Rio Grande do Norte – No dia 26 de novembro, o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) e do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte foram acionados para resgatar dois funcionários de usina eólica que estavam realizando manutenção no topo da torre, quando o equipamento começou a pegar fogo, deixando os funcionários impedidos de escapar do alto.
O caso aconteceu em um dos aerogeradores do Parque Eólico Mel, em Areia Branca, na região Oeste Potiguar. Segundo a empresa proprietária do parque, a Neoenergia, o princípio de incêndio foi controlado pela brigada de emergência da empresa.
Segundo a equipe do CIOPAER, a operação de resgate foi realizada a mais de 60 metros de altura em um cenário complexo, pois envolvia urgência devido ao incêndio em uma das partes da torre e o limite de visibilidade com o pôr do sol, além também, dos riscos inerente ao voo como intensidade do vento próximo a torre e utilização do resgate com carga externa na técnica McGuire.
Segundo o CIOPAER, a equipe foi acionada por volta das 15h45 e estava pronta para a operação em cerca de cinco minutos. “Prontamente a gente reuniu a equipe, informou ao diretor, debateu as condições, porque é uma operação que não é simples de realizar, e, no limite do tempo, a gente conseguiu decolar e dar o suporte ao Corpo de Bombeiros e ao SAMU que estavam no local”, afirmou o sargento Eridson do CIOPAER.
Santa Catarina – O serviço aeromédico realizado pelo Batalhão de Aviação da Polícia Militar (BAPM), em parceria com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), atendeu até o mês de novembro 87 missões na Serra Catarinense. O serviço conta com sete profissionais da saúde: cinco médicos e dois enfermeiros, além dos policiais militares do BAPM.
O serviço que está atuando permanentemente na região desde a implantação em junho de 2024, durante a Operação Inverno. O helicóptero Águia 04 do BAPM que dispõe de equipamentos para de suporte avançado à vida, é capaz de atender casos graves, resgates, ocorrências primárias e transporte aeromédico.
Para Marcos Fonseca, superintendente de Urgência e Emergência, a união dos trabalhos proporciona uma redução no tempo de resposta a situações críticas, salvando mais vidas e garantindo atendimento médico rápido e eficiente aos pacientes.
“Esse serviço demonstra a garantia ao acesso de serviços públicos de qualidade e com a agilidade que a situação merece. Quando conseguimos atender mais e melhor a população estamos afirmando que Santa Catarina é exemplo de competência quando o assunto é atendimento de urgência”, ressaltou Marcos Fonseca.
O transporte aéreo viabiliza percorrer grandes distâncias em um espaço de tempo muito menor, em comparação com outros meios. “Desta forma, é possível levar os pacientes em um transporte seguro, humanizado e com atendimento mais ágil”, complementou.
Ceará – No sábado (23), na rodovia CE-060, município de Caririaçu, sul do Ceará, um ônibus escolar com time de futebol da cidade de Aurora, que tinha como destino a cidade de Santana do Cariri, perdeu o controle, saiu da rodovia e capotou em um barranco com queda aproximada de 60 metros.
O acidente vitimou 18 pessoas, três morreram no local, seis ficaram gravemente feridas (com múltiplas fraturas) e o restante conseguiu sair do local de forma espontânea, sem lesões importantes.
Populares acionaram o SAMU, através da Regulação Médica, que por sua vez acionou o Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e o serviço aeromédico da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas do Ceará (CIOPAER). Além desses departamentos, várias ambulâncias da cidade de Juazeiro do Norte e Caririaçu se deslocaram com profissionais dos hospitais locais, voluntários para atuar no socorro.
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CIOPAER do Ceará resgata motorista de ônibus capotado em abismo com 18 vítimas
CIOPAER do Ceará resgata motorista de ônibus capotado em abismo com 18 vítimas
CIOPAER do Ceará resgata motorista de ônibus capotado em abismo com 18 vítimas
CIOPAER do Ceará resgata motorista de ônibus capotado em abismo com 18 vítimas
CIOPAER do Ceará resgata motorista de ônibus capotado em abismo com 18 vítimas
Quando a aeronave pousou, quatro vítimas graves já tinham sido extraídas do local e conduzidas por ambulâncias para os hospitais da região. No entanto, ainda haviam dois pacientes graves, aguardando o primeiro atendimento. Dessa forma, através da triagem médica, a equipe aeromédica atendeu o paciente mais grave, que era o motorista do ônibus. Por sua vez, o paciente menos grave foi atendido pela equipe médica da ambulância do SAMU local.
Na abordagem da equipe aeromédica, o motorista do ônibus foi avaliado com suspeita de traumatismo raquimedular, fratura no membro superior direito e trauma em tórax e abdome. Foi imobilizada a coluna cervical, imobilizando cabeça, colocado em prancha de trauma, sobre uma maca de montanha. Após o preparo do paciente, os profissionais, com apoio de populares, conseguiram suspender a maca do local do sinistro até a rodovia, por um terreno íngreme e escorregadio.
Ao chegar na rodovia, o paciente foi conduzido para uma das ambulâncias do SAMU no local e realizado um atendimento mais minucioso. Ainda na ambulância, o paciente recebeu condutas mais especializadas e foi preparado para o transporte aeromédico. O paciente foi conduzido da ambulância até o local de pouso da aeronave, onde foi embarcado e transportado sem intercorrências até a base da CIOPAER, em Juazeiro do Norte. Lá, uma ambulância do SAMU já aguardava o paciente, para levá-lo ao Hospital Santo Antônio, em Barbalha.
CIOPAER do Ceará resgata motorista de ônibus capotado em abismo com 18 vítimas
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CIOPAER do Ceará resgata motorista de ônibus capotado em abismo com 18 vítimas
CIOPAER do Ceará resgata motorista de ônibus capotado em abismo com 18 vítimas
CIOPAER do Ceará resgata motorista de ônibus capotado em abismo com 18 vítimas
CIOPAER do Ceará resgata motorista de ônibus capotado em abismo com 18 vítimas
CIOPAER do Ceará resgata motorista de ônibus capotado em abismo com 18 vítimas
CIOPAER do Ceará resgata motorista de ônibus capotado em abismo com 18 vítimas
Paraná – No domingo (03), a equipe aeromédica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) do Paraná, da base de Maringá, foi acionada pela Regulação Médica do SAMU para atendimento de paciente de 57 anos, vítima de trauma por chifrada de boi sobre o tórax e abdome, ficando gravemente ferido, na cidade de Nova Esperança.
O paciente tinha sido socorrido primeiramente por uma equipe da Defesa Civil. Devido a gravidade das lesões, a equipe aeromédica interviu de imediato em sua abordagem. O paciente apresentava pneumotórax aberto, abdome agudo hemorrágico e importante perda de sangue, sendo necessário receber intervenções médicas avançadas, como: intubação orotraqueal, suporte de ventilação mecânica, curativo especial no tórax e reposição de líquidos, estabilizando a condição clínica para o transporte.
A aeronave decolou de Nova Esperança com destino a Maringá. O voo aconteceu sem intercorrências, com o paciente devidamente monitorizado hemodinamicamente e recebendo manutenção de cuidados iniciados na cena. Após o pouso, o agricultor foi conduzido para o Hospital Universitário de Maringá, direto para tratamento cirúrgico imediato.
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Agricultor ferido por chifrada de boi é resgatado por helicóptero do SAMU em Nova Esperança, PR
Agricultor ferido por chifrada de boi é resgatado por helicóptero do SAMU em Nova Esperança, PR
Agricultor ferido por chifrada de boi é resgatado por helicóptero do SAMU em Nova Esperança, PR
Acre – O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) realizaram na sexta-feira (17), mais uma operação aeromédica bem sucedida de paciente no interior do estado. O homem sofreu mal súbito em Cobija, na Bolívia, e chegou em estado grave no hospital Regional de Brasileia (Acre), que fica na fronteira entre os dois países.
“Saímos às 14h de Rio Branco, e em um voo de 45 minutos chegamos em Brasileia. É um voo pela vida, como nós dizemos na instituição. É uma parceria entre SAMU e CIOPAER, que vem dando resultados à sociedade acreana”, destacou o comandante da aeronave de resgate, coronel Carlos Augusto Negreiros.
De acordo com o coordenador do SAMU, Pedro Pascoal, foi necessário aguardar a estabilização do quadro desse paciente para realizar o transporte aeromédico: “Fizemos a remoção após a estabilização do paciente no hospital. No momento certo, a aeronave e equipe foram despachados para atender esse homem, que estava em estado crítico”, afirmou.
Pascoal explica que há uma suspeita de sepse, infecção generalizada, além de um possível quadro de hepatopatia (doença crônica no fígado), ainda por esclarecimento através de exames clínicos. Após o resgate, o paciente ficou internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), no Pronto-Socorro de Rio Branco.
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SAMU e CIOPAER do Acre realizam remoção aeromédica de paciente que sofreu mal súbito em Cobija, Bolívia
SAMU e CIOPAER do Acre realizam remoção aeromédica de paciente que sofreu mal súbito em Cobija, Bolívia
SAMU e CIOPAER do Acre realizam remoção aeromédica de paciente que sofreu mal súbito em Cobija, Bolívia
SAMU e CIOPAER do Acre realizam remoção aeromédica de paciente que sofreu mal súbito em Cobija, Bolívia
SAMU e CIOPAER do Acre realizam remoção aeromédica de paciente que sofreu mal súbito em Cobija, Bolívia
Pará – Este ano, a aviação na Amazônia completa 50 anos de atuação essencial e indispensável para um Estado de dimensões continentais, onde distritos de um mesmo município são separados por dias de distância.
Desde 2004, o Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) fortalece essa presença, com serviços prestados também em Saúde, Educação, Meio Ambiente e até mesmo em diferentes situações de resgate e transporte de pessoas, nas mais variadas condições. Durante os períodos críticos da pandemia de Covid-19, foi a estrutura do GRAESP que garantiu o transporte urgente de insumos, vacinas, médicos e pacientes por todo o Pará, com o apoio de 14 aeronaves, 42 pilotos e 30 tripulantes.
Há 17 anos iniciava suas operações com um helicóptero e dois superplanadores para patrulhamento, levantamento de informações, fiscalização ambiental e outros. Em 2011 assumiu toda a demanda de aviação dos órgãos ligados à Segurança Pública. Em 2015, assume também as demandas da governadoria e Casa Militar.
Com base não só em Belém, mas também em Santarém e Marabá, o GRAESP possui 14 aeronaves, cinco delas apreendidas pela Polícia Federal transportando cocaína. No total, são oito aviões e seis helicópteros.
Experiência do piloto Carlos Saldanha para o Graesp
Comemorando em 2022 uma carreira de 50 anos como piloto, Carlos Alberto Saldanha, aos 69 anos, voa há dois no Grupamento Aéreo. Nascido em Belém, possui mais de 20 mil horas de voo, tendo passado quase 20 anos sobrevoando áreas de garimpo na região amazônica, outros seis na Força Aérea, e um bom período de vivência como piloto comercial na aviação executiva.
GRAESP diminui distâncias no Pará e tem papel fundamental nos atendimentos de urgências.
Com formação também em mecânico e técnico de aeronaves, ele fala da importância dessa qualificação em suas missões: “O conhecimento técnico me ajudou demais, especialmente nos voos que fazia para o meio do mato. Perdi muitos colegas em voos e ter essa qualificação me ajudou muito a voar de forma mais segura. Já fiz pousos forçados de precisar sair de helicóptero, já tive pane durante o voo, já parei para consertar panes e depois continuei voando”, relata.
“Durante o auge da pandemia, chegamos a voar oito vezes em um único dia. Foi uma época diferente, a gente voava mais apreensivo porque era muita gente dependendo do que estávamos fazendo. Participei muito de missões em apoio à região da Calha Norte (oeste paraense)”, afirma Carlos.
Viúvo e pai de três filhos, que já lhe querem aposentado, garante que seguirá voando até o fim da vida. “Foi muito gratificante, já com a idade que tenho, entrar no GRAESP, onde o trabalho é feito com muito segurança, com um alto padrão de manutenção do aviões. Hoje atendo secretarias, autoridades, faço voos de vacinas, de insumos, e hoje entendo ainda mais o papel do Grupamento Aéreo no Estado, que é muito grande e muito importante. O Pará é enorme, e ter esses voos significa muito. Seria muito mais difícil de resolver as coisas se não fosse o GRAESP“, conclui o piloto Carlos Saldanha
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GRAESP diminui distâncias no Pará e tem papel fundamental nos atendimentos de urgências
GRAESP diminui distâncias no Pará e tem papel fundamental nos atendimentos de urgências
GRAESP diminui distâncias no Pará e tem papel fundamental nos atendimentos de urgências
GRAESP diminui distâncias no Pará e tem papel fundamental nos atendimentos de urgências
GRAESP diminui distâncias no Pará e tem papel fundamental nos atendimentos de urgências
GRAESP diminui distâncias no Pará e tem papel fundamental nos atendimentos de urgências
Paraná – Na manhã do dia 30 de maio, um grave acidente na PR-317, em Engenheiro Beltrão, distrito de Ivailândia, norte do Estado, deixou ferida uma família com dois adultos e três crianças, após forte colisão entre um carro e um caminhão.
Segundo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), a família era de Paiçandu e tinha acabado de abastecer em um posto de combustíveis. Ao deixar o local, o motorista do veículo não percebeu que um caminhão vinha na rodovia. O veículo de carga passou por cima do carro e tombou. Com o impacto entre os veículos, uma criança foi ejetada do carro, sofrendo lesões graves.
O Corpo de Bombeiros foi a primeira equipe a chegar no local, visto que existia vítimas presas às ferragens. Devido a gravidade dos pacientes, foi solicitado suporte médico da equipe do SAMU, que enviou uma aeronave e uma ambulância até o local. Foi necessário cortar o teto do veículo para a retirada das vítimas encarceradas. O trabalho integrado entre os Bombeiros e profissionais do SAMU foi fundamental na agilidade do atendimento de resgate.
Por estar muito grave, a criança ejetada do carro foi socorrida pelo helicóptero do SAMU e encaminhada para o Hospital Universitário de Maringá, também no norte do Estado. Os outros quatro feridos também foram socorridos e encaminhados para hospitais da região. O motorista do caminhão não se feriu.
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Grave acidente em rodovia mobiliza equipes de resgate no Paraná
Grave acidente em rodovia mobiliza equipes de resgate no Paraná
Grave acidente em rodovia mobiliza equipes de resgate no Paraná
Grave acidente em rodovia mobiliza equipes de resgate no Paraná
Grave acidente em rodovia mobiliza equipes de resgate no Paraná
Grave acidente em rodovia mobiliza equipes de resgate no Paraná
Grave acidente em rodovia mobiliza equipes de resgate no Paraná
Santa Catarina – No inicio da tarde de domingo (29), a aeronave da Policia Civil, junto com equipe aeromédica do SARASUL, foi acionada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para transferência de paciente masculino, 58 anos, com quadro de infarto agudo do miocárdio, do Hospital Regional de Araranguá para o Hospital São José, em Criciúma, referência em cardiologia.
Em Araranguá, uma ambulância do Corpo de Bombeiros prestou apoio no deslocamento da vítima, do hospital de origem até a zona de pouso da aeronave, onde o paciente foi embarcado. O helicóptero decolou com destino a Criciúma, onde uma ambulância do SAMU aguardava para transportá-lo ao Hospital São José, onde o paciente passou a receber procedimentos cardiológicos de alta complexidade.
Nesses casos, o emprego da aeronave oferece agilidade no atendimento, levando a equipe médica até o paciente, proporcionando assistência especializada no local e no transporte até o hospital de referência.
Santa Catarina – Na tarde de domingo (22), a aeronave da Polícia Civil, tripulada pela equipe do SAER, estava em treinamento na região praiana de Balneário Rincão, quando populares começaram a acenar para a tripulação, pedindo socorro. A equipe do SAER pousou na praia, sendo informada que uma pequena embarcação de pesca de pequeno porte havia virado com 4 pescadores.
Um dos pescadores, um homem de 34 anos, acabou se chocando contra o barco, apresentando forte dor incapacitante na perna esquerda. Dessa forma, profissionais do SAER transportaram o jovem para sua base, em Criciúma, onde a equipe médica do SARASUL já o aguardava para prestar atendimento. Foi realizado analgesia e imobilização, estabilizando a condição clínica do paciente, que pela avaliação médica apresentava possível fratura de fêmur esquerdo.
Com o apoio de uma ambulância básica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), foi conduzido ao hospital São José, referência em trauma, para reforçar o diagnóstico e dar continuidade de tratamento.
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Aeronave do SAER que voava em treinamento acabou realizando resgate de pescador
Aeronave do SAER que voava em treinamento acabou realizando resgate de pescador
Aeronave do SAER que voava em treinamento acabou realizando resgate de pescador
Aeronave do SAER que voava em treinamento acabou realizando resgate de pescador
Ceará – Na última sexta-feira (06), uma aeronave da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) realizou o transporte aeromédico de dois pacientes queimados, vítimas de explosão de uma padaria, na cidade do Crato. Os feridos sofreram queimaduras de grandes proporções, sendo atendidos inicialmente em um hospital local.
De acordo com as primeiras informações, o motivo da explosão teria sido decorrente de um vazamento de gás dentro do estabelecimento comercial. Com a grande área de superfície corporal queimada e evolução rápida da gravidade, foi necessário acionar o serviço aeromédico para transportar com maior agilidade ao serviço de referência, na capital do Estado.
Aeronave da CIOPAER/CE transporta 02 pacientes vítimas de explosão
Os dois pacientes foram transportados simultaneamente por ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), do hospital local, na cidade do Crato, para a base da CIOPAER, na cidade de Juazeiro do Norte, distante apenas 10km.
Na base, o helicóptero Fênix 07 que comumente transporta um paciente por vez, já estava adequadamente equipado para transportar os dois pacientes num único voo. As equipes do SAMU e CIOPAER embarcaram os pacientes. E após avaliação pré-voo da equipe aeromédica, a aeronave se decolou de Juazeiro do Norte para Fortaleza, num voo de 1h45min.
No momento do pouso na capital, duas ambulâncias do SAMU já aguardavam os pacientes, que foram levados com segurança até o Instituto José Frota (IJF), unidade de referência em Trauma no Ceará, onde possui uma unidade especial para atendimento de paciente com queimaduras graves.
Transportes duplos não são comuns. Uma característica interessante num voo desse tipo é a necessidade de organização de uma grande logística que contribua no sucesso dessa missão.
Fatores importantes são necessários, como: comunicação entre as equipes (transporte, regulação médica, hospital de origem e hospital de destino), equipamentos em dobro, equipe médica de transporte terrestre dobrada e atenção intensa da equipe aeromédica no voo (monitorando todas as condições fisiológicas e na expectativa de abordagem a qualquer momento).
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Aeronave da CIOPAER/CE transporta 02 pacientes vítimas de explosão
Aeronave da CIOPAER/CE transporta 02 pacientes vítimas de explosão
Aeronave da CIOPAER/CE transporta 02 pacientes vítimas de explosão
Aeronave da CIOPAER/CE transporta 02 pacientes vítimas de explosão
Aeronave da CIOPAER/CE transporta 02 pacientes vítimas de explosão
Aeronave da CIOPAER/CE transporta 02 pacientes vítimas de explosão
Aeronave da CIOPAER/CE transporta 02 pacientes vítimas de explosão
Aeronave da CIOPAER/CE transporta 02 pacientes vítimas de explosão
Acre – Mais do que voar, cada saída de aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) carrega consigo uma história. Neste sábado (23), o que era para ser o resgate de um idoso vítima de AVC, em uma aérea de difícil acesso do município de Manoel Urbano, acabou com uma verdadeira força tarefa para também resgatar pacientes vítimas de um grave acidente de trânsito, ocorrido no município de Sena Madureira.
“Nós acionamos a equipe do CIOPAER para nos ajudar em um resgate de paciente vítima de AVC. O resgate foi feito, porém tiveram que parar em Sena Madureira, devido a um grave acidente com três vítimas de trauma. Dois vieram para Rio Branco de ambulância e o paciente mais grave, de helicóptero”, explicou Pedro Pascoal, coordenador do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Rio Branco.
A equipe composta por piloto, copiloto, um médico e um enfermeiro, especialistas em resgate aeromédico, pousou no heliponto de Rio Branco por volta das 15h, trazendo o paciente H. S. N de 28 anos. Apesar da gravidade dos ferimentos, o paciente chegou estável e foi entregue a equipe de profissionais do Pronto Socorro para a continuidade do tratamento em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Agilidade, equipe especializada e suporte de tripulação são fatores essenciais para que as missões de resgate aéreo ocorram de forma eficaz. Por esse motivo, as operações são feitas em conjunto, com uma equipe engajada, unida e, sobretudo, humanizada.
“O helicóptero chega aos locais mais longínquos, remotos e inimagináveis, dando suporte aos municípios distantes e ajudando as equipes a salvar vidas. É uma ferramenta de grande utilidade e que melhorou em 100% as missões de resgate do SAMU”, finalizou Pascoal.
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Helicóptero do CIOPAER reforça ações do SAMU e resgata vítimas no interior do Acre. Foto: Neto Lucena/Secom
Helicóptero do CIOPAER reforça ações do SAMU e resgata vítimas no interior do Acre. Foto: Neto Lucena/Secom
Helicóptero do CIOPAER reforça ações do SAMU e resgata vítimas no interior do Acre. Foto: Neto Lucena/Secom
Helicóptero do CIOPAER reforça ações do SAMU e resgata vítimas no interior do Acre. Foto: Neto Lucena/Secom
Helicóptero do CIOPAER reforça ações do SAMU e resgata vítimas no interior do Acre. Foto: Neto Lucena/Secom
Helicóptero do CIOPAER reforça ações do SAMU e resgata vítimas no interior do Acre. Foto: Neto Lucena/Secom
Helicóptero do CIOPAER reforça ações do SAMU e resgata vítimas no interior do Acre. Foto: Neto Lucena/Secom
Helicóptero do CIOPAER reforça ações do SAMU e resgata vítimas no interior do Acre. Foto: Neto Lucena/Secom
Espírito Santo – Na última sexta-feira (22), uma adolescente de 16 anos foi socorrida pelas equipes do NOTAER e do SAMU, após um acidente de trânsito, onde um carro de passeio colidiu na traseira de um caminhão, no município de Iúna, na região do Caparaó.
A vítima estava no banco do carona do carro e seu estado de saúde foi considerado grave pela equipe do SAMU. Após o pouso da aeronave do NOTAER, na primeira abordagem, o operador aerotático auxiliou os bombeiros na remoção da paciente das ferragens, enquanto a equipe aeromédica do Harpia 06 realizava os primeiros socorros ainda dentro do veículo.
Após a extração da vítima, foi necessário estabilizar a sua condição clínica e prepará-la para o voo até a Santa Casa de Misericórdia, em Cachoeiro de Itapemirim.
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NOTAER e SAMU resgatam adolescente vítima de acidente de trânsito em Iúna, ES
NOTAER e SAMU resgatam adolescente vítima de acidente de trânsito em Iúna, ES
NOTAER e SAMU resgatam adolescente vítima de acidente de trânsito em Iúna, ES
NOTAER e SAMU resgatam adolescente vítima de acidente de trânsito em Iúna, ES
NOTAER resgata adolescente vítima de acidente presa às ferreagens
Inglaterra – A Cornwall Air Ambulance Trust (CAAT) está comemorando 35 anos de operação desde o seu lançamento como o primeiro serviço de ambulância aérea dedicado do Reino Unido em 1987. A instituição de caridade serviu de inspiração para as 23 operadoras de ambulâncias aéreas que atendem regiões do Reino Unido, operando mais de 40 aeronaves.
O CAAT, que atende em grande parte a região rural e marítima da Cornualha e Ilhas Scilly, no sudoeste da Inglaterra, realizou mais de 31.000 missões desde o lançamento do serviço. Somente em 2021, o serviço foi acionado para 1.092 atendimentos em toda a região, sendo 733 ocorrências com o uso de um helicóptero, em atendimentos diversos de emergências médicas a lesões relacionadas a traumas.
Atualmente, a CAAT opera dois helicópteros: um AgustaWestland AW169 (G-CRWL), que entrou em serviço em abril de 2020 e foi adquirido após uma campanha pública de arrecadação de fundos que arrecadou quase de £ 3 milhões; e um AW109 (G-KRNO) alugado da Castle Air, como aeronave reserva. Ambas as aeronaves são mantidas pela Castle Air, em acordo assinado em novembro de 2021.
As novas aeronaves estão equipadas com uma gama de modernos equipamentos médicos de emergência. A instituição de caridade começou a transportar hemoderivados no início de 2021, realizando sua primeira transfusão de sangue no local, em fevereiro daquele ano.
O gerente da CAAT, Tim Bunting diz: “Não há dúvida de que este serviço de salvamento é vitalmente necessário neste município. Mas, o mais incrível é que é completamente financiado pela generosidade do povo da Cornualha. Sem o seu apoio, nossa equipe não poderia fazer o que faz, que é ajudar a salvar vidas e manter mais famílias unidas na Cornualha. O público nos apoiou orgulhosamente nos últimos 35 anos. Hoje, precisamos deles para nos manter voando por muitos, muitos mais.”
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Operadora aeromédica inglesa comemora 35 anos salvando vidas
Operadora aeromédica inglesa comemora 35 anos salvando vidas
Chile – Com uma vasta costa litorânea, a Marinha do Chile realiza uma variedade de missões para garantir a proteção de sua população, como missões de busca e salvamento marítimo, patrulhamento na orla, resgates e salvaguarda dos bens nacionais, que inclui o aprovisionamento das equipes nas Ilhas de Páscoa, San Félix, Arquipélago Juan Fernández e da campanha antártica chilena.
O Esquadrão de helicópteros de emprego geral HU-1 da Marinha é responsável por essas operações e em dezembro de 2020, receberam o primeiro dos cinco helicópteros Airbus H125 (projeto “Gaviota”), com o objetivo de modernização da frota. No ano passado, eles receberam mais dois helicópteros, realizando suas primeiras missões na temporada de verão 2021/2022, um marco para a aviação naval chilena.
“Durante a temporada de verão, voamos 260 horas com os H125, realizando 18 resgates nesse período, principalmente nas praias de La Serena, San Antonio e Valparaíso. Também realizamos patrulhas preventivas, que foram fundamentais para a proteção da vida humana”, disse o comandante do HU-1 Esquadrão, Comandante Ignacio Gamboa Muñoz.
“O H-125 têm uma grande capacidade operacional, o que facilita nosso trabalho no litoral, permitindo a prevenção de banhistas que se colocam em risco. Em todos os resgates tivemos a vantagem de ter um helicóptero 30% mais rápido, comparado ao que tínhamos antes. Além disso podemos realizar missões de evacuação aeromédica que antes não eram possíveis”, complementou Gamboa.
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Marinha chilena realiza resgates com helicópteros Airbus H125
Marinha chilena realiza resgates com helicópteros Airbus H125
Marinha chilena realiza resgates com helicópteros Airbus H125
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Itália – O helicóptero de resgate aéreo 118 em Albenga representou uma revolução na distribuição de trabalho no sistema de emergência da Ligúria, cobrindo as províncias de Savona e Imperia. Isso permitiu que a primeira base se concentrasse no resto do território, principalmente no Levante da Ligúria. Como o SAMU 192 do Brasil, o 118 é o número do Serviço de Saúde de Urgência e Emergência Médica (SSUEM) da Itália.
Albenga é uma comuna italiana da região da Ligúria, província de Savona e a divisão diz respeito às áreas de intervenção e não à composição do corpo técnico: os dez médicos e onze enfermeiros trabalham nas duas bases e também se revezam nas urgências locais.
Base de Ligúria completa um ano de operações de resgates na Itália
A segunda base, localizada em Albenga, operou no período compreendido desde a inauguração em 11 de julho de 2020 a 1 de julho de 2021, em 473 intervenções. Em 95 casos, a missão envolveu o embarque de pessoal por guincho e 45 vezes o embarque a baixa altura foi utilizado.
Para falar dessa operação e sobre o primeiro aniversário da base de resgate de helicópteros de Albenga, o Dr. Lorenzo Borgo, médico do 118 na Ligúria, foi entrevistado pelo Portal no YouTube.
Para ele, o médico precisa saber cuidar um pouco de tudo, de emergências cardiológicas a traumatológicas e emergências pediátricas, passando então a trabalhar em um ambiente hostil, com menos recursos que um hospital e por isso precisa saber o que fazer e como se comportar com os meios à sua disposição.
Quando um paciente tem um grande trauma, uma síndrome coronariana aguda ou um problema respiratório, a filosofia deve ser levar o médico até a área. Então leve o pronto-socorro até a casa do paciente.
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Base de Ligúria completa um ano de operações de resgates na Itália
Base de Ligúria completa um ano de operações de resgates na Itália
Base de Ligúria completa um ano de operações de resgates na Itália
Base de Ligúria completa um ano de operações de resgates na Itália
A aeronave está estrategicamente posicionada em Albenga, o que permitiu reduzir os tempos de intervenção, especialmente na parte ocidental da região. Além disso, este helicóptero está disponível 365 dias por ano, cobrindo toda a Ligúria, diferente do helicóptero do Corpo de Bombeiros que, segundo o médico, não pode garantir devido aos seus problemas.
A aeronave já pode operar em condições de baixa luminosidade e, a partir do próximo ano, planejam ativar o serviço H24, que melhora ainda mais a resposta do sistema a emergências. Além disso, o helicóptero H145 que utilizam já está equipado e certificado para voar com óculos de visão noturna (OVN).
Para as operações noturnas, as equipes estão mapeando o maior número possível de helipontos na Ligúria para que também possam ser usados à noite e aproximar o helicóptero do interior.
Do ponto de vista médico, “apreciamos particularmente o conforto do voo e a possibilidade de poder acessar todo o corpo do paciente em uma maca, realizando manobras de SBV e intubações endotraqueais se necessário”, complementou Borgo.
Durante a entrevista, o médico ressaltou a importância do guincho. Segundo ele, na Itália nem todos usam o guincho de resgate. Para ele esse recurso aumenta a segurança, pois reduz o tempo de exposição ao risco durante as operações.
“Portanto, é fundamental, em minha opinião, difundir o uso do guincho dentro dos serviços de resgate de helicópteros: isso envolve treinamento de pessoal e estreita cooperação com o corpo de resgate de montanha, o que nos ajuda muito. Ter um médico que entra em cena é certamente a escolha vencedora”, frisou o médico.
Escócia – O drone tornou-se uma ferramenta fundamental nas operações de busca e salvamento, mas não há dúvida de que seu uso deve ser estritamente regulamentado, dados os perigos envolvidos. Recentemente, mais uma quase colisão entre um helicóptero aeromédico e um drone aconteceu na Escócia.
Um relatório do British Airprox Board publicado recentemente afirmou que em 17 de abril deste ano, um helicóptero EC135 da Scotland’s Charity Air Ambulance (SCAA) ficou muito próximo de um drone. O helicóptero estava entre 100 e 150 metros de distância do dispositivo quando um paramédico avistou o drone da janela do piloto durante o voo. O piloto estava em procedimento de aproximação para pouso após deixar um paciente no hospital.
Scotland’s Charity Air Ambulance (SCAA) durante operação aeromédica. Foto: SCAA.
No momento do avistamento o piloto estava em comunicação com o Edinburgh Approach e por isso não viu. O paramédico que estava no banco da frente gesticulou e apontou para o drone. A equipe de saúde que estava a bordo confirmou como sendo um drone do tipo quadricóptero que passou pelo lado direito da aeronave entre 100m e 150m de distância, e ligeiramente abaixo de seu nível (1500 pés de altitude).
Segundo a tripulação, não havia tempo para evitar a ação, a ameaça havia passado antes que eles tivessem tempo de reagir e reportaram o fato de imediato. A investigação considerou que o relato geral do piloto sobre o incidente retratava uma situação em que, embora a segurança tivesse sido reduzida, não havia risco de colisão.
Aumento de relatos
Apesar de sanções potenciais, os casos de encontros com drones tornaram-se mais comuns. Mais de 400 incidentes foram relatados apenas nos últimos cinco anos, embora muitos sejam considerados como tendo apresentado pouco risco de colisão.
Em fevereiro, um helicóptero aeromédico chegou a 30 metros de dois drones enquanto voava a uma altitude de 1.200 pés e no dia 29 de março, outra ambulância aérea do Reino Unido chegou a poucos metros de um drone enquanto tentava pousar em um hospital de Londres.
Drones salvando vidas
Apesar dos riscos associados ao compartilhamento do espaço aéreo, os drones já estão sendo utilizados para salvar vidas em países da Europa, sendo úteis para equipes médicas de emergência. O serviço dinamarquês de ambulância aérea Falck, por exemplo, iniciou o projeto HealthDrone como parte integrante de seus serviços.
O projeto é uma colaboração entre a Falck, a Universidade de Southern Denmark, o Odense University Hospital e o Svendborg Hospital, além de parceiros privados Holo, Unifly e Scandinavian Avionics.
Itália – O A109, o primeiro helicóptero bimotor de design totalmente italiano realizou seu primeiro voo em 4 de agosto de 1971, Dia de São Domingos, em homenagem ao Conde Domenico Agusta. Ele havia autorizado a construção dos primeiros protótipos a partir dos quais este helicóptero de sucesso foi desenvolvido.
O A109 originado a pedido de Bruno Lovera, responsável pelo desenho e construção de alguns modelos de helicópteros da então Agusta SpA, pediu a Domenico Agusta que autorizasse a fabricação de três protótipos, completos com peças sobressalentes, para um novo helicóptero.
O primeiro voo ocorreu apenas dois anos e meio após os primeiros estudos de viabilidade. Pilotado por Ottorino Lancia, o A109 demonstrou imediatamente um reduzido nível de vibrações, redução de ruído, bem como notável manobrabilidade. Este foi o primeiro projeto desenvolvido de forma independente.
Após o primeiro voo, os testes e estudos continuaram até sua certificação. Em setembro de 1971, foi apresentado um relatório, acompanhado de desenhos relativos à versão final do A109, que serviria de base para qualquer desenvolvimento futuro.
O A109 foi equipado com características inovadoras, como o rotor principal articulado de quatro pás, o rotor de cauda semirrígido de duas pás. A fuselagem era feita de liga leve, assim como a cauda. O trem de pouso foi muito pesquisado e tornado retrátil.
Foi o primeiro helicóptero de design italiano a receber a certificação do RAI (Registro Aeronáutico Italiano). Anteriormente, os procedimentos eram relacionados a modelos já certificados no exterior ou protótipos derivados. Paralelamente, a certificação para o A109 também foi solicitada à FAA americana (Federal Aviation Administration).
A certificação foi obtida em 1975, tanto pela RAI quanto pela FAA. Nos documentos de certificação, o A109 foi descrito como uma aeronave de oito lugares (incluindo o piloto) com um peso máximo total de 2.400 kg e um peso vazio de 1.400 kg. Seu rotor principal tinha quatro pás totalmente articuladas; um rotor de cauda de duas pás semi-rígido; dois motores Allison 250-C20, potência do motor duplo de 692 SHP e potência do motor único de 400 shp e velocidade VNE de 168 nós.
Leonardo comemora 50 anos do primeiro voo do helicóptero italiano A109
Graças ao A109, a empresa passou da produção de produtos licenciados para helicópteros próprios, entrando assim no mercado entre os principais OEMs (Original Equipment Manufacturer) de helicópteros do mundo. A certificação FAA permitiu o acesso ao mercado americano, um marco muito importante, fortalecendo ainda mais a posição da empresa no mundo dos OEM líderes de aeronaves de asa rotativa.
As linhas de montagem finais do A109 ocorreram nas fábricas da Agusta em Cascina Costa e Frosinone, respectivamente, para as versões civis e versões destinadas à defesa. A modularidade da aeronave, tal como foi concebida, permitiu que as atividades de produção fossem divididas entre todas as empresas do grupo. Graças a esta abordagem, a direção da manufatura teve a flexibilidade necessária para responder com eficácia aos planos de produção que a ajustavam a um mercado em crescimento e para atender às necessidades dos clientes.
As entregas começaram em 1976 para clientes governamentais, tanto na Itália como no exterior. A maioria dos operadores institucionais italianos, do Exército italiano à Polícia, Carabinieri, Guardia di Finanza e o Departamento de Proteção Civil, usaram o A109 em diferentes configurações e para diferentes missões.
Após a certificação do modelo básico, de fato, foi desenvolvida uma série de versões dedicadas a missões específicas: ambulância aérea, serviço policial, resgate em montanha e missões de vigilância no mar. Em 1996, o legado do A109 foi assumido pelo A109 Power, que iniciou uma nova história de sucesso.
Leonardo comemora 50 anos do primeiro voo do helicóptero italiano A109
Paraná – O prefeito de Cafelândia, Culestino Kiara, juntamente com a secretária municipal de Saúde, Sarah Massaneiro e o secretário municipal de Governo e Finanças, Claudemir Camilo, protocolaram nesta segunda-feira (2) na Secretaria Estadual de Saúde, solicitação para construção de um heliponto para o serviço aeromédico (CONSAMU/SESA), que tem base em Cascavel.
O diretor de Gestão em Saúde da Secretaria, Vinicius Filipak, recebeu os pedidos e protocolos do município de Cafelândia. A área solicitada para pousos e decolagens do helicóptero está localizada próxima à Base do SAMU e do Hospital Municipal. Com o heliponto haverá a possibilidade do município utilizar, com mais segurança, o helicóptero empregado no resgate e transporte aeromédico da região.
A SESA já fez o pedido do projeto arquitetônico do heliponto, que deverá ser apresentado nos próximos dias pelo município para que o mesmo tenha prosseguimento e seja aprovado.
Município de Cafelândia solicita a instalação de um heliponto para operações com helicóptero do CONSAMU, PR.
Pará – Na sexta-feira (30), o Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) iniciou mais operação de apoio aéreo para transportar vacinas contra COVID-19 para o interior do Estado. Foram distribuídas 3.830 doses para municípios do arquipélago do Marajó.
A logística de deslocamento dos imunizantes é feita por meio de uma ação conjunta entre a Segup e a Secretaria de Saúde Pública do Estado (Sespa). Desde o início da vacinação no Estado, o apoio aéreo tem sido fundamental para que as campanhas de vacinação avancem no interior e a cobertura vacinal seja ampliada.
A operação iniciou às 9h00 com a saída de um helicóptero, que transportou os imunizantes de cinco municípios da 7ª Regional de Saúde, sendo eles: Salvaterra, Soure, Cachoeira do Arari, São Sebastião da Boa Vista e Muaná.
Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Pará realiza transporte de vacinas para municipios da arquipélago do Marajó. Foto: Alex Ribeiro
O Grupamento Aéreo, neste mês de julho, está atuando em várias frentes, entre elas, a operação Verão 2021 que acontece em mais de 40 localidades paraenses. Mesmo assim, o GRAESP tem trabalhado na distribuição das vacinas.
“Nós conduzimos até os municípios mais distantes, como é o caso da Calha Norte que tem acesso apenas pelo Rio Amazonas, ou os municípios aqui do arquipélago do Marajó. Fazemos a distribuição no mesmo dia fazendo com que as pessoas tenham acesso à vacina o mais rápido possível”, destaca o diretor do Grupamento, Coronel PM Armando Gonçalves.
A distribuição das remessas estão sendo deslocadas também por meio terrestre e fluvial e conta com o apoio das embarcações do Grupamento Fluvial de Segurança (Gflu) e com o apoio das Polícias Civil e Militar para fazer a segurança dos lotes até as localidades determinadas.
Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Pará realiza transporte de vacinas para municipios da arquipélago do Marajó. Foto: Alex Ribeiro.
Goiás – Com aumento pela procura de transporte aéreo de pacientes, a capital goiana, que já é referência nacional em assistência médica de alta complexidade, recebe polo aeronáutico que irá agregar ainda mais a essa importante cadeia de serviços.
Tempo, um recurso valiosíssimo e ao mesmo tempo sempre escasso quando falamos em assistência médica de alta complexidade ou de urgência. Por isso, não é a toa que durante o atual período pandêmico os serviços de transportes e assistência aeromédica registram um salto gigantesco. Para se ter uma ideia, empresas especializadas como a Air Jet Táxi Aéreo chegaram a registrar em 2020 um aumento de 500% em sua demanda, em comparação a 2019.
A goiana Brasil Vida Táxi Aéreo, com 17 anos de mercado, registrou só entre os meses de janeiro e maio de 2021 um número de pacientes transportados maior do que todo o ano de 2020, quando a procura já havia crescido exponencialmente.
Empresa de Táxi Aéreo de Goiânia é referência no serviço aeromédico. Foto: Brasil Vida.
“Já são 1.165 voos para pacientes com Covid-19 realizados neste ano. No total, a empresa já realizou 1.891 voos em 2021, contra 1.841 voos feitos em todo o ano de 2020”, destaca Arédio Bernardes Júnior, presidente da Brasil Vida Táxi Aéreo, companhia que tem homologação para atuar em qualquer parte do mundo e, atualmente, possui seis bases operacionais em cinco estados: Goiás, São Paulo, Pará, Bahia e Tocantins.
Goiânia já é referência nacional na procura por serviços médicos e já possui um heliponto no Órion Complex para atender demandas de saúde. E em breve pode se tornar um importante polo de assistência médica de alta complexidade, uma vez que abriga infraestrutura e condições geográficas favoráveis para atrair empresas deste setor.
“Goiânia está numa região muito privilegiada em relação ao Brasil e também a América Latina, o que facilita muito a chegada de pessoas que precisam de tratamento de alta complexidade, sendo que muitas delas vêm das regiões Norte e Nordeste, pois o tempo de voo é menor”, destaca o incorporador Rodrigo Neiva, diretor da Innovar Construtora.
Antares Polo Aeronáutico
A Innovar é uma das cinco empresas que integram o grupo empreendedor responsável pelo Antares Polo Aeronáutico, que está sendo construído em Aparecida de Goiânia, região metropolitana de Goiânia, um projeto que vai fortalecer ainda mais a prestação dos serviços aeromédicos no Estado.
Empresa de Táxi Aéreo de Goiânia é referência no serviço aeromédico. Foto: Brasil Vida.
Com 209 hectares de área, o Antares será voltado exclusivamente para aviação executiva, manutenção de aeronaves e operações de logística. O empreendimento privado terá pista de 1,8 quilômetros, terminal de embarque e desembarque, posto para abastecimento, pista de acesso aos hangares, área para Fixed Base Operator (FBO), estacionamento para visitantes e área para helicentro, além de outros serviços relacionados direta e indiretamente à aviação geral.
Além da Innovar Construtora, o grupo empreendedor responsável pelo Polo Aeronáutico Antares, inclui as empresas Tropical Urbanismo, CMC Engenharia, BCI Empreendimentos e Participações e RC Bastos Participações.
Arédio Bernardes Júnior, presidente da Brasil Vida Táxi Aéreo, destaca que ter um polo aeronáutico localizado no Centro do País, como o Antares, pode contribuir para empresas que prestam serviços aeromédicos, especialmente porque Goiânia está a poucas horas de voo de importantes centros urbanos do País, como Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador. “Sem dúvidas, a infraestrutura e a geolocalização privilegiada são um ponto muito importante para a otimização de tempo e para possibilitar que mais vidas sejam salvas. Para se ter ideia, em 2021, já tivemos 443 voos da base de Goiânia”, informa o executivo.
Empresa de Táxi Aéreo de Goiânia é referência no serviço aeromédico. Foto: Brasil Vida.
Tempo
O médico gastro cirurgião Adilon Cardoso, que atende no centro clínico Orion Complex e opera no Hospital Israelita Albert Einstein – Unidade Goiânia, lembra que o tempo, dentro da assistência médica de alta complexidade, é um recurso sempre vital e ao mesmo tempo escasso.
Ele destaca que, embora uma porcentagem muito grande dos municípios brasileiros possua uma boa assistência primária à saúde, são poucos aqueles que contam com uma infraestrutura completa e adequada para os atendimentos de alta complexidade. “Nessa situação é que a medicina lança mão do transporte aeromédico, para encaminhar esse paciente grave a uma unidade melhor preparada e melhor equipada”, afirma o médico.
Adilon Cardoso lembra que esse transporte especializado não é simplesmente colocar um paciente em um avião e levá-lo para outro hospital. “Trata-se de um serviço de saúde de altíssima complexidade, que envolve vários fatores fundamentais, como o tipo de aeronave a ser usada, a altura do voo, a capacitação da equipe médica e de enfermagem especializada. Isso porque uma coisa é tratar uma intercorrência de saúde em solo, num centro cirúrgico convencional, outra é atendê-la numa aeronave em pleno voo”, ressalta.
Para o cirurgião, os serviços aeromédicos salvaram, salvam e salvarão inúmeras vidas e ele destaca que Goiânia é reconhecidamente um importante centro de referência para esse tipo de serviço médico. “Nossa capital, historicamente, é um grande receptor de pacientes graves provenientes de todo o País, mas especialmente das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste”, esclarece o médico.
Mato Grosso – No dia 19 de julho de 2006 o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) era criado. Passados 15 anos, a Unidade Aérea Pública tornou-se referência em policiamento aerotransportado, por meio de investimentos, expansão e aquisição de novas aeronaves.
O CIOPAER conta atualmente com uma frota de 10 aeronaves, sendo três helicópteros modelo AS350 (Esquilo – Helibras), e sete aviões, sendo um monomotor modelo Cessna 210, três bimotores Baron e três bimotores Chyennes. Destes três chyennes, dois atendem como UTI Aérea.
Em setembro mais duas aeronaves serão entregues, um avião e um helicóptero modelo AS350B3. Outra conquista da unidade foi a expansão para o município de Sorriso (420 km de Cuiabá). A partir deste hangar, a base descentralizou sua atuação não só nas operações de segurança pública, mas também na fiscalização ambiental na região Norte do estado.
Para o coordenador do CIOPAER, coronel PM Juliano Chiroli, o destaque foi para os homens e mulheres que fizeram da unidade o que ela se tornou atualmente. “Neste período grandes foram os avanços na aviação de segurança pública e os serviços prestados pela nossa unidade. Mas nesta oportunidade quero destacar a peça mais importante desta engrenagem, que são os nossos servidores. Nenhum avanço seria possível se não tivéssemos profissionais tão dedicados e comprometidos com a nossa missão”, destacou Chiroli.
Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) do Mato Grosso compelta 15 anos de operações. Foto: Ascom/Sesp.
São Paulo – No sábado (10), equipe do helicóptero Águia da Base de Aviação (BAvPM) de São José do Campos foi acionada para apoiar o Corpo de Bombeiros em ocorrência de queda de pessoa em buraco de cerca de 6 metros de profundidade, em região de mata no município de Areias.
Por volta das 23h00 de sexta-feira (09), a vítima sofreu a queda e populares que souberam do acidente avisaram ao PS local, que por sua vez fez contato com o Corpo de Bombeiros. Somente às 4h00 da manhã de sábado os bombeiros conseguiram acessar a vítima e estabilizá-la, pois havia suspeita de fratura nas costelas.
Após a retirada do homem do buraco, os bombeiros tentaram conduzi-lo até o ponto de apoio, porém, a vítima tinha cerca de 130 Kg e devido ao terreno ser muito acidentado e de difícil acesso, foi necessário o apoio do Águia.
No local, a equipe do helicóptero optou pelo embarque a baixa altura. Com o homem a bordo da aeronave foi possível retirá-lo do local e levá-lo ao hospital. O Águia seguiu até um campo de futebol na cidade de Cruzeiro, onde uma ambulância do SAMU aguardava para conduzir a vítima ao PS. O voo durou 18 minutos.
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Vítima de queda em buraco é resgatada por bombeiros e levada de Águia para hospital em Cruzeiro, SP. Foto: Divulgação
Vítima de queda em buraco é resgatada por bombeiros e levada de Águia para hospital em Cruzeiro, SP. Foto: Divulgação