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Goiás – O Grupo de Radiopatrulha Aérea (Graer) da Polícia Militar do Estado de Goiás foi acionado às 12h30 de sexta-feira (8) para transportar um coração de uma criança, vítima de morte traumática, do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugol) até o Aeroporto Santa Genoveva. O órgão tinha como destino São Paulo, onde outra criança aguardava por um transplante.

“Para a gente é um misto de emoções a realização de uma operação como essa”, afirma o Major Rodrigo Barbosa, que liderou o trabalho da equipe. “Ficamos tristes por um lado, pois alguém perdeu a vida, e alegres, porque podemos salvar outra pessoa”, avalia.

O major conta ainda que essa não é a primeira vez em que o grupo realizou transporte de órgãos, mas estes são casos extraordinários na rotina do Graer. Ele diz ainda que quando se trata de coração, cada minuto é muito valioso, “porque o órgão pode ficar em média três horas e meia fora do corpo”, diz. Sobre a idade das crianças, doadora e a receptora do transplante, o major não soube precisar. “Mas ambas têm menos de cinco anos”, finaliza.

Na capital paulista o órgão seguiu para outro hospital com o apoio do Águia da Polícia Militar de São Paulo, onde já havia expectativa para realização do procedimento. “Tal operação é uma verdadeira corrida contra o tempo, pois cada minuto perdido pode significar a não condição de recebimento do órgão”, informou o grupo goiano.

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