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Esquadrões Pelicano e PARA-SAR da FAB realizam treinamento de resgate aquático na Base Aérea de Santos, SP

São Paulo – De 10 a 19 de setembro acontece treinamento de resgate em meio aquático na Base Aérea de Santos (BAST), no litoral paulista. O Esquadrão Pelicano (2º/10º GAV) e o Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR), sediados na Base Aérea de Campo Grande (MS), participam do Exercício Técnico (EXETEC) – Içamento na Água.

O treinamento ocorre no Canal do Estuário de Santos-Guarujá, através de içamentos com equipamento guincho do helicóptero H-60L Black Hawk. Mais de 40 militares participam da instrução, contemplando pilotos, operadores de equipamentos especiais e homens de resgate, além dos militares que atuam como vítimas, possibilitando uma condição mais próxima do real.

De acordo com o Chefe da Seção de Operações do 2°/10º GAV, Major Aviador Tiago Gomes de Sales, o Exercício Técnico Pelicano ocorre ao término do processo de implantação do novo vetor H-60L Black Hawk no Esquadrão. Segundo ele, é necessária a retomada das capacidades operacionais para a total prestação de serviço de Busca e Salvamento.

“Uma destas capacidades é o resgate de vítimas em meio aquático por meio do içamento utilizando o guincho da aeronave. Essa operação tem o intuito de realizar a manutenção operacional dos tripulantes, buscando o adestramento necessário para uma operação segura e eficiente”, afirmou.

De acordo com o Sargento Luigi Schacker, homem de resgate do Esquadrão Pantera (5°/8° GAV), após a unificação dos procedimentos, haverá um manual. “Um ponto importante deste treinamento é que, após a conclusão, será elaborado um manual de procedimentos padronizando as ações nos três Esquadrões da FAB que operam os helicópteros H-60L Black Hawk“, complementou.

O acionamento para uma missão de Busca e Salvamento pode ocorrer de duas formas: via ordem emitida pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) ou em atendimento aos procedimentos previstos no Plano de Emergência Aeronáutica em Aeródromo (PEAA). O Sistema de Busca e Salvamento Aeronáutico atua em uma área de 22 milhões de Km², grande parte sobre o Oceano Atlântico e sobre os rios da Amazônia.

Estrutura especial de saúde é montada pela FAB para exercício operacional em Campo Grande, MS

Mato Grosso do Sul – O Exercício Operacional Tápio, realizado na Base Aérea de Campo Grande, teve início na segunda-feira (17/08) e tem como diferencial as medidas adotadas para combate e prevenção à COVID-19. A estrutura foi toda planejada para não sobrecarregar o sistema de saúde de Campo Grande (MS).

Esta edição conta com a execução de um Plano de Biossegurança, instalação de uma Unidade Celular de Saúde (UCS), aeronaves adaptadas para Evacuação Aeromédica, locais designados para eventual isolamento social e um Esquadrão de Saúde equipado para receber pacientes com agravamento do quadro clínico. Todas essas ações fazem parte do planejamento de saúde elaborado para o Exercício.

Força Aérea realiza o Exercício Operacional Tápio que visa medidas para combate e prevenção ao COVID-19 em Campo Grande, MS. Foto: Soldados Avalhaes e Azuaga/Ala 5

São cerca de 25 profissionais de saúde, entre médicos, farmacêuticos, dentistas e técnicos de enfermagem, que se somam aos cerca de 70 militares da área médica já alocados na Base Aérea. A estrutura da UCS conta com três módulos, leitos adaptados e 12 profissionais de saúde, para possibilitar o atendimento durante todo o Exercício.

O Plano de Biossegurança conta com testagem, monitoramento dos participantes, orientações frequentes sobre as medidas sanitárias, isolamento social, adaptações de estruturas para eventual recebimento de casos confirmados, pronta-resposta para eventual controle de disseminação do vírus e Evacuação Aeromédica em casos específicos.

H-60L Black Hawk, C-105 Amazonas e H-36 Caracal são algumas das aeronaves da FAB que podem ser adaptadas para realizar Evacuação Aeromédica. No Exercício Operacional Tápio, uma aeronave está de prontidão para eventual transporte de pacientes com coronavírus. No caso de pacientes acometidos por doenças com alto grau de contaminação, o transporte é feito em cápsula de isolamento (maca-bolha), com o objetivo de isolar o paciente do meio externo.

Força Aérea realiza o Exercício Operacional Tápio que visa medidas para combate e prevenção ao COVID-19 em Campo Grande, MS. Foto: Soldados Avalhaes e Azuaga/Ala 5

“Ter todo esse planejamento e incremento na estrutura nos dá autonomia para atender aos militares do treinamento, evitando deslocá-los para outras unidades médicas fora do Sistema de Saúde da Aeronáutica”, explica a Comandante do Esquadrão de Saúde da Ala 5, Tenente-Coronel Médica Hellen Patrícia Renda dos Santos.

Além de prestar pronto-atendimento aos integrantes do Exercício, a participação de profissionais de saúde em exercícios militares possibilita o treinamento para emprego em situações operacionais reais, tanto no Brasil quanto no exterior.

“Nós, profissionais de saúde militares, podemos atuar em Missões de Paz, nas quais o risco biológico é alto e o sistema de saúde é precário. Por exemplo, áreas de malária, febre amarela, cólera, Ebola e, atualmente, casos de COVID-19. Também podemos prestar assistência a refugiados vulneráveis com doenças endêmicas e levar apoio humanitário em geral, principalmente no atendimento ao Sistema de Cooperação das Forças Aéreas Americanas (SICOFAA)”, ressalta o Major Médico Pascale, responsável pela elaboração do Plano de Biossegurança do Exercício.

Navio Patrulha “Araguari” realiza operações conjuntas com aeronaves H-36 Caracal da Força Aérea

Rio Grande do Norte – O Navio Patrulha Oceânico (NPaOc) “Araguari” da Marinha realizou, nos dias 29 e 30 de julho, operações em conjunto com aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), na área marítima do Rio Grande do Norte.

No convoo do NPaOc “Araguari”, foram realizados exercícios de pick up e vertrep, com içamento e arriamento de cargas leves e pesadas e de militares das aeronaves. As ações contaram com o emprego de aeronaves H-36 Caracal, do Esquadrão Falcão (1º/8º GAV) da FAB, além de militares que compõem as Equipes de Manobra e Crache (EqMan) de cinco navios subordinados ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste.

O treinamento conjunto teve o propósito de incrementar a interoperabilidade entre as Forças e proporcionou a requalificação de 22 militares das EqMan, aptos a atuarem em operações aéreas a bordo de seus navios na área de jurisdição do Comando do 3º Distrito Naval, composto pelos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.

Esquadrões Aéreos da FAB treinam técnicas de Busca e Salvamento na Base Aérea de Santa Cruz, RJ

Rio de Janeiro – No período de 13 a 23 de julho, na Base Aérea de Santa Cruz, Rio de Janeiro, aconteceu o Exercício Técnico de Busca e Salvamento (EXTEC SAR) e o Exercício Operacional de Busca e Salvamento (SAREX II). Um dos objetivos foi o aperfeiçoamento da interoperabilidade entre a Aeronáutica e a Marinha do Brasil.

As atividades promoveram uma operação simulada para aperfeiçoamento, manutenção e padronização dos Esquadrões que realizam missões de Busca e Salvamento no mar e em terra e dos Centros de Coordenação de Busca e Salvamento Aeronáutico (ARCC) e as Unidades Aéreas da Força Aérea Brasileira (FAB).

Nas proximidades da Ilha da Marambaia, o Esquadrão Puma operou a aeronave H-36 Caracal com treinamento de convés (içamento de maca e de pessoal), em conjunto com o Navio Patrulha Oceânico da Marinha do Brasil. Com duas decolagens diárias, totalizando oito horas de voo por dia, o Esquadrão Pelicano também conseguiu atingir os objetivos do exercício.

O treinamento levou em consideração as peculiaridades de uma missão real no mar, como o deslocamento de alvos, em virtude das correntes marítimas e do vento; do efeito de espelhamento da superfície, provocado pelos raios solares; e também as dificuldades de localização espacial, provocada pela falta de referências.

Os Esquadrões Phoenix, Netuno e Gordo também participaram do treinamento. O Esquadrão Gordo realizou treinamentos específicos envolvendo procedimentos de lançamento de bordo, que consiste na entrega de kits de sobrevivência contendo botes salva-vidas e alimentos para as vítimas. Durante o treinamento, foram realizadas 13 missões, totalizando aproximadamente 50 horas de voo.

Célula de Acompanhamento de Desempenho Operacional (CADO)

O Exercício Técnico SAR conta com uma nova ferramenta para avaliar as missões de Busca e Salvamento: a Célula de Acompanhamento de Desempenho Operacional (CADO). Valendo-se do modelo já funcional na Aviação de Caça, a CADO tem como objetivo realizar um levantamento de dados que sirvam de base para análise de desempenho das atividades executadas.

Na prática, a Célula de Acompanhamento recebe ao longo do dia os resultados das missões de treinamento, esses resultados são analisados de modo a identificar possíveis pontos de melhoria. Cabendo a CADO avaliar se aquilo que é diferente pode ser apresentado como uma melhor alternativa, e não julgar quem fez certo ou errado.

Corpo de Bombeiros de Rondônia treina ações de resgate, salvamento aéreo e transporte inter-hospitalar

Rondônia – Na tarde de quinta-feira (2), o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militares de Rondônia realizou simulação de resgate aeromédico, salvamento aéreo e transporte de paciente com COVID-19.

O treinamento está sendo ministrado por uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e as atividades fazem parte da capacitação de Pilotos, Operadores Aerotáticos e Operadores de Suporte Médico que trabalham no GOA. Toda as simulações foram realizadas no hangar do Grupamento, localizado zona rural de Porto Velho.

Durante a situação simulada foram utilizadas as aeronaves avião modelo Cessna 208 “Grand Caravan EX” e o helicóptero (modelo AS50B, Esquilo) e testou o poder de resposta das equipes de salvamento. O cenário montado para a realização do simulado trouxe em primeira prova o resgate de uma vítima de acidente de trânsito que estava presa às ferragens. Para resgatar a vítima foi preciso a utilização da ferramenta de desencarceramento.

Corpo de Bombeiros de Rondônia realiza treinamento para aperfeiçoar operações com helicóptero e avião. Foto: Divulgação

Na segunda simulação foi montado um cenário de salvamento e com a utilização do helicóptero foi realizada a técnica denominada “McGuire”. Trata-se de um método usado para extrair uma vítima através da utilização de cordas quando o helicóptero não pode efetuar pouso no local.

O helicóptero pairou a certa altura para que a equipe de resgate pudesse descer de rapel. Após o procedimento da equipe de resgate, a vítima foi içada juntamente com um bombeiro até um local seguro.

Na terceira e última simulação, os participantes realizaram o transporte inter-hospitalar de paciente com COVID-19. Nesse caso, tanto o helicóptero quanto o avião foram utilizados. Todo o cenário foi montado respeitando o protocolo de segurança. Para o treinamento, toda a equipe utilizou paramentação de proteção individual e o paciente foi transportado em uma capsula de isolamento.

Força Aérea Real e serviços aeromédicos do Reino Unido treinam remoção de pacientes com COVID-19

Reino Unido – Nos meses de março e abril, a Força Aérea Real (RAF – Royal Air Force) realizou treinamentos com os serviços aeromédicos de Hampshire e Ilha de Wight (Hampshire & Isle of Wight Air AmbulanceHIOWAA) e da Escócia (Scottish Ambulance ServiceSAS) para o transporte de pacientes graves de áreas remotas para centros hospitalares com maior capacidade de tratamento intensivo.

As equipes aeromédicas do HIOWAA e SAS realizaram treinamento de transporte de pacientes graves em helicópteros CH-47 Chinook, SA-330 Puma e EH-101 Merlin. O SAS ainda testou o uso do EpiShuttle para permitir o transporte rápido e seguro de pacientes com COVID-19 para instalações de atendimento de emergência em todo o país.

Atualmente, os helicópteros da RAF, com capacidade para transportar pacientes graves, estão em prontidão em bases militares na Inglaterra e Escócia, no Reino Unido. As equipes aeromédicas trabalharam ao lado de militares treinando procedimentos de embarque, desembarque e transporte de vários pacientes.

O objetivo é estarem preparados para o caso de haver necessidade de transportar um número maior de pacientes de áreas mais remotos do Reino Unido, durante a pandemia de COVID-19. As equipes simularam operações de remoção aeromédica nas aeronaves e, em seguida, forneceram suporte e cuidados intensivos aos pacientes durante o voo.

Os exercícios praticados foram incorporados aos novos procedimentos operacionais que estão sendo elaborados para auxiliar as tripulações militares e os serviços de ambulância aérea em todo o país. Equipamentos de proteção individual (EPI) foram disponibilizados às equipes, a fim de garantir que os riscos de infecção sejam minimizados durante o transporte de pacientes com COVID-19.

SAREX – Saiba como são coordenadas as operações SAR em grande escala nos Estados Unidos

Estados Unidos – Quando se trata de oferecer uma resposta adequada, eficaz e rápida a desastres naturais, não há espaço para improvisações, principalmente quando várias agências diferentes estão envolvidas.

Tim Ochsner, piloto-chefe do Departamento de Segurança Pública do Texas (DPS), explica a chave para o sucesso do SAREX (Search and Rescue Exercise) realizado por mais de 20 agências diferentes desde 2015, que agora se estabeleceu como referência para treinamento SAR (Search And Rescue) nos EUA.

Como surgiu a necessidade de organizar o treinamento de resgate em tão grande escala como o SAREX?

Em 2011, o estado do Texas teve enormes problemas com incêndios florestais e, nos anos seguintes, tivemos duas grandes inundações. Todas as agências equipadas com capacidade aérea para esse tipo de situação estavam envolvidas: o Exército com seus Lakotas, nossas agências locais de EMS, o Departamento de Polícia de Austin com seu H125 e o Departamento de Polícia de San Antonio com um H125 também.

Todos nós rapidamente formamos uma equipe e trabalhamos juntos por necessidade devido às inundações. Não tivemos tempo para configurar muito, apenas fizemos.

Após esses eventos, pensamos que precisávamos apresentar um plano melhor para o treinamento, estabelecer um plano de comunicação e procedimentos operacionais padrão. Tivemos que estabelecer uma estrutura de cooperação independente das partes com as quais trabalhamos, porque no final das contas essas coisas podem mudar. Foi assim que surgiu o exercício SAREX.

SAREX – Como são coordenadas as operações de SAR em grande escala? Foto: Airbus.

Como o treinamento SAREX ajudou a enfrentar situações da vida real?

Realizamos o primeiro exercício da SAREX em 2015, que ficou cada vez maior a cada ano. Isso realmente nos ajudou a estar preparado para o furacão Harvey em 2017.

Na verdade, Harvey foi uma das maiores respostas da aviação a um incidente por causa da área geográfica envolvida. Havia mais de 120 aeronaves no ar no sudeste do Texas e 25 agências envolvidas.

Graças ao SAREX, todos sabíamos o que todo mundo ia fazer e nos organizamos com muita facilidade. Todas as outras agências que também participaram se encaixaram no plano SAREX.

Após Harvey, realizamos o exercício SAREX mais três vezes, o que nos ajudou a responder às tempestades tropicais em Houston, por exemplo. No ano passado, tivemos 23 agências participando do exercício SAREX de vários estados diferentes.

SAREX – Como são coordenadas as operações de SAR em grande escala? Foto: Airbus.

Você acha que exercícios como esse podem ser úteis para outras agências ou outros países?

É um programa muito bom e acreditamos firmemente nele. Sabemos que é um grande empreendimento em termos de logística e suporte, mas vale a pena: é uma ótima maneira de discutir comunicação, coordenação, técnicas e táticas.

Toda vez que fazemos esse tipo de exercício, é como um ensaio para um grande evento. Você conhece pessoas; você sabe exatamente que tipo de plano de comunicação vai usar e como a logística funcionará … Quando surgir o momento da verdade, tudo o que precisamos fazer é dizer: “Ei, pessoal, estamos fazendo exatamente o que fizemos durante o SAREX .” Isso realmente melhora a segurança, eficiência e logística.

Se qualquer outra agência ou organização estiver interessada neste exercício, teremos prazer em ajudá-los a implementar algo como o SAREX!

Tripulações do Grupamento Aéreo do Pará participam de capacitação sobre meteorologia na Amazônia

Pará – Em continuidade ao ciclo de palestras promovido pelo Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP), pilotos que desempenham funções a bordo de aeronaves da segurança pública participaram, na manhã de quarta-feira (12), de uma palestra com o tema “Meteorologia na Amazônia”.

A apresentação dos militares da Força Aérea ressaltou a importância da observação e confecção do plano de voo em rota para identificar possíveis mudanças repentinas na meteorologia, e como proceder diante delas. A qualificação visa melhorar a atuação e atendimento à população paraense, bem como dar mais segurança às operações.

A preparação apresentou, também, dados que acentuam o conhecimento das peculiaridades do voo na região Amazônica sendo como um dos quatro fatores mais determinantes quando o assunto é acidente aeronáutico.

Pilotos do GRAESP do Pará recebem capacitação em Meteorologia na Amazônia. Foto: Divulgação.

Além dos índices apresentados, os palestrantes deram a voz para que os participantes relatassem alguns casos de “wind-shear” – fenômeno climatológico prejudicial presente na fase inicial e final do voo e que ocasionalmente ocorre no aeroporto de Val-de-Cans, em Belém.

A palestra também enumerou algumas normas do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA ) que disciplinam os cuidados que devem ser seguidos em diferentes tipos de atividades. O Grupamento Aéreo de Segurança Pública é o órgão estadual responsável pela prestação de serviços de Defesa Civil, regastes aeromédicos e ações policiais em todo território paraense.

Segundo o Coordenador de Segurança Operacional, Delegado Nelson Sobreira, a área mais dependente de recursos logísticos oriundos do GRAESP é a ilha o Marajó. “A palestra focou nessa preocupação sendo de extrema importância, uma vez que é uma área muito extensa e que sofre fenômenos meteorológicos bem determinantes no voo em rota”, explicou.

Metro Aviation encomenda mais doze helicópteros EC145e para operações aeromédicas

Estados Unidos – A Metro Aviation encomendou 12 novos helicópteros EC145e da Airbus Helicopters, durante a feira Heli-Expo em Anaheim, Califórnia. Este acordo eleva o número total de helicópteros EC145e da operadora para 43.

Atualmente, a Metro Aviation opera mais de 140 aeronaves para mais de 35 programas aeromédicos em mais de 22 estados, incluindo Washington, DC. Foi o primeiro fornecedor de serviços aeromédicos a equipar toda a sua frota com Night Vision Goggles (NVG’s). A operadora fornece aeronaves e serviços, porém não inclui equipes médicas, que fica a cargo do cliente.

A Metro Aviation opera helicópteros e aviões aeromédicos e é líder global em personalizações de helicópteros multi-missão. Foi a primeira cliente do EC145e quando a Airbus Helicopters lançou a variante simplificada e de menor peso em 2015. Em 2019, a Airbus entregou o primeiro EC145e produzido localmente em suas instalações industriais em Columbus, EUA, onde o restante das aeronaves também serão produzidas.

“Esse novo pedido é uma evidência da popularidade sustentada do EC145e entre muitos provedores de medicina aérea nos EUA, principalmente devido ao seu aumento na carga útil de 200 a 300 libras em comparação ao EC145 C2”, disse Mike Stanberry, presidente da Metro Aviation. “Sua configuração simplificada, cabine flexível e o fato desta aeronave ser comprovada, poderosa, confiável e acessível explicam por que a demanda tem sido tão alta.”

O EC145e bimotor foi introduzido inicialmente para uso com as Regras de Voo Visual (VFR) e a Metro trabalhou com a Genesys Aerosystems e a S-TEC de Mineral Wells, Texas, para desenvolver um pacote aviônico aprovado pela FAA que inclui Certificados de Tipo Suplementar para um Único Sistema de regras de voo por instrumentos (IFR); um sistema de instrumentos eletrônicos de voo VFR (EFIS); e aprimoramentos do piloto automático e do aumento da estabilidade. Uma certificação Transport Canada para o pacote IFR está pendente.

A Airbus Helicopters está presente na América do Norte há 50 anos e opera em três locais principais, incluindo suas instalações em Columbus, onde produz o helicóptero UH-72A Lakota – também um derivado do EC145 – para o Exército dos EUA. A Airbus também produz localmente o helicóptero H125 mais vendido em Columbus.

EC145e – SISTEMA DE SAÚDE GUNDERSEN. Sua base é em La Crosse, Cidade em Wisconsin, EUA.

Gundersen Air

Gundersen AIR é um dos clientes da Metro Aviation desde outubro de 2014. Disponível 24 horas por dia, 365 dias por ano, o MedLink AIR possui uma área de serviço que abrange um raio de 150 milhas de La Crosse, incluindo comunidades em toda a região do oeste de Wisconsin, nordeste de Iowa e sudeste de Minnesota.

Helicóptero Acauã do Grupamento Tático Aéreo atuou em 26 missões na “Operação Verão” no litoral paraibano

Paraíba – Uma das ações da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (SESDS) durante a “Operação Verão” neste ano é o reforço do trabalho executado pelo Grupamento Tático Aéreo (GTA), com o uso da aeronave Acauã 02.

Desde o dia 20 de dezembro do ano passado, quando foi iniciada a operação, 26 ocorrências foram recebidas pelo grupamento, entre resgates e de natureza policial. A atuação tem como objetivo dar mais agilidade aos atendimentos realizados nas regiões de João Pessoa e Campina Grande, abrangendo a orla e as rodovias que cortam o Estado.

De acordo com o comandante do GTA, coronel José Anchieta, as ações de socorro envolveram patrulhamento preventivo na orla, resgate por intoxicação a monóxido de carbono, afogamentos, acidentes automobilísticos e transportes inter-hospitalares. As ações policiais foram de apoio, cerco policial, patrulhamento, e roubos de carro.

“Em dezembro do ano passado, por exemplo, fizemos o transporte inter-hospitalar de um paciente do Hospital de Emergência e Trauma para o Hospital Regional Metropolitano e realizamos resgate de atropelamento, em Pitimbu. Este ano, já trabalhamos também em situações de afogamentos, acidentes e apoio a operações policiais realizadas no Estado”, frisou.

Aperfeiçoamento

Treinamentos operacionais de resgates com equipamentos especiais fazem parte da rotina dos integrantes do GTA da Paraíba. Nos dias 13 e 14 de janeiro deste ano, os policiais militares, civis e bombeiros militares que compõem a equipe realizaram treinamento teórico e prático para salvamentos e resgates.

Foram utilizados diversos equipamentos e técnicas que podem ser empregadas na aeronave: puçá, sling, maca de ribanceira, mcguire e rapel. A capacitação fez parte do Programa de Treinamento Operacional (PTO) institucionalizado pelo comando do GTA, com o objetivo principal de qualificar pilotos e operadores aerotáticos para as mais diversas ocorrências.

Os treinamentos aconteceram na Vila Olímpica Parahyba, com instruções de resgates aquáticos, que contaram com a presença de bombeiros militares do Grupamento de Aviação Operacional do Distrito Federal (GAvOp), colocando em prática a troca de conhecimentos e experiências entre os profissionais que atuam na área de aviação.

Bombeiros recebem instrução sobre abordagem nos casos de socorro de Kitesurfer, em Florianópolis

Santa Catarina – Com a chegada do verão, pelo elevado número de pessoas que visitam o litoral catarinense, há incremento, não somente do número de ocorrências atendidas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, como também ocorrências diferenciadas e pouco corriqueiras, como é o caso de incidentes envolvendo a modalidade esportiva “kitesurf”.

Percebendo essa necessidade, com o intuito de melhorar cada vez mais o atendimento, no dia 09 de Janeiro, os tripulantes operacionais da 1ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em Florianópolis, receberam instrução a respeito dos procedimentos de abordagem em emergências envolvendo deslocamento, alojamento e acondicionamento de equipamentos de Kitesurf.

O treinamento foi realizado pelo kitesurfer e Cabo Bombeiro Militar Wiese, em parceria com ex-kitesurfer profissional Ian Glaza Owczarzac – que foi campeão mundial na modalidade “Kitewave”, no Marrocos em 2010. Além de praticante experiente do esporte, Ian é instrutor de kitesurf na Lagoa da Conceição, em Florianópolis.

Os militares do BOA tiveram a oportunidade de conhecer os materiais de kitesurf em solo, aprender sobre os conceitos básicos do equipamento, identificar os riscos que o mesmo pode apresentar durante uma situação de emergência e como resolver os mais diversos problemas que o esportista pode enfrentar durante a prática.

Tripulantes do BOA receberam instrução de abordagem em emergências com Kitesurf em Florianópolis, SC. Foto: Divulgação.

Bombeiros realizam capacitação em Atendimento Pré Hospitalar em Araguari, MG

Minas Gerais – Na última semana de novembro, em Araguari, aconteceu o módulo de Atendimento Pré Hospitalar (APH) do Programa Anual de Treinamento (PRAT) 2019, da 2° Companhia de Bombeiros Militar de Araguari. No PRAT, são ministradas as disciplinas de Salvamento em Altura, Salvamento Terrestre e Atendimento Pré-Hospitalar.

Em parceria com o Instituto Master de Ensino Presidente Antônio Carlos (Imecap), as instruções foram realizadas no Centro de Simulação Realística de Medicina. O ambiente reproduz um hospital real, com aparelhos de última geração, 11 consultórios, 1 centro cirúrgico com 4 salas e 2 salas de aula. Os pacientes são manequins de alta fidelidade, capazes de reproduzir inúmeras situações de complicações médicas, desde sons e movimentos, até sintomas de enfermidades.

As práticas são ministradas por instrutores que estão atualizados e focados na missão de ensinar, proporcionando, dessa maneira, maior uniformidade nas atuações operacionais e qualidade técnica do serviço prestado pelo Corpo de Bombeiros. Esse ano, as matérias abordadas foram manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP), desobstrução respiratória, parada respiratória e técnicas de imobilização de vítimas de acidente de trânsito.

Esquadrões da Força Aérea realizam treinamento de Busca e Salvamento no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro – A Ala 12, localizada no Rio de Janeiro (RJ), coordenou as atividades do Exercício Técnico SAR (Search And Rescue – Busca e Salvamento) de 2019. O Exercício tem por objetivo adestrar os Esquadrões participantes na execução de técnicas necessárias ao cumprimento da ação de Força Aérea – Busca e Salvamento, possibilitando identificar as potencialidades e as necessidades de aperfeiçoamento do processo de preparo das Unidades Aéreas subordinadas ao Comando de Preparo.

Neste ano, o Exercício foi dividido em duas fases. A primeira etapa ocorreu de 03 a 07 de junho e também foi sediada na Ala 12. Na oportunidade, o Esquadrão Puma (3º/8º GAV) realizou o treinamento de içamento de tripulantes, a partir do convoo de um navio. Nessa ocasião, foi utilizado o Navio Patrulha Oceânico, que agregou mais conteúdo aos participantes do Exercício, com o foco na interoperabilidade entre a Marinha do Brasil (MB) e a Força Aérea Brasileira (FAB).

A segunda fase do Exercício ocorreu no período de 04 a 20 de novembro e reuniu os seguintes Esquadrões: Orungan (1°/7° GAV), sediado na própria Ala 12; Phoenix (2º/7º GAV), na Ala 3; Esquadrão Netuno (3º/7º GAV), na Ala 9; e Pelicano (2º/10ºGAV) e Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS), oriundos da Ala 5.

Ao longo de 15 dias, esses Esquadrões operacionais participaram de diversas atividades, com o objetivo de aprimorar as técnicas de Busca e Salvamento, tanto em um cenário terrestre quanto no marítimo. Umas das metas do treinamento foi a implantação de uma doutrina de buscas, no cenário terrestre, por parte dos Esquadrões da Aviação de Patrulha.

A estratégia adotada pela direção foi a de possibilitar a troca de experiências entre as Unidades de Patrulha, especializadas em buscas no mar, e o Esquadrão Pelicano, especialista em busca na terra.

A troca de conhecimentos auxiliará as equipagens de Patrulha nos estudos para a implantação de uma doutrina para atuação no cenário terrestre. Ainda durante o Exercício, o Esquadrão Pelicano treinou o lançamento do Bote SAR, que garante uma maior sobrevida ao náufrago, em caso de avistamento no mar, aumentando as chances de resgate com vida, enquanto aguarda a chegada de alguma unidade de salvamento.

“A Ala 12 gerenciou todos os seus recursos para prover os meios necessários, criando um ambiente favorável para a capacitação dos recursos humanos e a interação homem-máquina, tornando-os um conjunto extremamente eficaz na missão de salvar vidas”, concluiu o Chefe do Estado-Maior da Ala 12, Tenente-Coronel Aviador Rodrigo Santos de Faria.

Esquadrões da Força Aérea realizam treinamento de Busca e Salvamento na Ala 12 no Rio de Janeiro. Foto: Ala 12

BPMOA treina operadores aerotáticos para Operação Verão e capacita operadores de suporte médico

Paraná – Nos dias 27, 28 e 29 de novembro foram realizadas atividades de treinamento e nivelamento das tripulações do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), bem como capacitação de Operadores de Suporte Médico do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (SIATE) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Pilotos e operadores aerotáticos que irão atuar durante a Operação Verão deste ano treinaram técnicas de operações aéreas nos mananciais da Serra do Mar, na região de Piraquara. Também aconteceu a ultima fase prática do Curso de Capacitação de Operadores de Suporte Médico.

O treinamento foi dividido em duas etapas, na quarta-feira (27), foram realizadas manobras de busca e salvamento, atividades físicas, incluindo uma competição entre os operadores aerotáticos e pilotos do BPMOA com um duathlon de natação e corrida.

Na quinta-feira (28) e sexta-feira (29), em conformidade com o RBAC 90, houve treinamento dos Operadores de Suporte Médico (Médicos e Enfermeiros tripulantes) que atuam no resgate aeromédico do Estado do Paraná. Foram realizadas atividades de embarque e desembarque a baixa altura, infiltração por rapel e salto da aeronave (helocasting).

Durante os treinamentos, pilotos, operadores aerotáticos e operadores de suporte médico revisaram e aperfeiçoaram procedimentos. “O objetivo é manter o padrão elevado de execução das missões com eficiência, minimizando possibilidade de erros e mantendo a equipe pronta para atendimento às missões em prol da população, onde e quando necessário”, afirmou o Ten Cel BM Julio Pucci, Comandante do BPMOA.

Para o médico neurocirurgião Rene Avelleda, foi um dos melhores cursos de Atendimento Pré Hospitalar Tático que realizou. “Hoje eu entendo que medicina é uma das minhas paixões nessa vida, mas resgate e salvamento transcende essa frase”. O médico afirmou ainda que foi um dia memorável e agradeceu a equipe do BPMOA pelo treinamento e disse sentir mais preparado e treinado para situações reais em prol da vida.

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BOPE, SAMU, Grupamento Aéreo e alunos participam de simulado em shopping de Campo Grande, MS

Mato Grosso do Sul – Vazamento de gás, vítimas com fraturas expostas, reféns e até artefato de bomba foram as situações simuladas em treinamento realizado na manhã de quarta-feira (20) no shopping Campo Grande, localizado na Avenida Afonso Pena. O estabelecimento passou pelo procedimento e os brigadistas reproduziram os procedimentos de risco com a ajuda do Corpo de Bombeiros de Campo Grande.

A simulação que contou com 150 atores e colaboradores durou aproximadamente 1h40 e teve apoio do  Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Batalhão de Choque, Polícia Militar, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), do Grupamento Aéreo da PM, e de acadêmicos de cursos da área de saúde de universidades particulares, além de alunos do Senai e Senac.

A ação começou por volta das 8h15 dentro da praça de alimentação do estabelecimento simulando o vazamento de gás e até uma pequena explosão. A reprodução ensinou como seria a evacuação do local e todas as pessoas foram direcionadas para as portas laterais do cinema que fica em frente a praça. Mesmo grande parte do público correndo já para a área externa, bombeiros e brigadistas fizeram o atendimento de algumas “vítimas” ainda próximo ao local do vazamento.

O protocolo, segundo Corpo de Bombeiros, tem como objetivo ensinar como funcionários e clientes como proceder em casos semelhantes a esse, com ações rápidas,  evitando o pânico. Considerada a “vítima” mais grave da simulação, com fratura na perna, uma das atrizes foi resgatada e transportada por helicóptero do Grupamento Aéreo Polícia Militar que pousou no estacionamento principal do shopping.

Equipes do Batalhão de Choque e do Bope também participaram da ação e reproduziram um desarmamento de bomba na praça de alimentação e na negociação de um refém e prisão de sequestrador próximo aos restaurantes na entrada do shopping.

Para o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Paulo Hussley, o treinamento foi solicitado pelo shopping mas faz parte de lei de prevenção do Corpo de Bombeiros que orienta que seja feito um simulado dessa magnitude anualmente.

“É um simulado real, tivemos apoio de várias instituições com o objetivo de tratar de um sinistro dentro do shopping Campo Grande utilizando a própria brigada. O objetivo principal, é verificar se a brigada do shopping estava funcionando de forma correta e se acontecer um sinistro real como eles iriam se comportar”, disse.

Agentes de trânsito são treinados para ajudar equipes da CIOPAER nas operações aéreas de resgate

Ceará – O Departamento Estadual de Trânsito do Ceará em parceria com a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas do Ceará (CIOPAER), realizou nos últimos dias 4 e 5, curso para 15 agentes de trânsito sobre preparação de zona de pouso de helicóptero e de embarque/desembarque de equipes em helicópteros.

O objetivo do curso foi capacitar os agentes de trânsito do Detran-CE para atuar em situações de pouso em rodovias auxiliando as tripulações na escolha e isolamento do local, além do balizamento para a aeronave, ou seja, em situações onde seja urgente o controle do fluxo de veículos para resgate de vítimas, bem como auxiliar em operações aéreas de segurança pública.

O curso foi realizado na base fixa da CIOPAER, em Fortaleza, e contou com os instrutores CB PM Adailton Leite Lima, SGT PM Francisco Cláudio Dias de Souza e a Inspetora PC Juliana Oliveira Monteiro Braga. Ao final, os alunos ainda colocaram na prática os conhecimentos adquiridos, simulando um pouso de emergência nas imediações da CE-401 – Rodovia Senador Carlos Jereissati.

DETRAN-CE e Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) realizaram treinamento para agêntes de trânsito. Foto: Romário Pinheiro

Para Dulce Nogueira, que exerce a função de agente de trânsito a 11 anos, participar de um treinamento como esse foi bastante significativo. “O agente de trânsito precisa estar bem preparado para efetuar o seu trabalho da melhor forma possível. E, em situações de emergência, em que se precisa de um suporte aéreo para socorrer uma vítima de acidente, por exemplo, é fundamental ter o conhecimento necessário para ajudar a equipe de resgate. Saber que estamos contribuindo para salvar vidas também dessa forma, torna o exercício da nossa profissão ainda mais gratificante”, ressalta.

Técnicas para definição da ZPH (Zona de Pouso de Helicóptero), de sinalização (parqueamento) e embarque e desembarque da aeronave foram alguns dos assuntos abordados no curso.

Detalhes e minúcias que chamaram a atenção de Israel Silva Filho, agente de trânsito contratado no último concurso realizado pelo Detran-CE, em 2018. “Estou no Detran-CE a nove meses e não imaginei que participaria de um curso como este. Fiquei impressionado com a riqueza de detalhes que garantem a segurança tanto da tripulação da aeronave como daqueles que estão em solo.”

A parceria entre diferentes órgãos do Governo do Estado permite que seja possível ampliar esse horizonte de conhecimento para benefício da população, que passa a contar com uma equipe cada vez mais preparada para oferecer um serviço de qualidade e ampará-la em situações de emergência.

DETRAN-CE e Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) realizaram treinamento para agêntes de trânsito. Foto: Romário Pinheiro

Polícia Civil do Paraná iniciou Curso de pós-graduação em Operações Aéreas de Segurança Pública

Paraná – A Polícia Civil do Paraná (PCPR) iniciou o 1º Curso de pós-graduação em Operações Aéreas de Segurança Pública com 13 policiais civis do Estado integrando a turma. A solenidade de abertura aconteceu na segunda-feira (4), na Escola Superior de Polícia Civil, na Capital. Este é o primeiro curso de pós-graduação do segmento no Brasil.

O objetivo do curso é capacitar policiais civis a atuarem em operações aéreas de helicóptero. O treinamento terá duração de cerca de 45 dias, com duração de aproximadamente 15 horas e meia de aula por dia.

Aula de Fisiologia de Voo para Operadores Aerotáticos ministrada pelo Professor Segalla na manhã de terça-feira (06).

O curso será ministrado através de aulas expositivas dialogadas, exercícios físicos, prática reiterada dos procedimentos padronizados específicos das operações aéreas, manuseio e aplicação de equipamentos especiais, além da participação em operações para cumprimentos de missões reais em área de fronteira.

A primeira semana de curso será dedicada exclusivamente para aulas teóricas. A partir da segunda semana os servidores passam a treinar de maneira prática. O conteúdo programático da capacitação envolve disciplinas especializadas em teoria, segurança e fisiologia do voo, navegação e salvamento aéreo e aquático, conhecimentos técnicos de helicópteros etc.

Ao concluir o curso, os servidores estarão habilitados para tripular aeronaves da PCPR na função de operador aerotático, conforme o que prevê o RBAC 90.

Força Aérea Brasileira forma 37 novos militares com especialidade em busca e salvamento

Mato Grosso do Sul – O Curso de Busca e Salvamento (CBS) 2019 foi encerrado com uma cerimônia militar ocorrida em Campo Grande (MS), no dia 10 de outubro, presidida pelo Comandante da Ala 5, Brigadeiro do Ar Augusto Cesar Abreu dos Santos. A solenidade marcou a entrega do gorro laranja e do brevê que simbolizam a atividade de Busca e Salvamento. Conhecido tradicionalmente como Curso SAR (do inglês, Search and Rescue), o CBS tem por finalidade preparar, técnica e profissionalmente, os militares para o cumprimento das ações de Busca e Salvamento e Busca e Salvamento em Combate.

Concluíram o curso 36 militares de diversas especialidades e Unidades da Força Aérea Brasileira (FAB), além de um militar da Marinha do Brasil. Durante a cerimônia, foi realizado o juramento SAR pelos formandos, e a homenagem ao Sargento Pedro Henrique Pereira da Silva Benevides, que foi o Aluno Destaque.

Força Aérea Brasileira forma 37 novos militares com especialidade em busca e salvamento. Foto: Soldado Avalhaes / Soldado Azuaga

O Capitão de Infantaria Bruno Casas do Nascimento, um dos concludentes do curso, ressaltou a amplitude de utilização dos conhecimentos adquiridos em diversas áreas. “Acho a missão de Busca e Salvamento muito nobre. Com os conhecimentos adquiridos durante o curso, além de resgatar vidas que é a função primordial, vou poder utilizá-los nas instruções de formação dos cadetes, pois sirvo atualmente na Academia da Força Aérea [AFA]. Para mim, foi um sonho que consegui concretizar”, enfatizou.

O Comandante do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS), Tenente-Coronel de Infantaria Igor Costa Cabral, parabenizou os militares pela conclusão do curso. “A partir de hoje, os senhores mudarão suas vidas, a forma de olhar uma decolagem, a forma de esperar pelo retorno de amigos ou desconhecidos, e irão dedicar de maneira única sua vida em prol de outros, apenas pela nobre missão de salvar”, destacou.

O curso tem a duração de, aproximadamente, três meses e possui diversas instruções desenvolvidas em ambiente de montanha, selva e mar, entre outras. Para o pleno desenvolvimento dessas fases em todo o Brasil, o CBS contou com o apoio de diversas Unidades da FAB, como: Ala 12, Ala 8, Esquadrão Hárpia (7°/8° GAV), Esquadrão Puma (3°/8° GAV), AFA, e os Grupamentos de Apoio de Pirassununga (GAP-YS), dos Afonsos (GAP-AF) e de Manaus (GAP-MN).

Simulado de acidente na BR-163/MS promove integração entre órgãos de trânsito e socorristas

Mato Grosso do Sul – Um exercício simulado de acidente com produto perigoso realizado na manhã de sexta (30), na altura do km 466 da BR-163/MS, em Campo Grande (MS), reuniu 16 instituições de trânsito e equipes de resgate que atuam em Mato Grosso do Sul, visando promover a integração entre as equipes.

O exercício simulou um acidente envolvendo dois veículos de passeio e um caminhão tanque carregado com combustível (gasolina e diesel). Na simulação, um dos veículos invade a pista contrária e se choca com o caminhão, que tomba e acaba derramando o produto perigoso.

Simulado de acidente na BR-163/MS promove integração de órgãos de trânsito e de resgate. Foto: Ângelo Smaniotto

Ao tentar desviar, o outro veículo capota e sai da rodovia. Para dar mais realismo à cena, o caminhão foi abastecido com água, o que exigiu das equipes a adoção de medidas necessárias para conter o vazamento.

A simulação exigiu ainda a mobilização de equipes para socorrer as vítimas, interpretadas por voluntários e artistas da Cruz Vermelha MS. No caso, oito pessoas tiveram de ser resgatadas, sendo que uma estava ilesa, duas com ferimentos leves, uma moderada, outras duas em estado grave e duas em óbito. Uma das vítimas em estado grave, inclusive, teve de ser transportada até o hospital pelo helicóptero da Polícia Rodoviária Federal de MS.

De acordo com o gestor de Atendimento da CCR MSVia, Luiz Fernando De Donno, a ação vai muito além da integração entre as entidades. “Estamos sempre trabalhando em busca de inovações no intuito de salvar e preservar vidas. Quem ganha é a sociedade, com serviços cada vez melhores, principalmente em situações tão urgentes como são os acidentes”, explica.

Simulado de acidente na BR-163/MS promove integração de órgãos de trânsito e de resgate. Foto: Ângelo Smaniotto

“O evento de hoje demonstra a importância não só da atuação da Cruz Vermelha Brasileira na ajuda humanitária à população local, mas também da união de instituições do terceiro setor e de órgãos públicos, que juntos beneficiam diretamente a sociedade. Neste simulado conseguimos mobilizar e envolver seis, dos nove departamentos da instituição, entre eles o voluntariado, a comunicação, logística, psicologia, gestão de riscos e desastres e primeiros socorros” afirma Tácito Nogueira, presidente da Cruz Vermelha no Mato Grosso do Sul.

O exercício envolveu as seguintes equipes:

  • Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) da CCR MSVia,
  • Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul,
  • Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU),
  • Cruz Vermelha de Mato Grosso do Sul,
  • Polícia Rodoviária Federal (PRF/MS),
  • Polícia Militar Rodoviária de Mato Grosso do Sul (PMMS),
  • Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul (PMA/MS),
  • Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS),
  • Coordenadoria Geral de Perícias, Defesa Civil Estadual,
  • Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran),
  • Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul),
  • Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA),
  • Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Energisa, e
  • Transportadora Kátia Locatelli que cedeu o caminhão para o cenário.
Simulado de acidente na BR-163/MS promove integração de órgãos de trânsito e de resgate. Foto: Ângelo Smaniotto

Militares e socorristas treinam Plano de Emergência Aeronáutica em Aeródromo, em Porto Velho

Rondônia – A Ala 6 da Força Aérea, localizada em Porto Velho (RO), realizou no dia 14 de agosto o treinamento do Plano de Emergência Aeronáutica em Aeródromo (PEAA) no Aeroporto Internacional de Porto Velho. O objetivo foi manter o adestramento das equipes envolvidas na eventualidade de uma catástrofe aérea e ratificar a cooperação com os órgãos externos à Organização Militar.

O treinamento envolveu o Esquadrão de Saúde de Porto Velho (ES-PV), o Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Porto Velho (DTCEA-PV), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e o Núcleo de Operações Aéreas (NOA) da Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (SESDEC).

Durante a atividade foi simulado um pouso forçado da aeronave C-98 Caravan fora da pista, vitimando pessoas. A coordenação da equipe médica foi realizada pela Secretaria Estadual de Saúde do Estado de Rondônia e a evacuação aérea das vítimas pelo NOA.

De acordo com o Chefe da Seção de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAA) e Coordenador-Geral do Exercício, Tenente Aviador Guilherme Russo Vanazzi, a atividade serviu para aprimorar a capacidade técnica das equipes de emergência. “O alinhamento das ações conjuntas da Ala 6 e dos demais órgãos externos é crucial para um pronto atendimento de excelência no caso de ocorrências envolvendo aeronaves militares no âmbito do aeródromo de Porto Velho”, concluiu.

Alunos de medicina da UNIPLAC realizam treinamento na 5ª Cia do BAPM de Lages, SC

Santa Catarina – Na tarde de terça-feira (13), a 5ª Companhia do Batalha de Aviação da Polícia Militar de Lages recebeu a visita dos acadêmicos do curso de Medicina da UNIPLAC. A visita teve como finalidade a padronização no atendimento de ocorrências e operações com emprego de aeronave, com foco principal no transporte aeromédico. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
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Os acadêmicos puderam ainda aprender um pouco mais sobre o trabalho desempenhado pelos pilotos e tripulantes operacionais multimissão (TOMM) do Águia 4 e sobre o atendimento de ocorrências policiais, combate a incêndio, buscas, resgates e salvamentos realizados pela 5ª Companhia.

Força Aérea forma militares da Ala 10 no Curso de Bombeiro de Aeródromo

Rio Grande do Norte – Militares da Ala 10, localizada em Parnamirim (RN), concluíram o Curso de Bombeiro de Aeródromo (CBA) no dia 23 de julho. A Turma Chronos, formada por dois sargentos, um cabo e 26 soldados, irá compor a equipe de serviço de contraincêndio do aeródromo militar.

O CBA é coordenado pelo Comando-Geral de Apoio da Aeronáutica (COMGAP), executado pelo Instituto de Logística da Aeronáutica (ILA) em conjunto com a Ala 10, e visa capacitar militares para o exercício de prevenção e combate a incêndios em aeródromos e edificações. A equipe de contraincêndio da Ala 10 é composta por sete militares e duas viaturas que guarnecem um aeródromo de categoria cinco, numa escala que vai de 1 a 10, conforme o porte das aeronaves comportadas pela pista de pouso e decolagem.

Militares da Ala 10 se formam em Curso de Bombeiro de Aeródromo. Foto: Sargento Marcella / Ala 10 e Cabo P. Souza / CLA

O Tenente Bombeiro Rogério Bernardo da Silva, coordenador do CBA na Ala 10 e Chefe da Seção de Contraincêndio, explica a importância dos bombeiros de aeródromo para a atividade aérea militar. “Os bombeiros guarnecem o aeródromo para dar apoio à aviação em uma situação de emergência aeronáutica que, no caso do meio militar, possui riscos inerentes aos treinamentos e manobras realizadas”, destacou.

O Soldado David de Andrade Santos foi o primeiro colocado do curso e o orador da turma. Para ele, o Curso de Bombeiro de Aeródromo é a oportunidade para iniciar a carreira desejada. “No curso, a gente aprende que é necessário dar Clique aqui para baixar a imagem originalo máximo de si para ajudar o maior número possível de pessoas”, opinou.

Curso de Bombeiro de Aeródromo

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, formou, também no dia 23 de julho, 30 alunos no CBA. Os profissionais foram capacitados para prevenção, salvamento e combate a incêndio em aeronaves.

A turma, composta por sargentos, cabos e soldados, concluiu o curso em duas etapas: ensino a distância e presencial. Foram ministradas as disciplinas de resgate em aeronaves; movimentação, remoção e transporte de vítimas; traumas fraturas e imobilização; hematomas, ferimentos e queimaduras, entre outras.

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