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Resgate aeromédico

Corpo de Bombeiros de Rondônia recebe UTI aérea capaz de transportar dois pacientes simultanemente

Rondônia – Na manhã de quarta-feira (12), o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros recebeu oficialmente o Kit aeromédico instalado no avião Grand Caravan, Resgate 03, fruto de parceria firmada entre a Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) e o Corpo de Bombeiros.

Incluindo o recurso destinado pelo TJRO, o investimento final ficou em R$ 621.033,00. Agora a população de Rondônia poderá contar com a primeira UTI Aérea de uma Unidade Aérea Pública (UAP), homologada pela ANAC, capaz de transportar 02 pacientes simultaneamente.

A aeronave conta com dois leitos adultos e dois leitos Infantis (incubadoras), podendo transportar ao mesmo tempo, tanto dois pacientes adultos, como dois infantis, ou ainda na configuração de um adulto e um infantil. Foi adquirida também uma capsula de isolamento para transporte de pacientes com COVID-19.

Aeromédico do CONSAMU atende vítimas de acidente de trânsito e realiza remoções aeromédicas de pacientes graves

Paraná – Na manhã de domingo (09), a equipe do helicóptero Saúde 02 do Paraná Urgência/CONSAMU decolou para o município de Quedas do Iguaçu para realizar a transferência de um homem de 40 anos de idade, com sinais clínicos de acidente vascular cerebral (AVC).

Após atendimento e estabilização, o paciente foi transferido de helicóptero para o Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP-Cascavel). No dia seguinte, na manhã de segunda-feira (10), a equipe foi novamente acionada. Atenderam vítimas de acidente de trânsito envolvendo dois veículos na rodovia que liga Toledo à Assis Chateaubriand. No acidente havia quatro vítimas, sendo três com lesões leves e uma grave.

A equipe do aeromédico atendeu a vítima de maior gravidade, sexo masculino de 22 anos de idade. Após atendimento e estabilização, o paciente foi encaminhado para o Hospital Bom Jesus (HOESP) de Toledo.

Na tarde de terça -feira (11) realizaram a remoção aeromédica de uma mulher, de 47 anos de idade, portadora de diabetes mellitus do município de Laranjeiras do Sul para o Instituto Virmond de Guarapuava. Ela procurou o Hospital São Lucas daquela localidade apresentando um quadro de infecção generalizada de foco não definido.

A paciente evoluiu com rebaixamento do nível de consciência sendo submetida a intubação orotraqueal, sedação e ventilação mecânica. Após atendimento e estabilização, a mulher foi transferida pelo helicóptero Saúde 02 para Guarapuava.

Vítima de desabamento e de acidente de trânsito são resgatadas por bombeiros e SAMU em Alagoas

Alagoas – O serviço aeromédico de Alagoas foi acionado no últimos dias para socorrer vítimas de trauma. A Secretaria da Saúde (SESAU) através do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) Alagoas, em parceria com a Chefia Aérea Especial da Segurança Pública (CAESP), atendeu na tarde de sábado (8), duas vítimas de acidente de trânsito envolvendo carro e moto na AL-101 sul, próximo a Barra de São Miguel.

O passageiro da moto teve fratura exposta na perna e precisou ser socorrido pela equipe de resgate aéreo do helicóptero Falcão 5 até o Hospital Geral do Estado (HGE). Já o condutor teve uma fratura no tornozelo e foi conduzido por uma equipe do SAMU até a UPA do Francês, o motorista do carro não ficou ferido.

Na segunda-feira (10) foram novamente acionados, dessa vez para resgatar uma mulher de 43 anos na cidade de Novo Lino, que ficou ferida após telhado de sua casa desabar. Os socorristas do SAMU Alagoas contaram com o apoio dos profissionais do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL) para retirada da mulher dos escombros.

Segundo Caroline Carvalho, enfermeira do SAMU, a paciente apresentava suspeita de fraturas nos membros superiores e inferiores e foi levada pelo helicóptero Falcão 02 para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. A paciente está internada na Área Vermelha Trauma. O quadro de saúde dela é considerado estável, mas, devido aos traumas nos membros inferiores, necessita dos cuidados do médico ortopedista.

Força Aérea Brasileira tem papel importante no combate ao COVID-19 nas aldeias Indígenas

Amazonas – O Sétimo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (7º/8º GAV) – Esquadrão Harpia, sediado em Manaus (AM), atuou juntamente com a Equipe de Expedicionários da Saúde, em uma missão de apoio à Operação COVID-19. A ação aconteceu no mês de julho, no interior do Amazonas, onde foram transportados suprimentos e EPIs, além de prestadas orientações às comunidades indígenas.

As tripulações, a bordo da aeronave H-60 Black Hawk, atuaram em sete aldeias de quatro diferentes etnias indígenas (Marubo, Matis, Kanamary e Tsohom Djapá). Ao todo, foram transportadas mais de seis toneladas de cargas, desde equipamentos básicos de proteção individual (máscaras e álcool em gel) até geradores e cilindros de oxigênio.

Esquadrão Harpia da Força Aérea tem papel importante no combate ao COVID-19 nas aldeias Indígenas. Foto: Divulgação

A equipe técnica levada pelo Esquadrão faz parte do Distrito Sanitário Especial Indígena do Vale do Javari (DSEI-VJ) e ficou responsável por ensinar os indígenas como utilizar os EPIs, identificar os primeiros sintomas e também agir para atenuar a proliferação da doença. Toda a logística teve como ponto estratégico as regiões de Tabatinga (AM) e de Cruzeiro do Sul (AC).

A Operação COVID-19, coordenada pelo Ministério da Defesa, mobiliza militares por todo o Brasil. As ações envolvem descontaminação de espaços públicos, doações de sangue, transporte de medicamentos e equipamentos de saúde, distribuição de kits de alimentos para pessoas de baixa renda, entre outras.

Na execução dessas atividades, os militares atuam organizados em 10 Comandos Conjuntos que cobrem todo o território nacional, bem como no Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE). Esses Comandos reúnem militares das três Forças (Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira).

Mulher que sofreu queda durante prática de “canyoning” é resgatada pela Força Aérea Portuguesa

Portugal – No domingo (09), a Força Aérea Portuguesa resgatou uma mulher de 30 anos, de nacionalidade espanhola, após sofrer queda de 10 metros no rio Poio, em Ribeira de Pena (Vila Real), enquanto praticava “canyoning” (atividade que envolve saltos, rapel em cachoeira, escalada e nado).

Um helicóptero EH-101 Merlin, da Esquadra 751 – “Pumas”, decolou de Montijo, após ser acionado pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. O resgate ocorreu por volta das 20H45.

A vítima foi transportada de helicóptero para o aeroporto do Porto, de onde uma ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) levou a mulher para o Hospital São João. A missão teve a duração de 03h45min de voo.

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Mesmo com profissionais infectados com COVID-19, GRAESP do Pará faz a diferença durante pandemia

Pará – No auge da pandemia provocada pelo novo coronavírus, entre os meses de março e maio, praticamente toda a frota aérea do Brasil parou por conta da restrição de circulação de pessoas. O diferencial foi a atuação do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP).

Não houve um dia, nesse período, sem que pelo menos uma aeronave decolasse, e no mínimo uma vez ao dia. Os voos cobriram todas as regiões do Pará no transporte de profissionais de saúde, além de insumos como álcool em gel, equipamentos de proteção individual (EPIs), medicamentos e respiradores.

Coronel Armando Gonçalves, diretor do Graesp, destaca a capacidade do Grupamento de viabilizar deslocamento de carga

“A nossa capacidade de viabilizar deslocamento de carga pesou muito durante os momentos mais críticos da pandemia. Os respiradores, por exemplo, que chegavam ao Aeroporto Internacional de Belém, éramos nós que distribuíamos para hospitais de campanha e hospitais regionais em Marabá, Santarém, Redenção, Breves e Parauapebas. E ainda auxiliamos no transporte intermunicipal. À medida em que uma cidade precisava menos do equipamento, levávamos para uma que estivesse precisando mais. Isso ocorreu em Juruti, Oriximiná, Almeirim, Porto de Moz, Itaituba, Tucuruí, Capanema e Paragominas”, conta o coronel Armando Gonçalves, diretor do GRAESP.

Tão logo o governado decretou a suspensão das férias, o efetivo foi comunicado sobre a medida, afastando somente os que faziam parte do grupo de risco para COVID-19. Segundo o diretor do GRAESP, foi formada uma força-tarefa para garantir a continuação das demandas na crise sanitária e o atendimento rotineiro, como a necessária vigilância nos balneários, principalmente durante o mês de julho.

O empenho dos integrantes da unidade aérea pública foi decisivo para o cumprimento das missões em um momento tão peculiar. “Foi quando vi que realmente estava todo mundo unido. O vírus assustou todo mundo, mas cabia a nós garantir que não faltasse o que fosse necessário”, ressaltou o coronel Armando Gonçalves.

Metade do efetivo acabou sendo contaminado. Dois chegaram a ficar em estado grave, mas não houve baixas. “Ainda bem que todo mundo se recuperou, e os dois até já voltaram a voar. No pior momento da crise nós não tínhamos folga. Lembro de um domingo, 19h30, que eu estava me arrumando para voar porque tinha chegado respirador e precisava ir para o interior”, lembra.

Criado em 2003, o Grupamento atua em missões policiais, de resgate, fiscalização ambiental e também realiza transportes diversos. Em 2019, o GRAESP atingiu 2,6 mil horas de voo, sendo que a maior parte desse tempo foi dedicada a operações.

De 1º de janeiro a 1º de agosto deste ano já são 1,2 mil horas acumuladas, sendo que 520 foram dedicadas somente às missões relacionadas à COVID-19. “Então, se a gente comparar, voamos muito mais nesses sete primeiros meses do ano em relação a esse mesmo período do ano passado”, afirmou o oficial da PM.

Avião Canadair CL-215 sofre acidente durante combate a incêndio florestal em Portugal

Portugal – Um avião anfíbio Canadair (Canadair CL-215, EC-HET) acidentou-se na manhã de sábado (08) no Parque Nacional Peneda Gerês, enquanto combatia um incêndio florestal no local. O piloto português de 65 anos faleceu e o copiloto espanhol de 39 anos, em estado grave, foi levado ao Hospital de Viana do Castelo.

Foram enviados dois helicópteros de resgate do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e dois da Força Aérea, além das aeronaves já existentes no local. O avião realizava manobra para reabastecimento de água na barragem do Alto do Lindoso e preparava-se para descarregar o líquido sobre o fogo.

Segundo nota de imprensa, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) afirmou que se trata de um avião do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, do Centro de Meios Aéreos de Castelo Branco, que participava nas operações de combate a um incêndio florestal no Parque Nacional da Peneda Gerês, em Lindoso, distrito de Viana do Castelo. O avião é um dos três Canadair alugados por Portugal para o combate a incêndio.

O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) foi notificado do acidente e realizará as investigações. As previsões de muito calor e vento forte para este sábado levam as autoridades a manter-se alerta para novas ignições e reacendimentos em incêndios combatidos nos últimos dias. O estado de alerta especial foi prolongado pelo governo até ao final de domingo.

Equipes de resgate socorrem cinco vítimas de acidente de trânsito na BR-277, próximo a Céu Azul, PR

Paraná – A equipe aeromédica do CONSAMU foi acionada na manhã de quinta-feira (06) para apoiar socorristas da concessionária Ecocataratas, SAMU e Corpo de Bombeiros. Um grave acidente envolvendo dois caminhões na BR-277, próximo a Céu Azul, deixou cinco vítimas.

A equipe do aeromédico atendeu um rapaz de 22 anos de idade, que sofreu trauma abdominal fechado, trauma de pelve, fratura fechada em braço esquerdo e fratura exposta em tíbia esquerda. Após estabilizado, o paciente foi transportado até o Hospital Universitário do Oeste do Paraná, em Cascavel.

Três vítimas foram encaminhadas ao hospital de Céu Azul e uma para o Posto de Atendimento de Santa Tereza do Oeste. A ocorrência contou com apoio do SAMU de Céu Azul e de Cascavel, concessionária Ecocataratas, Bombeiros de Cascavel (4º GB) e Polícia Rodoviária Federal.

Criança picada por cobra é levada de helicóptero ao Hospital de Doenças Tropicais, em Goiânia

Goiás – O menino de 5 anos que foi picado por uma cobra venenosa em uma chácara da zona rural de Ipameri, região sudeste de Goiás, segue internado em um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em Goiânia.

Ele foi levado pelo helicóptero Bombeiro 01 ao Hospital de Doenças Tropicais (HDT). Segundo o hospital, seu estado de saúde é “estável”. O caso aconteceu na terça-feira (4). Após o ocorrido, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) chegou a ser chamado para prestar os primeiros socorros, mas a criança precisou ser levada de helicóptero para receber atendimento médico adequado em Goiânia.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a criança passou muito mal logo após ser picada pela cobra e o resgate com o helicóptero foi necessário devido à gravidade do estado de saúde da criança.

Força Aérea Portuguesa faz a diferença e realiza 22 missões de apoio à população em sete dias

Portugal – A Força Aérea realizou, de 27 de julho a 2 de agosto, 22 missões de apoio à população em Portugal Continental, nos arquipélagos da Madeira e dos Açores. Foram transportadas 10 pessoas que precisavam de assistência médica urgente, sete nos Açores, uma na Madeira, e duas dos Açores para o Continente. No total, foram contabilizadas setenta e seis horas e cinco minutos de voo.

Na madrugada do dia 1º de agosto, realizaram simultaneamente o transporte aeromédico de dois recém-nascidos, da ilha Terceira, Açores, para o Continente, e um transporte de órgãos para transplante em território nacional. Nessas missões foram empenhados dois aviões C-295M, operados pela Esquadra 502 – “Elefantes”. Equipes do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) também participaram das operações.

Força Aérea Portuguesa faz a diferença e realiza 22 missões de apoio à população em sete dias

No mesmo período, equipe do helicóptero EH-101 Merlin da Esquadra 751 – “Pumas” foi acionada para resgatar um homem que necessitava de cuidados médicos urgentes e se encontrava a bordo do pesqueiro “Águas Santas”, que navegava a 463 Km do Montijo. A Esquadra 502 – “Elefantes” realizou o acompanhamento da missão.

Ainda nesta semana, foram realizados dois transportes de órgãos para transplante, um pelo avião Falcon 50, da Esquadra 504 – “Linces”, e o outro pelo avião C-295M. Nesse período ainda realizaram 10 missões de combate a incêndios florestais, oito pela Esquadra 552 – “Zangões”, que opera a aeronave AW119 “Koala”, e duas com o empenho do avião  Lockheed P-3C CUP+ ORION, da Esquadra 601 – “Lobos”.

Estudante atropelado por motocicleta é resgatado por equipe aeromédica da CIOPAER, em Fortaleza

Ceará – Uma motocicleta atropelou um estudante de 18 anos que atravessava a Avenida Alberto Craveiro, no Bairro Dias Macedo, na manhã de quarta-feira (5), em Fortaleza. A via foi bloqueada para que o helicóptero Fênix 09 da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) pousasse com segurança.

A equipe de operadores de suporte médico do helicóptero realizou o socorro dos feridos. O estudante foi levado na aeronave para o Hospital Instituto Doutor José Frota (IJF), no Centro de Fortaleza. O estudante atropelado teve fratura exposta na perna direita. O motociclista também teve ferimentos graves e o passageiro, leves.

Um guarda municipal que presenciou o atropelamento informou que um médico da CIOPAER passava pelo local no momento do acidente, estacionou seu automóvel, e iniciou os primeiros socorros. O próprio médico acionou a aeronave.

O motociclista e o passageiro foram conduzidos para uma unidade hospitalar em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192). Equipes da Guarda Municipal de Fortaleza (GMF) também auxiliaram nos trabalhos.

Transportando esperança, operadores fornecem serviços vitais para combater o COVID-19 na América Latina

América do Sul – Como resultado da atual crise da saúde, muitos operadores governamentais e privados de helicópteros na América Latina se viram na linha de frente da pandemia e estão desempenhando um papel essencial no apoio aos esforços de seus países no combate ao vírus.

Muitos operadores estão fornecendo transporte médico de emergência para pacientes gravemente enfermos, enquanto outros estão apoiando as autoridades de saúde no transporte de exames e pessoal médico. Também há quem tenha sido fundamental na distribuição de alimentos e medicamentos para comunidades vulneráveis ​​e isoladas. O que todos eles têm em comum é o compromisso infalível de apoiar os concidadãos durante um período difícil e desafiador.

Adaptação às demandas da crise

O cotidiano da Coordenação de Operações Aéreas (COA) no Rio de Janeiro foi enormemente impactado pela crise. Antes do surto, as operações de COA geralmente envolviam o transporte do governador e de seus colaboradores próximos. Com a chegada da pandemia, a equipe agora apóia o Corpo de Bombeiros Militares do Estado para realizar o transporte inter-hospitalar de pacientes Covid-19 com seu helicóptero H135.

O cotidiano da Coordenação de Operações Aéreas (COA) no Rio de Janeiro foi enormemente impactado pela crise. Antes do surto, as operações de COA geralmente envolviam o transporte do governador e de seus colaboradores próximos. Com a chegada da pandemia, a equipe agora apóia o Corpo de Bombeiros Militares do Estado para realizar o transporte inter-hospitalar de pacientes Covid-19 com seu helicóptero H135.

“Os procedimentos antes e depois do voo mudaram drasticamente com a crise”, explica o tenente-coronel Marcelo de Carvalho Mendes. “Um briefing com as equipes médicas se tornou essencial para preparar o voo e também precisamos dar muita atenção à remoção cuidadosa de nossos equipamentos de proteção depois que o voo terminar. Também desenvolvemos novos protocolos para desinfetar a aeronave, a fim de eliminar o risco de contaminação. ”

“Os procedimentos antes e depois do voo mudaram drasticamente com a crise”, explica o tenente-coronel Marcelo de Carvalho Mendes.

Para proteger o paciente, a equipe médica e os pilotos dentro da cabine do H135, o COA usa uma capsula de isolamento. O dispositivo também reduz o tempo necessário para desinfetar a aeronave entre as missões.

“O maior desafio para a equipe é manter-se emocionalmente forte, pois essa é uma nova doença com muitas incógnitas”, acrescenta Carvalho. “No entanto, nos adaptamos rapidamente ao uso de equipamentos de segurança pessoal, que incluem roupas impermeáveis, luvas, máscaras e óculos – e com esse equipamento de proteção, as operações são conduzidas sem problemas.”

Cerca de 1.200 km ao sul de Rio de Janeiro, no Estado brasileiro do Paraná, o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas do Paraná (BPMOA) também adotou novos protocolos para proteger as tripulações a bordo de sua frota de H130, conhecida localmente como Falcões.

As operações diárias do BPMOA incluem uma grande variedade de missões, como evacuação aeromédica, busca e salvamento, aplicação da lei e combate a incêndios. No entanto, nos últimos meses, toda a sua frota de helicópteros foi designada para apoiar a Secretaria Estadual de Saúde com os testes de transporte Covid-19 e vacinas H1N1 para os 399 municípios do estado, que cobrem 199.299 km2.

Cobrir um território tão grande com a urgência imposta pela crise foi um desafio para a tripulação, que também precisou adaptar a cabine da aeronave para lidar com as novas missões.

“Antes de cada missão, precisamos remover todos os assentos, exceto os pertencentes aos dois pilotos, e reorganizar rapidamente a cabine para caber nas grandes caixas contendo os testes, etc.”, diz Julio Cesar Pucci dos Santos, comandante-chefe da BPMOA. “A espaçosa cabine do helicóptero e a possibilidade de mudar rapidamente sua configuração de transporte de passageiros para carga são uma grande vantagem”.

No Chile, a Aviação Naval está participando dos esforços do país para combater o COVID-19 com suas frotas Super Puma AS332L, Dauphin AS365 e BO105. Após a crise da saúde, eles expandiram suas operações, dedicadas principalmente a missões de busca e resgate e evacuação aeromédica, para incluir também vôos de patrulha e transporte de pessoal e equipamentos médicos.

“O objetivo dos vôos de patrulha é verificar a conformidade da quarentena e garantir que o cordão sanitário seja respeitado”, diz o capitão Francisco Uribe, chefe de comunicação da aviação naval. “Também estamos apoiando as autoridades de saúde com o transporte de médicos especialistas para algumas das áreas mais remotas do país”.

No início de abril, a equipe de helicópteros do AS365 transportou dois médicos da região sul de Magallanes para Puerto Edén, uma das aldeias mais isoladas e habitadas do Chile na Ilha Wellington, perto da Antártida, para testar a população e isolar possíveis casos.

No início de julho, foi a vez do Marinha BO105 voar para a cidade mais austral do mundo, Puerto Williams, na região antártica do Chile, para fornecer à população local exames médicos e orientações para se proteger contra o COVID-19.

Operadores de helicóptero fornecem serviços vitais para combater o COVID-19 na América latina. Foto: Divulgação. Foto: Divulgação

Transferência de pacientes inter-hospitalares (IHT)

Como em muitos outros países, as autoridades de saúde chilenas se esforçam para evitar a super saturação de hospitais em áreas metropolitanas de alta densidade, como Santiago. Como resultado, a divisão de suporte aéreo de Carabineros do Chile, a polícia chilena, vem realizando ativamente transferências inter-hospitalares com seus helicópteros EC135.

“O uso de um helicóptero para tais transferências reduz o tempo de transporte em mais da metade, e o tempo é crucial no transporte de pacientes graves para o hospital”, diz o coronel Belisario Vega Hermosilla, chefe da Prefectura Aérea.

A primeira dessas missões ocorreu em maio, quando Carabineros foi chamado para transferir um paciente do hospital Luis Tisné, na capital Santiago, para um hospital na cidade de Talca, na região de Maule. “Existem cerca de 256 km entre esses dois hospitais e o transporte rodoviário levaria quase três horas. Com o helicóptero, conseguimos levar o paciente a Talca em apenas uma hora ”, acrescenta Vega Hermosilla.

Para realizar essas operações delicadas, a Carabineros treinou suas equipes de helicópteros para integrar dispositivos de isolamento do paciente (PID), que são uma maneira eficaz de conter o ambiente do paciente e, assim, reduzir o risco de contaminação. Protocolos muito rigorosos também foram introduzidos para preservar a saúde da tripulação e dos passageiros, como equipamento de proteção individual completo (EPI) e descontaminação reforçada da cabine.

Operadores de helicóptero fornecem serviços vitais para combater o COVID-19 na América latina. Foto: Divulgação. Foto: Divulgação

Operadores de helicópteros comerciais juntam esforços humanitários

A crise da saúde também afetou seriamente os negócios de muitos operadores de helicópteros comerciais. Alguns deles, como Ecocopter Equador e Rent A ‘Kopter no Panamá, se adaptaram à situação e reorientaram sua atividade no apoio a projetos de solidariedade em seus respectivos países.

A Ecocopter Equador colaborou com a Fundação Cecilia Rivadeneira, sediada em Quito, para transportar alimentos, termômetros, máscaras e outros equipamentos de proteção individual para comunidades vulneráveis ​​nas cidades isoladas da Anedéia de Ambato e outras cidades do norte do país.

“Após um ano de operações no Equador, é importante que nossa empresa participe de ações humanitárias em apoio às comunidades locais”, diz Gustavo Junovich, CEO da Ecocopter Equador. “Estes são tempos difíceis para todos nós e iremos apenas superar essa crise ajudando uns aos outros ”, acrescenta.

Sediada na Cidade do Panamá, a principal operação da Rent A ‘Kopter é o transporte de passageiros, mas as medidas restritivas adotadas pelas autoridades para impedir a propagação do vírus colocaram em risco suas atividades. À luz das condições atuais, a empresa colocou seus helicópteros H125 e H130 à disposição do governo panamenho e participou ativamente do “Plano Panamá Solidário”, em apoio às comunidades mais desfavorecidas do país.

“Voamos para áreas de difícil acesso nas províncias de Chiriquí, Colón e Darién para distribuir alimentos e bens essenciais à população”, diz o chefe de operações, Jack Betesh.

“Voamos mais de 80 horas e atravessamos o país para chegar a aldeias a 400 km de nossa base. Nossa equipe está extremamente comprometida em ajudar os mais vulneráveis ​​nesses tempos difíceis e, apesar da distância, sentimos que estamos ‘transportando esperança’ para os necessitados. ”

Operadores de helicóptero fornecem serviços vitais para combater o COVID-19 na América latina. Foto: Divulgação. Foto: Divulgação.

Equipe aeromédica do CONSAMU transporta idosa de Terra Roxa para Hospital Universitário, em Cascavel

Paraná – Equipe aeromédica do CONSAMU decolou com destino ao município de Terra Roxa na tarde de terça-feira (28), para realizar transferência de uma mulher de 79 anos de idade. A paciente portadora de hipertensão arterial e diabetes foi vítima de um acidente vascular cerebral.

A mulher foi submetida à Intubação Oro Traqueal pois houve rebaixamento do nível de consciência quando era atendida na UPA daquela localidade. A aeronave pousou no heliporto da UPA de Terra Roxa. Após atendimento e estabilização, como apoio do SAMU, a paciente foi transferida para o Hospital Universitário do Oeste do Paraná, em Cascavel.

Equipe aeromédica do CONSAMU transporta idosa de Terra Roxa para Hospital Universitário, em Cascavel.

Suporte Aéreo Avançado de Vida resgata motociclista ferido em acidente na BR-359, MG

Minas Gerais – Na tarde de terça-feira (28), após perder o controle da motocicleta, vítima colidiu frontalmente com uma carreta e foi lançado e atingido por outro automóvel que seguia logo atrás do caminhão, causando lesões graves, como traumatismo craniano (TCE) e trauma abdominal.

O acidente aconteceu na BR-359, entre as cidades de Pouso Alto e Santana do Capivari. Equipe de Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV), sediada em Varginha, foi acionada para resgatar o motociclista de 30 anos. Socorristas da Unidade Básica do SAMU de São Lourenço apoiaram a equipe do helicóptero Arcanjo 05 do Batalhão de Operações Aéreas (BOA).

Após procedimento conforme protocolo de Atendimento Pré-hospitalar (APH) a vítima foi encaminhada pela equipe médica para o Hospital São Lourenço. A tripulação do Arcanjo 05 é composta por militares do Corpo de Bombeiros e equipe médica do CISSUL SAMU.

GRAESP do Pará resgata jovem que se acidentou na praia do Maçarico, em Salinópolis

Pará – Na manhã do domingo (26), o Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) fez o resgate de um adolescente que se acidentou na praia do Maçarico, no município de Salinópolis, nordeste paraense. O jovem bateu a cabeça e foi conduzido pelo helicóptero do GRAESP até um hospital de Belém.

O Grupamento atua nos municípios e nas praias realizando a prevenção, orientado banhistas que não estão em locais seguros e observando o posicionamento dos veículos nas areias da praia do Atalaia, em Salinópolis. Além disso, monitora as rodovias, em especial no retorno dos veranistas, para agir em alguma emergência.

Durante a operação, o GRAESP já voou mais de 32 horas entre as localidades de Belém, Breves, Santa Maria, Salinópolis e Santa Izabel. Ao todo, três aeronaves, cinco viaturas e 85 servidores, entre pilotos, operadores aerotáticos e mecânicos trabalham na operação que acontecerá até o dia 03 de agosto.

Para agir especificamente em situações de emergência, os agentes do Grupamento Aéreo realizam treinamento específico para atuar no resgate por meio aéreo, aquático e terrestre.

Treinamento simulado realizado pelo GRAESP todos os anos em Salinas, PA. Foto: Bruno Cecim / Ag.Pará.

Serviço aeromédico de Alagoas garante transporte interestadual para a população

Alagoas – Realizar um transporte rápido, reduzindo o tempo resposta do atendimento, com o propósito de realizar um procedimento de urgência, que pode salvar a vida do paciente. É o que faz a Secretaria da Saúde (SESAU) através do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) Alagoas, em parceria com a Chefia Aérea Especial da Segurança Pública (CAESP). O helicóptero Falcão 05, esquilo AS350 B3e, é usado nas operações aéreas.

No primeiro semestre deste ano, oito pessoas foram transferidos de helicóptero de Maceió para Recife, PE. Elas precisavam realizar procedimentos cirúrgicos de urgência. Entre os pacientes que precisaram do serviço aeromédico, está um menino com 2 meses de idade. Ele nasceu com uma cardiopatia congênita e precisou ser levado para a capital pernambucana quando tinha somente 15 dias de vida. Transportado da Santa Casa de São Miguel dos Campos, o bebê foi levado pelo helicóptero até o Real Hospital Português, em Recife.

Segundo a mãe do menino, a doença foi descoberta um dia depois do nascimento. “Meu filho está se recuperando bem, precisou somente de uma cirurgia no coração para corrigir o probleminha que existia. Preciso agradecer a Deus e também a todos que fazem parte do serviço aeromédico por terem tratado meu filho tão bem”, agradeceu emocionada.

10 anos de operações aéreas

O Serviço Aeromédico de Alagoas completou 10 anos de atividades em fevereiro desse ano. Entre os meses de janeiro e junho, as equipes realizaram 156 ocorrências, no decorrer de uma década de socorros prestados, foram 2.022 atendimentos realizados.

Josileide Costa, supervisora do SAMU Alagoas. Foto: Divulgação

Para Josileide Costa, supervisora do SAMU Alagoas, “sempre buscamos reduzir o nosso tempo resposta nos atendimentos e, quanto mais rápido uma equipe do SAMU chegar até uma pessoa que esteja precisando de socorro, mais chances existem dessa vida ser salva, reduzindo ao máximo as sequelas, garantindo que o paciente seja encaminhado para um hospital de referência”, destacou a supervisora.

Alagoas possui uma aeronave exclusiva para realizar esse tipo de atendimento. As equipes do SAMU do Rio Grande do Norte e do Ceará compartilham as aeronaves com os profissionais da Secretaria de Segurança Pública. No estado de Pernambuco, os socorristas utilizam as aeronaves da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal. No Piauí, o SAMU local possui uma aeronave para realizar transferências entre hospitais, sem a possibilidade de fazer resgates.

Tripulação aeromédica

A tripulação do serviço aeromédico de Alagoas é integrada, composta por um piloto da Secretaria da Segurança Pública (SSP), um tripulante operacional do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL), além de um médico e enfermeiro do SAMU Alagoas.

Os profissionais da CAESP e do SAMU realizam atendimentos nas rodovias do Estado, transferência de pacientes graves de unidades de saúde do interior de Alagoas para capital, e transporte de pacientes que necessitam de procedimentos cirúrgicos de urgência na cidade de Recife, Pernambuco.

Corpo de Bombeiros de Minas Gerais está preparado para transportar pacientes com COVID-19

Minas Gerais – Durante todo o período de atuação do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) para o enfretamento da COVID-19, o planejamento das ações para combater o vírus tem sido elaborado pensando nas vítimas e nos militares que atuam na linha de frente, de forma a eliminar ou minimizar o contato direto durante o atendimento.

Entre as diversas ações, está o uso da capsula de isolamento de paciente (maca bolha) utilizadas no transporte de vítimas contaminadas pelo coronavírus ou com fortes suspeitas e o uso de todos os equipamentos de proteção individual (EPI), que inclui macacões, óculos, máscaras, luvas especiais, toucas, aventais, protetores faciais e botas de borracha.

O Corpo de Bombeiros conta com 16 unidades de capsulas de isolamento distribuídas em diversos municípios de Minas Gerais. Elas foram adquiridas com recursos do fundo estadual exclusivo para COVID-19 e cada uma custou aproximadamente R$ 9 mil.

Muitas vezes é necessário o deslocamento de ambulâncias ou aeronaves de doentes em estado crítico, assim a capsula onde o paciente é colocado protege bombeiros, profissionais de saúde e a própria vítima. O equipamento recebe fluxo de ar que passa por um filtro, impedindo também que os socorristas tenham contato com o ar contaminado.

Os elementos filtrantes do equipamento devem ser trocados a cada atendimento, momento em que toda a estrutura passa por limpeza e desinfecção completa, conforme protocolo de ação obrigatória. Dessa forma as unidades de resgate e as aeronaves do Corpo de Bombeiros ficam prontas para um novo atendimento.

Além disso, 1.160 bolsas foram distribuídas nas viaturas e aeronaves destinadas a equipamentos de atendimento pré-hospitalar e oxigenoterapia. São de alta resistência e revestimento impermeável, protegendo os itens mantidos em seu interior de possível contaminação por COVID-19.

Força Aérea resgata tripulante filipino em navio localizado a 325 Km da costa cearense

Ceará – O Esquadrão Falcão (1º/8º GAV), sediado em Parnamirim, RN, resgatou na sexta-feira (24), um tripulante filipino com suspeita de pancreatite aguda que estava a bordo de um navio que navegava de Nova Orleans (EUA) para Santos, SP.

O navio Halcon Trader, originário das Filipinas, foi localizado a 325 Km da costa brasileira, próximo à cidade de Fortaleza, CE. O helicóptero H-36 Caracal decolou de Parnamirim às 8h40 e voou até a posição do navio para realizar o resgate.

O piloto manteve o helicóptero no voo pairado, enquanto os homens de resgate SAR (Search and Rescue – Busca e Salvamento) desceram até o convés, imobilizaram o tripulante do navio e o içaram através do guincho. Ao final, o Esquadrão transportou o paciente ao Aeroporto Internacional de Fortaleza, de onde foi transferido em ambulância do SAMU 192 para um hospital da capital cearense.

Toda a operação teve duração de três horas de voo. A tripulação do helicóptero formada por 11 militares, sendo dois pilotos, um mecânico, dois operadores de equipamentos, três homens de resgate, dois médicos e uma enfermeira, usou trajes especiais para minimizar o risco de qualquer contaminação.

Avião e helicóptero são usados pelo Corpo de Bombeiros para socorrer pessoas em Santa Catarina

Santa Catarina – No domingo (26), o Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou o transporte aeromédico de recém-nascido, com 3 dias de vida, que necessitava de avaliação cardiológica especializada.

Após o nascimento, o bebê ficou internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Regional do Oeste, em Chapecó. A transferência para o Hospital Infantil Jesser Amarante, em Joinville, foi realizada com o avião Arcanjo 04.

O médico Guilherme Elemar, que acompanhou a transporte da criança, destacou que “o transporte aeromédico no Arcanjo 04 garante a chegada rápida no hospital de referência com uma menor quantidade transbordos”, explica.

Resgate Aeromédico

Além das operações com os aviões, o helicóptero Arcanjo também é usado em resgates aeromédicos. Foi o que aconteceu quando as equipes foram acionadas para socorrer homem de 56 anos que sofreu grave lesão no cranio, em Corupá. Segundo pessoas que trabalhavam com a vítima, uma tora de eucalipto teria caído sobre sua cabeça.

Equipe do Corpo de Bombeiros Voluntários de Corupá realizou o primeiro atendimento e o suporte avançado a vida foi realizado pela equipe aeromédica do helicóptero Arcanjo 03. A vítima foi estabilizada e conduzindo de helicóptero ao Hospital Municipal São José, em Jaraguá do Sul.

Trabalhador que foi atingido por árvore na cabeça é resgatado pelos bombeiros voluntários e levado de helicóptero para o Hospital São José, SC. Foto: Divulgação.

Equipes de resgate socorrem vítimas de acidente de trânsito na região de Quitandinha e Bocaiúva do Sul, PR

Paraná – Na manhã de sábado (25), equipe aeromédica do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) socorreu um homem com politraumatismo, vítima de acidente de trânsito na BR-116, próximo ao município de Quitandinha.

No local, a equipe de operadores de suporte médico (OSM) do helicóptero Falcão 08 apoiou socorristas da Concessionária Arteris Planalto Sul no atendimento. Uma vez estabilizada, a vítima foi encaminhada de helicóptero ao Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul.

No domingo (26), a equipe foi mais uma vez acionada para atender vítima de acidente de trânsito na região de Bocaiúva do Sul. No local, uma motocicleta e um caminhão colidiram frontalmente. Um homem faleceu no local e uma mulher de 18 anos sofreu múltiplas fraturas e Traumatismo Cranioencefálico (TCE).

Uma vez estabilizada pelas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do helicóptero Falcão 08 do BPMOA, a mulher foi encaminhada ao Hospital Cajuru, em Curitiba.

Esquadrões Aéreos da FAB treinam técnicas de Busca e Salvamento na Base Aérea de Santa Cruz, RJ

Rio de Janeiro – No período de 13 a 23 de julho, na Base Aérea de Santa Cruz, Rio de Janeiro, aconteceu o Exercício Técnico de Busca e Salvamento (EXTEC SAR) e o Exercício Operacional de Busca e Salvamento (SAREX II). Um dos objetivos foi o aperfeiçoamento da interoperabilidade entre a Aeronáutica e a Marinha do Brasil.

As atividades promoveram uma operação simulada para aperfeiçoamento, manutenção e padronização dos Esquadrões que realizam missões de Busca e Salvamento no mar e em terra e dos Centros de Coordenação de Busca e Salvamento Aeronáutico (ARCC) e as Unidades Aéreas da Força Aérea Brasileira (FAB).

Nas proximidades da Ilha da Marambaia, o Esquadrão Puma operou a aeronave H-36 Caracal com treinamento de convés (içamento de maca e de pessoal), em conjunto com o Navio Patrulha Oceânico da Marinha do Brasil. Com duas decolagens diárias, totalizando oito horas de voo por dia, o Esquadrão Pelicano também conseguiu atingir os objetivos do exercício.

O treinamento levou em consideração as peculiaridades de uma missão real no mar, como o deslocamento de alvos, em virtude das correntes marítimas e do vento; do efeito de espelhamento da superfície, provocado pelos raios solares; e também as dificuldades de localização espacial, provocada pela falta de referências.

Os Esquadrões Phoenix, Netuno e Gordo também participaram do treinamento. O Esquadrão Gordo realizou treinamentos específicos envolvendo procedimentos de lançamento de bordo, que consiste na entrega de kits de sobrevivência contendo botes salva-vidas e alimentos para as vítimas. Durante o treinamento, foram realizadas 13 missões, totalizando aproximadamente 50 horas de voo.

Célula de Acompanhamento de Desempenho Operacional (CADO)

O Exercício Técnico SAR conta com uma nova ferramenta para avaliar as missões de Busca e Salvamento: a Célula de Acompanhamento de Desempenho Operacional (CADO). Valendo-se do modelo já funcional na Aviação de Caça, a CADO tem como objetivo realizar um levantamento de dados que sirvam de base para análise de desempenho das atividades executadas.

Na prática, a Célula de Acompanhamento recebe ao longo do dia os resultados das missões de treinamento, esses resultados são analisados de modo a identificar possíveis pontos de melhoria. Cabendo a CADO avaliar se aquilo que é diferente pode ser apresentado como uma melhor alternativa, e não julgar quem fez certo ou errado.

Aviões Pilatus PC-24 adquiridos pela aperadora aeromédica da Suécia iniciam voos de teste

Suécia – O primeiro dos seis aviões Pilatus PC-24 da operadora aeromédica governamental da Suécia (Kommunalförbundet Svenskt Ambulansflyg – KSA) decolou do Aeroporto de Buochs ​​para seu voo inaugural em 22 de julho de 2020. Menos de um ano após a assinatura do contrato entre a KSA e a Pilatus, o voo inaugural do primeiro PC-24 aeromédico é um marco importante no programa, com previsão de entrega final das aeronaves em 2021.

Existe a opção de adquirir mais quatro, além das seis já compradas. Após a conclusão dos voos de teste iniciados pela Pilatus, os PC-24 serão enviados para a Aerolite AG, empresa suíça especializada na instalação do interior aeromédico.

As seis aeronaves serão entregues com dispositivos médicos adaptados à cabine, permitindo o transporte de até três pacientes com espaço para quatro passageiros. A cabine possuirá diferentes configurações, o que permitira à KSA realizar transportes de adultos, crianças e neonatos.

Regulação dos voos aeromédicos

O Centro de Coordenação de Voo da KSA está estabelecido em Umeå na Norrland University Hospital (NUS), necessária para otimizar a logística de transporte e, ao mesmo tempo, manter a preparação nacional para missões de ambulância aérea. O Centro trabalha 24 horas por dia, durante todo o ano, com enfermeiros experientes e equipe cirúrgica qualificada.

Bases de preparação

As bases estão estabelecidas em Umeå (ESNU), Estocolmo/Arlanda (ESSA) e Gotemburgo/Landvetter (ESGG). Em cada base ficarão duas aeronaves com pessoal médico e técnico. Todas as bases estão disponíveis 24 horas por dia e têm 30 minutos após o acionamento para sua ativação.

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