Bolívia anuncia compra de Robinson R44 para polícia

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O ministro de Governo, Carlos Romero, confirmou que a polícia boliviana irá receber dois helicópteros Robinson R44 no final do mês de janeiro. Segundo declarações, tais aeronaves serão destinadas para inaugurar a unidade aérea da polícia boliviana.

R44 Police

“Este é o início de um caminho, um serviço de aviação de segurança pública, os dois helicópteros serão fornecidos com diversos equipamentos voltados para as atividades de polícia como câmeras, FLIR, farol de busca e equipamentos de comunicações”, disse Romero.

Ele afirmou ainda que os dois helicópteros irão para o departamento de Santa Cruz, e antecipou que o serviço aéreo polícia vai ser expandido a nível nacional. No entanto, ele observou que como a cidade de La Paz (capital) tem uma característica peculiar em termos de altitude (entre 10 e 13 mil pés) e topografia, isso exige um tipo diferente de helicópteros.

“O investimento a ser feito em helicópteros para operação em La Paz tem um custo mínimo de dois milhões e meio de dólares por helicóptero, ao contrário de Santa Cruz, onde o nosso investimento é de US$ 800.000”, complemento o ministro.

Fonte: Infodefensa

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6 COMENTÁRIOS

  1. O Peru compra EC145 a Bolívia R44……cada um, dentro de sua capacidade, busca o equipamento mais adequado, não tenha dúvida que dinheiro conta e pra quem não dispõe de muito recurso, também há opção para desenvolver sua OASP.

    • Caro Cap Baracho, permita-me acrescentar apenas o dado de que não se trata apenas de capacidade financeira, mas a que se destina e o que se esperar de um equipamento. Acredito que o domínio do Ar , para se fazer uma Segurança Pública de qualidade em terra, passa necessariamente por se poder contar com aeronaves de baixo custo e de consumo, e neste detalhe as aeronaves LSA, são a melhor opção. Naturalmente de que existem modelos completos (Super Puma), mas para o dia a dia, acredito que o que se faz em Terra (carros 1.0) também pode se aplicar no Ar ( Aeronaves LSA ). A proposito nos EUA, UE, Asia e Africa se usam bastante as LSA.

  2. Carlos Soares na gestão de uma OASP (Organização Aérea de Segurança Pública) são muitos os processos produtivos, cada um exigirá mais ou menos capacidade do equipamento. Não se trata somente de ser uma plataforma de observação, mas outras demandas poderão ocorrer para aeronaves que atuam na segurança pública (carga externa, transporte de enfermos, tropas especiais e seus pesados equipamentos). As aeronaves LSA têm seu emprego certamente, mas a OASP que optar por ter apenas esse tipo de equipamento, terá sua atuação limitada.
    Afirmar que essa ou aquela aeronave é a melhor, eu não arrisco, cada gestor terá que decidir conforme a necessidade de seus usuários, oportunidade (porque as OASP são públicas e dependem do erário público) e o serviço que presta. Também concordo com o Sr que o baixo custo operacional das LSA, é atrativo, porém não pode ser definitivo para a escolha. Carro 1.0 é bom, mas lembramos que ele é 1.0 quando subimos a ladeira ou na ultrapassagem.
    Grande abraço e obrigado pela atenção.
    Cap Baracho

    • Prezado Cap Baraccho, nossas opiniões mais convergem do que divergem, concordo com o sr. de que as especificidades de um equipamento contam e muito. Mas o que vejo hoje no Brasil e nos EUA, é de que os altos custos de aquisição e operacionalidade são fatores RESTRITIVOS de ação( Nos EUA, muitos escritórios estão diminuindo as operações), e em muitos casos as OASP, somente os utilizam quando provocados, ou seja levantam voo quando há a ocorrência de um assalto, um acidente e ou afogamento.
      Em minhas colocações o que tento mostrar é de que deve-se sim ter equipamentos “TOP”, mas acredito fortemente de que há espaço para um grande efetivo de aeronaves LSA a disposição das OASP. Eu venho demonstrando no país um projeto de minha autoria em diversos estados, principalmente para aqueles com menor condição financeira de que existem aeronaves com ampla capacidade operacional a disposição das OASP, exemplo : Helicóptero gastando 360lts de Gasolina Podium em 12 horas no ar , contra 480 lts de Querosene em 3 horas de um “TOP”. Caso queira ver meu projeto e aeronaves estou a sua disposição para demonstrar e contar com seu conhecimento e expertise no assunto, [email protected] .
      Assim como a frota de viaturas em terra hoje é composta de carros 1.0 (80%) e 2.0 e até Pick-Ups Diesel, acredito ser possível esta mesma configuração no ar. Só quem tem a ganhar é o contribuinte e o cidadão com a presença, mais nitidamente visível das OASP, proporcionando uma efetiva segurança aérea.
      Cordialmente
      Carlos H A Soares

  3. Carlos Soares…vc está certo, esse tipo de aeronave tem seu espaço nas OASP e acredito que em grande parte dos processos produtivos que elas desenvolvem. Seria interessante conhecer seu projeto ! Grande abraço e obrigado por compartilhar esse conhecimento com a gente.
    Cap Baracho
    GRPAe/SP

    • Caro Cap. Baracho, obrigado pela gentileza de retornar meu comentário. Mais uma vez o meu e-mail( [email protected]) esta a sua disposição para que após o seu contato eu possa lhe enviar maiores detalhes de meu projeto o PEASP-LSA ( Plano Estratégico de Aviação de Segurança Pública, com aeronaves Light Sport Aircraft), bem como as aeronaves que temos a disposição do projeto.
      Devo salientar Cap. Baracho de que em 2010, quando o sr. recebeu o AS-350 B2, já naquela ocasião o sr. já fazia ressalvas quanto ao seu uso, face ao alto custo de operacionalidade da aeronave (consumo de 540 Lts de Querosene em 03:30 de voo), projetando um uso médio de 35 horas Mês. No meu projeto o que venho propor é o uso intensivo de policias e tripulantes em ação no ar, pois proponho que os srs, voem em média 12:00 dia, consumindo 360 lts de Gasolina Podium( muito mais barata do que Querosene, e não precisa de viaturas de apoio atrás do helicóptero para reabastecer). E aí sim teremos aquilo que classifico de a “Segurança Pública que precisamos” efetivamente em ação. Com ações no Ar e coordenada com as forças em Terra, com altíssimo grau de eficiência e baixo custo. Em 2010 no custo de aquisição do “Esquilo” (R$ 7.000.000,00) o sr. contaria hoje com uma frota de de 28 aeronaves em três categorias, Asa Fixa e Rotativa, e ainda bem equipadas.
      Prezado Cap. Baracho eu e meus associados estamos a seu dispor, para desenvolver e implementar uma nova forma de gestão nas OASP, que queiram o “novo”. No aguardo de seu contato,
      Cordialmente.
      Carlos H A Soares

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