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Bebê com cetoacidose diabética é transferida de helicóptero para o hospital em Cascavel, PR

Paraná – Na tarde de terça-feira (07), equipe aeromédica do helicóptero Saúde 03 do CONSAMU, Base Cascavel, foi acionada para realizar remoção aeromédica de uma bebê com 01 ano de vida que estava internado no Hospital e Maternidade Jesuítas, com cetoacidose diabética.

A equipe do aeromédico foi levada pela ambulância de suporte básico do SAMU de Jesuítas, até o hospital onde a menina estava internada. Em seguida, a criança foi levada até o helicóptero, de onde seguiram para o Hospital São Lucas de Cascavel. Também foi necessário o apoio de uma ambulância de suporte avançado do SAMU de Cascavel.

Bebê com cetoacidose diabética é transferida pelo helicóptero do SAMU do Hospital Maternidade Jesuítas para o Hospital São Lucas em Cascavel. Foto: divulgação

Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas comemora 25 anos atendendo a população do Ceará

Ceará – No último dia 4 de julho, a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) alcançou a marca de 25 anos de operações aéreas. A Unidade une múltiplas habilidades em suas missões diárias. São 165 policiais civis e militares, bombeiros militares e o trabalho complementar de 20 profissionais de saúde, entre médicos e enfermeiros do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) do Ceará.

Criada a partir do Grupamento de Policiamento Aéreo (GPAer) da Polícia Militar do Ceará (PMCE), em 1995, a Unidade já nasceu multimissão, desempenhando funções de apoio às operações policiais, resgates, transportes aeromédicos, apoio às ações de defesa civil, transporte de órgãos e tecidos humanos para transplante, monitoramento ambiental, entre outras.

Em 2001, o GPAer passou a adotar o nome de Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) e uniu os serviços operacionais de policiais civis e bombeiros militares no planejamento e execução das missões.

Hoje, a Ciopaer é a maior unidade de aviação estadual do Norte/Nordeste, sendo considerada a maior operadora de aeronaves biturbina e homologadas para voo por instrumentos. Ela também é considerada uma das operadoras com serviço aeromédico público de excelência.

São quatro bases fixas, instaladas em Fortaleza, em Juazeiro do Norte, em Sobral e em Quixadá. A coordenadoria dispõe de dez aeronaves, sendo nove helicópteros (um EC130 B4, dois AS350B2 esquilo, três Airbus EC135 e três EC145) e um avião modelo Cessna 210.

Desde 2008, com uma escola de aviação própria, a Ciopaer já proporcionou a formação de cearenses, nordestinos e estudantes de vários cantos do Brasil. Ao todo, 51 profissionais do Ceará e de nove estados brasileiros (Alagoas, Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins) foram formados na Unidade Aérea Pública (UAP) cearense.

Atualmente, há seis cursos na grade da escola: Piloto Privado de Helicóptero; Piloto Comercial de Helicóptero; Curso de Formação de Operador Aerotático; Curso Avançado de Operador Aerotático; Curso de Formação de Técnico em Apoio Solo; e Ground School (familiarização teórica) das aeronaves AS50, EC35 e EC45.

Aeromédico

Quatro aeronaves da Ciopaer dispõem de aparelhos modernos e possuem a capacidade de configuração para UTI aérea. São equipadas com incubadoras para transporte de recém-nascidos, ventilador pulmonar, bombas de infusão, monitor multiparamétrico, com a capacidade de fazer capnografia. Nos cinco primeiros meses de 2020, a tripulação do aeromédico foi acionada 61 vezes, ou seja, a cada dois dias e meio, o serviço é acionado.

Em 48 horas, equipes do BPMOA realizam dois resgates e uma remoção aeromédica no Paraná

Paraná – O Batalhão de Operações Aéreas da Polícia Militar do Paraná (BPMOA) realizou dois resgates na segunda-feira (06) e uma remoção aeromédica na terça-feira (07). O primeiro resgate foi de queda de plano elevado de duas pessoas que caíram de cerca de 7 metros de altura, em Colombo. O segundo foi uma ocorrência de queda de moto em Rio Branco do Sul.

Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) prestaram o primeiro atendimento às vítimas. No acidente de Colombo, uma vítima foi encaminhada ao hospital de ambulância e a outra, um homem de 65 anos, que apresentava diversas fraturas, foi levada pelo helicóptero Resgate 04.

Em dois dias, equipes do BPMOA realizam dois resgates e uma remoção aeromédica no Paraná

No acidente de Rio Branco do Sul, a equipe de Operadores de Suporte Médico (OSM) do helicóptero atendeu um homem de 34 anos com múltiplas fraturas e depois de estabilizado, também foi levado de helicóptero ao hospital.

Na terça-feira a equipe do Falcão 03 realizou remoção aeromédica de uma vítima que havia sofrido Traumatismo Cranioencefálico (TCE) e estava em um hospital na cidade de Mafra, em Santa Catarina, divisa com o Paraná.

As vítimas dos acidentes de queda e automobilístico e o paciente com TCE foram levados pelos helicópteros do BPMOA ao Hospital Cajuru, em Curitiba.

Duas vítimas de queda são transportadas de helicóptero para hospital em Vitória, ES

Espírito Santo – Na terça-feira (07), equipe integrada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTAER) foi acionada para realizar duas remoções aeromédicas de pacientes, vítimas de queda.

O primeiro foi em Anchieta, município litorâneo do sul do Espírito Santo. Um homem de 58 anos caiu de um andaime, a cerca de 8 metros de altura e perfurou o abdômen. Ele não utilizava EPI no momento da queda. O segundo aconteceu no período da tarde na cidade de Laranja da Terra, interior do Estado. Um homem de 78 anos sofreu queda da própria altura e sofreu traumatismo craniano grave (TCE).

Devido a gravidade das lesões e a necessidade de rápida intervenção médica, os dois pacientes foram levados pelo helicóptero Harpia 06 ao Hospital Estadual de Urgência e Emergência, em Vitória.

A comandante dos dois voos aeromédicos, a Capitão Elizabeth Pereira Bergamin, é a primeira comandante de helicóptero do NOTAER e será umas das palestrantes no Congresso Aeromédico Brasileiro, que acontecerá em março de 2021.

Após chuva causada por novo ciclone, quatro pessoas são resgatadas por bombeiros em Timbé do Sul, SC

Santa Catarina – Na manhã de terça-feira (07), o Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) realizou o resgate de quatro trabalhadores que ficaram ilhados em Timbé do Sul, região sul de Santa Catarina.

Eles tentavam atravessar o Rio Amola Faca para buscar uma retroescavadeira, quando foram surpreendidos com o aumento do volume de água do rio, tendo em vista as fortes chuvas causadas por um novo ciclone. Eles estavam em um pequeno espaço de terra. Os homens têm entre 21 e 33 anos.

A equipe do Corpo de Bombeiros de Turvo foi acionada para o resgate e por volta das 10h00 o comandante de Araranguá solicitou apoio do helicóptero Arcanjo 01. Caso não fosse possível o socorro com a aeronave, seria utilizada uma embarcação.

Embora o clima não estivesse favorável, com chuva e vento, o que reduz a visibilidade dos pilotos, foi possível realizar o resgate com o helicóptero. O deslocamento aconteceu pelo litoral, subindo até Timbé do Sul e o trabalho foi dividido em duas etapas.

Um tripulante operacional desembarcou e ficou com duas vítimas em solo, enquanto as outras duas eram embarcadas na aeronave. Ninguém ficou ferido e os homens ficaram aos cuidados da equipe do Corpo de Bombeiros no local.

Corpo de Bombeiros de Rondônia treina ações de resgate, salvamento aéreo e transporte inter-hospitalar

Rondônia – Na tarde de quinta-feira (2), o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militares de Rondônia realizou simulação de resgate aeromédico, salvamento aéreo e transporte de paciente com COVID-19.

O treinamento está sendo ministrado por uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e as atividades fazem parte da capacitação de Pilotos, Operadores Aerotáticos e Operadores de Suporte Médico que trabalham no GOA. Toda as simulações foram realizadas no hangar do Grupamento, localizado zona rural de Porto Velho.

Durante a situação simulada foram utilizadas as aeronaves avião modelo Cessna 208 “Grand Caravan EX” e o helicóptero (modelo AS50B, Esquilo) e testou o poder de resposta das equipes de salvamento. O cenário montado para a realização do simulado trouxe em primeira prova o resgate de uma vítima de acidente de trânsito que estava presa às ferragens. Para resgatar a vítima foi preciso a utilização da ferramenta de desencarceramento.

Corpo de Bombeiros de Rondônia realiza treinamento para aperfeiçoar operações com helicóptero e avião. Foto: Divulgação

Na segunda simulação foi montado um cenário de salvamento e com a utilização do helicóptero foi realizada a técnica denominada “McGuire”. Trata-se de um método usado para extrair uma vítima através da utilização de cordas quando o helicóptero não pode efetuar pouso no local.

O helicóptero pairou a certa altura para que a equipe de resgate pudesse descer de rapel. Após o procedimento da equipe de resgate, a vítima foi içada juntamente com um bombeiro até um local seguro.

Na terceira e última simulação, os participantes realizaram o transporte inter-hospitalar de paciente com COVID-19. Nesse caso, tanto o helicóptero quanto o avião foram utilizados. Todo o cenário foi montado respeitando o protocolo de segurança. Para o treinamento, toda a equipe utilizou paramentação de proteção individual e o paciente foi transportado em uma capsula de isolamento.

Equipes aeromédicas do Corpo de Bombeiros de MG fazem a diferença no socorro de crianças no Estado

Minas Gerais – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMMG) realiza operações de resgate e remoções aeromédicas todos os dias de neonatos, crianças e adultos, através do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

Recentemente foi acionada para atendimentos de neonatos e crianças. Foi o caso da remoção aeromédica de uma bebê com 28 semanas que nasceu com problemas cardíacos na cidade de Capelinha, MG.

Como ela precisava de cirurgia no coração e a vaga disponível para a especialidade estava em Montes Claros, MG, a equipe aeromédica do helicóptero Arcanjo 05 realizou seu transporte. Outras equipes e aeronaves também são empregadas na remoção de pacientes graves. Foi o que aconteceu com um menino picado por escorpião em Governador Valadares, MG.

O Corpo de Bombeiros empregou o avião arcanjo 07 e o helicóptero Arcanjo 02 para transportar o menino ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. O avião levou a criança para o aeroporto da Pampulha, onde foi transferida para o helicóptero e levada direto ao heliponto do hospital, onde uma equipe de especialistas em toxicologia o aguardava.

Outra criança precisou do apoio do Corpo de Bombeiros depois sofrer queimaduras em sua residência, em Itabira. A mãe esquentava o café da manhã usando álcool líquido, pois o gás de cozinha havia acabado. O garotinho de 1 ano e meio estava próximo quando o combustível em chamas atingiu ambos.

O pai acordou com o barulho e apagou as chamas na criança, usando as próprias mãos, que acabaram queimadas. Mãe e filho tiveram grandes queimaduras e o estado da criança era grave. Com o voo do Arcanjo 04, foi possível levar o garotinho de forma rápida até o Hospital de Pronto Socorro João XXIII, que é referência no tratamento de queimados em Minas Gerais. O menino segue em recuperação.

“Com os voos dos Arcanjos é possível atender e conduzir com rapidez e segurança pacientes graves em todo o Estado de Minas Gerias.” declarou o BOA em sua página no Facebook.

Aviões da Casa Militar do MS transportam pacientes que precisam realizar transplantes de órgãos

Mato Grosso do Sul – Quem está na fila de espera por um transplante no Brasil sabe que a qualquer momento o chamado pela cirurgia pode acontecer. E quando o telefone toca, o órgão do doador pode estar em qualquer parte do País.

Em Mato Grosso do Sul, só no mês de junho, cinco pessoas tiveram a sorte de encontrar doadores e contaram com o transporte aéreo da Casa Militar. Três pessoas foram para o Paraná e duas para São Paulo.

Como as companhias aéreas estão com horários reduzidos de voo, devido a pandemia de coronavírus, as viagens em aviões do Estado, sem custo ao passageiro, são a única opção para quem busca o transplante. A parceria da Casa Militar com a Central Estadual de Transplantes possibilita que essas viagens sejam organizadas e realizadas em poucas horas.

Desde 2018, quando teve início o transporte de pessoas e de órgãos pela Casa Militar, 30 operações foram realizadas. Chamadas de missões humanitárias, essas viagens contam com o serviço de 32 militares – entre pilotos, copilotos, mecânicos e administrativos.

Aviões da Casa Militar do Mato Grosso do Sul são peça chave em voos de pacientes que precisam realizar transplantes de órgãos. Foto: Edemir Rodrigues

“É uma grande satisfação poder colaborar para uma vida melhor de uma pessoa que precisa de um transplante”, definiu o comandante do Grupamento Aéreo da Casa Militar, tenente-coronel Adalberto Ortale Júnior.

Segundo a coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Claire Miozzo, a distância entre as cidades de Mato Grosso do Sul e a distribuição de voos da malha aérea no Estado sempre foram condicionantes que dificultaram a realização de transplantes. Por isso, o serviço da Casa Militar tem sido satisfatório, devido à agilidade do transporte.

“Quando chamam o paciente para uma cirurgia ele tem que estar lá em poucas horas, em até 10 horas”, explicou.

Em MS, órgãos de doadores são coletados em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas para serem transplantados em pacientes daqui ou de outras unidades federativas, conforme listagem da Central Nacional de Transplantes (CNT).

De janeiro a maio de 2020, conforme dados da Secretaria de Saúde, três corações, 15 rins e 77 córneas foram transplantados em hospitais de Mato Grosso do Sul. Outros dois corações, nove fígados 12 córneas e 20 rins foram enviados para outros estados.

Websérie Cavaleiros de Aço mostra as missões de busca e salvamento realizadas pela Aviação do Exército

A produção nacional Cavaleiros de Aço, uma websérie de oito episódios realizada pela Hunter Press e a Street Films, mostrou recentemente a atuação da Aviação do Exército em missões de Busca e Salvamento (SAR) dentro e fora do Brasil.

A principal missão SAR é apoiar a própria atividade aérea da Aviação do Exército. Mas, além disso, essas equipes levam esperança para as populações em situação de calamidade. O destaque desse capítulo foram as ações de resgate e apoio à população boliviana durante as enchentes que assolaram aquele país em 2014.

Um helicóptero Airbus Helicopters H215M (designado HM-3 na Aviação do Exército) permaneceu na Bolívia executando missões de transporte de cargas, de pessoas e resgates em geral. Além disso, conhecerá também como foi a participação do Brasil na Missão de Observadores Militares Equador-Peru.

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Motociclista é socorrido pelo SAMU e levado de helicóptero a hospital em Lages, SC

Santa Catarina – Na tarde de domingo (28), equipe integrada do helicóptero Águia 04 da 5ª Base de Aviação da Policia Militar (5ª BAv) e do SAMU 192 foi acionada para socorrer vítima de acidente de trânsito envolvendo motocicleta e caminhão, em Coxilha Rica, região do município de Lages.

O motociclista de 43 anos, sofreu fratura exposta no membro inferior e foi atendido pela equipe do SAMU, que integra a equipe do Águia 04. Depois de estabilizado, o homem foi encaminhado de helicóptero ao Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages.

A 5ª BAv, com sede em Lages, juntamente com outras três bases compõem o Batalhão de Aviação da Polícia Militar de Santa Catarina.

Corpo de Bombeiros e SAMU se destacam no transporte aeromédico neonatal em Santa Catarina

Santa Catarina – Na tarde de domingo (28), equipe integrada do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros e do Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU) do SAMU Estadual, foi acionada para mais um transporte aeromédico de criança.

Um menino de 03 anos, com transplante hepático realizado aos 10 meses de idade, precisava de tratamento, e foi transferido de avião do Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, onde estava internado na UTI pediátrica desde o último dia 24, para o Hospital das Clínicas, em Porto Alegre.

Somente nos meses de abril, maio e junho, as equipes transportaram no avião Arcanjo 04 do Corpo de Bombeiros e no avião Carajá do Governo do Estado, 111 pacientes, sendo 36 neonatos e crianças.

Para o Ten Cel BM Sandro Fonseca, Comandante do BOA, “o transporte aeromédico garante rapidez, segurança, conforto e agilidade para o procedimento, já que o tempo conta bastante para o sucesso de cura do paciente”.

Na segunda-feira (29), um bebê de 26 dias de vida também precisou ser transportado no avião Arcanjo 04 de Criciúma para Joinville. O pequeno paciente apresenta problemas cardíacos e foi transferido do Hospital Santa Catarina, em Criciúma, ao Hospital Jeser Amarante Faria, em Joinville, para tratamento cirúrgico.

Nesses dois voos foram percorridos pelo avião em torno de 1.000 quilômetros, em um total aproximado de 5,1 horas de voo. “O transporte aéreo representa importante meio de auxílio nos transportes inter-hospitalares. Por meio dele é viável percorrer grandes distâncias em um espaço de tempo muito menor, em comparação com outros meios”, complementou o Ten Cel Sandro.

Por se tratar de uma criança menor de idade, que necessita de um responsável para a internação e a indisponibilidade de espaço na aeronave Arcanjo 04, os familiares se deslocam por meios terrestres antecipadamente, para a recepção do paciente. Quando o transporte é feito no avião Carajás do governo do Estado o transporte de acompanhante é possível.

Serviço de UTI Aérea do Maranhão já realizou 70 transportes de pacientes com COVID-19

Maranhão – A Secretaria de Estado da Saúde (SES) contratou o serviço aeromédico de empresas de Táxi Aéreo para atendimento de pacientes diagnosticados com COVID-19 e ampliar o alcance da assistência especializada. O serviço UTI Aérea realizou no primeiro mês de funcionamento mais de 70 transferências de pacientes.

O serviço garantiu o translado de pacientes do interior para leitos instalados em hospitais de gestão estadual, em São Luís. “Com a chegada da doença ao Maranhão, vimos a necessidade de aumentar a nossa capacidade de assistência e é o que temos feito até o momento. O serviço de UTI Aérea é uma extensão da estrutura especializada ampliada que montamos para recuperar os maranhenses acometidos pela COVID-19”, destaca o secretário Carlos Lula.

As aeronaves utilizadas contam com estrutura de UTI adaptada, o que inclui respiradores e equipe médica para dar suporte ao paciente durante a transferência para a capital São Luís. O Hospital Dr. Carlos Macieira e o Hospital de Cuidados Intensivos, ambos de alta complexidade, integram a rede de saúde estadual e estão habilitadas para receber os pacientes.

Além do atendimento especializado, cada paciente assistido pelo serviço de UTI Aérea também tem o direito a um acompanhante. Para eles, o Governo do Estado tem garantido hospedagem e alimentação durante o tratamento do paciente que acompanha.

No primeiro mês, pacientes de 21 municípios maranhenses já foram beneficiados pelo serviço de UTI Aérea. Os pacientes foram transferidos das seguintes cidades: Lago da Pedra, Buriticupu, Presidente Dutra, Pedreiras, Santa Luzia do Tide, Bacabal, Codó, Colinas, Bacabal, Barra do Corda, Balsas, Coelho Neto, Timon, Alto Alegre, Peritoró, Jenipapo dos Vieiras, Açailândia, Zé Doca, Timbiras, Chapadinha e Barreirinhas.

Serviço de UTI Aérea do Maranhão criado há um mês já realizou 70 transferências aeromédicas. Foto: Divulgação.

Dois bebês são transportados de avião para tratamento médico em Florianópolis e Xanxerê, SC

Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou na quarta-feira (24), o transporte de dois bebês e também de 05 respiradores.

O primeiro transporte foi realizado com o avião Arcanjo 04 de um bebê de apenas 26 dias de vida, de Curitibanos para Florianópolis. O menino, que nasceu prematuro, apresentava hidrocefalia e foi para o Hospital Infantil Joana de Gusmão, na Capital Catarinense.

O segundo transporte foi de uma bebê de 7 meses, portadora de Atrofia Muscular Espinhal (AME). A menina foi inicialmente transportada no domingo (21), de Xanxerê para Florianópolis. Ela necessitava da medicação Spinraza, administrada no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis.

Depois do tratamento, a mãe e a criança retornaram de avião para Xanxerê. Em menos de uma semana, é a quarta vez que o avião Carajá é cedido pelo Governo do Estado para auxiliar no transporte de pacientes. Para realizar os dois transportes, os aviões percorreram 804 km, em 3,5 horas de voo

Segundo o Corpo de Bombeiros, “o transporte aeromédico garante rapidez, segurança e conforto para o procedimento. No caso de AME, estudos apontam a eficácia do medicamento na interrupção da evolução da doença para casos mais graves, quadro comum nesta patologia, justificando a urgência no tratamento”.

Transporte de respiradores

Como o avião Carajá tem boa capacidade de carga, foi possível transportar 05 respiradores (ventiladores mecânicos) que serão distribuídos entre Chapecó e Xaxim para o enfrentamento da pandemia da COVID-19.

SAMU e Exército Brasileiro socorrem jovem com gravidez de risco para hospital em Tabatinga, AM

Amazonas – No domingo (21), durante a Operação Interministerial Atalaia do Norte, o Comando de Fronteira Solimões/8º Batalhão de Infantaria de Selva, em coordenação com o 4º Batalhão de Aviação do Exército, realizou evacuação aeromédica de uma jovem com gravidez de risco.

No momento de desmobiliar as posições de atendimento, foi solicitado o apoio pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) de Atalaia do Norte. A jovem gestante apresentava um quadro clínico grave. Ela foi embarcada no helicóptero do Exército e levada para a cidade de Tabatinga.

No aeroporto da cidade, uma ambulância da Unidade de Pronto Atendimento já aguardava a chegada da paciente para transportá-la ao hospital.

Helicóptero da CIOPAER transporta gêmeas prematuras de Cedro para hospital em Quixeramobim, CE

Ceará – Duas gêmeas recém-nascidas e prematuras foram transportadas de helicóptero pela Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE), do município de Cedro para Quixeramobim. O transporte aconteceu na sexta-feira (19).

As crianças nasceram de 34 semanas em um parto realizado dentro de uma residência. A mãe também foi levada pela equipe aeromédica. De acordo com a SSPDS, as meninas apresentavam baixo peso e dificuldade respiratória, situação complexa que exigia cuidados mais específicos.

A equipe da CIOPAER, com sede em Juazeiro do Norte, foi acionada pelos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que as levaram até o ponto onde a aeronave aguardava.

Helicóptero do CIOPAER resgata gêmeas prematuras de Cedro para hospital em Quixeramobim, CE. Foto: Divulgação

O médico Leonardo Augusto e o enfermeiro do SAMU, Lúcio Macêdo, acompanharam as meninas até Quixeramobim. Chegando lá, elas foram transportadas para o Hospital Regional do Sertão Central e encaminhadas para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal. O traslado levou 44 minutos.

“Quando o transportado é uma criança, há um sentimento a mais que toma conta de toda equipe dada a responsabilidade de termos em nossas mãos o bem maior de uma família”, expressou Leonardo Augusto por meio da assessoria de imprensa. “Olhar aquelas crianças, a fragilidade delas, e poder ajudar em seu atendimento, para que elas tivessem o melhor tratamento e assim retornarem para seus familiares é algo que não tem preço”, disse Lúcio.

Só nos cinco primeiros meses deste ano, a CIOPAER realizou 61 transportes aeromédicos em todas as regiões do Estado. Maio foi o mês com mais registros, contabilizando 17 ocorrências. Foram 13 transportes realizados em fevereiro e 11 em janeiro e abril (cada). Em março, foram realizadas nove transportes do tipo.

Helicóptero da Marinha transporta menino de dois anos da Comunidade Corixão para Corumbá, MS

Mato Grosso do Sul – Menino de dois anos, morador na Comunidade Corixão, a cerca de 45 km de Corumbá, foi transportado de helicóptero, na tarde de segunda-feira (22), depois de passar mal. O resgate foi realizado pela Marinha do Brasil, por meio do Comando do 6º Distrito Naval (Com6ºDN), após solicitação de apoio do Corpo de Bombeiros.

A criança apresentava quadro de reação alérgica, desmaios e manchas pelo corpo. O deslocamento foi feito com acompanhamento de um médico do Hospital Naval de Ladário. Uma aeronave do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Oeste (EsqdHU-61) foi usada para transportar a criança.

Na chegada ao heliponto do EsqdHU-61, uma ambulância do Corpo de Bombeiros seguiu com o paciente e sua mãe para a Santa Casa de Corumbá. A Evacuação Aeromédica (EVAM), emprega helicópteros do Com6ºDN, em cooperação com o Corpo de Bombeiros. Ela ocorre em locais onde o acesso é difícil ou inviável via terrestre e em caso de comprovada emergência.

Helicóptero da Marinha transporta menino de dois anos da Comunidade Corixão para Corumbá, MS. Foto: Divulgação

Força Aérea Portuguesa transporta nove pacientes em uma semana

Portugal – A Força Aérea Portuguesa realizou, de 15 a 21 de junho, oito missões de transporte aeromédico entre ilhas, nos arquipélagos dos Açores e Madeira, Regiões Autônomas e o Continente. Nessas missões estiveram empenhadas as Esquadras 502 – “Elefantes”, 504 – “Linces” e 751 – “Pumas”.

No total foram transportados nove pacientes. Dois, entre ilhas no arquipélago dos Açores, dois entre ilhas no arquipélago da Madeira, um no Continente e quatro de longa distância, entre a Região Autônoma dos Açores e Portugal.

A Força Aérea também realizou o primeiro acionamento operacional do helicóptero AW119 Koala, operado pela Esquadra 552 – “Zangões”, no âmbito do Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais (DECIR).

No dia 09 de Junho, equipe do helicóptero Koala havia resgatado um pescador, de 49 anos, após queda de uma ravina em Ponte da Barca, quando tentava regressar do rio de Lima. O homem, que sofreu ferimentos leves, foi resgatado e transportado até uma ambulância, que o acompanhou até ao Hospital de Viana.

A Força Aérea destacou o primeiro acionamento operacional do helicóptero AW119MKII Koala
A Força Aérea destacou o primeiro acionamento operacional do helicóptero AW119MKII Koala

Unimed Aeromédica treina equipes e investe em equipamentos para transportar pacientes com COVID-19

Minas Gerais – Assim que foram identificados os primeiros casos de COVID-19 no país, a Unimed Aeromédica começou a se preparar para realizar o transporte aeromédico dos pacientes contaminados com o coronavírus.

A Unimed Aeromédica já realizou transportes de pacientes com casos confirmados de COVID-19. As equipes realizam todas as missões utilizando equipamentos de proteção individual, conforme a necessidade do caso, estendendo esse cuidado para os pilotos e colaboradores que recebem os pacientes na estrutura física da empresa.

Também investiram na compra de EPIs especiais para oferecer ainda mais segurança às equipes como os macacões impermeáveis e capsulas de isolamento de pacientes. Além disso, passou a enviar o prontuário de forma eletrônica, ao final da missão.

Os cuidados durante o transporte se estendem, também, após o desembarque. Por isso, as aeronaves estão estacionando em áreas descobertas do hangar, onde existe maior circulação de ar, evitando contato com as equipes que trabalham na área administrativa da empresa. Além disso, tem sido feito um reforço adicional de descontaminação em todos os locais do hangar.

O trabalho desenvolvido pela Unimed Aeromédica tem se tornado uma referência na área de saúde. Por isso, a instituição tem participado de fórum de discussão sobre a COVID-19 envolvendo representantes de órgãos governamentais e outras empresas aeromédicas públicas e privadas.

Índio da aldeia Mapuera é transportado de helicóptero para Hospital de Campanha em Santarém

Pará – O paciente com suspeita de COVID-19 é da aldeia Mapuera, da etnia Wai-Wai, localizada no município de Oriximiná. O índio foi transportado pelo Serviço Aeromédico do Estado. O pouso aconteceu por volta das 11h40 da manhã de quarta-feira (17), no heliporto do Hospital de Campanha de Santarém (HCS).

De acordo com o operador de suporte médico do helicóptero, Dr. Igor Souza, não houve intercorrência durante a viagem. No HCS, o paciente foi atendido pela equipe médica e seu quadro clínico é estável.

O Hospital de Campanha de Santarém inaugurou no dia 12 de junho uma ala exclusiva para indígenas com suspeita ou confirmação de COVID-19. O espaço conta com dez leitos de enfermaria, uma equipe especializada para o atendimento de indígenas, levando em consideração a especificidade de cada etnia.

Bombeiros e SAMU de Santa Catarina transportam dois bebês e um menina de 10 anos para tratamento médico

Santa Catarina – Na quinta e sexta-feira, equipe do Batalhão de Operações Aéreas (BOA), do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou o transporte aeromédico de dois bebês e de uma menina de 10 anos com problemas de saúde.

Na quinta-feira (18), a equipe transportou um menino de 07 meses, de Criciúma para Joinville e na sexta-feira (19), transportou um bebê de 02 dias de vida, de Florianópolis para Joinville, norte do Estado.

Os pacientes apresentavam problemas cardíacos e foram transferidos pela aeronave Arcanjo 04 ao aeródromo Lauro Carneiro de Loyola (SBJV), em Joinville, onde uma Unidade de Suporte Básico do SAMU aguardava para transportar o paciente ao Hospital Jeser Amarante Faria para tratamento cirúrgico.

Nos transportes realizados dos dois bebês foram percorridos pelo avião Arcanjo 04 em torno de 915 quilômetros entre as cidades, em um total aproximado de 6 horas de voo.

No segundo transporte de sexta-feira (19), uma menina de 10 anos precisava realizar tratamento de infecção após transplante renal. Por apresentar infecção urinária, que está associada ao órgão transplantado, a criança necessita de tratamento com a equipe médica que realizou o transplante, visto que a doença é complexa e potencialmente grave.

A paciente e a mãe foram transportadas de Lontras até Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A aeronave modelo Carajá, do governo estadual, levou cerca de uma hora para fazer o trajeto de 353 quilômetros.

Corpo de Bombeiros transporta paciente com COVID-19 do Distrito de Surpresa para Porto Velho, RO

Rondônia – Um avião do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros pousou na tarde de quinta-feira (18) em Porto Velho trazendo uma paciente diagnosticada com COVID-19 do Distrito de Surpresa, município de Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia.

A paciente, uma mulher de 45 anos, estava sendo tratada em um posto de saúde local e precisava de transporte urgente para um hospital de referência. O teste realizado na mulher confirmou COVID-19 e a equipe do GOA decolou com os equipamentos necessários para realizar o seu transporte com segurança.

A mulher foi colocada em uma capsula de isolamento e embarcada no avião (PT-LMU, modelo BE-58). A tripulação e equipe médica estavam paramentados com equipamento completo de proteção individual. Com a chegada no hangar do Estado, a paciente foi levado ao Hospital de Amor (HA), em Porto Velho, onde já iniciou tratamento.

O transporte dessa localidade para capital rondoniense é feito por via fluvial e terrestre e dura cerca de dois dias para ser realizado. Para o Cap Cordeiro do GOA, “nessas situações de emergência, a aeronave é fundamental para realizar o transporte rápido de pacientes graves. Com a pandemia, seguimos os protocolos de segurança para a tripulação e paciente. Precisamos nos manter íntegros para a nossa próxima missão.”

Ação rápida da FT-Vida e do Centro Tático Aéreo salva indígena em trabalho de parto no Maranhão

Maranhão – Uma indígena maranhense que sofreu complicações durante o trabalho de parto foi resgatada pelo Centro Tático Aéreo (CTA). O socorro foi realizado na Aldeia Juriti, situada na terra indígena do Caru, reserva entre os municípios de Bom Jardim e São João do Caru. A operação foi articulada pela Força-Tarefa de Proteção à Vida Indígena (FT- Vida).

A FT-Vida atendeu pedido para o transporte emergencial da parturiente, já que a Aldeia Juriti fica em uma região isolada e sem condições de acesso a ambulâncias. O CTA foi imediatamente acionado e deslocou um helicóptero com uma equipe de resgate para transportar a indígena até o hospital mais próximo, no município de São João do Caru.

“Da aldeia, que é isolada, até São João do Carú, o acesso é feito apenas por meio de quadriciclo, em uma travessia que demora cerca de quatro horas e nós sabemos que é impossível transportar qualquer parturiente em um quadriciclo”, detalha o Major BM Lago, um dos oficiais do CTA que participaram do resgate.

Apesar do susto, tanto a mãe quanto o seu bebê estão em boa recuperação. A criança nasceu duas horas após o resgate e a indígena precisou passar por um procedimento cirúrgico depois do parto, mas está fora de perigo.

Mãe indígena que teve problemas durante trabalho de parto foi resgatada pelo helicóptero do CTA na Aldeia Juirti. Foto: Divulgação.

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