Minas Gerais – O Vale do Aço, em Minas Gerais, passará a contar com um helicóptero equipado com UTI aérea, ampliando a capacidade de resposta em ocorrências graves na região. A nova estrutura integra o serviço de Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) e está sendo implantada em Governador Valadares, com construção de hangar e heliponto para operação da aeronave.
O serviço faz parte da rede estadual de atendimento aeromédico, coordenada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) regional. A iniciativa beneficiará municípios atendidos pelo consórcio regional de saúde, fortalecendo a rede de urgência e emergência.
A aeronave contará com equipamentos essenciais para o atendimento de pacientes críticos durante o transporte, como respirador, monitor cardíaco, bomba de infusão e suporte de oxigênio, permitindo estabilização ainda durante o voo.
De acordo com autoridades locais, a implantação do serviço representa um avanço significativo para a saúde regional, reduzindo o tempo de deslocamento até hospitais de referência e aumentando as chances de sobrevivência em situações onde cada minuto é decisivo.
O Governo de Minas Gerais anunciou a distribuição de novas aeronaves para bases no interior do estado, incluindo Governador Valadares, ampliando a cobertura do suporte aéreo avançado em diversas regiões.
1 de 4
Serviço de suporte aéreo avançado de vida reforça rede de urgência e emergência do Vale do Aço, MG
Serviço de suporte aéreo avançado de vida reforça rede de urgência e emergência do Vale do Aço, MG
Serviço de suporte aéreo avançado de vida reforça rede de urgência e emergência do Vale do Aço, MG
Serviço de suporte aéreo avançado de vida reforça rede de urgência e emergência do Vale do Aço, MG
Estados Unidos – A Life Flight Network assinou um acordo de dez anos e realizou um pedido de 12 aeronaves PC-12 PRO, com opções adicionais para expansão futura da frota. As entregas estão previstas para começar em 2027, representando um investimento significativo de longo prazo na modernização das capacidades aeromédicas.
A organização, considerada uma das maiores operadoras sem fins lucrativos de transporte aeromédico dos Estados Unidos, será a cliente de lançamento do modelo PC-12 PRO no país com configuração aeromédica dedicada.
As aeronaves serão equipadas com interior aeromédico completo, capaz de oferecer atendimento em nível de UTI aérea durante o transporte de pacientes críticos. O PC-12 PRO foi escolhido por sua confiabilidade, desempenho e tecnologias avançadas de segurança, permitindo operações eficientes em regiões remotas e de difícil acesso.
Com essa aquisição, a Life Flight Network pretende modernizar sua frota e ampliar sua capacidade de atendimento, garantindo transporte seguro, ágil e de alta qualidade para comunidades atendidas em diferentes regiões dos Estados Unidos.
Santa Catarina – A base foi oficialmente inaugurada em 10 de abril de 2024, no Aeroporto Santa Terezinha, ampliando a cobertura aérea do Estado e interiorizando o serviço aeromédico. A implantação da estrutura em Joaçaba reduziu distâncias históricas entre pacientes críticos e hospitais de referência.
Com a operação do avião Arcanjo 04, modelo Cessna Grand Caravan, o CBMSC passou a atender de forma mais célere municípios do Meio-Oeste, Planalto Serrano e Extremo-Oeste, encurtando trajetos que por via terrestre poderiam ultrapassar oito ou dez horas. A eficiência operacional da unidade é comprovada pelo índice de 96,4% de missões cumpridas com sucesso, demonstrando a alta confiabilidade do serviço na região.
Desde a criação, os municípios mais atendidos, por meio de seus aeroportos, incluem Joaçaba, Videira, Caçador, Lages, Chapecó, Xanxerê e São Miguel do Oeste. A média é de 2,8 horas de voo por ocorrência. 641 pessoas já foram transportadas, entre pacientes e acompanhantes.
Arcanjo-04 atinge 300 missões aeromédicas e consolida base de Joaçaba como referência no Meio-Oeste catarinense, Foto: Divulgação
Ao longo deste período, a base já acumulou marcos operacionais expressivos e consolidou uma média consistente de horas voadas por ocorrência – reflexo da complexidade dos atendimentos. Um diferencial marcante da operação em Joaçaba é a humanização: em 71,7% das missões, o paciente pôde contar com a presença de um acompanhante durante o voo.
Tempo-resposta que faz a diferença
O transporte aeromédico é decisivo quando o fator tempo é determinante para a sobrevida ou para a redução de sequelas. A aeronave permite transferências inter-hospitalares de alta complexidade; transporte de gestantes de risco — com 46 gestantes atendidas até o momento; remoções neonatais e pediátricas — uma das principais vocações da base, já que quase metade dos pacientes (47,5%) pertence ao grupo de recém-nascidos e crianças;
transporte de órgãos para transplante; apoio em missões de busca e resgate.
Para garantir a segurança desses pacientes vulneráveis, a base já utilizou incubadoras em 89 ocasiões e dispositivos “bebê conforto” em outras 30 missões, funcionando como uma UTI aérea especializada para o início da vida.
Estrutura integrada com o SAMU Aeromédico
A atuação do CBMSC/BOA ocorre em parceria com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), por meio da Secretaria de Estado da Saúde, em um modelo consolidado há mais de uma década em Santa Catarina.
Hoje, o serviço aeromédico catarinense opera com cinco aeronaves – aviões e helicópteros – distribuídas estrategicamente pelo Estado, garantindo capilaridade e eficiência operacional.
Um marco que projeta o futuro
A superação da marca de 1.001,4 horas de voo em Joaçaba reafirma o papel estratégico da 3ª Companhia na malha aeromédica catarinense. O número simboliza maturidade operacional, integração entre bombeiros militares e equipes médicas, e consolidação de uma política pública que aproxima o atendimento especializado de quem mais precisa.
Mais do que um indicador estatístico, são mais de mil horas dedicadas a reduzir o tempo entre o risco e o cuidado – entre a urgência e a esperança. Para o Capitão Daldrian Scarabelot, que atua na região, o marco reflete a natureza ininterrupta do trabalho do Batalhão:
“Cada missão é a reafirmação do nosso compromisso com a sociedade catarinense. Quando não estamos em voo, estamos em resgate; atendemos ocorrências por terra ou pelo ar, garantindo que o socorro nunca pare. É um serviço que se consolida cada vez mais como um braço essencial para os municípios do Meio-Oeste e Oeste, transformando essas mil horas de operação em centenas de segundas chances para quem mais precisa”, concluiu.
Mato Grosso – Quando a vida está por um fio, nenhum contrato pode servir de barreira ao atendimento de saúde urgente. Foi com esse entendimento que a Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso confirmou o dever de uma operadora de plano de saúde em reembolsar integralmente os custos de uma UTI aérea contratada por um paciente em situação de emergência. A decisão, sob relatoria da desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira, reforça que o direito à vida e à saúde deve prevalecer sempre que houver risco real.
O caso ocorreu após uma cirurgia emergencial de apendicite complicada, realizada em Cuiabá. Com o agravamento clínico, o médico que acompanhava o paciente indicou transferência imediata para uma unidade hospitalar fora do estado. Sem oferecer alternativa segura, o plano de saúde negou a remoção aérea, levando a família a contratar por conta própria o serviço especializado.
“Não deve a operadora, em interpretação restritiva do contrato, comprometer a assistência à saúde em casos de urgência ou emergência, especialmente diante de recomendação médica expressa. A cláusula que limita o meio de transporte, em prejuízo da segurança e eficácia do atendimento, é abusiva, por violar a boa-fé objetiva e a função social do contrato”, escreveu a relatora. Nesses casos, a negativa é classificada como abusiva pela legislação de defesa do consumidor.
A Turma Julgadora destacou ainda que, embora o reembolso seja devido, a recusa contratual, por decorrer de interpretação divergente do contrato, não gerou dano moral indenizável, uma vez que não houve comprovação de agravamento do quadro clínico em razão da negativa. Com isso, o colegiado reformou parcialmente a sentença apenas para excluir a condenação por danos morais, mantendo o ressarcimento integral do valor desembolsado pela UTI aérea. A votação foi unânime.
Pernambuco – Uma operação de emergência foi montada no domingo (12) no Aeroporto de Fernando de Noronha para permitir o pouso de um avião aeromédico. A aeronave fez a transferência de uma paciente em estado grave para o Recife. Como o sistema de balizamento noturno do aeroporto está com defeito, carros e caminhões foram usados para iluminar a pista.
O Hospital São Lucas informou que, na madrugada de domingo (12), uma paciente deu entrada na unidade após sofrer um acidente de moto. Depois exames, os médicos constataram traumatismo cranioencefálico e fraturas múltiplas na face, incluindo mandíbula, maxila e nariz.
O hospital explicou que a transferência para o Recife foi necessária por causa da gravidade das lesões e da necessidade de exames de imagem detalhados e avaliação cirúrgica. O avião de resgate tinha previsão de pouso às 19h30. A direção do Hospital São Lucas pediu ajuda aos moradores para iluminar a pista com os faróis dos veículos.
Mesmo com a mobilização dos moradores, locadoras, guias de turismo e taxistas, os coordenadores da operação decidiram usar apenas veículos oficiais para iluminar a pista. Os carros do governo entraram na área de acesso restrito às aeronaves e foram posicionados de modo a garantir a iluminação necessária para o pouso.
Após momentos de expectativa, o avião com estrutura de UTI pousou com segurança, e a paciente foi transferida para o Hospital da Restauração, no Recife.
Problemas no balizamento noturno
O Aeroporto de Fernando de Noronha só pode receber voos noturnos em casos de emergência médica. No entanto, o sistema de iluminação da pista está em pane, como confirmou Samuel Prado, diretor da Dix, empresa que administra o aeródromo. Em 2020, foi instalada a iluminação da pista em uma obra do governo de Pernambuco que custou R$ 4,6 milhões, com o objetivo de permitir pousos de aeronaves aeromédicas.
“Há alguns dias detectamos uma falha no sistema de balizamento noturno. Iniciamos a manutenção imediatamente e já compramos as peças necessárias, que devem chegar nos próximos dias para restabelecer o serviço”, explicou Samuel Prado.
A Administração de Fernando de Noronha informou que vai analisar o problema para indicar se haverá punição pela falta de balizamento. Por meio de nota, a Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi) reforçou o compromisso de fortalecer a malha aeroportuária regional, garantindo segurança, fluidez e atenção aos usuários.
A secretaria destacou ainda que o Aeroporto de Fernando de Noronha está recebendo um investimento de R$ 60 milhões para a recuperação das pistas de taxiamento e do pátio de estacionamento das aeronaves, além de outros serviços essenciais.
1 de 3
Veículos iluminam pista em Fernando de Noronha para pouso de avião aeromédico devido a pane no balizamento noturno. Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo.
Veículos iluminam pista em Fernando de Noronha para pouso de avião aeromédico devido a pane no balizamento noturno. Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo.
Veículos iluminam pista em Fernando de Noronha para pouso de avião aeromédico devido a pane no balizamento noturno. Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo.
Confira a nota completa enviada pela Semobi:
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi), informa que, na noite do último domingo (12), foi realizada uma operação de salvamento no Aeroporto Carlos Wilson, na Ilha de Fernando de Noronha, para viabilizar um atendimento de urgência.
A ação se fez necessária em razão de um problema no sistema de balizamento noturno do aeroporto, que comprometeu as condições de operação durante o período noturno. O reparo depende do transporte de materiais e equipamentos para a ilha, razão pela qual medidas emergenciais foram adotadas para assegurar o atendimento imediato.
A Semobi reforça o compromisso de fortalecer a malha aeroportuária regional, garantindo segurança, fluidez e atenção aos usuários.
O Aeroporto de Fernando de Noronha está recebendo um investimento de R$ 60 milhões para a recuperação das pistas de taxiamento e do pátio de estacionamento das aeronaves, além de outros serviços essenciais.
Minas Gerais – Na última semana de junho, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) e a Secretaria de Estado de Saúde (SES) promoveram o treinamento e qualificação da equipe da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV), em Montes Claros.
O helicóptero Arcanjo 12, modelo AW 119 (Koala), foi utilizado no treinamento dos bombeiros militares e dos profissionais do SAMU. O objetivo foi aperfeiçoar procedimentos operacionais, integrar as equipes e garantir um atendimento ainda mais eficaz e seguro nas ocorrências aeromédicas em nossa região. Foram realizadas missões simuladas, embarque e desembarque em área restrita e salvamento em local de difícil acesso.
Como seu concorrente, o Airbus H130, o modelo é capaz de cumprir diversas tarefas tais como, transportes aeromédicos, transporte de tecidos e órgãos humanos, transporte de equipes de captação de órgãos, possibilitando que o copiloto esteja embarcado em todos os voos, sem necessidade de retirá-lo para embarque de pacientes.
Adquirido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), o Arcanjo 12 é equipado com guincho de salvamento e operado pela Esquadrilha Arcanjo do CBMMG, com uma equipe mista composta por bombeiros militares e profissionais do Samu, incluindo médicos e enfermeiros.
Na noite do dia 02 de julho, a 3ª Companhia Especial de Operações Aéreas (CEOA) recebeu o vice-governador do Estado de Minas Gerais, Mateus Simões, acompanhado do deputado estadual Arlen Santiago. Na oportunidade, as autoridades saudaram os integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar que se encontravam de plantão.
1 de 8
O Arcanjo 12, modelo AW119 Koala, passa a integrar os treinamentos e as operações da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) — @3ceoa.boa.cbmmg
O Arcanjo 12, modelo AW119 Koala, passa a integrar os treinamentos e as operações da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) — @3ceoa.boa.cbmmg
O Arcanjo 12, modelo AW119 Koala, passa a integrar os treinamentos e as operações da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) — @3ceoa.boa.cbmmg
O Arcanjo 12, modelo AW119 Koala, passa a integrar os treinamentos e as operações da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) — @3ceoa.boa.cbmmg
CBMMG e SES mobilizam helicóptero Arcanjo 12 para treinamento da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida em Montes Claros (MG). Foto: Divulgação.
CBMMG e SES mobilizam helicóptero Arcanjo 12 para treinamento da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida em Montes Claros (MG). Foto: Divulgação.
CBMMG e SES mobilizam helicóptero Arcanjo 12 para treinamento da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida em Montes Claros (MG). Foto: Divulgação.
O Arcanjo 12, modelo AW119 Koala, passa a integrar os treinamentos e as operações da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) — @3ceoa.boa.cbmmg
Bahia – Um avião de uma empresa de Táxi Aéreo, utilizado como ambulância aérea ficou atolado no pátio de estacionamento do aeródromo da cidade de Ipiaú, no sul da Bahia, neste sábado (31). O avião realizaria o transporte de um paciente para Salvador.
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) confirmou que o paciente chegou à capital baiana por volta das 16h30, em um novo voo. A Secretaria não forneceu informações sobre o estado de saúde do paciente e não detalhou o tipo de tratamento que ele realiza.
Por meio de nota, a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) afirmou que não há problemas estruturais da na Pista de Pouso e Decolagem (PPD) do aeródromo de Ipiaú. O órgão público destacou que o incidente com o avião aconteceu na lateral do pátio do estacionamento de aeronaves, devido ao excesso de chuvas que sobrecarregou o sistema de drenagem.
Ainda conforme o órgão, o problema já havia sido sinalizado para a empresa responsável desde a última terça-feira (27). “A pista principal, no entanto, segue em boas condições operacionais, sem apresentar riscos para pousos e decolagens”, enfatizou a Seinfra. Além disso, a Seinfra detalhou que prestou todo o apoio necessário a aeronave e adotou as providências técnicas cabíveis.
Alagoas – A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e o Departamento Estadual de Aviação (DEA) asseguraram na quarta-feira (28), o retorno para Alagoas de uma criança de 3 anos de idade que realizou uma cirurgia cardíaca em São Paulo. Ao chegar ao solo alagoano, o paciente foi levado ao Hospital da Criança de Alagoas (HCA), em Maceió, onde continuará o tratamento e seguirá recebendo toda a assistência necessária.
O paciente estava no Hospital de Base (HB) de São José do Rio Preto (SP) desde o início de março deste ano e, no dia 20 do mesmo mês, passou por uma cirurgia. Após a recuperação, a transferência para Alagoas foi solicitada nesta semana, por meio da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea do DEA, dentro do Programa Salva Mais, formado por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBM/AL).
O secretário de Estado da Saúde, médico Gustavo Pontes de Miranda, destacou o compromisso do Governo do Estado em assegurar a melhor assistência aos alagoanos. “Não medimos esforços para salvar vidas. Nossa integração com o DEA e o Salva Mais está salvando muitas pessoas e isso nos mostra que estamos no caminho certo. Por determinação do governador Paulo Dantas, vamos seguir prestando toda a assistência para essa criança e torcemos por sua pronta recuperação o quanto antes”, disse.
O médico intensivista do SAMU, Eliandro Rodrigues Viana, destacou que a criança chegou estável após o voo. “Ele chegou bem, com os sinais vitais estáveis. Não houve intercorrências durante o trajeto. Agora, ele fica sob os cuidados da competente equipe do Hospital da Criança de Alagoas. Nossa expectativa é que ele se recupere totalmente o quanto antes para receber alta e voltar para casa”, ressaltou o profissional.
1 de 3
UTI aérea do DEA realiza transferência de criança alagoana após cirurgia cardíaca em São Paulo. Foto: Divulgação
UTI aérea do DEA realiza transferência de criança alagoana após cirurgia cardíaca em São Paulo. Foto: Divulgação
UTI aérea do DEA realiza transferência de criança alagoana após cirurgia cardíaca em São Paulo. Foto: Divulgação
Amazonas – Um bebê de quatro meses, diagnosticado com anemia hemolítica, foi levado, nesta quinta-feira (22/05), para o Hospital de Amor, em Barretos (SP). A transferência, feita pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), por meio do Programa Tratamento Fora de Domicílio (TFD), teve como objetivo garantir que a criança seja avaliada e possa dar continuidade ao tratamento em uma unidade de referência nacional.
O paciente foi transferido em UTI aérea da Brasil Vida Táxi Aéreo acompanhado por uma equipe médica especializada e seus pais, numa articulação feita entre a SES-AM e o hospital paulista. “Essa ação conjunta garantiu o atendimento necessário com segurança e cuidado, demonstrando a eficácia da parceria entre as instituições do Sistema Único de Saúde (SUS)”, disse a secretária da SES-AM, Nayara Maksoud.
UTI aérea transfere bebê de quatro meses com anemia hemolítica do Amazonas para o Hospital de Amor em Barretos (SP). Foto: Divulgação.
A secretária destacou que os profissionais da SES-AM trabalharam em estreita colaboração com a equipe do Hospital de Amor, demonstrando uma ação integrada e eficaz entre as instituições de saúde envolvidas.
A avó, Ana Tomaz, expressou gratidão pelo apoio recebido. “Muito obrigada por todo o apoio e dedicação conosco. Eles estão a caminho, voando e já próximos de chegar a Barretos, estamos preocupados, mas sabemos que vai dar tudo certo”, disse emocionada.
O pai do paciente, Matheus Bezerra, falou sobre a expectativa após o processo de transferência do filho. “Ainda estamos aguardando os resultados, nossa expectativa é de que o diagnóstico seja feito o mais breve possível para iniciarmos o tratamento. Estamos confiantes”, afirmou o pai.
O Tratamento Fora do Domicílio (TFD) é um programa do SUS que garante acesso a tratamentos de média e alta complexidade em outras localidades, para pacientes que não podem ser atendidos na cidade de origem. O programa oferece ajuda de custo para deslocamento, hospedagem e alimentação do paciente e acompanhante.
UTI aérea transfere bebê de quatro meses com anemia hemolítica do Amazonas para o Hospital de Amor em Barretos (SP). Foto: Divulgação.
Rio de Janeiro – No dia 17 de maio, a equipe aeromédica da Superintendência de Operações Aéreas da Secretaria de Estado de Saúde – SOAER foi acionada para realizar mais uma transferência aérea de uma paciente recém-nascida, de cinco dias, do STI Neonatal do Hospital Público Municipal (HPM) de Macaé, para cirurgia cardíaca no Hospital das Clínicas de Niterói.
O coordenador do Núcleo Interno de Regulação do HPM, Diego Scala, destacou que foi necessário agir rapidamente devido à complexidade do caso. A menina, regulada pela Central Estadual, realizou o procedimento de correção de persistência do canal arterial.
A operação contou com a mobilização de uma equipe especializada do SAMU e o uso de uma ambulância aérea equipada com suporte avançado de vida, garantindo que o paciente tivesse acesso imediato ao tratamento necessário.
“O transporte continha equipamentos para atendimento especializado em caso de necessidade. Além disso, o esforço conjunto da nossa equipe formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas também mostra o cuidado com nossos pacientes, com o objetivo de garantir segurança e excelência no atendimento”, frisou Diego.
A coordenadora do STI Neo, Tânia Barreto, falou sobre a importância da agilidade nesses casos. “Os bebês que precisam de suporte de cirurgia, principalmente, quando se trata de cirurgia cardíaca, quanto mais rápida essa transferência, maiores são as chances dessa criança ter seu quadro resolvido. Agradecemos a agilidade de toda a equipe que visou a segurança da paciente”, ressaltou Tânia.
1 de 6
Recém-nascida é transferida de UTI aérea de Macaé para Niterói para cirurgia cardíaca de urgência. Foto: Divulgação
Recém-nascida é transferida de UTI aérea de Macaé para Niterói para cirurgia cardíaca de urgência. Foto: Divulgação
Recém-nascida é transferida de UTI aérea de Macaé para Niterói para cirurgia cardíaca de urgência. Foto: Divulgação
Recém-nascida é transferida de UTI aérea de Macaé para Niterói para cirurgia cardíaca de urgência. Foto: Divulgação
Recém-nascida é transferida de UTI aérea de Macaé para Niterói para cirurgia cardíaca de urgência. Foto: Divulgação
Recém-nascida é transferida de UTI aérea de Macaé para Niterói para cirurgia cardíaca de urgência. Foto: Divulgação
Paraíba – O governador em exercício Lucas Ribeiro (vice-governador) presenciou no dia 12 de março a chegada de uma UTI aérea do Estado da Paraíba no Aeroporto Castro Pinto, em João Pessoa. A aeronave transportava uma recém-nascida de apenas um dia, que nasceu na Maternidade Peregrino Filho, em Patos, com uma malformação congênita e precisou ser transferida com urgência para o Hospital Infantil Arlinda Marques, na capital.
Na ocasião, Lucas Ribeiro destacou a importância desse serviço, que garante transporte seguro e especializado para pacientes em estado grave. “É emocionante e motivador ver de perto a diferença que esse suporte faz na vida das pessoas. Seguimos trabalhando para garantir atendimento digno e de qualidade a todos os paraibanos, onde quer que estejam”, afirmou.
A UTI aérea do estado faz parte da estrutura de transporte aeromédico da Paraíba, garantindo assistência a pacientes que necessitam de remoção rápida para unidades de referência. A transferência da bebê foi acompanhada por uma equipe especializada, assegurando todos os cuidados necessários durante o trajeto.
Governador acompanha chegada de UTI aérea com bebê transferida para João Pessoa. Foto: Max Brito
Lucas Ribeiro também desejou força à família da recém-nascida e reafirmou o compromisso do governo estadual com a ampliação dos serviços de saúde. O Grupo de Resgate Aeromédico da Paraíba (Grame) é um serviço implantado pelo Governo da Paraíba em 2021, realizado de forma conjunta pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Sesds) e Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba (CBMPB), e atua transportando pacientes que precisam de cuidados em outras unidades hospitalares, sejam elas dentro ou fora do território estadual.
As aeronaves do Grame são acionadas nos casos de atendimento às pessoas com infarto agudo do miocárdio, trauma cranioencefálico, acidente vascular cerebral, bloqueio átrio ventricular e recém-nascidos com insuficiência respiratória grave ou cardiopatia, bem como outra condição em que o transporte aéreo seja indicado. A regulação do serviço é realizada por meio do Complexo Regulador Estadual, e o uso do transporte aéreo vai depender da gravidade e da estabilidade do paciente.
1 de 3
Governador acompanha chegada de UTI aérea com bebê transferida para João Pessoa. Foto: Max Brito
Governador acompanha chegada de UTI aérea com bebê transferida para João Pessoa. Foto: Max Brito
Governador acompanha chegada de UTI aérea com bebê transferida para João Pessoa. Foto: Max Brito
Goiás – Com aumento pela procura de transporte aéreo de pacientes, a capital goiana, que já é referência nacional em assistência médica de alta complexidade, recebe polo aeronáutico que irá agregar ainda mais a essa importante cadeia de serviços.
Tempo, um recurso valiosíssimo e ao mesmo tempo sempre escasso quando falamos em assistência médica de alta complexidade ou de urgência. Por isso, não é a toa que durante o atual período pandêmico os serviços de transportes e assistência aeromédica registram um salto gigantesco. Para se ter uma ideia, empresas especializadas como a Air Jet Táxi Aéreo chegaram a registrar em 2020 um aumento de 500% em sua demanda, em comparação a 2019.
A goiana Brasil Vida Táxi Aéreo, com 17 anos de mercado, registrou só entre os meses de janeiro e maio de 2021 um número de pacientes transportados maior do que todo o ano de 2020, quando a procura já havia crescido exponencialmente.
Empresa de Táxi Aéreo de Goiânia é referência no serviço aeromédico. Foto: Brasil Vida.
“Já são 1.165 voos para pacientes com Covid-19 realizados neste ano. No total, a empresa já realizou 1.891 voos em 2021, contra 1.841 voos feitos em todo o ano de 2020”, destaca Arédio Bernardes Júnior, presidente da Brasil Vida Táxi Aéreo, companhia que tem homologação para atuar em qualquer parte do mundo e, atualmente, possui seis bases operacionais em cinco estados: Goiás, São Paulo, Pará, Bahia e Tocantins.
Goiânia já é referência nacional na procura por serviços médicos e já possui um heliponto no Órion Complex para atender demandas de saúde. E em breve pode se tornar um importante polo de assistência médica de alta complexidade, uma vez que abriga infraestrutura e condições geográficas favoráveis para atrair empresas deste setor.
“Goiânia está numa região muito privilegiada em relação ao Brasil e também a América Latina, o que facilita muito a chegada de pessoas que precisam de tratamento de alta complexidade, sendo que muitas delas vêm das regiões Norte e Nordeste, pois o tempo de voo é menor”, destaca o incorporador Rodrigo Neiva, diretor da Innovar Construtora.
Antares Polo Aeronáutico
A Innovar é uma das cinco empresas que integram o grupo empreendedor responsável pelo Antares Polo Aeronáutico, que está sendo construído em Aparecida de Goiânia, região metropolitana de Goiânia, um projeto que vai fortalecer ainda mais a prestação dos serviços aeromédicos no Estado.
Empresa de Táxi Aéreo de Goiânia é referência no serviço aeromédico. Foto: Brasil Vida.
Com 209 hectares de área, o Antares será voltado exclusivamente para aviação executiva, manutenção de aeronaves e operações de logística. O empreendimento privado terá pista de 1,8 quilômetros, terminal de embarque e desembarque, posto para abastecimento, pista de acesso aos hangares, área para Fixed Base Operator (FBO), estacionamento para visitantes e área para helicentro, além de outros serviços relacionados direta e indiretamente à aviação geral.
Além da Innovar Construtora, o grupo empreendedor responsável pelo Polo Aeronáutico Antares, inclui as empresas Tropical Urbanismo, CMC Engenharia, BCI Empreendimentos e Participações e RC Bastos Participações.
Arédio Bernardes Júnior, presidente da Brasil Vida Táxi Aéreo, destaca que ter um polo aeronáutico localizado no Centro do País, como o Antares, pode contribuir para empresas que prestam serviços aeromédicos, especialmente porque Goiânia está a poucas horas de voo de importantes centros urbanos do País, como Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador. “Sem dúvidas, a infraestrutura e a geolocalização privilegiada são um ponto muito importante para a otimização de tempo e para possibilitar que mais vidas sejam salvas. Para se ter ideia, em 2021, já tivemos 443 voos da base de Goiânia”, informa o executivo.
Empresa de Táxi Aéreo de Goiânia é referência no serviço aeromédico. Foto: Brasil Vida.
Tempo
O médico gastro cirurgião Adilon Cardoso, que atende no centro clínico Orion Complex e opera no Hospital Israelita Albert Einstein – Unidade Goiânia, lembra que o tempo, dentro da assistência médica de alta complexidade, é um recurso sempre vital e ao mesmo tempo escasso.
Ele destaca que, embora uma porcentagem muito grande dos municípios brasileiros possua uma boa assistência primária à saúde, são poucos aqueles que contam com uma infraestrutura completa e adequada para os atendimentos de alta complexidade. “Nessa situação é que a medicina lança mão do transporte aeromédico, para encaminhar esse paciente grave a uma unidade melhor preparada e melhor equipada”, afirma o médico.
Adilon Cardoso lembra que esse transporte especializado não é simplesmente colocar um paciente em um avião e levá-lo para outro hospital. “Trata-se de um serviço de saúde de altíssima complexidade, que envolve vários fatores fundamentais, como o tipo de aeronave a ser usada, a altura do voo, a capacitação da equipe médica e de enfermagem especializada. Isso porque uma coisa é tratar uma intercorrência de saúde em solo, num centro cirúrgico convencional, outra é atendê-la numa aeronave em pleno voo”, ressalta.
Para o cirurgião, os serviços aeromédicos salvaram, salvam e salvarão inúmeras vidas e ele destaca que Goiânia é reconhecidamente um importante centro de referência para esse tipo de serviço médico. “Nossa capital, historicamente, é um grande receptor de pacientes graves provenientes de todo o País, mas especialmente das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste”, esclarece o médico.
O serviço será destinado às necessidades do Sistema de Saúde da Marinha, responsável pela Assistência Médico-Hospitalar de militares da ativa e da reserva remunerada, e seus dependentes, pensionistas e servidores civis das diversas Organizações Militares (OM) do Comando do 9º Distrito Naval, responsável pelos estados de Roraima, Amazonas, Acre e Rondônia.
A data de abertura da sessão está prevista para acontecer no dia 31/05/2021, às 10h30, horário de Brasília. Segundo o edital, a empresa contratada deverá dispor de aeronaves de asa fixa, turboélice (monomotor e bimotor) e jato, para transporte de pacientes adulto, neonatal e criança, com capacidade de remover no mínimo 2 pacientes e 2 acompanhantes simultaneamente, bem como uma ambulância para transporte terrestres dos pacientes na origem e no destino.
A justificativa apresentada pelo edital projetou uma necessidade máxima de 270.000 km anuais. O valor pago será conforme o km voado e a estimativa global do contrato é de R$ 9.180.000,00.
Pará – A Secretaria de Saúde do Pará (SESPA) publicou o Pregão Eletrônico Nº 35/2021 para contratação de empresa especializada em serviços aeromédicos com emprego de helicópteros para as cidades de Belém, Santarém e Marabá. A sessão de abertura das propostas ocorrerá no dia 20/04/2021, às 08h00.
Os três helicópteros deverão possuir configuração de UTI Aérea, com piloto, médico, enfermeiro e paciente acomodado em maca ou incubadora, em disposição longitudinal da aeronave. Além disso, a empresa deverá fornecer equipe técnica completa para operação da aeronave, incluindo mecânicos e equipe de solo.
O atendimento por helicóptero deverá ser prestado ininterrupta e rotineiramente até a distância de 250 km da sua base operacional, e excepcionalmente em distâncias maiores conforme demanda exclusiva da Central Estadual de Regulação da SESPA.
Cada aeronave terá garantia mínima de 30 horas mensais, com limite máximo semestral de 600 horas de voo. Os helicópteros deverão utilizar identificação visual padrão definida pela SESPA e a contratada será responsável pelo fornecimento do querosene de aviação para as suas operações.
Ceará – Três pacientes que necessitavam de transporte para unidades de saúde de alta complexidade foram beneficiados com a agilidade da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192).
Equipes e aeronaves preparadas para o serviço aeromédico foram mobilizadas entre a tarde de sexta-feira (5) e a manhã de sábado (6). Os pacientes partiram de Sobral e Araripe com destino a hospitais de Fortaleza e Quixeramobim para continuar o tratamento médico.
Com equipes e aeronaves preparadas para o aeromédico, CIOPAER realiza três remoções em menos de 24 horas no Ceará.
Dois recém-nascidos de 2 e 3 dias foram transferidos de Sobral para hospitais localizados em Fortaleza e Quixeramobim. Ambos nasceram na Santa Casa de Sobral prematuros e necessitavam de cuidados especiais. Na tarde de sexta, o primeiro recém-nascido foi levado no helicóptero Fênix 09 (H135) para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital e Maternidade Zilda Arns (Hospital da Mulher), em Fortaleza.
Na manhã de sábado, o segundo recém-nascido foi levado na mesma aeronave ao Hospital Regional do Sertão Central, em Quixeramobim. O paciente apresentava insuficiência respiratória em razão da prematuridade.
Também no sábado, uma menina de 11 anos, acometida de meningoencefalite, processo inflamatório que afeta o cérebro e as meninges, foi transferida da cidade de Araripe ao Hospital Infantil Albert Sabin, em Fortaleza. O deslocamento foi realizado no helicóptero Fênix 06 (H145), da Base de Juazeiro do Norte.
O trajeto na aeronave durou 2 horas e 40 minutos. Se o deslocamento fosse via terrestre, a viagem duraria cerca de 7h12min para percorrer os 520 quilômetros que separam a cidade do Cariri cearense até Fortaleza.
Referência nacional
A CIOPAER possui quatro aeronaves com capacidade de configuração para UTI Aérea e detêm modernos equipamentos, entre eles incubadoras de transportes de recém-nascidos, ventilador pulmonar, bombas de infusão, além de equipamentos como o farol de busca da Trakka Systems, que auxilia nas operações noturnas, oferecendo uma assistência adequada aos transportados.
Das quatro aeronaves, duas delas são dedicadas e outros dois modelos H135, podem ser preparados com equipamentos portáteis/móveis para realizar o serviço aeromédico.
1 de 6
Com equipes e aeronaves preparadas para o aeromédico, CIOPAER realiza três remoções em menos de 24 horas no Ceará
Com equipes e aeronaves preparadas para o aeromédico, CIOPAER realiza três remoções em menos de 24 horas no Ceará
Com equipes e aeronaves preparadas para o aeromédico, CIOPAER realiza três remoções em menos de 24 horas no Ceará
Com equipes e aeronaves preparadas para o aeromédico, CIOPAER realiza três remoções em menos de 24 horas no Ceará
Com equipes e aeronaves preparadas para o aeromédico, CIOPAER realiza três remoções em menos de 24 horas no Ceará
Com equipes e aeronaves preparadas para o aeromédico, CIOPAER realiza três remoções em menos de 24 horas no Ceará
Mato Grosso – Em 11 meses, o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) atuou em 626 ocorrências de naturezas diversas. Nesse período, 31 pacientes foram atendidos pelo transporte aeromédico, que, segundo o Governo, propiciou uma economia de R$ 3 milhões aos cofres do Estado, já que 100% dos transportes de pacientes eram feitos por empresas privadas.
No período, foram contabilizadas 108 horas de voo e 30 mil quilômetros percorridos com possibilidade de atendimento aos 141 municípios de Mato Grosso. A UTI Aérea que começou a operar em março passado é um avião modelo Chayenne II XL, com capacidade para dois tripulantes, seis passageiros e autonomia de seis horas e 30 minutos de voo.
1 de 2
Em 11 meses o CIOPAER do Mato Grosso transportou 31 pacientes em sua UTI Aérea. UTI Aérea (Mayke Toscano)
Em 11 meses o CIOPAER do Mato Grosso transportou 31 pacientes em sua UTI Aérea
Atualmente, o CIOPAER conta com seis aeronaves de asas fixas e três helicópteros. Ao todo, 90 servidores fazem parte do efetivo da Unidade Aérea Pública. Além da sede, que fica no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, o CIOPAER tem uma base descentralizada no município de Sorriso (398 km ao Norte de Cuiabá).
A unidade aérea atua em conjunto com a Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros Militar e com as Secretarias da Saúde e do Meio Ambiente.
“O ano de 2020 foi desafiador e, ao mesmo tempo, com a execução de muito trabalho. Desafiador, porque fomos pegos de surpresa por uma pandemia que alterou toda dinâmica administrativa, em que tivemos que nos adaptar ao teletrabalho e revezamento, com vistas a diminuição do contato social. Operacionalmente, tivemos que cancelar algumas atividades pré-agendadas, mas mantivemos nossa atuação junto as instituições de segurança pública”, enfatizou o coordenador do CIOPAER em exercício, tenente-coronel PM Robson Fernando Martins Antonietti.
Do total de ações com emprego das aeronaves, 430 foram em ações policiais (patrulhamento e operações), 69 foram em apoio a outros órgãos, 64 em ações do Corpo de Bombeiros Militar, principalmente no combate às queimadas, dentre outras. “Nosso trabalho foi efetivo. Foram mais de 1.317 horas voadas com nossos helicópteros e aviões, o que dá uma média de aproximadamente quatro horas de voo por dia”, destacou.
1 de 2
Em 11 meses o CIOPAER do Mato Grosso transportou 31 pacientes em sua UTI Aérea
Paraíba – O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) destinou R$ 97,4 mil para equipar uma aeronave do Corpo de Bombeiros e transformá-la em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea.
A UTI aérea fará o transporte de pacientes graves, captação de órgãos para transplantes e, em especial, atuará nos atendimentos de ocorrências envolvendo a pandemia da Covid-19, além de outros serviços emergenciais que irão beneficiar a população paraibana, complementando a rede de urgência e emergência.
Pacientes em estado grave serão transportados com maior rapidez aos hospitais de referência, devido à implantação do serviço de resgate aeromédico especializado. O projeto ‘Voo pela Vida’ é uma parceria entre o Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) e o Corpo de Bombeiros Militar do Estado (CBMPB).
Os recursos são provenientes de multas trabalhistas aplicadas pela Justiça do Trabalho da Paraíba. Serão revertidos para aquisição de um kit aeromédico para instalação no avião Piper Saratoga PA-32R-301T do Corpo de Bombeiros, que vai receber adaptações para se tornar uma UTI aérea.
1 de 3
A aeronave foi adquirida por meio de parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), atendendo pedido da Secretaria de Segurança e Defesa Social do Governo do Estado da Paraíba. Ela servirá para as ações do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba.
De acordo com cálculos feitos pelo Corpo de Bombeiros, uma vítima socorrida em Cajazeiras demoraria, em média, quatro horas e 20 minutos para chegar em Campina Grande ou seis horas em João Pessoa, vindo num transporte terrestre. Mas, se o socorro acontecer via resgate aéreo, o trajeto até Campina será feito em menos de uma hora. Se vier para a Capital, o percurso será feito em uma hora e 15 minutos.
Sobre o kit Aeromédico
O kit de transporte aeromédico é certificado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e contém os seguintes materiais:
Estruturas Metálicas para adaptação (Treliça de suporte da maca, bastidor para alojamento do sistema de oxigênio e dos equipamentos médicos, engate traseiro para fixação da maca);
Maca de transporte com mastro de soro e colchão com certificado anti-chama para a espuma de PU e capa de couro.
Conjunto Cinto de segurança SCHROTH (Alemanha) com certificado TSO para aplicação em maca de transporte aeromédico.
Sistema de Oxigênio com dois cilindros de 1m³ e duas válvulas reguladoras.
Destinações Covid-19
O MPT já destinou em todo o País, desde o início da pandemia (de março a 15 de dezembro), mais de R$ 322 milhões para ações de combate e prevenção ao novo coronavírus, dos quais R$ 6,4 milhões na Paraíba (dados computados até 15/12).
Os valores foram resultados da atuação do MPT, garantidos por decisões da Justiça do Trabalho ou por acordos extrajudiciais (Termos de Ajuste de Conduta – TACs). Os recursos beneficiaram hospitais públicos, associações de saúde, universidades, instituições, Estado e municípios.
Mato Grosso – Nos meses de setembro e outubro o Governo do Mato Grosso, conforme publicações no Diário Oficial, renovou dois contratos que mantém com a empresa Abelha Taxi Aéreo e Manutenção Ltda. Um deles refere-se a serviços de transporte de pacientes críticos em UTI Aérea e outro para serviços de fretamento de aeronave tipo jato.
Além desses contratos, em função da pandemia provocada pelo novo coronavírus, o Governo realizou contratação emergencial por dispensa de licitação para transporte aeromédico de pacientes com COVID-19. A empresa vencedora foi a Abelha Taxi Aéreo.
Assim, o Governo manterá nesse período dois contratos de transporte de pacientes críticos em UTI Aérea com a mesma empresa; o emergencial pelo valor de R$ 16.887.000,00 e o que já possui pelo valor de R$ R$ 18.467.623,63.
1 de 3
Segundo o Governo, com a pandemia foi necessário realizar a nova licitação para atender a demanda de transporte de pacientes com COVID-19. Embora exista o contrato atual e um convênio com o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), que possui avião configurado como UTI Aérea, em razão da pandemia, essa estrutura não consegue atender a demanda da Secretaria de Saúde.
Além desses contratos de transporte de pacientes críticos, o Governo também renovou com a mesma empresa o serviço de fretamento de aeronave tipo jato. O 3º Aditivo foi assinado em outubro e o contrato foi prorrogado por mais 12 meses. Em Abril de 2020 o Governo havia realizado um 2º Termo Aditivo aumentado em 25% o valor do contrato, passando de R$ 780.000,00 para R$ 975.000,00.
A empresa Abelha Taxi Aéreo vem realizando diversos transportes de pacientes com COVID-19, buscando inclusive novas tecnologias para atender a demanda com segurança. É o caso do uso da “bolha de respiração individual”.
Esse é o único modelo de “capacete” fabricado no Brasil aprovado pela ANVISA e que a empresa passou a utilizar em seus serviços de transporte aeromédico. Outro equipamento utilizado pelos operadores aeromédicos é a capsula de isolamento de paciente, porém ela exige maior espaço de cabine nas aeronaves. (Saiba mais)
Abelha Táxi-Aéreo e Aeromédico passa a usar bolha de respiração individual no transporte de pacientes com COVID-19.
China – A EHang Holdings Limited, empresa que desenvolve plataforma de tecnologia de veículos aéreos autônomos (“AAV – autonomous aerial vehicle“), anunciou no final de agosto que foi selecionado para ingressar no Projeto Ambular que desenvolve uma ambulância aérea (eVTOL) para uso em emergências médicas.
Apoiado pela Organização da Aviação Civil Internacional (International Civil Aviation Organization – ICAO), o projeto também busca inspirar a comunidade global da aviação a liberar o potencial das aeronaves eVTOL (decolagem e pouso vertical – elétrico). O projetoAmbular foi resultado do trabalho da ICAO sobre o futuro da aviação, que reconheceu o possível uso dessas Aeronaves de Resposta a Emergências (Emergency Response Aircraft).
Chinesa EHang junta-se ao Projeto Ambular de iniciativa da ICAO para desenvolver ambulância aérea eVTOL
Chinesa EHang junta-se ao Projeto Ambular de iniciativa da ICAO para desenvolver ambulância aérea eVTOL
Chinesa EHang junta-se ao Projeto Ambular de iniciativa da ICAO para desenvolver ambulância aérea eVTOL
Em 2018, um grupo de voluntários da ICAO desenvolveu um projeto para um eVTOL relacionado à respostas a emergências. Este projeto, denominado Ambular, surgiu de uma iniciativa da ICAO para imaginar como poderia ser o futuro da aviação. O setor de Engenharia Elétrica da Universidade Concordia do Canadá e a Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong também participam do projeto.
No dia 26 de agosto, a ICAO realizou a 3ª edição do Innovation Webinar onde apresentou o Ambular, alguns dos outros conceitos e a ferramenta de realidade virtual que deve ser lançada com melhorias até o final do ano.
A Ehang foi a primeira empresa no mundo a lançar e comercializar eVTOL para passageiros e será responsável pelo desenvolvimento do hardware necessário (como rotores e motores) para o projeto Ambular, impulsionando a pesquisa e o desenvolvimento do componente de potência da aeronave.
1 de 5
Chinesa EHang junta-se ao Projeto Ambular de iniciativa da ICAO para desenvolver ambulância aérea eVTOL
Chinesa EHang junta-se ao Projeto Ambular de iniciativa da ICAO para desenvolver ambulância aérea eVTOL
Chinesa EHang junta-se ao Projeto Ambular de iniciativa da ICAO para desenvolver ambulância aérea eVTOL
Chinesa EHang junta-se ao Projeto Ambular de iniciativa da ICAO para desenvolver ambulância aérea eVTOL
Chinesa EHang junta-se ao Projeto Ambular de iniciativa da ICAO para desenvolver ambulância aérea eVTOL
O fundador, presidente e CEO da EHang, Huazhi Hu disse: “Estamos entusiasmados em nos juntar ao projeto Ambular apoiado pela ICAO, onde podemos trabalhar com líderes do setor para cumprir a missão de ‘economizar minutos críticos’ em emergências. Isso pode demonstrar o grande valor do UAM para a sociedade. Vemos que a UAM tem potencial para melhorar materialmente o transporte e ter um impacto positivo na vida das pessoas.”
Desenvolvimento do EHang 216
Em fevereiro de 2020, o veículo aéreo autônomo de passageiros de dois lugares da EHang, o “EHang 216“, serviu como ambulância aérea para transportar suprimentos médicos e pessoal para um hospital durante o surto COVID-19 na China, que atualmente depende principalmente de ambulâncias, aviões ou helicópteros.
A empresa explora também o uso dessas aeronaves para resgates em enchentes, combate a incêndios florestais e combate a incêndios em edifícios. A versão “EHang 216F” além de lançar espuma de longo alcance é capaz de identificar o fogo e romper obstáculos como janelas para facilitar o combate ao incêndio.
Para mais informações sobre o projeto Ambular, visite o site: http://ambular.org/
1 de 3
EHang lança solução aérea inteligente de combate a incêndios
EHang lança solução aérea inteligente de combate a incêndios
EHang lança solução aérea inteligente de combate a incêndios
Rondônia – Na manhã de quarta-feira (12), o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros recebeu oficialmente o Kit aeromédico instalado no avião Grand Caravan, Resgate 03, fruto de parceria firmada entre a Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) e o Corpo de Bombeiros.
Incluindo o recurso destinado pelo TJRO, o investimento final ficou em R$ 621.033,00. Agora a população de Rondônia poderá contar com a primeira UTI Aérea de uma Unidade Aérea Pública (UAP), homologada pela ANAC, capaz de transportar 02 pacientes simultaneamente.
A aeronave conta com dois leitos adultos e dois leitos Infantis (incubadoras), podendo transportar ao mesmo tempo, tanto dois pacientes adultos, como dois infantis, ou ainda na configuração de um adulto e um infantil. Foi adquirida também uma capsula de isolamento para transporte de pacientes com COVID-19.
Maranhão – A Secretaria de Estado da Saúde (SES) contratou o serviço aeromédico de empresas de Táxi Aéreo para atendimento de pacientes diagnosticados com COVID-19 e ampliar o alcance da assistência especializada. O serviço UTI Aérea realizou no primeiro mês de funcionamento mais de 70 transferências de pacientes.
O serviço garantiu o translado de pacientes do interior para leitos instalados em hospitais de gestão estadual, em São Luís. “Com a chegada da doença ao Maranhão, vimos a necessidade de aumentar a nossa capacidade de assistência e é o que temos feito até o momento. O serviço de UTI Aérea é uma extensão da estrutura especializada ampliada que montamos para recuperar os maranhenses acometidos pela COVID-19”, destaca o secretário Carlos Lula.
1 de 2
Serviço de UTI Aérea do Maranhão já realizou 70 transferências aeromédicas de pacientes com COVID-19
Serviço de UTI Aérea do Maranhão já realizou 70 transferências aeromédicas de pacientes com COVID-19
As aeronaves utilizadas contam com estrutura de UTI adaptada, o que inclui respiradores e equipe médica para dar suporte ao paciente durante a transferência para a capital São Luís. O Hospital Dr. Carlos Macieira e o Hospital de Cuidados Intensivos, ambos de alta complexidade, integram a rede de saúde estadual e estão habilitadas para receber os pacientes.
Além do atendimento especializado, cada paciente assistido pelo serviço de UTI Aérea também tem o direito a um acompanhante. Para eles, o Governo do Estado tem garantido hospedagem e alimentação durante o tratamento do paciente que acompanha.
No primeiro mês, pacientes de 21 municípios maranhenses já foram beneficiados pelo serviço de UTI Aérea. Os pacientes foram transferidos das seguintes cidades: Lago da Pedra, Buriticupu, Presidente Dutra, Pedreiras, Santa Luzia do Tide, Bacabal, Codó, Colinas, Bacabal, Barra do Corda, Balsas, Coelho Neto, Timon, Alto Alegre, Peritoró, Jenipapo dos Vieiras, Açailândia, Zé Doca, Timbiras, Chapadinha e Barreirinhas.
Serviço de UTI Aérea do Maranhão criado há um mês já realizou 70 transferências aeromédicas. Foto: Divulgação.
No mês de maio, os Comandos da 8ª e 10ª Região Militar do Exército Brasileiro contrataram serviços de transporte de pacientes em UTI aérea (adultos e neonatos). As aeronaves são destinadas ao transporte de pacientes graves, beneficiários do Sistema de Saúde do Exército.
O Sistema de Atendimento Médico-hospitalar aos Militares do Exército e seus Dependentes (SAMMED) atende cerca de 750 mil beneficiários em todo o território nacional, por intermédio de uma rede formada por 29 hospitais militares, 4 policlínicas e 28 postos médicos.
Para atender as demandas regionais, o Exército elabora contratos com empresas de táxi-aéreo para realizar o transporte aéreo e terrestre. No dia 20 de maio, o Comando da 10ª Região Militar, que abrange os Estados do Ceará e Piauí, publicou extrato de contrato referente a dispensa de licitação para serviço de locação de UTI Aérea para evacuação de pacientes e atender as ações de combate ao COVID-19.
A contratação emergencial com Brasil Vida Táxi Aéreo tem vigência de 6 meses (20/05/2020 a 20/11/2020), com o valor total de R$ 744.000,00.
Profissional da saúde prepara maca especial para transporte de doente de covid-19 em uma UTI aérea Imagem: Brasil Vida/Divulgação
Foram contratados 30.000 km voados para transporte de adultos pelo valor de R$ 613.500,00 (R$ 20,45 Km/voado) e 6.000 para transporte de crianças até 12 anos pelo valor de R$ 130.500,00 (R$ 21,15 km/voado).
No dia 25 de maio, o Comando da 10ª RM fez nova publicação em Diário Oficial, dessa vez de um termo aditivo de contrato assinado em 2017, referente a serviço de evacuação aeromédica em UTI Aérea de asa fixa. Foi realizado um aditivo de 25% no contrato com a empresa Brasil Vida Táxi Aéreo, no valor de R$ 104.374,32.
No mesmo dia, a 8ª Região Militar que abrange os Estados do Pará, Amapá e Maranhão publicou extrato de termo aditivo referente à contratação realizada em 2018 para serviços aeromédicos. Foram contratados 120.000 km voados para transporte de adultos e crianças até 12 anos em avião turboélice e 90.000 km em avião a jato. O novo aditivo tem vigência para mais um ano com um valor total de R$ 6.140.974,98.
Em 2019, o Comando da 2ª Região Militar do Exército, sediado em São Paulo, também realizou licitação para contratação de serviços de transporte de pacientes adultos e crianças em UTI aérea (avião). A empresa Lider Táxi Aéreo venceu a licitação. Foram contratados por ano 21.000 km, a um custo de R$ 32,00 por km voado, totalizando 672.000,00.