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São Paulo – Na sexta-feira (17), um morador de Itapeva, interior de São Paulo, mobilizou a Polícia Militar e contou com a ajuda do helicóptero Águia 23 para fazer seu transporte para a capital paulista. O homem, que é médico ortopedista, era o primeiro da fila para receber um fígado e foi informado pela manhã por um hospital de São Paulo que havia um doador.

Porém, como ele mora a cerca de 300 quilômetros da cidade de São Paulo, precisou da ajuda do helicóptero Águia da PM para conseguir completar a viagem, pois de carro duraria cerca de quatro horas.

Após mobilizar helicóptero Águia, o morador de Itapeva conseguiu fazer transplante de fígado. Passou por cirurgia na capital paulista na noite de sexta-feira (17) e o procedimento terminou na manhã de sábado (18). A cirurgia foi um sucesso e o paciente continua internado para recuperação.

O paciente precisou contar com a ajuda da Polícia Militar para chegar até hospital e conseguir transplante — Foto: Polícia Militar/Divulgação.

O paciente contou que recebeu a ligação às 7h50 e logo saiu em direção ao Hospital de Transplantes Euryclides de Jesus Zerbini, em São Paulo, porém, ele precisaria chegar no hospital por volta das 11h. Caso não conseguisse, o órgão seria repassado para outro paciente e ele voltaria para o final da fila de transplante.

A Polícia Militar foi informada da urgência e agilizou o transporte dele com a aeronave. Parte do trajeto feito de carro, o paciente foi escoltado por uma viatura da PM. O Águia pousou pouco antes de 11h30 no aeroporto executivo Catarina, às margens da Rodovia Castello Branco, em São Roque (SP), onde se encontrou com o paciente e seguiu à capital paulista.

Aos 68 anos, ele explicou que o transplante de fígado é necessário por causa de cirrose. A família agradeceu o apoio. “Estou mandando essa mensagem para o pessoal da TV TEM para agradecer o suporte, apoio. Estamos ansiosos, mas queria também agradecer a Polícia Militar que deu suporte para ele chegar a tempo no hospital e também a família do doador, que está salvando vida. Doe órgãos, porque salva vidas.”, disse Matheus Machado, filho do paciente.

O paciente precisou contar com a ajuda da Polícia Militar para chegar até hospital e conseguir transplante — Foto: Polícia Militar/Divulgação.
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