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Transporte aeromédico

Casa Militar do MS transporta pacientes para realizar transplante renal em Curitiba e São Paulo

Mato Grosso do Sul – Na noite de sexta-feira (12), a Coordenadoria de Transporte Aéreo da Casa Militar do Mato Grosso do Sul realizou o transporte de uma menina de 14 anos para Curitiba, PR. A jovem tem disfunção renal grave e foi comunicada que em Curitiba (PR) tinha a doação de um rim 100% compatível, porém a viagem até lá deveria ser rápida, pois o tempo isquemia do órgão é de 48 horas.

Como as companhias aéreas estão com horários reduzidos de voo, devido a pandemia de COVID-19, o Projeto Guardiões da Vida procurou apoio para realizar a viagem junto ao Governo do Estado, que já tem histórico de missões de transporte de pessoas e de órgãos Brasil afora.

Além de transporte da jovem, a Casa Militar também fez o transporte de um homem de 31 anos para São Paulo no mesmo dia. O rapaz também espera por um transplante de rim.

Ação rápida da Casa Militar do Mato Grosso do Sul possibilitou menina de 14 receber um rim em Curitiba. Foto: Divulgação

O comandante da aeronave, o tenente-coronel Adalberto Ortale Júnior, destacou que “é uma grande satisfação salvar uma vida ou poder colaborar para uma vida melhor de uma pessoa que precisa de um transplante”.

O tenente-coronel ainda explicou que a Casa Militar tem toda a estrutura voltada para o atendimento da comunidade. “Além do transporte de autoridades e de observação da fronteira, nosso serviço também é voltado para o social”, afirmou o militar.

No ano passado, foram realizadas 30 missões humanitárias de transporte de pessoas e de órgãos. A expectativa é de que esse número aumente neste ano, pois dois hospitais de Campo Grande foram habilitados pelo Ministério da Saúde para realizar transplante de coração.

Paciente atendido na Policlínica Itinerante no Marajó é transportado de helicóptero para Belém, PA

Pará – Na tarde de sábado (13), uma aeronave do Governo do Pará transportou um paciente com COVID-19 de São Sebastião da Boa Vista, município do Arquipélago do Marajó, para o Hospital de Campanha de Belém.

A aeronave pousou no município por volta das 16h40 e decolou às 17h15 rumo ao Hospital de Campanha. A ação somente foi possível pela parceria entre a coordenação da Policlínica Itinerante e o Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Pará (GRAESP).

“Que alívio. A equipe mobilizou rapidamente a transferência para Belém, tudo em tempo recorde. A família ficou muito aflita, mas tudo deu certo. Só tenho a agradecer ao Governo do Pará pela assistência. Foi fundamental. Agora meu irmão está bem assistido”, disse a irmã do paciente, que acompanhou o embarque.

Kelly Mendes, técnica do TerPaz (Programa Territórios pela Paz), que integra a equipe, esteve ao lado do paciente durante todo o processo. “Em casos mais graves, o primeiro passo é levar o paciente até o Hospital Municipal para estabilizá-lo, e então providenciar o apoio do GRAESP”, informou.

O trabalho realizado pelo serviço aeromédico e pelo GRAESP tem sido fundamental desde o início da pandemia, seja para transportar medicamentos, amostras para teste de COVID-19 e pacientes do interior que necessitem de internação em hospitais da capital paraense.

A Policlínica Itinerante é um navio equipado e com 32 profissionais para atender a população do arquipélago marajoara. O objetivo é oferecer assistência médica diferenciada para evitar o agravamento de casos da COVID-19.

No primeiro dia de atendimento foram realizadas 168 consultas médicas, 68 testes rápidos e 26 exames PCR (coleta de secreção), e entregues 112 medicamentos. Na segunda-feira (15), o serviço chega ao município de Cachoeira do Arari; no dia 16, a Salvaterra e, por último, no dia 17, a Soure.

Pacientes são transferidos de helicóptero para hospitais de Umuarama e Cascavel, PR

Paraná – A semana das equipes aeromédicas do helicóptero Saúde 06 do CONSAMU, Base Cascavel, foi agitada. Foram transportes de pacientes que precisavam de tratamento especializado em hospitais de referência no oeste do Paraná.

Na segunda-feira (25), a equipe foi acionada para realizar a transferência de uma paciente de 73 anos de idade que teve parada cardiorrespiratória, revertida pela equipe do hospital de Palotina. A paciente foi transportada ao Hospital Nossa Senhora da Salete de Cascavel.

Na manhã de quinta-feira (28) a equipe foi novamente acionada. Dessa vez para realizar transporte aeromédico de paciente que estava internado na Unidade de Pronto Atendimento do município de Francisco Alves, PR.

O homem de 29 anos sofreu um acidente de trânsito e foi diagnosticado com traumatismo cranioencefálico grave e precisava fazer uso de tubo orotraqueal e ventilação mecânica. Os operadores de suporte médico do helicóptero levaram o paciente para o hospital Norospar de Umuarama, PR.

Na sexta-feira (29), mais um transporte foi realizado. Um idoso, de 67 anos de idade, com queixa de dor torácica, diagnosticado com infarto agudo do miocárdio (IAM), foi transferido de Tupãssi para tratamento especializado no hospital Nossa Senhora da Salete de Cascavel. As equipes aeromédicas contaram com o apoio de ambulâncias de suporte básico do SAMU.

Paciente com suspeita de COVID-19 é transportada de helicóptero de Muaná para Belém, PA

Pará – O helicóptero Saúde 02 do Governo do Estado fez o transporte, na terça-feira (26), de uma paciente com suspeita de COVID-19 do município de Muaná, no Arquipélago do Marajó, para o Hospital de Campanha do Hangar, em Belém. A aeronave pousou por volta das 10h30 da manhã em frente a entrada principal da Unidade.

A paciente, de 66 anos, veio acompanhada de médico e enfermeiro e foi levada direto para a sala de tomografia. De acordo com o médico Lauro Marinho, “a paciente, depois de realizar o procedimento, foi para a UTI”. E completa: “a equipe está preparada para dar todo o suporte necessário para todos os pacientes que chegarem ao hospital de campanha”, reforçou.

Dados do boletim epidemiológico desta terça-feira (26), apontam que o município de Muaná possui 69 casos confirmados, 54 recuperados e cinco óbitos.

Helicóptero do governo do estado do Pará transporta paciente com suspeita de COVID-19 de Muaná para Belém. Foto: Divulgação

Estado do Paraná desponta como uma referência nacional no atendimento aeromédico

Paraná – O Estado do Paraná desponta nacionalmente como uma referência no atendimento aeromédico. Os últimos dias foram movimentados para as equipes que trabalham nas regiões noroeste e oeste do Estado, além da capital e região metropolitana.

O Estado possui bases nas cidades de Curitiba (Falcão 03 e 04), Maringá (Saúde 10), Cascavel (Saúde 02), Ponta Grossa (Saúde 03) e Londrina (Saúde 09). Nessa semana foram diversos acionamentos para socorro de vítimas de trauma e transporte de casos clínicos.

As equipes da Unidade Aérea Pública (UAP) da Secretaria de Saúde (SESA), que atendem as regiões de Maringá e Cascavel, através de consórcios do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), bem como as equipes do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) que atendem Curitiba, voaram para salvar vidas.

No domingo (10), a equipe do helicóptero Saúde 10 (Operações Aéreas SAMU 192 – Maringá) foi empenhada para o resgate de duas pessoas. No período da manhã um jovem de 28 anos foi baleado acidentalmente na Comunidade Garrincha, município de Campina da Lagoa.

No período da tarde, um homem de 25 anos sofreu um acidente de trânsito entre Terra Boa e Malu. Em razão da gravidade das duas vítimas, ambas foram levadas de helicóptero para a Santa Casa de Campo Mourão.

Na terça-feira (12) a equipe do Saúde 10 fez mais dois resgates. Um homem de 38 anos atropelando na PR-444 foi levado de helicóptero ao Hospital Bom Samaritano, em Maringá, e um homem de 35 anos vítima de um esfaqueamento em Douradina foi transferido de helicóptero para um hospital, em Umuarama.

Na região oeste do Estado foi a vez da equipe do helicóptero Saúde 02 (Operações Aéreas – CONSAMU) realizar missão aeromédica para socorrer uma idosa de 67 anos vítima de AVC (Acidente Vascular Cerebral). A paciente estava no Hospital Municipal de Ibema e foi necessário o transporte aeromédico para o Hospital São Lucas, em Cascavel.

Na terça-feira (12), uma menina de 01 ano de idade sofreu queimaduras com líquido corrosivo em Marechal Cândido Rondon e foi internada na UTI pediátrica do Hospital Universitário (HUOP) de Cascavel. Na tarde de quinta-feira (14) a equipe do helicóptero Saúde 02 realizou sua transferência ao Hospital Universitário de Londrina, para atendimento especializado no Centro de Tratamento de Queimados.

Também transportaram um homem de 60 anos na manhã de quinta-feira (14) após sofrer um infarto agudo do miocárdio. O paciente estava em Catanduvas e foi transportado pelo helicóptero para o Hospital do Coração, em Cascavel.

Mas não para por ai. Entra em cena o Falcão 04 do BPMOA. Na terça-feira (12) foi acionado para remoção aeromédica de vítima de AVC da cidade de Mandirituba para o Hospital do Rocio, em Campo Largo. No mesmo dia a equipe fez mais um transporte aeromédico de paciente com abdome agudo de Cerro Azul para o Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul.

No final do dia resgataram vítima de afogamento no interior de São José dos Pinhais. No local, um homem que utilizava uma espécie de tirolesa, caiu do equipamento e submergiu em um lago. O homem foi retirado por populares.

A equipe de Operadores de Suporte Médico (OSM) do BPMOA e uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizaram o socorro. Depois de estabilizada, a vítima foi levada de helicóptero ao Hospital do Cajuru, Curitiba. O BPMOA também trabalha em parceria com o Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (SIATE) do Corpo de Bombeiros.

De quarta-feira (13) a sexta-feria (15) as equipes do BPMOA realizaram mais quatro missões de transporte de aeromédico. Transportaram uma criança, vítima de atropelamento por trator e de outras três pessoas vítimas de AVC que estavam nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de Mandirituba, Lapa e Quitandinha. Foram levadas ao Hospital do Rocio e Hospital Angelina Caron.

O BPMOA e o setor de Transporte Aéreo da Casa Militar também possuem aviões que são utilizados no transporte de órgãos para transplante, equipamentos e insumos hospitalares em todo o Estado.

O serviço aeromédico implantado no Estado do Paraná atende tanto vítimas de trauma como casos clínicos. Os traumas mais comuns estão relacionadas a acidentes de trânsito, afogamentos e quedas. Os casos clínicos mais comuns são problemas cardíacos e AVC.

Força Aérea Real realiza o primeiro transporte aeromédico de paciente com COVID-19 na Escócia

Escócia – Na madrugada de quarta-feira (22), um helicóptero da Força Aérea Real (RAF), SA-330 Puma, baseado em Kinloss, em parceria com o Serviço de Ambulância Escocês (SAS), realizou a primeira transferência de paciente com COVID-19 da Ilha de Arran para Kilmarnock.

A equipe realizou a transferência do paciente para o Hospital Universitário Crosshouse, em Kilmarnock. Para o secretário de Defesa Ben Wallace, “a evacuação aeromédica realizada é um ótimo exemplo da capacidade das Forças Armadas do Reino Unido em apoiar as comunidades mais remotas nas Terras Altas (Highlands) e Ilhas da Escócia.”

O líder do esquadrão Johnny Longland, comandante do destacamento, disse que “pouco mais de três horas após a equipe ter recebido a ligação, o paciente viajou 162 milhas náuticas e estava na Unidade de Terapia Intensiva. O treinamento que realizamos com as equipes médicas de emergência na Escócia garantiu que, quando chegasse a hora, estaríamos todos prontos para uma transferência rápida de um paciente.

A tripulação da aeronave usou EPI durante todo o voo e ao término da missão a tripulação e a aeronave foram submetidas a rigorosos procedimentos de descontaminação. Atualmente, três helicópteros da RAF estão baseados na Escócia, como parte de uma Força-Tarefa criada no Reino Unido para oferecer atendimento aos pacientes com o novo coronavírus.

Serviço de Ambulância Escocês adquire cápsulas de isolamento para transportar pacientes com COVID-19

Escócia – O Serviço de Ambulância Escocês (SAS) adquiriu até o momento, oito cápsulas de isolamento Epishuttle. Quatro já foram recebidas e as outras quatro serão entregues até meados de maio.

O investimento, de mais de £ 500.000, permitirá que o Serviço ofereça aos pacientes um melhor padrão de atendimento, aumentando a capacidade de transferências complexas envolvendo pacientes com COVID-19, especialmente em comunidades remotas e insulares.

A cápsula de isolamento Epishuttle de tamanho adulto favorece a transferência em aeronaves que possuam maior espaço de cabine, por isso, o SAS está trabalhando em parceria com companhia aérea regional Loganair e com a Força Aérea Real (RAF). Recentemente o serviço realizou treinamento com a cápsula no helicóptero SA-330 Puma da RAF.

Além disso, a Agência Nacional de Transporte da Escócia (Transport Scotland) também está colaborando, a fim de aumentar as opções de transporte disponíveis para transferências de pacientes com COVID-19.

Pauline Howie, CEO do Serviço de Ambulância Escocês, disse: “Esta é uma situação sem precedentes e nossa equipe em todo o país está fazendo um trabalho fantástico no atendimento a pacientes na Escócia. A luta contra o COVID-19 exigiu que o Sistema de Saúde do Reino Unido pensasse de maneira diferente e seguisse em frente. Ao adaptar nossa abordagem e usar esta mais recente tecnologia disponível, estamos agindo rapidamente no melhor interesse dos pacientes e de nossa equipe, enquanto aumentamos nossa capacidade.

Brasil Vida Táxi Aéreo transportou pacientes expostos ao COVID-19 do Chile para América do Norte e Europa

Goiás – Um navio de cruzeiro não pode sair do Puerto Montt, no Chile, devido à possível exposição de turistas ao novo coronavírus (COVID-19). Por isso, alguns turistas que estavam a bordo precisaram ser repatriados aos seus respectivos países, utilizando transporte aeromédico.

Algumas empresas de UTI aérea ao redor do mundo foram procuradas para efetuar a operação e a empresa Brasil Vida Táxi Aéreo foi uma das selecionadas. Foram realizadas cinco operações pela empresa do final de março ao início de abril em aeronaves configuradas como UTI aérea.

A equipe utilizou equipamentos de proteção individual (EPIs), dentre eles o macacão impermeável, protetor facial (faceshield), máscara própria, luvas de procedimento dupla, botas impermeáveis, capsula de isolamento, etc., seguindo protocolos brasileiros e internacionais da Organização Mundial de Saúde.

As operações de transporte dos pacientes e seus acompanhantes tiveram como destino a América do Norte e a Europa. A cada vez que chegavam em Puerto Montt, a aeronave, a tripulação e a equipe médica permaneciam no aeroporto El Tepual.

O governo do Chile, em razão da pandemia, definiu que toda e qualquer ação, incluindo o serviço local de ambulância terrestre, só poderia ser feita na madrugada, entre meia-noite e seis da manhã. Por isso, só puderam ser realizadas duas operações de remoção por dia. “Foram várias aeronaves e equipes no processo. Foi uma operação de altíssima complexidade, marcando a história do transporte aeromédico no mundo”, ressaltou o Diretor Internacional James DeSouza.

Durante toda a operação, algumas fronteiras estavam sendo fechadas, fato que exigiu esforços de diplomacia internacional, ressaltando aos governos a importância do transporte, a cautela da logística e todas as peculiaridades das remoções para que tudo ocorresse da maneira certa.

Apesar de todas as restrições, desde o enfrentamento de neblina durante o pouso e decolagem até questões burocráticas características da repatriação de pessoas, as cinco missões foram realizadas com sucesso e, cada paciente, junto ao seu acompanhante, foi repatriado e seguiu para atendimento médico local.

“Nós chamamos essa operação de Repatriações COVID-19, pois foi um marco para a história da nossa empresa e para o transporte aeromédico no mundo”, relatou James. A empresa relatou que houve muita emoção envolvida no processo. Equipe médica, tripulação e os administrativos que, da sede em Goiânia, cuidavam de detalhes para que tudo ocorresse conforme o planejado.

ANVISA publica Nota Técnica sobre medidas sanitárias para aeroportos e aeronaves e inclui recomendações para o serviço aeromédico

Para enfrentar a atual pandemia de COVID-19, o poder público procura soluções para seu enfrentamento. A aviação é hoje um dos mercados mais atingidos pela pandemia, mas os serviços aéreos podem ser fundamentais para ajudar gestores públicos nesse momento de crise. A ANVISA e a ANAC vem buscando antecipar ações importantes para o setor.

Hoje (09), a ANVISA publicou Nota Técnica Nº 62/2020 que atualiza as medidas sanitárias a serem adotadas em aeroportos e aeronaves e incluiu recomendações para o serviço aeromédico (item 2.1.2.4). Da mesma forma, a ANAC publicou a Portaria Nº 880/20 e o Ofício nº 37/2020/SPO autorizando empresas de Táxi Aéreo e Unidades Aéreas Públicas (UAP) realizarem o transporte de cargas, incluindo material biológico.

A Nota Técnica a ANVISA estabeleceu recomendações específicas para administradoras aeroportuárias; companhias aéreas; operadores aéreos com menos de 19 assentos e incluiu recomendações aos operadores aéreos com serviço aeromédico aprovado pela ANAC ou operações aeromédicas realizadas por outras unidades.

Nas recomendações para os serviços aeromédicos, a Nota Técnica (item 2.1.2.4) definiu as seguintes recomendações:

  • Os profissionais de saúde devem observar as orientações específicas para este grupo,
    especialmente com relação ao uso de EPI (Nota Técnica ANVISA Nº 04/20).
  • Os critérios aqui estabelecidos não extrapolam a necessidade de observância dos aspectos de segurança operacional definidos pelo operador aéreo e pela autoridade de aviação civil competente.
  • Medidas adicionais podem ser adotadas para proteção da tripulação visando o isolamento respiratório e/ou de contato, tais como cortinas, Cápsula de Isolamento de Paciente (Patient Isolation Device – PID) ou outra que vier a ser definida.
  • O aumento da complexidade do nível de proteção (EPI) dos tripulantes na operação, está condicionada a avaliação da:
  1. Impossibilidade de barreira física entre a tripulação e o paciente;
  2. Caraterística do sistema de ventilação, recirculação, ar condicionado, entre outros;
  3. Complexidade do quadro clínico do paciente;
  4. Necessidade de intervenção médica em voo; e/ou
  5. Duração do voo.
  • No pior cenário, é recomendada a utilização dos EPIs indicados para proteção à exposição por aerossóis.
  • Após a realização do voo, a aeronave e os equipamentos embarcados devem ser descontaminados conforme protocolo específico.

Além disso, segundo especialistas, a segurança operacional deve ser avaliada de forma criteriosa. Nessa fase, o gestor deverá observar questões que podem interferir diretamente na condução da aeronave, como ergonomia, comunicação e fadiga. Será preciso realizar um planejamento detalhado para realizar um voo seguro, dentro de suas capacidades sem correr riscos desnecessários.

Corpo de Bombeiros e SAMU transportam paciente de Chapecó a Blumenau para realizar transplante cardíaco

Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), realizou na manhã de terça-feira (07) o transporte de um homem de 47 anos com problemas cardíacos, de Chapecó para Blumenau.

O paciente tem miocardiopatia dilatada, com severa disfunção sistólica e estava internado no Hospital Regional Teresinha Gaio Basso, em São Miguel do Oeste. Foi transportado até o aeródromo Serafim Enoss Bertaso, em Chapecó. De lá, foi transportado, pelo avião Arcanjo 04 até o aeródromo regional de Blumenau.

Ao chegar no Vale do Itajaí, foi conduzido pela unidade de suporte avançado (USA) do SAMU até o Hospital Santa Izabel, onde passará por transplante cardíaco.

Aeronaves do Governo do Paraná já coletaram 1.457 amostras para testes de COVID-19

Paraná – As aeronaves do Governo do Estado já coletaram 1.457 amostras de material para testes do novo coronavírus nas regionais de Saúde do Paraná, segundo levantamento da Casa Militar, órgão responsável pela operação logística do transporte. As aeronaves da frota contabilizaram 73 horas e 20 minutos de voo em apenas duas semanas (23 de março a 5 de abril), o que significa três dias ininterruptos de deslocamento

Essa logística foi desenhada com apoio da Secretaria de Estado da Saúde e ajuda a mapear melhor e mais rápido a circulação do novo coronavírus, além de possibilitar o diagnóstico preciso aos pacientes a partir do teste de detecção realizado no Laboratório Central do Estado (Lacen-PR), em São José dos Pinhais, que é referência no Paraná para esse tipo de exame (RT-PCR). Apenas as amostras de Curitiba (e região) e Ponta Grossa não contam com apoio aéreo pela proximidade.

Essa ação integrada permite ao Paraná delinear estratégias mais certeiras de combate à Covid-19. O uso dessas aeronaves permite deslocamento rápido e realização de exame pelo Lacen em até 72 horas.

A frota de aeronaves que a Casa Militar está utilizando é composta por quatro aviões – um Cessna Caravan, dois Sênecas III e o King Air 350 – e mais um helicóptero. Aeronaves da Polícia Militar e da Polícia Civil também são usadas conforme a necessidade. As regionais que mais demandaram transporte de amostras até o momento foram Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Maringá e Londrina, Pato Branco e Umuarama. Juntas, elas englobam 141 municípios.

Aeronaves do Governo do Paraná já coletaram 1.457 amostras para testes de COVID-19.

COMO FUNCIONA

As prefeituras transportam as amostras do material coletado nas vias respiratórias do paciente até as sedes das regionais e elas encaminham o conjunto para uma das nove cidades com aeroportos que cobrem o Paraná de Leste a Oeste e de Norte a Sul: Guarapuava, União da Vitória, Telêmaco Borba, Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, Pato Branco e Umuarama.

De acordo com a logística estabelecida pela cooperação, servidores destacados das regionais de Saúde acionam a Casa Militar e informam a quantidade de amostras que precisam ser transportadas no dia seguinte, e o órgão prepara a logística de coleta, com a orientação de que os testes devem chegar no Lacen até as 11 horas. Além dos exames, as aeronaves ajudam a transportar caixas UN3373 para as regionais. Essas embalagens são próprias para material biológico.

A organização logística é específica para o Lacen e não envolve os demais laboratórios privados ou públicos já credenciados.

Aeronaves do Governo do Paraná já coletaram 1.457 amostras para testes de COVID-19.

LACEN

O Laboratório Central do Estado (Lacen-PR) é o principal ponto de referência do Paraná para os exames. Já foram realizados quase 5 mil testes desde o aparecimento dos primeiros suspeitos no Paraná. Atualmente a capacidade diária é de cerca de 600.

O Lacen recebe diariamente exames de todos os municípios e em até 72 horas conclui pela presença ou ausência do novo coronavírus. O quadro funcional conta com 70 profissionais e bolsistas contratados para auxiliar nos processos de detecção durante a pandemia.

Os resultados do Lacen e dos demais laboratórios privados são inseridos no GAL (Gerenciador de Ambiente Laboratorial) e permitem acesso remoto das equipes de saúde dos municípios. Essa é a estrutura básica dos boletins epidemiológicos emitidos diariamente pela Secretaria de Estado da Saúde.

UTI aérea contratada pela Secretaria de Saúde do Amazonas realizou seis remoções de casos de COVID-19

Amazonas – Desde o início da pandemia do novo coronavírus no Amazonas, a Secretaria de Estado de Saúde (SUSAM) já realizou seis remoções aeromédicas de casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus (COVID-19) de municípios do interior para a capital.

O fluxo criado para as remoções de COVID-19 do interior não interfere nas necessidades relacionadas a outras enfermidades. A Secretaria já possuía contrato vigente com uma empresa de Táxi Aéreo para atender as demandas de rotina do Estado.

Para o transporte de suspeitos e de pacientes graves o transporte poderá ser realizado via aérea, rodoviária e fluvial. O Táxi Aéreo contratado disponibiliza aviões que inclui um avião Grand Caravan e um hidroavião (Caravan Anfíbio), para atender às diversas realidades dos municípios do Amazonas, considerando a distância do município de origem do paciente.

Através de um sistema de regulação, esses pacientes são removidos para a capital. “A ambulância vem na própria pista do aeroporto, retira o paciente e leva para a unidade de saúde de destino”, detalhou o secretário executivo adjunto de Atenção Especializada ao Interior da SUSAM, Cássio Espírito Santo.

Cada aeronave está equipada com todo o aparato necessário para realizar os atendimentos, com capacidade para transportar até dois pacientes. “Aqui ficam os equipamentos, insumos e os profissionais que atendem as demandas dos municípios. As aeronaves são montadas de acordo com as realidades e as necessidades. Então, se for remover um paciente, um leito; se for remover dois pacientes, dois leitos e os equipamentos necessários”, pontuou Cássio, ressaltando que os profissionais usam todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) necessários para evitar a contaminação.

Devido às fortes chuvas, pacientes que precisavam de atendimento médico são resgatados em SP

São Paulo – Na manhã de segunda-feira (10), devido às fortes chuvas e diversos alagamentos que ocorreram na cidade de São Paulo, três helicópteros Águia do Comando de Aviação da Polícia Militar foram acionadas para monitoramento das vias e apoio ao Corpo de Bombeiros e Defesa Civil.

Foram realizados durante a manhã quatro salvamentos com o uso do cesto na região do CEAGESP, bem como resgate de duas crianças e uma idosa que estavam no trânsito e precisavam chegar ao hospital.

Uma menina, acompanha de sua mãe, precisava realizar uma sessão de hemodiálise e devido os alagamentos não conseguiriam chegar ao Hospital Samaritano, zona oeste de São Paulo. O helicóptero Águia pousou próximo da Ponte da Casa Verde (Zona Norte) e realizou o transporte da mãe e da criança ao hospital.

Depois de levá-las, a equipe retornou e fez outro resgate. Uma ambulância transportava uma idosa que também precisava realizar sessão de hemodiálise e não conseguiria prosseguir em razão dos alagamentos. A equipe do Águia 03 realizou pouso próximo da Ponte da Freguesia do Ó, que estava interditada, embarcou a paciente, que também foi para o Hospital Samaritano.

Serviço Aeromédico dos Campos Gerais transporta paciente de Ponta Grossa para Castro, PR

Paraná – A equipe Aeromédica do SAMU Campos Gerais em conjunto com o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) foi acionada na terça-feira (21) para auxiliar na transferência de uma mulher de 57 anos de Ponta Grossa para Castro (região dos Campos Gerais).

A paciente com dificuldades respiratórias deu entrada no Pronto Socorro Municipal ainda na segunda-feira (20) e permaneceu internada na unidade. No entanto, devido à gravidade do estado de saúde, precisou ser levada ao Hospital da Cruz Vermelha, em Castro, para permanecer na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Para auxiliar no transporte, foi acionada a equipe aeromédica do SAMU/BPMOA. Entubada, a mulher foi levada até o Clube Guarani, de onde a aeronave decolou com destino à cidade vizinha.

Força Tarefa é montada para o transporte aeromédico de dois pacientes de Salvador para Brasília

Distrito Federal – Uma Força Tarefa foi montada para o transporte aeromédico de dois pacientes de Salvador para Brasilia, DF. Na quinta-feira (16), o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) recebeu duas solicitações distintas para transporte de cidadãos brasilienses que se acidentaram no Estado da Bahia.

A primeira paciente tratava-se de uma militar reformada do CBMDF que havia sofrido uma queda na cidade de Camaçari, BA. Em razão das fraturas sofridas era necessário o transporte para Brasília para realização de procedimento cirúrgico em hospital especializado e credenciado pelo CBMDF.

Força Tarefa foi montada para o transporte aeromédico de dois pacientes de Salvador para Brasilia. Foi empregado o avião do GRAER da PM da Bahia.

O outro paciente era uma criança de 11 anos, politraumatizada, que estava sendo atendida na cidade de Guanambi, BA. Esta criança estava num veículo que foi atingido por um caminhão e recebeu o atendimento inicial, no entanto, havia indicação médica de transporte para unidade de saúde de maior complexidade, a fim de realizar procedimento cirúrgico.

Diante da necessidade de transporte desses dois pacientes e considerando os recursos disponíveis, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal solicitou à Policia Militar e ao Corpo de Bombeiros da Bahia o apoio para transporte da militar e da criança até Brasília, através do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (GRAER).

O pedido foi atendido e designado o avião Guardião 08 do GRAER, modelo Grand Caravan, equipado aeromédico, com a tripulação composta pelos Cap PM PM Silva, Cap PM Mutti, St PM Luciano Santos Ferreira e Dr. Sérgio Vany Abreu de Lima, bem como viaturas do Corpo de Bombeiros para o transporte dos pacientes até o embarque, em Salvador.

Hospital Metropolitano recebe segundo pouso aeromédico e atende pacientes graves em Santa Rita, PB

Paraíba – O Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires recebeu nos dias 28 e 29/12, pacientes do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa. Dentre os atendidos, um paciente de 38 anos, com ferimento de arma de fogo na cabeça, que foi removido por via aérea do Trauma para o Metropolitano.

A transferência foi realizada pelo helicóptero Acauã 02 do Grupo Tático Aéreo (GTA) da Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social. Toda a ação faz parte do plano estadual de contingência a situações de emergência, objetivando a garantia do atendimento e cuidados com a saúde da população paraibana.

De acordo com o diretor geral do Hospital Metropolitano, Antônio Pedrosa, receber os pacientes do Hospital de Trauma de João Pessoa exigiu uma força tarefa de todas as equipes da unidade de saúde.

“O nosso Núcleo de Regulação Interno foi fundamental para organização do fluxo e recebimento de cada paciente. Nossa equipe de manutenção e limpeza prepararam as enfermarias, já as equipes médica e multidisciplinar recepcionaram cada um e tão prontamente providenciaram o atendimento, de acordo com a necessidade de cada paciente. Unimos esforços para garantir que a saúde da população paraibana não fosse prejudicada”, afirmou o diretor geral do Metropolitano.

Já o diretor geral do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, Leonardo de Lima Leite, avaliou que “sem uma visão gerencial e de parceria entre as unidades de saúde, não conseguiríamos obter êxito”.

O diretor expressou ainda a gratidão aos profissionais do Metropolitano “Aos colegas neurocirurgiões que deram toda a cobertura durante as 24h do plantão, e à toda equipe envolvida, o meu sincero reconhecimento a maestria, para dar conta de avaliações e procedimentos dos dois serviços. Ainda há muito por fazer, mas sabemos que contamos uns com os outros nestas horas. E assim entregamos excelência em saúde”.

Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires recebeu pacientes do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, PB. Foto: Divulgação

O secretário de Saúde do Estado, Geraldo Medeiros, pontuou que o Hospital Metropolitano integra a rede estadual de assistência hospitalar, e, desta forma, cumpre também o seu papel dentro do plano estadual de contingência a situações de emergência.

“O Metropolitano vem realizando um importante e significativo trabalho, dando suporte aos atendimentos realizados no Trauma. As transferências, caso necessárias, permanecerão acontecendo até que o fluxo seja completamente normalizado, não acarretando perda no tratamento para nenhum assistido. Nossa prioridade é salvar vidas”, declarou.

No total, mais de 30 pacientes que necessitavam de atendimento especializado, e alguns deles, de intervenção cirúrgica, receberam toda a assistência necessária, e seguem em observação no Hospital Metropolitano.

Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires recebeu pacientes do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, PB. Foto: Divulgação.

Ação conjunta possibilita o resgate de duas vítimas de afogamento em rio em Morretes, PR

Paraná – Duas pessoas foram socorridas em estado grave, na manhã de segunda-feira (30), após se afogarem em um rio, em Morretes, no Litoral do Estado. Segundo o Corpo de Bombeiros, os dois turistas se banhavam no rio com a família e acabaram se afogando. Os dois foram retirados da água pelas pessoas que estavam no local.

Ainda segundo os bombeiros, após as avaliações, foi constatado que os dois estavam em estado grave e foram encaminhados ao hospital. O helicóptero Falcão 03, do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) foi até o local, onde a médica fez a avaliação.

As vítimas foram levadas para o Hospital de Morretes em ambulâncias do SAMU, mas um dos pacientes precisou ser transferido de helicóptero para o Hospital Regional de Paranaguá. Durante o feriado de Natal, uma pessoa morreu afogada na mesma região. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o local não é adequado para banho ou natação, uma vez que é um lugar de grande profundidade.

A recomendação é permanecer nas margens ou áreas rasas, cuidado ao caminhar sobre pedras escorregadias e nunca entrar em rios ou mares após ingerir bebida alcoólica ou alimentação pesada.

Em ação conjunta, SAMU e Batalhão de Aviação da PM transportam bebê para UTI Neonatal em Joinville, SC

Santa Catarina – Um bebê de apenas seis dias de vida foi transferido neste sábado (28) de Joaçaba, no Meio-Oeste, para Joinville, no Norte do Estado. A criança estava no Hospital Universitário Santa Terezinha (HUST) e foi levada por uma aeronave do Batalhão de Aviação da Polícia Militar de Santa Catarina (Águia 5) até a UTI neonatal em Joinville.

O recém-nascido saiu do HUST com a Unidade de Suporte Avançado (UTI móvel) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) até o aeroporto Santa Terezinha. De acordo com as informações, a transferência ocorreu com êxito. Os pais residem em Treze Tílias. A criança apresenta suspeita de cardiopatia e passará por uma bateria de exames minuciosos no Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria, especializado no tratamento de crianças.

Em ação conjunta entre SAMU e Batalhão de Aviação da PM realizam transporte de bebê de 6 dias de vida até a UTI Neonatal em Joinville, SC. Foto: Divulgação.

Com recursos de TAC, Mato Grosso adquire avião para o serviço aeromédico do Estado

Mato Grosso – A primeira aeronave, um Piper PA-31T Cheyenne II, com estrutura e requisitos pra atendimento de transporte aeromédico do Governo de Mato Grosso foi adquirida através da aprovação de um projeto do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), com recursos de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), celebrado pela Justiça Estadual e Mistério Público Estadual.

O avião turboélice, com autonomia de mais de 6 horas, velocidade de cruzeiro de mais de 400 KM/H, capacidade para dois pilotos, um médico, um enfermeiro, um paciente e um acompanhante, além de toda estrutura de equipamentos aeromédicos exigidos pelo Ministério da Saúde e Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), poderá atender a demanda em todo território mato-grossense.

Após aprovação de projeto, CIOPAER/MT adquire primeira aeronave com requisitos de transporte aeromédico. Foto: Divulgação.

De acordo com o coronel Juliano Chirolli, coordenador da unidade aérea de Mato Grosso, o avião de resgate começa a operar no Estado a partir de fevereiro de 2020. “É a primeira aeronave com estrutura e requisitos pra atendimento de transporte aeromédico do governo de Mato Grosso”, contou o comandante.

A vistoria da aeronave em Fortlauderdale/EUA aconteceu na quinta-feira (12) e a comitiva composta pelo Cel PM Juliano Chiroli, Coordenador do CIOPAER, Ten Cel BM Flavio Gledson Bezerra e Ten Cel PM Thiago Braz, realizam o traslado da aeronave até Cuiabá, MT. Em janeiro a aeronave passará por nacionalização e certificação no Brasil. A previsão é que entre em operações a partir de 1º de fevereiro de 2020.

O itinerário do tralado ficou definido com uma parada inicial para reabastecimento em Punta Cana (extremo leste da República Dominicana), depois Ilha de Granada (ilhota na região leste do Caribe) até chegar à América do Sul, onde param na antiga Guiana Britânica (hoje independente e chamada República da Guiana), a ultrapassam e finalmente entram em espaço aéreo brasileiro. Primeiro Manaus e, enfim, Cuiabá.

CIOPAER realizou 163 transportes aeromédicos em 2019, sendo 31% de crianças de até um ano de idade

Ceará – Um dos compromissos assumidos pelo governador do Ceará, Camilo Santana, é a interiorização das forças de segurança para todas as regiões cearenses. A exemplo disso estão as expansões das bases da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). Além da participação nas ações policiais, os profissionais e as aeronaves da CIOPAER desempenham um papel fundamental, que é o de salvar vidas por meio dos transportes aeromédicos.

A Coordenadoria, que é composta por profissionais das Polícias Civil e Militar do Ceará, do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), é a maior unidade de aviação estadual do Norte/Nordeste, sendo considerada a maior operadora de aeronaves biturbina e homologadas para voos por instrumentos entre os órgãos estaduais brasileiros. Ela também é considerada como a operadora com serviço aeromédico público mais bem executado do País. Com isso, o êxito vem em números.

Até outubro de 2019, foram quase 407 horas voadas pela CIOPAER durante as remoções aeromédicas no Estado. Se esses números forem convertidos em quilômetros, totalizam algo em torno de 81 mil km. Isso corresponde a ir e voltar, quase 20 vezes, do Oiapoque (Amapá) ao Chuí (Rio Grande do Sul). Também durante os dez meses deste ano, 163 pessoas foram transportadas nas aeronaves da Coordenadoria.

Em expansão no Ceará a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) já realizou 163 transportes aeromédicos em 2019. Foto: Divulgação

Das operações aeromédicas realizadas nas aeronaves da CIOPAER até outubro, 31% correspondem ao atendimento de crianças de até um ano de idade e de recém-nascidos, que são trazidos para Fortaleza ou são transferidos para outros hospitais de referência na área da saúde, situados no interior do Ceará. Ou seja, 50 bebês foram atendidos pelos homens e mulheres da Coordenadoria a bordo de helicópteros que atuam diuturnamente.

Casos reais

Atualmente, o Estado do Ceará possui quatro bases da CIOPAER, nas cidades de Fortaleza, Juazeiro do Norte, Quixadá e Sobral. Um exemplo de como a interiorização impacta positivamente na agilidade dos atendimentos aeromédicos ocorreu no último dia 15 de novembro, quando dois recém-nascidos foram transportados, simultaneamente, em regiões distintas do Ceará.

O primeiro acionamento ocorreu em Sobral, na Área Integrada de Segurança 14 (AIS 14) do Ceará. Um bebê de dez dias, com cardiopatia congênita, foi transportado pela aeronave Fênix 08 até Fortaleza. Já o segundo transporte ocorreu em Juazeiro do Norte (AIS 19), quando um recém-nascido de quatro dias, com Síndrome do Desconforto Respiratório (SDR), foi levado pela Fênix 07 até Hospital do Sertão Central, em Quixeramobim (AIS 20).

Em expansão no Ceará a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) já realizou 163 transportes aeromédicos em 2019. Foto: Divulgação

“Para a CIOPAER esses números são muito expressivos, tendo em vista que dizem respeito ao suporte direto a salvar pessoas, especialmente de pequenas vidas, como os 50 bebês transportados apenas neste ano. É muito gratificante sabermos que graças à nossa agilidade, os equipamentos a bordo das nossas aeronaves e a qualificação de nosso pessoal podemos fazer a diferença na vida de tantas pessoas”, destacou o relações públicas da CIOPAER, tenente-coronel Marcus Costa.

Contudo, os serviços da CIOPAER não se restringem apenas ao cidadão cearense. Com o crescimento do turismo esportivo e a quebra de um recorde histórico no Ceará, o Estado tem recebido um grande número de estrangeiros para a prática de kitesurfe. Por isso, as aeronaves da Coordenadoria também estão prontas para o atendimento desses atletas, caso seja registrada alguma ocorrência médica envolvendo-os, sendo necessária a remoção para unidades de saúde.

No dia 31 de outubro, a Fênix 09 foi utilizada para transportar um irlandês de 59 anos, que sofreu um acidente na Praia do Preá, em Cruz (AIS 17), quando praticava kitesurfe. Na ocasião, o homem se desequilibrou do equipamento e caiu no mar. Ele foi transferido pelo helicóptero até o Instituto Doutor José Frota (IJF), em Fortaleza.

Em expansão no Ceará a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) já realizou 163 transportes aeromédicos em 2019. Foto: Divulgação

Tecnologia embarcada

As aeronaves da Coordenadoria dispõem de aparelhos que apenas o exército dos Estados Unidos da América e o clube de automobilismo alemão Allgemeiner Deutscher Automobil-Club (ADAC) possuem.

Além disso, elas possuem a capacidade de configuração para UTI aérea e detêm modernos equipamentos, entre eles, incubadoras de transportes de recém-nascidos, ventilador pulmonar, bombas de infusão, monitor multiparamétrico, com a capacidade de fazer capnografia, ou seja, que é capaz de medir o nível de CO2 (Dióxido de Carbono), o que permite o médico analisar se o paciente está com baixo débito cardíaco (choque). Tudo isso devidamente acoplado aos suportes mecânicos e eletrônicos da aeronave, no intuito de oferecer uma assistência adequada aos transportados.

Aumento da frota

A CIOPAER possui, ao todo, nove helicópteros, sendo seis biturbina, e um avião modelo Cessna 210. E a frota vai aumentar. No dia 16 de setembro deste ano, o governador Camilo Santana se reuniu, na cidade de Donauwörth, na Alemanha, com a direção da multinacional Airbus, para tratar sobre a aquisição de mais dois helicópteros, o que permitirá a ampliação das bases para outros pontos do Ceará.

Em expansão no Ceará a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) já realizou 163 transportes aeromédicos em 2019. Foto: Divulgação.

Águia 04 e SAMU transportam paciente em estado grave de Campo Belo do Sul para Lages, SC

Santa Catarina – No domingo (24), a equipe do Águia 4 da 5ª Cia do Batalhão de Aviação da Polícia Militar foi acionada pelo SAMU para realizar o transporte de um paciente de 64 anos, em estado grave, do município de Campo Belo do Sul para Lages.

O paciente teve infarto agudo do miocárdio (IAM) e parada cardiorrespiratória (PCR), sendo estabilizado pela equipe médica do SAMU e conduzido até Lages, para tratamento médico especializado.

O deslocamento pelo solo realizado por ambulância levaria aproximadamente 1 hora e com apoio do Águia 4 e equipe médica do SAMU forma necessários 16 minutos para que o paciente pudesse receber tratamento adequado.

Com a equipe do SAMU, composta por médico e enfermeiro, a bordo do helicóptero, além de medicamentos e equipamentos especiais, as equipes conseguem levar direto ao local uma “UTI Áerea”, garantindo suporte médico disponível a quem precisar, com segurança e agilidade, já que o tempo é precioso nessas ocorrências.

SAMU Aeromédico de Alagoas transfere crianças com cardiopatia congênita para Maceió e Recife

Alagoas – Percorrer uma distância de aproximadamente 250 km em 50 minutos, garantindo uma assistência rápida e segura é o que torna a equipe aeromédica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Alagoas essencial para a população. Esse foi o percurso traçado pelo helicóptero Falcão 05 entre as cidades de Maceió e Recife, na quarta-feira (20), feriado da Consciência Negra.

A ida da equipe até a cidade vizinha foi feita para realizar a transferência de uma criança para o Hospital Real Português, em Recife, local onde o menino, de um mês de vida, será submetido a um procedimento cirúrgico. De acordo com Mirelle Torres, enfermeira do SAMU Aeromédico, a criança passou por uma cirurgia de bandagem da artéria pulmonar, no Hospital do Coração de Alagoas, em Maceió.

“O estado do bebê é considerado estável. Ele estava entubado e o levamos até Recife para que outros problemas de saúde associados a cardiopatia sejam tratados”, explicou a enfermeira.

SAMU Aeromédico transfere crianças com cardiopatia congênita para Maceió e Recife. Foto: Divulgação.

Após a equipe Aeromédica realizar essa primeira transferência, uma segunda criança, que também estava em Recife, esperava para ser trazida de volta para Maceió. Segundo Adriano Belo, médico do SAMU, essa segunda ocorrência era uma menina de dois meses de idade.

“Ao voltarmos para Maceió, trouxemos uma bebê que havia passado por um procedimento cirúrgico na unidade hospitalar de Recife para a correção de uma cardiopatia congênita”, disse o médico.

A criança foi levada para a UTI pediátrica do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. Para Marcos Ramalho, supervisor do SAMU Alagoas, são essas ocorrências delicadas que mostram a eficiência e a importância do serviço Aeromédico para a população alagoana.

“Esses dois pacientes apresentavam um quadro muito complicado e não poderiam ser transportados por via terrestre, durante quase quatro horas. Por isso a importância do Governo de Alagoas manter com recursos públicos um helicóptero exclusivo para o serviço Aeromédico”, finalizou o Supervisor.

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