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Serviço de Ambulância Escocês adquire cápsulas de isolamento para transportar pacientes com COVID-19

Escócia – O Serviço de Ambulância Escocês (SAS) adquiriu até o momento, oito cápsulas de isolamento Epishuttle. Quatro já foram recebidas e as outras quatro serão entregues até meados de maio.

O investimento, de mais de £ 500.000, permitirá que o Serviço ofereça aos pacientes um melhor padrão de atendimento, aumentando a capacidade de transferências complexas envolvendo pacientes com COVID-19, especialmente em comunidades remotas e insulares.

A cápsula de isolamento Epishuttle de tamanho adulto favorece a transferência em aeronaves que possuam maior espaço de cabine, por isso, o SAS está trabalhando em parceria com companhia aérea regional Loganair e com a Força Aérea Real (RAF). Recentemente o serviço realizou treinamento com a cápsula no helicóptero SA-330 Puma da RAF.

Além disso, a Agência Nacional de Transporte da Escócia (Transport Scotland) também está colaborando, a fim de aumentar as opções de transporte disponíveis para transferências de pacientes com COVID-19.

Pauline Howie, CEO do Serviço de Ambulância Escocês, disse: “Esta é uma situação sem precedentes e nossa equipe em todo o país está fazendo um trabalho fantástico no atendimento a pacientes na Escócia. A luta contra o COVID-19 exigiu que o Sistema de Saúde do Reino Unido pensasse de maneira diferente e seguisse em frente. Ao adaptar nossa abordagem e usar esta mais recente tecnologia disponível, estamos agindo rapidamente no melhor interesse dos pacientes e de nossa equipe, enquanto aumentamos nossa capacidade.

Com auxílio de helicóptero, bombeiros do DF resgatam mulher em situação de risco no Rio São Bartolomeu

Distrito Federal – O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) realizou na tarde de sábado (25) o resgate de uma jovem de 26 anos de idade que estava em situação de risco na área conhecida como “poção”, no Rio São Bartolomeu, região abaixo da barragem do Lago Paranoá, DF.

Ela estava ilhada e com a forte correnteza do rio tentava segurar-se em galhos enquanto aguardava o socorro. Cinco viaturas terrestres, um helicóptero de resgate e 23 militares do Corpo de Bombeiros realizaram o socorro.

No local, as equipes solicitaram à Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (CAESB) o imediato fechamento das comportas da represa do Lago Paranoá, a fim de reduzir o volume de água das correntezas. Com isso, os bombeiros realizaram amarrações de segurança e iniciaram a aproximação a nado para alcançar a vítima, e após tranquilizá-la o resgate foi realizado com segurança.

A mulher apresentava escoriações pelo corpo e foi retirada do local pelo helicóptero de resgate, levada a um ponto de pouso no início da cidade, onde foi acolhida pela ambulância do CBMDF e transportada ao Hospital Regional do Paranoá (HRP) para avaliação médica.

Helicópteros provam ser grandes aliados no combate à pandemia de COVID-19

EDUARDO ALEXANDRE BENI

Flexibilização de algumas regras, sem afetar a segurança, viabilizaram operações de socorro.

Os helicópteros estão provando ser um trunfo importante na pandemia do novo coronavírus. Para voos de curta distância (20 a 30 minutos), operações em áreas remotas, lugares que não possuem infraestrutura, apresentam-se como os mais versáteis para o transporte seguro de equipes médicas e pacientes com COVID-19.

O espaço se torna um fator-chave para os helicópteros, pois nem todos possuem essa capacidade. Os que oferecem cabines menores passam por dificuldades ao embarcar um paciente com a doença, pois além dos equipamentos rotineiros, terão que enfrentar o uso de uma capsula de isolamento e de equipamentos de proteção individual em espaços apertados, que podem afetar a segurança da operação.

Por isso, algumas aeronaves com mais espaço de cabine estão sendo muito utilizadas nessa atividade, por operadores militares e civis. A Leonardo com os AW139, AW169, AW159 Wildcat e AW101 Merlin; a Airbus com os H135, H145, AS332 e H225; a Sikorsky com os S-76, Black Hawk; a Bell com os 429, 412, UH-1H; Boeing CH-47 Chinook, oferecem mais espaço e por isso são mais utilizados no mundo.

Esses helicópteros tem mais capacidade para limitar o risco de contágio às tripulações e equipes médicas e possibilitam soluções específicas de biocontenção, além de facilitar procedimentos de higienização e limpeza da aeronave e equipamentos.

Outra preocupação dos operadores é não inviabilizar as operações cotidianas em razão do transporte desses pacientes, pois precisam continuar desempenhando suas missões rotineiras de salvamento, resgate e transporte aeromédico.

Em razão da pandemia, a indústria, operadores, agências de aviação civil, órgãos de defesa de todo o mundo estão trabalhando para encontrar soluções de biocontenção suportadas pelos helicópteros utilizados por operadores militares e civis, especialmente as ambulâncias aéreas.

As aeronaves de asa rotativa que possibilitam a separação dos pilotos e passageiros, oferecem melhor funcionalidade e aeronavegabilidade e podem usar componentes mais versáteis, adaptados para equipamentos que salvam vidas, como sistemas de fornecimento de energia, capsulas de isolamento e ventilação aos pacientes, utilizados em unidades de terapia intensiva hospitalares.

Além disso, nessas aeronaves, as macas e as capsulas de isolamento podem ser embarcadas e transferidas diretamente para ambulâncias, sem que haja contato muito próximo do paciente com as equipes, melhorando a velocidade e a eficácia das operações de assistência médica.

Com a busca frenética de soluções nesse momento de crise, todos os envolvidos realizam esforço contínuo no compartilhamento de informações e melhores práticas sobre procedimentos de higienização, antes e depois do transporte do paciente, medidas específicas a serem adotadas durante o voo e procedimentos de embarque e desembarque que devam ser seguidos para limitar o risco de contágio do COVID-19.

Outra preocupação é o impedimento temporário dos cursos tradicionais de treinamento em sala de aula, incomodando os operadores com necessidades urgentes de treinamento. Muitos estão utilizando e recomendando o ensino a distância para cursos de treinamento teórico e até mesmo prático, como por exemplo procedimentos de paramentação e desparamentação de equipamentos de proteção individual.

Nessa crise, muitos ensinamentos estão sendo apresentados. A necessidade em se ter helicópteros capazes de realizar essas missões com segurança, possuir equipamentos adequados, ter equipes preparadas e treinadas, maior integração e cooperação entre operadores civis e militares, possuir estruturas de serviços aeromédicos adequadas e disponíveis, são alguns ensinamentos que podem trazer no futuro um serviço mais estruturado.

Mas há um fator que se apresentou fundamental que é a agilidade nos processos burocráticos com as agências de aviação. Todas elas, rapidamente apresentaram soluções para viabilizar o transporte desses pacientes.

A EASA, Agências dos países da Europa, da América do Norte, Órgãos de Defesa, ANAC Brasil, e outras, criaram sistemas para flexibilizar algumas regras, sem contudo, afetar a segurança. Está dando certo e se continuar assim esses processos precisarão ser repensados, pois saberemos que isso também é possível fazer em “tempos de paz”.

Com todo esse cenário, mesmo com tudo que existe no mundo, nenhum sistema de saúde com ou sem um serviço aeromédico estava adequadamente preparado. Todos, de alguma forma, tiverem que encontrar soluções e vencer burocracias para tentar minimizar a crise. Não fosse a agilidade das agências e dos operadores, esses processos poderiam ter sido muito mais penosos.

Assim, pode parecer clichê, mas é sempre bom reforçar que os ensinamentos do passado e do presente podem fazer nosso futuro muito melhor. Basta planejar e agir.

Bons voos, com segurança e salvando vidas!

Força Aérea Real e serviços aeromédicos do Reino Unido treinam remoção de pacientes com COVID-19

Reino Unido – Nos meses de março e abril, a Força Aérea Real (RAF – Royal Air Force) realizou treinamentos com os serviços aeromédicos de Hampshire e Ilha de Wight (Hampshire & Isle of Wight Air AmbulanceHIOWAA) e da Escócia (Scottish Ambulance ServiceSAS) para o transporte de pacientes graves de áreas remotas para centros hospitalares com maior capacidade de tratamento intensivo.

As equipes aeromédicas do HIOWAA e SAS realizaram treinamento de transporte de pacientes graves em helicópteros CH-47 Chinook, SA-330 Puma e EH-101 Merlin. O SAS ainda testou o uso do EpiShuttle para permitir o transporte rápido e seguro de pacientes com COVID-19 para instalações de atendimento de emergência em todo o país.

Atualmente, os helicópteros da RAF, com capacidade para transportar pacientes graves, estão em prontidão em bases militares na Inglaterra e Escócia, no Reino Unido. As equipes aeromédicas trabalharam ao lado de militares treinando procedimentos de embarque, desembarque e transporte de vários pacientes.

O objetivo é estarem preparados para o caso de haver necessidade de transportar um número maior de pacientes de áreas mais remotos do Reino Unido, durante a pandemia de COVID-19. As equipes simularam operações de remoção aeromédica nas aeronaves e, em seguida, forneceram suporte e cuidados intensivos aos pacientes durante o voo.

Os exercícios praticados foram incorporados aos novos procedimentos operacionais que estão sendo elaborados para auxiliar as tripulações militares e os serviços de ambulância aérea em todo o país. Equipamentos de proteção individual (EPI) foram disponibilizados às equipes, a fim de garantir que os riscos de infecção sejam minimizados durante o transporte de pacientes com COVID-19.

Condado de Palm Beach adquire dois helicópteros AW169 para operações aeromédicas no sul da Flórida

Estados Unidos – O Distrito de Saúde do Condado de Palm Beach, Flórida, adquiriu dois helicópteros AW169 para o serviço aeromédico conhecido como Trauma Hawk. O Condado de Palm Beach é o maior município da Flórida, com mais de 2.300 milhas quadradas. Em 1988, a população criou o serviço de saúde independente e que fornece sistema de trauma, saúde escolar, hospital, clínicas de atenção primária e serviço aeromédico certificado pela Federal Aviation Administration (FAA).

O Distrito possui atualmente helicópteros aeromédicos Sikorsky S76 C+ e mantém uma infraestrutura bem organizada de regras de voo por instrumentos (IFR), combinando extenso programa de treinamento de pilotos para prestar serviços em condições climáticas adversas. O AW169 é equipado com o Localizer Performance with Vertical Guidance (LPV) GPS, um auxílio de navegação preciso, que aprimora ainda mais operações com baixa visibilidade.

O AW169 possui layout interno flexível, proporcionando acesso ao paciente em 360 graus. Os helicópteros serão os primeiros da Leonardo a apresentar um sistema longitudinal de maca para minimizar a carga de trabalho e o movimento do paciente durante o embarque e desembarque.

A aviônica inclui um sistema de controle de voo automático digital dual-duplex de quatro eixos e um painel digital compatível com óculos de visão noturna (NVG). O modo Unidade de Energia Auxiliar (APU) permite que a cabine do AW169 permaneça “ligada” com as pás do rotor paradas, criando um ambiente seguro, silencioso e confortável para o atendimento aeromédico.

Governador do Acre cede avião particular para transportar insumos médicos no combate ao COVID-19

Acre – O governador Gladson Cameli, de forma espontânea e sem ônus ao Estado, cedeu o seu avião particular para o transporte de materiais de exame e medicamentos a cidades com difícil acesso. Na quinta-feira (23), o avião modelo Baron, com capacidade para seis pessoas, fez a primeira viagem, com destino a Santa Rosa do Purus e Jordão. Todas as despesas serão custeadas pelo próprio governador.

Os bancos foram removidos para o acondicionamento das mercadorias. Com esta iniciativa, o governador espera atender a todos os pacientes que precisam fazer o teste de COVID-19 nesses municípios.

O avião ficará à disposição para viagens emergenciais nesse tempo de pandemia. O coronel Negreiros, chefe de Aviação do Gabinete Militar, disse que a operação envolve a Secretaria de Saúde e o CIOPAER (Centro Integrado de Operações Aéreas). Na semana passada, o avião do CIOPAER cumpriu missão semelhante em Marechal Thaumaturgo e Porto Walter.

Enquanto o aviação do Governador deslocava para Jordão, um avião fretado trazia de Manaus máscaras adquiridas pelo governo. A intenção é fazer cumprir o protocolo de contenção ao novo coronavírus e o decreto assinado pelo governador acreano, obrigando a população a usar máscaras em vias públicas.

Bombeiros e PM transportam materiais para transplante de órgãos de Florianópolis para Jaú, SP

Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU), realizou na manhã de quarta-feira (22), o transporte de materiais para transplante de órgãos.

Em apoio à SC Transplantes, o avião Arcanjo 02 transportou amostras de HLA (Antígeno Leucocitário Humano) e Quimerismo de pré e pós transplante de células tronco hematopoiéticas (transplante de medula óssea).

A aeronave decolou do Floripa Airport (SBFL) e depois de 5,5 horas de voo pousou no Aeródromo Municipal de Bauru – Comandante João Ribeiro de Barros (SBBU), interior de São Paulo. Em solo paulista, o material foi transportado com auxílio da Polícia Militar até a cidade de Jaú.

Equipe aeromédica do BPMOA resgata vítima de choque elétrico na área rural do município da Lapa, PR

Paraná – No sábado (18), equipe do helicóptero Falcão 03 do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) e equipe do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (SIATE) do Corpo de Bombeiros foram acionadas para resgate aeromédico no município de Lapa. Duas vitimas sofreram choque elétrico em área rural.

Um adolescente de 15 anos, sofreu parada cardiorrespiratória decorrente do choque elétrico. Apesar do esforço da equipe médica com procedimentos de reanimação, o garoto faleceu. A segunda vítima, um senhor de 65 anos, e pai do rapaz, foi atendido pela equipe e transportado de aeronave até a UPA da Lapa para avaliação médica.

De acordo com informações obtidas no local, o choque elétrico teria ocorrido após o contato de uma retroescavadeira com a rede de alta tensão.

Na terça-feira (21), a equipe do Falcão 03 realizou remoção aeromédica de um jovem de 21 anos, vítima de acidente de trânsito em Tunas do Paraná. A vítima, com fratura exposta de fêmur, foi levada de helicóptero ao Hospital Cajuru, Curitiba. Na quarta-feira (22) transportaram uma gestante do município de Pien para o Aeroporto de Bacacheri, de onde foi encaminha ao hospital.

FAB transporta militares da Marinha especializados em DQBRN de Porto Velho para Manaus

A Força Aérea Brasileira (FAB) realizou mais uma missão de Transporte Aéreo Logístico, no domingo (19), no âmbito da Operação COVID-19. Um C-105 Amazonas transportou militares da Marinha do Brasil e cerca de 500 quilos de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) de Porto Velho (RO) para Manaus (AM).

Os integrantes da Marinha, especializados em Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (DQBRN), foram levados de volta à capital amazonense após realizarem ação de descontaminação do Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira de Oliveira, em Porto Velho. O C-105 da FAB havia transportado os militares para a capital rondoniense na sexta-feira (17/04).

A Operação COVID-19 mobiliza mais de 28 mil militares por todo o Brasil. As ações envolvem descontaminação de espaços públicos, doações de sangue, transporte de medicamentos e equipamentos de saúde, distribuição de kits de alimentos para pessoas de baixa renda, entre outras.

Os militares atuam organizados em 10 Comandos Conjuntos que cobrem todo o território nacional, além do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), situado em Brasília (DF). Esses Comandos reúnem militares das três Forças (Marinha, Exército e Aeronáutica).

Aeronaves da FAB transportam equipamentos e insumos hospitalares para a região norte e nordeste

Brasil – Três aviões da Força Aérea Brasileira realizaram missão de Transporte Aéreo Logístico na quarta-feira (15/04). Um C-99 decolou da Base Aérea do Galeão (RJ), com destino a Base Aérea de Boa Vista (RR), transportando materiais de saúde que serão utilizados no combate à COVID-19 na Região Norte.

Segundo o Tenente Márcio Delibaldo Blumer, Comandante da missão, o avião C-99 é uma das mais versáteis dentro da aviação, atuando desde a evacuação aeromédica até o transporte de autoridades.

“Nessa missão, pudemos levar medicamentos e a esperança de cura para centenas de brasileiros, em meio ao cenário que estamos vivendo. Sinto orgulho de saber que estamos contribuindo para o bem da sociedade”, declarou.

Infográfico com as informações da missão COVID-19

Na mesma manhã, um C-130 Hércules decolou da Base Aérea de Canoas (RS) para a Base Aérea do Galeão, transportando, dentre outros materiais, um molde de fabricação de máscaras faciais tipo Face Shield, doado pela Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais (ABINFER). A carga seguiu, então, em um C-97 Brasília para Recife (PE), seu destino final.

A Operação COVID-19 foi ativada no dia 20 de março para atuar na coordenação e no planejamento do emprego das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) e tem o objetivo de transportar equipamentos e insumos hospitalares a diversas regiões do Brasil, para auxiliar no combate à pandemia.

Corpo de Bombeiros de SC transporta insumos hospitalares e realiza ação para estimular uso de máscaras

Santa Catarina – Na quarta feira (15), o avião Arcanjo 02 do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros foi acionado para o transporte de insumos hospitalares de Florianópolis para Três Barras. Foram levados 46 recipientes de álcool e 19.000 máscaras de proteção facial, totalizando 12 caixas de materiais que serão utilizados no enfrentamento ao COVID-19 em Santa Catarina.

Depois de percorridos cerca de 490 quilômetros em um total aproximado de 2,5 horas de voo, em Três Barras, as caixas foram transportadas de veículo até a cidade de Mafra. O transporte foi realizado em apoio à Secretaria de Estado da Saúde e à Defesa Civil.

BOA realiza ação para conscientizar o uso de máscara de proteção

Além do transporte realizado, na manhã de quarta-feira, o BOA realizou ação para estimular o uso de máscaras de proteção durante a pandemia do COVID-19. Como forma de reforçar a necessidade do equipamento, o helicóptero Arcanjo 03 fez uso de uma “máscara“.

Até os Arcanjos estão no “clima” de proteção! Faça sua parte! Não deixe de usar máscara facial no enfrentamento a COVID-19!, diz a publicação no Twitter. O uso de máscaras tornou-se obrigatório no Estado para todos os funcionários de serviços autorizados a funcionar no Estado. Além disso, na mesma portaria, a recomendação é que todos os catarinenses que saiam de casa utilizem o equipamento de proteção.

Força Aérea dos EUA testa fluxo de ar em aeronaves para possíveis evacuações em massa de pacientes com COVID-19

Estados Unidos – A Força Aérea dos Estados Unidos está se preparando para possíveis evacuações em massa de pacientes infectados por COVID-19, testando se pode transportar dezenas de pessoas a bordo de suas aeronaves sem primeiro isolá-las em cápsulas de contenção.

Entre os dias 4 e 11 de abril, o Comando de Mobilidade Aérea da Força Aérea dos EUA, em conjunto com pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa Estratégica da Universidade de Nebraska (UNMC) e da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa, conduziu experimentos de fluxo de ar durante uma semana em seis aeronaves diferentes.

Os aviões foram enviados à base da Guarda Nacional Aérea de Nebraska para testar o fluxo de ar e reduzir o risco de tripulações transportando pacientes com COVID-19. “O objetivo foi analisar como o ar em viagens aéreas circulam dentro da aeronave, usando gotículas rastreáveis”, disse o major Dave Sustello, oficial de operações do Esquadrão de Avaliação e Teste da AMC.

As equipes estudaram o fluxo de partículas nas aeronaves KC-135 Stratotanker, C-17 Globemaster III e C-130J Hercules, seguidas de testes nos KC-46 Pegasus, KC- 10 Extender e C-5M Super Galaxy, todas com capacidade para transportar vários passageiros.

Segundo as pesquisas, como regra geral, nessas aeronave o ar flui da frente para trás, o que é uma coisa boa, pois leva o ar para longe dos membros da tripulação. Apesar disso, essas aeronaves possuem configurações diferentes e estão analisando os sistemas para ver onde esse ar flui e se ele pode circular de volta para os pilotos ou para os compartimentos das tripulações.

Além disso, estão estudando formas de acomodar assentos ou beliches para transporte de pessoal. Em casos de evacuação aeromédica, as equipes podem até construir um sistema portátil de assistência médica, transformando o interior da aeronave em uma sala de emergência improvisada.

Os engenheiros primeiro fizeram varreduras geométricas dentro de cada aeronave para determinar a escala do compartimento interno, que possibilitou recriar modelos semelhantes por meio de um projeto auxiliado por computador.

Em seguida, vários testes foram realizados durante o voo e também em solo. Pesquisadores lançaram microesferas de látex de poliestireno, ou partículas com tamanho de um a três mícrons “para simular o tamanho do novo coronavírus”. As partículas também tinham uma assinatura, para que pudessem ser rastreadas sempre que “viajassem” dentro do avião.

As partículas foram marcadas com corante fluorescente com uma assinatura de DNA específica. O teste não apenas avaliava quantas esferas foram encontradas em cada parte da aeronave, mas também exatamente “de onde elas vieram”.

O objetivo é entender se os pacientes podem ser movidos com segurança sem usar o Sistema de Isolamento de Transporte (TIS). No início deste mês, a tripulação e o pessoal médico usaram o TIS pela primeira vez desde o surto de Ebola para transportar três pacientes que testaram positivo para o coronavírus. O TIS, no entanto, só pode transportar de dois a quatro pacientes dentro do compartimento.

O TIS “é um sistema muito conservador”, disse Sustello. A Força Aérea possui 13 unidades TIS prontas para a missão, totalmente configuradas. “Estamos analisando mais uma abordagem que pode levar muito mais passageiros confirmados ou suspeitos de contaminação com COVID-19 e movê-los para onde eles precisam receber cuidados, minimizando os riscos para a tripulação“.

Os resultados do experimento para o KC-135, C-130 e C-17 devem ser entregues ao Comando de Mobilidade Aérea e ao Comando de Transporte dos EUA até o final da semana. Os resultados das três aeronaves restantes devem estar prontos na próxima semana, disse Sustello.

“Há muitos casos aparecendo e estamos sempre procurando maneiras de estar prontos para a próxima luta, e essa luta está aqui no COVID-19. Precisamos descobrir como levaremos uma grande quantidade de pacientes para onde precisem obter os melhores cuidados”, disse Sustello.

As descobertas também podem beneficiar outras agências. Os testes realizados têm como objetivo mitigar o risco para todos aviadores e, ao mesmo tempo, fornecer aos comandantes em todo o mundo a capacidade de repatriar rapidamente o pessoal que está infectado ou exposto ao COVID-19.

A pesquisa não se aplica apenas ao atual surto. As lições aprendidas aqui em Nebraska também serão valiosas para operações futuras.”, disse o coronel Col. John Williams, 155th Air Refueling Wing, Operations Group commander.

Aeronaves testadas:

Ministério da Saúde habilita helicóptero aeromédico do Corpo de Bombeiros e SAMU 192 do DF

Distrito Federal – O Ministério da Saúde (MS) publicou a Portaria Nº 466/20 no Diário Oficial da União de 23 de março de 2020, habilitando a Unidade Móvel Aérea (Aeromédico) do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, que atua integrado com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192).

O Serviço Unificado de Atendimento Pré-Hospitalar (SUAPH) do DF é resultado da Portaria Conjunta Nº 40 de 2018, instituída entre a Secretaria Estadual de Saúde e o Corpo de Bombeiros Militar do DF.

A portaria do MS que habilitou o helicóptero EC135 T2 (Resgate 03) do Corpo de Bombeiros Militar, que atua integrado com o SAMU 192, definiu o repasse anual de R$ 462.000,00. Além disso, a portaria redefiniu o custeio da Central de Regulação das Urgências (CRU) do DF e estabeleceu recursos no montante anual de R$ 2.083.200,00.

No total serão repassados anualmente o valor de R$ 2.545.200,00, a ser incorporado ao limite financeiro de Média e Alta Complexidade (MAC), do Distrito Federal.

Aeronaves da Rede Paraná Urgência transportam pacientes, órgãos, vacinas e resgatam feridos

Paraná – O Estado do Paraná possui bases com aeronaves nas regiões de Curitiba, Maringá, Ponta Grossa, Londrina e Cascavel. O Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) e a Secretaria de Saúde do Estado (SESA), através de consórcios do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), além do apoio ao combate da pandemia de COVID-19, continuam seu trabalho diário socorrendo pessoas, além do transporte de órgãos para transplante, materiais e insumos médicos.

Na manhã de domingo (12), equipe aeromédica do helicóptero Saúde 02 do Consórcio Intermunicipal SAMU Oeste (CONSAMU) foi mobilizada para fazer o transporte de um órgão para transplante. Foi captado em Paranavaí e transportado para Cascavel, onde um paciente já aguardava no Hospital Uopeccan (Hospital do Câncer de Cascavel) para o procedimento cirúrgico.

No mesmo dia uma equipe do Falcão 04 do BPMOA realizou duas remoções aeromédicas. A primeira, uma vítima com fratura de fêmur foi levada da cidade de Mafra para o Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba. A segunda, uma vítima de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), foi transportada da cidade de Guaraqueçaba para o Hospital do Rocio, em Campo Largo.

Além dos transportes de pacientes e de órgãos, aviões e helicópteros do BPMOA e da Casa Militar também estão sendo utilizados para levar equipamentos e insumos médicos, como vacinas contra H1N1 e testes de COVID-19. Na Segunda-feira (13) o helicóptero Falcão 03, em apoio a Secretaria de Saúde do Estado do Paraná e CEMEPAR, transportou mais 80.000 vacinas contra H1N1.

Um profissional de saúde acompanhou o voo para manter o controle de temperatura e monitoramento das vacinas, que foram distribuídas nas cidades de União da Vitória,
Irati, Guarapuava, Francisco Beltrão, Pato branco, Cascavel, Toledo, Foz do Iguaçu, Ivaipora e Telêmaco Borba.

No mesmo dia um recém-nascido precisou de transporte aeromédico após sofrer com falta de oxigênio (sofrimento fetal) durante o parto. O pequeno foi levado pelo Falcão 04 do Aeroporto de Guaratuba ao Aeroporto de Paranaguá, de onde seguiu para o Hospital Regional.

Ainda na segunda-feira, a equipe do Saúde 02 realizou o transporte de uma mulher de 37 anos de idade, vítima de queimaduras após um incêndio ocorrido na noite de domingo (12). Ela foi transferida da UPA de Marechal Cândido Rondon para o Hospital Bom Jesus, em Toledo. O embarque foi feito na Associação Atlética Cultural Copagril (AACC).

Enquanto aeronaves realizavam o transporte de pacientes e vacinas, outra realizava resgate aeromédico de vítima de acidente. Na terça-feira (14), a equipe aeromédica do helicóptero Saúde 10 do SAMU Regional Norte Novo/SESA resgatou um homem de 43 anos vítima de um grave acidente de trânsito na BR-487, entre Campo Mourão e Luiziânia.

O homem ficou preso às ferragens e depois de retirado por equipes do Corpo de Bombeiros foi levado de helicóptero à Santa Casa de Campo Mourão, diagnosticado com politraumatismo.

“O trabalho diário dos profissionais de saúde e das tripulações das aeronaves continua e se mantém ativo, com mais uma tarefa que é apoiar as ações de combate à pandemia de COVID-19. Para isso estamos mantendo procedimentos de segurança e uso de equipamentos para proteger ainda mais nossas equipes e os pacientes”, disse Vinícius Augusto Filipak, médico e gestor da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná.

CIOPAER utiliza avião para entregar medicamentos e equipamentos no interior do Acre

Acre – O Governo do Acre por meio da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP), em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde (SESACRE), realizou no sábado (12), a entrega de medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs) no interior do Acre.

O Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) utilizou o avião Harpia 2 para realizar a entrega de 17 caixas de medicamentos e EPIs para os moradores dos municípios de Marechal Thaumaturgo e Porto Walter.

De acordo com o coordenador-geral do CIOPAER, Nayck Trindade, esse trabalho com o Harpia 2 dará cobertura a todos os locais onde só se chega por meio aéreo ou fluvial. “Nesse momento difícil de pandemia que assola o país inteiro, nossa equipe vem dando apoio na área de transporte de pessoal, de materiais de proteção e medicamentos a todos os locais que necessitam desse apoio dentro do estado”, destacou.

Para a Chefe do Núcleo Regional de Saúde do Juruá, Tarauacá e Envira, Muana da Costa Araújo, a integração entre as secretarias é importante para unir forças em um único objetivo: levar prevenção e cuidado à população mais isolada.

Brasil Vida Táxi Aéreo transportou pacientes expostos ao COVID-19 do Chile para América do Norte e Europa

Goiás – Um navio de cruzeiro não pode sair do Puerto Montt, no Chile, devido à possível exposição de turistas ao novo coronavírus (COVID-19). Por isso, alguns turistas que estavam a bordo precisaram ser repatriados aos seus respectivos países, utilizando transporte aeromédico.

Algumas empresas de UTI aérea ao redor do mundo foram procuradas para efetuar a operação e a empresa Brasil Vida Táxi Aéreo foi uma das selecionadas. Foram realizadas cinco operações pela empresa do final de março ao início de abril em aeronaves configuradas como UTI aérea.

A equipe utilizou equipamentos de proteção individual (EPIs), dentre eles o macacão impermeável, protetor facial (faceshield), máscara própria, luvas de procedimento dupla, botas impermeáveis, capsula de isolamento, etc., seguindo protocolos brasileiros e internacionais da Organização Mundial de Saúde.

As operações de transporte dos pacientes e seus acompanhantes tiveram como destino a América do Norte e a Europa. A cada vez que chegavam em Puerto Montt, a aeronave, a tripulação e a equipe médica permaneciam no aeroporto El Tepual.

O governo do Chile, em razão da pandemia, definiu que toda e qualquer ação, incluindo o serviço local de ambulância terrestre, só poderia ser feita na madrugada, entre meia-noite e seis da manhã. Por isso, só puderam ser realizadas duas operações de remoção por dia. “Foram várias aeronaves e equipes no processo. Foi uma operação de altíssima complexidade, marcando a história do transporte aeromédico no mundo”, ressaltou o Diretor Internacional James DeSouza.

Durante toda a operação, algumas fronteiras estavam sendo fechadas, fato que exigiu esforços de diplomacia internacional, ressaltando aos governos a importância do transporte, a cautela da logística e todas as peculiaridades das remoções para que tudo ocorresse da maneira certa.

Apesar de todas as restrições, desde o enfrentamento de neblina durante o pouso e decolagem até questões burocráticas características da repatriação de pessoas, as cinco missões foram realizadas com sucesso e, cada paciente, junto ao seu acompanhante, foi repatriado e seguiu para atendimento médico local.

“Nós chamamos essa operação de Repatriações COVID-19, pois foi um marco para a história da nossa empresa e para o transporte aeromédico no mundo”, relatou James. A empresa relatou que houve muita emoção envolvida no processo. Equipe médica, tripulação e os administrativos que, da sede em Goiânia, cuidavam de detalhes para que tudo ocorresse conforme o planejado.

Aviões do Corpo de Bombeiros transportam materiais utilizados no combate ao COVID-19 em SC

Santa Catarina – No início da tarde de quarta-feira (8), uma força tarefa organizada pela Defesa Civil Estadual e a Secretaria de Estado da Saúde, utilizou aviões para transportar materiais e equipamentos de proteção ao combate do COVID-19 no Estado de Santa Catarina.

O Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU) do SAMU, empregaram os aviões Arcanjo 02 e Arcanjo 04 para transportar insumos e equipamentos de Florianópolis para São Miguel do Oeste. As duas aeronaves percorreram juntas cerca de 2 mil quilômetros em aproximadamente 10 horas de voo.

O material foi levado pela Defesa Civil à sede do Batalhão de Operações Aéreas, em Florianópolis, de onde partiram para o aeródromo Helio Wassum, em São Miguel do Oeste. Em solo, equipes esperavam para receber o material e realizar a distribuição na região. As cidades de Lages e Chapecó foram utilizadas como apoio ao transporte e distribuição.

No total, foram transportados mais de 36 mil máscaras de proteção facial, mais de 36 mil luvas de procedimento, 315 recipientes de álcool gel 70°, 200 caixas de medicamento Cloroquina e 12 kits rápidos para a detecção da COVID-19.

Aeronaves da PM e da Casa Militar do Paraná transportam órgãos para transplante e testes de COVID-19

Paraná – Os pacientes que aguardam por um transplante no Paraná recebem a ajuda da Polícia Militar no transporte dos órgãos. Na manhã de quinta-feira (09), o “Falcão 07”, helicóptero do Batalhão de Operações Aéreas da PM (BPMOA), decolou de Londrina, passou por Maringá e teve como destino Curitiba levando três órgãos para transplante.

Foram dois rins e um baço doados para outros pacientes que aguardavam a cirurgia. Além dos órgãos, o trabalho do suporte aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar também está colaborando para que exames da COVID-19 cheguem mais rapidamente à capital do estado. Também foram levados ao Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen) amostras de material de pacientes de toda a região.

O material coletado e os órgãos saíram de Londrina e, após pouso em Maringá, foram transferidos para o avião da Casa Militar, que já tinha exames de outras regiões do estado e levou os materiais a Curitiba.

As aeronaves do Governo do Estado já coletaram 1.457 amostras de material para testes do novo coronavírus nas regionais de Saúde do Paraná. As aeronaves da frota contabilizaram 73 horas e 20 minutos de voo entre 23 de março e 5 de abril, o que significa três dias ininterruptos de deslocamento. A frota da Casa Militar é composta por quatro aviões e um helicóptero e atende 21 Regionais de Saúde (menos Curitiba).

Leonardo, Força Aérea e Agências Governamentais unem forças no combate ao COVID-19 na Itália

Itália – A Força Aérea Italiana realizou várias missões transportando suprimentos e equipamentos médicos (máscaras, equipamentos de proteção individual, ventiladores), bem como pessoal especializado em toda a Itália. Esses voos complementaram os realizados por aeronaves comerciais e de Forças Aéreas de vários países.

Para apoiar esse trabalho essencial, Leonardo está realizando uma série de voos para transportar material médico e transferi-lo para as regiões e centros mais afetados pela pandemia.12

A Divisão de Aeronaves da Leonardo disponibilizou ativos às autoridades para apoiar a emergência do Coronavírus. 70 helicópteros e 7 aviões foram disponibilizados para apoiar a emergência, incluindo ATR 42 e 72 (Guarda Costeira Italiana e Polícia Aduaneira) e os C-27J da Força Aérea Italiana, que foram empregados como “ambulâncias aéreas” para transportar pacientes em capsulas de isolamento e equipamentos de ventilação.

Nas últimas duas semanas, o ATR 72 voou cerca de 5.230 milhas náuticas entre Turim e vários destinos italianos (Roma, Sicília, Sardenha, Puglia, Veneto), transportando 3,1 toneladas. O C-27J voou 3.000 milhas náuticas, transportando 3,5 toneladas para as principais ilhas e Apúlia, passando por Roma.

O compromisso não foi uma tarefa fácil para a organização, dada a natureza excepcional do tipo de voo e os riscos à saúde dos envolvidos:

A empresa implementou todas as precauções necessárias para poder trabalhar com um nível adequado de segurança. Sou um dos poucos sortudos que ainda podem trabalhar e tentar ter uma vida o mais “normal” possível, apesar das restrições sociais e econômicas às quais todos estamos sujeitos, no entanto, essa atividade representa para mim e para todos nós uma fonte de orgulho e satisfação adicional“, disse o líder da Divisão de Linha Aérea da empresa.

Águia 01 da PM entrega 750 Kg de alimentos para comunidade do Bonete, em Ilhabela

São Paulo – Na sexta-feira (10), a Polícia Militar com emprego do helicóptero Águia 01 da Base de Aviação de São José dos Campos, realizou operação para entregar 750 Kg de alimentos (25 cestas básicas) a comunidade localizada na praia do Bonete, extremo sul de Ilhabela.

A praia fica em uma área isolada, cujo acesso só é possível pelo mar ou por uma trilha de 16 Km a pé (cerca de 4 horas de caminhada). Além disso, as famílias estão em quarentena em razão da pandemia de COVID-19.

As cestas básicas da prefeitura não puderam ser entregues devido às más condições do mar, com ressacas e ondas que chegam a quatro metros. Por isso o helicóptero foi a opção para realizar essa ação humanitária.

Guarda Costeira do Japão compra mais dois helicópteros H225 – Super Puma

Japão – A Guarda Costeira do Japão (JCG) fez um novo pedido para mais dois helicópteros H225 da Airbus Helicopters. Esse pedido eleva a frota de Super Puma da JCG para 15, incluindo dois AS332s e 13 H225s. Os novos helicópteros serão utilizados para atividades costeiras, busca e salvamento, segurança e missões de ajuda humanitária no Japão.

Três novos H225 foram entregues à JCG nos últimos meses. Os helicópteros serão atendidos pelo programa de suporte HCare Smart da Airbus, que oferece disponibilidade de frota e permite que o operador se concentre em suas missões, enquanto a Airbus gerencia seus ativos.

O H225 de 11 toneladas é equipado com instrumentos eletrônicos de última geração, piloto automático preciso e multimissão. Somente no Japão, atualmente 28 helicópteros da família Super Puma são pilotados por operadores civis, segurança pública e pelo Ministério da Defesa do Japão para missões de busca e salvamento, operações offshore, VIP, combate a incêndio e transporte de passageiros e mercadorias.

Guarda Costeira do Japão compra mais dois helicópteros H225 – Super Puma. Foto: Anthony Pecchi

ANVISA publica Nota Técnica sobre medidas sanitárias para aeroportos e aeronaves e inclui recomendações para o serviço aeromédico

Para enfrentar a atual pandemia de COVID-19, o poder público procura soluções para seu enfrentamento. A aviação é hoje um dos mercados mais atingidos pela pandemia, mas os serviços aéreos podem ser fundamentais para ajudar gestores públicos nesse momento de crise. A ANVISA e a ANAC vem buscando antecipar ações importantes para o setor.

Hoje (09), a ANVISA publicou Nota Técnica Nº 62/2020 que atualiza as medidas sanitárias a serem adotadas em aeroportos e aeronaves e incluiu recomendações para o serviço aeromédico (item 2.1.2.4). Da mesma forma, a ANAC publicou a Portaria Nº 880/20 e o Ofício nº 37/2020/SPO autorizando empresas de Táxi Aéreo e Unidades Aéreas Públicas (UAP) realizarem o transporte de cargas, incluindo material biológico.

A Nota Técnica a ANVISA estabeleceu recomendações específicas para administradoras aeroportuárias; companhias aéreas; operadores aéreos com menos de 19 assentos e incluiu recomendações aos operadores aéreos com serviço aeromédico aprovado pela ANAC ou operações aeromédicas realizadas por outras unidades.

Nas recomendações para os serviços aeromédicos, a Nota Técnica (item 2.1.2.4) definiu as seguintes recomendações:

  • Os profissionais de saúde devem observar as orientações específicas para este grupo,
    especialmente com relação ao uso de EPI (Nota Técnica ANVISA Nº 04/20).
  • Os critérios aqui estabelecidos não extrapolam a necessidade de observância dos aspectos de segurança operacional definidos pelo operador aéreo e pela autoridade de aviação civil competente.
  • Medidas adicionais podem ser adotadas para proteção da tripulação visando o isolamento respiratório e/ou de contato, tais como cortinas, Cápsula de Isolamento de Paciente (Patient Isolation Device – PID) ou outra que vier a ser definida.
  • O aumento da complexidade do nível de proteção (EPI) dos tripulantes na operação, está condicionada a avaliação da:
  1. Impossibilidade de barreira física entre a tripulação e o paciente;
  2. Caraterística do sistema de ventilação, recirculação, ar condicionado, entre outros;
  3. Complexidade do quadro clínico do paciente;
  4. Necessidade de intervenção médica em voo; e/ou
  5. Duração do voo.
  • No pior cenário, é recomendada a utilização dos EPIs indicados para proteção à exposição por aerossóis.
  • Após a realização do voo, a aeronave e os equipamentos embarcados devem ser descontaminados conforme protocolo específico.

Além disso, segundo especialistas, a segurança operacional deve ser avaliada de forma criteriosa. Nessa fase, o gestor deverá observar questões que podem interferir diretamente na condução da aeronave, como ergonomia, comunicação e fadiga. Será preciso realizar um planejamento detalhado para realizar um voo seguro, dentro de suas capacidades sem correr riscos desnecessários.

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