Isabeli Vieira Lourenço, de 30 anos, fez seu transplante cardíaco em 2018 e decidiu escrever um livro para contar a história dos seus corações. Assim, nasceu o livro “A menina do coração”. (Para apoiar o projeto, CLIQUE AQUI)
No dia 14 de março de 2018, o avião do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros decolou de Florianópolis levando o médico cirurgião para o aeroporto de Blumenau. Ao mesmo tempo, Isabeli que estava em Jaraguá do Sul, foi levada de helicóptero para Hospital Santa Isabel. Logo após, o Arcanjo retornou ao aeroporto de Blumenau para buscar o cirurgião e levá-lo ao Hospital Santa Isabel, onde foi realizado o transplante do coração.
Para Isabeli, “a ideia e vontade de escrever surgiram junto com a falta de ar, a limitação devido ao agravamento da doença e a necessidade de se sentir viva, mesmo estando lado a lado com a morte.” Quando ela soube que entraria na fila de transplante, decidiu registrar sua história.
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Equipe do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros que participou do transporte do medico e de Isabeli para realização do transplante.
Equipe do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros que participou do transporte do medico e de Isabeli para realização do transplante.
Equipe do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros que participou do transporte do medico e de Isabeli para realização do transplante.
No Brasil, atualmente, existem 40 mil pessoas à espera de um órgão ou tecido. Causas da recusa à doação de órgãos ou tecidos são várias, entre elas está a má informação sobre o diagnóstico de morte encefálica, aspectos religiosos, culturais e discordância entre familiares. Para Isabeli, “o principal motivo da não doação é a falta de informação”.
Para a autora também existe o medo, por parte do paciente, de entrar na fila de espera. Medo de receber um órgão. No livro ela conta como vale a pena ter a coragem e a força para transplantar e poder viver novamente e muito melhor.
Com o livro, Isabeli pretende ajudar pessoas que enfrentam alguma doença grave a descobrirem como todo o processo de cura pode ser mais leve e pessoas saudáveis a dar mais valor a vida.
Quer saber mais como ajudar esse projeto? CLIQUE AQUI.
Itália – O transporte de material biomédico com drones foi o objetivo do teste concluído com sucesso na Itália, projetado e realizado pela Leonardo, Telespazio (joint venture entre Leonardo 67% e Thales 33%) e o Hospital Infantil Bambino Gesù, em colaboração com a ENAC (Autoridade Nacional de Aviação Civil).
O projeto utiliza a plataforma D-FLIGHT para a gestão do tráfego aéreo de drones, de responsabilidade da ENAV, agência que presta serviços de tráfego aéreo na Itália. O D-FLIGHT foi criado em 2018 pela ENAV, em conjunto com a Leonardo e a Telespazio.
Esta é uma das primeiras demonstrações no país de entrega de amostras biológicas e produtos biomédicos com o auxílio de drones de descolagem vertical equipados com propulsão eléctrica e portanto com baixíssimo impacto ecológico e acústico.
Os ensaios correram entre os dias 19 e 22 de outubro. O drone transportou material biomédico voando perto de Roma, entre dois locais do Hospital Infantil Bambino Gesù distantes mais de 32 km: do centro de coleta de S. Marinella ao centro de análise Palidoro e vice-versa, em modo de controle automático, além da linha de visão do operador (BVLOS – Beyond Visual Line of Sight).
O teste envolveu a utilização da plataforma digital T-DROMES da Telespazio, baseada em nuvem, que permite a prestação de serviços ponta a ponta: do planejamento à execução da missão de um drone, até o processamento dos dados coletados pelos sensores a bordo. Além disso o drone é capaz de gerenciar um sistema de conectividade híbrido (satélite e terrestre 4G / LTE, e 5G no futuro), através de dispositivos COM-BOX.
A liberação da autorização realizada pela ENAC permitiu a realização do teste com acompanhamento e avaliação do resultado. Como parte do experimento, os operadores do drone testaram os serviços de geoconsciência e desconfiguração estratégica do U-Space fornecidos pela plataforma D-FLIGHT.
Graças aos serviços que serão progressivamente disponibilizados pela D-FLIGHT, será possível que a aviação tradicional e milhares de drones coexistam no espaço aéreo italiano, visto que os drones serão encarregados das mais diversas tarefas no futuro. O D-FLIGHT é confirmado como um dos primeiros U-Spaces operacionais na Europa.
Com término em dezembro de 2020, os testes que possuem várias fases, serão utilizados vários tipos de aeronaves pilotadas remotamente. O objetivo a longo prazo é poder estender o serviço em um ambiente urbano densamente povoado, conectando a sede do Palidoro às outras unidades do Bambino Gesù em Roma.
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Drones a serviço da saúde na Itália: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes
Drones a serviço da saúde na Itália: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes
Drones a serviço da saúde: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes na Itália. Foto: Divulgação
Drones a serviço da saúde: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes na Itália. Foto: Divulgação
Equipe - Drones a serviço da saúde na Itália: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes
Drones a serviço da saúde: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes na Itália. Foto: Divulgação
Drones a serviço da saúde na Itália: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes
Alemanha – “O resgate aéreo com multicópteros tripulados (eVTOL) é possível, sensato e melhora o atendimento médico emergencial da população“. Este é o resultado do primeiro estudo de viabilidade do mundo sobre o uso de multicópteros tripulados no serviço de resgate, publicado em outubro de 2020.
O estudo de aproximadamente 130 páginas foi iniciado no final de 2018 pelo ADAC Air Rescue, financiado pela Fundação ADAC. O foco do projeto de pesquisa em cooperação com a empresa Volocopter tinha como questão: O sistema de serviço de resgate pode ser melhorado e preparado para o futuro com o uso de multicópteros como um atendimento médico de emergência rápido?
Multicópteros são novas aeronaves de decolagem vertical com múltiplos rotores elétricos, também denominados de eVTOL (electric – Vertical Take-Off and Landing). Até agora, as aeronaves foram desenvolvidas principalmente como táxis voadores no setor civil. Para o estudo, o multicóptero não se destina expressamente a substituir o helicóptero de resgate, mas atua como complemento na operação.
Depois de quase um ano e meio de pesquisas, foi comprovada vantagem tática dos multicópteros no serviço de resgate. Segundo o estudo, melhorias significativas ocorrem no atendimento de emergência em um raio operacional de 25 a 30 quilômetros.
Nesse caso, a velocidade de voo ideal do multicóptero deve ser de 100 a 150 km/h e o alcance mínimo em torno de 150 quilômetros. Essas condições ideais seriam tecnicamente possíveis em cerca de quatro anos.
Com os multicópteros apropriados, os médicos de emergência podem não apenas estar no local mais rápido, mas também alcançar um número significativamente maior de pacientes em uma área de atendimento mais ampla. O trabalho do médico torna-se mais eficaz e o multicóptero passa a ser um meio adequado no combate à escassez de profissionais de saúde especializados em emergência em muitos locais. Este foi o achado mais importante para os autores do estudo.
No contexto, o tempo de chegada do médico de emergência se deteriorou em quase 40% em média nacional nos últimos 20 anos. Um efeito colateral positivo: o helicóptero de resgate também pode ser usado de forma ainda mais eficaz, porque em cerca de 60% dos casos ele funciona puramente como um serviço médico de emergência e pode ser utilizado como meio de transporte para hospitais mais distantes.
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ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
Resultados das simulações computacionais do INM Munique promissor
Para o estudo, o Instituto de Medicina de Emergência e Gestão Médica da Ludwig Maximilians University em Munique (INM) realizou mais de 26.000 operações de emergências simuladas no computador, com diferentes cenários.
O eVTOL utilizado nos testes simulados foi o VoloCity da Volocopter. Este multicóptero deverá estar pronto para o mercado em um estágio inicial e com 18 rotores instalados, é particularmente seguro contra falhas. Segundo o estudo, sua vantagem é maior no campo do que na cidade. Comparado a um helicóptero de resgate, o multicóptero é mais silencioso e tem emissões mais baixas.
Projeto de pesquisa com a empresa Volocopter entrará em operação de teste em 2023
A operação de teste está planejada para 2023 e deve ocorrer nos Estados da Baviera e de Renânia-Palatinado. Além dos requisitos médicos e técnicos para uma operação de teste, a eficiência econômica também foi examinada. Os fabricantes do estudo acreditam que uma operação econômica é possível. Os custos para isso são bastante baixos em comparação com os requisitos de investimento geralmente elevados no sistema de saúde.
O estudo também examinou a viabilidade jurídica. Não observaram obstáculos intransponíveis sob a lei da aviação ou serviços de resgate. O estudo mostra os ajustes necessários. Para poder melhorar o serviço de resgate de uma forma relevante para o sistema, as questões legais devem ser esclarecidas em um estágio inicial, conforme apontaram os gerentes do projeto aos políticos e autoridades da aviação.
Do ponto de vista social, as novas tecnologias podem ajudar a expandir ainda mais a Alemanha como um local para inovação, dizem os especialistas. A utilização de multicópteros no serviço de resgate pode servir de incubadora para outros possíveis usos dessa tecnologia.
Na Alemanha, com base nos resultados da pesquisa e no status dos desenvolvimentos técnicos, uma rede nacional de até 250 bases de multicópteros (eVTOL) pode ser criada até o ano 2050, de acordo com a previsão otimista do gerente do projeto.
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ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: [email protected]
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
Mato Grosso – Nos meses de setembro e outubro o Governo do Mato Grosso, conforme publicações no Diário Oficial, renovou dois contratos que mantém com a empresa Abelha Taxi Aéreo e Manutenção Ltda. Um deles refere-se a serviços de transporte de pacientes críticos em UTI Aérea e outro para serviços de fretamento de aeronave tipo jato.
Além desses contratos, em função da pandemia provocada pelo novo coronavírus, o Governo realizou contratação emergencial por dispensa de licitação para transporte aeromédico de pacientes com COVID-19. A empresa vencedora foi a Abelha Taxi Aéreo.
Assim, o Governo manterá nesse período dois contratos de transporte de pacientes críticos em UTI Aérea com a mesma empresa; o emergencial pelo valor de R$ 16.887.000,00 e o que já possui pelo valor de R$ R$ 18.467.623,63.
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Segundo o Governo, com a pandemia foi necessário realizar a nova licitação para atender a demanda de transporte de pacientes com COVID-19. Embora exista o contrato atual e um convênio com o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), que possui avião configurado como UTI Aérea, em razão da pandemia, essa estrutura não consegue atender a demanda da Secretaria de Saúde.
Além desses contratos de transporte de pacientes críticos, o Governo também renovou com a mesma empresa o serviço de fretamento de aeronave tipo jato. O 3º Aditivo foi assinado em outubro e o contrato foi prorrogado por mais 12 meses. Em Abril de 2020 o Governo havia realizado um 2º Termo Aditivo aumentado em 25% o valor do contrato, passando de R$ 780.000,00 para R$ 975.000,00.
A empresa Abelha Taxi Aéreo vem realizando diversos transportes de pacientes com COVID-19, buscando inclusive novas tecnologias para atender a demanda com segurança. É o caso do uso da “bolha de respiração individual”.
Esse é o único modelo de “capacete” fabricado no Brasil aprovado pela ANVISA e que a empresa passou a utilizar em seus serviços de transporte aeromédico. Outro equipamento utilizado pelos operadores aeromédicos é a capsula de isolamento de paciente, porém ela exige maior espaço de cabine nas aeronaves. (Saiba mais)
Abelha Táxi-Aéreo e Aeromédico passa a usar bolha de respiração individual no transporte de pacientes com COVID-19.
Minas Gerais – A paixão em ter os pés fora do chão. Isso é o que move a profissão comemorada na sexta-feira (23), Dia do Aviador. Um dos braços da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a equipe que integra a Coordenação Aerotática (CAT) é responsável pelo apoio aéreo de operações policiais, combate a incêndios florestais, transporte de órgãos para transplantes, além de atuar em resgates de pessoas que precisam de cuidados médicos.
Entre os aviadores da CAT, destaca-se a primeira mulher copilota a exercer a função na Polícia Civil. Janaína Leite Moreira entrou na PCMG há 13 anos, tornou-se aviadora em 2011 e, desde 2013, atua em missões aéreas. “Cada vez mais, as mulheres estão independentes, conquistando mais espaço e alçando voos mais altos”, orgulha-se.
No dia do aviador, Polícia Civil de Minas Gerais comemora com a primeira pilota da Unidade Aérea. Foto: Divulgação
O chefe de operações da CAT, piloto Marcos Vagner da Silva, aponta que é preciso gostar muito da função para atuar na área, caso em que ele se enquadra já que, desde criança, sonhava em pilotar. “Eu tinha 6 anos quando fiz o meu primeiro voo, em um avião de instrução com um piloto, amigo da minha família. Naquela época, eu comecei a sonhar com a profissão. Ganhei um aviãozinho de metal que guardo até hoje”, lembra.
Janaína concorda quando o assunto é realização profissional: “É uma satisfação trabalhar naquilo que sonhei, que eu gosto”, destaca.
Missões
Com tantas missões aéreas já realizadas pela PCMG, o coordenador da CAT, delegado Felipe Forjaz, reforça que a profissão de aviador contribui na atuação da Polícia Civil e em importantes demandas institucionais. Uma das ações recentes, lembrada pelo delegado, foi o apoio oferecido, neste mês, no combate ao incêndio no Parque Estadual do Itacolomi, em Ouro Preto, região Central do estado. “A PCMG compõe a força-tarefa prévia incêndio, que é uma força composta por nós e instituições como Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e IEF, entre outras”, descreve.
Força Aérea Brasileira coordena cerca de 300 voos por dia nas buscas às vitimas em Brumadinho, MG
Marcos Vagner recorda que um dos trabalhos que marcou sua trajetória de 17 anos como piloto na PCMG foi o apoio em Brumadinho, no rompimento da Barragem da Mina do Córrego do Feijão. “Trabalhamos em cerca de 30 missões no apoio aéreo, totalizando mais de 90 horas de voo”.
Janaína recorda a missão de estreia: “A minha primeira operação foi cumprimento de busca e apreensão. Tinha a situação de que a gente já estava sabendo que os procurados poderiam tentar fugir e era a primeira operação real da minha carreira. O comandante me deu todo o apoio, os tripulantes também. É um momento que fica marcado”.
Data
A data 23/10 foi instituída como Dia do Aviador pela Lei nº 218, de 4 de julho de 1936, mesmo dia em que, no ano de 1906, Santos Dumont fez o 14-bis voar pela primeira vez em Paris, na França.
Equipe do SAMU e da Policia Civil de Minas Gerais resgatam vítima de acidente de trânsito na BR-381.
Brasil – A qualquer hora do dia ou da noite uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) pode ser acionada para transportar um órgão que vai salvar uma vida. Na sexta-feira (23), quando foi celebrado o Dia da Força Aérea Brasileira, a corporação também comemorou a marca de 170 órgãos transportados este ano.
A FAB mantém uma aeronave permanentemente disponível para o trabalho de levar os órgãos ou tecidos até local onde está o receptor. Em muitos casos, o transporte é fundamental para que o processo de transplante aconteça. O acionamento de uma aeronave ocorre de acordo com a demanda repassada pelo Ministério da Saúde, que coordena o Sistema Nacional de Transplantes.
A partir de então, é ativada uma cadeia de eventos. É preciso checar as condições de pouso no aeroporto de destino, acionar a tripulação e avisar ao controle de tráfego aéreo que se trata de um transporte de órgãos, o que dá ao avião prioridade para procedimentos de pouso e decolagem.
De acordo com a FAB, há tripulações de sobreaviso nos Esquadrões de Transporte, em tempo integral, em todo o Brasil. Assim que o Sistema Nacional de Transplantes recebe as informações iniciais para a captação de um determinado órgão, a FAB é acionada e aloca os meios mais próximos para cumprir a missão de transporte.
Só neste ano de 2020, de janeiro a setembro, a FAB já transportou 170 órgãos. Em 2019, foram 167 órgãos transportados. Nos últimos quatro anos de trabalho, a FAB já ajudou a salvar 933 vidas.
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Neste ano Força Aérea Brasileira, já transportou 170 órgãos para transplantes. Foto: Divulgação
Neste ano Força Aérea Brasileira, já transportou 170 órgãos para transplantes. Foto: Divulgação
Neste ano Força Aérea Brasileira, já transportou 170 órgãos para transplantes. Foto: Divulgação
Roraima – Pela segunda vez neste ano, os Ministérios da Defesa e da Saúde prestam apoio aos moradores das Terras Indígenas de Roraima no combate ao novo coronavírus. Na segunda-feira (19), profissionais de saúde das Forças Armadas retornam para o extremo norte do País, para atuar em aldeias localizadas no entorno dos Polos Bases de Auaris, Surucucu e Boa Vista, na parte oeste do Estado, onde vivem cerca de 11 mil indígenas.
Denominada Missão Roraima II, a operação interministerial também leva para a região 4 toneladas de materiais, entre equipamentos de proteção individual (EPI), medicamentos e testes para a Covid-19.
Seguem para a região 15 médicos, sendo 10 clínicos gerais, dois ginecologistas, um pediatra, um infectologista, três enfermeiros, seis técnicos de enfermagem, dois veterinários e um auxiliar de veterinário, oriundos de Organizações Militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, do Distrito Federal e de diversos estados do Brasil.
Com vasta experiência em saúde operacional e em missões na região Amazônica, a Capitão Fabiola Cristine Marques, médica ginecologista da Aeronáutica e chefe da Aeromédica em São José dos Campos, São Paulo, é uma das integrantes da missão.
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Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Ela destaca a importância da assistência humanitária em saúde, desenvolvida desde os primórdios das linhas do Correio Aéreo Nacional (CAN), na década de 40, por meio de Ações Cívico-Sociais (ACISOs), na Região Amazônica. Agora, em virtude da Covid-19, essas ações são ainda mais necessárias para a garantia da saúde da população de origem indígena nessa região.
Os indígenas da região a ser atendida são da etnia Yanomami. Considerada uma população de recente contato, vivem na floresta amazônica, em locais de difícil acesso. Graças à grande capilaridade e ao alto poder logístico das Forças Armadas, aliados ao trabalho da Secretaria Especial de Saúde Indígena, do Ministério da Saúde, é possível proporcionar esse reforço à saúde dessa população.
A previsão é de que sejam atendidos cerca de 3 mil indígenas das aldeias Arauthaú, Parafuri, Kaianaú, Alto Mucajaí e Baixo Mucajaí, além das comunidades que vivem no entorno dos PEF de Auaris e de Surucucu.
Conforme ocorreu na missão anterior, realizada no início deste mês, no Maranhão, também seguem para Roraima dois médicos veterinários militares, que irão realizar ações de vigilância epidemiológica e controle de zoonoses, doenças transmitidas pelos animais aos homens. Serão realizadas pesquisas de vetores de zoonoses, a profilaxia nos animais e a análise dos fatores ambientais que contribuem para a ocorrência dessas doenças.
Segurança
Para realizar o atendimento aos indígenas de forma segura neste momento de pandemia, é seguido rigoroso protocolo de testagem e isolamento de todos os militares que participam da missão. Além da realização de teste rápido imunológico (IgM/IgG) para CoViD-19 e exame clínico, com verificação e anotação de temperatura, oximetria, dados vitais e ausência de sinais/sintomas de síndrome gripal, toda equipe é submetida a controle sanitário antes do embarque.
Força Aérea realiza missão Roraima II para combate ao COVID 19 em terras indígenas dos polos bases, Auaris, Surucucu e Boa Vista. Foto: Antônio Oliveira
Acre – O Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) da Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), foi mais uma vez acionado para auxiliar em uma operação de resgate de paciente. Na última segunda-feira (19), utilizando o Harpia 02, avião modelo Sêneca, a equipe do CIOPAER transladou, de Assis Brasil para Rio Branco, uma vítima de disparo de arma de fogo.
Segundo informações da PM, a vítima, que é um militar, estava com a arma na cintura lavando um carro à frente da residência onde mora e, ao se abaixar, houve um disparo acidental. O coordenador do CIOPAER, Nicke Trindade, explicou que a solicitação partiu do Comando-Geral da Polícia Militar, porque o paciente era um policial lotado no Batalhão da fronteira.
Depois de receber o pedido de resgate, o CIOPAER designou a tripulação para a tarefa, que foi realizada em menos de duas horas. De carro, o transporte da vítima até a capital iria demorar mais de oito horas. Com apoio do SAMU, o paciente, já estabilizado, deu entrada no pronto-socorro da capital, onde foi atendido e permanece internado.
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CIOPAER e SAMU transportam militar ferido acidentalmente por disparo de arma de fogo para Rio Branco, AC. Foto: Divulgação.
CIOPAER e SAMU transportam militar ferido acidentalmente por disparo de arma de fogo para Rio Branco, AC. Foto: Divulgação.
CIOPAER e SAMU transportam militar ferido acidentalmente por disparo de arma de fogo para Rio Branco, AC. Foto: Divulgação.
CIOPAER e SAMU transportam militar ferido acidentalmente por disparo de arma de fogo para Rio Branco, AC. Foto: Divulgação.
Brasil – Pelos ares, no comando de aeronaves, militares da Força Aérea Brasileira (FAB) cruzam o céu do país em missões especiais. Em comemoração ao Dia do Aviador, celebrado nesta sexta-feira (23).
A data é lembrada na corporação em homenagem ao primeiro voo do 14-Bis, realizado em 1906 pelo brasileiro Alberto Santos-Dumont, no Campo de Bagatelle, na França.
Na FAB, os militares atuam no transporte de órgãos para transplante, assim como lançamento de água para combater incêndios que atingem o Pantanal. Só nos primeiros 14 dias de outubro, 2.536 focos de queimadas destruíram parte do bioma.
Em outra missão, aeronaves decolam para levar insumos à população no combate à Covid-19. As ações também envolvem descontaminação de espaços públicos, doações de sangue, transporte de medicamentos e equipamentos de saúde. Confira relatos:
Transporte de órgãos para salvar vidas
Baseado em Brasília, o tenente-coronel Christiano Pereira Haag, de 42 anos, traz no currículo seis mil horas de voo. Ele é o comandante do Esquadrão de Transporte Aéreo da capital, responsável por levar órgãos de doadores a pacientes que há anos aguardam pela possibilidade de uma vida nova.
Tenente-Coronel Aviador Christiano Pereira Haag, da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB
“Transportar um órgão para transplante é uma das missões mais nobres da FAB […] levar esperança de vida para uma pessoa, certamente nos remete à sensação de dever cumprido”, disse.
De janeiro a setembro desse ano, a Força Aérea foi acionada para 151 missões do tipo. Ao todo, 170 órgãos foram transportados, entre fígado (91), coração (40) e rins (33). Nos últimos quatro anos, 993 vidas foram salvas com as doações.
De dentro da aeronave, o coronel Haag é responsável por operar o avião U-100 Phenom. O amor à profissão, na definição do militar, “resume bem como é viver em prontidão”. Em todo país, o transporte de órgãos ocorre 24 horas por dia, sem interrupção.
“Não há motivo maior de orgulho em saber que as suas ações refletirão em esperança e vida para um brasileiro que necessita.”
Pilota de aeronaves
Em função semelhante ao do coronel, a capitão aviadora Bruna Nascentes Teles, de 32 anos, também comanda aeronaves da FAB. A militar ingressou na corporação em 2008, e compartilha do sentimento de prontidão que a profissão exige.
“A partir do momento que somos acionados para alguma missão, sabemos que a vida de alguém depende da nossa agilidade, e por isso é muito gratificante e também uma enorme responsabilidade cumprir a missão, independente do dia ou do horário”, conta.
Capitão aviadora Bruna Nascentes Teles, de 32 anos, da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB
Ao ser perguntada sobre o sentimento ao sair de casa todos os dias para o trabalho, a capitão fala em “gratidão”.
“É muito gratificante saber que estou contribuindo para salvar uma vida. Sempre que possível tento entrar em contato com alguém da equipe médica para saber se o transplante deu certo.”
Combate a incêndios no Pantanal
Em outra missão, como piloto do C-130 Hércules, o capitão Ítalo Holanda De Oliveira, baseado no Rio de Janeiro, comanda o esquadrão que atua no combate a focos de incêndio no Pantanal. As queimadas na região duram mais de dois meses. De acordo com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) Prevfogo, a área destruída representa 26% do bioma.
Na aeronave da FAB, um sistema lança água sob pressão nos locais atingidos pelo fogo. A capacidade de lançamento é de até 12 mil litros de água a cada abastecimento.
Linga de fogo no Pantanal de MS. Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Marcadas na memória, o capitão Ítalo traz as lembranças de uma ação recente de combate ao fogo no Pantanal. Além de ajudar no preservação da fauna e da flora, ele lembra de ajudar brigadistas a escaparem do incêndio.
“Um grupo de brigadistas, que estava atuando em solo, ficou cercado pelo fogo enquanto realizava o trabalho no local. Nós fomos acionados para auxiliá-los”, lembra Ítalo.
O avião em que estava, o C-130, executou o lançamento de água, o que possibilitou que o helicóptero de resgate se aproximasse dos brigadistas, que conseguiram sair ilesos da mata. “Foi muito satisfatório”, diz.
Capitão Italo Holanda De Oliveira, integrante do Esquadrão Gordo, da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB
“De alguma forma, nós estamos ajudando a garantir um bem comum, que é a preservação do meio ambiente, das nossas riquezas naturais e que futuras gerações tenham a oportunidade de usufruir da nossa biodiversidade.”
Transporte de EPIs durante a pandemia
A Operação Covid-19, coordenada pelo Ministério da Defesa, mobiliza militares por todo o Brasil. Homens e mulheres das Forças Armadas atuam no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, em apoio à população.
As ações envolvem descontaminação de espaços públicos, doações de sangue, transporte de medicamentos e equipamentos de saúde. Na execução dessas atividades, a tenente aviadora Mariana de Bustamante Fontes, de 24 anos, serve no Esquadrão Harpia e opera o helicóptero H-60L Black Hawk.
“Tenho orgulho de levar apoio para onde muitas vezes ninguém mais chega. Dedico minha vida a cumprir as mais nobres missões nas comunidades mais remotas do território brasileiro”, diz.
Tenente Mariana de Bustamante Fontes, de 24 anos, opera helicóptero da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB
Nesses locais, principalmente da Amazônia, o trabalho da militar é essencial, em apoio a populações isoladas. As aldeias atendidas por aeronaves da corporação são consideradas de difícil acesso por terra, e somente embarcações e helicópteros conseguem chegar.
“No caso das comunidades indígenas, as nossas tripulações têm um cuidado mais acentuado. Portanto, a interação é apenas com os chefes dessas comunidades”, explica a tenente.
“Sempre fomos muito bem recebidos e temos a certeza de que os equipamentos transportados para locais inóspitos demonstram o comprometimento de todos os aviadores em integrar cada vez mais o nosso país.”
Durante a pandemia, além de levar ajuda, os militares também precisam reforçar os cuidados com a própria saúde e, assim, evitar a disseminação do vírus entre colegas e os atendidos. Segundo a FAB, nas missões que envolvem proximidade com comunidades indígenas, os tripulantes são testados antes de cada decolagem, além de cumprirem as medidas sanitárias e uso de Equipamento de Proteção Individual (EPIs) durante os transportes.
Avião da FAB transporta 13 mil testes rápidos para diagnosticar Covid-19. Foto: FAB/Divulgação
Santa Catarina – Na terça-feira (20), equipes do Águia 4 do Batalhão de Avião da PM (5ª BAv/BAPM) e do SAMU 192 realizaram a remoção aeromédica de um paciente de 35 anos com suspeita de traumatismo cranioencefálico e fratura em membro inferior, do município de Urubici para hospital em Lages.
A equipe de saúde do SAMU acompanhou todo transporte e colocou a disposição do paciente toda estrutura médica possível. O deslocamento convencional por solo levaria aproximadamente 1h40min. Com o emprego do Águia 4 o descolamento foi realizando em 25 minutos.
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Equipes do Águia 4 e SAMU resgatam homem com múltiplas fraturas e transportam para hospital em Lages, SC. Foto: Divulgação
Equipes do Águia 4 e SAMU resgatam homem com múltiplas fraturas e transportam para hospital em Lages, SC. Foto: Divulgação
Equipes do Águia 4 e SAMU resgatam homem com múltiplas fraturas e transportam para hospital em Lages, SC. Foto: Divulgação
A abertura do edital de licitação para a contratação da empresa responsável pela operação do SARAUL está prevista para acontecer em 30 de outubro. O Edital precisou ser retificado e com isso a data de abertura foi alterada para 20 de novembro. A previsão é que o funcionamento do serviço tenha início em dezembro deste ano.
A empresa contratada deverá disponibilizar profissionais de saúde especializados na área de serviços de suporte avançado aeromédico, incluindo o fornecimento de medicamentos e materiais médicos. O serviço será realizado em conjunto com a equipe do SAER da Polícia Civil no período das 7:00h às 19:00h (do nascer ao pôr do sol).
Conforme o Acordo de Cooperação Técnica nº 2020TN001230 o Serviço Aeropolicial (SAER) é responsável pelo atendimento de voo, aeronave, tripulantes, pilotos, operadores de pista e apoio aéreo necessário para o atendimento pré-hospitalar e remoções aeromédicas de pessoas no âmbito dos municípios que integram a Mesorregião Sul Catarinense (AMREC/ AMESC/AMUREL).
Minas Gerais – No último domingo (11), o Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) comemorou dois anos de atividade no Norte de Minas. O serviço iniciou em outubro de 2018 através de parceria entre a Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), CISRUN/SAMU Macro Norte, Fundo Estadual de Saúde (FES) e Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.
Custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o SAAV faz parte do Programa SAMU 192 do Ministério da Saúde e consiste em um convênio no qual o Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do CBMMG disponibiliza piloto e copiloto; o SAMU realiza o trabalho de regulação médica e triagem identificando se há a necessidade do atendimento aéreo e disponibiliza a equipe médica que tripula a aeronave; e a SES fornece e custeia, em sua integralidade, a aeronave.
O SAMU Macro Norte atende 86 municípios em uma região de cerca de 122 mil quilômetros quadrados. Durante estes dois anos de funcionamento cerca de 500 atendimentos foram realizados, entre transferências inter-hospitalares, resgates em áreas remotas e socorro de vítimas graves de acidentes nas diversas rodovias estaduais e federais que cortam a região.
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Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) comemora 2 anos de atividade no norte de Minas Gerais. Foto: Divulgação
Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) comemora 2 anos de atividade no norte de Minas Gerais. Foto: Divulgação
Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) comemora 2 anos de atividade no norte de Minas Gerais. Foto: Divulgação
Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) comemora 2 anos de atividade no norte de Minas Gerais. Foto: Divulgação
Santa Catarina – Na manhã de domingo (17), o Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou o resgate de um homem de 27 anos, após ser arrastado pela correnteza na praia da Guarda do Embaú, município de Palhoça.
A equipe do helicóptero Arcanjo 01 ao chegar no local, localizou a vítima em alto mar e com apoio de surfistas realizou o resgate utilizando a técnica de Sling. O banhista e o resgatista foram içados por meio de um cabo até local seguro.
Após retirados do mar e levados até a praia, a equipe médica examinou a vítima que estava estável. O homem foi liberado no local e orientado quanto ao perigo dos costões.
China – Organizado pela Aviação Civil da China, o Aeroporto Internacional de Pudong (Xangai) realizou exercícios de emergência nesta sexta-feira (16). Sem interferir na operação de pousos e decolagens e serviços de passageiros, o aeroporto testou sua capacidade de resposta em meio à nova pandemia de coronavírus.
O exercício abrangente ocorreu no pátio nº 6 do aeroporto. O regulador da Administração de Aviação Civil da China enviou uma equipe de supervisão para orientar o exercício. Ao todo foram 12 situações de emergência simuladas, incluindo uma ameaça de bomba, um avião saindo da pista durante o pouso e um incêndio a bordo de uma aeronave devido a um vazamento de bateria de lítio.
A autoridade do aeroporto, equipes de resgate, funcionários participaram dos exercícios simulados. As equipes de resgate também praticaram medidas de quarentena e prevenção do novo coronavírus, incluindo a administração de testes de ácido nucleico, verificações de temperatura, investigação epidemiológica e transferência em quarentena.
“O exercício foi altamente abrangente e mostrou totalmente as capacidades de gerenciamento de emergência do aeroporto em meio à pandemia”, disse a Autoridade do Aeroporto de Xangai.
Mais de 800 pessoas de 14 organizações, incluindo o aeroporto, a companhia aérea China Eastern, a polícia do aeroporto, bem como as autoridades de prevenção de incêndio, saúde e policiais da cidade participaram do exercício. Entre outros veículos, um avião Airbus A330, três helicópteros e mais de 100 viaturas de bombeiros e ambulâncias foram usadas no exercício.
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Simulado mobiliza 800 pessoas, um avião A330, 3 helicópteros e 100 ambulâncias no Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai. Foto: Ti Gong
Simulado mobiliza 800 pessoas, um avião A330, 3 helicópteros e 100 ambulâncias no Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai. Foto: Ti Gong
Simulado mobiliza 800 pessoas, um avião A330, 3 helicópteros e 100 ambulâncias no Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai. Foto: Ti Gong
Simulado mobiliza 800 pessoas, um avião A330, 3 helicópteros e 100 ambulâncias no Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai. Foto: Ti Gong
Simulado mobiliza 800 pessoas, um avião A330, 3 helicópteros e 100 ambulâncias no Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai. Foto: Ti Gong
Simulado mobiliza 800 pessoas, um avião A330, 3 helicópteros e 100 ambulâncias no Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai. Foto: Ti Gong
Simulado mobiliza 800 pessoas, um avião A330, 3 helicópteros e 100 ambulâncias no Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai. Foto: Ti Gong
Simulado mobiliza 800 pessoas, um avião A330, 3 helicópteros e 100 ambulâncias no Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai. Foto: Ti Gong
Simulado mobiliza 800 pessoas, um avião A330, 3 helicópteros e 100 ambulâncias no Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai. Foto: Ti Gong
Simulado mobiliza 800 pessoas, um avião A330, 3 helicópteros e 100 ambulâncias no Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai. Foto: Ti Gong
Aeroporto Internacional de Pudong realiza maior exercício de resgate da história da aviação civil. Foto: Ti Gong
Aeroporto Internacional de Pudong realiza maior exercício de resgate da história da aviação civil. Foto: Ti Gong
Aeroporto Internacional de Pudong realiza maior exercício de resgate da história da aviação civil. Foto: Ti Gong
Aeroporto Internacional de Pudong realiza maior exercício de resgate da história da aviação civil. Foto: Ti Gong
Aeroporto Internacional de Pudong realiza maior exercício de resgate da história da aviação civil. Foto: Ti Gong
Aeroporto Internacional de Pudong realiza maior exercício de resgate da história da aviação civil. Foto: Ti Gong
Mato Grosso do Sul – Na tarde de terça-feira (13), uma mulher de 53 anos, moradora da região da Nhecolândia, distante cerca de 97 km de Corumbá, foi socorrida por equipe do helicóptero da Marinha do Brasil, depois de cair do cavalo. O Corpo de Bombeiros Militar solicitou o resgate da vítima ao Comando do 6º Distrito Naval.
A mulher apresentava suspeita de fratura nos membros superiores. O resgate foi feito com o auxílio de uma aeronave do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Oeste (EsqdHU-61), subordinado ao Comando do 6º DN, e o deslocamento teve acompanhamento de um médico do Hospital Naval de Ladário.
Na chegada ao heliponto do Esquadrão, uma ambulância do Corpo de Bombeiros seguiu com a paciente para a Santa Casa de Corumbá.
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Ribeirinha vítima de queda de cavalo é transportada pelo helicóptero da Marinha para Santa Casa de Corumbá, MS. Foto: Divulgação
Ribeirinha vítima de queda de cavalo é transportada pelo helicóptero da Marinha para Santa Casa de Corumbá, MS. Foto: Divulgação
Ribeirinha vítima de queda de cavalo é transportada pelo helicóptero da Marinha para Santa Casa de Corumbá, MS. Foto: Divulgação
Rondônia – Na noite de terça-feira (13), uma equipe do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO) realizou transporte aeromédico de uma bebê de 06 meses de Porto Velho (RO), para Porto Alegre (RS).
A criança e sua acompanhante foram levadas no avião Grand Caravan, Resgate 03, para Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, a fim de ser submetida a procedimento cirúrgico cardíaco. A aeronave do Corpo de Bombeiros é equipada com Kit aeromédico para transporte de pacientes e durante todo o voo uma equipe de saúde acompanhou a criança, que estava em uma incubadora.
Em Porto Alegre, bombeiros militares do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul aguardavam no Aeroporto Internacional Salgado Filho, de onde a bebê seguiu de ambulância para o Hospital. A aeronave pernoitou no hangar do Batalhão de Aviação da Brigada Militar para retorno da equipe no dia seguinte a Porto Velho, RO.
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Bebê é levado em avião do Corpo de Bombeiros de Rondônia para realizar cirurgia cardíaca em Porto Alegre, RS
Bebê é levado em avião do Corpo de Bombeiros de Rondônia para realizar cirurgia cardíaca em Porto Alegre, RS
Bebê é levado em avião do Corpo de Bombeiros de Rondônia para realizar cirurgia cardíaca em Porto Alegre, RS
Bebê é levado em avião do Corpo de Bombeiros de Rondônia para realizar cirurgia cardíaca em Porto Alegre, RS
Bebê é levado em avião do Corpo de Bombeiros de Rondônia para realizar cirurgia cardíaca em Porto Alegre, RS
Santa Catarina – Na tarde de domingo (11), um homem de 37 anos precisou ser resgatado pela equipe do helicóptero Arcanjo 3 do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) depois de cair de uma altura de aproximadamente 30 metros, quando praticava rapel na Ponte 16, antiga EFSC (Estrada de Ferro Santa Catarina), em Lontras, no Alto Vale do Itajaí.
No local, os bombeiros perceberam que não seria possível pousar a aeronave, por conta do relevo acidentado e da quantidade de árvores, tornando mais difícil o resgate. Um tripulante do Arcanjo 3 desceu da aeronave utilizando a técnica de rapel, enquanto o helicóptero pairava próximo das copas das árvores.
Após realizar todos os procedimentos de resgate, com auxílio de cabos e maca de ribanceira, a vítima e o tripulante do helicóptero foram içados pela aeronave e deixados em local seguro e plano para o atendimento da equipe de saúde.
Ele recebeu os primeiros atendimentos e foi encaminhado para Rio do Sul, onde uma Unidade Avançada do SAMU já aguardava. Segundo os bombeiros, toda a operação durou cerca de uma hora. Além da equipe do BOA, atuaram no atendimento o Corpo de Bombeiros Voluntários de Ibirama e o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU) do SAMU.
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Tripulante do Arcanjo 03 resgata homem que caiu de 30 metros com técnica de rapel no Alto Vale do Itajaí, SC. Foto: Divulgação
Equipe do Arcanjo 03 e bombeiros voluntários resgatam homem que caiu de ponte durante pratica de rapel
Equipe do Arcanjo 03 e bombeiros voluntários resgatam homem que caiu de ponte durante pratica de rapel
Equipe do Arcanjo 03 e bombeiros voluntários resgatam homem que caiu de ponte durante pratica de rapel
Irlanda – O Serviço Nacional de Ambulâncias (NAS), em conjunto com o Corpo Aéreo Irlandês (Irish Air Corps) e o Departamento de Defesa, operam um Serviço Aeromédico de Emergência (EAS). O serviço é baseado na instalação militar Custume Barracks em Athlone, Irlanda e foi criando em junho de 2012.
Desde então tornou-se uma referência e um ativo vital nos atendimentos pré-hospitalares. Recentemente transportou seu 3.000º paciente. O serviço conta um Leonardo AW139 para a transferência rápida de pacientes críticos a hospitais de referência.
A tripulação do helicóptero aeromédico é formada por dois pilotos e um tripulante das Forças de Defesa e um paramédico avançado do NAS. O Centro Nacional de Coordenação Aeromédica é responsável pelo acionamento e a equipe permanece em prontidão sete dias por semana, 365 dias por ano.
O helicóptero AW139, conhecido por seu indicativo ‘Aircorps112‘, reflete sua natureza militar e médica e o número 112 destaca o número de contato de emergência europeu. A Guarda Costeira irlandesa (IRCG) também fornece suporte adicional para a aeronave principal usando seus helicópteros SAR baseados em Shannon, Dublin, Sligo e Waterford.
Além do Serviço Aeromédico de Emergência, as Forças de Defesa prestam serviço de ambulância aérea desde a década de 1960 e já realizaram milhares de missões, utilizando aeronaves de asa fixa e asa rotativa.
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Serviço Aeromédico de Emergência da Irlanda transportou mais de 3.000 pacientes desde sua criação em 2012. Foto: Divulgação.
Serviço Aeromédico de Emergência da Irlanda transportou mais de 3.000 pacientes desde sua criação em 2012. Foto: Divulgação.
Serviço Aeromédico de Emergência da Irlanda transportou mais de 3.000 pacientes desde sua criação em 2012. Foto: Divulgação.
Serviço Aeromédico de Emergência da Irlanda transportou mais de 3.000 pacientes desde sua criação em 2012. Foto: Divulgação.
Serviço Aeromédico de Emergência da Irlanda transportou mais de 3.000 pacientes desde sua criação em 2012. Foto: Divulgação.
Serviço Aeromédico de Emergência da Irlanda transportou mais de 3.000 pacientes desde sua criação em 2012. Foto: Divulgação.
Estados Unidos – Em agosto de 2020, a primeira tripulação exclusivamente feminina do Med Flight da UW Health alçou voo. Em 17 de agosto, a pilota Kai Ficek, a médica Cynthia Griffin e a enfermeira Deborah Volgarino, tornaram-se a primeira tripulação composta apenas por mulheres da UW Health. Ficek é também a primeira mulher a pilotar um helicóptero aeromédico da operadora.
“Queremos que as meninas nos vejam e se inspirem”, disse Volgarino. “Nosso trabalho adquiriu um novo significado além da incrível responsabilidade de cuidar de pacientes gravemente enfermos e feridos, especialmente durante a pandemia de COVID-19.”
Primeira tripulação feminina da operadora aeromédica UW Health dos EUA fez seu primeiro voo
As mulheres representam 40% da equipe de transporte da Med Flight, trabalhando como pilotas, motoristas, médicas, enfermeiras, terapeutas e especialistas em comunicação. Elas respondem a pacientes gravemente enfermos ou feridos em um helicóptero ou em uma das duas ambulâncias do Med Flight.
O primeiro voo da tripulação feminina ocorreu na base regional do Hospital Divine Savior, em Portage, Michigan, EUA. Com 3 helicópteros (H145 e H135), a Med Flight possui três bases. Além de Michigan, as outras bases ficam em Wisconsin e em Iowa. O programa Med Flight atende a região tanto por via terrestre quanto aérea, em um raio de 250 milhas entre Wisconsin, Iowa, Illinois, Michigan e Minnesota.
Estabelecida em 1985, o UW Med Flight oferece atendimento médico especializado e registra mais de 1.000 voos por ano. O UW Health é um dos poucos serviços de ambulância aérea que conta com time completo de profissionais de saúde em todos os voos, permitindo que respondam com o melhor atendimento possível, independentemente da situação.
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Primeira tripulação feminina da operadora aeromédica UW Health dos EUA fez seu primeiro voo
Primeira tripulação feminina da operadora aeromédica UW Health dos EUA fez seu primeiro voo
Rio Grande do Sul – Seja pelo ar, com aeronaves, ou no asfalto, sobre duas ou quatro rodas, a Brigada Militar tem contado com super máquinas para desempenhar atividades operacionais e de caráter institucional. São viaturas que, além de permitir um maior conforto aos policiais, também oferecem uma melhor pilotagem, contribuindo para a pronta resposta desejada pela tropa.
“Com quatro helicópteros multimissão e um avião de transporte, o Batalhão de Aviação (BAvBM) propícia serviços únicos com suas aeronaves, o que as tornam especiais”, afirmou o Capitão Ivan da Costa Junior, atual Adjunto da Seção de Aeronaves e piloto há oito anos no BAvBM.
“As aeronaves têm capacidade para cumprirem mais de 30 missões diferentes, que só elas podem fazer. E podemos afirmar, com base em estudos técnicos, que atuam diretamente no combate à criminalidade e também em salvamentos e resgates em locais de difícil acesso, remoção de feridos, transporte de órgãos, de autoridades e de material”, complementou.
Outros destaques são as 21 motocicletas Super Teneré 1200, o melhor modelo disponível na frota, e a BMW X6. O carro esportivo foi apreendido e hoje é utilizado pela segurança pública do Rio Grande do Sul.
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Conheça as super máquinas que ajudam a Brigada Militar nas missões diárias. Foto: BMRS.
Conheça as super máquinas que ajudam a Brigada Militar nas missões diárias. Foto: BMRS.
Conheça as super máquinas que ajudam a Brigada Militar nas missões diárias. Foto: BMRS.
Conheça as super máquinas que ajudam a Brigada Militar nas missões diárias. Foto: BMRS.
Amazonas – O Esquadrão Harpia (7º/8º GAV) da Força Aérea, sediado na Ala 8, em Manaus (AM), realizou sábado (03), uma missão de Evacuação Aeromédica (EVAM) de um indígena da etnia Jamamadi, morador da comunidade Imbaúba, localizada na região do Médio Purus, próximo à cidade de Lábrea (AM).
O paciente foi picado por uma cobra Jararaca e necessitava de atendimento médico especializado. O contato com pedido de socorro foi emitido via rádio ao Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) da região do Médio Purus, na noite de 2 de outubro.
Na ocasião, um helicóptero H-60L Black Hawk do Esquadrão Harpia estava na cidade de Lábrea (AM) engajada em uma missão da Operação Gota, que tem por objetivo promover a imunização da população brasileira em regiões de difícil acesso, numa cooperação entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Defesa.
Um médico do DSEI estava a bordo do helicóptero e realizou os primeiros atendimentos ainda na comunidade. O indígena foi levado à cidade de Lábrea (AM) para o devido tratamento médico. O Tenente Aviador Fernando Afonso Fabian, destacou a importância da missão. “Salvar vidas é algo extremamente gratificante. Para isso que nos preparamos”, comentou.
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Esquadrão Harpia da FAB realiza uma evacuação médica de um indígena da etnia Jamamadi picaco por uma cobra na comunidade Imbaúba, AM. Foto: 7º/8º GAV
Esquadrão Harpia da FAB realiza uma evacuação médica de um indígena da etnia Jamamadi picaco por uma cobra na comunidade Imbaúba, AM. Foto: 7º/8º GAV
Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou nesta terça-feira (06), o transporte aeromédico de um paciente queimado da cidade de São Miguel do Oeste para Florianópolis.
Um menino de 7 anos sofreu acidente doméstico com rede de energia elétrica e teve queimaduras em 40% da superfície corporal. O garoto foi embarcado no avião Arcanjo 04 que seguiu para o aeródromo Hercílio Luz, em Florianópolis, onde uma ambulância do SAMU aguardava para transportá-lo até o Hospital Infantil Joana de Gusmão.
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Menino com 40% do corpo queimado é transportando de avião para tratamento em hospital de Florianópolis, SC
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