

curso-aeronave-aviao-grand-caravan-pilotos-corpo-de-bombeiros-estado-de-rondonia-cbmro-3O curso foi ministrado pela FlightSafety Internacional, Centro de treinamento mundialmente renomado e qualificado, que forma pilotos de todas as partes do mundo e contou com aulas teóricas e práticas em simulador, oferecendo aos alunos simulações de todas as formas possíveis de emergência à que a aeronave estará sujeita, além do uso otimizado do Garmin 1000.

O Grupo de Operações Aéreas está em atividade desde 2012, e desde então tem sempre buscado a melhoria de suas operações, visando atender as demandas que beneficiam diretamente a comunidade rondoniense, como transporte aeromédico, monitoramento e combate a incêndio florestal e ações de Defesa Civil.

Este curso deu todo o suporte para os pilotos continuarem a realizar com eficácia e de forma mais segura as suas missões diárias nesta aeronave que passará a operar nos próximos dias. Todos estes sucessos alcançados só foram possíveis graças aos esforços do comando da corporação, que entendeu a importância de qualificar cada vez mais os pilotos do GOA/CBMRO, condição precípua para operações sempre seguras.

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Fonte: CBMRO.

Do mar ao deserto: conheça o Departamento de Operações Aéreas da Polícia Rodoviária da Califórnia/EUA

EUA – O Departamento de Operações Aéreas da Polícia Rodoviária da Califórnia/EUA (CHP – California Highway Patrol’s Air Operations Program) foi presença constante nas manchetes de jornais em 2017.

No final de janeiro, um helicóptero da unidade realizou duas missões de resgate em um único dia na área da baía de São Francisco. Já em fevereiro, novamente seu helicóptero estava em cena, quando a represa Oroville ameaçava causar uma imensa inundação.

C_gCvuvWsAEZYb9Entre a fronteira ao norte com o estado do Oregon, a fronteira ao sul com o México, das praias da Costa Oeste até as montanhas da Serra Nevada, o estado americano da Califórnia possui quase todo tipo de terreno. A população do estado é tão diversificada quanto sua paisagem, com áreas metropolitanas como Los Angeles e as antíteses, como o conhecido Vale da Morte ou Death Valley.

A CHP tem aeronaves e pessoas aptas para operar proficientemente nessas características de ambientes variados. No ano passado, a unidade recebeu um prêmio de Excelência em Aviação Policial da Associação Internacional. dos Chefes de Polícia (IACP) na convenção realizada em San Diego/EUA. Alguns meses antes, a unidade tornou-se uma das 10 unidades aéreas credenciadas pela ALEA nos EUA.

A CHP possui oito bases operacionais, situadas nas cidades de Redding, Auburn, Napa, Fresno, Fullerton, Thermal, Paso Robles e Apple Valley, e tem sua sede administrativa em Sacramento. Com um efetivo de 170 funcionários na unidade de aviação, incluindo supervisores aéreos, pilotos, oficiais de voo, paramédicos e pessoal administrativo, que conduzem as operações de asa fixa e rotativa com uma frota de 15 aeronaves de cada tipo.

Com uma quantidade tão diversificada de paisagens para atuar, o Comandante Mike Sedam afirma que sua força de trabalho é fundamental nesse processo e mantém-se sempre atualizada aos mais diferentes aspectos de mudanças.

chp3“A força de trabalho provavelmente é a parte mais importante da nossa unidade. Eles são os nossos representantes para todas as comunidades que temos no estado da Califórnia “, disse Sedam. “É importante que, quando oferecemos serviço ao público, termos um grupo de pessoas investidas em nossa missão de salvar vidas”.

Essa missão de salvar vidas é colocada a postos todos os dias. Recentemente, todo o país assistiu uma determinada divisão da Patrulha Rodoviária da Califórnia, quando os incêndios mortais atingiram a parte norte do estado. O pessoal da base de Operação Aérea da Divisão Golden Gate estava trabalhando duro realizando missões para manter as pessoas a salvo dos incêndios florestais, enquanto o metade dos EUA se prepara para o início do inverno.

“Os oficiais Gavitte e Jones foram solicitados pelo departamento de xerife de Sonoma para emitir avisos de evacuação no início desta manhã”, segundo publicou a CHP no Facebook em 14 de outubro. “Eles atuaram com a aeronave H-32, utilizando o sistema de alto falantes do helicóptero, transmitindo o alerta de evacuação imediata.”

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Pilotos e membros da tripulação são convocados por vários órgãos públicos, incluindo a Cal Fire, para ajudá-los com missões críticas. A unidade aérea da CHP têm um alto padrão de profissionalismo de seus pilotos e oficiais de vôo, o que garante operações sempre hábil.

Para ser piloto ou oficial de voo na unidade, primeiro é necessário seu um oficial de patrulha. O processo de teste envolve o cumprimento de um padrão mínimo de treinamento. Isso inclui possuir uma licença de piloto comercial e IFR e um número necessário de horas de voo em comando. Sendo selecionado para a unidade de operações aéreas, esse oficial é submetido a mais treinamentos, o que inclui diversos tipos de missões especializadas.

Ainda assim, existem treinamento trimestrais voo de cheques anuais para os oficiais de voo. Todo treinamento é na própria aeronave da base, onda cada uma tem pelo menos um piloto instrutor de voo. O Comandante Sedam serviu como oficial de voo, piloto de asa fixa, oficial de manutenção, oficial de segurança e supervisor de manutenção antes de assumir o comando das operações aéreas em 2012.

Os helicópteros são acionados para uma variedade de missões, dependendo da localização da base e das necessidades locais e das agências aliadas. As aeronaves são tratadas como “helicópteros regionais” pois são responsáveis por apoiar as polícias e órgãos locais em missões como busca, resgate e transporte médico. Os helicópteros são todos equipados com guincho elétrico e gancho de carga.

Foto: Darryl Bush, SFC
Foto: Darryl Bush, SFC

Eles também são certificados pela Autoridade de Serviços Médicos de Emergência do estado e aptos para operações aeromédicas. Um conjunto completo de equipamentos avançados de suporte de vida também está disponível a bordo. Os helicópteros só não são considerados regionais na área metropolitana de Los Angeles, que tem uma unidade aérea baseada na região.

Se a demanda de serviço exceder os recursos disponíveis da CHP, existe uma diretriz para priorizar as missões. As prioridades são classificadas com base no resultado potencial caso não seja prestado o apoio.

A sequência de missões da diretriz é a seguinte:

  • Atendimento a emergências (aeromédico, busca e resgate, apoio policial, perseguições, distúrbios civis)
  • Segurança interna (sistemas de transporte, aqueduto da Califórnia, usinas elétricas, infra-estrutura crítica)
  • Patrulhamento em estradas rurais
  • Fiscalização (exceto de velocidade)
  • Fiscalização de excesso de velocidade
  • Eventos especiais
  • Transporte

“As aeronaves são plataformas muito capazes para certas coisas, e uma das coisas que consideramos é como podemos usar a aeronave como um multiplicador de força. Nada de deixar as patrulhas terrestres sozinhas”, disse Sedam. “Estamos constantemente avaliando como estamos fazendo nossas missões – como estamos planejando e gerenciando-as.

Temos 30 aeronaves para um estado desse tamanho. Então, essa é uma área muito a ser abordada. Temos de fazer o melhor que pudermos em termos de planejamento e organização para fornecer os apoios possíveis, com o grande número de variáveis que devemos considerar “.

Para manter as aeronaves, a manutenção é feita através de processos de licitação. Quando a aeronave precisa ser substituída, também é feita uma licitação competitiva.

Atualmente, a agência está atualizando sua frota com novos helicópteros Airbus Helicopters H125s. As aeronaves substituídas incluem um Bell Helicopter 206, ano 1993 e helicópteros modelo Airbus / Eurocopter AS350 B3. A CHP planeja continuar a renovação em todo o estado, incluindo a renovação de sua frota de aeronaves de asa fixa.

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A CHP é financiada principalmente através do Fundo de Veículos Motorizados (Motor Vehicle Account), que obtém sua receita das taxas de licenciamento de veículos e habilitação dos motoristas. A unidade de Operações Aéreas é então alocada no orçamento da CHP, definido a cada ano fiscal. Nenhuma doação é feita pela iniciativa privada para manter qualquer tipo de operação aérea,

Mas, tão capazes quanto os helicópteros, com suas capacidades melhorando continuamente com as novas aeronaves, o Comandante Sedam credita o sucesso à unidade aérea da agência como um todo.

A unidade começou na década de 1960 com aviões, e com helicópteros sendo testados no início da década de 1970. Esse estudo descobriu que os helicópteros poderiam ser úteis em áreas rurais e poderiam realizar missões especiais, como observações de trânsito e eventos especiais. Claro que a utilização de helicópteros para o transporte aeromédico de emergência também estava na mesma lista.

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Em 1977, outro estudo descobriu que os helicópteros poderiam melhorar as missões da CHP, bem como apoiar os departamento de polícias e bombeiros locais. Esse estudo também produziu um argumento ainda mais convincente para o uso de helicópteros para missões aeromédicas de emergência. Agora, a CHP possui helicópteros aptos a operar nos diversos tipos de ambientes da Califórnia realizando uma variedade de missões.

“O que realmente diferencia a CHP é o quantidade de aeronaves que temos, o tamanho de nossa força de trabalho, o número de missões que fazemos e o número de horas que voamos”, acrescentou o Comandante Sedam. “Temos ótimas relações com nossos parceiros de outras polícias que podem não ter recursos de aviação, e nós somos uma ferramenta de apoio para eles. Nós voamos muito, e temos uma equipe muito experiente, que estão conosco há bastante tempo”.

Fonte: Rotorandwing

Leia a série de artigos sobre CHP Air Operations produzidos pelo site Piloto Policial:

Conheça as aeronaves que atuam no combate ao incêndio florestal na Califórnia/EUA

Califórnia/EUA – Uma onda de incêndios da Califórnia destruiu uma área maior que New York e Boston juntas. Até 3 de dezembro, mais de 6.662 incêndios queimaram 505.391 acres este ano. Thomas Fire é um incêndio que arde nos Condados de Ventura e Santa Bárbara, nas cidades de Ventura, Ojai e Santa Paula, e um dos vários incêndios florestais que começou no início de dezembro de 2017, no sul da Califórnia.

Pelo menos 98 mil habitantes foram evacuados no sul da Califórnia.
Pelo menos 98 mil habitantes foram evacuados no sul da Califórnia.

Com mais de 234 mil acres queimados, o Thomas Fire é o quinto maior incêndio da história moderna da Califórnia. Está incendiado uma área maior do que toda a cidade de Nova York.

Pelo menos 25.000 casas estão ameaçadas por cinco incêndios florestais, de acordo com a agência de proteção contra incêndios CAL FIRE. Quase 7.000 bombeiros estavam enfrentando o Thomas Fire.  Milhares de bombeiros de Nevada, Arizona, Colorado, Idaho, Oregon, Utah e Washington estiveram envolvidos na luta contra os outros incêndios florestais. Pelo menos 98 mil habitantes foram evacuados no sul da Califórnia.

A medida que as equipes de terra trabalham arduamente para combater os incêndios florestais que tomaram o estado americano da Califórnia/EUA, o apoio aéreo provou ser essencial para atuar no plano de ataque às chamas.

Veja as aeronaves usadas para combater os incêndios por lá

Boeing 747 SuperTanker

O 747 modificado está equipado com um tanque de 24.000 galões (quase 91 mil litros) e um sistema pressurizado que pode despejar retardante de chamas em alta pressão ou simplesmente dispersá-lo enquanto sobrevoa o incêndio.

Foto: Global SuperTanker
Foto: Global SuperTanker

Ao contrário dos helicópteros que podem pairar acima do foco do incêndio, o 747 deve aproximar-se a 140 nós e efetuar a passagem entre 400 e 800 pés acima das chamas para despejar sua carga.

DC-10

O único avião wide-body da aviação comercial em uso para combate a incêndio, o DC-10 usado pela Cal Fire, antigamente voando pela Pan Am e American Airlines, pode transportar 12.000 galões (mais de 45 mil litros) de retardante de chamas que, quando dispersos, criam uma nuvem com 100 metros de largura e por 1.500 metros de comprimento.

De acordo com a Cal Fire, uma carga de DC-10 é equivalente a 12 cargas de uma aeronave-tanque Grumman S-2T e devido ao seu tamanho e a infra-estrutura necessária para suportar a sua operação, este jato é usado apenas para missões de incêndios extensos.

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Grumman S-2T

Conhecido pela sua velocidade e manobrabilidade, o S-2T era inicialmente um avião de guerra anti-submarino da Marinha dos EUA. A Cal Fire agora tem aproximadamente 24 dessas aeronaves turboélice em sua frota.

A aeronave pode efetuar passagens em velocidades de 300 kt com uma carga útil de 1.200 galões (pouco mais de 4.500 litros), sendo comum sua utilização como aeronave inicial de combate aos focos de incêndio.

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Bell UH-1H

Conhecido como “Super Huey”, o UH-1H já foi usado pelo Exército americano para operações de transporte de tropas e carga.

Agora, devidamente modificados, esses helicópteros podem fazer de tudo: transporte da tripulação, lançamento de água e espuma, operações de evacuações aeromédicas e mapeamento infravermelho.

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CL-415 / Bombardier 415 “Superscooper”

Apelidado de Superscooper, esses hidroaviões captam água de lagos e reservatórios através de sistema na parte inferior da fuselagem e podem ser diretamente lançados sobre as chamas ou misturados com um retardante de chamas.

A aeronave da Bombardier pode efetuar passagens a mais de 200 kt com um carga de 1,621 galões (mais de 6 mil litros) de água a bordo.

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Sikorsky S-70 “Firehawk”

O Firehawk é uma versão civil do conhecido helicóptero Blackhawk, comumente usado pelo Exército dos Estados Unidos. A aeronave pode ser usada com um grande tanque de 1.000 galões montado na parte inferior da aeronave ou com um balde operado como carga externa.

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A helicopter drops water while battling the Thomas fire in Ojai, Calif., on Thursday, Dec. 7, 2017. The biggest and most destructive of the windblown fires raking Southern California shut down one of the region's busiest freeways Thursday and threatened Ojai, a scenic mountain town dubbed "Shangri-La" and known for its boutique hotels and New Age spiritual retreats. (AP Photo/Noah Berger)
AP Photo/Noah Berger.

Tripulantes do GRAESP participam de workshop nos Estados Unidos

Aconteceu nos Estados Unidos, em Boston, capital do Estado de Massachusetts, no período de 17 a 19 de setembro, o workshop destinado a incrementar as habilidades e performance dos operadores de equipamentos FLIR- Forward Looking Infra-Red.

O Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Estado do Pará – GRAESP,enviou ao workshop o Delegado de Polícia Civil Nelson Sobreira de Oliveira e o Major PM Marcio Bailosa para participar deste fórum de operadores, o qual abordou o emprego operacional de imageadores térmicos de infra vermelho.

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O Governo do Estado do Pará adquiriu recentemente o equipamento Star Safire 230- HD, o único deste modelo com alta definição em operação no Brasil, o qual é aerotransportado pelo PR-SIS, Helicóptero Esquilo B2 do Sistema de Segurança Pública do Estado.

O evento proporcionou durante três dias uma troca de experiências e técnicas operacionais entre diversas instituições estrangeiras incrementando conhecimentos e ampliando perspectivas para seu uso em distintos ambientes operacionais sendo finalizado com uma visita as instalações da fabrica da FLIR.

Estavam presentes, além de membros da Polícia Federal Brasileira e Policiais Civis da Coordenadoria de Recursos Especiais-CORE do Estado do Rio de Janeiro, o Eng. Edward Starr representante no Brasil da FLIR Systems, Inc., o qual, com seu apoio, proporcionou um melhor entrosamento entre todos os participantes e instrutores do evento.

Com esta nova filosofia, o GRAESP vem aprimorando seus processos internos, através da especialização de seus servidores, não economizando esforços para aumentar sua capacidade operacional e administrativa, em prol de um Sistema de Segurança Pública integrada e eficaz.

“O conhecimento adquirido no workshop vai nos possibilitar aprimorar os processos internos do Graesp, por meio da especialização das nossas equipes, além de potencializar a capacidade operacional e administrativa da unidade, em favor de ações mais eficazes na área de aviação de segurança pública.

A tecnologia embarcada é uma tendência nacional, e o investimento em recursos humanos tornou-se condição essencial para a otimização dos meios disponíveis para a melhoria dos serviços prestados com o objetivo de reduzir os índices de criminalidade”, ressaltou o major Márcio Bailosa.

Confira as fotos:

Fonte: Agência Pará de Notícias

Nasa derruba helicóptero para estudar segurança de voo – assista ao vídeo

A agência espacial americana (Nasa) derrubou nesta quarta-feira (28) um antigo helicóptero da Marinha, com 13,7 metros de comprimento, para estudar a segurança de suas aeronaves. O teste foi feito no Centro de Pesquisa Langley, na cidade de Hampton, Virgínia, em parceria com a Marinha, o Exército, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos EUA e a empresa privada Conax Florida Corporation.

Helicóptero colide contra o chão para avaliar segurança Foto: Nasa Langley Research Center/Reprodução.

Ao colidir o helicóptero contra o chão, após ser preso por cabos e cair de uma altura de 9 metros, a 48 km/h, o objetivo dos engenheiros da Nasa é produzir novos veículos cada vez mais seguros, eficientes, leves, silenciosos, ecológicos e capazes de transportar uma maior quantidade de passageiros e cargas.

O espaço onde a aeronave caiu é chamado de LandIR, tem 122 metros de comprimento por 73 metros de altura, e é usado há quase 50 anos. Foi nesse mesmo lugar onde o astronauta Neil Armstrong e seus colegas da missão Apollo 11 ensaiaram o pouso na Lua, o que ocorreu em 20 de julho de 1969.

Veja o vídeo a partir do minuto 13:33.

Desde então, o local se tornou uma instalação para testes de colisões, na qual os engenheiros da Nasa simulam acidentes aéreos. Recentemente, a área também ganhou uma grande piscina, onde se fazem testes com a cápsula espacial Orion, que vai substituir a antiga geração de ônibus espaciais e deverá aterrissar na água ao voltar para a Terra.

Para o teste desta quarta, a fuselagem do helicóptero foi toda equipada com computadores de bordo, instrumentos para medir aceleração e quase 40 câmeras para gravar a “reação” de 13 bonecos – amarrados no interior da aeronave – antes, durante e após o impacto.

Do lado de fora, foram montadas câmeras para capturar outras imagens da queda. E a aeronave foi pintada de branco com bolinhas pretas, em que cada ponto representa um conjunto diferente de dados.

Essas câmeras internas e externas são de alta velocidade, pois conseguem registrar até 500 imagens por segundo, o que permite que os cientistas vejam exatamente como a fuselagem se dobrou, rachou e entrou em colapso com a colisão – à qual seria possível sobreviver, segundo os pesquisadores.

Treze bonecos foram dispostos no interior da aeronave para análise do impacto Foto: Nasa Langley/David C. Bowman.

Além disso, foi instalado o sensor de movimento Kinect, do videogame Xbox, da Microsoft, como um instrumento adicional para rastrear as ações dos bonecos.

Em 2014, a Nasa prevê um novo teste de colisão de um helicóptero semelhante, com uma tecnologia ainda maior.

Fonte: Aviation News

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