Curso de Nivelamento prepara equipe do SAMU para operações com helicóptero AW119 Koala. Foto: Laryssa Sátiro / Ascom Sesau.
Alagoas – Médicos e enfermeiros do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Alagoas (SAMU) concluíram curso de nivelamento para atuação no novo helicóptero AW119 Koala. O treinamento foi realizado pelo Departamento Estadual de Aviação (DEA), ocorrido no hangar da Fazenda Volta D’Água, em Marechal Deodoro.
A nova aeronave integra o Programa Salva Mais, que atende pacientes com infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC) e traumas graves. Com autonomia de 2h30 e capacidade para transportar até seis pessoas, a aeronave é ideal para atender pacientes em áreas de difícil acesso e locais remotos, proporcionando mais conforto e segurança ao paciente e à equipe de saúde.
BabyPod sendo manuseada pelos profissionais de saúde durante o treinamento. Foto: Laryssa Sátiro / Ascom Sesau.
Durante o curso, os profissionais reforçam conceitos sobre segurança de voo, incluindo como se acomodar no interior da aeronave e realizar o embarque e desembarque de forma correta. Eles também foram treinados sobre o posicionamento adequado de equipamentos e medicamentos, além das técnicas para movimentação segura de pacientes na aeronave.
O secretário de Estado da Saúde de Alagoas, Gustavo Pontes de Miranda, ressaltou a relevância do Programa Salva Mais para o Estado. “O Salva Mais é fundamental para reduzir o tempo-resposta dos atendimentos e também para salvar vidas. O helicóptero Koala fortalece nossa estrutura de emergência e beneficia diretamente a população de Alagoas”, enfatizou.
Rodrigo Nicácio, médico e coordenador da Rede de Urgência e Emergência do Estado, e a enfermeira Beatriz Santana, coordenadora do SAMU Maceió, também enalteceram os benefícios do fortalecimento do serviço de transporte aeromédico com a nova aeronave. “Com esse equipamento, ampliamos nossa capacidade de resposta em casos de acidentes complexos, de urgências e emergências, além das transferências de longa distância de pacientes graves, com importante apoio aos programas Bate Coração e AVC Dá Sinais”, destacaram.
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Curso de Nivelamento prepara equipe do SAMU para operações com helicóptero AW119 Koala. Foto: Laryssa Sátiro / Ascom Sesau.
Curso de Nivelamento prepara equipe do SAMU para operações com helicóptero AW119 Koala. Foto: Laryssa Sátiro / Ascom Sesau.
Curso de Nivelamento prepara equipe do SAMU para operações com helicóptero AW119 Koala. Foto: Laryssa Sátiro / Ascom Sesau.
O órgão veio de Uberlândia (MG) até Brasília em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) - (crédito: Detran-DF/Divulgação)
Brasília – O helicóptero Sentinela do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (DETRAN-DF), transportou mais um coração para a realização de transplante no Distrito Federal, na tarde de sexta-feira (1º).
O coração foi captado em Uberlândia (MG) e transportado em aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) até a Base Aérea de Brasília, de onde seguiu de helicóptero para o Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ITCDF).
A parceria entre DETRAN-DF e a Central Estadual de Transplantes existe desde 2015 e tem garantido a agilidade necessária para o transporte de órgãos, o que é indispensável ao aproveitamento deles nos transplantes realizados no Distrito Federal. Desde 2015, já foram transportados 73 corações pelo Detran-DF e, destes, 11 aconteceram em 2023 e 17 em 2024.
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O órgão veio de Uberlândia (MG) até Brasília em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) - (crédito: Detran-DF/Divulgação)
O órgão veio de Uberlândia (MG) até Brasília em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) - (crédito: Detran-DF/Divulgação)
O órgão veio de Uberlândia (MG) até Brasília em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) - (crédito: Detran-DF/Divulgação)
A Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) participou do treinamento com o helicóptero Airbus H135.
Ceará – Nesta sexta-feira (1), os alunos do Curso de Salvamento Aquático (CSA) realizaram instrução prática de helocasting no Batalhão de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará (CBMCE), no bairro Moura Brasil, em Fortaleza. A Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) participou do treinamento com o helicóptero Airbus H135.
O helocasting é uma técnica utilizada para lançar militares durante um voo de helicóptero a baixa altura sobre água (mar, represa ou rio). A finalidade dessa disciplina é atender situações de afogamento, quando os bombeiros não contam com apoio de motos aquáticas ou jet skis.
A Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) participou do treinamento com o helicóptero Airbus H135.
A instrução é dividida em três partes: teoria, estática, que é realizada com a aeronave pousada no pátio, e a terceira e última parte, com a aeronave voando. O tenente-coronel Ribamar, piloto da CIOPAER e comandante da aeronave, destacou que a instrução de helocasting serve para preparar os guarda-vidas e equipes da CIOPAER para situações de afogamento.
“A gente faz o lançamento da aeronave para o pessoal se adaptar à altura que deve pular do helicóptero, ao local mais conveniente e à postura correta dentro da aeronave, para realizar o salvamento aquático de uma vítima que esteja em situação de perigo, ou seja, se afogando”, explicou.
Os alunos são embarcados em duplas ou quartetos, dependendo do peso e do equilíbrio do helicóptero. “Quando chegamos a um ponto ideal, fazemos os lançamentos. Eles vão da porta da aeronave e são lançados ao mar. É fundamental que eles saibam como se portar dentro da aeronave para realizar o salvamento de vítimas em perigo de afogamento”, destacou Ribamar.
O curso é ministrado pela Academia Estadual de Segurança Pública do Ceará (Aesp/CE).
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A Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) participou do treinamento com o helicóptero Airbus H135.
A Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) participou do treinamento com o helicóptero Airbus H135.
A Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) participou do treinamento com o helicóptero Airbus H135.
A Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) participou do treinamento com o helicóptero Airbus H135.
Ambipar Flyone apoia Exército na evacuação aeromédica de jovem da etnia Mayuruna. Foto: EB.
Amazonas – O 1º Pelotão Especial de Fronteira (PEF), subunidade do Comando Militar da Amazônia, em colaboração com o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) do Vale do Javari, participou da evacuação aeromédica de uma jovem da etnia Mayuruna, de 11 anos de idade, vítima de um grave acidente, para o município de Tabatinga (AM).
A equipe de saúde do 1º PEF e da comunidade local, foi a responsável pela estabilização do quadro de saúde da paciente e a sua evacuação imediata, a fim de que recebesse o atendimento especializado necessário. O suporte logístico aéreo foi realizado pela empresa de táxi aéreo Ambipar Flyone, que embarcou a vítima em uma maca e fez seu transporte.
Ambipar Flyone apoia Exército na evacuação aeromédica de jovem da etnia Mayuruna. Foto: EB.
DSEIs e Operações aéreas
Os DSEIs são responsáveis pela assistência médica básica e de emergência nessas comunidades, disponibilizando equipes de saúde que também recebem apoio das Forças Armadas em situações de maior gravidade.
Além de evacuções aeromédicas, em conjunto com a SESAI e a Força Nacional do SUS, os DSEIs também realizam ações de promoção a saúde, como imunizações, distribuição de alimentos e de filtros de barro. Os transportes são realizados em aeronaves da Ambipar Flyone.
Segundo dados do Portal de Transparência do Governo Federal, o Governo Federal possui contratos com a Ambipar Flyone para atender as necessidades das comunidades indígenas no norte do Brasil, por meio de transporte aéreo com helicópteros e aviões.
Em 2022, a Ambipar adquiriu a empresa de táxi aéreo Flyone, e segundo comunicado realizado ao mercado, a Flyone tinha um faturamento de R$ 70 milhões e R$ 21 milhões de EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização).
Ambipar Flyone apoia Exército na evacuação aeromédica de jovem da etnia Mayuruna. Foto: EB.
Paraná – Na manhã desta terça (29), a Base Aérea da Polícia Rodoviária Federal (PRF) recebeu um acionamento para realizar o transporte de uma criança de 3 anos que necessitava de um transplante imediato de rim, em Curitiba (PR).
Após o acionamento do hospital, o pai, a mãe e menino saíram de Blumenau (SC) e pararam na Unidade Operacional da PRF em Joinville (SC), onde foram feitos os contatos prévios para acionamento da aeronave de Curitiba. Foi realizada escolta terrestre até a praça de pedágio em Garuva (SC) e com o apoio da concessionária da rodovia, foram embarcados no helicóptero da PRF.
Em apenas 18 minutos, a mãe e o menino desembarcaram no aeroporto do Bacacheri, em Curitiba, local onde a aeronave fica hangarada, pois o hospital não dispõe de heliponto. Em condições normais, uma viagem dessa duraria cerca de 1h30. De lá, eles foram transportados pelo SAMU até o hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.
Helicóptero AS350B2 - Arcanjo 03 do BOA com o kit aeromédico certificado.
Santa Catarina – A Secretaria de Estado da Administração publicou pregão eletrônico para aquisição de kit de transporte aeromédico para o helicóptero Arcanjo 01, modelo AS350B2 (esquilo) e matrícula PR-HGR. O envio das propostas encerra no dia 1º de novembro e a abertura da sessão acontecerá no dia 13 de novembro de 2024. A estimativa do valor para aquisição é de R$ 137 mil.
Segundo justificativa do Estudo Técnico Preliminar, para voar com dois pilotos, o Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros sempre transportou as vítimas sobre o banco de passageiros (sentido transversal da aeronave) do Arcanjo 01, ocasionando desconforto para o paciente e para a equipe de saúde, que precisa ficar ajoelhada no piso da aeronave durante o voo.
A posição do paciente sobre o banco, além de insegura, sem ergonomia e não cumprir a certificação da aeronave para esse tipo de transporte, é altamente desgastante para a vítima e para a equipe de saúde, pois, caso o paciente tenha mais que 1,75 de altura, a porta do helicóptero precisará ser aberta. Além disso, nessa posição, a equipe de saúde não consegue realizar adequadamente procedimentos no paciente e não há espaço condizente para o acondicionamento das mochilas de resgate e dos equipamentos médicos portáteis.
Essa forma de transportar o paciente não serão mais utilizada pelo BOA. Helicóptero AS350B2 – Arcanjo 01 do BOA.
Experiência com modelo certificado
O helicóptero Arcanjo 03, que atua na Base de Blumenau do BOA, voa com um piloto e possui o kit aeromédico certificado há quase 3 anos e demonstrou ser muito mais confortável e seguro para a operação e para as pessoas a bordo, e pode ser retirado rapidamente para reconfiguração do helicóptero. Para a capacitação dos novos pilotos, o BOA opera com dois pilotos nas demais operações, até que alcancem proficiência para assumir a operação aeromédica.
Nesse modelo de aeronave (AS350), outras Unidades Aéreas Públicas (UAP) já utilizam o kit aeromédico certificado e voam com um piloto, como o SAMU e BPMOA do Paraná e o NOTAER do Espírito Santo. Pensando na capacitação dos pilotos, algumas UAP ainda mantém dois pilotos nos voos aeromédico, sem um kit certificado, com o paciente sobre o banco e a equipe de saúde ajoelhada no piso da aeronave.
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Helicóptero AS350B2 - Arcanjo 03 do BOA com o kit aeromédico certificado.
Helicóptero AS350B2 - Arcanjo 03 do BOA com o kit aeromédico certificado.
Helicóptero AS350B2 - Arcanjo 03 do BOA com o kit aeromédico certificado.
Helicóptero AS350B2 - Arcanjo 03 do BOA com o kit aeromédico certificado.
Helicóptero AS350B2 - Arcanjo 03 do BOA com o kit aeromédico certificado.
Espírito Santo – Nos dias 10 e 11 de julho de 2025 acontecerá em Vitória (ES), o 5º Congresso Aeromédico (CONAER), unindo mais uma vez a aviação e a saúde em um mesmo ambiente, promovendo o encontro de profissionais da saúde, pilotos, empresas e organizações, estimulando a integração, o desenvolvimento, a produção científica, e a troca de experiências. No dia 09 de julho de 2025 serão realizados cursos pré-congresso.
O evento tem a correalização e parceria da Associação Brasileira de Operações Aeromédicas – ABOA e apoio institucional do NOTAER, SAMU ES e ASSOMES. A quinta edição do CONAER acontecerá na cidade de Vitória, capital do Espírito Santo.
O evento está organizado em cinco módulos: ensino, operacional, clínico, acadêmico e prático, oferecendo uma programação com palestras, painéis, apresentação de trabalhos científicos e um simulado de salvamento aquático com a participação do NOTAER, SAMU e Corpo de Bombeiros, na Praia de Camburi, em frente ao local do evento.
O evento é destinado a médicos, enfermeiros, pilotos de aeronave, fisioterapeutas, técnicos de enfermagem, estudantes, bem como empresas e organizações da aviação e da saúde, com interesse em operações aeromédicas e de resgate aéreo.
“Estamos muito felizes com mais essa edição do CONAER. Em breve serão disponibilizadas as inscrições, divulgaremos as regras para envio dos trabalhos científicos, palestras e palestrantes, como será realizado o simulado, cursos pré-congresso, além de parcerias com hotéis e empresas aéreas”, disse Eduardo Beni, coordenador do CONAER e diretor técnico da ABOA.
INSCRIÇÕES
As inscrições estão disponíveis e o evento oferece descontos especiais de para autores de trabalhos, acadêmicos, residentes e associados da ABOA (Associe-se) e ASSOBRAFAE.
O prazo final para envio doa artigos científicos é dia 15 de maio de 2025, na categoria artigo científico no formato resumo expandido, que inclui pesquisa original e revisão de literatura.
O tema deve abordar obrigatoriamente qualquer PROCEDIMENTO relacionado aos PROCESSOS definidos no MANUAL DE BOAS PRÁTICAS da Associação Brasileira de Operações Aeromédicas – ABOA, disponível no site https://aboa.org.br/ ou no formuláriohttps://form.jotform.com/241615981950058.
Na página para submissão dos trabalhos, o autor encontrará para download o regulamento, o modelo para submissão dos artigos científicos, vídeo e do banner, além do modelo do termo de autorização de uso de imagem, voz e de publicação do trabalho, que deverá ser preenchido e enviado no momento da submissão.
No dia 09 de julho (quarta-feira) acontecerá o módulo de ensino com a realização três cursos pré-congresso. A previsão é que os cursos aconteçam na sede do SAMU, localizado no Contorno, Serra (ES), próximo do Aeroporto de Vitória.
No momento da inscrição no CONAER, a pessoa também poderá escolher um dos cursos (atividades). É possível realizar a inscrição somente na atividade (curso), porém, nesse caso, a pessoa NÃO terá acesso ao CONAER. Cada participante inscrito na atividade receberá um certificado com carga horária de 2 horas aula.
Cursos programados:
10:00 – Ventilação Mecânica no Transporte Aeromédico. Instrutora: Fisioterapeuta Ana Paula Campelo Cavalcante.
– Inclui Certificado – 2 h/a total.
Valor: R$ 500,00.
13:30 – Uso do Ultrassom Portátil (Point of Care) no trauma. Instrutor: Maurício Lemos, Cirurgião Torácico. Instrutor: Marcos Bitencourt, Cirurgião do Trauma.
– Inclui Certificado – 2 h/a total. – Curso exclusivo para médicos –
Valor: R$ 500,00.
16:00 – Controle de hemorragias: Indicações e tratamento com prática. Instrutora: Junia Shizue Sueoka, Cirurgiã Geral e Emergencista.
– Inclui Certificado Stop The Bleed – 2 h/a total.
Valor: R$ 500,00.
Omni Táxi Aéreo é selecionada pela Equinor Brasil para atender contrato offshore na Bacia de Santos.
A Omni Táxi Aéreo, afiliada do Group Omni Helicopters International (OHI), foi escolhida pela Equinor Brasil para operar um novo contrato, fornecendo suporte aéreo às atividades offshore no campo de Bacalhau, localizado na Bacia de Santos. A região, em pleno desenvolvimento, receberá um dos maiores FPSOs do mundo, com capacidade de produção de até 220 mil barris de petróleo por dia.
As operações serão realizadas a partir da base de operações da Omni Táxi Aéreo no Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Para atender esse contrato, a Omni utilizará três helicópteros: um Sikorsky S92, de grande porte; um Leonardo AW189, e um Airbus H175, da categoria super médio.
“A inclusão de um cliente tão prestigiado e referência em segurança como a Equinor é um reconhecimento do compromisso das nossas equipes em aprimorar constantemente os processos e elevar os padrões de segurança e qualidade de nossos serviços”, comentou Décio Galvão, diretor comercial da Omni Táxi Aéreo.
A Omni Táxi Aéreo oferece serviços de trocas de tripulação, serviços aeromédicos, combate a incêndios, operações de busca e salvamento, bem como serviços especializados de transporte de carga em locais remotos e desafiadores.
A Omni é o único operador cível brasileiro autorizado pela ANAC para içamento de pessoas com guincho. Além do Brasil, o Grupo OHI oferece esse serviço na Guiana, com uma aeronave Sikorsky S92 dedicada a missões de busca e salvamento.
Omni Táxi Aéreo é selecionada pela Equinor Brasil para atender contrato offshore na Bacia de Santos.
Novo H135 da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco deverá ser entregue oficialmente em breve. Foto: Gabriel Souza.
Pernambuco – O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Defesa Social, adquiriu um helicóptero bimotor H135 para o Grupamento Tático Aéreo (GTA). No dia 26 de junho de 2024 foi ratificado o processo e no dia 1º de julho foi assinado o contrato. A previsão de entrega é dezembro de 2024.
O helicóptero foi adquirido por processo de compra direta (Inexigibilidade) com a empresa Helibras – Helicópteros do Brasil (Airbus), pelo valor de R$ 45.490.410,00 (€ 8.100.000,00).
Novo H135 da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco deverá ser entregue oficialmente em breve. Foto: Gabriel Souza.
Esse helicóptero já estava montado na Alemanha na configuração executiva (VIP), e por isso sua entrega foi rápida. O novo H135 já se encontra em São Paulo para treinamento dos pilotos e ajustes finais para entrega oficial pelo Governo de Pernambuco em dezembro.
Na justificativa para a aquisição desse helicóptero foi informado que também será usado em operações aeromédicas, porém a aquisição e a instalação dos equipamentos deverá acontecer em 2025, por meio de um novo processo licitatório.
O H135 irá compor a frota do GTA, sendo o quinto helicóptero e o primeiro bimotor e IFR (voo por instrumentos) da Unidade Aérea Pública. O GTA possui atualmente 04 helicópteros AS350B2 (esquilo). Com essa nova aquisição manterá a frota padronizada com modelos da Airbus e motores Safran.
O Grupamento Tático Aéreo é responsável pelas operações aéreas de segurança pública e defesa civil do estado. É uma unidade formada por integrantes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Civil.
Marinha coordena resgate de tripulante de navio de cruzeiro na costa de Fortaleza, CE
Na manhã desta quarta-feira (24), a Marinha do Brasil (MB), por meio do Serviço de Busca e Salvamento Marítimo do Nordeste (Salvamar Nordeste), coordenou uma Evacuação Aeromédica (EVAM) do filipino Marapau Rogelio Sumabong, tripulante do Navio de Cruzeiro “Ocean Endeavour”, de bandeira portuguesa, que partiu do Canadá com destino à cidade de Montevidéu, no Uruguai.
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Marinha coordena resgate de tripulante de navio de cruzeiro na costa de Fortaleza, CE
Marinha coordena resgate de tripulante de navio de cruzeiro na costa de Fortaleza, CE
O tripulante foi avaliado por médico da MB, via telemedicina, que constatou suspeita de apendicite e a necessidade urgente de remoção, devido ao risco de complicações. “O paciente apresentava dor abdominal intensa. Após a avaliação clínica junto com os dados fornecidos pela médica do Cruzeiro, constatei que seria necessário encaminhar para uma unidade hospitalar”, afirmou o Segundo-Tenente (Médico) Laércio José de Oliveira Filho.
O navio, que estava a 370 milhas náuticas do litoral brasileiro, o equivalente a 685 quilômetros, foi orientado pelo Salvamar Nordeste a seguir em direção a Fortaleza (CE). Ao mesmo tempo, a MB acionou o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB), que prontamente deslocou o helicóptero H-36 “Caracal” do Esquadrão Falcão (1°/8° GAV) para a evacuação do enfermo. O doente foi transportado até o Aeroporto de Fortaleza – Pinto Martins, de onde foi levado para o Hospital em uma ambulância.
H135 da Segurança Pública de Alagoas está em fase final para entrega oficial.. Foto: @gabrielll_ spotter.
Alagoas – Em sessão ordinária realizada pela Assembleia Legislativa de Alagoas na quinta-feira (24), os deputados presentes apreciaram o Projeto de Lei Ordinária nº 1131/2024, que dispõe sobre a criação do Departamento Estadual de Aviação (DEA).
O DEA, será uma autarquia com personalidade jurídica de direito público, e terá a responsabilidade pela gestão, operação, manutenção e fiscalização da aviação do estado, incluindo suas aeronaves, aeroportos, helipontos e infraestruturas.
H135 da Segurança Pública de Alagoas está em fase final para entrega oficial. Foto: @gabrielll_ spotter.
O texto, de autoria do Poder Executivo, foi aprovado em 2º turno. Após ser sancionado pelo Governador, o DEA será a primeira autarquia do Brasil criada para essa finalidade e substituirá as funções do atual Comando de Aviação do Estado (COMAVE).
Segundo o projeto, o DEA ficará vinculado ao Gabinete Civil, com autonomia administrativa, financeira, técnica e patrimonial e será composto por um presidente (civil ou militar), nomeado pelo governador, e quatro diretorias (Técnica e de Operações; Administrativa e Financeira; Licitações e Contratos; e Controle Interno).
Em sua mensagem, o governador Paulo Dantas diz que o projeto é “um avanço significativo na estrutura administrativa do Estado de Alagoas, proporcionando maior eficiência, transparência e controle na gestão de recursos aéreos utilizados para serviços públicos essenciais, como segurança, saúde, defesa civil e outros”.
A centralização dessas atividades em uma autarquia permite, segundo a mensagem, a implementação de uma gestão especializada, alinhada às melhores práticas de governança pública. Isso traria benefícios diretos à Administração Pública Estadual, ao possibilitar a criação de um sistema eficiente e integrado para a operação, manutenção e fiscalização de Aviação.
H135 da Segurança Pública de Alagoas está em fase final para entrega oficial. Foto: @gabrielll_ spotter.
H135 da Segurança Pública de Alagoas está em fase final para entrega oficial. Foto: @gabrielll_ spotter.
H135 da Segurança Pública de Alagoas está em fase final para entrega oficial. Foto: @gabrielll_ spotter.
O helicóptero Koala é adaptado para atuar em resgates complexos, operando com equipamentos de suporte avançado de vida. Foto: Marco Antônio - Ascom Sesau.
O avião Baron é adaptado com equipamentos específicos para o transporte aeromédico. Foto: Marco Antônio - Ascom Sesau.
O avião Cessna 210N passou a integrar a estrutura do Serviço Aeromédico em dezembro de 2023.
Serviço aeromédico de Sergipe se consolida com mais de 200 atendimentos em um ano e cinco mesesFotos: Ascom SES | Secom.
Sergipe – Em um ano e cinco meses de operacionalização, o serviço aeromédico do Governo do Estado chegou a 202 atendimentos prestados aos sergipanos, oferecendo uma assistência célere nas ocorrências de urgência e emergência no estado.
A parceria entre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192 Sergipe) e o Grupamento Tático Aéreo (GTA) iniciou em 16 de fevereiro de 2023, quando foi assinado o Termo de Cooperação nº 001/2023, entre as Secretarias de Estado da Saúde e Segurança Pública.
Para atender as demandas do serviço aeromédico, 29 profissionais, sendo 15 médicos e 14 enfermeiros emergencistas, estão habilitados. Dentre as principais ocorrências registradas pelo serviço, foram atendidos pacientes com diversas patologias, como cardiovasculares, obstétricas, traumas, causas clínicas, remoções pediátricas e incidentes com múltiplas vítimas (IMV).
“Contar com o serviço aeromédico, principalmente na característica do nosso serviço, que abrange o estado inteiro, dá uma garantia maior de um atendimento mais célere, principalmente para as ocorrências que são tempo-dependentes. Ainda estamos no início de um processo que vai se consolidando com o passar dos anos, mas que desde a implantação vem se destacando no quesito de agilidade e qualidade da assistência aos sergipanos”, destacou o superintendente do SAMU 192 Sergipe, Ronei Barbosa.
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Serviço aeromédico de Sergipe se consolida com mais de 200 atendimentos em um ano e cinco mesesFotos: Ascom SES | Secom.
Serviço aeromédico de Sergipe se consolida com mais de 200 atendimentos em um ano e cinco mesesFotos: Ascom SES | Secom.
Serviço aeromédico de Sergipe se consolida com mais de 200 atendimentos em um ano e cinco mesesFotos: Ascom SES | Secom.
Serviço aeromédico de Sergipe se consolida com mais de 200 atendimentos em um ano e cinco mesesFotos: Ascom SES | Secom.
H135 da Segurança Pública de Alagoas está em fase final para entrega oficial.. Foto: @gabrielll_ spotter.
Alagoas – O helicóptero multimissão H135 adquirido por meio do Programa de Modernização da Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas já está pronto para ser entregue oficialmente. O pregão eletrônico para a compra do helicóptero foi realizado em maio de 2023 e o contrato com a empresa Helibras foi firmado em julho do mesmo ano. O valor da aeronave foi de aproximadamente R$ 41,2 milhões.
O H135, matrícula PS-PAM, possui o designativo de Falcão 02 e será o primeiro bimotor leve do Comando de Aviação do Estado com equipamentos aeromédicos embarcados, com capacidade para transportar até sete pessoas e equipado com guincho elétrico. Poderá receber eventualidade uma segunda maca. O modelo também é equipado com radar meteorológico, radar altímetro e sistema de anticolisão, além de ser preparado para utilização de óculos de visão noturna e visão sintética de obstáculos.
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H135 da Segurança Pública de Alagoas está em fase final para entrega oficial.. Foto: @gabrielll_ spotter.
H135 da Segurança Pública de Alagoas está em fase final para entrega oficial. Foto: @gabrielll_ spotter.
H135 da Segurança Pública de Alagoas está em fase final para entrega oficial.. Foto: @gabrielll_ spotter.
H135 da Segurança Pública de Alagoas está em fase final para entrega oficial. Foto: @gabrielll_ spotter.
H135 da Segurança Pública de Alagoas está em fase final para entrega oficial. Foto: @gabrielll_ spotter.
Para o secretário executivo de Políticas de Segurança Pública da SSP, coronel Patrick Madeiro, que também é piloto, a compra permitirá um melhor atendimento em ocorrências de alta complexidade. “As missões vão passar a contar com uma maior eficiência das forças de segurança, que vão atuar em conjunto com as equipes de salvamento. Teremos mais segurança e rapidez nas atividades, que vão ampliar não só o serviço da SSP, mas também de outras pastas do governo como a Saúde com maior capacidade até de fazer o transporte de pacientes e de órgãos para transplantes”, finalizou o oficial.
O fotógrafo Gabriel Souza divulgou em suas redes, imagens exclusivas do novo H135 voando com pilotos do Comando de Aviação do Estado de Alagoas na fábrica da Helibras, em Itajubá (MG). O novo H135 está sendo utilizado para treinando dos pilotos e em breve será entregue oficialmente pelo Governo de Alagoas.
Três pescadores são resgatados a 40 quilômetros da costa de Sisal, Yucatán
México – Três pescadores do barco “Relax” que zarparam do porto de Sisal (Yucatán) na última segunda-feira (14), e que não retornaram no tempo previsto, foram relatados como desaparecidos. Na quinta-feira (17), o helicóptero Bell 429 da Secretaria de Segurança Pública de Yucatán localizou a embarcação a deriva e realizou o resgate de um dos pescadores.
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Três pescadores são resgatados a 40 quilômetros da costa de Sisal, Yucatán
Três pescadores são resgatados a 40 quilômetros da costa de Sisal, Yucatán
Como a aeronave possui guincho elétrico e sistema de câmera Trakka com sensor óptico de alta resolução, sensor térmico e medidor de distância a laser, foi possível localizar a embarcação a aproximadamente 40 quilômetros da costa.
Um deles foi retirado pelo guincho elétrico do helicóptero Bell 429, enquanto duas lanchas da Segurança Pública de Yucatán rebocaram o barco para o porto com os outros dois pescadores. Funcionários da Secretaria de Segurança Pública, Marinha e da Capitania do Porto participaram da localização dos marinhos. Os três pescadores já estão reunidos com seus familiares.
Secretaria da Saúde do Paraná coordena simulado de acidente com múltiplas vítimas em Jandaia do Sul. Foto: SESA.
Paraná – A Secretaria de Estado da Saúde (SESA) fez nesta quinta-feira (24) um treinamento para profissionais que atendem urgência e emergência no Paraná, com simulação de acidente com múltiplas vítimas em Jandaia do Sul, no Vale do Ivaí. O evento faz parte do gerenciamento e qualificação de atendimento de Incidentes com Múltiplas Vítimas (IMUV) idealizado pela secretaria.
O objetivo do treinamento é qualificar e unificar os protocolos de atendimentos a acidentes com múltiplas vítimas, incluindo desde a comunicação entre as entidades até a gestão do atendimento no local do acidente, por meio das Centrais de Regulação Médica de Urgência e também da Regulação de Leitos.
Secretaria da Saúde do Paraná coordena simulado de acidente com múltiplas vítimas em Jandaia do Sul. Foto: SESA.
“Esse é o segundo treinamento com IMUV em um ano, consolidando essa parceria entre as entidades de salvamento, garantindo que os atendimentos sejam cada vez mais qualificados e eficazes para salvaguardar a vida dos paranaenses”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
O simulado reuniu 440 profissionais que atuam no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) – terrestre e aeromédico, Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, Defesa Civil, Companhias de Trânsito, Polícia Científica do Paraná, Instituto Médico Legal (IML), Exército, serviços de saúde e ambulâncias privadas, entre outros técnicos da Região.
“Treinamentos periódicos são essenciais para a preparação da Rede para a pronta resposta em caso de acidente de maior vulto, e envolvem tanto a área de saúde – pré-hospitalar, quanto o Samu, Siate, concessionárias de rodovia, hospitais de referência, e as forças de segurança podendo incluir eventualmente as brigadas de emergência de empresas ou similares”, disse o diretor de Planejamento da Atenção Especializada da Sesa e gestor da Unidade Aérea Pública (UAP), da secretaria, Vinícius Filipak.
Secretaria da Saúde do Paraná coordena simulado de acidente com múltiplas vítimas em Jandaia do Sul. Foto: SESA.
Pela manhã o treinamento foi voltado para a parte teórica, com os protocolos de atendimentos. Já no período da tarde, os profissionais atuaram na prática, com situações que simulam casos reais. Neste simulado foram utilizadas 40 pessoas como vítimas, em um acidente de colisão entre um ônibus com 23 passageiros e um micro-ônibus com 17 passageiros.
A escolha de Jandaia do Sul se deu devido ao trágico acidente envolvendo um trem de cargas e um ônibus com estudantes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) ocorrido há cerca de um ano e meio na cidade. O Comitê de Urgência e Emergência da 16ª Regional de Saúde de Apucarana, juntamente com a Rede de Urgência da Macrorregião Norte criou um grupo técnico para discussão e projeto de uma Capacitação em Gestão de Incidentes com Múltiplas Vítimas, visando os princípios do Sistema de Comando de Incidentes (SCI).
“Este projeto foi aprovado e certificado pela Escola de Saúde Pública do Paraná, com o objetivo de capacitar todas as agências envolvidas no atendimento pré-hospitalar, bem como os serviços pertencentes aos pontos de Atenção da Rede de Urgência do Estado”, disse o gestor de Segurança Operacional da UAP, Marcos Laurentino da Silva.
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Secretaria da Saúde do Paraná coordena simulado de acidente com múltiplas vítimas em Jandaia do Sul. Foto: SESA.
Secretaria da Saúde do Paraná coordena simulado de acidente com múltiplas vítimas em Jandaia do Sul. Foto: SESA.
Secretaria da Saúde do Paraná coordena simulado de acidente com múltiplas vítimas em Jandaia do Sul. Foto: SESA.
Secretaria da Saúde do Paraná coordena simulado de acidente com múltiplas vítimas em Jandaia do Sul. Foto: SESA.
Avião que caiu em Santa Branca (SP) — Foto: Davi P. Ribeiro
São Paulo – Um avião modelo Xingu E121, matrícula PT-MBU, da empresa Abaeté Aviação acidentou-se às 18h39 do dia 23 de outubro na divisa entre as cidades de Paraibuna e Santa Branca (SP). A bordo da aeronave, estavam cinco pessoas, todos colaboradores da empresa.
O comandante, piloto, médica, enfermeiro e mecânico faleceram no acidente. Segundo o Corpo de Bombeiros, o avião após colidir com o terreno pegou fogo. As condições adversas, como a forte chuva, baixa visibilidade e o estado de destruição do avião, dificultou a localização das vítimas.
Foto: Reprodução/TV Vanguarda.
Tratava-se de um voo de traslado. A aeronave havia decolado de Florianópolis (SC) às 16h51 com destino a Belo Horizonte (MG), onde abasteceria. O destino final era Salvador (BA). Em nota, a empresa informou que está acolhendo as famílias e oferecendo todo o suporte necessário nesse momento de dor.
A Abaete Aviação é uma empresa de táxi aéreo que também presta serviços de aeromédicos. A causa do acidente ainda é desconhecida. A empresa está trabalhando junto às autoridades de investigação (CENIPA e Polícia) e oferecendo toda a assistência possível.
Avião que caiu em Santa Branca (SP) — Foto: Davi P. Ribeiro.
Serviço Aeromédico do SAMU amplia atendimento e segue atuando até março de 2025, em Lages
Santa Catarina – O serviço aeromédico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que iniciou suas atividades na região serrana em 20 de junho, ampliou o seu atendimento e seguirá atuando até março de 2025, em Lages. Foi mantida a parceria com o Batalhão de Aviação da Polícia Militar (BAPM), que dispõe de um helicóptero (Águia 04).
A operação de transporte aeromédico em Santa Catarina é resultado da parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde e a FAHECE, organização social que faz a gestão do contrato do SAMU junto ao Governo do Estado.
“Tivemos importantes ganhos com o serviço aeromédico no Planalto Serrano, como exemplo, o encurtamento e diminuição de até 50% no tempo de atendimento à população. A operação seguirá trazendo soluções ágeis às ocorrências onde ambulâncias não podem atuar”, destacou o presidente da FAHECE, Dr. Alvin Laemmel.
Serviço Aeromédico do SAMU amplia atendimento e segue atuando até março de 2025, em Lages (SC).
Com 82 atendimentos realizados em pouco mais de 90 dias na região serrana, houve melhora significativa na eficiência das respostas a emergências médicas. O serviço aeromédico faz parte da Estação Inverno, ação que o Governo do Estado implantou para destacar o potencial turístico e cultural da Serra catarinense.
“A ampliação da operação até março de 2025 era esperada pela população catarinense. Precisamos manter o cidadão amparado pelo serviço e na continuidade das respostas rápidas, que salvam vidas advindas do serviço aeromédico no Planalto Serrano”, ressaltou a diretora-geral do SAMU/FAHECE, Carla Birolo Ferreira.
O trabalho dos cinco médicos e dois enfermeiros, que estão atuando no serviço aeromédico do SAMU, segue oferecendo suporte avançado à vida (UTI aérea) não somente aos moradores da Serra catarinense, mas também aos seus visitantes, principalmente nos meses que antecipam as festas de final de ano.
“A manutenção da operação aeromédica garantirá por mais seis meses maior eficiência em tempo resposta, e qualidade técnica para os atendimentos prestados pelo SAMU e PMSC ao cidadão catarinense. Temos ciência da responsabilidade, sendo essa parceria extremamente benéfica a todos da região”, enaltece o médico e diretor-técnico do SAMU/FAHECE, Bruno Quercia Barros.
Serviço Aeromédico do SAMU amplia atendimento e segue atuando até março de 2025, em Lages (SC).
Shannon Perry, irmã, e Joe Cordrey, piloto, com Sr. M. André (RN), na incubadora Accli-Bator em St. Francis. Publicado no Peoria Journal Star, 11 de janeiro de 1967. Usado com permissão do Peoria Journal Star.
EUA – A OSF Life Flight é um serviço de transporte aeromédico que opera 24 horas, 7 dias por semana, no estado de Illinois desde junho de 1984. No dia 18 de outubro comemoraram 40 anos de serviço. A OSF HealthCare é responsável pelo serviço. Trata-se de uma organização católica de assistência médica sem fins lucrativos, de propriedade e operada pelas Irmãs da Ordem Terceira de São Francisco (OSF)
O OSF Life Flight liderou o serviço de ambulância aérea no Centro-Oeste e continua a ser um dos principais programas de voo nos EUA. Durante um mês, recebem cerca de 200 a 300 solicitações de transferências de pacientes por via aérea e já atenderam mais de 65.000 pacientes desde o ínicio do serviço, em 1984. Os 05 helicópteros Airbus H145 ficam baseados em Bloomington, Galesburg, Peru e Rock Falls (Illinois).
Equipe OSF Life Flight com as Irmãs da Ordem Terceira de São Francisco.
“Este marco de 40 anos é uma prova da dedicação de nossa equipe e da confiança que construímos com as comunidades que atendemos”, disse Kathleen Devine, vice-presidente da OSF Aviation. “O Airbus H145 representa nossa missão contínua de oferecer atendimento de primeira linha aos pacientes em Illinois.”
História do serviço – pioneirismo no transporte neonatal
O primeiro transporte aeromédico neonatal realizado em helicóptero aconteceu no centro de Illinois, em 10 de janeiro de 1967, quando realizaram a remoção de um bebê nascido prematuramente de Zion para o Hospital St. Francis, em Peoria (Illinois), a uma distância de 320 quilômetros.
A criança foi transportada em uma incubadora, conhecida como Accli-Bator, conectada a uma pequeno cilindro de oxigênio, no helicóptero Hughes 300, usado para cobrir notícias do Journal Star de Peoria. Quando o bebê era transportado em ambulância terrestre, a pequena incubadora era aquecida com a energia do isqueiro da ambulância e presa a uma prancha.
Acredita-se que este foi o primeiro transporte desse tipo documentado (saiba mais) no país e foi histórico para a comunidade. A irmã/enfermeira da Ordem Terceira de São Franciscoque acompanhou o bebê, Shannon Perry, deixou a irmandade logo após aquele primeiro voo e lecionou enfermagem. Agora está aposentada.
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Shannon Perry, irmã, e Joe Cordrey, piloto, com Sr. M. André (RN), na incubadora Accli-Bator em St. Francis. Publicado no Peoria Journal Star, 11 de janeiro de 1967. Usado com permissão do Peoria Journal Star.
Shannon Perry, irmã, e Joe Cordrey, piloto, com Sr. M. André (RN), na incubadora Accli-Bator em St. Francis. Publicado no Peoria Journal Star, 11 de janeiro de 1967. Usado com permissão do Peoria Journal Star.
Primeiro transporte neonatal realizado em helicóptero aconteceu há 57 anos nos EUA. Foto: OSF Children's Hospital of Illinois.
O helicóptero do Journal Star continuou a ajudar na transferência de bebês prematuros até o início dos anos 1970. À medida que a demanda aumentava, um helicóptero do Departamento de Transportes de Illinois assumiu o serviço na década de 1970 com um Bell 206 Jet Ranger e depois com um Bell 206 Long Ranger.
Em junho de 1984, o OSF Life Flight foi formalizado no serviço com o helicóptero Bell 206 Long Ranger fornecido pelo Departamento de Transportes de Illinois. A equipe de saúde composta por três enfermeiras registradas, cada uma trabalhando em um turno de 24 horas por vez, tornaram-se as primeiras enfermeiras de transporte dedicadas ao OSF HealthCare Saint Francis Medical Center.
Como o helicóptero pertencia ao estado de Illinois, ele não era dedicado às missões aeromédicas e nem sempre estava disponível quando os pedidos de transferência eram recebidos. Assim, em outubro de 1986, a OSF Saint Francis alugou seu primeiro helicóptero dedicado, outro Bell 206 Long Ranger, e no decorrer dos anos foi atualizando a frota com outro modelos, até que em 2012, adquiriram quatro helicópteros Eurocopter EC 145 e passaram a operar conforme certificação Part 135 da FAA. Hoje possuem cinco H145 na frota.
Incubadora de transporte conhecida como Accli-Bator. Arquivos HSC / Museu. História da Terapia Intensiva no HSC.
Formação e capacitação atuais
A tripulação de saúde é composta por duas enfermeiras de voo ou uma enfermeira de voo e paramédica de voo. A tripulação possui capacitação em transporte aeromédico de pacientes críticos com diversas habilidades exigidas, além de ter no mínimo cinco anos de experiência em cuidados intensivos.
Além das exigências para as equipes de saúde, os pilotos também devem possuir certificações e experiência. Para voarem essas máquinas bimotoras e IFR, precisam ter no mínimo 2.000 horas voo em comando, um certificado de piloto comercial e de voo por instrumento. (Saiba mais)
Uma equipe OSF Life Flight pode ser solicitada por médicos, pessoal hospitalar, serviços médicos de emergência, bombeiros, polícia, agências de gerenciamento de emergência e Centros de Despacho 911.
Bombeira militar cabo Marina Menezes Almeida — Foto: arquivo pessoal.
Sergipe – A bombeira militar Marina Menezes Almeida, 30 anos, morreu neste sábado (19), após passar mal durante a um Teste de Aptidão Física (TAF), parte do processo seletivo para o Curso de Operações Aéreas do Grupamento Tático Aéreo (GTA) da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE).
Marina ingressou no Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe no ano de 2022 e atualmente estava exercendo a função de condutora de viaturas de emergência e também fazia parte da equipe de segurança da primeira-dama, Érica Mitidieri.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, Marina participava pela segunda fez do teste, que consistia em uma corrida de 8 quilômetros e que deveria ser concluída em 55 minutos. A corrida exigia o uso de calça e coturno. Segundo o CBM, a bombeira sempre demonstrou excelente preparo físico, tendo sido aprovada com êxito nas fases anteriores do TAF, mas na semana anterior, ela não conseguiu concluir a corrida, última etapa do processo.
Bombeira militar cabo Marina Menezes Almeida — Foto: CBM/SE.
“Com base em requerimento formal e no seu histórico de bom desempenho, foi-lhe concedida uma nova oportunidade de realizar a prova após o intervalo regulamentar de 8 dias. No entanto, durante essa nova tentativa, Marina passou mal e recebeu atendimento imediato pela equipe médica presente. Ela foi prontamente encaminhada ao hospital, onde foi entubada, mas infelizmente não resistiu e veio a falecer no início da noite de sábado”, explicou o CBM. O corpo foi velado e sepultado no Cemitério Colina da Saudade no domingo (20).
O CBM detalhou que o processo seletivo para o curso do GTA visa a formação de profissionais para operações aéreas. Todos os candidatos necessitavam de autorização de seu comandante imediato e deviam apresentar certidões negativas da Justiça estadual e federal, parecer da corregedoria e histórico de bom comportamento (mínimo de conduta B). Além disso, foram submetidos a uma série de exames médicos realizados pelo Hospital da Polícia Militar (HPM) e pela equipe de saúde do Corpo de Bombeiros.
Manifestações de pesar
O Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe emitiu pronunciamento, manifestando sua solidariedade à família, aos amigos e aos colegas da cabo Marina. “Juntos, compartilhamos o pesar por sua perda, mas também o orgulho por sua dedicação e trajetória em nossa corporação”.
O governador Fábio Mitidieri também se pronunciou. “Marina serviu à sociedade com dignidade e altruísmo. Que sua memória seja uma fonte de força para todos, e que seu exemplo continue inspirando futuras gerações. Nossos mais profundos sentimentos”.
“Que vocês encontrem conforto na memória do amor e da alegria que ela trouxe para as vidas de todos ao seu redor. Que o tempo ajude a curar essa dor e que as lembranças de seus momentos juntos tragam consolo ao coração de cada um”, escreveu a primeira- dama Érica Mitidieri.
A PMSE prestou solidariedade ao CBMSE e, por extensão, aos familiares e amigos da cabo Marina. “Que Deus os conforte neste momento de imensa dor, e que se eternizem as boas lembranças”, disse a corporação.
Bombeira militar cabo Marina Menezes Almeida — Foto: arquivo pessoal.
ASSOBRAFAE sugere ao COFFITO a criação da especialidade em Fisioterapia Aeroespacial
A Associação Brasileira de Fisioterapia Aeroespacial (ASSOBRAFAE) emitiu uma nota técnica endereçada ao Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) sugerindo a criação da especialidade em Fisioterapia Aeroespacial.
A carta apresenta argumentos sobre as vantagens e benefícios ao paciente transportado por meio aéreo, quando existe a bordo um fisioterapeuta atuando sobre a ventilação mecânica do doente.
Segundo o documento, esse profissional treinado e capacitado pode oferecer cuidados adequados, prevenindo e gerenciando eventuais complicações associadas ao transporte aéreo e à ventilação mecânica em ambiente hipobárico.
No Brasil, há empresas que utilizam a expertise de fisioterapeutas nos transportes aeromédicos (suporte avançado de vida), integrando esses profissionais às equipes de saúde formadas obrigatoriamente por médicos e enfermeiros aeroespaciais.
Para o secretário da ASSOBRAFAE, Paulo Segalla, “este é o primeiro passo para a implantação e regularização da presença do fisioterapeuta no transporte aeromédico, colaborando com o excelente trabalho já prestado por médicos e enfermeiros, buscando oferecer o melhor para o paciente aerotransportado”.
ASSOBRAFAE sugere ao COFFITO a criação da especialidade em Fisioterapia Aeroespacial: Foto: Assobrafae.
Tocantins – A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO), por meio do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), passa a contar com um farol de busca da Trakka Systems que irá aumentar a eficácia nas operações noturnas.
O equipamento, que será utilizado no patrulhamento aéreo e em situações de necessidade, foi adquirido por meio de um convênio federal firmado em 2017. O investimento de R$1,2 milhão, oriundo de recursos da bancada federal, foi entregue e instalado pela JAZZ Engenharia Aeronáutica, de Minas Gerais, vencedora da licitação.
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Aeronave do CIOPAER de Tocantins recebe farol de busca para otimizar operações noturnas.
Aeronave do CIOPAER de Tocantins recebe farol de busca para otimizar operações noturnas.
Aeronave do CIOPAER de Tocantins recebe farol de busca para otimizar operações noturnas. Foto: Eduardo Beni.
Aeronave do CIOPAER de Tocantins recebe farol de busca para otimizar operações noturnas.
Aeronave do CIOPAER de Tocantins recebe farol de busca para otimizar operações noturnas.
Aeronave do CIOPAER de Tocantins recebe farol de busca para otimizar operações noturnas.
O Tenente-Coronel Gustavo Bolentini, diretor do CIOPAER, destaca que o farol de busca é operado por um tripulante que controla seu foco, intensidade e direção. A equipe do CIOPAER passou por um treinamento específico para operar o equipamento, garantindo que seu uso seja maximizado durante as missões.
“Com o farol de busca, a tripulação da aeronave pode aumentar a visibilidade em operações noturnas, iluminando áreas específicas e oferecendo suporte direto aos policiais que estão em solo. Essa nova ferramenta é essencial para melhorar a segurança e a precisão em missões noturnas, tornando as operações mais ágeis e seguras, além de trazer modernidade e maior eficiência para as ações das Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros do Tocantins”, finalizou Bolentini.
Faróis Trakka no Brasil
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) recebeu há poucos dias um novo helicóptero H125 (PS-BDF), com um farol Trakka instalado e que será usado em operações de resgate. Com esse, já são 19 faróisTrakka usados em helicópteros de resgate e policiais no Brasil.
Marcus Vinícius Baracho de Sousa Piloto e Ten Cel PM Veterano
Recentemente li uma reportagem publicada em jornal de época há quase 100 anos atrás (Diário Nacional, 11jun1930). Relatava um acidente de avião que ocorreu durante evento festivo no aeroporto de Avaré, claro que havia populares assistindo às máquinas voadoras, ainda novidade para as pessoas naqueles anos.
No momento do pouso a pista estava repleta de pessoas próximas e uma das aeronaves não conseguiu desviar, vindo a atropelar alguns curiosos, levando a óbito duas pessoas e ferindo outras três. A leitura da reportagem foi ficando interessante na medida em que o caso era relatado.
Segundo a matéria, o acidente não poderia ser evitado por causa das imperfeições da pista que contribuiu para o descontrole da aeronave que não obedeceu aos comandos do piloto e as pessoas nas adjacências da pista não desviaram, o que causou o atropelamento.
Os colegas do piloto também declararam que o evento catastrófico era inevitável e que se o piloto tentasse algo diferente, capotaria, causando a perda da própria vida e destruição do avião que custava 100 contos de réis.
Diário Nacional, 11jun1930, capa. Pesquisa do Professor e Ten Cel PM Sérgio Marques.
Depois de ler essa antiga matéria e refletir sobre o que tenho visto por aí, pensei em como é difícil admitir os próprios erros! Passam-se os anos, mas de certa forma as atitudes continuam parecidas.
É difícil aceitar os próprios erros, em geral é mais fácil apontar os erros dos outros. A frase “errar é humano” é atribuída ao poeta britânico Alexander Pope, que viveu entre 1688 e 1744. A frase completa é “errar é humano, perdoar é divino”. Outra frase sobre o erro, atribuída a Santo Agostinho é “errar é humano, permanecer no erro é diabólico”.
Em geral, as pessoas só mostram o lado bom, os acertos, o que deu certo, mas custo a acreditar que se chegue ao sucesso sem errar. E quando vemos os invencíveis pela vida, logo acontece alguma coisa que expõe tudo que vem sendo “guardado embaixo do tapete”, mas ainda assim, se puderem por a culpa em alguém ou circunstâncias, pode ser que façam.
Entendo que se errar é humano, tentar mostrar uma vida onde tudo deu certo é uma forma de se desumanizar, e dessa forma imergir na ilusão de uma perfeição que não existe para ninguém.
Negar o erro é conduta de quem tem o ego fraco e dificuldade de conhecer a si mesmo. O engano da perfeição pode levar qualquer pessoa a continuar errando e pior, prejudicando outros a sua volta. Particularmente tenho preocupação em estar perto dos “perfeitos”, prefiro os imperfeitos que assumem suas falhas e buscam constantemente a correção.
O erro é uma inconformidade decorrente de uma falsa percepção do que é certo em determinada realidade. Errar é a oportunidade de aprender, evoluir e se desenvolver, quem admite as falhas e aprende com elas, tem mais chance de ser bem sucedido no que faz.
É exatamente a possibilidade de aprendizado que diferencia o erro da violação, esta realizada com o dolo consciente, ou seja, quando a ação é proposital, mesmo a pessoa sabendo exatamente como o certo deve ser. Na violação o indivíduo atua negativamente e com o viés de contrapor o que é correto, existe então uma má intenção.
Então é preciso separar o que é erro de violação e dar tratamento adequado para cada um dos casos, valorizando aqueles que humildemente e com maturidade admitem seus erros e fazem deles um degrau para melhores práticas e crescimento.
Se para o indivíduo a admissão do erro é a plataforma para evoluir, para as Organizações é da mesma forma um caminho para o aperfeiçoamento de suas atividades. Cabe às empresas se capacitarem para o gerenciamento de inconformidades, buscando na supervisão contínua a identificação das falhas e o tratamento amadurecido desses eventos para transformá-los em base para a edificação e desenvolvimento de boas práticas.
O incentivo aos colaboradores a compartilhar as falhas e falar abertamente sem medo de serem criticados cria um ambiente favorável e produtivo, onde a confiança é forte suficiente para superar e corrigir os erros do dia a dia.
Cuidado com os “perfeitos”! Embaixo de seus “tapetes” estão escondidos seus erros!
“Desculpe! Erramos e vamos corrigir.”
Acredito ser essa a frase mais apropriada para quem deseja crescer e sedimentar confiança em tudo que faz. Mostrar a vontade de consertar e corrigir, evitando que o erro se repita, é sem dúvida a demonstração de caráter e dignidade, tornando tudo melhor para quem vem depois.