Serviço aeromédico de Alagoas resgata vítima de acidente de trânsito na rodovia AL-105
Alagoas – Na sexta-feira (30), após uma colisão entre um carro de passeio e um caminhão na rodovia AL-105, nas proximidades do bairro do Benedito Bentes, em Maceió, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Alagoas foi acionado para fazer o resgate de uma vítima.
Para a ocorrência foram liberadas uma Unidade de Suporte Avançado, a equipe de Motolância e uma aeronave da Chefia Aérea Especial de Segurança Pública (CAESP). O resgate também contou com o apoio do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBM/AL) e da Polícia Militar de Alagoas (PM/AL).
Serviço aeromédico de Alagoas resgata vítima de acidente de trânsito na rodovia AL-105. Foto: Divulgação.
De acordo com testemunhas, o condutor do caminhão tentou desviar do outro veículo, que estava na contramão, mas, acabou sendo atingido na lateral e capotou. Segundo Carlos Adriano Silva, médico do Serviço Aeromédico do SAMU Alagoas, por causa da gravidade do acidente, o paciente do sexo masculino estava confuso, mas, consciente e com os sinais vitais estáveis.
“Os ocupantes do caminhão não sofreram nenhum ferimento, já a vítima do carro de passeio se queixava de dores na perna esquerda e no lado esquerdo do quadril. Ele também apresentava um corte no rosto e uma perfuração no tórax. Fizemos os primeiros socorros, imobilizamos o paciente, ofertamos oxigênio e pegamos um acesso venoso. Depois o transportamos para o HGE [Hospital Geral do Estado]”, disse o médico.
O paciente foi encaminhado à área vermelha trauma da unidade hospitalar para ser submetido a exames de imagem e, em seguida, reavaliado pela equipe médica do HGE.
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Serviço aeromédico de Alagoas resgata vítima de acidente de trânsito na rodovia AL-105
Serviço aeromédico de Alagoas resgata vítima de acidente de trânsito na rodovia AL-105
Serviço aeromédico de Alagoas resgata vítima de acidente de trânsito na rodovia AL-105
Acidente na SC-108 mobiliza equipes do SAMU, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e helicóptero Arcanjo 03. Foto: Divulgação.
Santa Catarina – Na manhã de sexta-feira (30), um acidente de trânsito na rodovia Ivo Silveira (SC-108) mobilizou o Corpo de Bombeiros, o SAMU e a Polícia Militar Rodoviária. De acordo com a PRE, duas vítimas foram socorridas.
O Batalhão de Operações Aéreas (BOA/CBMSC), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), prestou atendimento às duas vítimas do acidente. Dois homens tiveram ferimentos graves. Um homem de 72 anos ficou preso às ferragens e foi desencarcerado pela equipe de resgate do Corpo de Bombeiros. O ocupante do outro veículo, um homem de 27 anos, foi ejetado do veículo com a colisão.
A equipe de saúde do helicóptero Arcanjo 03 realizou a avaliação do quadro clínico das duas vítimas. O homem de 27 anos foi encaminhado ao hospital pela ambulância do SAMU. O idoso, de 72 anos, pela severidade dos traumas, após sua estabilização, foi transportado de helicóptero até o Hospital Santa Isabel, no município de Blumenau.
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Acidente na SC-108 mobiliza equipes do SAMU, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e helicóptero Arcanjo 03. Foto: Divulgação.
Acidente na SC-108 mobiliza equipes do SAMU, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e helicóptero Arcanjo 03. Foto: Divulgação.
Acidente na SC-108 mobiliza equipes do SAMU, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e helicóptero Arcanjo 03. Foto: Divulgação.
NOTAER transporta coração e fígado de Cachoeiro de Itapemirim para transplante em Cariacica, ES
Espírito Santo – Na manhã de sábado (31), equipe do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTAER) prestou mais um apoio às equipes médicas da Central de Captação de Órgãos. Desta vez, o doador estava em Cachoeiro de Itapemirim e a sua ação permitirá que seis vidas sejam salvas.
Devido ao curto tempo de sobrevida, coração e fígado tiveram de ser transportados de aeronave, num voo de cerca de 30 minutos entre o município do sul capixaba e Cariacica, onde fica o hospital de destino. Córneas e rins seguiram por via terrestre, considerando o maior tempo de sobrevida fora do corpo.
As fortes chuvas da manhã e a grande nebulosidade dificultaram o transporte, mas a equipe do NOTAER, a bordo do Harpia 02, realizou o transporte dos órgãos e da equipe de saúde observando todos os parâmetros de segurança.
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NOTAER transporta coração e fígado de Cachoeiro de Itapemirim para transplante em Cariacica, ES
NOTAER transporta coração e fígado de Cachoeiro de Itapemirim para transplante em Cariacica, ES
NOTAER transporta coração e fígado de Cachoeiro de Itapemirim para transplante em Cariacica, ES
NOTAER transporta coração e fígado de Cachoeiro de Itapemirim para transplante em Cariacica, ES
NOTAER transporta coração e fígado de Cachoeiro de Itapemirim para transplante em Cariacica, ES
NOTAER transporta coração e fígado de Cachoeiro de Itapemirim para transplante em Cariacica, ES
NOTAER transporta coração e fígado de Cachoeiro de Itapemirim para transplante em Cariacica, ES
DRF da Alemanha utilizando uma capsula rígida e a aperadora aeromédica brasileira AllJet utilizando uma flexível.
Eduardo Alexandre Beni
Editor
Desde o início do ano, a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) apresentou a todos nós, mas também aos profissionais de saúde, empresas, instituições e organizações, desafios sem precedentes.
Dentre tudo aquilo que foi preciso fazer e do que está sendo realizado no mundo, um equipamento recebeu destaque e teve tratamento especial, inclusive pelas autoridades de aviação civil no mundo. São as chamadas cápsulas ou cabines de isolamento de paciente, bolhas de respiração individuais (capacetes), além de sistemas mais complexos de contenção biológica, com as IsoArk.
No Brasil foram desenvolvidas as Cabines Vanessa, a bolha de respiração individual BRIC® e a cápsula de isolamento da Êxitofire. Todas elas com características próprias, flexíveis, mas com o objetivo de proteger o paciente bem como os profissionais de saúde durante o transporte. Outros equipamentos que ganharam muito destaque internacional foram as cápsulas de isolamento rígidas EpiShuttle, as cápsulas flexíveis IsoArk N36 e o “capacete” flexível SEA-LONG.
Abelha Táxi-Aéreo e Aeromédico passa a usar bolha de respiração individual no transporte de pacientes com COVID-19
Serviço Aeromédico Escocês adquire capsulas de isolamento para transportar pacientes com COVID-19.
Treinamento das equipes da Alljet Táxi Aéreo sobre cápsula de isolamento, paramentação e desparamentação de EPI. Foto: Alljet.
Militar prepara macas com capsula de isolamento em helicóptero (Foto: Henrique Kawaminami)
Pacientes com COVID-19 serão transportados em capsula de isolamento nas aeronaves do Centro Tático Aéreo do Maranhão
Comando Conjunto Sul treina evacuação aeromédica com uso de cápsula de isolamento em Canoas, RS. Foto: Soldados Ferrão e Luiz Matos/ Ala 3
Governo do Rio usa pela primeira vez capsula de isolamento para transportar paciente com suspeita de COVID-19. Foto: Divulgação.
Governo do Rio usa pela primeira vez capsula de isolamento para transportar paciente com suspeita de COVID-19. Foto: Marcus Coelho.
Helicópteros AW139 e AW169 recebem autorização para utilizar capsula de isolamento IsoArk N36 na Europa
Helicópteros AW139 e AW169 recebem autorização para utilizar capsula de isolamento IsoArk N36 na Europa
Helicópteros AW139 e AW169 recebem autorização para utilizar capsula de isolamento IsoArk N36 na Europa
Capsula de Isolamento IsoArk transportada em avião com doentes de ebola.
A fabricante Leonardo testa integração de sistema de isolamento para paciente em avião C-27J Spartan
A fabricante Leonardo testa integração de sistema de isolamento para paciente em avião C-27J Spartan
Aprendizados e desafios no transporte de pacientes com COVID-19 do arquipélago de Comores para Nairóbi, Quênia
Aeronave da Força Aérea Italiana realiza evacuação médica de freira que estava em missão humanitária no Congo. Foto: Divulgação
Sabemos que muitos elementos precisam trabalhar juntos para garantir uma conduta segura, que inclui o meio de transporte, o treinamento das equipes, os procedimentos padronizados, os equipamentos e uma comunicação eficiente.
Durante o transporte, o equipamento deve facilitar o trabalho da equipe de saúde e garantir sua segurança. À medida que mais equipamentos são disponibilizados no mercado, o foco deve ser garantir que eles auxiliem os profissionais de saúde e não atrapalhem seu trabalho. Portanto, deve ser fácil de usar e aplicável em diferentes situações.
As unidades de isolamento de um único paciente foram fundamentais durante a pandemia de COVID-19 e ajudaram as equipes de saúde em todo o mundo no transporte de pacientes com doenças altamente infecciosas. Existem várias alternativas disponíveis no mercado, mas a questão é sempre “qual é a melhor?”
Examinando mais de perto um aspecto importante das diferentes unidades de isolamento do mercado observa-se basicamente dois tipos, as flexíveis e as rígidas. Mas quais são as vantagens e desvantagens de cada uma delas?
As diferenças
As cápsulas de isolamento podem possuir uma estrutura rígida ou flexível, e sua principal função é isolar o paciente do ambiente e das pessoas. As unidades também devem garantir que o paciente possa ser transportado com segurança e conforto. Se uma solução rígida ou flexível é a melhor, depende do usuário e de suas necessidades.
Historicamente, a maioria das unidades de isolamento de um único paciente são flexíveis e essa solução apresenta algumas vantagens. Essas cápsulas podem ser enviadas recolhidas e montadas na chegada, economizando custos de envio e tornando-as fáceis de armazenar quando não estiverem em uso, como acontece com as cápsulas da Êxitofire e as bolhas individuais.
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Treinamento das equipes da Alljet Táxi Aéreo sobre cápsula de isolamento, paramentação e desparamentação de EPI. Foto: Alljet.
Cápsula de isolamento flexível fabricada no Brasil pela Êxitofire.
Treinamento das equipes da Alljet Táxi Aéreo sobre cápsula de isolamento, paramentação e desparamentação de EPI. Foto: Alljet.
Treinamento das equipes da Alljet Táxi Aéreo sobre cápsula de isolamento, paramentação e desparamentação de EPI. Foto: Alljet.
Cápsula de isolamento flexível fabricada no Brasil pela Êxitofire.
Cápsula de isolamento flexível fabricada no Brasil pela Êxitofire.
Cápsula de isolamento flexível fabricada no Brasil pela Êxitofire.
Cápsula de isolamento flexível fabricada no Brasil pela Êxitofire.
Cápsula de isolamento flexível fabricada no Brasil pela Êxitofire.
Com as unidades flexíveis pode ser mais fácil manobrá-las em espaços apertados, além de permitir sua utilização em uma ampla variedade de veículos e aeronaves. Porém, por não possuírem uma estrutura firme, muitas não são adequadas para transporte por avião ou helicóptero, pois descompressão rápida, vibrações e impactos fortes podem causar rasgos e vazamentos. Além disso, a maioria das unidades flexíveis oferecem acesso limitado às vias aéreas do paciente.
Existem algumas unidades rígidas disponíveis no mercado, sendo a mais proeminente a EpiShuttle. Elas são naturalmente mais robustas e podem ser usadas em uma variedade de veículos, incluindo ambulâncias, aviões e helicópteros. Uma limitação das cápsulas rígidas é sua falta de flexibilidade, pois pode não caber em todas as configurações, especialmente em alguns aviões e helicópteros menores.
Na maioria dos casos, no entanto, tanto para as unidades flexíveis, quanto para as rígidas, isso pode ser resolvido entre o fabricante e o usuário, já que os fabricantes costumam resolver esses problemas. A EpiGuard oferece, por exemplo, adaptadores para uma variedade de macas, como Stryker, Stollenwerk e Ferno, e colaboram com fabricantes de interiores de aeronaves para desenvolver adaptadores e sistemas de elevação para o EpiShuttle.
A operadora aeromédica alemã, DRF Luftrettung comprou onze dessas cápsulas como parte de investimento em segurança e proteção à saúde do paciente e da tripulação, pois além do novo coronavírus, também lidam com uma infinidade de vírus altamente patogênicos. (Saiba mais no relatório divulgado pela DRF sobre sua atuação durante a pandemia)
Em 2018, as Estações de Stuttgart e Rheinmünster da DRF receberam e testaram o equipamento. Em 2020, a DRF estava em posição privilegiada para agir rapidamente e equipar as bases com as cápsulas de isolamento.
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Cápsula de isolamento rígida EpiShuttle utilizada pela DRF Alemã.
Cápsula de isolamento rígida EpiShuttle utilizada pela DRF Alemã.
Cápsula de isolamento rígida EpiShuttle utilizada pela DRF Alemã.
Cápsula de isolamento rígida EpiShuttle utilizada pela DRF Alemã.
Cápsula de isolamento rígida EpiShuttle utilizada pela DRF Alemã.
Cápsula de isolamento rígida EpiShuttle utilizada pela DRF Alemã.
Cápsula de isolamento rígida EpiShuttle utilizada pela DRF Alemã.
Proteção e Segurança
A segurança e a saúde do paciente são o foco principal no transporte aeromédico, mas é igualmente importante que a equipe de saúde seja protegida. A maioria das unidades de isolamento para um único paciente é equipada com ventiladores que criam uma pressão negativa dentro da unidade, ajudando a garantir que não haja transmissão de patógenos perigosos no caso de uma pequena ruptura.
Com as cápsulas rígidas, o paciente fica completamente isolado e patógenos perigosos ficam contidos dentro da unidade e seus filtros. Isso significa que não há necessidade de descontaminar o veículo e a equipe de saúde só precisa usar EPI durante o embarque e desembarque, garantindo que os veículos e aeronaves permaneçam em operação e que a equipe não sofra fadiga.
No entanto, a pressão negativa não resolve o problema com gotículas ou fluidos corporais. Se as unidades não estiverem completamente seladas, pode haver uma transmissão. A EpiShuttle, por exemplo, possui base firme, bordas altas e mantém o paciente elevado, para que os fluidos fiquem dentro da unidade e longe do paciente.
Entre a capota rígida e a base, existe uma vedação hermética. Enquanto que em unidades flexíveis, não possuem essa condição, pois costumam utilizar zíperes para prender a base e a parte superior. Isso costuma vazar e há uma chance maior de ruptura.
Outro ponto muito importante na capsula rígida é sua capacidade de oferecer segurança ao paciente durante uma eventual colisão, o que não é possível oferecer nas flexíveis. As cápsulas rígidas realizam testes de impacto, como aconteceu com a EpiShuttle, que passou pelos ensaios no Centro de Testes Sueco e atendem a Norma Europeia para equipamentos de ambulância (EN1789).
E quanto aos custos?
Considerando os custos das diferentes unidades, tudo depende das necessidades do usuário. Existe uma grande variedade de cápsulas disponíveis no mercado e de excelente qualidade. Mas se o produto for importado, os valores podem ficar impraticáveis por uma série de razões.
Sem entrar nos motivos de cada produto, é comum equipamentos médicos chegarem no Brasil com valores muito altos, alguns chegam a custar 4 vezes mais, e que podem inviabilizar a aquisição, especialmente se for compra realizada por processo licitatório, que exige entre outras coisas, pesquisa de preço para demonstrar que seu valor é compatível com o praticado no mercado.
Ao comparar as unidades flexíveis e rígidas, especialmente se forem importadas, há uma enorme diferença de custos, principalmente no custo operacional total de aquisição. As cápsulas de isolamento flexíveis são normalmente mais baratas de comprar, mas o custo operacional total pode ser mais alto, pois vão requer descontaminação do equipamento e do meio de transporte.
No Brasil, os operadores aeromédicos e unidades aéreas públicas optaram pelas cápsulas flexíveis fabricadas no país, tanto em relação ao custo, qualidade, quanto à disponibilidade do produto, privilegiando é claro a indústria nacional. Ainda há muita limitação de produtos importados de alta tecnologia estarem disponíveis no Brasil a preços factíveis para seu emprego imediato em prol do atendimento aos pacientes.
Mesmo com todos os problemas enfrentados no Brasil e no mundo, as unidades de isolamento flexíveis ou rígidas para um único paciente ofereceram proteção adicional ao meio ambiente, às equipes de saúde, tripulações e tornaram os transportes aeromédicos e terrestres mais fáceis, eficientes e mais seguros.
DRF da Alemanha utilizando uma capsula rígida e a aperadora aeromédica brasileira AllJet utilizando uma flexível.
A criança, vítima de acidente de trânsito, foi transportada no helicóptero do NOTAER acompanhada por equipe de saúde do SAMU.
Espírito Santo – Na tarde de quinta-feira (29), equipe integrada do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTAER) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada para transportar uma criança, vítima de acidente automobilístico.
A família (pai, mãe e a menina) foram socorridas para o Hospital de Itaguaçu. A mãe permaneceu internada no hospital da cidade, o pai teve ferimentos leves e a menina de 4 anos precisava ser removida para hospital de referência para realização de cirurgia.
A pequena teve múltiplas fraturas e diante do quadro e da necessidade de cirurgia, foi necessário levá-la para o Hospital Infantil, em Vitória. Mesmo com os traumas, a menina foi transportada consciente e durante o voo conversou com a tripulação e a equipe de saúde do SAMU. O voo de Itaguaçu até o pouso em Vitória durou 25 minutos.
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A criança, vítima de acidente de trânsito, foi transportada no helicóptero do NOTAER acompanhada por equipe de saúde do SAMU.
A criança, vítima de acidente de trânsito, foi transportada no helicóptero do NOTAER acompanhada por equipe de saúde do SAMU.
A criança, vítima de acidente de trânsito, foi transportada no helicóptero do NOTAER acompanhada por equipe de saúde do SAMU.
A criança, vítima de acidente de trânsito, foi transportada no helicóptero do NOTAER acompanhada por equipe de saúde do SAMU.
A criança, vítima de acidente de trânsito, foi transportada no helicóptero do NOTAER acompanhada por equipe de saúde do SAMU.
Helicóptero do SAERFRON realiza o primeiro pouso no heliponto do Hospital Regional do Oeste
Santa Catarina – Na tarde de quarta-feira (28), equipe do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA), que atua em parceria com o SAERFRON, foi acionada pelo SAMU para realizar a remoção aeromédica de um paciente masculino de 32 anos, vítima de acidente de trânsito na cidade de Modelo.
O homem apresentava sinais de trauma abdominal e necessitava de avaliação emergencial em unidade de referência. O paciente foi levado no helicóptero do SAERFRON para o Hospital Regional do Oeste, em Chapecó.
Foi o primeiro pouso realizado pelo helicóptero no heliponto do HRO, construído para receber os pacientes levados pelo serviço aeromédico. A obra foi doada pelo Grupo Oliveira e fica ao lodo do pronto-socorro.
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Helicóptero do SAERFRON realiza o primeiro pouso no heliponto do Hospital Regional do Oeste
Helicóptero do SAERFRON realiza o primeiro pouso no heliponto do Hospital Regional do Oeste
Helicóptero do SAERFRON realiza o primeiro pouso no heliponto do Hospital Regional do Oeste
Helicóptero do SAERFRON realiza o primeiro pouso no heliponto do Hospital Regional do Oeste
Equipe do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros que participou do transporte do medico e de Isabeli para realização do transplante.
Isabeli Vieira Lourenço, de 30 anos, fez seu transplante cardíaco em 2018 e decidiu escrever um livro para contar a história dos seus corações. Assim, nasceu o livro “A menina do coração”. (Para apoiar o projeto, CLIQUE AQUI)
No dia 14 de março de 2018, o avião do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros decolou de Florianópolis levando o médico cirurgião para o aeroporto de Blumenau. Ao mesmo tempo, Isabeli que estava em Jaraguá do Sul, foi levada de helicóptero para Hospital Santa Isabel. Logo após, o Arcanjo retornou ao aeroporto de Blumenau para buscar o cirurgião e levá-lo ao Hospital Santa Isabel, onde foi realizado o transplante do coração.
Para Isabeli, “a ideia e vontade de escrever surgiram junto com a falta de ar, a limitação devido ao agravamento da doença e a necessidade de se sentir viva, mesmo estando lado a lado com a morte.” Quando ela soube que entraria na fila de transplante, decidiu registrar sua história.
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Equipe do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros que participou do transporte do medico e de Isabeli para realização do transplante.
Equipe do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros que participou do transporte do medico e de Isabeli para realização do transplante.
Equipe do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros que participou do transporte do medico e de Isabeli para realização do transplante.
No Brasil, atualmente, existem 40 mil pessoas à espera de um órgão ou tecido. Causas da recusa à doação de órgãos ou tecidos são várias, entre elas está a má informação sobre o diagnóstico de morte encefálica, aspectos religiosos, culturais e discordância entre familiares. Para Isabeli, “o principal motivo da não doação é a falta de informação”.
Para a autora também existe o medo, por parte do paciente, de entrar na fila de espera. Medo de receber um órgão. No livro ela conta como vale a pena ter a coragem e a força para transplantar e poder viver novamente e muito melhor.
Com o livro, Isabeli pretende ajudar pessoas que enfrentam alguma doença grave a descobrirem como todo o processo de cura pode ser mais leve e pessoas saudáveis a dar mais valor a vida.
Quer saber mais como ajudar esse projeto? CLIQUE AQUI.
O National Transportation Safety Board examina os destroços em 27 de janeiro do acidente que matou a estrela da NBA Kobe Bryant e outras oito pessoas perto de Calabasas, Califórnia. James Anderson / AP
Estados Unidos – O governador da Califórnia aprovou no dia 28 de setembro o Projeto de Lei de Montagem Nº 2655que torna ilegal profissionais (“first responder”) fotografarem pessoa falecida em uma cena de acidente ou de crime com finalidade diversa da atividade de investigação policial ou de perícia, ou ainda nos casos em que haja “interesse público”.
Caso fotografe fora desse contexto, o profissional cometerá uma contravenção punível com uma multa não superior a mil dólares (US$ 1.000) por violação. A regra entra em vigor em 1º de janeiro de 2021.
Para a norma, “first responder” significa um socorrista, policial, paramédico, técnico de emergência médica, pessoal de serviço de resgate, gerente de emergência, bombeiro, perito, legista ou funcionário de um legista.
Motivação
As mortes da lenda na NBA, Kobe Bryant, sua filha Gianni, de 13 anos, e mais sete pessoas, em um acidente de helicóptero em janeiro de 2020, motivaram a legislação.
Vanessa Bryant, viúva de Kobe, processou o departamento, alegando invasão de privacidade, negligência e imposição intencional de sofrimento emocional pelo suposto compartilhamento de fotos do local onde seu marido e filha morreram.
De acordo com o xerife do condado, Alex Villanueva, depois que os funcionários foram identificados, ele exigiu que as imagens fossem excluídas. Segundo o xerife, o departamento tem uma política contra tirar e compartilhar fotos de cenas de crimes, mas não havia regras claras sobre acidentes.
No Brasil
Tramita no Senado Federal, Projeto de Lei do Senado (PLS) 79/2018, que inclui o artigo 140-A entre os crimes contra a honra, que prevê detenção e multa para aquele que fotografar ou divulgar, por qualquer meio, imagem de pessoas acidentadas ou em situação vexatória, sem a sua autorização ou fora de contexto jornalístico.
A pena é similar ao crime de vilipêndio de cadáver, previsto no artigo 212 do Código Penal, considerado um crime de desrespeito aos mortos. De acordo com especialistas, o termo vilipendiar conta com outras compreensões, como por exemplo: menosprezar, rebaixar, desdenhar ou desprezar, podendo alcançar pessoas que expõem ou divulgam na internet imagens de pessoas mortas.
Distrito Federal – Um policial militar do Estado de Goiás foi baleado por criminosos enquanto realizava uma abordagem de carro roubado, na manhã de quinta-feira (29), em Valparaíso, cerca de 35km distante de Brasília.
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado para realizar o transporte aeromédico do policial militar. Uma equipe aeromédica do Grupamento de Aviação Operacional (GAvOp) fez o embarque do paciente no Centro de Atendimento Integrado à Saúde (CAIS) de Valparaíso, GO.
Depois de estabilizado foi levado pelo helicóptero Resgate 04 para o Hospital Regional de Santa Maria (HRS), em Brasília. O estado de saúde do policial é considerado grave. A PMGO informou que o policial militar foi alvejado por um suspeito armado. O autor dos disparos contra o PM morreu na troca de tiros.
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Corpo de Bombeiros do DF resgata policial militar baleado por criminosos em Valparaíso, GO
Corpo de Bombeiros do DF resgata policial militar baleado por criminosos em Valparaíso, GO
Grave acidente de trânsito na PR-466 exige esforço e trabalho integrado das equipes de resgate
Paraná – No Brasil, o acidente de trânsito é considerado um problema de saúde pública, tem em vista suas repercussões clínicas e traumáticas, o que exige especial empenho do poder público.
Segundo o IBGE, ocorrem cerca de 45 mil mortes/ano por consequência de acidentes de trânsito, incluindo óbitos após 72 horas do acidente. Os prejuízos materiais giram por volta de 6 bilhões de dólares, o governo gasta em média 90 mil reais com as vítimas não fatais e nos casos de morte este valor passa para 550 mil reais.
As equipes do SAMU e do Corpo de Bombeiros atuam frente às ocorrências de acidente automobilístico e empregam técnicas de salvamento veicular, a fim de minimizar as complicações causados por estas ocorrências.
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Grave acidente de trânsito na PR-466 exige esforço e trabalho integrado das equipes de resgate
Grave acidente de trânsito na PR-466 exige esforço e trabalho integrado das equipes de resgate
Grave acidente de trânsito na PR-466 exige esforço e trabalho integrado das equipes de resgate
Grave acidente de trânsito na PR-466 exige esforço e trabalho integrado das equipes de resgate
O foco principal das equipes de resgate, ao chegar no local do acidente com vítimas, envolve a realização de protocolos rígidos de atendimento para que a vítima chegue ao recurso hospitalar referência no menor tempo possível e nas mesmas ou em melhores condições que se encontrava quando a equipe de socorro iniciou o seu trabalho.
E, para isto, as equipes utilizam técnicas de resgate de vítimas que proporcionam segurança, eficácia e minimizam o risco de agravamento do quadro. Para isso, o fator integração de equipes fundamenta-se como alicerce para o sucesso na operação. Equipes treinadas, operando conjuntamente, otimizam os benefícios para a vítima.
Isso aconteceu na última terça-feira (27), quando o serviço de operações aéreas do SAMU 192/SESA-PR, juntamente com os Bombeiros de Ivaiporã e SAMU Noroeste, aturaram em uma complexa ocorrência de salvamento veicular envolvendo dois caminhões na rodovia PR-466, próximo a cidade de Manoel Ribas, Noroeste do Paraná.
Um colisão frontal entre dois caminhões deixou três vítimas gravemente feridas presas entre ferragens. Todo o processo de salvamento das vítimas foi organizado e realizado de forma integrada entre as equipes para realização das melhores práticas de atendimento. Porém, mesmo com todo o empenho desses profissionais, infelizmente devido à gravidade das lesões, as vítimas faleceram.
Apesar de não ter sido possível salvar as vítimas do acidente, em razão dos ferimentos graves devido a violência no impacto, o trabalho de integração entre agências pode modificar os desfechos em beneficio da vida, inclusive oferecer mais segurança aos profissionais que estão trabalhando na cena.
Grave acidente de trânsito na PR-466 exige esforço e trabalho integrado das equipes de resgate
Drones a serviço da saúde na Itália: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes
Itália – O transporte de material biomédico com drones foi o objetivo do teste concluído com sucesso na Itália, projetado e realizado pela Leonardo, Telespazio (joint venture entre Leonardo 67% e Thales 33%) e o Hospital Infantil Bambino Gesù, em colaboração com a ENAC (Autoridade Nacional de Aviação Civil).
O projeto utiliza a plataforma D-FLIGHT para a gestão do tráfego aéreo de drones, de responsabilidade da ENAV, agência que presta serviços de tráfego aéreo na Itália. O D-FLIGHT foi criado em 2018 pela ENAV, em conjunto com a Leonardo e a Telespazio.
Esta é uma das primeiras demonstrações no país de entrega de amostras biológicas e produtos biomédicos com o auxílio de drones de descolagem vertical equipados com propulsão eléctrica e portanto com baixíssimo impacto ecológico e acústico.
Os ensaios correram entre os dias 19 e 22 de outubro. O drone transportou material biomédico voando perto de Roma, entre dois locais do Hospital Infantil Bambino Gesù distantes mais de 32 km: do centro de coleta de S. Marinella ao centro de análise Palidoro e vice-versa, em modo de controle automático, além da linha de visão do operador (BVLOS – Beyond Visual Line of Sight).
O teste envolveu a utilização da plataforma digital T-DROMES da Telespazio, baseada em nuvem, que permite a prestação de serviços ponta a ponta: do planejamento à execução da missão de um drone, até o processamento dos dados coletados pelos sensores a bordo. Além disso o drone é capaz de gerenciar um sistema de conectividade híbrido (satélite e terrestre 4G / LTE, e 5G no futuro), através de dispositivos COM-BOX.
A liberação da autorização realizada pela ENAC permitiu a realização do teste com acompanhamento e avaliação do resultado. Como parte do experimento, os operadores do drone testaram os serviços de geoconsciência e desconfiguração estratégica do U-Space fornecidos pela plataforma D-FLIGHT.
Graças aos serviços que serão progressivamente disponibilizados pela D-FLIGHT, será possível que a aviação tradicional e milhares de drones coexistam no espaço aéreo italiano, visto que os drones serão encarregados das mais diversas tarefas no futuro. O D-FLIGHT é confirmado como um dos primeiros U-Spaces operacionais na Europa.
Com término em dezembro de 2020, os testes que possuem várias fases, serão utilizados vários tipos de aeronaves pilotadas remotamente. O objetivo a longo prazo é poder estender o serviço em um ambiente urbano densamente povoado, conectando a sede do Palidoro às outras unidades do Bambino Gesù em Roma.
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Drones a serviço da saúde na Itália: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes
Drones a serviço da saúde na Itália: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes
Drones a serviço da saúde: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes na Itália. Foto: Divulgação
Drones a serviço da saúde: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes na Itália. Foto: Divulgação
Equipe - Drones a serviço da saúde na Itália: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes
Drones a serviço da saúde: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes na Itália. Foto: Divulgação
Drones a serviço da saúde na Itália: Leonardo, Telespazio e o Hospital Infantil de Roma iniciam testes
Operadores de Suporte Médico do BPMOA em 2020 e o Aeroplano Sargento da Polícia Militar do Paraná em 1918.
Paraná – No dia 27 de outubro de 2020, o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) completou 10 anos desde a sua criação na Polícia Militar do Paraná. Sediado no aeroporto do Bacacheri, em Curitiba, o BPMOA possui bases descentralizadas nas regiões norte (Londrina) e Campos Gerais (Ponta Grossa), além da base litoral montada durante a Operação Verão na UPA de Matinhos, PR.
O BPMOA opera uma frota de seis aeronaves, composta por um Helicóptero Bell 206 Jet Ranger III (Falcão 01), dois Helicópteros Eurocopter modelo EC130 B4 (Falcão 03 e Falcão 04), um Helicóptero Robinson R44 (Falcão 7), um Avião Cessna Skylane (Falcão 05) e um Avião Beechcraft Baron BE58 (Falcão 06).
Em 10 anos de operação aéreas, o BPMOA realizou 9.294 missões, 3.624 voos pela vida com 3.705 vítimas atendidas. Foram 4.926 missões policiais e 744 operações de busca e salvamento, resgates em montanhas, transporte e combate a incêndios florestais.
Mas a aviação na Polícia Militar do Paraná começou há muito tempo. São mais de 100 anos de história. Em seguida vamos contar um pouco sobre ela.
Quando tudo começou
O emprego de aeronaves na Guerra do Contestado (1912 a 1916) e a convivência com os pioneiros da Aviação Militar do Exército Brasileiro aguçou no efetivo da Polícia Militar do Paraná (PMPR) o desejo de adquirir seus próprios aeroplanos.
Em 1916 Santos Dumont foi ao Paraná e visitou Foz do Iguaçu, Guarapuava, Ponta Grossa e Curitiba; tendo sido recebido pelo Presidente do Estado. Surgiu então, na Sociedade Beneficente e Recreativa dos Oficiais Inferiores, atual Sociedade Beneficente dos Subtenentes e Sargentos (SBSS), com a ideia de abrir uma subscrição para a coleta de donativos para a compra de um avião.
Oficiais do Exército Brasileiro, dentre eles o General Setembrino de Carvalho e o Tenente Ricardo Kirk, e oficiais da Polícia Militar do Paraná, Coronel Fabriciano do Rego Barros (Cmd-geral) e Capitão João Alexandre Busse.
No início de 1917 a proposta foi endereçada ao Comandante-geral do Regimento de Segurança (PMPR), que deu o “Concordo”, e encaminhada ao Presidente do Estado, Affonso Alves de Camargo, que deu o “Autorizo”.
Em abril do mesmo ano foi formada uma Comissão de Sargentos para o recolhimento das doações. Todo valor arrecadado passou a ser publicado nas Ordens do Dia da Corporação; e em janeiro de 1918 já se havia obtido a quantia de Dezoito Contos de Réis, o suficiente para a compra de uma aeronave.
Na época os jornais informavam que o aviador Elígio Benini, no Rio de Janeiro, vendia um aeroplano Morane-Borel. Foi então designado o Sargento Perotti (especialista mecânico) para viajar até o Rio, e verificar as condições da compra e do aparelho. A oficialização da aquisição entretanto, foi feita pessoalmente pelo próprio Comandante-geral, Coronel Fabriciano do Rego Barros.
Batismo da aeronave
Em 6 de janeiro de 1918 o avião Morane-Borel chegou a Curitiba, e em 1 de fevereiro foi testado o funcionamento de seu motor; tendo sido realizado um pequeno voo de cinco minutos para teste, e às escondidas, para não estragar a festa de batismo.
O batizado do aeroplano foi realizado em 17 de fevereiro, pela Sra. Etelvina Rebello de Camargo, Primeira Dama do Estado, que em homenagem à iniciativa dos Oficiais Inferiores, deu à aeronave a denominação de “Sargento”. Em seguida foi fixada à sua lateral uma faixa com a designação, e sob os acordes da Banda de Música, o piloto Luiz Bergmann decolou e lançou mensagens de agradecimento à população.
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Aeroplano Sargento da Polícia Militar do Paraná - 1918.
Aeroplano Morane-Borel da Escola Paranaense de Aviação, Curitiba, Paraná.
Perotti, mecânico, e Luiz Bergmann, piloto e instrutor, da Escola Paranaense de Aviação.
Hidroplano Morane-Borel II, doado pela Marinha do Brasil em 1919.
Primeiros pilotos e a segunda aeronave
Como prêmio pela iniciativa, o Comandante-geral escolheu dois sargentos para realizarem o curso de pilotagem na Escola de Aviação Naval da Marinha Brasileira A Marinha procurava estimular o interesse pela aviação, e em 1919, na cerimônia de formatura desses sargentos, o Almirante Gustavo Antônio Garnier pessoalmente lhes entregou o certificado de conclusão do curso, e como incentivo fez a doação de mais uma aeronave Morane-Borel para a Corporação.
Escola Paranaense de Aviação
Como a compra do aparelho se deu pelo apoio de toda comunidade, o então Comandante-geral decidiu que os benefícios dessa aquisição deveriam se estender a todos. E ainda em 1918 reuniu-se com o Comando do Exército no Paraná, para juntos criarem uma escola de aviação com o objetivo de promover o ensino da aviação militar.
Em 24 de março de 1918 foi oficialmente criada a Escola Paranaense de Aviação. A primeira Sede Administrativa foi no quartel da Companhia de Bombeiros Pontoneiros e o hangar e a pista de pouso e decolagem eram no atual bairro do Portão.
Em 5 de julho de 1927 um incêndio destruiu as aeronaves. E após a Revolução de 1930 as Forças Militares dos Estados, atuais Polícias Militares Estaduais, ficaram proibidas de possuírem aviação.
A aviação do governo estadual retomou somente em 1967, quando a então Divisão de Voo do Departamento Aeroviário da Secretaria de Viação e Obras Públicas passou a subordinar-se à Casa Militar e dai para frente vários momentos aconteceram na reconstrução dessa aviação até que fosse criado o atual BPMOA.
Números atuais
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Em uma história centenária, o Batalhão de Operações Aéreas da PM do Paraná comemora 10 anos
Em uma história centenária, o Batalhão de Operações Aéreas da PM do Paraná comemora 10 anos
Operadores de Suporte Médico do BPMOA em 2020 e o Aeroplano Sargento da Polícia Militar do Paraná em 1918.
No domingo (25) resgataram uma vítima de queda de parapente, no município Florianópolis
Santa Catarina – Equipes do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) e do Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU) foram acionadas para dois atendimentos nos últimos dias. No domingo (25) resgataram uma vítima de queda de parapente, no município Florianópolis e na segunda-feira (27) socorreram um homem de 78 anos, vítima de parada cardiorrespiratória (PCR), no município São José.
No domingo, um homem de 41 anos, vítima de queda de parapente no Alto do Gravatá, Praia Mole, recebeu suporte avançado com a presença da equipe de saúde do helicóptero Arcanjo 01. A vítima apresentava dor forte na coluna. Após ser estabilizada, a vítima foi transportada pela aeronave até o Heliponto da Beiramar, onde um ambulância aguardava para fazer o translado ao Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis.
No domingo (25) resgataram uma vítima de queda de parapente, no município Florianópolis
Na segunda-feira realizaram o atendimento pré-hospitalar de um homem de 78 anos, vítima de parada cardiorrespiratória, quando trafegava com sua bicicleta pela Av. Barão do Rio Branco, no município de São José.
O homem foi inicialmente assistido por equipes do Corpo de Bombeiros e do SAMU, com Reanimação Cardiopulmonar (RCP). Diante do quadro clínico, a equipe de saúde do Arcanjo 01 reverteu a Parada Cardiorrespiratória e após a completa estabilização, a vítima foi transportada por terra, assistida pela equipe médica, até o Hospital Regional de São José.
O Comandante de Operações Aéreas, Major Kleber, ressaltou a importância do uso de helicópteros equipados e com equipe de saúde a bordo no atendimento de ocorrências como esta. “Nós conseguimos ‘levar o hospital’ até a vítima, oferecendo a ela um atendimento de qualidade e eficaz ainda no local”, complementou.
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Na segunda-feira (27) socorreram um homem de 78 anos, vítima de parada cardiorrespiratória, no município São José.
Na segunda-feira (27) socorreram um homem de 78 anos, vítima de parada cardiorrespiratória, no município São José.
Na segunda-feira (27) socorreram um homem de 78 anos, vítima de parada cardiorrespiratória, no município São José.
Estudo aponta que risco de transmissão do COVID-19 em aviões é "praticamente inexistente" quando passageiros usam máscaras
EUA – Divulgado no dia 15 de outubro, um estudo do Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América concluiu que o risco de contrair COVID-19 em um voo comercial lotado é baixo, ou seja, uma pessoa teria que ficar sentada ao lado de um passageiro infectado por pelo menos 54 horas para receber uma dose perigosa do vírus pelo ar.
A pesquisa foi liderada e financiada pelo Comando de Transporte dos EUA, que opera o Patriot Express, um programa que usa aviões comerciais para transportar militares e suas famílias. O comando queria determinar os riscos de fazer isso durante a pandemia.
O estudo foi realizado a bordo dos jatos Boeing 777 e 767. Os pesquisadores colocaram um manequim, com e sem máscara em diferentes lugares dos aviões e liberaram partículas fluorescentes projetadas para imitar o vírus. A pesquisa realizada em seis meses envolveu 300 testes durante 38 horas de voo e 45 horas de testes em solo.
Estudo aponta que risco de transmissão do COVID-19 em aviões é “praticamente inexistente” quando passageiros usam máscaras
Isso foi feito liberando partículas em toda a cabine por seção, cada uma com 42 sensores representando outros passageiros que poderiam entrar em contato com elas. Cada teste liberou 180 milhões de partículas, número de partículas que seriam produzidas por milhares de tosses.
Os pesquisadores concluíram que se os passageiros usarem máscaras cirúrgicas continuamente, muito pouco do vírus se espalhará, devido à forma como o ar circula e é filtrado nos aviões. Cerca de 99,99% das partículas foram filtradas para fora da cabine em 6 minutos devido à rápida circulação de ar, ventilação de ar descendente e os sistemas de filtragem da aeronave.
O vírus foi removido pelos sistemas de filtragem de ar do avião 15 vezes mais rápido do que em uma casa e cinco ou seis vezes mais rápido do que o recomendado para salas de cirurgia de hospitais e quartos de isolamento de pacientes.
A United Airlines, que doou o tempo de voo para o estudo com o manequim, foi menos cautelosa do que os funcionários do Departamento de Defesa, saudando a nova pesquisa como um “marco”.
“Suas chances de exposição ao COVID-19 em uma aeronave da United são quase inexistentes, mesmo que seu voo esteja lotado”, disse Toby Enqvist, diretor de atendimento ao cliente da companhia aérea, em um comunicado.
Marinha do Brasil realiza evacuação aeromédica de tripulante em navio mercante a 150 milhas da costa
Bahia – Nos dias 27 e 28 de outubro de 2020, a Capitania dos Portos da Bahia (CPBA) do 2º Distrito Naval realizará o I Simpósio Virtual de Busca e Salvamento (SAR) com o intuito de aumentar e disseminar a mentalidade de Segurança Marítima e troca de experiências obtidas acerca das Operações SAR.
As inscrições são gratuitas e você pode realizar a sua CLICANDO AQUI. A programação do evento prevê as seguintes palestras:
Organização e Estrutura SAR na Marinha do Brasil.
Ações do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia nas atividades de Busca e Salvamento.
Ações da CPBA e Delegacias subordinadas como MRSC (Maritime Rescue Sub-centre).
Ações do Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia nas atividades de Busca e Salvamento.
Utilização da modelagem numérica e dados meteoceanográficos para auxílio às buscas.
As palestras acontecerão de forma virtual através da plataforma webex.
Marinha e FAB resgatam tripulante de navio mercante com suspeita de COVID-19 a 65 km da costa de Maceió, AL.
SALVAMAR
O Serviço de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil (SALVAMAR) foi criado em 1º de março de 1970, pelo Aviso Ministerial nº N-0201, de 20 de fevereiro do mesmo ano. O serviço tem como objetivo a salvaguarda da vida humana no mar, nos portos e nas vias navegáveis interiores, em cerca de 14,2 milhões de km² de área marítima, correspondentes a 1,6 vezes a área do território nacional, somados às vias navegáveis interiores; que englobam as bacias fluviais, baías, lagos e açudes.
Além de sua estrutura, a Marinha do Brasil conta com o apoio da Força Aérea Brasileira, Polícias Civis e Militares, Corpo de Bombeiros Militares, Defesa Civil, iates clubes, marinas, praticagem, e comunidades pesqueiras.
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
Alemanha – “O resgate aéreo com multicópteros tripulados (eVTOL) é possível, sensato e melhora o atendimento médico emergencial da população“. Este é o resultado do primeiro estudo de viabilidade do mundo sobre o uso de multicópteros tripulados no serviço de resgate, publicado em outubro de 2020.
O estudo de aproximadamente 130 páginas foi iniciado no final de 2018 pelo ADAC Air Rescue, financiado pela Fundação ADAC. O foco do projeto de pesquisa em cooperação com a empresa Volocopter tinha como questão: O sistema de serviço de resgate pode ser melhorado e preparado para o futuro com o uso de multicópteros como um atendimento médico de emergência rápido?
Multicópteros são novas aeronaves de decolagem vertical com múltiplos rotores elétricos, também denominados de eVTOL (electric – Vertical Take-Off and Landing). Até agora, as aeronaves foram desenvolvidas principalmente como táxis voadores no setor civil. Para o estudo, o multicóptero não se destina expressamente a substituir o helicóptero de resgate, mas atua como complemento na operação.
Depois de quase um ano e meio de pesquisas, foi comprovada vantagem tática dos multicópteros no serviço de resgate. Segundo o estudo, melhorias significativas ocorrem no atendimento de emergência em um raio operacional de 25 a 30 quilômetros.
Nesse caso, a velocidade de voo ideal do multicóptero deve ser de 100 a 150 km/h e o alcance mínimo em torno de 150 quilômetros. Essas condições ideais seriam tecnicamente possíveis em cerca de quatro anos.
Com os multicópteros apropriados, os médicos de emergência podem não apenas estar no local mais rápido, mas também alcançar um número significativamente maior de pacientes em uma área de atendimento mais ampla. O trabalho do médico torna-se mais eficaz e o multicóptero passa a ser um meio adequado no combate à escassez de profissionais de saúde especializados em emergência em muitos locais. Este foi o achado mais importante para os autores do estudo.
No contexto, o tempo de chegada do médico de emergência se deteriorou em quase 40% em média nacional nos últimos 20 anos. Um efeito colateral positivo: o helicóptero de resgate também pode ser usado de forma ainda mais eficaz, porque em cerca de 60% dos casos ele funciona puramente como um serviço médico de emergência e pode ser utilizado como meio de transporte para hospitais mais distantes.
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ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
Resultados das simulações computacionais do INM Munique promissor
Para o estudo, o Instituto de Medicina de Emergência e Gestão Médica da Ludwig Maximilians University em Munique (INM) realizou mais de 26.000 operações de emergências simuladas no computador, com diferentes cenários.
O eVTOL utilizado nos testes simulados foi o VoloCity da Volocopter. Este multicóptero deverá estar pronto para o mercado em um estágio inicial e com 18 rotores instalados, é particularmente seguro contra falhas. Segundo o estudo, sua vantagem é maior no campo do que na cidade. Comparado a um helicóptero de resgate, o multicóptero é mais silencioso e tem emissões mais baixas.
Projeto de pesquisa com a empresa Volocopter entrará em operação de teste em 2023
A operação de teste está planejada para 2023 e deve ocorrer nos Estados da Baviera e de Renânia-Palatinado. Além dos requisitos médicos e técnicos para uma operação de teste, a eficiência econômica também foi examinada. Os fabricantes do estudo acreditam que uma operação econômica é possível. Os custos para isso são bastante baixos em comparação com os requisitos de investimento geralmente elevados no sistema de saúde.
O estudo também examinou a viabilidade jurídica. Não observaram obstáculos intransponíveis sob a lei da aviação ou serviços de resgate. O estudo mostra os ajustes necessários. Para poder melhorar o serviço de resgate de uma forma relevante para o sistema, as questões legais devem ser esclarecidas em um estágio inicial, conforme apontaram os gerentes do projeto aos políticos e autoridades da aviação.
Do ponto de vista social, as novas tecnologias podem ajudar a expandir ainda mais a Alemanha como um local para inovação, dizem os especialistas. A utilização de multicópteros no serviço de resgate pode servir de incubadora para outros possíveis usos dessa tecnologia.
Na Alemanha, com base nos resultados da pesquisa e no status dos desenvolvimentos técnicos, uma rede nacional de até 250 bases de multicópteros (eVTOL) pode ser criada até o ano 2050, de acordo com a previsão otimista do gerente do projeto.
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ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Fabryinfo@foto-fabry.de
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
Mato Grosso – Nos meses de setembro e outubro o Governo do Mato Grosso, conforme publicações no Diário Oficial, renovou dois contratos que mantém com a empresa Abelha Taxi Aéreo e Manutenção Ltda. Um deles refere-se a serviços de transporte de pacientes críticos em UTI Aérea e outro para serviços de fretamento de aeronave tipo jato.
Além desses contratos, em função da pandemia provocada pelo novo coronavírus, o Governo realizou contratação emergencial por dispensa de licitação para transporte aeromédico de pacientes com COVID-19. A empresa vencedora foi a Abelha Taxi Aéreo.
Assim, o Governo manterá nesse período dois contratos de transporte de pacientes críticos em UTI Aérea com a mesma empresa; o emergencial pelo valor de R$ 16.887.000,00 e o que já possui pelo valor de R$ R$ 18.467.623,63.
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Segundo o Governo, com a pandemia foi necessário realizar a nova licitação para atender a demanda de transporte de pacientes com COVID-19. Embora exista o contrato atual e um convênio com o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), que possui avião configurado como UTI Aérea, em razão da pandemia, essa estrutura não consegue atender a demanda da Secretaria de Saúde.
Além desses contratos de transporte de pacientes críticos, o Governo também renovou com a mesma empresa o serviço de fretamento de aeronave tipo jato. O 3º Aditivo foi assinado em outubro e o contrato foi prorrogado por mais 12 meses. Em Abril de 2020 o Governo havia realizado um 2º Termo Aditivo aumentado em 25% o valor do contrato, passando de R$ 780.000,00 para R$ 975.000,00.
A empresa Abelha Taxi Aéreo vem realizando diversos transportes de pacientes com COVID-19, buscando inclusive novas tecnologias para atender a demanda com segurança. É o caso do uso da “bolha de respiração individual”.
Esse é o único modelo de “capacete” fabricado no Brasil aprovado pela ANVISA e que a empresa passou a utilizar em seus serviços de transporte aeromédico. Outro equipamento utilizado pelos operadores aeromédicos é a capsula de isolamento de paciente, porém ela exige maior espaço de cabine nas aeronaves. (Saiba mais)
Abelha Táxi-Aéreo e Aeromédico passa a usar bolha de respiração individual no transporte de pacientes com COVID-19.
No dia do aviador Minas Gerais comemora com a primeira piloto policial cívil do Brasil. Foto: Divulgação
Minas Gerais – A paixão em ter os pés fora do chão. Isso é o que move a profissão comemorada na sexta-feira (23), Dia do Aviador. Um dos braços da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a equipe que integra a Coordenação Aerotática (CAT) é responsável pelo apoio aéreo de operações policiais, combate a incêndios florestais, transporte de órgãos para transplantes, além de atuar em resgates de pessoas que precisam de cuidados médicos.
Entre os aviadores da CAT, destaca-se a primeira mulher copilota a exercer a função na Polícia Civil. Janaína Leite Moreira entrou na PCMG há 13 anos, tornou-se aviadora em 2011 e, desde 2013, atua em missões aéreas. “Cada vez mais, as mulheres estão independentes, conquistando mais espaço e alçando voos mais altos”, orgulha-se.
No dia do aviador, Polícia Civil de Minas Gerais comemora com a primeira pilota da Unidade Aérea. Foto: Divulgação
O chefe de operações da CAT, piloto Marcos Vagner da Silva, aponta que é preciso gostar muito da função para atuar na área, caso em que ele se enquadra já que, desde criança, sonhava em pilotar. “Eu tinha 6 anos quando fiz o meu primeiro voo, em um avião de instrução com um piloto, amigo da minha família. Naquela época, eu comecei a sonhar com a profissão. Ganhei um aviãozinho de metal que guardo até hoje”, lembra.
Janaína concorda quando o assunto é realização profissional: “É uma satisfação trabalhar naquilo que sonhei, que eu gosto”, destaca.
Missões
Com tantas missões aéreas já realizadas pela PCMG, o coordenador da CAT, delegado Felipe Forjaz, reforça que a profissão de aviador contribui na atuação da Polícia Civil e em importantes demandas institucionais. Uma das ações recentes, lembrada pelo delegado, foi o apoio oferecido, neste mês, no combate ao incêndio no Parque Estadual do Itacolomi, em Ouro Preto, região Central do estado. “A PCMG compõe a força-tarefa prévia incêndio, que é uma força composta por nós e instituições como Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e IEF, entre outras”, descreve.
Força Aérea Brasileira coordena cerca de 300 voos por dia nas buscas às vitimas em Brumadinho, MG
Marcos Vagner recorda que um dos trabalhos que marcou sua trajetória de 17 anos como piloto na PCMG foi o apoio em Brumadinho, no rompimento da Barragem da Mina do Córrego do Feijão. “Trabalhamos em cerca de 30 missões no apoio aéreo, totalizando mais de 90 horas de voo”.
Janaína recorda a missão de estreia: “A minha primeira operação foi cumprimento de busca e apreensão. Tinha a situação de que a gente já estava sabendo que os procurados poderiam tentar fugir e era a primeira operação real da minha carreira. O comandante me deu todo o apoio, os tripulantes também. É um momento que fica marcado”.
Data
A data 23/10 foi instituída como Dia do Aviador pela Lei nº 218, de 4 de julho de 1936, mesmo dia em que, no ano de 1906, Santos Dumont fez o 14-bis voar pela primeira vez em Paris, na França.
Equipe do SAMU e da Policia Civil de Minas Gerais resgatam vítima de acidente de trânsito na BR-381.
Neste ano Força Aérea Brasileira, já transportou 170 órgãos para transplantes. Foto: Divulgação
Brasil – A qualquer hora do dia ou da noite uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) pode ser acionada para transportar um órgão que vai salvar uma vida. Na sexta-feira (23), quando foi celebrado o Dia da Força Aérea Brasileira, a corporação também comemorou a marca de 170 órgãos transportados este ano.
A FAB mantém uma aeronave permanentemente disponível para o trabalho de levar os órgãos ou tecidos até local onde está o receptor. Em muitos casos, o transporte é fundamental para que o processo de transplante aconteça. O acionamento de uma aeronave ocorre de acordo com a demanda repassada pelo Ministério da Saúde, que coordena o Sistema Nacional de Transplantes.
A partir de então, é ativada uma cadeia de eventos. É preciso checar as condições de pouso no aeroporto de destino, acionar a tripulação e avisar ao controle de tráfego aéreo que se trata de um transporte de órgãos, o que dá ao avião prioridade para procedimentos de pouso e decolagem.
De acordo com a FAB, há tripulações de sobreaviso nos Esquadrões de Transporte, em tempo integral, em todo o Brasil. Assim que o Sistema Nacional de Transplantes recebe as informações iniciais para a captação de um determinado órgão, a FAB é acionada e aloca os meios mais próximos para cumprir a missão de transporte.
Só neste ano de 2020, de janeiro a setembro, a FAB já transportou 170 órgãos. Em 2019, foram 167 órgãos transportados. Nos últimos quatro anos de trabalho, a FAB já ajudou a salvar 933 vidas.
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Neste ano Força Aérea Brasileira, já transportou 170 órgãos para transplantes. Foto: Divulgação
Neste ano Força Aérea Brasileira, já transportou 170 órgãos para transplantes. Foto: Divulgação
Neste ano Força Aérea Brasileira, já transportou 170 órgãos para transplantes. Foto: Divulgação
Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Roraima – Pela segunda vez neste ano, os Ministérios da Defesa e da Saúde prestam apoio aos moradores das Terras Indígenas de Roraima no combate ao novo coronavírus. Na segunda-feira (19), profissionais de saúde das Forças Armadas retornam para o extremo norte do País, para atuar em aldeias localizadas no entorno dos Polos Bases de Auaris, Surucucu e Boa Vista, na parte oeste do Estado, onde vivem cerca de 11 mil indígenas.
Denominada Missão Roraima II, a operação interministerial também leva para a região 4 toneladas de materiais, entre equipamentos de proteção individual (EPI), medicamentos e testes para a Covid-19.
Seguem para a região 15 médicos, sendo 10 clínicos gerais, dois ginecologistas, um pediatra, um infectologista, três enfermeiros, seis técnicos de enfermagem, dois veterinários e um auxiliar de veterinário, oriundos de Organizações Militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, do Distrito Federal e de diversos estados do Brasil.
Com vasta experiência em saúde operacional e em missões na região Amazônica, a Capitão Fabiola Cristine Marques, médica ginecologista da Aeronáutica e chefe da Aeromédica em São José dos Campos, São Paulo, é uma das integrantes da missão.
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Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Ministérios da Defesa e da Saúde realizam mais uma missão de combate ao COVID-19 em Terras Indígenas de Roraima. Foto: Antônio Oliveira
Ela destaca a importância da assistência humanitária em saúde, desenvolvida desde os primórdios das linhas do Correio Aéreo Nacional (CAN), na década de 40, por meio de Ações Cívico-Sociais (ACISOs), na Região Amazônica. Agora, em virtude da Covid-19, essas ações são ainda mais necessárias para a garantia da saúde da população de origem indígena nessa região.
Os indígenas da região a ser atendida são da etnia Yanomami. Considerada uma população de recente contato, vivem na floresta amazônica, em locais de difícil acesso. Graças à grande capilaridade e ao alto poder logístico das Forças Armadas, aliados ao trabalho da Secretaria Especial de Saúde Indígena, do Ministério da Saúde, é possível proporcionar esse reforço à saúde dessa população.
A previsão é de que sejam atendidos cerca de 3 mil indígenas das aldeias Arauthaú, Parafuri, Kaianaú, Alto Mucajaí e Baixo Mucajaí, além das comunidades que vivem no entorno dos PEF de Auaris e de Surucucu.
Conforme ocorreu na missão anterior, realizada no início deste mês, no Maranhão, também seguem para Roraima dois médicos veterinários militares, que irão realizar ações de vigilância epidemiológica e controle de zoonoses, doenças transmitidas pelos animais aos homens. Serão realizadas pesquisas de vetores de zoonoses, a profilaxia nos animais e a análise dos fatores ambientais que contribuem para a ocorrência dessas doenças.
Segurança
Para realizar o atendimento aos indígenas de forma segura neste momento de pandemia, é seguido rigoroso protocolo de testagem e isolamento de todos os militares que participam da missão. Além da realização de teste rápido imunológico (IgM/IgG) para CoViD-19 e exame clínico, com verificação e anotação de temperatura, oximetria, dados vitais e ausência de sinais/sintomas de síndrome gripal, toda equipe é submetida a controle sanitário antes do embarque.
Força Aérea realiza missão Roraima II para combate ao COVID 19 em terras indígenas dos polos bases, Auaris, Surucucu e Boa Vista. Foto: Antônio Oliveira
CIOPAER e SAMU transportam militar ferido acidentalmente por disparo de arma de fogo para Rio Branco, AC. Foto: Divulgação.
Acre – O Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) da Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), foi mais uma vez acionado para auxiliar em uma operação de resgate de paciente. Na última segunda-feira (19), utilizando o Harpia 02, avião modelo Sêneca, a equipe do CIOPAER transladou, de Assis Brasil para Rio Branco, uma vítima de disparo de arma de fogo.
Segundo informações da PM, a vítima, que é um militar, estava com a arma na cintura lavando um carro à frente da residência onde mora e, ao se abaixar, houve um disparo acidental. O coordenador do CIOPAER, Nicke Trindade, explicou que a solicitação partiu do Comando-Geral da Polícia Militar, porque o paciente era um policial lotado no Batalhão da fronteira.
Depois de receber o pedido de resgate, o CIOPAER designou a tripulação para a tarefa, que foi realizada em menos de duas horas. De carro, o transporte da vítima até a capital iria demorar mais de oito horas. Com apoio do SAMU, o paciente, já estabilizado, deu entrada no pronto-socorro da capital, onde foi atendido e permanece internado.
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CIOPAER e SAMU transportam militar ferido acidentalmente por disparo de arma de fogo para Rio Branco, AC. Foto: Divulgação.
CIOPAER e SAMU transportam militar ferido acidentalmente por disparo de arma de fogo para Rio Branco, AC. Foto: Divulgação.
CIOPAER e SAMU transportam militar ferido acidentalmente por disparo de arma de fogo para Rio Branco, AC. Foto: Divulgação.
CIOPAER e SAMU transportam militar ferido acidentalmente por disparo de arma de fogo para Rio Branco, AC. Foto: Divulgação.
No dia do aviador e da Força Aérea conheça os homens e mulheres que não medem esforços e "vivem de prontidão" para salvar vidas. Foto: Wilhan Campos/FAB
Brasil – Pelos ares, no comando de aeronaves, militares da Força Aérea Brasileira (FAB) cruzam o céu do país em missões especiais. Em comemoração ao Dia do Aviador, celebrado nesta sexta-feira (23).
A data é lembrada na corporação em homenagem ao primeiro voo do 14-Bis, realizado em 1906 pelo brasileiro Alberto Santos-Dumont, no Campo de Bagatelle, na França.
Na FAB, os militares atuam no transporte de órgãos para transplante, assim como lançamento de água para combater incêndios que atingem o Pantanal. Só nos primeiros 14 dias de outubro, 2.536 focos de queimadas destruíram parte do bioma.
Em outra missão, aeronaves decolam para levar insumos à população no combate à Covid-19. As ações também envolvem descontaminação de espaços públicos, doações de sangue, transporte de medicamentos e equipamentos de saúde. Confira relatos:
Transporte de órgãos para salvar vidas
Baseado em Brasília, o tenente-coronel Christiano Pereira Haag, de 42 anos, traz no currículo seis mil horas de voo. Ele é o comandante do Esquadrão de Transporte Aéreo da capital, responsável por levar órgãos de doadores a pacientes que há anos aguardam pela possibilidade de uma vida nova.
Tenente-Coronel Aviador Christiano Pereira Haag, da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB
“Transportar um órgão para transplante é uma das missões mais nobres da FAB […] levar esperança de vida para uma pessoa, certamente nos remete à sensação de dever cumprido”, disse.
De janeiro a setembro desse ano, a Força Aérea foi acionada para 151 missões do tipo. Ao todo, 170 órgãos foram transportados, entre fígado (91), coração (40) e rins (33). Nos últimos quatro anos, 993 vidas foram salvas com as doações.
De dentro da aeronave, o coronel Haag é responsável por operar o avião U-100 Phenom. O amor à profissão, na definição do militar, “resume bem como é viver em prontidão”. Em todo país, o transporte de órgãos ocorre 24 horas por dia, sem interrupção.
“Não há motivo maior de orgulho em saber que as suas ações refletirão em esperança e vida para um brasileiro que necessita.”
Pilota de aeronaves
Em função semelhante ao do coronel, a capitão aviadora Bruna Nascentes Teles, de 32 anos, também comanda aeronaves da FAB. A militar ingressou na corporação em 2008, e compartilha do sentimento de prontidão que a profissão exige.
“A partir do momento que somos acionados para alguma missão, sabemos que a vida de alguém depende da nossa agilidade, e por isso é muito gratificante e também uma enorme responsabilidade cumprir a missão, independente do dia ou do horário”, conta.
Capitão aviadora Bruna Nascentes Teles, de 32 anos, da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB
Ao ser perguntada sobre o sentimento ao sair de casa todos os dias para o trabalho, a capitão fala em “gratidão”.
“É muito gratificante saber que estou contribuindo para salvar uma vida. Sempre que possível tento entrar em contato com alguém da equipe médica para saber se o transplante deu certo.”
Combate a incêndios no Pantanal
Em outra missão, como piloto do C-130 Hércules, o capitão Ítalo Holanda De Oliveira, baseado no Rio de Janeiro, comanda o esquadrão que atua no combate a focos de incêndio no Pantanal. As queimadas na região duram mais de dois meses. De acordo com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) Prevfogo, a área destruída representa 26% do bioma.
Na aeronave da FAB, um sistema lança água sob pressão nos locais atingidos pelo fogo. A capacidade de lançamento é de até 12 mil litros de água a cada abastecimento.
Linga de fogo no Pantanal de MS. Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Marcadas na memória, o capitão Ítalo traz as lembranças de uma ação recente de combate ao fogo no Pantanal. Além de ajudar no preservação da fauna e da flora, ele lembra de ajudar brigadistas a escaparem do incêndio.
“Um grupo de brigadistas, que estava atuando em solo, ficou cercado pelo fogo enquanto realizava o trabalho no local. Nós fomos acionados para auxiliá-los”, lembra Ítalo.
O avião em que estava, o C-130, executou o lançamento de água, o que possibilitou que o helicóptero de resgate se aproximasse dos brigadistas, que conseguiram sair ilesos da mata. “Foi muito satisfatório”, diz.
Capitão Italo Holanda De Oliveira, integrante do Esquadrão Gordo, da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB
“De alguma forma, nós estamos ajudando a garantir um bem comum, que é a preservação do meio ambiente, das nossas riquezas naturais e que futuras gerações tenham a oportunidade de usufruir da nossa biodiversidade.”
Transporte de EPIs durante a pandemia
A Operação Covid-19, coordenada pelo Ministério da Defesa, mobiliza militares por todo o Brasil. Homens e mulheres das Forças Armadas atuam no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, em apoio à população.
As ações envolvem descontaminação de espaços públicos, doações de sangue, transporte de medicamentos e equipamentos de saúde. Na execução dessas atividades, a tenente aviadora Mariana de Bustamante Fontes, de 24 anos, serve no Esquadrão Harpia e opera o helicóptero H-60L Black Hawk.
“Tenho orgulho de levar apoio para onde muitas vezes ninguém mais chega. Dedico minha vida a cumprir as mais nobres missões nas comunidades mais remotas do território brasileiro”, diz.
Tenente Mariana de Bustamante Fontes, de 24 anos, opera helicóptero da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB
Nesses locais, principalmente da Amazônia, o trabalho da militar é essencial, em apoio a populações isoladas. As aldeias atendidas por aeronaves da corporação são consideradas de difícil acesso por terra, e somente embarcações e helicópteros conseguem chegar.
“No caso das comunidades indígenas, as nossas tripulações têm um cuidado mais acentuado. Portanto, a interação é apenas com os chefes dessas comunidades”, explica a tenente.
“Sempre fomos muito bem recebidos e temos a certeza de que os equipamentos transportados para locais inóspitos demonstram o comprometimento de todos os aviadores em integrar cada vez mais o nosso país.”
Durante a pandemia, além de levar ajuda, os militares também precisam reforçar os cuidados com a própria saúde e, assim, evitar a disseminação do vírus entre colegas e os atendidos. Segundo a FAB, nas missões que envolvem proximidade com comunidades indígenas, os tripulantes são testados antes de cada decolagem, além de cumprirem as medidas sanitárias e uso de Equipamento de Proteção Individual (EPIs) durante os transportes.
Avião da FAB transporta 13 mil testes rápidos para diagnosticar Covid-19. Foto: FAB/Divulgação