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Governo do Mato Grosso renova contrato de serviço para transporte de pacientes críticos em UTI Aérea

Mato Grosso – Nos meses de setembro e outubro o Governo do Mato Grosso, conforme publicações no Diário Oficial, renovou dois contratos que mantém com a empresa Abelha Taxi Aéreo e Manutenção Ltda. Um deles refere-se a serviços de transporte de pacientes críticos em UTI Aérea e outro para serviços de fretamento de aeronave tipo jato.

Além desses contratos, em função da pandemia provocada pelo novo coronavírus, o Governo realizou contratação emergencial por dispensa de licitação para transporte aeromédico de pacientes com COVID-19. A empresa vencedora foi a Abelha Taxi Aéreo.

Assim, o Governo manterá nesse período dois contratos de transporte de pacientes críticos em UTI Aérea com a mesma empresa; o emergencial pelo valor de R$ 16.887.000,00 e o que já possui pelo valor de R$ R$ 18.467.623,63.

Segundo o Governo, com a pandemia foi necessário realizar a nova licitação para atender a demanda de transporte de pacientes com COVID-19. Embora exista o contrato atual e um convênio com o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), que possui avião configurado como UTI Aérea, em razão da pandemia, essa estrutura não consegue atender a demanda da Secretaria de Saúde.

Além desses contratos de transporte de pacientes críticos, o Governo também renovou com a mesma empresa o serviço de fretamento de aeronave tipo jato. O 3º Aditivo foi assinado em outubro e o contrato foi prorrogado por mais 12 meses. Em Abril de 2020 o Governo havia realizado um 2º Termo Aditivo aumentado em 25% o valor do contrato, passando de R$ 780.000,00 para R$ 975.000,00.

COVID-19

A empresa Abelha Taxi Aéreo vem realizando diversos transportes de pacientes com COVID-19, buscando inclusive novas tecnologias para atender a demanda com segurança. É o caso do uso da “bolha de respiração individual”.

Esse é o único modelo de “capacete” fabricado no Brasil aprovado pela ANVISA e que a empresa passou a utilizar em seus serviços de transporte aeromédico. Outro equipamento utilizado pelos operadores aeromédicos é a capsula de isolamento de paciente, porém ela exige maior espaço de cabine nas aeronaves. (Saiba mais)

Abelha Táxi-Aéreo e Aeromédico passa a usar bolha de respiração individual no transporte de pacientes com COVID-19.

CIOPAER e SAMU transportam militar ferido acidentalmente por disparo de arma de fogo para Rio Branco, AC

Acre – O Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) da Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), foi mais uma vez acionado para auxiliar em uma operação de resgate de paciente. Na última segunda-feira (19), utilizando o Harpia 02, avião modelo Sêneca, a equipe do CIOPAER transladou, de Assis Brasil para Rio Branco, uma vítima de disparo de arma de fogo.

Segundo informações da PM, a vítima, que é um militar, estava com a arma na cintura lavando um carro à frente da residência onde mora e, ao se abaixar, houve um disparo acidental. O coordenador do CIOPAER, Nicke Trindade, explicou que a solicitação partiu do Comando-Geral da Polícia Militar, porque o paciente era um policial lotado no Batalhão da fronteira.

Depois de receber o pedido de resgate, o CIOPAER designou a tripulação para a tarefa, que foi realizada em menos de duas horas. De carro, o transporte da vítima até a capital iria demorar mais de oito horas. Com apoio do SAMU, o paciente, já estabilizado, deu entrada no pronto-socorro da capital, onde foi atendido e permanece internado.

No dia do aviador e da FAB, conheça homens e mulheres que cruzam o céu do país para salvar vidas

Brasil – Pelos ares, no comando de aeronaves, militares da Força Aérea Brasileira (FAB) cruzam o céu do país em missões especiais. Em comemoração ao Dia do Aviador, celebrado nesta sexta-feira (23).

A data é lembrada na corporação em homenagem ao primeiro voo do 14-Bis, realizado em 1906 pelo brasileiro Alberto Santos-Dumont, no Campo de Bagatelle, na França.

Na FAB, os militares atuam no transporte de órgãos para transplante, assim como lançamento de água para combater incêndios que atingem o Pantanal. Só nos primeiros 14 dias de outubro, 2.536 focos de queimadas destruíram parte do bioma.

Em outra missão, aeronaves decolam para levar insumos à população no combate à Covid-19. As ações também envolvem descontaminação de espaços públicos, doações de sangue, transporte de medicamentos e equipamentos de saúde. Confira relatos:

Transporte de órgãos para salvar vidas

Baseado em Brasília, o tenente-coronel Christiano Pereira Haag, de 42 anos, traz no currículo seis mil horas de voo. Ele é o comandante do Esquadrão de Transporte Aéreo da capital, responsável por levar órgãos de doadores a pacientes que há anos aguardam pela possibilidade de uma vida nova.

Tenente-Coronel Aviador Christiano Pereira Haag, da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB

“Transportar um órgão para transplante é uma das missões mais nobres da FAB […] levar esperança de vida para uma pessoa, certamente nos remete à sensação de dever cumprido”, disse.

De janeiro a setembro desse ano, a Força Aérea foi acionada para 151 missões do tipo. Ao todo, 170 órgãos foram transportados, entre fígado (91), coração (40) e rins (33). Nos últimos quatro anos, 993 vidas foram salvas com as doações.

De dentro da aeronave, o coronel Haag é responsável por operar o avião U-100 Phenom. O amor à profissão, na definição do militar, “resume bem como é viver em prontidão”. Em todo país, o transporte de órgãos ocorre 24 horas por dia, sem interrupção.

“Não há motivo maior de orgulho em saber que as suas ações refletirão em esperança e vida para um brasileiro que necessita.”

Pilota de aeronaves

Em função semelhante ao do coronel, a capitão aviadora Bruna Nascentes Teles, de 32 anos, também comanda aeronaves da FAB. A militar ingressou na corporação em 2008, e compartilha do sentimento de prontidão que a profissão exige.

“A partir do momento que somos acionados para alguma missão, sabemos que a vida de alguém depende da nossa agilidade, e por isso é muito gratificante e também uma enorme responsabilidade cumprir a missão, independente do dia ou do horário”, conta.

Capitão aviadora Bruna Nascentes Teles, de 32 anos, da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB

Ao ser perguntada sobre o sentimento ao sair de casa todos os dias para o trabalho, a capitão fala em “gratidão”.

“É muito gratificante saber que estou contribuindo para salvar uma vida. Sempre que possível tento entrar em contato com alguém da equipe médica para saber se o transplante deu certo.”

Combate a incêndios no Pantanal

Em outra missão, como piloto do C-130 Hércules, o capitão Ítalo Holanda De Oliveira, baseado no Rio de Janeiro, comanda o esquadrão que atua no combate a focos de incêndio no Pantanal. As queimadas na região duram mais de dois meses. De acordo com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) Prevfogo, a área destruída representa 26% do bioma.

Na aeronave da FAB, um sistema lança água sob pressão nos locais atingidos pelo fogo. A capacidade de lançamento é de até 12 mil litros de água a cada abastecimento.

Linga de fogo no Pantanal de MS. Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Marcadas na memória, o capitão Ítalo traz as lembranças de uma ação recente de combate ao fogo no Pantanal. Além de ajudar no preservação da fauna e da flora, ele lembra de ajudar brigadistas a escaparem do incêndio.

“Um grupo de brigadistas, que estava atuando em solo, ficou cercado pelo fogo enquanto realizava o trabalho no local. Nós fomos acionados para auxiliá-los”, lembra Ítalo.

O avião em que estava, o C-130, executou o lançamento de água, o que possibilitou que o helicóptero de resgate se aproximasse dos brigadistas, que conseguiram sair ilesos da mata. “Foi muito satisfatório”, diz.

Capitão Italo Holanda De Oliveira, integrante do Esquadrão Gordo, da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB

“De alguma forma, nós estamos ajudando a garantir um bem comum, que é a preservação do meio ambiente, das nossas riquezas naturais e que futuras gerações tenham a oportunidade de usufruir da nossa biodiversidade.”

Transporte de EPIs durante a pandemia

A Operação Covid-19, coordenada pelo Ministério da Defesa, mobiliza militares por todo o Brasil. Homens e mulheres das Forças Armadas atuam no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, em apoio à população.

As ações envolvem descontaminação de espaços públicos, doações de sangue, transporte de medicamentos e equipamentos de saúde. Na execução dessas atividades, a tenente aviadora Mariana de Bustamante Fontes, de 24 anos, serve no Esquadrão Harpia e opera o helicóptero H-60L Black Hawk.

“Tenho orgulho de levar apoio para onde muitas vezes ninguém mais chega. Dedico minha vida a cumprir as mais nobres missões nas comunidades mais remotas do território brasileiro”, diz.

Tenente Mariana de Bustamante Fontes, de 24 anos, opera helicóptero da FAB. Foto: Wilhan Campos/FAB

Nesses locais, principalmente da Amazônia, o trabalho da militar é essencial, em apoio a populações isoladas. As aldeias atendidas por aeronaves da corporação são consideradas de difícil acesso por terra, e somente embarcações e helicópteros conseguem chegar.

“No caso das comunidades indígenas, as nossas tripulações têm um cuidado mais acentuado. Portanto, a interação é apenas com os chefes dessas comunidades”, explica a tenente.

“Sempre fomos muito bem recebidos e temos a certeza de que os equipamentos transportados para locais inóspitos demonstram o comprometimento de todos os aviadores em integrar cada vez mais o nosso país.”

Durante a pandemia, além de levar ajuda, os militares também precisam reforçar os cuidados com a própria saúde e, assim, evitar a disseminação do vírus entre colegas e os atendidos. Segundo a FAB, nas missões que envolvem proximidade com comunidades indígenas, os tripulantes são testados antes de cada decolagem, além de cumprirem as medidas sanitárias e uso de Equipamento de Proteção Individual (EPIs) durante os transportes.

Avião da FAB transporta 13 mil testes rápidos para diagnosticar Covid-19. Foto: FAB/Divulgação

Bebê é levada em avião do Corpo de Bombeiros de Rondônia para realizar cirurgia cardíaca em Porto Alegre, RS

Rondônia – Na noite de terça-feira (13), uma equipe do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO) realizou transporte aeromédico de uma bebê de 06 meses de Porto Velho (RO), para Porto Alegre (RS).

A criança e sua acompanhante foram levadas no avião Grand Caravan, Resgate 03, para Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, a fim de ser submetida a procedimento cirúrgico cardíaco. A aeronave do Corpo de Bombeiros é equipada com Kit aeromédico para transporte de pacientes e durante todo o voo uma equipe de saúde acompanhou a criança, que estava em uma incubadora.

Em Porto Alegre, bombeiros militares do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul aguardavam no Aeroporto Internacional Salgado Filho, de onde a bebê seguiu de ambulância para o Hospital. A aeronave pernoitou no hangar do Batalhão de Aviação da Brigada Militar para retorno da equipe no dia seguinte a Porto Velho, RO.

Menino com 40% do corpo queimado é transportando de avião para tratamento em Florianópolis, SC

Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou nesta terça-feira (06), o transporte aeromédico de um paciente queimado da cidade de São Miguel do Oeste para Florianópolis.

Um menino de 7 anos sofreu acidente doméstico com rede de energia elétrica e teve queimaduras em 40% da superfície corporal. O garoto foi embarcado no avião Arcanjo 04 que seguiu para o aeródromo Hercílio Luz, em Florianópolis, onde uma ambulância do SAMU aguardava para transportá-lo até o Hospital Infantil Joana de Gusmão.

Força Aérea Portuguesa realizou na última semana 14 missões aeromédicas e 3 transportes de órgãos

Portugal – A Força Aérea Portuguesa, através de suas Esquadras, realizou na última semana mais de 14 transportes aeromédicos e três transportes de órgãos para transplante, além de 23 missões de apoio ao combate a incêndios.

Na sexta-feira (18), a Esquadra Linces realizou mais um transporte de órgão para transplante em território nacional. Foi utilizado o avião Falcon 50 para a missão.

No total foram transportados 17 pacientes em oito missões entre ilhas no arquipélago dos Açores e seis entre ilhas no arquipélago da Madeira.

Em um transporte diferente, três peixes-bois são levados de avião para tratamento em Santarém, PA

Pará – A manhã de quarta-feira (16), agentes do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) realizaram um transporte diferente. Três filhotes de peixes-bois-da-Amazônia (Trichechus inunguis) foram resgatados em Limoeiro do Ajuru, Cametá e Santa Cruz do Arari e precisavam ser levados de Belém para Santarém.

Uma fêmea de aproximadamente dois anos e meio e dois machos de sete e dez meses, foram resgatados em 2018, 2019 e 2020 ainda nos primeiros meses de vida e estavam na base do Instituto Biologia e Conservação dos Mamíferos Aquáticos da Amazônia (Bioma), da Universidade Rural da Amazônia (Ufra), em Belém.

Em um transporte diferente, três peixes-boi são levados de avião para tratamento em Santarém, PA. Foto: Divulgação

Em função de dificuldades financeiras, não era mais possível manter os animais no espaço. Foi necessário, então, transferi-los para a ZooUnama, em Santarém, onde há um centro de reabilitação e manutenção de animais resgatados.

O transporte aéreo foi recomendado por oferecer maior segurança aos animais, em um menor período de tempo, o que aconteceu em 2h40. Numa viagem terrestre convencional poderia durar mais de 48 horas.

O traslado seguiu os protocolos para esse tipo de operação. Os animais foram transportados fixados em colchonetes, cobertos com toalhas úmidas, com olhos protegidos com gaze e soro fisiológico, com monitoramento de temperatura e visual durante todo o voo.

Os peixes-bois-da-Amazônia não foram os primeiros animais a serem transportados pelo grupamento. Uma anta já foi levada de Belém para o interior. O diretor do GRAESP, Coronel Armando Gonçalves destaca que é sempre uma missão importante. “É muito especial. O GRAESP é multifuncional e nesse momento estamos dando a nossa contribuição para manter a Amazônia viva”, finalizou.

Estudo italiano descreve e recomenda procedimentos para o transporte de pacientes críticos em aviões

Itália Tratar um paciente gravemente enfermo em um avião é bastante difícil e requer profissionais bem treinados. Podem ocorrer várias complicações durante o transporte e a ideia do artigo escrito por Guido Villa, Marco Botteri e Roberta Boni, publicado pela Agência Regional de Emergência da Lombardia (AREU), foi divulgar os procedimentos a serem tomados nestes casos.

Os serviços EMS (Emergency Medical Services) na Itália atendem no número 118, mas também é possível ligar para o 112, entretanto vale uma explicação, o 112 é um número que atende todos os países da Comunidade Europeia, como 911 na América do Norte, o 999 na Grã-Bretanha, Hong-Kong e Irlanda ou 000 na Austrália.

O 118 foi criado para acelerar o atendimento no território italiano para emergências médicas e assim centralizou todos os números que existiam dentro do território para agilizar o atendimento e enviar o veículo de resgate mais adequado para vítimas de doenças ou acidentes de qualquer natureza.

Médicos italianos publicam artigo sobre recomendações para o transporte de pacientes em aviões

Todos os países possuem serviços aeromédicos para transporte de pacientes graves, conhecidos internacionalmente como MEDEVAC (Medical Evacuation) ou evacuação aeromédica. Esse serviço com a utilização de aeronave de asa fixa é sempre um transporte “combinado”, evolvendo uma aeronave e um veículo terrestre.

Isso é muito diferente do que ocorre com uma aeronave de asa rotativa (helicóptero), onde a embarque e o desembarque do paciente podem ocorrer diretamente onde ele esteja até o hospital de destino. No artigo, os autores apontam orientações e recomendações importantes para que o transporte aeromédico em asa fixa seja o mais seguro possível.

Os autores concluem que o transporte aeromédico realizado por aeronave de asa fixa é o melhor método para a transferência secundária de pacientes em longas distâncias de um hospital para outro, ou para a evacuação de uma pessoa ferida de locais isolados com um atenção primária sem muitos recursos.

Alertam que o principal problema do voo de asa fixa é a altitude em que ocorre a maior parte da viagem e a pressurização relativa a bordo, criando tecnicamente uma atmosfera artificial. Assim, as influências decorrentes do voo implicam na necessidade de avaliações clínicas preliminares no paciente para verificação quanto à sua aptidão para a viagem e na implementação de algumas medidas obrigatórias que permitam avaliação adequada do risco clínico relacionado a ele e sua transferência.

No final do artigo apresentam um Check List de verificação para o transporte aeromédico em aeronave de asa fixa.

Bombeiros e SAMU realizam transporte aeromédico de paciente de Chapecó para Blumenau, SC

Santa Catarina – Na terça-feira (25), o Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU 192), realizou o transporte aeromédico de um paciente de 50 anos de idade, da cidade de Chapecó para Blumenau, SC. O homem apresenta problemas hepáticos crônicos em virtude de hepatite B.

A equipe do BOA decolou de Florianópolis com destino a Chapecó, onde o paciente foi embarcado e levado para o Aeroporto Internacional Ministro Victor Konder, em Navegantes, de onde seguiu em uma ambulância do SAMU 192 para o Hospital Santa Isabel, em Blumenau. Foram percorridos em torno de 896 quilômetros entre as cidades, em um total aproximado de 5 horas de voo.

Corpo de Bombeiros de Rondônia recebe UTI aérea capaz de transportar dois pacientes simultanemente

Rondônia – Na manhã de quarta-feira (12), o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros recebeu oficialmente o Kit aeromédico instalado no avião Grand Caravan, Resgate 03, fruto de parceria firmada entre a Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) e o Corpo de Bombeiros.

Incluindo o recurso destinado pelo TJRO, o investimento final ficou em R$ 621.033,00. Agora a população de Rondônia poderá contar com a primeira UTI Aérea de uma Unidade Aérea Pública (UAP), homologada pela ANAC, capaz de transportar 02 pacientes simultaneamente.

A aeronave conta com dois leitos adultos e dois leitos Infantis (incubadoras), podendo transportar ao mesmo tempo, tanto dois pacientes adultos, como dois infantis, ou ainda na configuração de um adulto e um infantil. Foi adquirida também uma capsula de isolamento para transporte de pacientes com COVID-19.

Mesmo com profissionais infectados com COVID-19, GRAESP do Pará faz a diferença durante pandemia

Pará – No auge da pandemia provocada pelo novo coronavírus, entre os meses de março e maio, praticamente toda a frota aérea do Brasil parou por conta da restrição de circulação de pessoas. O diferencial foi a atuação do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP).

Não houve um dia, nesse período, sem que pelo menos uma aeronave decolasse, e no mínimo uma vez ao dia. Os voos cobriram todas as regiões do Pará no transporte de profissionais de saúde, além de insumos como álcool em gel, equipamentos de proteção individual (EPIs), medicamentos e respiradores.

Coronel Armando Gonçalves, diretor do Graesp, destaca a capacidade do Grupamento de viabilizar deslocamento de carga

“A nossa capacidade de viabilizar deslocamento de carga pesou muito durante os momentos mais críticos da pandemia. Os respiradores, por exemplo, que chegavam ao Aeroporto Internacional de Belém, éramos nós que distribuíamos para hospitais de campanha e hospitais regionais em Marabá, Santarém, Redenção, Breves e Parauapebas. E ainda auxiliamos no transporte intermunicipal. À medida em que uma cidade precisava menos do equipamento, levávamos para uma que estivesse precisando mais. Isso ocorreu em Juruti, Oriximiná, Almeirim, Porto de Moz, Itaituba, Tucuruí, Capanema e Paragominas”, conta o coronel Armando Gonçalves, diretor do GRAESP.

Tão logo o governado decretou a suspensão das férias, o efetivo foi comunicado sobre a medida, afastando somente os que faziam parte do grupo de risco para COVID-19. Segundo o diretor do GRAESP, foi formada uma força-tarefa para garantir a continuação das demandas na crise sanitária e o atendimento rotineiro, como a necessária vigilância nos balneários, principalmente durante o mês de julho.

O empenho dos integrantes da unidade aérea pública foi decisivo para o cumprimento das missões em um momento tão peculiar. “Foi quando vi que realmente estava todo mundo unido. O vírus assustou todo mundo, mas cabia a nós garantir que não faltasse o que fosse necessário”, ressaltou o coronel Armando Gonçalves.

Metade do efetivo acabou sendo contaminado. Dois chegaram a ficar em estado grave, mas não houve baixas. “Ainda bem que todo mundo se recuperou, e os dois até já voltaram a voar. No pior momento da crise nós não tínhamos folga. Lembro de um domingo, 19h30, que eu estava me arrumando para voar porque tinha chegado respirador e precisava ir para o interior”, lembra.

Criado em 2003, o Grupamento atua em missões policiais, de resgate, fiscalização ambiental e também realiza transportes diversos. Em 2019, o GRAESP atingiu 2,6 mil horas de voo, sendo que a maior parte desse tempo foi dedicada a operações.

De 1º de janeiro a 1º de agosto deste ano já são 1,2 mil horas acumuladas, sendo que 520 foram dedicadas somente às missões relacionadas à COVID-19. “Então, se a gente comparar, voamos muito mais nesses sete primeiros meses do ano em relação a esse mesmo período do ano passado”, afirmou o oficial da PM.

Avião Canadair CL-215 sofre acidente durante combate a incêndio florestal em Portugal

Portugal – Um avião anfíbio Canadair (Canadair CL-215, EC-HET) acidentou-se na manhã de sábado (08) no Parque Nacional Peneda Gerês, enquanto combatia um incêndio florestal no local. O piloto português de 65 anos faleceu e o copiloto espanhol de 39 anos, em estado grave, foi levado ao Hospital de Viana do Castelo.

Foram enviados dois helicópteros de resgate do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e dois da Força Aérea, além das aeronaves já existentes no local. O avião realizava manobra para reabastecimento de água na barragem do Alto do Lindoso e preparava-se para descarregar o líquido sobre o fogo.

Segundo nota de imprensa, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) afirmou que se trata de um avião do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, do Centro de Meios Aéreos de Castelo Branco, que participava nas operações de combate a um incêndio florestal no Parque Nacional da Peneda Gerês, em Lindoso, distrito de Viana do Castelo. O avião é um dos três Canadair alugados por Portugal para o combate a incêndio.

O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) foi notificado do acidente e realizará as investigações. As previsões de muito calor e vento forte para este sábado levam as autoridades a manter-se alerta para novas ignições e reacendimentos em incêndios combatidos nos últimos dias. O estado de alerta especial foi prolongado pelo governo até ao final de domingo.

Corpo de Bombeiros de Minas Gerais está preparado para transportar pacientes com COVID-19

Minas Gerais – Durante todo o período de atuação do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) para o enfretamento da COVID-19, o planejamento das ações para combater o vírus tem sido elaborado pensando nas vítimas e nos militares que atuam na linha de frente, de forma a eliminar ou minimizar o contato direto durante o atendimento.

Entre as diversas ações, está o uso da capsula de isolamento de paciente (maca bolha) utilizadas no transporte de vítimas contaminadas pelo coronavírus ou com fortes suspeitas e o uso de todos os equipamentos de proteção individual (EPI), que inclui macacões, óculos, máscaras, luvas especiais, toucas, aventais, protetores faciais e botas de borracha.

O Corpo de Bombeiros conta com 16 unidades de capsulas de isolamento distribuídas em diversos municípios de Minas Gerais. Elas foram adquiridas com recursos do fundo estadual exclusivo para COVID-19 e cada uma custou aproximadamente R$ 9 mil.

Muitas vezes é necessário o deslocamento de ambulâncias ou aeronaves de doentes em estado crítico, assim a capsula onde o paciente é colocado protege bombeiros, profissionais de saúde e a própria vítima. O equipamento recebe fluxo de ar que passa por um filtro, impedindo também que os socorristas tenham contato com o ar contaminado.

Os elementos filtrantes do equipamento devem ser trocados a cada atendimento, momento em que toda a estrutura passa por limpeza e desinfecção completa, conforme protocolo de ação obrigatória. Dessa forma as unidades de resgate e as aeronaves do Corpo de Bombeiros ficam prontas para um novo atendimento.

Além disso, 1.160 bolsas foram distribuídas nas viaturas e aeronaves destinadas a equipamentos de atendimento pré-hospitalar e oxigenoterapia. São de alta resistência e revestimento impermeável, protegendo os itens mantidos em seu interior de possível contaminação por COVID-19.

Avião e helicóptero são usados pelo Corpo de Bombeiros para socorrer pessoas em Santa Catarina

Santa Catarina – No domingo (26), o Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou o transporte aeromédico de recém-nascido, com 3 dias de vida, que necessitava de avaliação cardiológica especializada.

Após o nascimento, o bebê ficou internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Regional do Oeste, em Chapecó. A transferência para o Hospital Infantil Jesser Amarante, em Joinville, foi realizada com o avião Arcanjo 04.

O médico Guilherme Elemar, que acompanhou a transporte da criança, destacou que “o transporte aeromédico no Arcanjo 04 garante a chegada rápida no hospital de referência com uma menor quantidade transbordos”, explica.

Resgate Aeromédico

Além das operações com os aviões, o helicóptero Arcanjo também é usado em resgates aeromédicos. Foi o que aconteceu quando as equipes foram acionadas para socorrer homem de 56 anos que sofreu grave lesão no cranio, em Corupá. Segundo pessoas que trabalhavam com a vítima, uma tora de eucalipto teria caído sobre sua cabeça.

Equipe do Corpo de Bombeiros Voluntários de Corupá realizou o primeiro atendimento e o suporte avançado a vida foi realizado pela equipe aeromédica do helicóptero Arcanjo 03. A vítima foi estabilizada e conduzindo de helicóptero ao Hospital Municipal São José, em Jaraguá do Sul.

Trabalhador que foi atingido por árvore na cabeça é resgatado pelos bombeiros voluntários e levado de helicóptero para o Hospital São José, SC. Foto: Divulgação.

Avião do CIOPAER do Acre leva medicamentos e EPIs para Porto Walter e Marechal Thaumaturgo

Acre – Na manhã de sexta-feira (10), o avião do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) da Secretaria de Segurança Publica transportou quase 400 quilos de medicamentos e equipamentos de proteção individual de Rio Branco para os municípios de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo.

O objetivo é não deixar faltar insumos importantes nas unidades de saúde, especialmente no que se refere à proteção individual dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente do novo coronavírus. Com o atual cenário pandêmico, as entregas feitas com o avião estão sendo feitas com mais rapidez, principalmente nas unidades de saúde mais distantes.

“Se em tempos de pandemia toda ajuda é bem-vinda, proporcionar isso em tempo hábil, especialmente quando se trata de insumos importantes na área da saúde para abastecer a rede pública local, é algo ainda mais imprescindível”, comentou o Secretário de Saúde, Alysson Bestene.

Corpo de Bombeiros de Rondônia treina ações de resgate, salvamento aéreo e transporte inter-hospitalar

Rondônia – Na tarde de quinta-feira (2), o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militares de Rondônia realizou simulação de resgate aeromédico, salvamento aéreo e transporte de paciente com COVID-19.

O treinamento está sendo ministrado por uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e as atividades fazem parte da capacitação de Pilotos, Operadores Aerotáticos e Operadores de Suporte Médico que trabalham no GOA. Toda as simulações foram realizadas no hangar do Grupamento, localizado zona rural de Porto Velho.

Durante a situação simulada foram utilizadas as aeronaves avião modelo Cessna 208 “Grand Caravan EX” e o helicóptero (modelo AS50B, Esquilo) e testou o poder de resposta das equipes de salvamento. O cenário montado para a realização do simulado trouxe em primeira prova o resgate de uma vítima de acidente de trânsito que estava presa às ferragens. Para resgatar a vítima foi preciso a utilização da ferramenta de desencarceramento.

Corpo de Bombeiros de Rondônia realiza treinamento para aperfeiçoar operações com helicóptero e avião. Foto: Divulgação

Na segunda simulação foi montado um cenário de salvamento e com a utilização do helicóptero foi realizada a técnica denominada “McGuire”. Trata-se de um método usado para extrair uma vítima através da utilização de cordas quando o helicóptero não pode efetuar pouso no local.

O helicóptero pairou a certa altura para que a equipe de resgate pudesse descer de rapel. Após o procedimento da equipe de resgate, a vítima foi içada juntamente com um bombeiro até um local seguro.

Na terceira e última simulação, os participantes realizaram o transporte inter-hospitalar de paciente com COVID-19. Nesse caso, tanto o helicóptero quanto o avião foram utilizados. Todo o cenário foi montado respeitando o protocolo de segurança. Para o treinamento, toda a equipe utilizou paramentação de proteção individual e o paciente foi transportado em uma capsula de isolamento.

Aviões da Casa Militar do MS transportam pacientes que precisam realizar transplantes de órgãos

Mato Grosso do Sul – Quem está na fila de espera por um transplante no Brasil sabe que a qualquer momento o chamado pela cirurgia pode acontecer. E quando o telefone toca, o órgão do doador pode estar em qualquer parte do País.

Em Mato Grosso do Sul, só no mês de junho, cinco pessoas tiveram a sorte de encontrar doadores e contaram com o transporte aéreo da Casa Militar. Três pessoas foram para o Paraná e duas para São Paulo.

Como as companhias aéreas estão com horários reduzidos de voo, devido a pandemia de coronavírus, as viagens em aviões do Estado, sem custo ao passageiro, são a única opção para quem busca o transplante. A parceria da Casa Militar com a Central Estadual de Transplantes possibilita que essas viagens sejam organizadas e realizadas em poucas horas.

Desde 2018, quando teve início o transporte de pessoas e de órgãos pela Casa Militar, 30 operações foram realizadas. Chamadas de missões humanitárias, essas viagens contam com o serviço de 32 militares – entre pilotos, copilotos, mecânicos e administrativos.

Aviões da Casa Militar do Mato Grosso do Sul são peça chave em voos de pacientes que precisam realizar transplantes de órgãos. Foto: Edemir Rodrigues

“É uma grande satisfação poder colaborar para uma vida melhor de uma pessoa que precisa de um transplante”, definiu o comandante do Grupamento Aéreo da Casa Militar, tenente-coronel Adalberto Ortale Júnior.

Segundo a coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Claire Miozzo, a distância entre as cidades de Mato Grosso do Sul e a distribuição de voos da malha aérea no Estado sempre foram condicionantes que dificultaram a realização de transplantes. Por isso, o serviço da Casa Militar tem sido satisfatório, devido à agilidade do transporte.

“Quando chamam o paciente para uma cirurgia ele tem que estar lá em poucas horas, em até 10 horas”, explicou.

Em MS, órgãos de doadores são coletados em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas para serem transplantados em pacientes daqui ou de outras unidades federativas, conforme listagem da Central Nacional de Transplantes (CNT).

De janeiro a maio de 2020, conforme dados da Secretaria de Saúde, três corações, 15 rins e 77 córneas foram transplantados em hospitais de Mato Grosso do Sul. Outros dois corações, nove fígados 12 córneas e 20 rins foram enviados para outros estados.

Corpo de Bombeiros e SAMU se destacam no transporte aeromédico neonatal em Santa Catarina

Santa Catarina – Na tarde de domingo (28), equipe integrada do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros e do Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU) do SAMU Estadual, foi acionada para mais um transporte aeromédico de criança.

Um menino de 03 anos, com transplante hepático realizado aos 10 meses de idade, precisava de tratamento, e foi transferido de avião do Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, onde estava internado na UTI pediátrica desde o último dia 24, para o Hospital das Clínicas, em Porto Alegre.

Somente nos meses de abril, maio e junho, as equipes transportaram no avião Arcanjo 04 do Corpo de Bombeiros e no avião Carajá do Governo do Estado, 111 pacientes, sendo 36 neonatos e crianças.

Para o Ten Cel BM Sandro Fonseca, Comandante do BOA, “o transporte aeromédico garante rapidez, segurança, conforto e agilidade para o procedimento, já que o tempo conta bastante para o sucesso de cura do paciente”.

Na segunda-feira (29), um bebê de 26 dias de vida também precisou ser transportado no avião Arcanjo 04 de Criciúma para Joinville. O pequeno paciente apresenta problemas cardíacos e foi transferido do Hospital Santa Catarina, em Criciúma, ao Hospital Jeser Amarante Faria, em Joinville, para tratamento cirúrgico.

Nesses dois voos foram percorridos pelo avião em torno de 1.000 quilômetros, em um total aproximado de 5,1 horas de voo. “O transporte aéreo representa importante meio de auxílio nos transportes inter-hospitalares. Por meio dele é viável percorrer grandes distâncias em um espaço de tempo muito menor, em comparação com outros meios”, complementou o Ten Cel Sandro.

Por se tratar de uma criança menor de idade, que necessita de um responsável para a internação e a indisponibilidade de espaço na aeronave Arcanjo 04, os familiares se deslocam por meios terrestres antecipadamente, para a recepção do paciente. Quando o transporte é feito no avião Carajás do governo do Estado o transporte de acompanhante é possível.

Dois bebês são transportados de avião para tratamento médico em Florianópolis e Xanxerê, SC

Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou na quarta-feira (24), o transporte de dois bebês e também de 05 respiradores.

O primeiro transporte foi realizado com o avião Arcanjo 04 de um bebê de apenas 26 dias de vida, de Curitibanos para Florianópolis. O menino, que nasceu prematuro, apresentava hidrocefalia e foi para o Hospital Infantil Joana de Gusmão, na Capital Catarinense.

O segundo transporte foi de uma bebê de 7 meses, portadora de Atrofia Muscular Espinhal (AME). A menina foi inicialmente transportada no domingo (21), de Xanxerê para Florianópolis. Ela necessitava da medicação Spinraza, administrada no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis.

Depois do tratamento, a mãe e a criança retornaram de avião para Xanxerê. Em menos de uma semana, é a quarta vez que o avião Carajá é cedido pelo Governo do Estado para auxiliar no transporte de pacientes. Para realizar os dois transportes, os aviões percorreram 804 km, em 3,5 horas de voo

Segundo o Corpo de Bombeiros, “o transporte aeromédico garante rapidez, segurança e conforto para o procedimento. No caso de AME, estudos apontam a eficácia do medicamento na interrupção da evolução da doença para casos mais graves, quadro comum nesta patologia, justificando a urgência no tratamento”.

Transporte de respiradores

Como o avião Carajá tem boa capacidade de carga, foi possível transportar 05 respiradores (ventiladores mecânicos) que serão distribuídos entre Chapecó e Xaxim para o enfrentamento da pandemia da COVID-19.

Criança catarinense que sofreu acidente de trânsito em Minas Gerais retorna de avião para sua cidade

Santa Catarina – Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou nesta terça-feira (23), uma transferência aeromédica de Uberaba, Minas Gerais, até Curitibanos, em Santa Catarina.

Uma menina de 3 anos, que é de Curitibanos, estava internada em hospital do município mineiro há 70 dias, após sofrer traumatismo cranioencefálico grave, em decorrência de acidente automobilístico e passar por procedimento médico neurológico.

O transporte foi realizado no avião, modelo Carajá, cedido pelo Governo do Estado para a realização da missão. Como a aeronave dispõe de espaço interno maior, foi possível que a mãe acompanhasse a paciente até o destino. O trajeto, com mais de 1.000 quilômetros de distância, foi realizado em aproximadamente 2h30min, proporcionando conforto à paciente, acompanhante e tripulação.

Unimed Aeromédica treina equipes e investe em equipamentos para transportar pacientes com COVID-19

Minas Gerais – Assim que foram identificados os primeiros casos de COVID-19 no país, a Unimed Aeromédica começou a se preparar para realizar o transporte aeromédico dos pacientes contaminados com o coronavírus.

A Unimed Aeromédica já realizou transportes de pacientes com casos confirmados de COVID-19. As equipes realizam todas as missões utilizando equipamentos de proteção individual, conforme a necessidade do caso, estendendo esse cuidado para os pilotos e colaboradores que recebem os pacientes na estrutura física da empresa.

Também investiram na compra de EPIs especiais para oferecer ainda mais segurança às equipes como os macacões impermeáveis e capsulas de isolamento de pacientes. Além disso, passou a enviar o prontuário de forma eletrônica, ao final da missão.

Os cuidados durante o transporte se estendem, também, após o desembarque. Por isso, as aeronaves estão estacionando em áreas descobertas do hangar, onde existe maior circulação de ar, evitando contato com as equipes que trabalham na área administrativa da empresa. Além disso, tem sido feito um reforço adicional de descontaminação em todos os locais do hangar.

O trabalho desenvolvido pela Unimed Aeromédica tem se tornado uma referência na área de saúde. Por isso, a instituição tem participado de fórum de discussão sobre a COVID-19 envolvendo representantes de órgãos governamentais e outras empresas aeromédicas públicas e privadas.

Avião equipado com recursos trabalhistas auxilia bombeiros no combate à COVID-19 em MS

Mato Grosso do Sul – O avião do Grupo de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, equipado com recursos de acordo trabalhista, tem servido ao transporte de pacientes infectados pelo novo coronavírus, atuando nas barreiras sanitárias de combate à pandemia.

No começo deste mês, por exemplo, militares apoiaram a repatriação de um brasileiro que mora na Bolívia e foi diagnosticado com a COVID-19. Com receio do agravamento de seu estado de saúde e pela falta de respiradores em Santa Cruz de La Sierra, ele pediu ajuda e foi trazido no avião do GOA para a capital Campo Grande, em uma ação que envolveu a Força Aérea Brasileira, a Força Aérea Boliviana e o Itamaraty, no último dia 5 de junho. O paciente ficou internado na UTI do Hospital Regional e teve alta esta semana.

Desde o início de funcionamento do serviço aeromédico pelo GOA, em dezembro de 2019, já foram realizadas 17 intervenções. Na última missão, o paciente foi trazido em uma cápsula  de isolamento, para garantir a segurança dos demais tripulantes. “O paciente apresentava uma saturação de oxigênio suficiente e não foi necessária a utilização do respirador da aeronave”, explicou o tenente-coronel bombeiro Luidson Noleto, chefe do GOA.

Ele conta que estão estruturando uma equipe de médicos dentro da corporação, a qual irá tripular essa aeronave e um helicóptero para incidentes de maior gravidade. “É um serviço de alta complexidade. Começamos com a aquisição de equipamentos e a manutenção da aeronave. A formação médica está sendo realizada e o próximo passo é a disponibilização efetiva do serviço para a população. Esperamos atender as pessoas mais pobres e que não poderiam pagar por uma assistência dessa natureza”, explicou.

Recursos financeiros

A Vara do Trabalho de Bataguassu recebeu pedido feito pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul de doação de recursos para a aquisição de equipamentos que pudessem qualificar o serviço de resgate aéreo.

O GOA já possuía a aeronave, mas necessitava da instalação de equipamentos e de recursos para a manutenção do avião. Ao ser consultado pela Justiça especializada, o Ministério Público do Trabalho (MPT) emitiu parecer favorável acerca da destinação de valores para o Projeto de Serviço Aeromédico, voltado ao atendimento da rede pública estadual.

Foram doados R$ 182 mil para equipar a aeronave com incubadora neonatal, monitor multiparamétrico, ventilador pulmonar, bomba de infusão, aspirador de secreção elétrico com bateria extra, bolsa de medicamentos, mochila resgate Cruz da Vida, fones de ouvidos com redutor de ruídos e um equipamento de monitoramento instantâneo dos cilindros da aeronave.

O recurso é proveniente de acordo formalizado entre o MPT e indústria frigorífica, homologado na sequência pela Vara do Trabalho de Bataguassu. O montante revertido ao projeto corresponde ao saldo da quarta parcela do compromisso assumido pela empresa.

Avião do Corpo de Bombeiros equipado com recursos trabalhistas auxilia no combate à COVID-19 em MS.

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