GRAer/PM e COA/CBM viram Centro Integrado de Operações Aéreas, no Pará

Empregando inicialmente, 02 aeronaves e tripulações integradas, compostas por efetivo das forças de Segurança Pública do Estado (Polícias Militar e Civil e Corpo de Bombeiros Militar) a Aviação de Segurança Pública e Defesa Civil entrou efetivamente no policiamento. Em Belém, a praça Amazonas foi escolhida como o ponto base do helicóptero que deu apoio às Operações PM executadas no dia de hoje (14) na capital. A atividade de patrulhamento aéreo, desenvolvido de forma integrada é o embrião do que será executado pelo futuro Centro Integrado de Operações Aéreas.

O Mercado de São Brás será um dos sete pontos-bases de pouso do helicóptero utilizado pelo Sistema de Segurança Pública para o serviço de policiamento pelo ar, cujo lançamento ontem atraiu muitos curiosos. Segundo o delegado Éder Mauro, co-piloto da equipe formada por quatro policiais, o pouso da aeronave no mercado será rotineiro, como parte do plano de ação do recém-criado Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), que substitui desde a última sexta-feira o Grupamento Aéreo da Polícia (Graer).

O delegado garante que a mudança não é apenas de nomenclatura. A partir de agora, a ordem é fazer com que as ações aéreas integrem as Polícias Civil e Militar, além dos Bombeiros e da Força Nacional. Por enquanto, eles dividirão duas aeronaves. Uma terceira deverá ser comprada.

Para o delegado, os resultados alcançados com o uso das aeronaves compensam os gastos com a manutenção das aeronaves, úteis tanto no resgate de vítimas de acidentes, transporte de grávidas em trabalho de parto, pelos Bombeiros, como na perseguição a criminosos pelos policiais.

Éder Mauro disse que 90% das ações realizadas pelo helicóptero são de auxílio às equipes policiais nas ruas. A observação aérea indica os locais onde as equipes terrestres devem agir. Além do Mercado de São Brás, as aeronaves terão como base outros locais da Região Metropolitana, como o Hangar Centro de Convenções e o Largo do Redondo, em Nazaré.


Fonte: www.pm.pa.gov.br/ e O Liberal


7 COMENTÁRIOS

  1. Parabéns paraenses por esta iniciativa!
    As operações integradas permitem uma utilização mais racional de recursos, treinamento de pessoal, aquisição de componentes e serviços e a possibilidade de ser dar continuidade a toda demanda, seja policial, bombeiro ou defesa civil. Pode-se utilizar as aeronaves para todas as missões apenas mudando as configurações internas.
    Que este grande estado, carente de serviços, possa integrar os serviços publicos levando (nas asas dos aviões ou nos rotores dos helicópteros) a esperança que todo brasileiro ainda tem.

    BOA SORTE!

    SGT SOUZA LOPES -MECÂNICO FN

  2. Concordo com o Robson. No DF as operações aéreas eram nestes moldes,com as tripulações integradas e 3 helicópteros,porém com o tempo foram separadas e cada órgão ficou com seu equipamento inclusive comprando aeronaves adequadas a cada tipo específico de trabalho aéreo sem a necessidade de toda hora configurar a aeronave para um tipo de missão.

  3. Na Ciopaer-Ce a integração, já funciona e muito bem, à 10 anos e graças a Deus sempre houve harmonia e profissionalismo.Acho que o que acontece ou aconteceu em outros esquadrões não deve ser visto como uma regra, pois como disse o Sgt Souza Lopez: “As operações integradas permitem uma utilização mais racional de recursos, treinamento de pessoal, aquisição de componentes e serviços e a possibilidade de ser dar continuidade a toda demanda, seja policial, bombeiro ou defesa civil.” E isso é o melhor pra todos.

  4. Parabéns ao estado do Pará, em especial ao TC Arthur e ao TC Mauro Tadeu, sem esquecer dos oficiais da PMPA e do CBMPA e da PCPA, pela iniciativa. Isso foi um dos pré-requsiitos para que a Força Nacional de Segurança Pública possa instalar sua Base Aerofluvial e mobiliá-la com aeronaves que possam atender às demandas do estado e da Força.

    Demos um passo importante.

    Um abraço a todos e parabéns

    TC Gonçalves
    CONAV-SENASP
    2011-2012

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