Aonde vamos!

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MARCUS VINICIUS BARACHO DE SOUSA

Agora focaremos em um tema de suma importância para a sociedade, são as atividades aeromédicas. Resgaste, remoções, salvamentos e demais versões de um assunto que é tão importante quanto complexo.

Público, privado, integrado, qual será a opção mais eficiente para o emprego de aeronaves em favor do suporte da vida? Quanto custa e até que ponto pode-se chegar na sustentabilidade de uma atividade que mescla a medicina e a aviação?

Qual é a formação necessária para desenvolver as ações aeromédicas e qual o equipamento mínimo para atuar nesse cenário crítico e de decisões difíceis?

E a legislação, o que pesa, e quais impactos legais podem contribuir ou não para a evolução do aeromédico no Brasil? Quem pode, quem não pode e como se pode voar, para salvar?

Por fim, vou buscar com os leitores o máximo aprofundamento nesses tópicos e como a boa gestão pode compor cada resposta e gerar uma solução aceitável para todas as situações novas e antigas que o aeromédico pode criar.

Não se pretende estar com a razão e nem sem ela, mas fazer de cada pergunta um degrau a mais na escalada da excelência e dessa forma, motivar a construção de serviços eficientes para garantia da preservação do bem mais precioso que é a vida humana.

Bons voos, com boa gestão!

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1 COMENTÁRIO

  1. Não há dúvidas sobre a necessidade de implementar e melhorar serviços aeromédicos no Brasil! Parabéns pela matéria.

    No entanto, realidades como a do RJ são peculiares e absolutamente impeditivas de quaisquer destas iniciativas. O sistema privado de hospitais utiliza aeronaves APENAS para fazer marketing. NUNCA são, efetivamente utilizadas para o bem do paciente.

    No sistema público, o CBMERJ monopoliza o serviço e no Município do RJ, o SAMU também. Nada se faz sem a “anuência” do CBMERJ e de seus médicos nem sempre preocupados com os pacientes. Tentativas como a da PMERJ para atender a seu público interno, esbarram a cada dia na falta de vontade dos médicos em participar e da excessiva intromissão do comando geral que não reconhece a atividade como útil e / ou não permite que esta funcione pautada em necessidades imparciais.

    São muitas as intromissões e nenhuma preocupada com a real necessidade do paciente. Os hospitais de emergência do RJ são caóticos e reúnem o que há de pior na medicina, enfermagem e serviços sociais.

    Pior: todos negando e enganando o tempo todo! Todos vão dizer que não é bem assim!

    No final: serviço aeromédico no RJ é falácia, enganação e quem se atreveu, como eu, a tentar fazer algo, ganhou, apenas, os rótulos de problemático e de alguém que só quer aparecer.

    Pobres PMs feridos, eu tentei!!!

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