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Bettyna Gau Beni
Consultora e cofundadora da Evoluigi

Todas as pessoas que lidam com a maneira com que tomamos decisões sabem que os impulsos, os desejos, os sentimentos, nossas crenças e valores são as verdadeiras motivações por trás do nosso processo interno para tomar determinada decisão.

Frequentemente pensamos estar sendo objetivos e racionais na tentativa de darmos mais credibilidade às nossas conclusões, mas a verdade é que seguimos o coração, mesmo quando insistimos em negar isso.

Justificamos na mente o que decidimos com o coração. Você concorda com esta afirmação?

Quantos de nós já parou para pensar que o processo de tomada de decisão, que significa escolha, também está associado à renúncia? Quando escolhemos uma dentre várias possibilidades, automaticamente estamos renunciando às possibilidades não escolhidas. E isso significa que abrimos mão de mais opções do que efetivamente as que escolhemos. Será por isso que tantas pessoas tem dificuldade em tomar decisões?

Os estudos das neurociências, já bastante aprofundados sobre o tema, trazem, resumidamente, duas formas como o nosso cérebro toma decisões: uma rápida e a outra mais lenta. A forma rápida se manifesta quando as decisões são tomadas de forma automática, provavelmente com menor risco, com baixa ou nenhuma necessidade de investimento de recursos (tempo, dinheiro, mobilização de pessoas), enquanto a forma mais lenta se manifesta quando a decisão é tomada de forma mais planejada, normalmente quando há necessidade de assumir maiores riscos, com mais investimento de recursos.

De qualquer forma, rapidamente ou lentamente, as nossas decisões tem a ver com nossas experiências, com os momentos de prazer e alegria de quando acertamos, e também com os momentos de angústia, medo, descontentamento e frustração de quando erramos.

Se considerarmos, ainda, que utilizamos nossas convicções baseadas nas experiências passadas para nos relacionarmos com o mundo atual, que geralmente observamos o presente através desse filtro e que não sabemos que estamos fazendo isso porque o fazemos automaticamente, e que a única forma de abrirmos espaço para o novo é tomando consciência de como fazemos isso, podemos ter um grande indício, para não dizer uma prova, de que sempre tomamos decisões emocionalmente, correto?

O fato de não termos consciência de uma coisa não significa que ela não exista.

E como podemos fazer para tomar melhores decisões? Tornando consciente o inconsciente. E um processo de autoconhecimento é fundamental para isso. Processos como o assessment (utilização de ferramentas de análise de perfil), associada ao coaching ou a mentoria podem provocar reflexões e transformações profundas.

Experimente uma reflexão:
1. Pense em uma decisão difícil que tomou recentemente.
2. Foi um processo de decisão rápido ou lento? Como você se sentiu?
3. Como está a qualidade das decisões que você está tomando?
4. Você tem consciência delas e dos motivos pelos quais as toma?

Nos conte como foi esse exercício. Escreva para [email protected] ou [email protected] e deixo-nos saber.

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