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Paraná – As equipes aeromédicas do Serviço de Operações Aéreas do SAMU 192/SESA, Base Maringá, tiveram aumento nas ocorrências traumáticas na região noroeste do Paraná, especialmente entre a última semana de abril e a primeira de maio.

Em comparação a maio de 2019, ocorreu um aumento de 71% no número de resgates de vítimas graves em rodovias e em zonas rurais. Acidentes de trânsito, como capotamentos, colisões envolvendo motociclistas, colisões frontais e atropelamentos são os principais motivos de acionamento do helicóptero Saúde 10.

No início da tarde de sexta-feira (08), um jovem de 17 anos ficou preso às ferragens após colidir seu veículo GM/CELTA em uma árvore. O rapaz apresentava fratura exposta de fêmur e trauma torácico. Foi necessário o acionamento da equipe aeromédica do Saúde 10 do SAMU 192. O jovem foi encaminhado a um hospital em Ivaiporã para tratamento médico.

Além desse acidente, nos últimos dias, as equipes foram acionadas para outras ocorrências. Atenderam um capotamento na BR-369 com vítima em parada cardiorrespiratória. A vítima foi reanimada na cena do acidente, estabilizada e encaminhada ao Hospital Santa Casa, em Maringá.

No sábado (09), resgataram um motociclista na PR-218, próximo a Amaporã. A vítima apresentando traumatismo cranioencefálico (TCE) grave com necessidade de intervenção imediata na cena. No domingo (10), atenderam também uma colisão envolvendo motocicleta e caminhão em Marialva. A vítima da motocicleta apresentando trauma grave em fêmur direito e foi socorrida pela equipe aeromédica.

Nessas ocorrências, além das equipes do helicóptero, participam dos resgates profissionais de socorro das concessionárias de rodovias, ambulâncias municipais, bombeiros, agentes da Defesa Civil, socorristas do SAMU Noroeste, com o apoio da Polícia Militar ou da Polícia Rodoviária Federal.

Para o Gestor do SAMU Regional e Operador de Suporte Médico (OSM), Márcio Ronaldo, um fator que também deve ser considerado para o aumento dos atendimentos verificados pelos operadores na cena de resgate é a ansiedade, desrespeito às orientações dos profissionais e agressividade das pessoas. “ Provavelmente devido a situação de pandemia, economia e política, à população está extremamente ansiosa”, complementou.

Os profissionais que trabalham nessas atividades diárias reforçam a orientação para que as pessoas se mantenham seguras e respeitem as regras de trânsito e àquelas impostas em razão da pandemia.

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