GRAER/PR transporta criança com insuficiência respiratória para Curitiba

Na manhã desta quarta-feira (dia 17 de outubro), a equipe do GRAER de serviço na aeronave Falcão 04 (EC130 B4, prefixo PR-BOP), foi acionada para uma remoção aeromédica de urgência, a partir do Município de Paranaguá, no litoral paranaense. O paciente a ser transportado, uma criança do sexo masculino de apenas um ano de idade, apresentava quadro de insuficiência respiratória e suspeita de estar sob influência do vírus N1H1.

Como a criança necessitava de transporte emergencial para um hospital de maior complexidade, o helicóptero do GRAER deslocou para Paranaguá, pousando no aeroporto daquela cidade por volta do meio dia, onde aguardou a chegada da ambulância que trazia o paciente.

O hospital escolhido para receber a criança foi o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC), localizado no centro de Curitiba. Como essa instituição não possui heliponto, decidiu-se que a aeronave pousaria no campo de futebol do Colégio Estadual do Paraná, que fica ao lado do HC.

Por volta das 12h37min a aeronave decolou do litoral em direção à Capital Paranaense e, além da equipe de serviço, esteve presente no deslocamento um médico do Hospital de Paranaguá, Dr. Denis, que fez o acompanhamento clínico da criança durante o voo.

Trinta e cinco minutos depois, a aeronave pousou no campo de futebol do Colégio Estadual, em uma área previamente isolada. Perto do local de pouso, já estava uma ambulância que aguardava para remover a criança ao Hospital de Clínicas. O sucesso da missão foi marcado, além da rapidez no translado do paciente, pelo profissionalismo da tripulação e qualidade operacional do helicóptero utilizado.

Fotos: Divulgação

3 COMENTÁRIOS

  1. Parabéns a toda equipe envolvida na operação… Mais uma vez ficou claro a necessidade de apoio aéreo na missão de salvar vidas!!!! Abraço ao parceiro Maj. Sampaio
    Alan Freitas GTA-AP

  2. Bom dia, li na reportagem que tratava-se de Suspeita de vírus N1H1. Nestes casos para segurança biológica do pessoal envolvido no transporte, estes profissionais deveriam estar com mascaras apropriadas? Sou estudante da Área de Saúde e gostaria de saber se a criança encontrava-se entuba ou não? Obrigado.

    • Caro Carlos, não pertenço a equipe que fez o resgate, mas a foto é bastante clara mostrando a criança Intubada, conectada a AMBU com um HEMS (tipo de filtro bacteriológico que tambem aquece e umidifica o ar). O uso de mascaras tipo “bico de pato”, óculos e avental descartável não seria propriamente um exagero. A única falha que vejo na foto são a falta de luvas, que considero que mesmo sem secreção evidente e com pele integra seriam indispensáveis. Na nossa equipe o padrão para H1N1 e outros infecto-contagiosas é mascara bico de pato, avental descartável, óculos e luvas para toda tripulação. As mascaras deixam os pilotos pouco confortáveis e atrapalham um pouco a comunicação, exigindo mais atenção. Espero ter ajudado.

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