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São Paulo – Referência nacional e internacional em atendimento a urgências e emergências em centros urbanos, o Grupo de Resgate (GRAU) do Estado de São Paulo é mantido pela Secretaria de Saúde e trabalha integrado com o Corpo de Bombeiros e o Comando de Aviação da Polícia Militar. O serviço de resgate no Estado de São Paulo completou 30 anos em fevereiro desse ano.

Serviço de resgate de São Paulo.

Profissionais do Corpo de Bombeiros, Comando de Aviação e do GRAU, bem como vítimas socorridas por essas equipes foram o destaque da reportagem do Fantástico.  O médico Marconi e o enfermeiro Veríssimo Cardoso do GRAU foram entrevistados e ambos estão no serviço desde o começo, há 30 anos.

Entrevistado pelo repórter Ernesto Paglia, o enfermeiro Veríssimo contou o que o motiva no trabalho: “Eu acho que esse socorro nos dá essa adrenalina e isso me faz bem, isso me faz nascer e me dá juventude. Adoramos o que fazemos”, disse ele na ocasião.

O enfermeiro de 65 anos de idade está no GRAU há 30 anos. Depois da exibição da reportagem, o Coren-SP entrou em contato com Veríssimo, que tirou um tempo para deixar uma bela mensagem de reflexão a todos os profissionais de enfermagem. Confira:

Dr. Marconi e enfermeiro Veríssimo.

Bom dia a todos os enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Meu nome é Veríssimo, tenho 65 anos e estou há 30 anos no sistema Resgate 193, ou seja, desde o início. Todos os serviços são lindos, desde que você aceite com qualidade e responsabilidade.

Todos vocês são a continuidade disso tudo. Que todos vocês mantenham o espírito vibrando em qualquer lugar que vocês estejam atuando e não deixem as dificuldades tirarem a sua vontade de levar a enfermagem adiante.

Nós sempre vamos ter dificuldades, mas elas são muito pequenas para o tamanho da nossa profissão. Desde que comecei, há muitos anos, trabalhei em hospitais, montei muitos serviços, tentei ajudar em várias coisas e vários projetos, mas sempre deixei amigos por onde passei e atuei com respeito e responsabilidade.

Muitas coisas mudaram atualmente e muito irá mudar, pois é natural e temos que ter paciência, criticar menos e fazer mais, acreditar nas pessoas, fazer o bem acima de tudo. Temos que respeitar nosso grupo de enfermagem.

Acima de tudo isso nos dá energia, nos dá adrenalina, juventude para continuar a fazer o melhor. Enfermeiros, técnicos e auxiliares: não adianta criticar as pessoas que no momento estão atuando e sim tentar fazer a diferença para um ajudar o outro”.

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