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Graças à agilidade da CIOPAER, menino de quatro anos chega a tempo em Fortaleza para receber transplante de órgão

Ceará – A agilidade da equipe da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) foi fundamental mais uma vez para salvar a vida de uma criança em território cearense.

Um menino de quatro anos foi transportado pelo helicóptero Fênix 06, que estava na base da CIOPAER em Juazeiro do Norte, até a base em Fortaleza. no último dia 20 de setembro, da cidade do Crato até Fortaleza, onde precisava chegar com brevidade para receber um transplante de órgão. No domingo (27), o pequeno recebeu alta médica após uma cirurgia bem-sucedida.

A mãe do menino contou que estava na fila de espera para receber um rim, quando eles receberam a ligação de um hospital em Fortaleza relatando sobre a disponibilidade de um órgão compatível com o garoto. Após acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), o translado da cidade do Crato até Fortaleza foi providenciado, na madrugada de domingo, 20 de setembro.

“A participação da CIOPAER foi fundamental para que a criança pudesse chegar a Fortaleza em tempo hábil para a realização do transplante, com conforto e segurança que nossa UTI aérea Fênix 06 dispõe”, destacou o relações-públicas da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas, capitão Elton Oliveira.

Do aeroporto de Fortaleza, uma ambulância do SAMU levou o menino até o hospital onde passou pelo procedimento cirúrgico. “Eu agradeço muito a eles (equipe CIOPAER), porque se não fosse por eles, meu filho não teria chegado a tempo. Eu nem tenho palavras para agradecer. Só tenho a dizer que deu tudo certo, graças a Deus e a eles”, disse a mãe da criança.

Helicóptero Fenix 06 do CIOPAER transporta criança para transplante de rim de Crato até Fortaleza, CE. Foto: Divulgação

Homem baleado em praia italiana é resgatado por ambulância aérea e levado para hospital em Roma

Itália – Por volta das 10h30 de domingo (20), duas pessoas encapuzadas chegaram em uma scooter e dispararam vários tiros contra um homem que estava na praia Torvaianica, região de Pomezia, costa sul de Roma. O crime aconteceu em plena luz do dia e diante de centenas de banhistas que lotavam aquele trecho de praia, próximo ao estabelecimento Bora Bora, um dos resorts à beira-mar.

O homem baleado foi resgatado e transportado para o pronto-socorro do Hospital San Camillo, em Roma. O resgate foi feito por socorristas e o homem foi levado pelo helicóptero AW109, Pégaso 44, ambulância aérea do serviço 118 de Lazio. O pouso do helicóptero aconteceu na areia da praia.

A vítima, de acordo com autoridades, é de origem albanesa, tem 38 anos e possui vários antecedentes criminais, estava em liberdade depois de cumprir sentença em prisão domiciliar. O nome não foi revelado. A situação dele é grave pois o projetil atingiu a região cervical e comprometeu a medula espinhal. Os dois infratores da lei fugiram e até o momento não foram encontrados. Não se sabe ainda os motivos da emboscada e o caso é investigado pelos Carabinieri.

Serviço 118

O serviço 118 na Itália, diferente do Brasil, atende a demanda de vários tipos de emergências, em todas as situações que possa haver risco para a vida ou segurança de alguém, como em caso de doença, lesão, trauma, queimadura, envenenamento, afogamento ou acidente (doméstico, rodoviário, agrícola ou industrial).

Na Itália, as autoridades orientam para que no momento da ligação as pessoas mantenham a calma e respondam as seguintes informações ao atendente:

  • Forneça seu número de telefone;
  • Explique o que aconteceu (doença acidente, etc);
  • Indique onde aconteceu (município, rua, número da via);
  • Indique quantas pessoas estão envolvidas;
  • Comunique o estado de saúde da pessoa: responde, respira, sangra ou sente dor?
  • Comunique situações particulares: criança, bebê, mulher grávida, pessoa com doenças conhecidas (cardíaca, asma, diabetes, epilepsia, etc).
Vítima ferida por tiro em praia italiana é resgatada por ambulância aérea e levada para hospital em Roma.

Força Aérea Portuguesa realizou na última semana 14 missões aeromédicas e 3 transportes de órgãos

Portugal – A Força Aérea Portuguesa, através de suas Esquadras, realizou na última semana mais de 14 transportes aeromédicos e três transportes de órgãos para transplante, além de 23 missões de apoio ao combate a incêndios.

Na sexta-feira (18), a Esquadra Linces realizou mais um transporte de órgão para transplante em território nacional. Foi utilizado o avião Falcon 50 para a missão.

No total foram transportados 17 pacientes em oito missões entre ilhas no arquipélago dos Açores e seis entre ilhas no arquipélago da Madeira.

Conselho Federal de Enfermagem nomeia integrantes do Grupo de Trabalho Aeromédico

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) nomeou no dia 03 de setembro, os integrantes do Grupo de Trabalho Aeromédico (GTA), sob coordenação da Comissão Nacional de Urgência e Emergência. Com representantes de todas as regiões do Brasil, o GTA proporá matriz curricular de formação dos enfermeiros tripulantes de aeronaves.

Em sua primeira reunião, o grupo discutiu os desafios e o futuro da enfermagem no Serviço Aeromédico de Asa Fixa e Rotativa, civil e militar. Apesar de pouco conhecida pelas pessoas, a atividade aeroespacial desenvolvida pelos enfermeiros a bordo de aviões e helicópteros tem sido cada vez mais crescente nas últimas décadas. (Saiba mais sobre o assunto)

“A missão principal é criar normativas que padronizem a formação dos profissionais de Enfermagem juntamente com escopo das práticas avançadas, em prol da qualidade na assistência e a segurança do paciente aerotransportado, bem como da equipe e do voo”, afirma o coordenador da Comissão de Urgência e Emergência, Eduardo Fernando de Souza.

O Grupo de Trabalho Aeromédico é formado por:

  • Eduardo Fernando de Souza – COFEN
  • Michelle Taverna – ABRAERO
  • André Ricardo Moreira – SC
  • Elaine Kristhine Rocha Monteiro – AL
  • Inácia Melo dos Santos – DF
  • Marcelo dos Santos Rodrigues – PA
  • Tony Regis B. do Nascimento – GO
  • Valéria C. de Oliveira Murta – MG
Conselho Federal de Enfermangem nomeia os integrantes do Grupo de Trabalho Aeromédico (GTA). Foto: Divulgação

Em um transporte diferente, três peixes-bois são levados de avião para tratamento em Santarém, PA

Pará – A manhã de quarta-feira (16), agentes do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) realizaram um transporte diferente. Três filhotes de peixes-bois-da-Amazônia (Trichechus inunguis) foram resgatados em Limoeiro do Ajuru, Cametá e Santa Cruz do Arari e precisavam ser levados de Belém para Santarém.

Uma fêmea de aproximadamente dois anos e meio e dois machos de sete e dez meses, foram resgatados em 2018, 2019 e 2020 ainda nos primeiros meses de vida e estavam na base do Instituto Biologia e Conservação dos Mamíferos Aquáticos da Amazônia (Bioma), da Universidade Rural da Amazônia (Ufra), em Belém.

Em um transporte diferente, três peixes-boi são levados de avião para tratamento em Santarém, PA. Foto: Divulgação

Em função de dificuldades financeiras, não era mais possível manter os animais no espaço. Foi necessário, então, transferi-los para a ZooUnama, em Santarém, onde há um centro de reabilitação e manutenção de animais resgatados.

O transporte aéreo foi recomendado por oferecer maior segurança aos animais, em um menor período de tempo, o que aconteceu em 2h40. Numa viagem terrestre convencional poderia durar mais de 48 horas.

O traslado seguiu os protocolos para esse tipo de operação. Os animais foram transportados fixados em colchonetes, cobertos com toalhas úmidas, com olhos protegidos com gaze e soro fisiológico, com monitoramento de temperatura e visual durante todo o voo.

Os peixes-bois-da-Amazônia não foram os primeiros animais a serem transportados pelo grupamento. Uma anta já foi levada de Belém para o interior. O diretor do GRAESP, Coronel Armando Gonçalves destaca que é sempre uma missão importante. “É muito especial. O GRAESP é multifuncional e nesse momento estamos dando a nossa contribuição para manter a Amazônia viva”, finalizou.

Bombeiros e SAMU revertem parada cardiorrespiratória de mulher que se afogou na Praia do Ingleses, SC

Santa Catarina – Na terça-feira (15), o Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina (CBMSC), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), resgataram mulher de 71 anos que se afogou na Praia dos Ingleses, em Florianópolis.

A equipe aeromédica do Arcanjo 01 foi acionado pela Central de Regulação do SAMU de Florianópolis para prestar atendimento a uma vítima de afogamento (Grau 6) na praia do Ingleses, próximo do costão direito. Segundo populares, a vítima caiu das pedras no mar e se afogou.

Ao chegar no local, populares haviam retirado a vitima da água e já realizavam ressuscitação cardiopulmonar (RCP). Com a intervenção da equipe aeromédica, foi revertida a parada cardiorrespiratória (PCR) da mulher. Após estabilização, a vítima foi conduzida de aeronave até o Hospital Universitário, em Florianópolis.

Duas vítimas de infarto agudo no miocárdio são levadas de helicóptero de Chapecó para Xanxerê, SC

Santa Catarina – Equipe integrada do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico e Serviço Aeropolicial (SARA/SAERFRON) foi acionada para duas remoções de pacientes, vítimas de infarto agudo do miocárdio (IAM), no período da manhã de terça-feira (15), de Chapecó para Xanxerê.

Como apoio de ambulâncias do SAMU, um homem de 46 anos, que havia recebido os primeiros atendimentos no Hospital Regional do Oeste e outro homem de 52 anos, que estava na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), precisavam de tratamento urgente em hospital de referência em cardiologia.

Para realizar o transporte foi acionado o serviço aeromédico SARA/SAERFRON que fez a remoção dos dois pacientes para o Hospital Regional São Paulo, em Xanxerê.

Esquadrões Pelicano e PARA-SAR da FAB realizam treinamento de resgate aquático na Base Aérea de Santos, SP

São Paulo – De 10 a 19 de setembro acontece treinamento de resgate em meio aquático na Base Aérea de Santos (BAST), no litoral paulista. O Esquadrão Pelicano (2º/10º GAV) e o Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR), sediados na Base Aérea de Campo Grande (MS), participam do Exercício Técnico (EXETEC) – Içamento na Água.

O treinamento ocorre no Canal do Estuário de Santos-Guarujá, através de içamentos com equipamento guincho do helicóptero H-60L Black Hawk. Mais de 40 militares participam da instrução, contemplando pilotos, operadores de equipamentos especiais e homens de resgate, além dos militares que atuam como vítimas, possibilitando uma condição mais próxima do real.

De acordo com o Chefe da Seção de Operações do 2°/10º GAV, Major Aviador Tiago Gomes de Sales, o Exercício Técnico Pelicano ocorre ao término do processo de implantação do novo vetor H-60L Black Hawk no Esquadrão. Segundo ele, é necessária a retomada das capacidades operacionais para a total prestação de serviço de Busca e Salvamento.

“Uma destas capacidades é o resgate de vítimas em meio aquático por meio do içamento utilizando o guincho da aeronave. Essa operação tem o intuito de realizar a manutenção operacional dos tripulantes, buscando o adestramento necessário para uma operação segura e eficiente”, afirmou.

De acordo com o Sargento Luigi Schacker, homem de resgate do Esquadrão Pantera (5°/8° GAV), após a unificação dos procedimentos, haverá um manual. “Um ponto importante deste treinamento é que, após a conclusão, será elaborado um manual de procedimentos padronizando as ações nos três Esquadrões da FAB que operam os helicópteros H-60L Black Hawk“, complementou.

O acionamento para uma missão de Busca e Salvamento pode ocorrer de duas formas: via ordem emitida pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) ou em atendimento aos procedimentos previstos no Plano de Emergência Aeronáutica em Aeródromo (PEAA). O Sistema de Busca e Salvamento Aeronáutico atua em uma área de 22 milhões de Km², grande parte sobre o Oceano Atlântico e sobre os rios da Amazônia.

Vítima de queda de árvore é resgatada por serviço aeromédico e levada para hospital em Chapecó, SC

Santa Catarina – Na tarde de segunda-feira (14), equipe do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA) foi acionada pelo SAMU 192 para resgatar vítima de queda de árvore na Linha Tope da Serra, em Planalto Alegre.

Em 7 min de voo a equipe estava no local. Um homem de 42 anos, com a queda da árvore, sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE). O paciente encontrava-se estável hemodinamicamente, foi imobilizado e embarcado pela equipe aeromédica no helicóptero do Serviço Aeropolicial de Fronteira (SAERFRON) da Polícia Civil e levado ao Hospital Regional do Oeste (HRO), em Chapecó.

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Reino Unido comemora Semana Nacional da Ambulância Aérea 2020

Reino Unido – O serviço de emergências médicas com emprego de helicópteros (HEMS – Helicopter Emergency Medical Service) e Evacuações Aeromédicas (MEDEVAC – Medical Evacuation) tem uma longa tradição no Reino Unido. Por mais de trinta anos, os helicópteros são usados ​​para salvar vidas.

Com o slogan “Cada segundo conta“, a Semana Nacional da Ambulância Aérea 2020 (National Air Ambulance Week – NAAW), de 7 a 13 de setembro, criada pela Air Ambulances UK (AAUK), tem como objetivo destacar o incansável atendimento pré-hospitalar que é realizado diariamente pelas 21 operadoras aeromédicas, instituições sem fins lucrativos.

33 anos atrás, o primeiro serviço de resgate aeromédico utilizando helicópteros foi estabelecido em Cornwall e depois estendido para outras áreas da Grã-Bretanha. Em média, um helicóptero decola a cada 10 minutos. As equipes de ambulância aérea do Reino Unido realizam coletivamente mais de 25.000 missões de resgates por ano, uma média de mais de 70 por dia.

Os serviços HEMS e MEDEVAC são essenciais para salvar vidas. Nos resgates a vítima é atendida no local e levada para um hospital de referência para atendimento especializado. Nas remoções aeromédicas, um paciente internado em um hospital como menos recursos terá acesso a um centro de saúde adequado para o seu tratamento.

O Príncipe William, duque de Cambridge, que também foi piloto de resgate, agradeceu os profissionais que atendem pacientes em toda a Grã-Bretanha. Junto com o texto, também compartilhou no Instagram fotos da Família Real com tripulações das ambulâncias aéreas de East Anglian e de Londres no The Royal London Hospital.

“Tendo visto em primeira mão o incrível trabalho das equipes de ambulância aérea tanto na linha de frente quanto nos bastidores, tenho um profundo respeito por tudo o que vocês fazem. Quer você faça parte da equipe de cuidados intensivos que leva suporte médico vital aos pacientes quando cada segundo conta; um mecânico que garante que as tripulações possam ser destacadas com segurança a qualquer momento; ou um voluntário trabalhando para manter o serviço funcionando, o país tem uma enorme dívida de gratidão com você ”, disse William.

Como a operadora aeromédica da Nigéria enfrenta os desafios de acesso à saúde na África Ocidental

Nigéria – A Flying Doctors Nigeria é a única operadora aeromédica que fornece atendimento na Nigéria, país localizado na África Ocidental. Além dos serviços de ambulância aérea ela fornece treinamento e consultoria para governos e organizações privadas em toda a África. Seu escritório principal está localizado no Aeroporto Internacional de Lagos, Nigéria.

A empresa existe há 10 anos e tem à disposição, através de parceiros, cerca de 20 aeronaves disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, para realizar evacuações aeromédicas (MEDEVACMedical evacuation) de pacientes na África Ocidental e Central.

A Nigéria possui muitas áreas onde as pessoas sofrem com condições precárias e com menos instalações e estruturas hospitalares, especialmente no norte do país. É o caso em que os pacientes têm de ser transportados para hospitais especializados, especialmente para o sul, em Abuja.

Um dos maiores desafios de saúde que o continente africano enfrenta é o acesso a cuidados avançados. Existem comunidades que ficam a 15 ou 20 horas de carro dos hospitais. Estradas ruins, hospitais especializados limitados, baixa proporção de médicos por pacientes e políticas públicas quase inexistentes resultam em números de expectativa de vida muito baixos.

Toda vez que a operadora recebe uma ligação, cumprem protocolos de regulação, desde a informação detalhada do paciente, passando pelo fretamento, preparação do avião, da equipe e a escolha do hospital de destino. Ambulâncias terrestres também são usadas para levar o paciente do local onde o avião pousou até o hospital.

As aeronaves são tripuladas por médicos, paramédicos e enfermeiros, especialistas em cuidados intensivos. Como atuam em cenários por vezes muito críticos, é exigida qualificação técnica e habilidades específicas, como experiência em transferência aérea e terrestre de pacientes em estado crítico, planejamento de emergência para ambientes hostis e treinamento em grandes incidentes.

COVID-19 e a primeira capsula de isolamento da África Ocidental

Outro desafio surgiu com a pandemia de COVID-19 na Nigéria e na África Ocidental. Com os pedidos de transferência de pacientes dentro e fora do país, foi preciso adquirir equipamento para o transporte desses pacientes, pois não havia nenhuma capsula de isolamento (maca bolha) em toda a África Ocidental.

Além disso, foi necessário o uso extensivo de equipamentos de proteção individual (EPI), desde a evacuação até a chegada e admissão no hospital. O trauma emocional causado pelo medo e pela solidão, já que o paciente é transportado quase sempre sem familiares ou amigos, dificultou a evacuação de estrangeiros residentes na Nigéria para os seus países de origem, ou para outros locais, a fim de obter cuidados médicos.

Em junho a Flying Doctors Nigeria recebeu o primeiro equipamento da África Ocidental e iniciaram implementação de um processo de adequação padrão para as operações do COVID-19 e o treinamento dos pilotos e da tripulação médica.

Equipamentos

Para manter atendimento e suporte adequado aos pacientes, as aeronaves que utilizam são equipadas com ventiladores Oxylog 1000, monitores multiparâmetros, acesso Interósseo, nebulizadores, selo asherman para feridas de peito aberto, bombas de infusão, desfibriladores automáticos, oxímetros de pulso, unidades de sucção automática, macas e colchões a vácuo, equipamentos de intubação endotraqueal, talas de tração e colares cervicais, máscaras de oxigênio, fluidos intravenosos (cristaloides, coloides), medicamentos ACLS atuais, entre outros.

Médico do SAMU e bombeiro saltam do helicóptero para salvar vítimas de afogamento no litoral Sul de Alagoas

Alagoas – “A ocorrência da vida!”, foi dessa forma que Claubiano Moura, médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Alagoas definiu o salvamento de duas vítimas de afogamento, realizado pela equipe aeromédica que faz parte, na cidade da Barra de São Miguel, litoral Sul de Alagoas.

No domingo (30), equipe do helicóptero Falcão 03 da Chefia Aérea Especial da Segurança Pública (CAESP) que trabalha integrada com o SAMU Alagoas e uma Unidade de Suporte Básico (USB) de Marechal Deodoro foram acionadas para o salvamento.

Durante os feriados e finais de semana a equipe realiza patrulhamento preventivo na orla para prevenir afogamentos, desde a Barra de Santo Antônio, passando pelas praias da capital alagoana e indo até a Barra de São Miguel.

Segundo o médico Claubiano Moura, a primeira vítima foi encontrada no mar e resgatada pelo Sargento Marcelo Souza, tripulante operacional da aeronave, que saltou do Falcão 03 com os equipamentos necessários para fazer o resgate da vítima.

Equipe do helicóptero Falcão 03 que realizou o salvamento. Foto: Divulgação.

“Quando estávamos nos encaminhando para o pouso na praia e para fazer o atendimento da vítima do sexo feminino, populares começaram a acenar, indicando que outro banhista ainda estaria no mar. Voltamos e avistamos um rapaz aparentando estar muito cansado e prestes a afundar da água”, relatou o médico.

Foi nesse momento, que mesmo sem os equipamentos necessários, mas com toda a experiência que o médico do SAMU possui, por ter sido do Corpo de Bombeiros por nove anos, saltou da aeronave e fez o salvamento da segunda vítima.

“Olhei para a vítima, percebi que ele não iria aguentar por muito tempo e, em questão de segundos, tomei a decisão de pular. Eu não podia decepcionar aquele paciente, a minha equipe e os meus valores. Passou tudo isso pela minha cabeça. Foi acreditar em Deus e nos meus companheiros de equipe”, contou o médico.

Com as duas vítimas retiradas do mar, os profissionais do SAMU fizeram o primeiro atendimento no local. A jovem de 20 anos apresentava um grau de afogamento nível 1 e o rapaz, 22 anos, estava com um grau de afogamento nível 3.

Os pacientes estavam estáveis e o jovem precisou de mais atenção. Pelo grau do afogamento, ele teve que ser aquecido, colocado na posição lateral de segurança, foi feito um acesso venoso e teve a oferta de oxigênio por máscara.

As vítimas foram levadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da praia do Francês, no município de Marechal Deodoro, uma por uma ambulância do CBMAL e outra pela USB do SAMU da Base Descentralizada de Marechal Deodoro.

Serviço aeromédico de Wiltshire divulga estatística dos atendimentos realizados de janeiro a junho de 2020

Reino Unido – O serviço de ambulância aérea de Wiltshire (Wiltshire Air Ambulance) criando em 2015 é uma instituição de caridade registrada e depende de doações para realizar o serviço. Não possuem financiamento direto do Governo e não recebem subsídios da Loteria Nacional.

O serviço funciona até 19 horas por dia, 365 dias por ano. A base do helicóptero Bell 429, chamado de “Helimed22“,  fica em Semington, Wiltshire, sudoeste da Inglaterra. Além dos equipamentos e insumos para suporte avançado à vida, o helicóptero também dispõe de farol de busca TrakkaBeam® A800, importante para auxiliar a tripulação em pousos noturnos, muito comum em helicópteros aeromédicos europeus e americanos.

Sangue e plasma a bordo

A aeronave transporta duas unidades de plasma que poderão ser usadas com duas bolsas de sangue O negativo (concentrado de hemácias), um diferencial que salva vidas. Levam em seu helicóptero e nos Veículos de Resposta Rápida (VIR), glóbulos vermelhos concentrados e desde agosto de 2015 pacientes recebem transfusões de sangue pré-hospitalares por seus médicos e paramédicos.

Os glóbulos vermelhos ajudam a transportar oxigênio pelo corpo e substituem o sangue perdido pelos pacientes, enquanto o plasma contém fatores de coagulação essenciais para ajudar na contenção do sangramento.

O plasma transportado, chamado LyoPlas, é liofilizado e está na forma de pó em um frasco de vidro. É misturado com água para formar um líquido amarelo antes de ser administrado por via intravenosa.

Estatística

Em julho o serviço atendeu 126 ocorrências, totalizando 670 missões nesse ano, porém a estatística detalhada, divulgada recentemente, refere-se ao período de janeiro a junho de 2020. Em comparação com os números do mesmo período de 2019, as missões aeromédicas realizadas pelo serviço caíram de 596 para 544. Segundo a operadora, as restrições impostas pela pandemia do COVID-19 no Reino Unido fez com que o número de incidentes caísse cerca de 10% no período.

Dos 670 atendimentos, 292 foram realizados pelo helicóptero e 378 por Veículo de Resposta Rápida (VIR). A queda no número de atendimentos ocorreu durante março (79) e abril (68) – no auge do bloqueio, mas os números têm aumentado continuamente desde então, subindo para 87 em maio, 121 em junho e 126 em julho.

De janeiro a junho, a grande maioria das chamadas foi para pessoas que sofriam de emergências cardíacas, 188, seguidas por pessoas que sofriam de outras condições médicas, como acidentes vasculares cerebrais, colapsos e problemas respiratórios, totalizando 90. Acidentes de trânsito (83) é o terceiro na lista de chamadas, logo a frente das quedas (74).

Dos atendimentos no período, 50 (9%) envolveram crianças. Nos acidente de trânsito em rodovias, o número de ciclistas feridos aumentou de 11 em 2019 para 18 em 2020, mas os motoristas de automóveis caíram de 55 para 36 no mesmo período.

O maior número de incidentes para os quais foram chamados ocorreu na área de Swindon – 80, seguida por Salisbury (40) e Chippenham (39). As ligações em Wiltshire chegaram a 70%, enquanto os 30% restantes foram em condados vizinhos como Bristol, Gloucestershire e Somerset (incluindo Bath 35 vezes).

Em abril, a operadora adaptou suas operações de dois turnos de voo por dia (8h-15h) para um único turno de 12 horas (8h-20h). Isso permitiu que vários de seus paramédicos ajudassem no serviço de transferência do COVID-19.

Detalhamento por mês – 2020/2019

Janeiro – 103 (98 em 2019)
Fevereiro – 86 (88)
Março – 79 (113)
Abril – 68 (86)
Maio – 87 (108)
Junho – 121 (103)

Atendimentos por categoria – 2020/2019

Cardíaco – 35% (35% em 2019)
Outras condições médicas, incluindo colapsos e derrames – 17% (17%)
Acidentes de trânsito – 15% (19%)
Quedas – 14% (10%)
Esportes (incluindo passeios a cavalo) – 5% (5%)
Outros incidentes de trauma – 14% (14%)

Tempo-resposta

Segundo a operadora, em 11 minutos do chamado, a equipe está pousando no local do atendimento. A operadora possui um infográfico descrevendo as ações de cada etapa e em quanto tempo cada uma é realizada. Detalham inclusive o tempo de voo para cada região de destino, calculando o tempo máximo de voo, saindo da base.

Mulher grávida e com COVID-19 dá à luz durante transporte aeromédico de Lampedusa para Palermo

Itália – Na terça-feira (01), o serviço aeromédico de emergência da Sicília foi protagonista de uma história com final feliz. Uma mulher migrante diagnosticada com COVID-19 deu à luz durante seu transporte em um helicóptero “Pegaso” (AW139), do serviço 118 (Babcock MCS Italia – Inaer).

A mulher estava hospedada em um centro de acolhimento de migrantes na Ilha de Lampedusa, no sul de Itália, mar Mediterrâneo. Projetado para abrigar 192 pessoas,  devido ao aumento nas chegadas, o centro encontra-se superlotado, com 1.160 migrantes, dez vezes sua capacidade máxima. Os migrantes, cuja nacionalidade não são divulgadas, desembarcam em pequenos grupos e são levados para o centro.

A mulher estava no centro e além de testar positivo para COVID-19, estava na fase final de gestação. Por isso os profissionais de saúde decidiram organizar uma remoção aeromédica para o hospital Cervello de Palermo, centro de referência para tratamento do novo coronavírus.

Durante o voo, que dura em média uma hora, a mulher iniciou trabalho de parto e quando estavam próximo de Agrigento, sul da Sicília, a mulher, auxiliada pela equipe de saúde, deu à luz. A criança e a mãe seguem internados, submetidos aos tratamentos e exames exigidos pelo protocolo.

A Sicília registrou neste domingo (30), 34 novos casos de COVID-19, entre eles 4 migrantes, o que eleva o número de contágios a 1.114. O presidente da região da Sicília, Nello Musumeci, alertou no domingo que uma “crise humanitária e de saúde” se aproxima.

Boeing KC-767 da Força Aérea Italiana é utilizado para repatriar freira que estava na República Democrática do Congo

Itália – Na segunda-feira (31), um avião de transporte KC-767A da Força Aérea Italiana realizou evacuação aeromédica (MEDEVAC) de uma freira italiana que estava em missão humanitária na República Democrática do Congo, para Roma, capital italiana. O transporte foi solicitado pela Embaixada da Itália em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo.

A oportunidade de realizar o transporte de biocontenção da paciente com dificuldades respiratórias surgiu a partir da coordenação com as autoridades sanitárias do Hospital Spallanzani de Roma, onde a paciente foi internada.

A aeronave decolou do aeroporto Pratica di Mare pouco depois da meia-noite e pousou em Goma, na República Democrática do Congo, às 7h20, horário da Itália. Uma vez que a paciente foi embarcada, a aeronave retornou para a capital italiana. No aeroporto ela foi transferida em um ambulância da Força Aérea, especialmente equipada para transportar pacientes em biocontenção.

Toda a operação MEDEVAC foi conduzida por uma equipe de saúde da Força Aérea Italiana. Para os casos de transporte de pacientes com COVID-19, o Ministério da Defesa deixou à disposição equipamentos e pessoal treinado e capacitado para essas missões.

Bombeiros e SAMU realizam transporte aeromédico de paciente de Chapecó para Blumenau, SC

Santa Catarina – Na terça-feira (25), o Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU 192), realizou o transporte aeromédico de um paciente de 50 anos de idade, da cidade de Chapecó para Blumenau, SC. O homem apresenta problemas hepáticos crônicos em virtude de hepatite B.

A equipe do BOA decolou de Florianópolis com destino a Chapecó, onde o paciente foi embarcado e levado para o Aeroporto Internacional Ministro Victor Konder, em Navegantes, de onde seguiu em uma ambulância do SAMU 192 para o Hospital Santa Isabel, em Blumenau. Foram percorridos em torno de 896 quilômetros entre as cidades, em um total aproximado de 5 horas de voo.

Helicóptero Saúde 02 é acionado para atendimentos aeromédicos em Guaraniaçu e Laranjeiras do Sul, PR

Paraná – Na tarde de quinta-feira (20) e na manhã de sexta-feira (21), as equipes do helicóptero Saúde 02 do CONSAMU foram acionadas para realizar atendimentos aeromédicos. Na quinta, decolaram para Linha Peroba, zona rural do município de Guaraniaçu, para realizar o atendimento de um homem de 44 anos, vítima de esmagamento por queda de árvore.

A vítima foi avaliada pela equipe do serviço aeromédico no interior da ambulância do SAMU de Guaraniaçu, onde foi estabilizada e medicada. Devido ao quadro estável da vítima, a mesma foi encaminhada via terrestre até o Hospital Santo Antônio de Guaraniaçu.

Na sexta, a equipe realizou a remoção aeromédica de um homem de 79 anos de idade do Hospital São José do município de Laranjeiras do Sul para o Hospital São Vicente de Paulo, em Guarapuava.

O paciente apresentava quadro de rebaixamento do nível de consciência e diminuição da força muscular do lado direito do corpo, além de alterações cardíacas. Depois de ser submetido à intubação orotraqueal, sedação e ventilação mecânica, foi levado de helicóptero ao centro de referência, em Guarapuava.

Vítimas de acidente na BR-101 são resgatadas por equipes do SAMU e do helicóptero Falcão 05, em Alagoas

Alagoas – Uma carreta tombou e deixou duas pessoas feridas na manhã de quarta-feira (19), na BR-101, no município de Pilar, Região Metropolitana de Maceió. Equipe aeromédica integrada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e da Chefia Aérea Especial da Segurança Pública (CAESP), também foi acionada para o local do acidente. Segundo o SAMU, havia dois ocupantes no veículo.

O motorista, de 45 anos, perdeu o controle do veículo no momento em que passava por uma curva, o que fez com que a carreta tombasse deixando também o passageiro, de 21 anos, ferido. Segundo o médico do serviço aeromédico, Adriano Belo, o motorista teve dificuldades para sair da carreta e foi necessário quebrar o para-brisa do veículo para o paciente sair.

Uma das vítimas do acidente com carreta é levada pelo aeromédico do SAMU para o HGE, em Maceió — Foto: Ascom SAMU.

“Quando chegamos no local do acidente, avaliamos a vítima mais nova, que conseguiu sair sozinha do interior da cabine, e apresentava apenas escoriações leves. Para avaliar o condutor foi necessário que o tripulante operacional do Corpo de Bombeiros, que faz parte do serviço aeromédico, quebrasse o para-brisa para acessarmos o paciente. Ele apresentava perda de memória recente, desorientado e se queixava de dores de cabeça”, disse o médico.

Para retirar a vítima do interior da cabine, foi utilizado um K.E.D., equipamento específico para essas ocasiões. O jovem foi levado pela USB do SAMU de Atalaia para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, e o condutor transportado pelo helicóptero Falcão 05 do serviço aeromédico também para o HGE.

Uma das vítimas do acidente com carreta é levada pelo aeromédico do SAMU para o HGE, em Maceió — Foto: Ascom SAMU.

Estrutura especial de saúde é montada pela FAB para exercício operacional em Campo Grande, MS

Mato Grosso do Sul – O Exercício Operacional Tápio, realizado na Base Aérea de Campo Grande, teve início na segunda-feira (17/08) e tem como diferencial as medidas adotadas para combate e prevenção à COVID-19. A estrutura foi toda planejada para não sobrecarregar o sistema de saúde de Campo Grande (MS).

Esta edição conta com a execução de um Plano de Biossegurança, instalação de uma Unidade Celular de Saúde (UCS), aeronaves adaptadas para Evacuação Aeromédica, locais designados para eventual isolamento social e um Esquadrão de Saúde equipado para receber pacientes com agravamento do quadro clínico. Todas essas ações fazem parte do planejamento de saúde elaborado para o Exercício.

Força Aérea realiza o Exercício Operacional Tápio que visa medidas para combate e prevenção ao COVID-19 em Campo Grande, MS. Foto: Soldados Avalhaes e Azuaga/Ala 5

São cerca de 25 profissionais de saúde, entre médicos, farmacêuticos, dentistas e técnicos de enfermagem, que se somam aos cerca de 70 militares da área médica já alocados na Base Aérea. A estrutura da UCS conta com três módulos, leitos adaptados e 12 profissionais de saúde, para possibilitar o atendimento durante todo o Exercício.

O Plano de Biossegurança conta com testagem, monitoramento dos participantes, orientações frequentes sobre as medidas sanitárias, isolamento social, adaptações de estruturas para eventual recebimento de casos confirmados, pronta-resposta para eventual controle de disseminação do vírus e Evacuação Aeromédica em casos específicos.

H-60L Black Hawk, C-105 Amazonas e H-36 Caracal são algumas das aeronaves da FAB que podem ser adaptadas para realizar Evacuação Aeromédica. No Exercício Operacional Tápio, uma aeronave está de prontidão para eventual transporte de pacientes com coronavírus. No caso de pacientes acometidos por doenças com alto grau de contaminação, o transporte é feito em cápsula de isolamento (maca-bolha), com o objetivo de isolar o paciente do meio externo.

Força Aérea realiza o Exercício Operacional Tápio que visa medidas para combate e prevenção ao COVID-19 em Campo Grande, MS. Foto: Soldados Avalhaes e Azuaga/Ala 5

“Ter todo esse planejamento e incremento na estrutura nos dá autonomia para atender aos militares do treinamento, evitando deslocá-los para outras unidades médicas fora do Sistema de Saúde da Aeronáutica”, explica a Comandante do Esquadrão de Saúde da Ala 5, Tenente-Coronel Médica Hellen Patrícia Renda dos Santos.

Além de prestar pronto-atendimento aos integrantes do Exercício, a participação de profissionais de saúde em exercícios militares possibilita o treinamento para emprego em situações operacionais reais, tanto no Brasil quanto no exterior.

“Nós, profissionais de saúde militares, podemos atuar em Missões de Paz, nas quais o risco biológico é alto e o sistema de saúde é precário. Por exemplo, áreas de malária, febre amarela, cólera, Ebola e, atualmente, casos de COVID-19. Também podemos prestar assistência a refugiados vulneráveis com doenças endêmicas e levar apoio humanitário em geral, principalmente no atendimento ao Sistema de Cooperação das Forças Aéreas Americanas (SICOFAA)”, ressalta o Major Médico Pascale, responsável pela elaboração do Plano de Biossegurança do Exercício.

Criança ferida por bomba é resgatada pelo SAMU e levada de helicóptero para hospital em Belo Horizonte, MG

Minas Gerais – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) foi acionado para uma ocorrência de ferimento por bomba. Um menino de oito anos feriu-se com uma bomba, no município de Itaguara, no Região Metropolitana de Belo Horizonte. O acidente aconteceu na tarde de terça-feira (18).

Vizinhos contaram aos agentes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que a criança encontrou o artefato na rua e colocou na boca. Pouco tempo depois, a bomba estourou. Ainda segundo o SAMU, ele estava consciente, com ferimento grave na boca, lesão em três dedos de uma das mãos e queimadura de vias aéreas.

De acordo com o Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros, os pais relataram que a criança estava brincando quando ouviram um barulho. Quando encontraram com o garoto, viram o sangramento. A criança foi socorrida para a Santa Casa da cidade. Em seguida, foi levado pelo helicóptero Arcanjo 02 para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, onde permanece internado.

Criança ferida por bomba é resgatada pelo SAMU e levada de helicóptero para hospital em Belo Horizonte, MG
Criança ferida por bomba é resgatada pelo SAMU e levada de helicóptero para hospital em Belo Horizonte, MG.

Estado da Bahia lidera número de transplantes de rim no nordeste e é o sétimo no Brasil

Bahia – Com 119 transplantes de rim realizados de janeiro a junho deste ano, a Bahia lidera o número de procedimentos no Nordeste e é o sétimo no Brasil. Setembro é mês de incentivo à doação de órgãos e este esforço de captação e transplantes será intensificado no Estado.

O sistema conta, sempre que necessário, com o apoio logístico de aeronaves, tanto da Casa Militar e do Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia (GRAER), quanto da Força Aérea Brasileira (FAB).

“Mesmo durante a pandemia de coronavírus (Covid-19), a Bahia não parou de realizar transplantes, pois montamos uma estrutura para captar com celeridade e realizar todos os testes necessários dentro do período máximo de cada órgão”, afirmou o Secretario de Saúde, Fábio Vilas-Boas, ao pontuar que neste período foram realizados, no total, 282 transplantes de fígado, rim, córneas, medula e pele.

Em 2015, a Bahia figurava entre os últimos estados do Brasil em número de doações e transplantes, além de altas taxas de negativa familiar. A coordenadora do Sistema Estadual de Transplantes, Rita Pedrosa, diz que “progressivamente estamos reduzindo a taxa de negativa familiar, que já alcançou 76% e hoje está na casa de 50%. Dentre os motivos, as famílias alegam desconhecimento sobre processo de doação ou questões religiosas”.

Os resultados do Programa de Transplantes da Bahia é fruto da ampliação do número de equipes transplantadoras, ampliação do programa de educação permanente e a modificação dos critérios de aceitação de órgãos, incluindo os limítrofes.

Processo de doação

O processo se inicia com a identificação de um potencial doador que se encontra nas unidades hospitalares, geralmente em emergências ou unidades de Terapia Intensiva. Após criteriosa etapa de exames e avaliações, preconizados pelo Conselho Federal de Medicina através das Resoluções Nº 1480/97 e 2.173/17, é efetuado o diagnóstico de morte encefálica.

Confirmado o óbito, os familiares são informados e uma equipe especializada e treinada presta apoio emocional à família e oferece a possibilidade de doação de órgãos e tecidos. Com o consentimento familiar, procede-se a retirada dos órgãos e tecidos doados. A retirada de órgãos e tecidos doados é realizada por equipes treinadas e habilitadas pelo Sistema Nacional de Transplantes / Ministério da Saúde.

O mês de setembro é chamado de “Setembro Verde” em função do dia 27, dedicado aos santos gêmeos, Cosme e Damião, que são considerados patronos dos transplantes e apontados como responsáveis pelo primeiro transplante realizado no mundo – o transplante de uma perna, retratado por um pintor espanhol do século XVI, em tela que se encontra exposta no Museu do Prado, na Espanha.

CIOPAER do Ceará já voou mais de 880 horas em 667 missões de janeiro a julho de 2020

Ceará – Nas últimas semanas, as aeronaves da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) têm se destacado em variados acionamentos em todo o território cearense, desde atendimentos aeromédicos, ações policiais, resgates, buscas, salvamentos, defesa civil e monitoramento de meio ambiente.

Na manhã de quarta-feira (19) equipes do helicóptero Fênix 09 da CIOPAER e do Corpo de Bombeiros Militar realizaram o resgate de seis pessoas que estavam em caiaques que viraram em alto mar na Praia de Iracema, em Fortaleza. Quatro pessoas foram içadas pelo helicóptero através da técnica Mcguire e levadas até a faixa de areia. As outras duas foram levadas por guarda-vidas.

Outra missão recente aconteceu na sexta-feira (14), quando realizaram a remoção aeromédica de uma paciente de 79 anos, vítima de infarto agudo do miocárdio, do município de Limoeiro do Norte para Fortaleza, CE.

Durante esses sete meses, a Unidade Aérea Pública já realizou 667 missões de janeiro a julho de 2020. No total, foram 882 horas voadas. Os principais atendimentos englobaram patrulhamentos aéreos, com 125 deslocamentos e 137 horas em voo; e as remoções aeromédicas, com 104 acionamentos, totalizando 163 horas.

A Coordenadoria possui bases instaladas em quatro macrorregiões do Estado: Fortaleza, Juazeiro do Norte, Quixadá e Sobral. Com isso, o tempo de resposta a partir de cada acionamento se torna bem menor.

No dia 21 de julho, a CIOPAER passou a contar com mais um reforço, um helicóptero que foi apreendido após uma investigação conduzida pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por meio da Delegacia de Repressão Às Ações Criminosas Organizadas (Draco), denominado Fênix 11.

Além dele, a CIOPAER possui ainda outras nove aeronaves, sendo oito helicópteros (dois AS350B2 esquilo, três Airbus EC135 e três EC145) e um avião modelo Cessna 210.

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