Pilotos de Goiás realizam treinamento na Academia da AgustaWestland Filadélfia/EUA

O Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar e Polícia Civil do Estado de Goiás enviaram pilotos das suas respectivas Corporações para participar, entre os dias 23 e 27 de julho, de um curso ministrado em inglês na Academia de Treinamento da Agusta Westland Philadelphia Corporation, nos Estados Unidos.

O curso foi oferecido de forma gratuita ao Estado pela Academia Agusta Westland. Participaram os oficiais Tenente Coronel HOFMANN Gomes Rodrigues, Major PM RICARDO MENDES e o delegado Andre GANGA da Policia Civil que realizaram os seguintes cursos:

1 – Reciclagem de Ground School para pilotos da aeronave AW119
2 – Reciclagem de voo para pilotos da aeronave AW119
3 – Voo de emergência: Auto-rotação completa na aeronave AW119.

Na oportunidade, além da parte teórica em sala de aula, foram realizadas diversas manobras no helicóptero AW119 – KOALA da Academia de Treinamento da Agusta Westland, simulando panes nos diversos sistemas, tais como:

1 – Panes do Sistema Hidráulico;
2 – Panes no helipilot – SAS 1 e 2;
3 – Panes de pedais, e
4 – Autorrotações com fechamento de manete de potência e pouso corrido.

O curso foi de suma importância para os pilotos, capacitando-os para as circunstâncias des panes em helicópteros, permitindo a ação imediata, segura e eficiente por parte dos pilotos, sendo o diferencial para sobrevida da tripulação e passageiros além da preservação do helicóptero.

Fonte: CBM/GO.

3 COMENTÁRIOS

  1. INSTRUÇÃO CONSTANTE É O GRANDE SEGREDO DO APRIMORAMENTO PROFISSIONAL NA AVIAÇÃO, E O ESTADO DE GOIÁS TEM DEMONSTRADO ISSO.
    PARABÉNS PELO INVESTIMENTO EM SEGURANÇA OPERACIONAL.
    E EM ESPECIAL AO TEN CEL BM HOFMANN, CONTEMPORÂNEO DOS ÁUREOS TEMPOS DE EDRA.
    QUE DEUS CONTINUE A ILUMINAR VOSSOS VOOS.
    CAP PMPE ROMILDO – ASP92.

  2. O treinamento em vôo, principalmente a primeira adaptação ao modelo deve ser realizado na fábrica, e preferencialmente em outra aeronave que não seja a adquirida. Assim, o piloto terá os ensinamentos praticos mais profundos e dentro do padrão estabelecido pelo fabricante. Esses pilotos serão os multiplicadores do conhecimento adquirido, portanto é importante que sejam bem formados.

    Complementa-se o treinamento na aeronave com o simulador para as emergencias, se o modelo tiver esse dispositivo à disposição.

    Não se pode mais admitir que o Estado gaste um montante consideravel para adquirir uma aeronave e não prover o adequado treinamento às tripulações não se pode mais sucumbir ante os arqgumentos falaciosos de que ao exigir treinamento junto com a aeronave, que se trata de dirigismo para essa ou aquela empresa licitante.

    Felizmente, percebo que há uma mudança de mentalidade pouco a pouco, na medida em que vejo aumentarem os contratos de treinamento para pilotos.

    No caso especial do modelo Esquilo, contamos com o treinamento da fábrica no Brasil, que pode ser complementado com treinamento de emergencias da EFAI (notória especialização) no Brasil e com treinamento em simulador do FTD (Flight Training Device) para emergencias e para tiro embarcado nos USA.

    MAURO AYRES – PLAH 0552

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