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Transporte de órgãos

Helicóptero Águia leva pulmão de Itu para ser transplantado em São Paulo

O helicóptero Águia 19 da Polícia Militar de São Paulo foi acionado para transplantar um pulmão da Santa Casa de Itu, interior de São Paulo, até o Instituto do Coração do Hospital das Clínicas na capital. De acordo com a Polícia Militar, a ação realizada na manhã desta quarta-feira (8) durou cerca de 35 minutos. Se fosse feito de ambulância, o mesmo trajeto duraria, aproximadamente, uma hora e meia.

Operação demorou cerca de 35 minutos (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

Segundo informações da Polícia Militar, quem recebeu o pulmão é uma mulher e o trabalho para transplantar o órgão deve ser feito em uma media de três horas. Entretanto, esse intervalo pode ser menor de acordo com as condições clínicas de quem doa e de quem recebe.

Esse tipo missão recebe tratamento especial pelos órgãos de controle do espaço aéreo, com prioridade em operações de pousos e decolagens. A integração da Polícia Militar nesse sistema coordenado pela Central de Transplantes já possibilitou 32 transportes de órgãos humanos bem sucedidos em 2016.

Operação demorou cerca de 35 minutos (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

Fonte: G1.

Helicóptero Águia da Polícia Militar leva coração de Botucatu para transplante em São Paulo

O helicóptero Águia da Polícia Militar de São Paulo esteve no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu/SP na segunda-feira, 25, para uma rápida e vital ação, transportar para a capital paulista, mais precisamente o Hospital Sírio Libanês, um coração.

O órgão foi doado por uma família que recentemente perdeu um jovem de 27 anos. A ação desta segunda não foi a primeira.

Helicóptero Águia da Polícia Militar leva coração de Botucatu para transplante em São Paulo

Em 2013, por exemplo, o helicóptero da Polícia Militar transportou um coração que salvou a vida de uma criança de 1 ano e 9 meses após transplante na cidade de Rio Preto.

Em 2011, operação semelhante salvou uma menina de 6 anos. Isso foi possível na oportunidade em razão da troca de informações do então coordenador operacional do 12º Batalhão de Polícia Militar, major Marcelo Oliveira e o Hospital, que tinha um órgão (rim) compatível para ser transplantado na menina que estava internada em São Paulo.

Fonte: Acontece Botucatu

Falcão 05 realiza transporte de órgãos para transplante

Paraná – O Falcão 05, um avião Cessna Skylane (PT-JPX) do GRAER – Grupamento Aeropolicial de Resgate Aéreo realizou nesta semana duas missões consecutivas de transporte de órgãos para transplante, na última terça e quarta-feira.

Os órgãos (fígados e rins) foram captados pela equipe médica da Central de Transplantes Paranaense, nas Cidades de Pato Branco e Arapongas e foram transportados até a Capital do Estado.

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As missões de transporte de órgãos para transplantes são críticas, pois envolvem diversas questões técnicas como planejamento do vôo e condições de meteorologia e rota as quais devem ser minuciosamente coordenadas em razão do tempo de isquemia de cada órgão captado, que pode variar de quatro horas à sete dias dependendo do tipo de órgão.

Para a Polícia Militar do Paraná é motivo de orgulho contribuir através da aviação de Segurança Pública no processo de transplantes de órgãos, que entrega vida e esperança aos necessitados e começa com o ato da doação, que demonstra altruísmo e amor ao próximo, mesmo nos difíceis momentos de luto.

O GRAER possui atualmente duas aeronaves de asa fixa e tripulação apta a realizar esses tipos de missões, com rapidez, segurança e eficiência, sendo o Falcão 05, um Cessna Skylane e o Falcão 06, um Beechcraft Baron 58, e busca a ampliação das atividades, através do aumento do número de aeronaves e suas tripulações, para o adequado cumprimento das diversas demandas, dentre as quais está o transporte de órgãos para transplante, transporte de tropas especializadas, entre outros.

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SAER/SC faz transporte órgãos para transplante pelo 2.° dia consecutivo

Florianópolis – A Polícia Civil, por meio do seu Serviço Aerpolicial (SAER/SC), fez, no dia 18/12, pelo segundo dia consecutivo e terceiro nesta semana, mais um transporte de médico e órgãos humanos. A iniciativa faz parte de uma parceria da Polícia Civil Catarinense com entidades médicas do Estado (SC Transplante). Estes órgãos, rins e fígado, foram transplantados em pacientes da lista de espera, abrangendo pacientes de Florianópolis e Blumenau.

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O SAER foi acionado às 8h e deslocou-se para o Hospital Universitário da Capital (HU), onde embarcou a equipe médico e prosseguiram voo para Lages (Hospital Nossa Senhora dos Prazeres), onde foram captados os órgãos que seriam doados. Em Lages, os médicos permaneceram pelo o período de 4h, para a retirada dos órgãos. Às 14h, a aeronave decolou imediatamente, com os órgãos doados, para o Hospital Santa Izabel, em Blumenau, onde foram entregue os rins. De Blumenau, o helicóptero seguiu em direção ao HU, em Florianópolis, onde foram desembarcados os médicos especialistas em transplante, com o segundo fígado que seria transplantado.

“Nestas situações delicadas de transplante de órgãos, a velocidade do transporte é de extrema importância, pois há um tempo máximo para que cada tipo de órgão seja captado e transplantado com sucesso e órgão possa ser aproveitado” ressaltou o piloto do SAER, Agente de Polícia Civil Jorge Safe.

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SC líder em doações

Segundo a Associação Brasileira de Transplantes de órgãos (ABTO), neste ano já foram (até o dia 10 de dezembro) 186 órgãos doados em Santa Catarina, um número superior ao de 2013. No Estado catarinense, no primeiro semestre deste ano, foram registrados 27,8 doadores de órgãos para cada milhão de habitantes, o dobro do registrado como média nacional, e o líder em relação aos outros estados do País.

A solidariedade dos catarinenses é um ponto importante por atingirmos estes números, segundo o Coordenador de Transplantes da ABTO, Joel de Andrade. Este sentimento de servir, proteger e ser solidário vai ao encontro da declaração do policial civil Thiago Fernando Reis: “Parabenizo a toda equipe do SAER pelo bom trabalho e, sobretudo, à Delegacia Geral por ter implementado esse projeto também no Oeste catarinense. Ações que ajudem a salvar a vida de pessoas sempre estarão na prioridade de nossas ações como instituição, servidores públicos e seres humanos”.

Fonte: Polícia Civil/SC

Graer transporta coração para transplante em Londrina/PR

O helicóptero do Grupamento Aeropolicial e Resgate Médico (Graer) foi acionado na manhã desta quinta-feira (6) para uma nobre missão: levar um coração de Arapongas (37 km de Londrina) para um transplante na Santa Casa de Londrina. Perto das 10h30, o órgão era transportado para a cirurgia que vai beneficiar um homem de 32 anos.

Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA). Foto: ANPr

O receptor é morador de Jataizinho (25 km de Londrina) e está na fila pelo órgão há seis anos. Esse será o 51º transplante de coração da Santa Casa de Londrina, único hospital do interior do Paraná habilitado para esse tipo de cirurgia. A instituição inclusive lançou uma campanha de incentivo de transplantes no mês de setembro, como uma comemoração de seu aniversário de 70 anos.

A chefe da Central de Transplantes da Regional Norte, Ogle Beatriz Bacchi de Souza, informou que o doador é um garoto de 17 anos, que sofreu um acidente de carro e evoluiu para uma morte encefálica. Ele será um múltiplo doador de órgãos e deve beneficiar até sete pessoas.

Santa Casa vai executar seu 51º transplante de coração

Seus pulmões foram para São Paulo, o fígado para Curitiba, os rins ainda aguardam por testes de compatibilidade e os globos oculares também devem ficar em Londrina. “O grande mérito é da família que, mesmo diante de uma situação tão trágica, decidiu pelo transplante e vai continuar a vida de tantas pessoas”, comentou.

No primeiro quadrimestre de 2014, o número de transplantes na região norte do Paraná caiu 70% e, segundo Ogle, as estatísticas mostraram uma recuperação após o lançamento da campanha. “Outubro foi muito bom, a gente estava em uma fase difícil e tivemos quatro doações múltiplas, quando a gente vinha mantendo uma média de uma a duas. De fato, a campanha surtiu um efeito sensibilizador e esclarecedor”, avaliou.

Fonte: O Diário / Londrina

Coração é captado no Hospital São José, em Joinville/SC

Equipe do helicóptero Águia levou o órgão até o Aeroporto de Joinville, de onde foi levado para São Paulo.

Um procedimento de alta complexidade realizado nesta quarta-feira (10) no Hospital Municipal São José, em Joinville. Ele irá impactar de forma extremamente positiva um paciente do Hospital Israelita Albert Einsten de São Paulo. O coração de um joinvilense, morto em um acidente de trânsito, foi retirado no centro cirúrgico da unidade – com autorização de seus familiares – e será transplantado para o receptor ainda nesta quarta.

Equipe do helicóptero Águia levou o órgão até o Aeroporto de Joinville, de onde foi levado para São Paulo.

A captação do coração foi realizada pelo cirurgião cardiovascular Robinson Poffo, joinvilense que atualmente coordena o Centro de Cirurgia Cardíaca Minimamente Invasiva e Robótica do Hospital Israelita Albert Einstein de São Paulo. O médico contou com o auxílio de vários profissionais da saúde do Hospital Municipal São José, além da utilização da estrutura e equipamentos da unidade.

Segundo o enfermeiro coordenador da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do Hospital São José, Ivonei Bittencourt, o receptor do coração era o número um da fila nacional de pacientes que aguardam pelo órgão. “Ele está sobrevivendo com ajuda de aparelhos. É um paciente muito grave e teria pouco tempo de vida se não fosse transplantado logo”, afirma Ivonei.

Segundo Ivonei, o coração é um órgão com muitas particularidades para doação, por isso são poucas as captações. Diferente do rim, por exemplo, que possui um processo menos criterioso de captação para transplante. Ele ainda explica que um coração pode beneficiar até quatro pessoas. “Esse receptor de hoje receberá o coração inteiro, mas existem casos em que o receptor recebe somente válvulas cardíacas. Como há quatro válvulas no coração, a captação pode beneficiar até quatro pessoas na fila de espera”, conclui.

A equipe do helicóptero Águia, da 2ª Companhia do Batalhão de Aviação da Polícia Militar, levou o coração do Hospital São José até o Aeroporto de Joinville, onde o avião da Central de Transplantes esperava pelo órgão. Além do coração, foram retirados para doação o pâncreas, os dois rins, o fígado e as duas córneas do falecido. Ao todo, sete pessoas serão beneficiadas.

Fonte: ND Online

Btl RpAer realiza transporte de tecido humano em apoio a policial militar ferido

Policial Militar de Minas Gerais tem olho gravemente lesionado em serviço e recebe pronto atendimento médico da Polícia Militar, que empregou aeronaves de asas rotativas e fixas para o transporte de tecido de Belo Horizonte para Governador Valadares.

Guará 03: Equipe preparada para traslado do tecido.

Policial Militar da 5ª Cia MEsp/8ª RPM, em Governador Valadares, em Minas Gerais, teve um dos olhos gravemente lesionado no mês de fevereiro de 2012, ao acondicionar escudo balístico em viatura policial, utilizando-se de tira de borracha que se soltou e o atingiu.

A Polícia Militar adotou as medidas para o restabelecimento da integridade física do policial que passou por várias cirurgias corretivas. No dia 02 de novembro de 2013, a pressão interna do olho lesionado do militar se apresentou acima do normal, tendo que passar o militar por nova cirurgia. Para que o procedimento fosse realizado, era indispensável o implante do tecido interno do globo ocular (esclero).

O Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo foi acionado às 16h10min para transportar o tecido de que o policial militar necessitava, de Belo Horizonte para Governador Valadares. De imediato, a Unidade decolou o Pegasus 14, PP-MMG, helicóptero modelo AS 350 Esquilo, tripulado pelo Cap PM Saulo, Cmt da Aeronave, Cap PM Vilas Boas, Comandante de Operações Aéreas e pelos Observadores Aéreos 1º Sgt PM Mattos e 3º Sgt PM Glauber, para, numa primeira etapa, transportar o tecido do Hospital João XXIII até o Aeroporto da Pampulha.

Pegasus 14: ´Chegada da equipe que buscou o tecido no HPS (João XXIII).

Logo após o pouso, a aeronave Guará 03, PT-RIY, avião modelo Embraer Corisco Super Turbo, pertencente à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) e operado pela Polícia Militar, tripulado pelo Cmt da Aeronave 1º Ten PM Silvestre e pelo Comandante de Operações Aéreas 1º Ten PM Jean Carlos, decolou para realizar a segunda etapa do traslado do tecido até a cidade de Governador Valadares.

Esquadrilha Pegasus: rapidez no traslado do tecido recebido

Durante o transporte, o militar era preparado para ser submetido à cirurgia e já encontrava internado no Hospital da cidade de destino. Os 231Km (125Nm) que separavam o tecido do policial militar foram vencidos em 56 minutos de voo, tendo a aeronave Guará 03 pousado às 17:35h, apenas 1 hora e 25 minutos após o primeiro contato para acionamento e desencadeamento da missão.

Esquadrilha Pegasus: rapidez no traslado do tecido recebido

Ao pousar na cidade de Governador Valadares, uma equipe da ROTAM da 5ª CIA MEsp já estava pronta e aguardava no aeroporto para efetuar o transporte do tecido até o hospital onde uma equipe médica aguardava material que foi implantado no militar. A cirurgia ocorreu às 18h15min.

A operação foi um sucesso e o policial militar já se encontra em recuperação. Mais uma vez a Polícia Militar valoriza seus talentos humanos não medindo esforços para atendê-los em suas necessidades.

Aviação de Asa Fixa: após o traslado, no aeroporto de Governador Valadares.

Fonte / Fotos: Btl RpAer / MG

GRAER faz transporte de órgãos de Pato Branco para Curitiba

Uma aeronave do Grupamento Aeropolicial e Resgate (GRAER) realizou o transporte de dois rins, um fígado e um coração de Pato Branco (PR), região sudoeste do Paraná para Curitiba (PR), na tarde desta terça-feira (29/10). A aeronave modelo Beechcraft Baron 58 pousou no Aeroporto do Bacacheri, no bairro Bacacheri, de onde foi encaminhado para os receptores dos órgãos.

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Esse é o primeiro avião do GRAER e foi doado ao Governo do Paraná para ser utilizado em questões de segurança pública e transporte de órgãos. O coração foi encaminhado de Pato Branco para São Paulo (SP).

Os órgãos pertenciam a uma criança de quatro anos vítima de um atropelamento por moto. A criança faleceu por traumatismo craniano. A família da vítima doou os órgãos, sendo necessário o transporte aéreo para agilizar o processo de transplante em pacientes que necessitavam de ajuda.

GRAER faz transporte de órgãos de Pato Branco para Curitiba

“O tempo entre a retirada do órgão e o implante na criança que vai receber é muito importante” afirma o Dr. Nertan, cirurgião do aparelho digestivo e que realizou o transplante de fígado. O avião foi apreendido em uma ação da Polícia Federal em 2001, no Mato Grosso e agora passa a integrar o GRAER.

GRAER faz transporte de órgãos de Pato Branco para Curitiba

Fonte: PM/PR

Órgãos que podem salvar vidas chegam a Curitiba

Um helicóptero do Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar do Paraná pousou o quartel geral da PM, no Rebouças, na tarde desta Sexta-feira (18) com quatro órgãos de uma pessoa baleada em Pato Branco, no Sudoeste do Estado.

Os órgãos: coração, rim, fígado e pâncreas são para quatro pacientes que estão internados em hospitais da grande Curitiba.

Órgãos são de uma pessoa baleada em Pato Branco.

 

Fonte: Paraná Online

Operação aérea garante transplante de coração para catarinense

“Bom dia, comandante Djalma. A paciente que transplantei o coração ontem já está acordada da anestesia e tomou um leve café da manhã na UTI hoje, sentada no leito. Parabéns pelo seu esforço.” A mensagem enviada pelo médico Frederico Di Giovanni ontem era o aviso de missão cumprida. Há 22 anos na Polícia Civil, o delegado Djalma Alcântara foi o piloto do helicóptero que transportou um coração do Hospital São José, em Joinville, até o pátio de um posto de combustível na BR-101, próximo ao acesso da BR-470, em Piçarras.

Médicos com o órgão a ser transplantado, no Hospital São José, em Joinville. Foto: Saer / Divulgação

Nebulosidade excessiva impediu que a aeronave chegasse ao destino, o Hospital Santa Isabel, em Blumenau, onde Eva, 38 anos, aguardava pelo órgão na manhã da última quinta-feira. Quando transplantado, um coração pode ficar cerca de quatro horas entre o doador e o receptor e faltava em torno de 50 quilômetros até o Centro de Saúde. Ainda em Joinville, Alcântara previa não concluir o trajeto e acionou uma ambulância.

– Não tinha mais como avançar sem colocar em risco a tripulação e tivemos que pousar no posto, longe da ambulância. Começou uma corrida contra o tempo – conta Alcântara.

Ele procurou o gerente, Joilso Ribeiro, que se prontificou a levar em seu carro o órgão e os dois médicos até a unidade móvel de saúde. Enquanto preparavam o carro, Ribeiro comentou que a esposa de um funcionário estava aguardando o transplante de coração. Era Eva, mulher de Osni.

O carro encontrou a ambulância que levou a equipe até o hospital. No trajeto do posto de combustível até Florianópolis, o comandante foi se informando do restante da operação.

– Ficamos angustiados em saber se ia dar tudo certo. Eu pensava em me aposentar e aí vejo que ainda posso ser útil. Faz a gente refletir. Podia ser alguém da nossa família e a gente se compromete como se fosse. Espero que ela tenha saúde – disse, sem conseguir segurar as lágrimas.

Até as 20h05min de ontem, a paciente permanecia em isolamento e o hospital não havia se manifestado sobre o caso.

Infográfico caminho do coração.

 

Fonte: Diário Catarinense

Missão de transporte de órgãos envolve PM, Bombeiro e FAB

Quarta-feira (23/09/2013), a Polícia Militar de Minas Gerais (Uberlândia), o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (Belo Horizonte) e a Força Aérea Brasileira realizaram a nobre missão de trasladar órgãos vitais captados em Patos de Minas e que precisavam chegar aos seus destinos no curto espaço de tempo exigido.

A equipe do “Pégasus 08” da PM retornou para Uberlândia decolando do campo de futebol do 15º BPM com a equipe médica levando um coração. No aeroporto de Uberlândia, um avião da Força Aérea Brasileira transportou o órgão para ser transplantado em Brasília DF.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais saiu de Belo Horizonte no helicóptero “Arcanjo 01” transportando a equipe médica que levou o Fígado e Rins para serem transplantados no hospital Felício Rocho, na capital mineira.

Todos os envolvidos ficaram muito emocionados em poder participar de uma das mais nobres missões de defesa social: salvar vidas.

Pégasus 08 equipe médica Patos

FAB Patos

Arcanjo 01 Patos

Fonte: 2ªCORPAER

Polícia Federal cede avião ao DF para transporte de órgãos para transplante

A Polícia Federal vai ceder ao governo do Distrito Federal um avião para transportar órgãos que serão utilizados para transplantes. A aeronave deve estar disponível em 30 dias, segundo previsão do GDF.

Durante o mês de junho, o veículo vai passar por adaptações, que incluem a retirada de cadeiras e a instalação de equipamentos, para permitir a entrada de macas e o transporte seguro dos órgãos.

O avião é um modelo King Air Turbo-Hélice, bimotor pressurizado. A aeronave foi vistoriada nesta sexta-feira (31/5), em um hangar do Aeroporto Juscelino Kubitschek, pelo governador Agnelo Queiroz. A Secretaria de Segurança, com a Casa Militar, ficarão responsáveis pela parte operacional da aeronave. Servidores do Samu acompanharão o transporte.

O Distrito Federal é a unidade federativa que lidera a captação de órgãos no país, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. De acordo com os dados mais recentes, relativos ao primeiro trimestre de 2013, a capital tem 28 doadores por cada grupo de 1 milhão de habitantes. Em segundo lugar está Santa Catarina, com 21,1 doadores por 1 milhão de habitantes, seguido pelo Ceará, com 20,4 doadores por 1 milhão de habitantes.

O DF também é a unidade com maior número de transplantes de coração. Foram seis cirurgias entre janeiro e março de 2013. Neste ano, já foram realizados 19 transplantes de fígado e 65 cirurgias de córnea, o que, segundo o governo, zerou a fila de pacientes em espera pelo procedimento.

Fonte: G1

Helicóptero da Receita Federal realiza transporte de um coração

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Servidores da Receita Federal e funcionários do Hospital Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, montaram uma operação na tarde desta quinta-feira (9/05) para transportar um coração de um de um adolescente de 16 anos que morreu vítima de um acidente e a família resolveu doar os órgãos. Eles tinham quatro horas para levá-lo até Pato Branco, no sudoeste do Paraná.

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O veículo com o coração saiu do hospital escoltado por motos da Polícia Militar (PM) e seguiu até o gramadão do bairro Vila A. De lá, um helicóptero da Receita Federal fez o transporte até Pato Branco. A aeronave decolou por volta das 15h, viagem que durou pouco mais de uma hora, aumentando as chances de fazer o transplante com sucesso. De acordo com o hospital, o coração será doado para um paciente que estava na fila para transplantes.

Além do coração, a família do rapaz também autorizou a doação de outros órgãos, como o pulmão, que foi levado para um paciente de Porto Alegre, o fígado, rins, pâncreas e as córneas para Curitiba.

Fonte: G1

O voo da vida do pequeno David

Quando entregou o filho aos médicos, na porta do centro cirúrgico do Hospital de Base de São José do Rio Preto, Saluelen Fernanda Bellei, 23 anos, recomendou. “Você vai para trocar de coraçãozinho, mas volta, tá? Volta que a mamãe vai ficar aqui fora esperando”. O pequeno David Henrique Bellei, a mãe contou, entrou na sala sorridente. “Só chorou um pouquinho quando eu falei tchau”. Com apenas um ano e nove meses de vida, ele ainda é muito pequeno para saber que do lado de fora do hospital uma batalha pela sua vida já estava acontecendo.

O voo da vida do pequeno David

Foi de madrugada, às 4h da manhã, que a equipe médica do Hospital de Base começou a organizar o segundo transplante de coração em criança que Rio Preto e o interior do Estado já realizaram. O órgão transplantado, que era de uma criança de sete anos, estava a mais de 300 quilômetros de distância de Rio Preto, no Hospital das Clínicas de Botucatu. Foi preciso brigar com o relógio para conseguir colocá-lo ainda pulsando no peito de David. Depois que o órgão é retirado, os médicos tem apenas quatro horas para transplantá-lo, para que ele não perca suas funções.

“O ideal mesmo é que isso seja feito em duas horas, mas essa era a única chance que nós tínhamos para salvar o David”, conta Ulisses Croti, cirurgião cardiovascular pediátrico responsável pela cirurgia. David sofria de miocardiopatia dilatada, que é quando o coração não funciona no ritmo que deveria. A família descobriu quando ele estava prestes a completar um ano de idade, após uma pneumonia. Desde então, a criança tem idas e voltas constantes da internação.

Infográfico da operação - Diário WebDa última vez em que precisou voltar ao Hospital de Base, há cerca de três meses, não saiu mais. “Ele estava na UTI, sobrevivendo pelos remédios que estimulam o coração. Podia morrer a qualquer momento”, explica a médica. Há duas semanas, a equipe médica resolveu realizar o transplante e desde então a criança estava na fila de espera. “Nós sabíamos que poderia aparecer um coração a qualquer momento. Todo dia eu acordava e pensava: será que é hoje? Mas não pensei que seria tão rápido”, nas palavras da mãe.

Os médicos foram avisados às 4h da madrugada de ontem pela central de órgãos em São Paulo que um coração ideal para David estava disponível, mas que seria preciso buscá-lo na cidade de Botucatu. Às 12h, o médico Ulisses Croti já estava no Hospital das Clínicas para iniciar a retirada do órgão. Foi preciso que o helicóptero Águia da Polícia Militar o levasse a cidade para realizar o procedimento. Às 10h40 da manhã, quatro oficiais da Polícia Militar e o médico alçaram voo, que demorou cerca de 1h20. Quando eles retornaram, já com o coração de 10 centímentos em uma caixa térmica, um esquema já estava formado no Hospital de Base para que nenhum segundo fosse desperdiçado.

Croti desceu do helicóptero no campo de futebol de Famerp correndo, acompanhado pelos oficiais. A caixa com o coração foi colocada em um carro que em menos de dez segundos já parava na emergência do Hospital de Base. No centro cirúrgico, a equipe aguardava pronta para começar o transplante. “Era médico correndo daqui, médico entrando de lá: tudo para não perder tempo”, conta a mãe Saluelen, que acompanhou toda a ação da sala de espera do centro cirúrgico.

O esforço foi suficiente para conseguir realizar o processo entre a retirada do coração e o fim do transplante em 2h38. Os 38 minutos que foram além do ideal, fizeram com que o novo coraçãozinho de David batesse um pouco mais devagar do que o esperado, mas batesse. “O maior risco era que quando nós colocássemos o coração no peito de David, ele não batesse. Ele está mais devagar, mas David passa muito bem”, comemorou Croti minutos após terminar a cirurgia.

Às 17h30 de ontem o pequeno vencedor mostrou que seguiu as recomendações da mãe. “Ele vai voltar pra mim! Não vai ser agora que Deus vai levar o meu filho. Ele entendeu o que falei”, comemorou a mãe quando recebeu da médica Alexandra a melhor notícia da vida “Ele está nascendo de novo e, para mim, é a mesma alegria do parto. Vou comemorar dois aniversários do meu filho”.

As primeiras 24 horas após a cirurgia são as mais arriscadas para David. A médica Alexandra explicou que passaria a noite no hospital monitorando a criança. Ele ainda irá ficar cerca de uma semana na UTI e, se tudo correr bem, poderá estar em casa dentro de 20 dias. Todo o processo foi realizado pelo SUS e comemorado pelos médicos. “Isso demonstra que Rio Preto tem equipes capacitadas para todas as fases de um transplante”, afirmou Croti. “É um alívio muito grande”, nas palavras de Alexandra.

David tinha 10% das funções

A médica Alexandra Barufi explica que a miocardiopatia dilatada faz com que o coração não bombeie o sangue como deveria para o organismo. David tinha apenas 10% das funções funcionando, quando o ideal é pelo menos 80%. Na miocardiopatia, os ventrículos dilatam e, por isso, se tornam incapazes de fazer o bombeamento. Por causa da doença, a criança fica cansada, tem dificuldades de ganhar peso e contrair infecções com facilidade.

Alexandra explica que o transplante é sempre a última opção dos médicos. “Nós tentamos de tudo, mas há duas semanas percebemos que era a única alternativa.” Para que o órgão transplantado seja compatível, o peso da criança que irá fazer a doação deve ser até três vezes maior do que o peso da que recebe.

David pesa 10 kg e a criança doadora pesava 26kg. Apesar de estar quase no limite, a médica explica que a doença de David fazia com que o coração dele fosse maior do que o normal.

Às 16h30 de ontem, Saluelen Fernanda Bellei recebeu de uma enfermeira a notícia de que o novo coração já estava batendo no peito do seu filho. “Agora, os médicos vão fazer a sutura, mas o pior já passou, mãe”, avisou a moça. Nesse momento a mãe de David voltou a sorrir.

Ela estava desde as 10h no Hospital de Base. Por volta das 12h, foi para a sala de espera do centro cirúrgico e se despediu do filho. Os olhos inchados mostravam que a pose de felicidade que ela fez questão de manter na frente do pequeno, era mesmo só fachada. “Fiquei firme perto dele, mas depois fiquei assim: choro, paro, volto a chorar”.

Mas essa mãe é das fortes. Ficou sozinha esperando o fim do transplante a maior parte do tempo. O pai de David abandonou o filho quando ele ainda tinha poucos dias de vida. “Agora também eu não quero mais saber dele. Eu estou vivendo toda essa dor sozinha, e suportando. Tenho amor de mãe e pai para dar ao David”.

Saluelen mora com a mãe, o irmão e outros três filhos em uma casa no bairro Caic, em Rio Preto. A mãe, idosa, não pôde ir ao hospital por riscos à saúde. “Era muita emoção pra ela”, explica Saluelen. Uma tia e duas primas se revezavam para ficar com ela, mas em alguns momentos precisaram sair. “Eu achei que aguentasse ficar sozinha.

Mas a gente não é tão forte quanto pensa nessas horas, né?”. Mesmo assim, ela se manteve firme. Saltitava entre o choro e a serenidade e, para escapar da agonia, lembrava dos outros três filhos que deixou em casa. Eles têm sete, cinco e três anos. “Está todo mundo esperando o David voltar.”

Saluelen tem só 23, mas engravidou nova, na adolescência. A pouca idade não quer dizer muito, perto da força que David a ensinou a ter. “Pelo meu filho, eu virei outra pessoa”. Agora, o único plano é ver o pequeno crescer. A mãe até pensa em fazer faculade, retomar a vida, mas logo volta ao plano principal. “Quem sabe um dia dá certo… mas agora eu quero mesmo é ver o meu filho viver.”

Helicóptero Águia de São José do Rio Preto agiliza procedimento

Essa é a terceira vez que o helicóptero Águia 17 foi utilizado para transportar órgãos para transplantes. Para o comandante e piloto da aeronave, Carlos Donizetti Souza Siqueira, 37 anos, que já participou de outra ação em 2011, é gratificante o resultado alcançado nesse tipo de operação. “É uma ocorrência atípica em nossa rotina. Estamos correndo contra o tempo. Fazer com que a missão seja bem sucedida é nosso maior objetivo.”

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O apoio do Águia é resultado de parceria entre a Polícia Militar e a Secretaria de Saúde do Estado. Foram envolvidos quatro PMs – piloto, co-piloto e dois policiais tripulantes. “Assim que fomos informados pelo hospital do nosso apoio, aguardamos o corpo clínico definir os últimos detalhes e alçamos voo. Cada minuto era importante para que o resultado fosse positivo”, afirma o comandante.

Após uma hora e vinte minutos, a equipe estava pousando no hospital universitário de Botucatu. “Um carro já estava esperando o médico para levá-lo até o centro cirúrgico. Ficamos ali de prontidão e após uma hora e dez minutos voltamos para Rio Preto. Às 14h20 estávamos pousando no Hospital de Base. Alí sabíamos que nossa parte havia sido realizada com sucesso”, diz Siqueira.

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Há 20 anos na corporação, o comandante já tinha participado de outros transportes de órgãos. “Essas situações são frequentes em São Paulo. Muitos órgãos chegam nos aeroportos e o Águia é utilizado para agilizar o transporte em locais de trânsito muito intenso. Em 2011 participei do transporte de um rim e um fígado que também vieram para um paciente hospitalizado no HB.”

Fonte: Diário Web / Texto: Daniela Penha.

Aeronaves do Estado do Paraná agilizam transporte de pacientes e órgãos

O número de pacientes transportados pelas aeronaves do Governo do Estado cresceu cerca de dez vezes em 2012 em comparação com 2010. No ano passado, foram removidos 78 pessoas em estado grave por aviões e helicópteros da Seção de Transportes Aéreos (STA) da Casa Militar do Paraná.

Aeronaves do Estado do Paraná agilizam transporte de pacientes e órgãos

O serviço de apoio médico ofertado pelo governo estadual foi reforçado com o transporte de 64 órgãos para transplante no ano passado. A atividade praticamente inexistia em gestões passadas. “Nos primeiros dias da gestão autorizei a utilização da frota aérea para quaisquer situações de emergência”, afirmou o governador Beto Richa.

De acordo com os registros da Casa Militar, as missões realizadas pelas aeronaves do Estado para atendimento de ocorrências médicas superou em 117,5% o número de deslocamentos para transporte de autoridades no ano passado. Foram realizados 198 voos para dar suporte a área de saúde e 91 viagens para transporte oficial.

Richa acrescentou que os resultados alcançados em dois anos são parte do esforço do Governo do Estado na desburocratização e humanização do serviço de saúde. Ele citou que na gestão passada era necessária a autorização expressa do governador para uma aeronave decolar do aeroporto Bacacheri. “Temos a consciência de que cada minuto é precioso para o sucesso de um atendimento médico, que pode salvar uma vida”, destacou.

A Seção de Transportes Aéreos tem como atribuição principal o deslocamento do chefe do Executivo e demais autoridades estaduais. “Nesta gestão houve o incremento nos voos destinados ao atendimento as Centrais Estadual de Leitos e Transplantes, o que provocou um direcionamento das aeronaves do governo em missões para salvas vidas”, explicou o chefe da Seção de Transportes Aéreos, major Eugênio Celso Mello.

A frota aérea do Estado é composta por três aviões – Cessna Gran Caravan e dois Embraer Seneca III – e um helicóptero Eurocopter EC 130 – B4. Os voos por localidade, em atendimento a Central de Transplantes, foram recorrentes em Londrina (Norte), com 17 viagens; Maringá (Noroeste), com 14; e Cascavel (Oeste), com seis. As aeronaves também foram deslocadas para outros Estados, como São Paulo (Sorocaba) e Santa Catarina (Florianópolis).

TRANSPORTES – Nos 64 deslocamentos aéreos realizados em 2012 foram transportados 50 fígados, 48 rins, 41 corações – sendo 20 para transplante e 21 para valvas –, 11 pâncreas e cinco córneas. O transporte de enfermos obteve crescimento de 243% em relação a 2011, quando foram removidos 23 pacientes. De 2008 a 2010, foram transportados 8 pacientes.

Aeronaves do Estado do Paraná agilizam transporte de pacientes e órgãos

A diretora da Central de Transplantes, Arlene Badoch, afirmou que o trabalho em realizado com a Casa Militar permitiu o aumento no número de transplantes realizados no Paraná, em 130% em relação a 2010 e 40 % a 2011. Ela apontou que as estatísticas mostram que cerca de 50% das pessoas que estão na fila de espera de um órgão para transplante não realizam o procedimento.

Major Celso ressaltou que a utilização do transporte aéreo de órgãos é fundamental, principalmente no de coração, que entre a retirada do órgão do doador e o transplante propriamente dito, não pode ultrapassar quatro horas. “A agilidade e a segurança no transporte são requisitos fundamentais para o sucesso de todo o processo, desde a captação ou retirada do órgão do doador até o transplante no paciente”, disse.

Alessandro Peterson Morelli, que recebeu um transplante de coração no dia 20 de novembro de 2012, foi um dos pacientes transportados pelos aviões da STA. Ele estava internado em estado grave na UTI de um hospital de Ponta Grossa e assim que houve a doação de um coração foi transferido para Santa Casa de Curitiba.

O órgão doado em Londrina foi transportado pela aeronave do governo para Curitiba. “Foi um alívio, pois o tratamento a que era submetido só garantia quatro dias de vida e só viveria mais se fizesse o transplante”, disse o paciente, que ainda está em processo de recuperação e divulga nas redes sociais a importância da doação de órgãos.

O transporte de órgãos conta também com as parcerias do Shopping Estação de Curitiba que disponibiliza gratuitamente o heliponto para o desembarque dos órgãos captados, da Polícia Militar do Paraná, na escolta dos veículos que fazem o transporte terrestre de órgãos, e também do helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Como funciona a logística da doação de órgãos:

1 – Ao ser diagnosticada a morte encefálica do paciente no hospital e a família ter autorizado a doação, a Central de Transplantes é notificada sobre a existência de um possível doador.

2 – É realizado um protocolo de exames para verificar a possibilidade de utilização do órgão;

3 – A central emite, por meio de um sistema informatizado, a listagem de potenciais receptores (fila de espera) e mobiliza uma equipe médica especializada para a retirada dos órgãos.

4 – Se a retirada ocorrer em cidade diferente de onde está a equipe médica a Central de Transplantes articula a organização do transporte aéreo.

5 – No local da captação, a equipe especializada retira os órgãos e informa a Central de Transplantes que direciona o transporte aéreo ou terrestre para o local onde o transplante será realizado.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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