Equipes do BOA do CBMMG preparando equipamentos e aeronaves. Foto: Roberto Valadares Caiafa
Minas Gerais – O helicóptero Arcanjo 04 (EC145 – PR-UEA) do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) se acidentou com seis tripulantes a bordo, na noite de sexta-feira (11/10), em área de serra, em Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais.
O porta-voz do Corpo de Bombeiros, tenente Henrique Barcellos, informou na manhã deste sábado (12) que, após 12 horas de buscas, a aeronave foi encontrada numa Serra Íngreme de Ouro Preto. Os corpos dos tripulantes da aeronave foram encontrados próximo aos destroços do Arcanjo 04.
As famílias foram informadas e foi montado apoio no Batalhão de Operações Aéreas (BOA) para oferecer suporte médico e psicológico aos parentes e amigos das vítimas.
Vídeo: Imagens captadas por popular do momento da decolagem no trevo de Ouro Preto.
A Arcanjo 04 havia descolocado para um operação de busca e salvamento (SAR) de um Air Tractor AT-502B (PS-SLR) acidentado quando realizava combate a incêndio florestal em Ouro Preto, na Bacia do Rio Doce, em Minas Gerais. O piloto morreu no acidente.
A guarnição do Arcanjo 04 composta por dois pilotos e dois operadores aerotáticos do BOA; e um médico e um enfermeiro do SAMU de Divinópolis, atendeu a ocorrência do monomotor e aguardava melhoria do tempo para retornar a base. Pouco tempo depois, o helicóptero decolou mas não chegou ao destino final de retorno. A condição de visibilidade estava prejudicada pelas condições meteorológicas no local.
Uma força tarefa foi montada para localizar o Arcanjo 04 e equipe. O Salvaereo confirmou o acionamento do ELT a as buscas foram concentradas nas últimas informações de GPS enviadas pelo Vsky e ELT, além de triangulação com antena de celular.
Pelas redes sociais, o governador Romeu Zema (NOVO) se solidarizou com a corporação e lamentou a perda das vítimas. “Lamento profundamente a trágica perda dos quatro militares do Corpo de Bombeiros e de dois socorristas, vítimas de um acidente enquanto cumpriam sua nobre missão de resgate em Ouro Preto. Minha solidariedade e orações estão com os familiares e amigos nesse momento tão difícil”, disse Zema.
O Arcanjo 04 possuía seguro aeronáutico de casco e RETA e a investigação do acidente aeronáutico está sendo feita pelo CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).
Com a instalação de heliponto no hospital do município, Maricá realiza 25 captações de órgãos. Foto: Georges Tzoulas
A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Saúde, avançou no processo de captação de órgãos na cidade, que são destinados a pacientes que necessitam de transplantes no Sistema Único de Saúde (SUS). Até o momento, já foram 25 procedimentos desse tipo realizados nos hospitais municipais Dr. Ernesto Che Guevara, em São José do Imbassaí, e Conde Modesto Leal, no Centro.
Somente em 2024, até o mês de setembro, foram registradas 11 captações, o que mostra o impacto após a instalação do heliponto no Hospital Dr. Ernesto Che Guevara, trazendo mais agilidade e eficácia ao transporte de órgãos.
Com a instalação de heliponto no hospital do município, Maricá realiza 25 captações de órgãos. Foto: Georges Tzoulas.
No Hospital Dr. Ernesto Che Guevara, principal unidade que realiza o serviço, já foram captadas 110 estruturas corporais, incluindo coração, pulmões, fígados, rins, pâncreas, córneas, peles, ossos e tendões, que são transportados pela equipe do RJ Transplantes.
Para o acolhimento dos casos, na unidade hospitalar, a Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) faz a busca ativa de pacientes com morte encefálica, além de acompanhar e orientar as famílias, confirmando se a doação pode ser feita.
Processo qualificado de captação de órgãos
Maricá passou a realizar captação de órgãos em 2022, quando o município foi inserido no Programa Estadual de Transplantes (PET). O processo começa quando a equipe de profissionais identifica um quadro clínico com suspeita de morte encefálica, sinalizando à comissão responsável por essa área, que faz a atualização da situação do paciente e oferece as primeiras orientações à família, dando início ao acompanhamento.
Após a finalização das etapas de identificação e avaliação detalhada dos profissionais, são enviados dados e informações necessárias à equipe do RJ Transplantes, que segue com a organização e análise dos processos necessários até a doação e o transplante de órgãos.
Com a instalação de heliponto no hospital do município, Maricá realiza 25 captações de órgãos. Foto: Georges Tzoulas
Com união de esforços, Acre realiza missão humanitária e garante 93º transplante de fígado. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
Acre – O governo do Acre realizou, no último dia 3 de outubro, uma grande operação para garantir a realização do 93º transplante de fígado na Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre). A ação foi resultado da união de esforços entre Fundhacre, Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), além do apoio do governo de Rondônia, onde o órgão foi ofertado.
A missão começou às 4h da manhã, quando a equipe médica do Serviço de Transplantes da Fundhacre embarcou no avião do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), no aeroporto de Rio Branco, com destino ao aeroporto Jorge Teixeira, na capital rondoniense.
A captação do órgão ocorreu no Pronto Socorro da cidade, Hospital João Paulo II e após cerca de três horas e meia de cirurgia, a equipe seguiu viagem com destino à Rio Branco. Após um voo tranquilo, a aeronave pousou em uma pista na BR-317 para a última etapa da viagem com o helicóptero Harpia 01.
Com união de esforços, Acre realiza missão humanitária e garante 93º transplante de fígado. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
O piloto do Ciopaer, comandante Jonas Pereira, conta que esta foi a primeira missão do tipo envolvendo um avião de asa fixa do Ciopaer. “É uma missão que traz esperança para o paciente que está precisando desta segunda chance. É a primeira vez que nós, da equipe de asa fixa, estamos fazendo uma missão como essa e para nós é um prazer e uma honra estar contribuindo para que alguém tenha um futuro, uma vida mais saudável e melhor à frente. Agradecemos também à Casa Militar de Rondônia, na pessoa do capitão Amazonas pela acolhida e apoio para o sucesso da missão”, afirmou o comandante.
Toda a operação logística durou cerca de 10 horas e, apesar da gravidade do caso e a delicada cirurgia, o procedimento ocorreu conforme o esperado na Fundhacre, em uma operação complexa que durou aproximadamente 4 horas. A partir de agora, o paciente segue sendo cuidadosamente acompanhado pela equipe multidisciplinar da Fundhacre na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), seguindo os protocolos recomendados para o caso.
Acre é referência em transplantes no Norte
A Fundhacre é o único hospital transplantador do Acre e realiza atualmente três tipos de transplantes sendo de órgãos sólidos: fígado e rim; e de tecido: córnea. Até o momento, foram realizados 96 transplantes renais, 332 transplantes de córnea e 93 transplantes hepáticos, totalizando 521 procedimentos.
Devido ao número de procedimentos realizados e da sobrevida geral dos pacientes transplantados no Estado, a Fundhacre se tornou referência nacional em transplantes. Além disso, conquistou em 2024 o recorde de transplantes de córnea em relação ao país.
Com o Estado de Rondônia sendo o maior doador de órgãos da região Norte e a cooperação com o Acre, que realiza as cirurgias em pacientes oriundos de vários estados, incluindo Rondônia, o apoio entre os estados se torna fundamental para continuar salvando vidas.
“Nós ficamos felizes em poder ofertar, logisticamente, preparar, ter hoje uma captação de órgão muito bem concentrada, organizada no Estado, capaz de ser resolutiva na captação desses órgãos e ofertar a continuidade da vida”, assegurou o secretário de Saúde de Rondônia, coronel Jefferson Rocha.
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Com união de esforços, Acre realiza missão humanitária e garante 93º transplante de fígado. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
Com união de esforços, Acre realiza missão humanitária e garante 93º transplante de fígado. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
Com união de esforços, Acre realiza missão humanitária e garante 93º transplante de fígado. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
Com união de esforços, Acre realiza missão humanitária e garante 93º transplante de fígado. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
Com união de esforços, Acre realiza missão humanitária e garante 93º transplante de fígado. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
Com união de esforços, Acre realiza missão humanitária e garante 93º transplante de fígado. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
Com união de esforços, Acre realiza missão humanitária e garante 93º transplante de fígado. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
Com união de esforços, Acre realiza missão humanitária e garante 93º transplante de fígado. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
H175 da Omni Táxi Aéreo recebe autorização da ANAC para realizar operações aeromédicas. Foto: Omni.
No final de setembro, a Omni Táxi Aéreo recebeu uma nova certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Desta vez, para a realização de operações aeromédicas (MEDEVAC) com o helicóptero H175 da Airbus. Incorporado na frota em 2020, o helicóptero tem capacidade para transportar 16 passageiros com conforto até 160NM.
Por ser um helicóptero utilitário, foi autorizado seu uso para transportar um paciente. A aeronave utiliza equipamentos médicos portáteis e uma maca na transversal, devidamente fixada no piso da aeronave.
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H175 da Omni Táxi Aéreo recebe autorização da ANAC para realizar operações aeromédicas. Foto: Omni.
H175 da Omni Táxi Aéreo recebe autorização da ANAC para realizar operações aeromédicas. Foto: Omni.
H175 da Omni Táxi Aéreo recebe autorização da ANAC para realizar operações aeromédicas. Foto: Omni.
O trâmite processual foi desenvolvido pela Qualidade de Operações da Omni com o apoio dos setores aeromédico, manutenção e engenharia. A última etapa do processo, que contou com a participação dos auditores da ANAC, incluiu a simulação de uma operação MEDEVAC em nossa aeronave da base de Porto Urucu.
Com essa aprovação, foi emitida a nova revisão das Especificações Operativas (EO) da empresa com a inclusão da capacidade para a nosso modelo H175. A Omni já possuía autorização para realização de operações aeromédicas com os helicópteros AW119, AW139, AW189, EC 155, EC 225, EC175, S-76 e S-92.
“Ficamos extremamente orgulhosos dessa conquista, fruto do trabalho de nossas equipes e comprovação de que caminhamos em direção à inovação e voos cada vez mais altos”, comentou o diretor comercial da Omni Táxi Aéreo, Décio Galvão.
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H175 da Omni Táxi Aéreo recebe autorização da ANAC para realizar operações aeromédicas.
H175 da Omni Táxi Aéreo recebe autorização da ANAC para realizar operações aeromédicas. Foto: Omni.
H175 da Omni Táxi Aéreo recebe autorização da ANAC para realizar operações aeromédicas. Foto: Omni.
Novo helicóptero monomotor, Airbus EC 130 T2 (H130), adquirido pela Secretaria de Saúde (SES) em treinamento com os pilotos em Itajubá, MG. Foto: Gabriel Souza. @gabrielll_spotter
Rio de Janeiro – O Curso Especializado em Transporte Aeromédico (CETAM) é realizado pela Superintendência de Operações Aéreas (SOAER) da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, com o objetivo de capacitar novos Operadores de Suporte Médico (médicos e enfermeiros).
A segunda edição do curso tem a participação de 32 alunos do SAMU, SOAer e CBMERJ. O CETAM segue o programa de treinamento estabelecido pela Subparte O do RBAC 90 da ANAC e está sendo realizado na sede do SOAER na Lagoa, RJ. A capacitação passa por conteúdos teóricos e práticos, com foco na segurança das operações e do paciente.
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Curso Especializado em Transporte Aeromédico (CETAM) é realizado pela Superintendência de Operações Aéreas (SOAER)
Curso Especializado em Transporte Aeromédico (CETAM) é realizado pela Superintendência de Operações Aéreas (SOAER)
Curso Especializado em Transporte Aeromédico (CETAM) é realizado pela Superintendência de Operações Aéreas (SOAER)
Curso Especializado em Transporte Aeromédico (CETAM) é realizado pela Superintendência de Operações Aéreas (SOAER)
Curso Especializado em Transporte Aeromédico (CETAM) é realizado pela Superintendência de Operações Aéreas (SOAER)
Curso Especializado em Transporte Aeromédico (CETAM) é realizado pela Superintendência de Operações Aéreas (SOAER)
Curso Especializado em Transporte Aeromédico (CETAM) é realizado pela Superintendência de Operações Aéreas (SOAER)
Curso Especializado em Transporte Aeromédico (CETAM) é realizado pela Superintendência de Operações Aéreas (SOAER)
Curso Especializado em Transporte Aeromédico (CETAM) é realizado pela Superintendência de Operações Aéreas (SOAER)
Curso Especializado em Transporte Aeromédico (CETAM) é realizado pela Superintendência de Operações Aéreas (SOAER)
A preparação dessa turma está focada na chegada da novo helicóptero monomotor, Airbus EC 130 T2 (H130), adquirido pela Secretaria de Saúde (SES), em 2023, por R$ 31 milhões. A previsão de entrega está programada para o final de outubro desse ano. Os pilotos do SOAER já realizaram o treinamento de adaptação no helicóptero na fábrica da Helibras, em Itajubá (MG).
O novo helicóptero dispõe de uma ampla gama de equipamentos médicos avançados como desfibrilador/cardioversor, ventilador pulmonar, bombas de infusão, sistema de oxigênio, maca, entre outros. A inclusão dessa aeronave na frota irá ampliar o serviço com o incremento do transporte aeromédico adulto.
Em pouco mais de três anos de atividade, o helicóptero bimotor AS355NP Esquilo, conhecido como “Verdinho da Saúde“, voou mais de 1.280 horas, percorrendo todo o estado do Rio de Janeiro, transportando mais de 330 bebês e 652 órgãos para transplantes. Especializados em transporte neonatal e pediátrico, transportaram 134 crianças e 185 órgãos em 2024.
Novo helicóptero monomotor, Airbus EC 130 T2 (H130), adquirido pela Secretaria de Saúde (SES) em treinamento com os pilotos em Itajubá, MG. Foto: Gabriel Souza. @gabrielll_spotter
Novo helicóptero monomotor, Airbus EC 130 T2 (H130), adquirido pela Secretaria de Saúde (SES) em treinamento com os pilotos em Itajubá, MG. Foto: Gabriel Souza. @gabrielll_spotter
Novo helicóptero monomotor, Airbus EC 130 T2 (H130), adquirido pela Secretaria de Saúde (SES) em treinamento com os pilotos em Itajubá, MG. Foto: Gabriel Souza. @gabrielll_spotter
Novo helicóptero monomotor, Airbus EC 130 T2 (H130), adquirido pela Secretaria de Saúde (SES) em treinamento com os pilotos em Itajubá, MG. Foto: Gabriel Souza. @gabrielll_spotter
Novo helicóptero monomotor, Airbus EC 130 T2 (H130), adquirido pela Secretaria de Saúde (SES) em treinamento com os pilotos em Itajubá, MG. Foto: Gabriel Souza. @gabrielll_spotter
Novo helicóptero monomotor, Airbus EC 130 T2 (H130), adquirido pela Secretaria de Saúde (SES) em treinamento com os pilotos em Itajubá, MG. Foto: Gabriel Souza. @gabrielll_spotter
Governo do Amapá realiza treinamento de profissionais do Samu para operações aeromédicas. Foto: Gabriel Maciel/Sesa.
Amapá – Para garantir uma assistência integral e segura a pacientes que precisam de deslocamento aéreo para atendimento em unidades hospitalares na capital, o Governo do Amapá realizou no dia 30 de setembro um treinamento aeromédico para os profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
A parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), possibilitou que médicos e enfermeiros fossem para dentro do hangar do Grupo Tático Aéreo (GTA) receber orientações gerais para atuar em emergências, oferecendo cuidados médicos aos pacientes durante transporte aéreo.
Governo do Amapá realiza treinamento de profissionais do Samu para operações aeromédicas. Foto: Gabriel Maciel/Sesa.
“Esse é um momento muito importante para as duas equipes, pois é uma troca de experiências sobre esse perfil de atendimento, que é um serviço de suma importância para pacientes de outros municípios. Então, é um momento de valorizarmos esse contato, aproveitar essa troca de informação e capacitar o máximo possível as duas equipes para chegar em áreas com suporte aéreo”, afirmou o médico Faedy Pinheiro.
Entre os pontos abordados na capacitação, estão a familiarização com o modelo de aeronave e saídas de emergência, uso adequado do cinto de segurança e dispositivos de amarração, comunicação eficaz com a tripulação e processos de embarque e desembarque de pacientes, além dos aspectos fisiológicos do voo e uso de oxigênio em altitudes elevadas.
“É uma honra receber essa equipe do SAMU para, em conjunto, aprimorarmos nossos atendimentos com a utilização das aeronaves de asa fixa e de asa rotativa, como o helicóptero. O treinamento visa capacitar esses profissionais para atuarem no resgate humanitário, nos mais longínquos municípios do estado do Amapá, para atender da melhor forma possível comunidades que estão mais afastadas e que necessitam do auxílio das instituições públicas” explicou o major do GTA, Jean Silva.
O treinamento também abordou procedimentos normais e de emergência, incluindo evacuação e localização de equipamentos de segurança e sobrevivência. Segundo o diretor do SAMU, Donato Farias, o investimento na capacitação dos profissionais é fundamental para garantir a segurança e a qualidade do atendimento aos cidadãos.
“Essa iniciativa representa um passo importante na implementação do serviço aeromédico no Amapá, que busca oferecer um atendimento mais ágil e eficiente, especialmente em regiões de difícil acesso do nosso estado”, finalizou Farias.
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Governo do Amapá realiza treinamento de profissionais do Samu para operações aeromédicas. Foto: Gabriel Maciel/Sesa.
Governo do Amapá realiza treinamento de profissionais do Samu para operações aeromédicas. Foto: Gabriel Maciel/Sesa.
Governo do Amapá realiza treinamento de profissionais do Samu para operações aeromédicas. Foto: Gabriel Maciel/Sesa.
Em quase 8 anos de operações aeromédicas, a Base do SAMU de Maringá atendeu 5 mil ocorrências.
Brasil – Muitos estados e empresas estão investido e acreditando no desenvolvimento do serviço aeromédico no Brasil. Dentre as organizações do terceiro setor, o destaque fica para a Associação Brasileira de Operações Aeromédicas (ABOA). Nos últimos anos, alguns eventos também tiveram influência nesse crescimento, como a pandemia e a publicação de alguns marcos regulatórios.
Atualmente, há dois modelos de serviço aeromédico no Brasil, um realizado pela Aviação Pública (RBAC 90) e outro pelas empresas de Táxi Aéreo (RBAC 135 | IS 135005-A). Segundo dados da ANAC, são 57 operadores de Táxi Aéreo aprovados para missões aeromédicas.
UNIAIR realizou durante a pandemia mais de 260 remoções aeromédicas de pacientes com COVID-19.
Esses operadores aéreos (135) são contratados por particulares, convênios, seguradoras ou pelo próprio estado para transporte de pacientes SUS (Serviço Único de Saúde). O serviço aeromédico da Aviação Pública integra o SUS e é realizado pelo SAMU, Corpos de Bombeiros Militares e Polícias, por meio de convênios com secretarias de saúde.
Destaques Nacionais da Aviação Pública
A Aviação Pública do Paraná, Santa Catariana, Minas Gerais e São Paulo vem apresentando números expressivos como prestadores de serviço aeromédico do SUS. Em termos de atendimento, o aeromédico do estado do Paraná tem a dianteira. Desde sua implantação, em 2007, já realizaram mais de 30,7 mil atendimentos.
Em 2023, o Paraná bateu o recorde histórico de atendimentos, registrando mais de 4 mil no ano. De janeiro a agosto de 2024, já são quase 2,7 mil atendimentos. O Paraná possui 5 bases aeromédicas e conta com 6 helicópteros e 1 avião dedicados ao serviço. Além disso, o aeromédico do Paraná realiza transfusões de sangue em pacientes graves no local da ocorrência desde 2023.
Profissionais do serviço aeromédico do Paraná fazem reunião técnica em Curitiba. Foto: SESA-PR
Santa Catarina também é destaque nacional. Além da Polícia Civil e da Polícia Militar, somente o Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar, em parceria com o SAMU, realizaram desde a criação do serviço, em 2010, 13.344 atendimentos aeromédicos, com 2 helicópteros e 3 aviões. Em 2023 realizaram 1.454 atendimentos. Além disso, possuem o Programa Sangue Total para atendimento de pacientes graves na cena.
A Polícia Civil, com 2 helicópteros, foi responsável por 3.737 missões aeromédicas desde 2014, com 444 atendimentos em 2023. A Polícia Militar, com 4 helicópteros e 2 aviões, foi responsável por 2.869 atendimentos desde 2016, com 409 atendimentos em 2023. No total, Santa Catarina realizou mais de 19.950 missões aeromédicas. A Polícia Civil e a Polícia Militar também trabalham em parceria com o SAMU.
Minas Gerais nesse contexto também vem apresentando números expressivos com o Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV). Com 4 bases, 6 aeronaves dedicadas e uma de prontidão, desde sua criação em 2012, atenderam 11.140 pacientes. Em 2023 foram 1.285 pessoas resgatadas, voaram 2.350 horas e transportaram mais de 20 órgãos em apoio ao MG Transplantes.
Em 2024, foram 885 atendimentos e quase 2 mil horas de voo. Além disso, há previsão de mais duas novas bases aeromédicas, uma em Governador Valadares e outra em Juiz de Fora (MG).
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Novos aviões da Secretaria da Saúde de Santa Catarina realizaram os primeiros transportes aeromédicos
SAER e SARASUL realizam 9 horas ininterruptas de atendimentos aeromédicos
SAER e SARASUL realizam 9 horas ininterruptas de atendimentos aeromédicos
Serviço Aeromédico do Sul de Santa Catarina enfrenta problemas de repasse de recursos financeiros
Serra Catarinense terá serviço aeromédico inédito durante a temporada de inverno. Foto: BAPM.
Serra Catarinense terá serviço aeromédico inédito durante a temporada de inverno. Foto: BAPM.
Para se ter uma ideia da magnitude dos números do Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, o Comando de Aviação da Polícia Militar de São Paulo, pioneiro no aeromédico e também com números expressivos, realizou em 40 anos, cerca 3 mil salvamentos, 13 mil resgates aeromédicos e 900 transportes de órgãos humanos.
Em 2023 realizaram 477 resgate aeromédicos em 253 horas de voo. Com a maior frota da Aviação Pública do Brasil, 11 bases distribuídas no estado, 27 helicópteros e 3 aviões, mantém 4 helicópteros dedicados ao aeromédico no estado e não recebem o incentivo financeiro de custeio do SUS.
Modelos de gestão
Nesses estados há modelos diferentes de gestão. No Paraná, a Secretaria de Estado da Saúde possui convênio com o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) e contrata uma empresa de Táxi Aéreo que fornece todo suporte logístico para a operação aeromédica do SAMU.
Em São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais, a operação é realizada pela Polícia Militar e pelos Corpos de Bombeiros Militares, respectivamente, com suporte financeiro das Secretarias de Saúde e de suas organizações.
Outros estados também vem investindo e acreditando no serviço aeromédico, beneficiado pacientes do SUS. O Programa Coração Paraibano, o Transporte Neonatal do SOAER/RJ e Salva Mais de Alagoas são serviços que apresentam resultados positivos aos pacientes do SUS.
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Aeronaves do SAAV auxiliam no atendimento do Samu, MG Transplante e transferência de pacientes, com atuação em todo o território nacional
Aeronaves do SAAV auxiliam no atendimento do Samu, MG Transplante e transferência de pacientes, com atuação em todo o território nacional
Helicóptero H135 é um modelo biturbina que funciona como uma “UTI aérea”.
Helicópteros da PM superam 900 missões de transporte de órgãos para transplantes
Segundo dados do Ministério da Saúde, atualmente 20aeromédicos recebem o incentivo financeiro de custeio do SUS – SAIPS, totalizando um custeio mensal de R$ 1.171.952,99 e anual de R$ 14.063.435,88. Os serviços aeromédicos da Aviação Pública que recebem o custeio do SUS são SC, DF, PR, CE, AL, MG, RN, PE, AC, PI e ES.
Sobre os números de atendimentos aeromédicos realizados pelas empresas de Táxi Aéreo ainda é um desafio, pois os dados não são públicos. Sobre esse levantamento, a ABOA vem se empenhando para aglutinar esses números e ter um melhor diagnóstico do setor.
Para especialistas do setor, ainda há muito a ser feito em prol dos pacientes do SUS, especialmente em investimentos públicos, na atualização de regulamentos da saúde e da aviação, infraestrutura hospitalar, incremento de parceiras público-privadas (PPP) e participação mais ativa dos consórcios regionais e das secretarias municipais de saúde.
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Serviço aeromédico do Coração Paraibano transfere idosa de Cajazeiras para receber assistência especializada em João Pessoa
O helicóptero Koala é adaptado para atuar em resgates complexos, operando com equipamentos de suporte avançado de vida. Foto: Marco Antônio - Ascom Sesau.
Em pouco mais de 3 anos, SOAer do RJ se destaca no transporte de órgãos e de pacientes pediátricos
Em pouco mais de 3 anos, SOAer do RJ se destaca no transporte de órgãos e de pacientes pediátricos
Helicópteros da PM superam 900 missões de transporte de órgãos para transplantes
São Paulo – Transportar um órgão para que ele chegue em condições de ser transplantado em um paciente é uma corrida contra o tempo. A agilidade desse serviço também é crucial para aumentar as chances de sucesso do procedimento. Por isso, as aeronaves da Polícia Militar são empenhadas no deslocamento, já que encurtam o tempo de chegada do material nos hospitais possibilitando a realização das cirurgias.
Em São Paulo, esse tipo de apoio é realizado há 23 anos pelos helicópteros Águia. Até setembro, o Comando de Aviação da PM realizou 937 transportes de órgãos em mais de 370 horas de voo. Todos os dias há uma equipe do Comando de Aviação (CAVPM) de prontidão para realizar o transporte.
Helicópteros da PM superam 900 missões de transporte de órgãos para transplantes
O acionamento das aeronaves é feito pela Central de Transplantes da Secretaria da Saúde do estado. Quando surge a oportunidade de um transplante, na maioria das vezes, o receptor está em uma cidade diferente do doador. Nesses casos, a urgência no transporte é dada pelo “tempo de vida” do órgão. Ao ser retirado do doador, o órgão passa por um tempo de isquemia — período em que fica sem receber sangue. Quanto menor for o tempo, mais rápido precisa ser feito o deslocamento entre os hospitais.
“O coração, por exemplo, tem um tempo de isquemia de quatro horas. Ou seja, ele tem esse período para ser retirado do doador, transportado, transplantado e funcionar no corpo do receptor”, explica o tenente médico Régis Marques, do Comando de Aviação da Polícia Militar.
“Quanto mais próximo o órgão chega desse prazo final, maior é o grau de rejeição do órgão no receptor. Quanto mais rápido chega, maior é a taxa de sucesso da cirurgia”, complementa o tenente, que realiza o serviço há mais de um ano e meio na unidade.
O órgão é levado dentro de uma caixa térmica lacrada, com gelo e substâncias para preservar a temperatura. Além do coração, o pulmão e o fígado, que tem 4 e 12 horas de isquemia, respectivamente, são os órgãos mais transportados pelos helicópteros da PM. “É um dos trabalhos mais gratificantes que realizo aqui”, conclui Marques.
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Helicópteros da PM superam 900 missões de transporte de órgãos para transplantes
Helicópteros da PM superam 900 missões de transporte de órgãos para transplantes
Helicópteros da PM superam 900 missões de transporte de órgãos para transplantes
SAMU atendeu mais de 6 mil ocorrências durante a Estação Inverno na Serra Catarinense
Santa Catarina – O inverno terminou e com ele chegou ao fim a Operação Estação Inverno. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) participou da iniciativa com a atuação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e parceria com o Batalhão de Aviação da Polícia Militar (BAPM).
A Central de Regulação de Urgência do SAMU de Lages registrou 6.204 ocorrências, entre os dias de 20 de junho e 22 de setembro. Destas, as maiores incidências foram casos clínicos adultos com 4.204, seguido de doenças cardiovasculares 1.164 e problemas neurológicos 857.
Para reforçar o atendimento na região, foi implantado o serviço aeromédico com a contratação de médicos e enfermeiros, bem como a parceria com o BAPM, que dispõe do helicóptero Águia 04 preparado para oferecer suporte avançado à vida (UTI aérea). No período proporcionaram atendimento para 67 pacientes graves. A Saúde Estadual também investiu na aquisição de novos equipamentos para a operacionalização do serviço durante o inverno.
“A união dos serviços reduz o tempo de resposta a situações críticas, salvando mais vidas e proporcionando atendimento médico rápido e eficiente aos pacientes”, destacou Marcos Fonseca, superintendente de Urgência e Emergência.
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SAMU atendeu mais de 6 mil ocorrências durante a Estação Inverno na Serra Catarinense
SAMU atendeu mais de 6 mil ocorrências durante a Estação Inverno na Serra Catarinense
O helicóptero Koala é adaptado para atuar em resgates complexos, operando com equipamentos de suporte avançado de vida. Foto: Marco Antônio - Ascom Sesau.
Alagoas – Nesta sexta-feira (27) foram apresentadas duas novas aeronaves do Serviço Aeromédico de Alagoas: um helicóptero monomotor AW119 Koala (Falcão 05) e um avião Baron, ambas adaptadas para o transporte aeromédico. A cerimônia ocorreu no hangar da fazenda Volta D’água, em Marechal Deodoro, e contou com a presença de autoridades estaduais, militares e profissionais de saúde.
Essas aeronaves fazem parte do Programa Salva Mais do Governo de Alagoas e têm como objetivo reduzir o tempo resposta dos atendimentos mais graves e emergenciais, como Acidente Vascular Cerebral (AVC), infartos, acidentes de trânsito e transporte de órgãos para transplantes.
Com a autonomia de 2h30 de voo, o helicóptero Koala será essencial para o resgate de pacientes em áreas de difícil acesso, transportando até seis pessoas, incluindo a equipe médica e o paciente. Já o bimotor Baron, com capacidade para voar 5h a 320 km/h, será utilizado em transferências interestaduais de pacientes críticos e para transplante de órgãos, podendo percorrer longas distâncias com total segurança.
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O helicóptero Koala é adaptado para atuar em resgates complexos, operando com equipamentos de suporte avançado de vida. Foto: Marco Antônio - Ascom Sesau.
O helicóptero Koala é adaptado para atuar em resgates complexos, operando com equipamentos de suporte avançado de vida. Foto: Marco Antônio - Ascom Sesau.
O helicóptero Koala é adaptado para atuar em resgates complexos, operando com equipamentos de suporte avançado de vida. Foto: Marco Antônio - Ascom Sesau.
O avião Baron é adaptado com equipamentos específicos para o transporte aeromédico. Foto: Marco Antônio - Ascom Sesau.
O avião Baron é adaptado com equipamentos específicos para o transporte aeromédico. Foto: Marco Antônio - Ascom Sesau.
O avião Cessna 210N passou a integrar a estrutura do Serviço Aeromédico em dezembro de 2023.
O avião Cessna 210N passou a integrar a estrutura do Serviço Aeromédico em dezembro de 2023.
A integração dessas aeronaves ao serviço aeromédico promete revolucionar a logística de saúde no Estado, acelerando o transporte de vítimas tanto dentro de Alagoas quanto para outros estados do país. Isso permitirá que pacientes graves recebam o atendimento adequado em tempo recorde, o que é crucial em situações em que cada minuto é essencial para a vida.
O tenente-coronel Mota Azevedo, titular do Comando de Aviação do Estado de Alagoas (COMAVE), órgão responsável pela gestão das aeronaves e operações aéreas de Segurança Pública e Saúde de Alagoas, destacou a importância da capacitação contínua para o uso das novas aeronaves: “Daqui a aproximadamente 30 dias, após o treinamento dos nossos médicos, enfermeiros e militares, as aeronaves estarão prontas para atuar, garantindo um serviço aeromédico de excelência”, frisou.
Para o médico Rodrigo Nicácio, coordenador da Rede de Urgência e Emergência do Estado, a ampliação do serviço gera mais agilidade aos atendimentos. “Agora, com a agilidade e a velocidade das aeronaves, poderemos intensificar, ainda mais, os atendimentos. Pacientes com AVC, infarto e até aqueles que necessitam de transplantes terão suas chances de recuperação aumentadas”, enfatizou.
A coordenadora do SAMU Maceió, enfermeira Beatriz Santana, também comentou a importância do reforço no atendimento. “Essas aeronaves são um marco para o SAMU. Com elas, conseguiremos reduzir, ainda mais, o tempo resposta e garantir mais vidas salvas, especialmente em regiões de difícil acesso”, destacou.
ABOA e POLARIS AERO unem forças para aprimorar a segurança em operações aeromédicas
A Associação Brasileira de Operações Aeromédicas (ABOA) e a empresa POLARIS AERO assinaram na quarta-feira (25), Memorando de Entendimento com o objetivo de fortalecer a cooperação e promover a difusão de procedimentos de segurança em operações aeromédicas no Brasil. O acordo foi firmado durante a abertura do evento “Missão Aeromédica – Salvando Vidas”, organizado pelo Consulado Americano, em parceria com a ABOA.
“A parceria de compartilhamento das boas práticas do serviço aeromedico é importante para ampliar o serviço. Ao difundir e orientar sobre a melhor maneira de executar as operações são executas com mais precisão e qualidade”, comentou Cláudia Valéria de Paula, Diretora Executiva da ABOA.
A Polaris Aéreo é uma empresa que oferece soluções de gerenciamento de segurança operacional na aviação e fornece serviços como a análise de dados, gestão de riscos e conformidade regulatória, permitindo que as organizações aeronáuticas aumentem a segurança e sua eficiência.
Com a parceria, o Manual de Boas Práticas da ABOA será integrado ao software Flight Risk da Polaris, garantindo que as melhores práticas da associação estejam disponíveis para um número maior de operadores. Além disso, a fim de contribuir com uma melhor gestão de riscos e aumento da segurança dos voos, o software será apresentado aos associados da ABOA, com condições especiais.
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ABOA e POLARIS AERO unem forças para aprimorar a segurança em operações aeromédicas
ABOA e POLARIS AERO unem forças para aprimorar a segurança em operações aeromédicas
ABOA e POLARIS AERO unem forças para aprimorar a segurança em operações aeromédicas
ABOA e POLARIS AERO unem forças para aprimorar a segurança em operações aeromédicas
ABOA e POLARIS AERO unem forças para aprimorar a segurança em operações aeromédicas
ABOA e POLARIS AERO unem forças para aprimorar a segurança em operações aeromédicas
Segurança Pública realiza ação de resgate aeromédico em aldeia indígena. Foto: Ascom/Sejusp.
Acre – No domingo (22), o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), em colaboração com a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), realizou mais um resgate aeromédico, desta vez na Aldeia Santa Cruz, no município de Assis Brasil.
A missão teve como objetivo garantir a transferência rápida e segura de uma jovem indígena que estava em trabalho de parto e apresentava suspeita de sofrimento fetal. A aldeia, localizada às margens do Rio Iaco é uma área de difícil acesso, tornando a intervenção ainda mais desafiadora.
“Fomos acionados na manhã de domingo para uma solicitação de resgate de uma grávida. Rapidamente realizamos a avaliação meteorológica, para saber se havia condições de voo, e quando constatado que sim fomos com a equipe do Samu para a aldeia”, explica o piloto Marfison Soares.
O resgate durou cerca de 2h20. Assim que a equipe do CIOPAER chegou ao local, a paciente foi transferida por ambulância para a Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco, onde recebeu os cuidados médicos necessários. O bebê e a mãe encontram-se em quadro de saúde estável.
O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, destacou a importância da operação. “Esse resgate mostra o compromisso que a Segurança Pública tem com a população. Nossos helicópteros chegam a áreas de difícil acesso para levar segurança e saúde”, afirmou.
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Resgate durou cerca de 2h20 e foi executado com precisão. Foto: Ascom/Sejusp.
Segurança Pública realiza ação de resgate aeromédico em aldeia indígena. Foto: Ascom/Sejusp.
Operação aeromédica da Polícia Militar e do SAMU salva recém-nascido em estado grave. Foto: PMSC.
Santa Catarina – Um recém-nascido de apenas dois dias foi transportado de forma emergencial do Hospital São Francisco, em Concórdia, para o Hospital Infantil Seara do Bem, em Lages, em uma operação realizada pelo Batalhão de Aviação da PM de Santa Catarina (BAPM) e pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
O bebê, que apresentava um quadro grave de insuficiência respiratória e atresia esofágica, necessitava de cuidados médicos constantes e de um meio de transporte ágil devido à gravidade de seu estado de saúde.
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Operação aeromédica da Polícia Militar e do SAMU salva recém-nascido em estado grave. Foto: PMSC.
Operação aeromédica da Polícia Militar e do SAMU salva recém-nascido em estado grave. Foto: PMSC.
Como o transporte terrestre levaria cerca de quatro horas, o que poderia comprometer a sobrevivência do paciente, as equipes montaram uma operação de urgência para garantir que ele chegasse a Lages de forma segura e rápida. Com o auxílio do helicóptero Águia 01, o trajeto foi concluído em aproximadamente uma hora, possibilitando um atendimento imediato.
Durante todo o percurso, o recém-nascido foi acompanhado por profissionais da equipe médica do SAMU e do Cerinter Inter Hospitalar da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que garantiram os cuidados necessários para manter sua estabilidade.
O governador Carlos Massa Ratinho Junior realiza a entrega de veículos destinados ao serviço de transporte de órgãos.
Foto: Roberto Dziura Jr/AEN
Paraná – Referência na doação de órgãos no Brasil, o Paraná vai agilizar a logística de transplantes. O governador Carlos Massa Ratinho Junior entregou nesta segunda-feira (23), 18 novos veículos para o Sistema Estadual de Transplantes do Paraná, maior renovação da frota da história do órgão. Ele também anunciou a aquisição de duas aeronaves para a Casa Militar, que irão ajudar no transporte de órgãos no Estado. O processo de compra ainda será iniciado.
O investimento da Secretaria de Estado da Saúde nas novas viaturas, que serão destinados às quatro Organizações de Procura de Órgãos (OPOs) do Estado, foi de R$ 1,9 milhão. Nove veículos ficarão em Curitiba, onde está a sede da Central Estadual de Transplantes, e o restante será distribuído entre as organizações de Londrina (Norte), Maringá (Noroeste) e Cascavel (Oeste).
O governador Carlos Massa Ratinho Junior realiza a entrega de veículos destinados ao serviço de transporte de órgãos. Foto: Roberto Dziura Jr/AEN
“O paranaense é um povo muito solidário, o que fez com que o Estado se tornasse referência no transplante de órgãos. Somos a população que mais doa órgãos no País, mais que o dobro da média nacional”, afirmou Ratinho Junior. “Também temos uma das estruturas mais modernas do mundo na gestão logística, na busca desses órgãos para levar até os hospitais para atender a população. Por isso a importância dessas novas viaturas, que vão reforçar a logística tanto na Capital, quanto no Interior”.
Além do transporte terrestre, o Paraná conta com uma estrutura aérea, com três aviões e 01 helicóptero da Casa Militar disponíveis 24 horas por dia para o transporte de órgãos e das equipes do sistema estadual. Essa agilidade é necessária porque os procedimentos devem ser feitos de forma muito rápida, por causa do tempo de isquemia dos órgãos, que é o intervalo entre a retirada do doador e a cirurgia no transplantado.
“O Sistema Estadual de Transplantes é um dos orgulhos do Paraná e da Secretaria da Saúde. É graças a esse trabalho que, há muitos anos, somos os líderes nacionais em doação de órgãos”, salientou o secretário estadual da Saúde, César Neves. “A renovação da frota, junto com a estrutura da Casa Militar, ajudam a estruturar a parte logística da nossa Central de Transplantes, que nos coloca na vanguarda nacional nessa área. Queremos, cada vez mais, que os paranaenses tenham o melhor sistema de transplantes do País”.
O governador Carlos Massa Ratinho Junior realiza a entrega de veículos destinados ao serviço de transporte de órgãos. Foto: Roberto Dziura Jr/AEN
“Todas as aeronaves do Governo do Estado ficam disponíveis para a Central de Transplantes 24 horas por dia, para que quando formos acionados pela Secretaria de Saúde, possamos colocá-las à disposição para fazer o deslocamento aqui no Paraná ou em outro Estado”, explicou o chefe da Casa Militar, tenente-coronel Marcos Tordoro. “Elas são usadas para levar a equipe médica para fazer a captação com o doador ou para levar o órgão para cirurgia. É toda uma estrutura utilizada para salvar vidas”.
Atualmente, o sistema paranaense é formado pela Central Estadual de Transplantes, localizada em Curitiba e que coordena as atividades em todo o Estado; quatro Organizações de Procura de Órgãos; 70 Comissões Intra Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes; 23 equipes transplantadoras de órgãos; 60 equipes transplantadoras de tecidos, cinco laboratórios de histocompatibilidade; três Bancos de Tecidos Oculares e um banco de multitecidos; além de quatro Câmaras Técnicas.
Para a coordenadora do Sistema Estadual de Transplantes, Juliana Ribeiro Giugni, o trabalho de todas essas equipes é fortalecido com a estruturação. “Esses carros vêm para fortalecer a nossa logística terrestre, trazendo mais segurança às nossas equipes, que rodam 24 horas por dia, sete dias por semana, transportando esses bens preciosos, que são os órgãos e tecidos doados pelas famílias para serem destinados para transplante”, disse.
O governador Carlos Massa Ratinho Junior realiza a entrega de veículos destinados ao serviço de transporte de órgãos. Foto: Roberto Dziura Jr/AEN
DADOS DO PARANÁ
O Paraná se mantém como o Estado com maior número de doações de órgãos por milhão de população (pmp) no País, de acordo com a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). O Estado registra 42,3 doações pmp, seguido por Santa Catarina com 40,7 pmp, Rondônia com 40,5 pmp e Rio de Janeiro com 27,0 pmp. A média nacional é de 19,5 pmp. O Estado também está na liderança nacional de transplante de rins e é o terceiro em transplantes de fígado.
Segundo a Secretaria da Saúde, entre janeiro e agosto de 2024, o Estado atingiu o maior número de transplantes de órgãos sólidos dos últimos seis anos, com 574 procedimentos. O período também foi marcado pelos recordes nos transplantes de coração, com 28 procedimentos, e de rim, com 342 procedimentos.
Os órgãos doados são destinados a pacientes que necessitam de transplante e estão aguardando em uma lista única de espera, que é fiscalizada pelo Sistema Nacional de Transplantes, do Ministério da Saúde, e pelas Centrais Estaduais de Transplantes. Atualmente, 3.992 pessoas aguardam na fila de espera por um transplante no Paraná. A maior demanda é por transplante de rim, com 2.222 pacientes, seguido por transplante de córneas (1.436) e de fígado (257).
A seleção de um paciente que aguarda por um transplante ocorre com base na gravidade de sua doença, tempo de espera em lista, tipo sanguíneo, compatibilidade anatômica com o órgão doado e outras informações médicas importantes. Todo o processo de seleção dos potenciais receptores é seguro, justo e transparente. Os órgão que podem ser transplantados são o coração, pulmões, fígado, rins, pâncreas, além de tecidos, como córneas, pele, ossos, valvas cardíacas e tendões.
O governador Carlos Massa Ratinho Junior realiza a entrega de veículos destinados ao serviço de transporte de órgãos. Foto: Roberto Dziura Jr/AEN
Profissionais do serviço aeromédico do Paraná fazem reunião técnica em Curitiba. Foto: SESA-PR
Paraná – Médicos e enfermeiros do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que atuam nas bases aeromédicas do Paraná, coordenadas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), estiveram em Curitiba nesta sexta-feira (20) em uma reunião técnica para organização dos serviços prestados nas demandas de urgência e emergência do Estado.
O atendimento aeromédico é operado pelo Sistema Estadual de Regulação de Urgência e suas respectivas centrais. O serviço do Paraná é referência nacional, considerando o número de aeronaves, a capacitação dos profissionais e, principalmente, porque é o único coordenado e operado exclusivamente para atendimentos de saúde, sendo acionado por médicos reguladores via sistema de Urgência e Emergência sempre que há indicação clínica de gravidade e necessidade.
O transporte é feito por seis helicópteros e um avião que ficam em cinco bases localizadas em Curitiba, Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa, todas escolhidas estrategicamente para garantir a cobertura de 100% do Estado com o serviço. As aeronaves são tripuladas por pelo menos um piloto, um médico e um enfermeiro. O serviço é autorizado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e segue as diretrizes dispostas no Regulamento Brasileiro de Aviação Civil (RBAC) nº 90.
Profissionais do serviço aeromédico do Paraná fazem reunião técnica em Curitiba. Foto: SESA-PR
“Nossas equipes de resgate aéreo dão cobertura para desastres, acidentes, transferências intra-hospitalares de pacientes graves e que necessitem de UTI, entre outras atividades, portanto, é fundamental estarmos sempre alinhados e capacitando esses profissionais. O Paraná tem orgulho de ter uma das maiores frotas do país e ser um serviço referenciado nacionalmente pela excelência e qualidade no serviço aeromédico”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
Aeromédico em números
Desde sua implantação em 2007, o serviço aeromédico do Paraná já realizou mais de 30,7 mil atendimentos, que incluem o socorro às vítimas de acidentes, casos de emergência clínica, como infarto e AVC, transferência de pacientes graves e também o transporte de órgãos para transplante.
Em 2023, o Paraná bateu o recorde histórico de atendimentos aeromédicos do serviço no Estado. Ao todo, foram registrados mais de 4 mil atendimentos no ano. Agora, de janeiro a agosto deste ano, já são quase 2,7 mil atendimentos.
“A reunião técnica que foi realizada hoje visa dar uniformidade e qualificação cada vez maior, progressiva, para todas as cinco bases de helicópteros que atuam no Estado, assim como a equipe do nosso avião que faz os transportes de UTI. A discussão de protocolos e de rotinas operacionais aumenta a segurança das equipes e se reverte diretamente em qualificação para o atendimento do cidadão”, disse o diretor de Planejamento da Atenção Especializada da Sesa e gestor da Unidade Aérea Pública (UAP), da secretaria, Vinícius Filipak.
O serviço aeromédico do Paraná iniciou um projeto inovador e experimental em 2023 para realização de transfusões de sangue em pacientes graves no local da ocorrência, mesmo antes de serem encaminhados ao hospital. Em uma parceria da Sesa com a Helisul foi instalada, na base Maringá, uma sala para o acondicionamento das bolsas de sangue tipo “O -”, considerado universal. Este procedimento segue rigorosamente as normativas de segurança e controle estabelecidas pelo Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Desde então, 39 pessoas em estado gravíssimo receberam transfusões no local do atendimento médico ou durante o voo até o serviço especializado mais próximo.
Profissionais do serviço aeromédico do Paraná fazem reunião técnica em Curitiba. Foto: SESA-PR
Bases Aeromédicas
Cada base de helicóptero é responsável por uma área de atendimento de até 250 quilômetros do seu ponto de origem, com voos de até duas horas de duração para possibilitar ida e volta sem a necessidade de reabastecimento. Atualmente todo o Paraná é coberto por cinco bases aeromédicas, que atuam de forma coordenada e complementar.
Em Curitiba ficam alocados dois helicópteros, um da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e um do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas do Paraná (BPMOA), além de um avião da Sesa. Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa contam com um helicóptero cada, contratados pela Sesa junto à empresa Helisul. As equipes médicas e de enfermagem são disponibilizadas pelos Samus Regionais.
Além destas, durante o Verão Maior Paraná, o Governo do Estado também disponibiliza mais uma aeronave com base em Matinhos para dar suporte aos atendimentos no Litoral paranaense, numa parceria entre a Sesa e Secretaria de Estado da Segurança Pública.
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Profissionais do serviço aeromédico do Paraná fazem reunião técnica em Curitiba. Foto: SESA-PR
Profissionais do serviço aeromédico do Paraná fazem reunião técnica em Curitiba. Foto: SESA-PR
Profissionais do serviço aeromédico do Paraná fazem reunião técnica em Curitiba. Foto: SESA-PR
A servidora da Secretaria de Estado da Saúde (SES), enfermeira Euseli de Assis Batista
Santa Catarina – A servidora da Secretaria de Estado da Saúde (SES), enfermeira Euseli de Assis Batista, foi homenageada com o Prêmio Anna Nery 2024, durante o 26º Congresso Brasileiro dos Conselhos de Enfermagem (CBCENF).
A premiação reconhece profissionais que se destacam por sua excelência, dedicação e contribuições significativas à profissão e ao sistema de saúde do país. Euseli foi indicada pelo plenário do Conselho Regional de Enfermagem de SC, entre mais de 80 mil profissionais da enfermagem catarinense. O evento foi realizado na última terça-feira (17), em Recife.
Atualmente, Euseli é enfermeira de voo no SAMU Aeromédico, que atua em parceria com Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do CBMSC e na emergência do Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis. Em 2021, a servidora participou da implantação do serviço de transfusão de sangue total das aeronaves Arcanjos, uma iniciativa pioneira no Brasil, tornando o país o quarto no mundo a realizar transfusões de sangue total em aeronaves, ao lado de Estados Unidos, Noruega e Israel.
Programa Sangue Total completa dois anos salvando vidas em Santa Catarina.
“É uma honra receber esse prêmio e gratificante ao mesmo tempo porque valoriza o nosso trabalho. Estou muito feliz. Mas acredito que todos os profissionais catarinenses são merecedores desse prêmio. É um reconhecimento e valorização de um esforço diário para entregar o melhor de nós. Afinal, o sucesso de um trabalho depende do empenho de cada”, ressalta Euseli.
Prêmio Anna Nery
Criado em 2012, o prêmio é oferecido pelo Sistema Cofen/Conselhos Regionais a profissionais que contribuem para o avanço da enfermagem com dedicação e comprometimento.
Desde então, mais de 351 personalidades já foram homenageadas. O nome do prêmio homenageia Anna Nery, pioneira da enfermagem no Brasil, conhecida por seu trabalho voluntário durante a Guerra do Paraguai no século XIX.
A servidora da Secretaria de Estado da Saúde (SES), enfermeira Euseli de Assis Batista.
Giuliana emocionada ao rever o piloto e tripulante envolvidos no seu resgate. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
Acre – Há 15 anos, o destino de Giuliana Santi se entrelaçou com o do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) de forma inesquecível. Ela estava envolvida em um acidente de carro na cidade de Manoel Urbano, um momento que mudaria sua vida para sempre. Com ferimentos graves, ela se tornou a primeira vítima de acidente a ser resgatada pelo helicóptero do CIOPAER, na época o João Donato, única aeronave da segurança pública no Acre.
Hoje, após uma década e meia, Giuliana e a equipe de pilotos e tripulantes que a resgataram tiveram a oportunidade de celebrar a vida e a força que ela representa. “Meus pais nunca me viram tão felizes como naquele dia, quando eu estava prestes a conhecer Cruzeiro do Sul. Mas Deus tinha outros planos para mim. Eu sobrevivi para ser um testemunho, um milagre”, relembra com lágrimas nos olhos.
Ciopaer com a primeira vítima de resgate aéromédico da Segurança Pública do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
Durante o acidente, Giuliana, que na época tinha 23 anos, foi arremessada para fora do carro e ficou no meio da estrada. Dez minutos depois, uma enfermeira, que passava pela estrada, prestou os primeiros socorros e a acompanhou até Manoel Urbano, onde aguardaram o resgate aéreo.
A precisão e a rapidez da equipe do CIOPAER foram essenciais para salvar a jovem, que na época viajava a trabalho com mais dois colegas a serviço do então Departamento de Águas e Saneamento do Acre (Deas), quando o veículo em que trafegavam capotou.
Ela lembra com emoção que os primeiros socorros dados pela enfermeira foram cruciais para que aguentasse esperar o resgate aeromédico. Ela conta que a profissional estava com o marido, que era mecânico de máquinas pesadas. A presença da enfermeira naquele momento de urgência mudou a vida da jovem bióloga e de seu colega de trabalho.
Missão real e urgente
O que deveria ser um simples exercício de simulação para a equipe se transformou em uma missão real e urgente. O comandante Sergio Albuquerque, um dos pilotos envolvidos no resgate e atualmente coordenador do CIOPAER, relembra o momento com emoção.
Comandante Sergio Albuquerque, um dos pilotos envolvidos no resgate e atualmente coordenador do Ciopaer em abraço com a sua primeira pessoa resgatada. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
“Nós estávamos treinando quando recebemos a notícia do acidente. O que deveria ser um treinamento se tornou uma missão real. Não havia local preparado para o pouso, e as condições eram difíceis. Mas a perícia da equipe e dos médicos foi colocada à prova, e conseguimos salvar Giuliana e seu colega. A operação foi difícil, mas realizada com perfeição”.
O primeiro resgate do CIOPAER realizado em 14 de setembro de 2009 marcou o início de uma trajetória de dedicação e sucesso. Naquele dia, o cenário era desafiador, e a equipe, recém treinada, precisou colocar em prática tudo o que havia aprendido, pois na época não havia heliponto no Hospital de Urgência e Emergências de Rio Branco (Huerb).
A rua de acesso à unidade de emergência se tornou a pista que levaria a bióloga e seu colega à vida. Os tripulantes realizaram a maior operação de suas vidas ao parar o trânsito naquele dia para que o João Donato pudesse pousar, driblando os fios da rua para que, assim, a jovem de 23 anos imobilizada e com oxigênio também pudesse driblar a morte.
O subtenente Edivan Santana, na época um dos tripulantes, conta com precisão como foi participar do marco que foi aquele resgate: “São 15 anos, e reencontrá-la saudável e grata é algo marcante. No dia do resgate, parecia que Deus havia planejado tudo. Estávamos finalizando um treinamento quando recebemos a ocorrência de um acidente grave. Os pilotos decolaram imediatamente para resgatar as vítimas, que estavam em situação crítica. Lembro-me de como tudo parecia um simulado que virou realidade. A operação foi um sucesso e trouxemos Giuliana para Rio Branco em segurança. A compressão de tempo proporcionada pelo helicóptero foi decisiva. Quem está em estado grave não pode esperar, e o helicóptero é essa ferramenta vital que garante o tempo necessário”.
Giuliana emocionada abraçando o coronel Albuquerque, atualmente comandante do Ciopaer. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp.
O coronel Albuquerque relembra com emoção o início do CIOPAER no dia 11 de setembro, e o impacto da primeira operação de resgate aéreo no estado do Acre. “No começo, contávamos com apenas uma aeronave, que infelizmente perdemos. O governador Gladson Cameli e o secretário de Segurança, coronel Américo Gaia, têm investido pesadamente em nossa capacidade de salvar vidas. No início, éramos apenas dois pilotos, eu e o coronel Negreiros. Agora, contamos com quatro comandantes e dez copilotos, e continuamos a formar mais. Investir em pessoal é crucial para que possamos assumir essas missões desafiadoras. O primeiro resgate que fizemos foi a prova de que cada investimento vale a pena. Quando uma vida é salva, quanto vale isso? É inestimável”.
15 anos de renascimento
Giuliana compartilha sua gratidão profunda. “Esses 15 anos trouxeram muitas coisas maravilhosas para minha vida, inclusive meus filhos. Toda vez que vejo um helicóptero, me emociono, porque sei que ele salvou a minha vida. Setembro é sempre um mês especial para mim, é como um renascimento. Se eu pudesse resumir minha gratidão em uma frase, diria: Que Deus continue abençoando e protegendo essa equipe, para que possam salvar muitas outras vidas, como salvaram a minha”.
Com 15 anos de história, o CIOPAER continua a salvar vidas e impactar a segurança pública no Acre, mostrando que cada investimento em aviação e pessoal vale cada segundo de vida resgatada. Desde então, o CIOPAER cresceu e se aprimorou. O Estado investiu em novas aeronaves e na formação de mais pilotos. “Hoje temos 11 novos pilotos e três helicópteros, além de três aviões. O governo do Acre e a Secretaria de Segurança têm investido fortemente na segurança pública e na aviação de resgate”, comenta Albuquerque.
Registro do helicóptero João Donato e do reencontro dos operadores aéreos e Giuliana após o acidente. Foto: Arquivo pessoal.
Giuliana, que hoje carrega as cicatrizes físicas e emocionais do acidente, é um símbolo da eficácia do trabalho da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por intermédio do CIOPAER. “As marcas que eu levo são de um milagre. Se não fosse o resgate aéreo, eu não estaria aqui. O investimento que o Estado fez na segurança pública salvou minha vida e continua salvando muitas outras”, conclui com gratidão Giuliana, que hoje é casada e mãe da pequena Aurora de sete meses e do Mateo de sete anos.
O secretário de Segurança Pública do Acre, José Américo Gaia, destaca que essa história não é apenas um relato de um resgate. É um testemunho do impacto que a dedicação e o investimento em segurança pública podem ter na vida das pessoas. “O CIOPAER, que começou com uma aeronave e dois pilotos, hoje é uma instituição sólida e essencial para a população do Acre, provando que cada vida salva vale todo o esforço e investimento do Estado e da Segurança Pública”, afirma o gestor da pasta.
Segundo voo, celebrando a vida
Após 15 anos, ela voltou a voar no helicóptero do CIOPAER, mas desta vez sob circunstâncias completamente diferentes. Agora, não mais ferida, ela pôde reviver aquele momento crucial da sua vida com outra perspectiva. Emocionada, sobrevoou o hospital onde foi levada e o local exato do pouso de resgate. “Foi uma experiência indescritível, uma mistura de gratidão e emoção ao olhar para baixo e ver onde tudo aconteceu”, relatou.
O resgate da bióloga foi um marco não apenas para ela, mas também para o CIOPAER, que se consolidava como uma força vital no salvamento de vidas no Acre. Hoje, com uma frota ampliada e uma equipe de pilotos altamente treinados, o CIOPAER celebra 15 anos de operações, marcados por histórias como a da jovem, que destacam o impacto do serviço aéreo no estado.
Durante o voo comemorativo, ela expressou sua eterna gratidão ao CIOPAER, não apenas pelo resgate, mas por tudo que ele representou: “Hoje, estou viva e posso abraçar meus filhos. Isso só foi possível graças a esse helicóptero e a essa equipe dedicada”, disse.
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Giuliana emocionada com a filha na homenagem dos 15 anos do Ciopaer. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
Giuliana Santi com a família. Foto: Arquivo pessoal
Giuliana Santi com a família. Foto: Arquivo pessoal
Reencontro de Giuliana com parte da equipe do seu resgate em 2009. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
Reencontro de Giuliana com parte da equipe do seu resgate em 2009. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
Comandante Sergio Albuquerque, um dos pilotos envolvidos no resgate e atualmente coordenador do Ciopaer em abraço com a sua primeira pessoa resgatada. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
Após 15 anos do voo do seu acidente, Giuliana volta a voar em um helicóptero do Cipopaer. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
Giuliana emocionada ao rever o piloto e tripulante envolvidos no seu resgate. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
Sentinela transporta mais um coração e um fígado para transplante.
Brasília – Na tarde de sexta-feira (13), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (DETRAN-DF) transportou mais um coração e um fígado para a realização de transplante no Distrito Federal. O coração e o fígado foram transportados pela Força Aérea Brasileira (FAB) de Palmas (TO) até Brasília.
Foram realizados dois voos pelo helicóptero Sentinela do DETRAN até o Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ITCDF). O primeiro transportando o coração e o segundo, o fígado. Participaram dos voos o comandante Sergio Dolghi, o copiloto Ramon Chagas e os operadores aerotáticos Gilson Queiroz e Fernando Avelar.
A parceria entre DETRAN e a Central Estadual de Transplantes existe há nove anos, garantindo a agilidade necessária para o transporte de órgãos, indispensável ao aproveitamento nos transplantes realizados no Distrito Federal. Desde 2015, foram transportados 72 corações pelo DETRAN e, destes, 11 aconteceram em 2023 e 16 neste ano de 2024. Quanto ao fígado, este foi o 1º deste ano e o 5º desde 2015.
Sentinela transporta mais um coração e um fígado para transplante.
Helicóptero do Corpo de Bombeiros do RJ atinge linha de transmissão durante operação de combate a incêndio florestal. Foto: Reprodução redes sociais.
Rio de Janeiro – O helicóptero “Bombeiro 06”, PT-SRJ, modelo AS350B3 (Esquilo), do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros atingiu uma linha de transmissão da concessionária Light e interrompeu o fornecimento de energia em várias cidades da região Centro-Sul Fluminense na tarde desta segunda-feira (16).
A colisão exigiu o pouso forçado no gramado de um hotel em Itaipava e deixou cidades como Três Rios, Sapucaia, Paraíba do Sul, Carmo e Paty de Alferes sem luz por cerca de duas horas. Apesar do susto, ninguém ficou ferido no incidente e o helicóptero sofreu danos parciais no para-brisa, porta, e corta fio. A aeronave será encaminhada para manutenção.
Helicóptero dos bombeiros fez pouso de emergência em Petrópolis — Foto: Rhayssa Motta/g1
O incidente ocorreu enquanto a aeronave combatia focos de incêndio florestal em Petrópolis. Técnicos da concessionária foram acionados e, após o desligamento, conseguiram restabelecer a energia para os municípios afetados.
A colisão também provocou a queda de parte da fiação sobre as pistas da BR-040, no quilômetro 62, sentido Juiz de Fora, o que obrigou a interdição do trecho para a remoção dos cabos. Segundo a Concer, concessionária responsável pela rodovia, motoristas foram orientados a desviar pelo quilômetro 58. Quem seguia no sentido Rio de Janeiro teve que retornar no quilômetro 65, na altura de Araras, para sair no quilômetro 58.
O Corpo de Bombeiros destacou que a operação de combate aos incêndios florestais foi temporariamente interrompida, mas equipes continuam monitorando a situação na região.
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Acidente ocorreu enquanto a aeronave combatia focos de incêndio florestal em Petrópolis
Acidente ocorreu enquanto a aeronave combatia focos de incêndio florestal em Petrópolis
Helicóptero do Corpo de Bombeiros do RJ atinge linha de transmissão durante operação de combate a incêndio florestal. Foto: Reprodução redes sociais.
PRF e Corpo de Bombeiros realizam dois atendimentos aeromédicos no Pantanal.
Mato Grosso do Sul – A Polícia Rodoviária Federal (PRF), através do Núcleo de Operações Aéreas, em uma ação conjunta com o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul, realizou o resgate de um idoso envolvido em um acidente com uma embarcação de pequeno porte, nesta terça-feira (03), na região de Porto Índio, próximo à divisa com Bolívia, no Pantanal.
A embarcação teria colidido com uma formação rochosa no leito do rio, resultando em duas vítimas, uma em óbito e a outra em estado gravíssimo. O Grupo estava em viagem turística e já estava há 4 dias no barco|hotel.
PRF e Corpo de Bombeiros realizam dois atendimentos aeromédicos no Pantanal.
Com a aeronave da PRF, que estava atuando no combate as queimadas no Pantanal, foi possível realizar o resgate aeromédico de uma das vítimas, um idoso de 70 anos, que estava com cortes profundos na região da axila e face, provenientes do impacto contra a hélice do motor do barco.
Foram feitos os primeiros atendimentos, juntamente com um militar do Corpo de Bombeiros, ainda no local e depois encaminhado para o Hospital. O deslocamento aéreo de retorno levou cerca de 40 minutos. O mesmo trajeto, utilizado o rio, levaria 18h para chegar e mais 18h para retornar.
Este foi o segundo atendimento aeromédico em menos de uma semana com o Patrulha 17 nesta região. Na tarde desta sexta-feira (30), a equipe da PRF socorreu uma idosa de 83 anos com queimaduras no membro superior decorrentes do incêndio da região.
Ela estava em uma casa em área isolada, na região de Porto Rolón, em Corumbá(MS), cidade a 420 km da capital, Campo Grande. Foi realizado o primeiro atendimento e o transporte da vítima para o aeroporto de Corumbá, seguido do encaminhamento ao hospital, onde segue em observação.
PRF e Corpo de Bombeiros resgatam idosa vítima das queimadas em Corumbá (MS).
O Serviço Comercial dos Estados Unidos (Consulado Americano), em parceria com a Associação Brasileira de Operações Aeromédicas (ABOA) está organizando a Missão Internacional Aeromédica com a participação de 10 fornecedores norte-americanos. O evento está programado para acontecerá nos dias 26 e 27 de setembro no Consulado Geral dos EUA em São Paulo, na Rua Thomas Deloney, 381, Chácara Santo Antônio.
Os convidados poderão participar das apresentações e agendar reuniões com os fornecedores norte-americanos, interessados em potenciais parceiros comerciais no Brasil, como importadores, distribuidores, consumidores finais, governos e representantes. As reuniões terão a duração de 30 minutos a uma hora e os convidados deverão informar se precisarão de um tradutor durante a reunião.
Organizações públicas e empresas do setor interessadas em participar do evento poderão fazer sua solicitação por meio da página de contato da ABOA. As vagas são limitadas.
1. Bigorre Aerospace – Há mais de 35 anos fornecendo serviços de reparos de sistemas de iluminação e aviônicos para aviões e helicópteros.
2. Flight Vector™ – Empresa desenvolvedora de softwares para ativos aéreos e terrestres. Possui diversos softwares, desde acompanhamento de missão de voo, gerenciamento de frota, de tripulação e piloto, até solicitação de um helicóptero por telefone.
3. GoAERO – Desenvolveu um concurso com premiação de 2 milhões de dólares com foco na construção de pequenas aeronaves para resgate e resposta imediata em catástrofes naturais, alterações climáticas, emergências médicas e crises humanitárias.
4. Industrial Metals International Limited (IML) – Distribuidor norte-americano de matérias-primas metálicas especializado na indústria aeroespacial. A IML busca representantes no Brasil para expandir sua atuação no mercado local.
5. Polaris Aero – A companhia desenvolveu o software VOCUS para gerenciamento de segurança operacional na aviação. O VOCUS possui ainda aplicativos de avaliação de risco, gerenciamento de segurança operacional e treinamentos a distância.
6. Rescue TNT(Rescue Tactics and Training) – Empresa especializada em resgates táticos, técnicos e treinamento. A empresa oferece treinamentos em técnicas de resgate aeromédico, com corda, resgate aquático, resgate em espaço confinado e resgate por colapso estrutural.
7. Spectrum Aeromed – Líder global em design e produção de equipamentos especializados para interiores médicos de ambulâncias aéreas (kit aeromédico), bem como soluções de suporte avançado de vida para aplicações terrestres e marítimas.
8. The Good Drone Company – A empresa está construindo um drone de entrega de carga projetado com Intelligent Module Design (IMD), com até 25 kg de carga útil e com um alcance máximo de 1.000 km. Estão interessados em parcerias com clientes nos setores aeromédico, saúde, mineração, energia, e agricultura que trabalham com transporte sob demanda para áreas remotas e de difícil acesso. (vídeo)
9. United Rotorcraft (UR) – A UR é líder em modernização de helicópteros para missões aeromédicas e de combate a incêndios para mercados civis e militares. Fornecem soluções completas de integração que incluem design, fabricação, engenharia, instalação e certificação.
10. Westwood AI – Empresa que integra Inteligência Artificial nas áreas de defesa, segurança e governos estaduais. Oferece o NOMAD: Gestão de Navegação e Operações para Drones Autônomos e o RONIN: Rede inteligente Nexus de sobreposição rápida.
Programação:
26/09/24
08h30 – Welcome coffee.
09h00 – Apresentações das empresas norte-americanas.
12h00 – Almoço.
13h00 às 18h00 – Reuniões individuais com as 10 companhias norte-americanas.
27/09/24
09h00 às 12h00 – Reuniões individuais com as 10 companhias norte-americanas.
12h00 – Almoço (oferecido pelo Consulado Americano).
13h00 às 18h00 – Reuniões individuais com as 10 companhias norte-americanas.
Sistemas da Trakka e da Garmin equipam o novo Bell505 que será usado por bombeiros e policiais de Peoria, EUA. Foto: tenente John Naehrbass.
EUA – No dia 20 de agosto, a cidade de Peoria (Arizona) comemorou a estreia de sua primeira Unidade de Aviação e revelou o novo helicóptero Bell 505 como uma nova ferramenta para aprimorar as capacidades de segurança pública no West Valley.
“À medida que Peoria e West Valley continuam a crescer, o mesmo acontece com as necessidades de segurança pública”, disse o prefeito de Peoria, Jason Beck. “E seguindo em frente, Peoria estará pronta e capaz de ajudar nossos residentes e nossos vizinhos, caso solicitem uma chamada para o serviço.”
A prioridade estratégica de “Segurança Pública” da Câmara Municipal de Peoria reconheceu a necessidade da unidade de aviação e priorizou o investimento na segurança dos socorristas e membros da comunidade. O prefeito Jason Beck garantiu financiamento estadual no valor de US$ 3,5 milhões por meio do Projeto de Lei 1702 do Senado do Estado do Arizona para comprar um helicóptero e estabelecer uma unidade de aviação.
Sistemas da Trakka e da Garmin equipam o novo Bell505 que será usado por bombeiros e policiais de Peoria, EUA. Foto: tenente John Naehrbass.
Sistemas da Trakka e da Garmin equipam o novo Bell505 que será usado por bombeiros e policiais de Peoria, EUA. Foto: tenente John Naehrbass.
Sistemas da Trakka e da Garmin equipam o novo Bell505 que será usado por bombeiros e policiais de Peoria, EUA. Foto: tenente John Naehrbass.
Sistemas da Trakka e da Garmin equipam o novo Bell505 que será usado por bombeiros e policiais de Peoria, EUA. Foto: tenente John Naehrbass.
Sistemas da Trakka e da Garmin equipam o novo Bell505 que será usado por bombeiros e policiais de Peoria, EUA. Foto: tenente John Naehrbass.
Sistemas da Trakka e da Garmin equipam o novo Bell505 que será usado por bombeiros e policiais de Peoria, EUA. Foto: tenente John Naehrbass.
“Com uma área de atuação de mais de 233 milhas quadradas, pode ser um desafio para os socorristas cobrir uma área tão grande em situações de emergência. A adição desta unidade de aviação de última geração expandirá as capacidades da polícia, serviços de busca e resgate, esforços de combate a incêndios e diminuirá significativamente os tempos de resposta em toda a cidade”, disse o prefeito de Peoria, Jason Beck.
A cidade de Peoria escolheu equipamentos que, além de eficientes, oferecessem melhor custo benefício e pós-venda, como garantia e manutenção. A Câmera Trakka TC-300, por exemplo, possui um gravador interno de 125gb, o que dispensa a aquisição e integração de equipamentos de terceiros. Possui também ferramentas nativas, como identificador automático de alvos e o sistema de missão TM-100.
Além de ser um sistema de mapas com realidade aumentada, o TM-100 conta com ferramentas de análise de vídeo com uso de inteligência artificial, como localização e identificação automática de placas de veículos a uma distância aproximada de 3.000 pés de distância do alvo e o controle total do sistema se dá a partir de um display touch screen, que torna a operação muito mais intuitiva.
“À medida que lançamos este programa em uma série de fases, seremos capazes de chegar às emergências mais rapidamente e ser o ‘olho no céu’ ao procurar uma pessoa desaparecida; ou ajudar a orientar o apoio terrestre para conter situações potencialmente perigosas; ou encontrar rapidamente aqueles que fogem da polícia, disse o chefe de polícia de Peoria, Thomas Intrieri.
O helicóptero Bell505 ficará em um hangar localizado no Aeroporto Municipal de Glendale, juntamente com salas para o piloto e a equipe de manutenção. A implantação completa desta unidade de aviação está prevista para outubro de 2025. Além de ser um equipamento a serviço do Corpo de Bombeiros e da Polícia, a Unidade de Aviação apoiará outros órgãos de segurança pública no West Valley mediante solicitação e disponibilidade.
“O Departamento Médico de Bombeiros de Peoria treina técnicos de resgate aéreo há mais de 30 anos e somos gratos que o conselho da cidade priorize a segurança da comunidade e nos forneça as ferramentas necessárias para manter todos seguros”, disse o chefe médico assistente dos bombeiros de Peoria, Justin Gorospe.
Assista à audiência que autorizou a compra do helicóptero: