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Paraná – Nesta sexta-feira (22), o Serviço Aeromédico da Macrorregião Oeste do Paraná, com sede em Cascavel, comemora 7 anos de atividades. Uma história construída com muito trabalho e dedicação no atendimento de urgência ao paciente enfermo grave permitiu que as equipes atingissem o número de 2.930 missões, em 4.224 horas voadas.

O serviço é uma parceria operacional entre o Governo do Estado do Paraná com o SAMU Oeste, administrado pelo Consórcio de Saúde dos Municípios do Oeste/PR – Consamu. O serviço é referência no Paraná e no Brasil, com aeronave 100% dedicada aos atendimentos em saúde de pacientes em emergência médica.

As transferências Inter-hospitalares de unidades de baixa complexidade (municípios menores) para Centros de Referência é a demanda que mais mobiliza a aeronave, representando 89% dos atendimentos no período.

O helicóptero custeado pela Secretaria Estadual de Saúde é utilizado também para atendimentos primários como acidentes em rodovias e outras ocorrências em ambientes extra-hospitalares, levando a equipe avançada até a vítima, com atendimento especializado no local, estabilização e posterior transporte.

Foram realizados ainda importantes apoios logísticos para a OPO/PR (Organização de Procura de Órgãos) no translado de tecidos e equipes de transplante. O benefício imediato da agilidade do transporte para o tratamento definitivo é a diminuição da taxa de mortalidade e morbidade, transformando a realidade no atendimento da urgência e emergência dentro do sistema público de saúde em toda a região.

Vanessa Coldebella – Projeto Aeropolvo.

Para o médico Rodrigo Nicácio, coordenador do serviço, o aeromédico demonstra sua importância em várias circunstâncias, sobretudo naqueles pacientes que tem um tempo limite para receber o tratamento adequado no hospital de referência. “Muitas vezes, por via terrestre não seria possível ser atingido, além dos politraumatizados (vítimas de acidente de trânsito), onde o tempo de atendimento e a chegada ao hospital de referência é crucial para a sobrevida e reabilitação”, complementou.

Os atendimentos neonatais, que ocupam a terceira posição (350), incluindo os prematuros, cardiopatias congênitas, problemas respiratórios e cirúrgicos, foram atendidos de forma mais humanizada após a implantação do pioneiro PROJETO AEROPOLVO.

“O projeto e os números apresentados ressaltam a importância do atendimento aeromédico junto ao SUS, levando tecnologia, logística, técnica, ética e humanização a quem precisar, do nascer ao por do sol”, disse Rodrigo Nicácio.

Enfermeira Vanessa Coldebella e o Projeto Aeropolvo.
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