Acre – No domingo (04), um chamado da equipe de saúde de Assis Brasil para a central de regulação do SAMU, em Rio Branco, resultou na remoção aeromédica de um homem de 27 anos que apresentava quadro respiratório grave por causa de uma pneumonia.
O indígena estava internado na unidade hospitalar da tríplice fronteira e como seu estado de saúde se agravou, a equipe médica pediu urgência na sua remoção para uma unidade de saúde na capital.
O SAMU solicitou apoio ao Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) e para o transporte foi utilizado o avião Harpia 02. Em menos de duas horas, o paciente já estava em Rio Branco. Pela estrada, a remoção demoraria cerca de dez horas.
CIOPAER e SAMU transportam indígena com pneumonia de Assis Brasil para Rio Branco, AC.
Santa Catarina – Nós últimos dois dias, o Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou o transporte de uma criança de 02 anos de idade, de Xanxerê para Joinville e o resgate aeromédico de uma vítima de acidente de trânsito na SC-408, em Major Gercino, SC.
No domingo (03), uma criança com problemas renais foi transferida no avião Arcanjo 02 do Hospital Regional São Paulo, em Xanxerê, para o Hospital Infantil Jeser Amarante Faria, em Joinville. A logística do transporte aeromédico envolveu os aeroportos das cidades para embarcar e desembarcar a paciente e ambulâncias do SAMU para realizar os transportes terrestres.
Na tarde segunda-feira (04), um homem de 62 anos, vítima de acidente de trânsito envolvendo motocicleta e automóvel, foi resgatado pela equipe do helicóptero Arcanjo 01. Com apoio da equipe do Auto Socorro de Urgência (ASU) de São João Batista, a vítima foi estabilizada pela serviço aeromédico e levada de helicóptero ao Hospital Regional de São José.
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Avião e helicóptero do Corpo de Bombeiros são utilizados para transportar pacientes em SC
Avião e helicóptero do Corpo de Bombeiros são utilizados para transportar pacientes em SC
Avião e helicóptero do Corpo de Bombeiros são utilizados para transportar pacientes em SC
Pará – O Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) realizou na manhã de quarta-feira (23) o transporte aeromédico de um paciente com traumatismo craniano, do município de Portel, no arquipélago do Marajó, para a capital paraense.
A transferência foi acompanhada por militares do Grupamento e pela equipe de saúde. Em Belém, uma ambulância já aguardava para fazer o deslocamento até o hospital. O paciente, um jovem que sofreu acidente de motocicleta no último sábado (19) aguardava transferência da unidade básica de saúde, em Portel, para um hospital de referência na capital.
Um leito foi disponibilizado pelo Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE) de Belém na noite de terça-feira (22), porém em horário que já não assegurava condições de voo para o traslado.
De acordo com o diretor do Graesp, Coronel Armando Gonçalves, assim que o grupamento tomou conhecimento do caso, imediatamente entrou em contato com a equipe médica da Secretaria de Saúde Pública (Sespa) para ter mais informações sobre o paciente.
“Como os aviões da Sespa não conseguem pousar em Portel, nós usamos um Caravan do Graesp que é mais adequado para esse tipo de terreno, onde a pista é pequena. Nós preparamos a equipe médica da Sespa a bordo e fomos fazer o transporte deste paciente”, explicou o diretor do Graesp.
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Motociclista com traumatismo craniano é transportado pelo avião do GRAESP do município de Portel para Ilha de Marajó, PA. Foto: Divulgação
Motociclista com traumatismo craniano é transportado pelo avião do GRAESP do município de Portel para Ilha de Marajó, PA. Foto: Divulgação
Mato Grosso do Sul – O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS), por meio do Grupamento de Operações Aéreas (GOA), realizou na quarta-feira (02) mais um transporte. Uma paciente do município de Naviraí, MS, foi levada para São Paulo no avião do CBMMS para realizar cirurgia de transplante de rim.
Após o acionamento, em menos de uma hora, o avião Bombeiro 02 já estava preparado para efetuar o transporte. O Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo realizou o apoio terrestre com o transporte da mulher ao Hospital do Rim, na zona sul de São Paulo.
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Avião do Corpo de Bombeiros (GOA) realiza transporte aeromédico de Naviraí para São Paulo com paciente que precisava de transplante de rim, MS. Foto: Divulgação
Avião do Corpo de Bombeiros (GOA) realiza transporte aeromédico de Naviraí para São Paulo com paciente que precisava de transplante de rim, MS. Foto: Divulgação
Rondônia – Na noite de terça-feira (13), uma equipe do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO) realizou transporte aeromédico de uma bebê de 06 meses de Porto Velho (RO), para Porto Alegre (RS).
A criança e sua acompanhante foram levadas no avião Grand Caravan, Resgate 03, para Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, a fim de ser submetida a procedimento cirúrgico cardíaco. A aeronave do Corpo de Bombeiros é equipada com Kit aeromédico para transporte de pacientes e durante todo o voo uma equipe de saúde acompanhou a criança, que estava em uma incubadora.
Em Porto Alegre, bombeiros militares do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul aguardavam no Aeroporto Internacional Salgado Filho, de onde a bebê seguiu de ambulância para o Hospital. A aeronave pernoitou no hangar do Batalhão de Aviação da Brigada Militar para retorno da equipe no dia seguinte a Porto Velho, RO.
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Bebê é levado em avião do Corpo de Bombeiros de Rondônia para realizar cirurgia cardíaca em Porto Alegre, RS
Bebê é levado em avião do Corpo de Bombeiros de Rondônia para realizar cirurgia cardíaca em Porto Alegre, RS
Bebê é levado em avião do Corpo de Bombeiros de Rondônia para realizar cirurgia cardíaca em Porto Alegre, RS
Bebê é levado em avião do Corpo de Bombeiros de Rondônia para realizar cirurgia cardíaca em Porto Alegre, RS
Bebê é levado em avião do Corpo de Bombeiros de Rondônia para realizar cirurgia cardíaca em Porto Alegre, RS
Ceará – A agilidade da equipe da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) foi fundamental mais uma vez para salvar a vida de uma criança em território cearense.
Um menino de quatro anos foi transportado pelo helicóptero Fênix 06, que estava na base da CIOPAER em Juazeiro do Norte, até a base em Fortaleza. no último dia 20 de setembro, da cidade do Crato até Fortaleza, onde precisava chegar com brevidade para receber um transplante de órgão. No domingo (27), o pequeno recebeu alta médica após uma cirurgia bem-sucedida.
A mãe do menino contou que estava na fila de espera para receber um rim, quando eles receberam a ligação de um hospital em Fortaleza relatando sobre a disponibilidade de um órgão compatível com o garoto. Após acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), o translado da cidade do Crato até Fortaleza foi providenciado, na madrugada de domingo, 20 de setembro.
“A participação da CIOPAER foi fundamental para que a criança pudesse chegar a Fortaleza em tempo hábil para a realização do transplante, com conforto e segurança que nossa UTI aérea Fênix 06 dispõe”, destacou o relações-públicas da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas, capitão Elton Oliveira.
Do aeroporto de Fortaleza, uma ambulância do SAMU levou o menino até o hospital onde passou pelo procedimento cirúrgico. “Eu agradeço muito a eles (equipe CIOPAER), porque se não fosse por eles, meu filho não teria chegado a tempo. Eu nem tenho palavras para agradecer. Só tenho a dizer que deu tudo certo, graças a Deus e a eles”, disse a mãe da criança.
Helicóptero Fenix 06 do CIOPAER transporta criança para transplante de rim de Crato até Fortaleza, CE. Foto: Divulgação
Santa Catarina – Na terça-feira (25), o Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU 192), realizou o transporte aeromédico de um paciente de 50 anos de idade, da cidade de Chapecó para Blumenau, SC. O homem apresenta problemas hepáticos crônicos em virtude de hepatite B.
A equipe do BOA decolou de Florianópolis com destino a Chapecó, onde o paciente foi embarcado e levado para o Aeroporto Internacional Ministro Victor Konder, em Navegantes, de onde seguiu em uma ambulância do SAMU 192 para o Hospital Santa Isabel, em Blumenau. Foram percorridos em torno de 896 quilômetros entre as cidades, em um total aproximado de 5 horas de voo.
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Bombeiros e SAMU realizam transporte aeromédico de paciente de Chapecó para Blumenau, SC. Foto: Divulgação
Bombeiros e SAMU realizam transporte aeromédico de paciente de Chapecó para Blumenau, SC. Foto: Divulgação
Bombeiros e SAMU realizam transporte aeromédico de paciente de Chapecó para Blumenau, SC. Foto: Divulgação
Portugal – A Força Aérea transportou entre os dias 3 e 9 de agosto, 19 pacientes que precisavam de atendimento médico de urgência. Foram realizados 16 transportes aeromédicos, sendo oito nos Açores, quatro na Madeira, dois dos Açores para o Continente e dois no Continente.
Além destas missões, a Força Aérea esteve também empenhada em 14 missões de vigilância aérea no âmbito do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) e realizou ainda um resgate em montanha de uma mulher de 30 anos, de nacionalidade espanhola, após sofrer queda de 10 metros no rio Poio, em Ribeira de Pena (Vila Real).
Nestas missões estiveram envolvidas as Esquadras 502 – “Elefantes”, 504 – “Linces”, 552 – “Zangões”, 601 – “Lobos” e 751 – “Pumas”. Além disso, A Força Aérea recebeu seus novos Sistemas de Aeronaves Não Tripuladas (UAS), no Aeródromo da Lousã, adquiridos para complementar o dispositivo aéreo do DECIR.
Os sistemas foram adquiridos conforme Resolução de Conselho de Ministros N.º 38-A/2020, publicada a 18 de maio de 2020. Saiba mais sobre esta nova capacidade de vigilância aérea (UAS Classe 1 DECIR2020).
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FORÇA AÉREA TRANSPORTA DOENTE DOS AÇORES PARA O CONTINENTE
Força Aérea Portuguesa realiza dezenove transportes aeromédicos em uma semana no mês de Agosto. Foto: Divulgação
FORÇA AÉREA APRESENTA NOVOS UAS DE VIGILÂNCIA AÉREA NA LOUSÃ
ESQUADRA 502 ATIVADA PARA TRANSPORTAR TRÊS DOENTES NA MADEIRA
Pará – No auge da pandemia provocada pelo novo coronavírus, entre os meses de março e maio, praticamente toda a frota aérea do Brasil parou por conta da restrição de circulação de pessoas. O diferencial foi a atuação do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP).
Não houve um dia, nesse período, sem que pelo menos uma aeronave decolasse, e no mínimo uma vez ao dia. Os voos cobriram todas as regiões do Pará no transporte de profissionais de saúde, além de insumos como álcool em gel, equipamentos de proteção individual (EPIs), medicamentos e respiradores.
Coronel Armando Gonçalves, diretor do Graesp, destaca a capacidade do Grupamento de viabilizar deslocamento de carga
“A nossa capacidade de viabilizar deslocamento de carga pesou muito durante os momentos mais críticos da pandemia. Os respiradores, por exemplo, que chegavam ao Aeroporto Internacional de Belém, éramos nós que distribuíamos para hospitais de campanha e hospitais regionais em Marabá, Santarém, Redenção, Breves e Parauapebas. E ainda auxiliamos no transporte intermunicipal. À medida em que uma cidade precisava menos do equipamento, levávamos para uma que estivesse precisando mais. Isso ocorreu em Juruti, Oriximiná, Almeirim, Porto de Moz, Itaituba, Tucuruí, Capanema e Paragominas”, conta o coronel Armando Gonçalves, diretor do GRAESP.
Tão logo o governado decretou a suspensão das férias, o efetivo foi comunicado sobre a medida, afastando somente os que faziam parte do grupo de risco para COVID-19. Segundo o diretor do GRAESP, foi formada uma força-tarefa para garantir a continuação das demandas na crise sanitária e o atendimento rotineiro, como a necessária vigilância nos balneários, principalmente durante o mês de julho.
O empenho dos integrantes da unidade aérea pública foi decisivo para o cumprimento das missões em um momento tão peculiar. “Foi quando vi que realmente estava todo mundo unido. O vírus assustou todo mundo, mas cabia a nós garantir que não faltasse o que fosse necessário”, ressaltou o coronel Armando Gonçalves.
Metade do efetivo acabou sendo contaminado. Dois chegaram a ficar em estado grave, mas não houve baixas. “Ainda bem que todo mundo se recuperou, e os dois até já voltaram a voar. No pior momento da crise nós não tínhamos folga. Lembro de um domingo, 19h30, que eu estava me arrumando para voar porque tinha chegado respirador e precisava ir para o interior”, lembra.
Criado em 2003, o Grupamento atua em missões policiais, de resgate, fiscalização ambiental e também realiza transportes diversos. Em 2019, o GRAESP atingiu 2,6 mil horas de voo, sendo que a maior parte desse tempo foi dedicada a operações.
De 1º de janeiro a 1º de agosto deste ano já são 1,2 mil horas acumuladas, sendo que 520 foram dedicadas somente às missões relacionadas à COVID-19. “Então, se a gente comparar, voamos muito mais nesses sete primeiros meses do ano em relação a esse mesmo período do ano passado”, afirmou o oficial da PM.
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Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) é decisivo no combate ao COVID-19 no estado do Pará. Foto: Divulgação.
Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) é decisivo no combate ao COVID-19 no estado do Pará. Foto: Divulgação.
Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) é decisivo no combate ao COVID-19 no estado do Pará. Foto: Divulgação.
Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) é decisivo no combate ao COVID-19 no estado do Pará. Foto: Divulgação.
Aeronave do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) auxilia na transporte de equipamentos de proteção individual
Aeronave do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) auxilia na transporte de equipamentos de proteção individual
Brasil – A Embraer anunciou na terça-feira (04), o Phenom 300MED como solução de transporte aeromédico (MEDEVAC) exclusiva para aeronaves da série Phenom 300, disponível também para modificações de jatos em operação, por meio de uma parceria com a umlaut e a Aerolite.
A Embraer e a umlaut estão desenvolvendo em conjunto um novo certificado suplementar de tipo (CTS) utilizando equipamentos aeromédicos da Aerolite. O Phenom 300MED contará com uma ou duas macas, além da capacidade de transportar uma incubadora e equipamentos médicos adicionais, bem como acabamentos de nível hospitalar.
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Embraer anuncia o jato Phenom 300MED como solução para o serviço de transporte aeromédico
Embraer anuncia o jato Phenom 300MED como solução para o serviço de transporte aeromédico
Embraer anuncia o jato Phenom 300MED como solução para o serviço de transporte aeromédico
Embraer anuncia o jato Phenom 300MED como solução para o serviço de transporte aeromédico
Embraer anuncia o jato Phenom 300MED como solução para o serviço de transporte aeromédico
Sendo uma solução criada especificamente para o transporte aeromédico, o jato leve foi projetado para ser rápido e facilmente configurado a fim de atender às diversas necessidades dos profissionais de saúde e dos pacientes.
“Dada a atual crise da saúde, temos orgulho de trabalhar com dois parceiros especialistas em soluções de transporte aeromédico mundialmente reconhecidos. Estamos prontos para imediatamente começar a receber pedidos para esta solução única de ambulâncias aéreas, disse Michael Amalfitano, Presidente & CEO da Embraer Aviação Executiva.”
Outra grande diferença do Phenom 300MED é a integração do equipamento médico da Aerolite. A empresa é líder global no que diz respeito a projeto, engenharia, produção e instalação de interiores de transporte aeromédico. Com mais de 500 interiores do tipo entregues, a empresa oferece a combinação ideal de equipamentos para a missão.
Mais de 550 aeronaves da série Phenom 300 foram entregues desde que entraram no mercado, em dezembro de 2009, acumulando mais de um milhão de horas de voo. De acordo com a previsão da publicação VREF, a série Phenom 300 deverá manter um dos mais altos valores residuais dentre as aeronaves executivas com até 15 anos.
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Embraer anuncia o jato Phenom 300MED como solução para o serviço de transporte aeromédico
Embraer anuncia o jato Phenom 300MED como solução para o serviço de transporte aeromédico
Embraer anuncia o jato Phenom 300MED como solução para o serviço de transporte aeromédico
Embraer anuncia o jato Phenom 300MED como solução para o serviço de transporte aeromédico
Paraná – Equipe aeromédica do CONSAMU decolou com destino ao município de Terra Roxa na tarde de terça-feira (28), para realizar transferência de uma mulher de 79 anos de idade. A paciente portadora de hipertensão arterial e diabetes foi vítima de um acidente vascular cerebral.
A mulher foi submetida à Intubação Oro Traqueal pois houve rebaixamento do nível de consciência quando era atendida na UPA daquela localidade. A aeronave pousou no heliporto da UPA de Terra Roxa. Após atendimento e estabilização, como apoio do SAMU, a paciente foi transferida para o Hospital Universitário do Oeste do Paraná, em Cascavel.
Equipe aeromédica do CONSAMU transporta idosa de Terra Roxa para Hospital Universitário, em Cascavel.
Alagoas – Realizar um transporte rápido, reduzindo o tempo resposta do atendimento, com o propósito de realizar um procedimento de urgência, que pode salvar a vida do paciente. É o que faz a Secretaria da Saúde (SESAU) através do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) Alagoas, em parceria com a Chefia Aérea Especial da Segurança Pública (CAESP). O helicóptero Falcão 05, esquilo AS350 B3e, é usado nas operações aéreas.
No primeiro semestre deste ano, oito pessoas foram transferidos de helicóptero de Maceió para Recife, PE. Elas precisavam realizar procedimentos cirúrgicos de urgência. Entre os pacientes que precisaram do serviço aeromédico, está um menino com 2 meses de idade. Ele nasceu com uma cardiopatia congênita e precisou ser levado para a capital pernambucana quando tinha somente 15 dias de vida. Transportado da Santa Casa de São Miguel dos Campos, o bebê foi levado pelo helicóptero até o Real Hospital Português, em Recife.
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Serviço aeromédico de Alagoas garante transporte interestadual para a população. Foto: Divulgação.
SAMU Aeromédico transfere crianças com cardiopatia congênita para Maceió e Recife. Foto: Divulgação.
SAMU Aeromédico de Janeiro até agora realizou mais de 218 atendimento em Alagoas. Foto: Divulgação
Segundo a mãe do menino, a doença foi descoberta um dia depois do nascimento. “Meu filho está se recuperando bem, precisou somente de uma cirurgia no coração para corrigir o probleminha que existia. Preciso agradecer a Deus e também a todos que fazem parte do serviço aeromédico por terem tratado meu filho tão bem”, agradeceu emocionada.
10 anos de operações aéreas
O Serviço Aeromédico de Alagoas completou 10 anos de atividades em fevereiro desse ano. Entre os meses de janeiro e junho, as equipes realizaram 156 ocorrências, no decorrer de uma década de socorros prestados, foram 2.022 atendimentos realizados.
Josileide Costa, supervisora do SAMU Alagoas. Foto: Divulgação
Para Josileide Costa, supervisora do SAMU Alagoas, “sempre buscamos reduzir o nosso tempo resposta nos atendimentos e, quanto mais rápido uma equipe do SAMU chegar até uma pessoa que esteja precisando de socorro, mais chances existem dessa vida ser salva, reduzindo ao máximo as sequelas, garantindo que o paciente seja encaminhado para um hospital de referência”, destacou a supervisora.
Alagoas possui uma aeronave exclusiva para realizar esse tipo de atendimento. As equipes do SAMU do Rio Grande do Norte e do Ceará compartilham as aeronaves com os profissionais da Secretaria de Segurança Pública. No estado de Pernambuco, os socorristas utilizam as aeronaves da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal. No Piauí, o SAMU local possui uma aeronave para realizar transferências entre hospitais, sem a possibilidade de fazer resgates.
Tripulação aeromédica
A tripulação do serviço aeromédico de Alagoas é integrada, composta por um piloto da Secretaria da Segurança Pública (SSP), um tripulante operacional do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL), além de um médico e enfermeiro do SAMU Alagoas.
Os profissionais da CAESP e do SAMU realizam atendimentos nas rodovias do Estado, transferência de pacientes graves de unidades de saúde do interior de Alagoas para capital, e transporte de pacientes que necessitam de procedimentos cirúrgicos de urgência na cidade de Recife, Pernambuco.
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Serviço aeromédico de Alagoas garante transporte interestadual para a população. Foto: Carla Cleto.
Serviço aeromédico de Alagoas garante transporte interestadual para a população. Foto: João Victor Barroso.
SAMU Alagoas em 16 anos de funcionamento já atendeu mais de 690 mil pessoas. Foto: Divulgação
Por conta da da dificuldade de respirar, socorristas levaram o paciente de helicóptero ao HGE, em Maceió — Foto: Samu/Ascom
Suécia – O primeiro dos seis aviões Pilatus PC-24 da operadora aeromédica governamental da Suécia (Kommunalförbundet Svenskt Ambulansflyg – KSA) decolou do Aeroporto de Buochs para seu voo inaugural em 22 de julho de 2020. Menos de um ano após a assinatura do contrato entre a KSA e a Pilatus, o voo inaugural do primeiro PC-24 aeromédico é um marco importante no programa, com previsão de entrega final das aeronaves em 2021.
Existe a opção de adquirir mais quatro, além das seis já compradas. Após a conclusão dos voos de teste iniciados pela Pilatus, os PC-24 serão enviados para a Aerolite AG, empresa suíça especializada na instalação do interior aeromédico.
As seis aeronaves serão entregues com dispositivos médicos adaptados à cabine, permitindo o transporte de até três pacientes com espaço para quatro passageiros. A cabine possuirá diferentes configurações, o que permitira à KSA realizar transportes de adultos, crianças e neonatos.
Regulação dos voos aeromédicos
O Centro de Coordenação de Voo da KSA está estabelecido em Umeå na Norrland University Hospital (NUS), necessária para otimizar a logística de transporte e, ao mesmo tempo, manter a preparação nacional para missões de ambulância aérea. O Centro trabalha 24 horas por dia, durante todo o ano, com enfermeiros experientes e equipe cirúrgica qualificada.
Bases de preparação
As bases estão estabelecidas em Umeå (ESNU), Estocolmo/Arlanda (ESSA) e Gotemburgo/Landvetter (ESGG). Em cada base ficarão duas aeronaves com pessoal médico e técnico. Todas as bases estão disponíveis 24 horas por dia e têm 30 minutos após o acionamento para sua ativação.
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O primeiro avião Pilatus PC-24 adquirido pela aperadora aeromédica Sueca (KSA) realiza seu voo inaugural com sucesso. Foto: Divulgação
O primeiro avião Pilatus PC-24 adquirido pela aperadora aeromédica Sueca (KSA) realiza seu voo inaugural com sucesso. Foto: Divulgação
O primeiro avião Pilatus PC-24 adquirido pela aperadora aeromédica Sueca (KSA) realiza seu voo inaugural com sucesso. Foto: Divulgação
O primeiro avião Pilatus PC-24 adquirido pela aperadora aeromédica Sueca (KSA) realiza seu voo inaugural com sucesso. Foto: Divulgação
O primeiro avião Pilatus PC-24 adquirido pela aperadora aeromédica Sueca (KSA) realiza seu voo inaugural com sucesso. Foto: Divulgação
O primeiro avião Pilatus PC-24 adquirido pela aperadora aeromédica Sueca (KSA) realiza seu voo inaugural com sucesso. Foto: Divulgação
O primeiro avião Pilatus PC-24 adquirido pela aperadora aeromédica Sueca (KSA) realiza seu voo inaugural com sucesso. Foto: Divulgação
Paraná – Na sexta-feira (10), equipe aeromédica do helicóptero Saúde 02 do Consórcio Intermunicipal SAMU Oeste (CONSAMU) realizou o atendimento de dois pacientes. A primeira remoção aeromédica foi de um homem de 65 anos que sofreu acidente vascular cerebral (AVC) na cidade de Três Barras do Paraná.
Para agilizar o transporte, o paciente foi levado por uma Unidade de Suporte Básico da cidade até o local onde estava pousado o helicóptero e em seguida foi transferido para o Hospital Universitário do Oeste do Paraná, em Cascavel.
Ainda na tarde de sexta-feira, a equipe foi acionada para transferir uma mulher de 82 anos de Nova Aurora para Cascavel. Uma Unidade de Suporte Básico do SAMU deu apoio terrestre para o transporte da paciente até o helicóptero. A mulher que sofreu infarto agudo do miocárdio (IAM) foi encaminhada para o Hospital do Coração Nossa Senhora da Salete, para cuidados especializados.
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Helicóptero do SAMU aeromédico realiza dois transportes de idosos no interior do Paraná. Foto: Divulgação
Helicóptero do SAMU aeromédico realiza dois transportes de idosos no interior do Paraná. Foto: Divulgação
Minas Gerais – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMMG) realiza operações de resgate e remoções aeromédicas todos os dias de neonatos, crianças e adultos, através do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).
Recentemente foi acionada para atendimentos de neonatos e crianças. Foi o caso da remoção aeromédica de uma bebê com 28 semanas que nasceu com problemas cardíacos na cidade de Capelinha, MG.
Como ela precisava de cirurgia no coração e a vaga disponível para a especialidade estava em Montes Claros, MG, a equipe aeromédica do helicóptero Arcanjo 05 realizou seu transporte. Outras equipes e aeronaves também são empregadas na remoção de pacientes graves. Foi o que aconteceu com um menino picado por escorpião em Governador Valadares, MG.
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Remoção aeromédica de uma bebê com 28 semanas que nasceu com problemas cardíacos na cidade de Capelinha, MG.
Remoção aeromédica de uma bebê com 28 semanas que nasceu com problemas cardíacos na cidade de Capelinha, MG.
Remoção aeromédica de uma bebê com 28 semanas que nasceu com problemas cardíacos na cidade de Capelinha, MG.
Remoção aeromédica de uma bebê com 28 semanas que nasceu com problemas cardíacos na cidade de Capelinha, MG.
O Corpo de Bombeiros empregou o avião arcanjo 07 e o helicóptero Arcanjo 02 para transportar o menino ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. O avião levou a criança para o aeroporto da Pampulha, onde foi transferida para o helicóptero e levada direto ao heliponto do hospital, onde uma equipe de especialistas em toxicologia o aguardava.
Outra criança precisou do apoio do Corpo de Bombeiros depois sofrer queimaduras em sua residência, em Itabira. A mãe esquentava o café da manhã usando álcool líquido, pois o gás de cozinha havia acabado. O garotinho de 1 ano e meio estava próximo quando o combustível em chamas atingiu ambos.
O pai acordou com o barulho e apagou as chamas na criança, usando as próprias mãos, que acabaram queimadas. Mãe e filho tiveram grandes queimaduras e o estado da criança era grave. Com o voo do Arcanjo 04, foi possível levar o garotinho de forma rápida até o Hospital de Pronto Socorro João XXIII, que é referência no tratamento de queimados em Minas Gerais. O menino segue em recuperação.
“Com os voos dos Arcanjos é possível atender e conduzir com rapidez e segurança pacientes graves em todo o Estado de Minas Gerias.” declarou o BOA em sua página no Facebook.
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O Corpo de Bombeiros empregou o avião arcanjo 07 e o helicóptero Arcanjo 02 para levar o menino ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.
O Corpo de Bombeiros empregou o avião arcanjo 07 e o helicóptero Arcanjo 02 para levar o menino ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.
O Corpo de Bombeiros empregou o avião arcanjo 07 e o helicóptero Arcanjo 02 para levar o menino ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.
Com o voo do Arcanjo 04, foi possível levar o garotinho de forma rápida até o Hospital de Pronto Socorro João XXIII
Com o voo do Arcanjo 04, foi possível levar o garotinho de forma rápida até o Hospital de Pronto Socorro João XXIII
Santa Catarina – Na tarde de domingo (28), equipe integrada do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros e do Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU) do SAMU Estadual, foi acionada para mais um transporte aeromédico de criança.
Um menino de 03 anos, com transplante hepático realizado aos 10 meses de idade, precisava de tratamento, e foi transferido de avião do Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, onde estava internado na UTI pediátrica desde o último dia 24, para o Hospital das Clínicas, em Porto Alegre.
Somente nos meses de abril, maio e junho, as equipes transportaram no avião Arcanjo 04 do Corpo de Bombeiros e no avião Carajá do Governo do Estado, 111 pacientes, sendo 36 neonatos e crianças.
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Corpo de Bombeiros e SAMU se destacam no transporte aeromédico neonatal em Santa Catarina
Corpo de Bombeiros e SAMU se destacam no transporte aeromédico neonatal em Santa Catarina
Um bebê de 26 dias de vida também precisou ser transportado no avião Arcanjo 04 de Criciúma para Joinville.
Para o Ten Cel BM Sandro Fonseca, Comandante do BOA, “o transporte aeromédico garante rapidez, segurança, conforto e agilidade para o procedimento, já que o tempo conta bastante para o sucesso de cura do paciente”.
Na segunda-feira (29), um bebê de 26 dias de vida também precisou ser transportado no avião Arcanjo 04 de Criciúma para Joinville. O pequeno paciente apresenta problemas cardíacos e foi transferido do Hospital Santa Catarina, em Criciúma, ao Hospital Jeser Amarante Faria, em Joinville, para tratamento cirúrgico.
Nesses dois voos foram percorridos pelo avião em torno de 1.000 quilômetros, em um total aproximado de 5,1 horas de voo. “O transporte aéreo representa importante meio de auxílio nos transportes inter-hospitalares. Por meio dele é viável percorrer grandes distâncias em um espaço de tempo muito menor, em comparação com outros meios”, complementou o Ten Cel Sandro.
Por se tratar de uma criança menor de idade, que necessita de um responsável para a internação e a indisponibilidade de espaço na aeronave Arcanjo 04, os familiares se deslocam por meios terrestres antecipadamente, para a recepção do paciente. Quando o transporte é feito no avião Carajás do governo do Estado o transporte de acompanhante é possível.
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Um bebê de 26 dias de vida também precisou ser transportado no avião Arcanjo 04 de Criciúma para Joinville.
Um bebê de 26 dias de vida também precisou ser transportado no avião Arcanjo 04 de Criciúma para Joinville.
Um bebê de 26 dias de vida também precisou ser transportado no avião Arcanjo 04 de Criciúma para Joinville.
Um bebê de 26 dias de vida também precisou ser transportado no avião Arcanjo 04 de Criciúma para Joinville.
Um bebê de 26 dias de vida também precisou ser transportado no avião Arcanjo 04 de Criciúma para Joinville.
Avião Arcanjo 04 dos Bombeiros transportam criança de 3 anos para tratamento de transplante hepático no Hospital Infantil Joana de Gusmão em Florianópolis, SC. Foto: Divulgação
Maranhão – A Secretaria de Estado da Saúde (SES) contratou o serviço aeromédico de empresas de Táxi Aéreo para atendimento de pacientes diagnosticados com COVID-19 e ampliar o alcance da assistência especializada. O serviço UTI Aérea realizou no primeiro mês de funcionamento mais de 70 transferências de pacientes.
O serviço garantiu o translado de pacientes do interior para leitos instalados em hospitais de gestão estadual, em São Luís. “Com a chegada da doença ao Maranhão, vimos a necessidade de aumentar a nossa capacidade de assistência e é o que temos feito até o momento. O serviço de UTI Aérea é uma extensão da estrutura especializada ampliada que montamos para recuperar os maranhenses acometidos pela COVID-19”, destaca o secretário Carlos Lula.
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Serviço de UTI Aérea do Maranhão já realizou 70 transferências aeromédicas de pacientes com COVID-19
Serviço de UTI Aérea do Maranhão já realizou 70 transferências aeromédicas de pacientes com COVID-19
As aeronaves utilizadas contam com estrutura de UTI adaptada, o que inclui respiradores e equipe médica para dar suporte ao paciente durante a transferência para a capital São Luís. O Hospital Dr. Carlos Macieira e o Hospital de Cuidados Intensivos, ambos de alta complexidade, integram a rede de saúde estadual e estão habilitadas para receber os pacientes.
Além do atendimento especializado, cada paciente assistido pelo serviço de UTI Aérea também tem o direito a um acompanhante. Para eles, o Governo do Estado tem garantido hospedagem e alimentação durante o tratamento do paciente que acompanha.
No primeiro mês, pacientes de 21 municípios maranhenses já foram beneficiados pelo serviço de UTI Aérea. Os pacientes foram transferidos das seguintes cidades: Lago da Pedra, Buriticupu, Presidente Dutra, Pedreiras, Santa Luzia do Tide, Bacabal, Codó, Colinas, Bacabal, Barra do Corda, Balsas, Coelho Neto, Timon, Alto Alegre, Peritoró, Jenipapo dos Vieiras, Açailândia, Zé Doca, Timbiras, Chapadinha e Barreirinhas.
Serviço de UTI Aérea do Maranhão criado há um mês já realizou 70 transferências aeromédicas. Foto: Divulgação.
Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou na quarta-feira (24), o transporte de dois bebês e também de 05 respiradores.
O primeiro transporte foi realizado com o avião Arcanjo 04 de um bebê de apenas 26 dias de vida, de Curitibanos para Florianópolis. O menino, que nasceu prematuro, apresentava hidrocefalia e foi para o Hospital Infantil Joana de Gusmão, na Capital Catarinense.
O segundo transporte foi de uma bebê de 7 meses, portadora de Atrofia Muscular Espinhal (AME). A menina foi inicialmente transportada no domingo (21), de Xanxerê para Florianópolis. Ela necessitava da medicação Spinraza, administrada no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis.
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Bombeiros e GRAU realizam dois transportes de bebês e transporte de 5 respiradores, SC. Foto: Divulgação
Bombeiros e GRAU realizam dois transportes de bebês e transporte de 5 respiradores, SC. Foto: Divulgação
Bombeiros e GRAU realizam dois transportes de bebês e transporte de 5 respiradores, SC. Foto: Divulgação
Depois do tratamento, a mãe e a criança retornaram de avião para Xanxerê. Em menos de uma semana, é a quarta vez que o avião Carajá é cedido pelo Governo do Estado para auxiliar no transporte de pacientes. Para realizar os dois transportes, os aviões percorreram 804 km, em 3,5 horas de voo
Segundo o Corpo de Bombeiros, “o transporte aeromédico garante rapidez, segurança e conforto para o procedimento. No caso de AME, estudos apontam a eficácia do medicamento na interrupção da evolução da doença para casos mais graves, quadro comum nesta patologia, justificando a urgência no tratamento”.
Transporte de respiradores
Como o avião Carajá tem boa capacidade de carga, foi possível transportar 05 respiradores (ventiladores mecânicos) que serão distribuídos entre Chapecó e Xaxim para o enfrentamento da pandemia da COVID-19.
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Bombeiros e GRAU realizam dois transportes de bebês e transporte de 5 respiradores, SC. Foto: Divulgação
Bombeiros e GRAU realizam dois transportes de bebês e transporte de 5 respiradores, SC. Foto: Divulgação
Portugal – A Força Aérea Portuguesa realizou, de 15 a 21 de junho, oito missões de transporte aeromédico entre ilhas, nos arquipélagos dos Açores e Madeira, Regiões Autônomas e o Continente. Nessas missões estiveram empenhadas as Esquadras 502 – “Elefantes”, 504 – “Linces” e 751 – “Pumas”.
No total foram transportados nove pacientes. Dois, entre ilhas no arquipélago dos Açores, dois entre ilhas no arquipélago da Madeira, um no Continente e quatro de longa distância, entre a Região Autônoma dos Açores e Portugal.
A Força Aérea também realizou o primeiro acionamento operacional do helicóptero AW119 Koala, operado pela Esquadra 552 – “Zangões”, no âmbito do Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais (DECIR).
No dia 09 de Junho, equipe do helicóptero Koala havia resgatado um pescador, de 49 anos, após queda de uma ravina em Ponte da Barca, quando tentava regressar do rio de Lima. O homem, que sofreu ferimentos leves, foi resgatado e transportado até uma ambulância, que o acompanhou até ao Hospital de Viana.
A Força Aérea destacou o primeiro acionamento operacional do helicóptero AW119MKII Koala
Pará – O paciente com suspeita de COVID-19 é da aldeia Mapuera, da etnia Wai-Wai, localizada no município de Oriximiná. O índio foi transportado pelo Serviço Aeromédico do Estado. O pouso aconteceu por volta das 11h40 da manhã de quarta-feira (17), no heliporto do Hospital de Campanha de Santarém (HCS).
De acordo com o operador de suporte médico do helicóptero, Dr. Igor Souza, não houve intercorrência durante a viagem. No HCS, o paciente foi atendido pela equipe médica e seu quadro clínico é estável.
O Hospital de Campanha de Santarém inaugurou no dia 12 de junho uma ala exclusiva para indígenas com suspeita ou confirmação de COVID-19. O espaço conta com dez leitos de enfermaria, uma equipe especializada para o atendimento de indígenas, levando em consideração a especificidade de cada etnia.
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Índio com suspeita de COVID-19 da aldeia Mapuera é transportado de helicóptero para Hospital de Campanha em Santarém, PA. Foto: Divulgação
Índio com suspeita de COVID-19 da aldeia Mapuera é transportado de helicóptero para Hospital de Campanha em Santarém, PA. Foto: Divulgação
Índio com suspeita de COVID-19 da aldeia Mapuera é transportado de helicóptero para Hospital de Campanha em Santarém, PA. Foto: Divulgação
Índio com suspeita de COVID-19 da aldeia Mapuera é transportado de helicóptero para Hospital de Campanha em Santarém, PA. Foto: Divulgação
Índio com suspeita de COVID-19 da aldeia Mapuera é transportado de helicóptero para Hospital de Campanha em Santarém, PA. Foto: Divulgação
Mato Grosso do Sul – O avião do Grupo de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, equipado com recursos de acordo trabalhista, tem servido ao transporte de pacientes infectados pelo novo coronavírus, atuando nas barreiras sanitárias de combate à pandemia.
No começo deste mês, por exemplo, militares apoiaram a repatriação de um brasileiro que mora na Bolívia e foi diagnosticado com a COVID-19. Com receio do agravamento de seu estado de saúde e pela falta de respiradores em Santa Cruz de La Sierra, ele pediu ajuda e foi trazido no avião do GOA para a capital Campo Grande, em uma ação que envolveu a Força Aérea Brasileira, a Força Aérea Boliviana e o Itamaraty, no último dia 5 de junho. O paciente ficou internado na UTI do Hospital Regional e teve alta esta semana.
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Corpo de Bombeiros do MS transporta brasileiro com COVID-19 da Bolívia para Campo Grande, MS. Foto: Divulgação.
Corpo de Bombeiros do MS transporta brasileiro com COVID-19 da Bolívia para Campo Grande, MS. Foto: Divulgação.
Corpo de Bombeiros do MS transporta brasileiro com COVID-19 da Bolívia para Campo Grande, MS. Foto: Divulgação.
Desde o início de funcionamento do serviço aeromédico pelo GOA, em dezembro de 2019, já foram realizadas 17 intervenções. Na última missão, o paciente foi trazido em uma cápsula de isolamento, para garantir a segurança dos demais tripulantes. “O paciente apresentava uma saturação de oxigênio suficiente e não foi necessária a utilização do respirador da aeronave”, explicou o tenente-coronel bombeiro Luidson Noleto, chefe do GOA.
Ele conta que estão estruturando uma equipe de médicos dentro da corporação, a qual irá tripular essa aeronave e um helicóptero para incidentes de maior gravidade. “É um serviço de alta complexidade. Começamos com a aquisição de equipamentos e a manutenção da aeronave. A formação médica está sendo realizada e o próximo passo é a disponibilização efetiva do serviço para a população. Esperamos atender as pessoas mais pobres e que não poderiam pagar por uma assistência dessa natureza”, explicou.
Recursos financeiros
A Vara do Trabalho de Bataguassu recebeu pedido feito pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul de doação de recursos para a aquisição de equipamentos que pudessem qualificar o serviço de resgate aéreo.
O GOA já possuía a aeronave, mas necessitava da instalação de equipamentos e de recursos para a manutenção do avião. Ao ser consultado pela Justiça especializada, o Ministério Público do Trabalho (MPT) emitiu parecer favorável acerca da destinação de valores para o Projeto de Serviço Aeromédico, voltado ao atendimento da rede pública estadual.
Foram doados R$ 182 mil para equipar a aeronave com incubadora neonatal, monitor multiparamétrico, ventilador pulmonar, bomba de infusão, aspirador de secreção elétrico com bateria extra, bolsa de medicamentos, mochila resgate Cruz da Vida, fones de ouvidos com redutor de ruídos e um equipamento de monitoramento instantâneo dos cilindros da aeronave.
O recurso é proveniente de acordo formalizado entre o MPT e indústria frigorífica, homologado na sequência pela Vara do Trabalho de Bataguassu. O montante revertido ao projeto corresponde ao saldo da quarta parcela do compromisso assumido pela empresa.
Avião do Corpo de Bombeiros equipado com recursos trabalhistas auxilia no combate à COVID-19 em MS.
Santa Catarina – Na quinta e sexta-feira, equipe do Batalhão de Operações Aéreas (BOA), do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou o transporte aeromédico de dois bebês e de uma menina de 10 anos com problemas de saúde.
Na quinta-feira (18), a equipe transportou um menino de 07 meses, de Criciúma para Joinville e na sexta-feira (19), transportou um bebê de 02 dias de vida, de Florianópolis para Joinville, norte do Estado.
Os pacientes apresentavam problemas cardíacos e foram transferidos pela aeronave Arcanjo 04 ao aeródromo Lauro Carneiro de Loyola (SBJV), em Joinville, onde uma Unidade de Suporte Básico do SAMU aguardava para transportar o paciente ao Hospital Jeser Amarante Faria para tratamento cirúrgico.
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Nos transportes realizados dos dois bebês foram percorridos pelo avião Arcanjo 04 em torno de 915 quilômetros entre as cidades, em um total aproximado de 6 horas de voo.
No segundo transporte de sexta-feira (19), uma menina de 10 anos precisava realizar tratamento de infecção após transplante renal. Por apresentar infecção urinária, que está associada ao órgão transplantado, a criança necessita de tratamento com a equipe médica que realizou o transplante, visto que a doença é complexa e potencialmente grave.
A paciente e a mãe foram transportadas de Lontras até Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A aeronave modelo Carajá, do governo estadual, levou cerca de uma hora para fazer o trajeto de 353 quilômetros.
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GRAU e Bombeiros transportam uma menina de 10 anos para transplante renal de Lontras para Porto Alegre, SC. Foto: divulgação