Recém-nascido é transferido de avião pelo Corpo de Bombeiro Militar de Rondônia
Rondônia – O Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia, através do Grupo de Operações Aéreas (GOA), realizou no dia 18 de maio de 2023 o transporte de um bebê recém-nascido com cardiopatia congênita para o Hospital do Coração (HCOR), em São Paulo.
O bebê estava internado no Hospital Infantil Cosme Damião, em Porto Velho, e foi transportado pelo avião Resgate 03 para ser submetido a cirurgia cardíaca em São Paulo e prosseguir com tratamento fora do domicílio.
De acordo com a piloto tenente BM Rosineide Macedo, no período de janeiro a maio de 2023, o GOA realizou 39 atendimentos aeromédicos. “Por estrada, em ambulância, o tempo gasto é muito demorado. Com o avião de resgate do Corpo de Bombeiros, o transporte do bebê foi realizado em pouco tempo e o paciente chegou bem ao seu destino”, afirmou.
O Governo de Rondônia tem destinado recursos humanos e financeiros para que o Corpo de Bombeiro continue crescendo. O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou a importância desses investimentos. “O avião na configuração aeromédica tem o potencial de transportar até dois pacientes, o que traz mais celeridade, com metade do custo que gastaria; gerando economia ao Estado”, ressaltou.
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Recém-nascido é transferido de avião pelo Corpo de Bombeiro Militar de Rondônia
Recém-nascido é transferido de avião pelo Corpo de Bombeiro Militar de Rondônia
Bristow é anunciada como licitante preferencial para o Serviço de Aviação da Guarda Costeira Irlandesa
Irlanda – Após o anúncio da Guarda Costeira Irlandesa no dia 30 de maio de 2023, Alan Corbett, Diretor de Operações de Serviços Governamentais da Bristow, disse que o Departamento de Transportes da Irlanda confirmou a Bristow Ireland (subsidiária do Bristow Group) como a licitante preferencial para o próximo contrato de Busca e Salvamento (SAR) da Guarda Costeira Irlandesa (IRCG).
Segundo a Bristow, esse anúncio representa uma expectativa e dependerá de diversos fatores até sua efetivação. “Continuaremos trabalhando em estreita colaboração com o Departamento de Transportes da Irlanda para finalizar contratos e esperamos integrar nossa experiência e capacidades globais significativas neste serviço público essencial”, complementou Corbett.
Bristow é anunciada como licitante preferencial para o Serviço de Aviação da Guarda Costeira Irlandesa
O contrato, no valor estimado de € 670 milhões, prevê a operação diurna e noturna de quatro bases de helicópteros em Sligo, Shannon, Waterford e Dublin. Além do serviço de helicópteros, o novo contrato de Busca e Salvamento (SAR) da Guarda Costeira Irlandesa incluirá pela primeira vez uma aeronave de asa fixa.
Os serviços de aviação da Bristow incluem transporte de pessoal, busca e salvamento (SAR), evacuação aeromédica (medevac), transporte e sistemas não tripulados. Atualmente, a Bristow tem clientes na Austrália, Brasil, Canadá, Chile, Caribe Holandês, Ilhas Malvinas, Guiana, Índia, México, Holanda, Nigéria, Noruega, Espanha, Suriname, Trinidad, Reino Unido e EUA.
O contrato SAR para helicópteros terá duração de dez anos e para o avião terá o prazo de cinco anos, podendo ser prorrogados. Mais informações sobre o próximo contrato dos serviços da Guarda Costeira Irlandesa podem ser encontradas no site da gov.ie.
Bristow é anunciada como licitante preferencial para o Serviço de Aviação da Guarda Costeira Irlandesa
Sistema de saúde de Michigan incorpora em sua frota mais um helicóptero Sikorsky S-76 C++
EUA – A operadora AeroMed, pertencente ao sistema de saúde da Corewell Health, novo nome da fusão entre a Beaumont Health e a Spectrum Health™, adicionou um helicóptero Sikorsky S-76 C++ à sua frota, que se tornará a nova aeronave primária para o operador de ambulância aérea no oeste de Michigan. Seu atual helicóptero, de mesmo modelo, será movido para uma posição de apoio.
O Sikorsky S-76 B, que serviu ao programa por quase 29 anos e realizou 10.500 voos aeromédicos, foi vendido em dezembro de 2022 para abrir espaço para a nova aeronave.
“Este novo helicóptero padronizará nossa frota de aeronaves para Sikorsky S-76 C++ e nos permitirá servir a comunidade do oeste de Michigan por muitos anos”, disse Tiffany Obetts, diretora da AeroMed e da North Flight AeroMed. “Não poderíamos estar mais entusiasmados em ter o apoio de nossa organização para garantir que possamos alcançar nossa missão de ser um líder de transporte aéreo de cuidados intensivos em Michigan.”
Sistema de saúde de Michigan incorpora em sua frota mais um helicóptero Sikorsky S-76 C++. Foto: Spectrum Health.
Obetts disse que a AeroMed aprova o desempenho no Sikorsky S-76 desde o início de sua operação, em 1994. Esta compra marca o quinto helicóptero Sikorsky na história do programa. “Com velocidade de até 180 mph e um alcance de 300 milhas, o S-76 continua sendo um helicóptero seguro e confiável para as centenas de missões aeromédicas realizadas em Michigan a cada ano”, disse Obetts.
O novo helicóptero terá melhor eficiência de combustível, aviônicos de última geração e capacidade certificada IFR (regras de voo por instrumentos).
A AeroMed fornece cuidados médicos intensivos há 36 anos. Com sede em Grand Rapids, Michigan, a operadora atende pacientes que precisam de transporte dos locais de acidente e transferências entre hospitais, dentro e fora do sistema de saúde da Corewell. As capacidades clínicas da AeroMed incluem hemoderivados, medicamentos especiais, cânula nasal de alto fluxo, transporte de dispositivos cardíacos e transportes neonatais.
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Sistema de saúde de Michigan incorpora em sua frota mais um helicóptero Sikorsky S-76 C++.
Sistema de saúde de Michigan incorpora em sua frota mais um helicóptero Sikorsky S-76 C++
Sistema de saúde de Michigan incorpora em sua frota mais um helicóptero Sikorsky S-76 C++
Serviço Aeromédico do Sul de Santa Catarina enfrenta problemas de repasse de recursos financeiros
Santa Catarina – O aumento dos valores para custeio de combustível e locação da aeronave do Serviço Aeropolicial (SAER) têm causado preocupação para a Polícia Civil (PC) na região Sul do Estado. Os gastos altos estão dificultando e podem prejudicar a curto prazo o atendimento do Serviço Aeromédico realizado nas regiões da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), da Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (Amesc) e da Associação de Municípios da Região de Laguna (Amurel).
O serviço que funciona há dois anos e meio atendendo as três regiões já salvou inúmeras vidas. Em 2023 o serviço aeromédico já foi acionado 90 vezes, entre os meses de janeiro e abril. No ano passado, no total, foram 171 chamados e em 2021 foram 190 atendimentos.
Serviço Aeromédico do Sul de Santa Catarina enfrenta problemas de repasse de recursos financeiros
Conforme o comandante do SAER em Criciúma, delegado Gilberto Mondini, existe uma grande dificuldade financeira atualmente, e com isso, a Polícia Civil busca uma forma de manter o serviço funcionando, buscando auxílio dos municípios da região da Amesc, que não contribuem financeiramente, mas que possuem uma grande demanda de atendimentos feitos pela aeronave e sua equipe.
“O serviço aeromédico é custeado pela Polícia Civil, que tem os encargos de manter a aeronave com manutenção, locação, combustível e tripulação. A Amurel e a Amrec ficam com os encargos médicos hospitalares. Toda a parte de folha de pagamento dos profissionais e os insumos hospitalares são custeados por essas associações, porém o serviço atende também a Amesc”, explicou.
O custo mensal da Polícia Civil é de cerca de 659 mil; e da Amurel e Amrec é de R$ 118 mil. Segundo o delegado, a dificuldade principal é que alguns prefeitos não demonstrariam interesse em realizar os pagamentos.
“Fomos explicar, mostrar que a demanda existe e isso faz muita diferença na vida das pessoas. Acredito que essa situação foi superada, porém, hoje eles alegam que há uma dificuldade jurídica em fazer essa transferência de recursos da associação para a polícia. Só que temos isso já na Amrec e na Amurel funcionando há dois anos perfeitamente”, explicou.
O que diz a associação Amesc?
O secretário executivo da Amesc, Francisco Diello, afirmou que a situação envolve dois empecilhos: a legalidade de como fazer e a legalidade de assumir algo que não é de responsabilidade dos municípios. Ele explicou que o problema maior está na forma da contribuição, que não é possível ser feita via associação, pois não há possibilidade legal para isso.
Serviço Aeromédico do Sul de Santa Catarina enfrenta problemas de repasse de recursos financeiros
“Algumas regiões estão fazendo via consórcio público. O meu consórcio público (da Amesc) não tem todos os municípios. Seriam apenas alguns municípios [arcando com os pagamentos], e é onde pega essa questão da legalidade”, disse.
Ele complementou dizendo ainda que a associação não tem a capacidade jurídica de impor isso, e falou da possibilidade de criação de um instrumento jurídico para a transferência desses valores. Diante da situação, cada município tem avaliado o quanto deve colaborar com os pagamentos ou não. Entretanto, Diello comentou que existe também outra preocupação referente ao assunto.
“Hoje eles estão preocupados em assumir uma responsabilidade que não é deles. Não compete aos municípios fazer esse custeio e estamos analisando se dentro da legalidade é possível fazer”, ressaltou.
O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, pontuou que o custo do serviço aeromédico é R$ 118 mil por mês, e quem banca este valor atualmente são a Amurel e a Amrec, o que totaliza o envolvimento de 30 municípios. “Só que o serviço também é utilizado pela Amesc. Então, com isso, estamos colocando dinheiro da Amurel e da Amrec no atendimento da Amesc”, disse.
O delegado disse ainda que a segurança pública é uma responsabilidade do estado, mas que a saúde pública tem uma tríplice responsabilidade. “Então é estado, município e a união federal. Pela Constituição Federal, [essa responsabilidade] é dos três órgãos”, ressaltou.
Gabriel ressalta ainda que diante dessa situação, os atendimentos vêm sendo realizados na medida do possível. “Aí vem a pergunta: até quando as duas regiões vão bancar um serviço para a Amurel?”, complementou. Em 2023, contabilizado até o mês de abril, foram 29 atendimentos na Amesc.
O delegado-geral afirmou ainda que a missão da Polícia Civil do Estado é a segurança pública, e que o auxílio no atendimento médico à sociedade em geral “é um plus”.
Serviço Aeromédico do Sul de Santa Catarina enfrenta problemas de repasse de recursos financeiros
A Faculdade CENSUPEG lançou a primeira turma do curso de pós-graduação em Enfermagem Aeroespacial, Transporte e Resgate Aéreo na cidade de São Paulo. Os professores do curso são atuantes nos serviços aeromédicos de várias regiões do país.
Com 460 horas e 19 disciplinas, as aulas são presenciais e acontecem em um final de semana de cada mês, sempre aos sábados e domingos, das 08h00 às 18h00. As aulas acontecerão na ADEFAV, Rua Clemente Pereira, 286, Ipiranga, São Paulo, SP.
O curso cumpre a Resolução 660/21 do COFEN, que regulamenta a atuação do enfermeiro(a) na assistência do atendimento pré-hospitalar móvel e inter-hospitalar em aeronave (veículo aéreo).
A titulação de enfermeiro(a) aeroespacial segue a Resolução 581/2018 do COFEN, que atualiza os procedimentos para Registro de Títulos de Pós–Graduação Lato e Stricto Sensu concedido a enfermeiros e aprova a lista das especialidades, que inclui a enfermagem aeroespacial.
Com início previsto para o dia 19 de agosto de 2023, as matrículas podem ser realizadas no link do curso da Faculdade CENSUPEG.
No dia 14 de junho, às 19h30, o enfermeiro aeroespacial Nelson Augusto Mendes ministrará palestra sobre as diferenças do atendimento em solo e no serviço aéreo.
A palestra será presencial e acontecerá na ADEFAV – Rua Clemente Pereira, 286, Ipiranga, São Paulo, SP. O evento é gratuito e será fornecido certificação de 3 horas/aula.
SAMU Aéreo do Piauí realizou 1.054 voos aeromédicos em 10 anos de serviço
Piauí – O SAMU Aéreo completou, nesta quarta-feira (31), dez anos de funcionamento. O serviço realizou 1.054 voos ajudando no atendimento de piauienses que precisavam de deslocamento rápido para atendimento especializado em unidades de saúde da rede estadual. Nesse período, o serviço não registrou nenhum óbito durante o deslocamento.
A solenidade de comemoração ocorreu na base do serviço, no Aeroporto Petrônio Portella, em Teresina. O estado mantém contrato de fretamento de aviões com empresas de Táxi Aéreo. Pensando em ampliar a abrangência do atendimento, o secretário da saúde, Antonio Luiz, anunciou que a SESAPI está finalizando um convênio com a Secretaria de Segurança Pública para o uso do helicóptero pela equipe do SAMU Aéreo, possibilitando o atendimento em locais onde o avião não consegue pousar.
“São 10 anos de SAMU Aéreo. É uma atividade que salva vidas. Promove o deslocamento de pacientes em estado muito grave. É um serviço restrito, pois só pode atuar onde tem pistas homologadas para pousos. Não é em toda cidade que ele pode pousar e trazer pacientes. Em um futuro breve teremos o apoio do helicóptero da polícia que também poderá funcionar como Samu Aéreo. O helicóptero consegue chegar aonde o avião não vai. É um serviço muito importante e a população precisa dele”, destacou o gestor.
SAMU Aéreo do Piauí realizou 1.054 voos aeromédicos em 10 anos de serviço
Por meio da regulação, o SAMU aéreo identifica e define quais os pacientes podem ser transportados pela aeronave. Os mais comuns são transporte de gestantes de alto risco, politraumatizados, neonatais, pacientes que sofreram infartos ou acidente vascular cerebral (AVC).
O SAMU Aéreo conta hoje com uma equipe multiprofissional que é capacitada para os mais diversos tipos de transportes de pacientes. Ao ser notificado, a equipe prepara a aeronave de acordo com a necessidade da missão e do paciente.
“Havendo uma ocorrência, nós analisamos o diagnóstico do paciente e preparamos a aeronave de acordo com o quadro dele, montando os equipamentos que vamos precisar para aquele tipo de transporte”, contou a enfermeira Irayldes Cunha.
Quem pode ter acesso ao serviço?
Cristiane Rocha, coordenadora do SAMU estadual, destaca que existem requisitos para que o paciente possa ser atendido pelo transporte aéreo. “O serviço é muito positivo, mas a população precisa entender que nem todo quadro de saúde permite o transporte por meio do SAMU Aéreo. Por isso, é essencial que o médico que esteja acompanhando o caso faça uma análise e verifique a viabilidade da transferência para Teresina por meio do serviço”, complementou a coordenadora.
Diferente das ambulâncias terrestres, que o usuário pode acionar por meio do número 192, o SAMU Aéreo é focado no transporte de pacientes críticos que já estejam internados em uma unidade hospitalar da rede estadual.
O médico que está acompanhando o paciente no hospital, identificando a necessidade da transferência via aérea, entra em contato com a central de regulação e solicita o transporte, justificando a necessidade do serviço.
“Vale ressaltar que 92 municípios possuem unidades terrestres do SAMU prontas para atender a população e que o SAMU Aéreo só entra em trabalho seguindo essas normas e atendendo casos excepcionais”, ressaltou a coordenadora do SAMU.
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SAMU Aéreo do Piauí realizou 1.054 voos aeromédicos em 10 anos de serviço
SAMU Aéreo do Piauí realizou 1.054 voos aeromédicos em 10 anos de serviço
SAMU Aéreo do Piauí realizou 1.054 voos aeromédicos em 10 anos de serviço
Canadá – A frota de ambulâncias aéreas de Colúmbia Britânica (BC) está recebendo uma grande atualização. A Ascent Helicopters, que opera região de Parksville (BC) há 17 anos, assinou um contrato no valor de C$ 544,4 milhões (R$ 2 Bilhões).
Para atender a demanda da província deverão ser adquiridas seis novas ambulâncias aéreas para os Serviços de Saúde de Emergência de BC (BCEHS). Segundo a empresa, serão comprados helicópteros Leonardo AW169 para o trabalho.
O presidente da Ambulance Paramedics of B.C., Troy Clifford, disse que este é um investimento significativo e que vai reforçar as capacidades de resposta aos pacientes. As seis novas ambulâncias aéreas substituirão aeronaves mais antigas, oferecendo tecnologia mais sofisticada e equipamentos que salvam vidas. A Ascent Helicopters assumiu o serviço que era realizado pela Summit Helicopters e Helijet.
Espera-se que a introdução dos novos helicópteros facilite o transporte de pacientes diretamente para hospitais em toda a província. Em dias quentes, as restrições operacionais impedem que muitas ambulâncias aéreas pousem em helipontos de hospitais. No entanto, isso não será um problema para os novos helicópteros, que deverão permanecer baseados em Parksville, Vancouver, Prince Rupert, Prince George e Kamloops.
Segundo a BCEHS, o contrato foi adjudicado em 11 de fevereiro de 2023 e a nova frota deverá estar operacional entre o outono de 2024 e a primavera de 2025. Muitos tripulantes que atualmente trabalham em ambulâncias aéreas serão incorporados à nova operação. O total de funcionários de voo deve ficar entre 40 e 45.
“É um tremendo impulso de confiança na empresa e no serviço que temos prestado para o BCEHS (BC Emergency Health Services)”, disse Trent Lemke, proprietário da Ascent Helicopters. “Para a comunidade de Parksville, você terá duas equipes de terapia intensiva em tempo integral e um helicóptero baseado na área de Parksville. É a primeira vez que eles conseguirão levar pacientes da Ilha Central de Vancouver para uma grande unidade de trauma em menos de uma hora. Isso salva vidas para as comunidades daqui”, complementou.
Base aeromédica de Criciúma recebe visita de paciente após recuperação de parada cardiorrespiratória
Santa Catarina – No domingo (28), o SAER/SARASUL recebeu a visita de Silvano Felizardo Alves, que foi atendido pela equipe aeromédica no dia de natal de 2022, pós sofrer uma parada cardiorrespiratória (PCR) na cidade de Balneário Rincão. Sua esposa, Tais Mendes e seu cunhado Realdo Mendes, acompanharam Felizardo na visita.
A equipe, que estava de serviço no dia, relembra que do momento em que foram acionados até a chegada ao local, foram apenas 6 minutos de voo. Na cena, realizaram atendimento conjunto com o SAMU e bombeiros voluntários do Rincão. Após dois choques e mais de 30 minutos de reanimação com condutas avançadas, foi revertido o quadro de parada cardiorrespiratória do paciente.
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Base aeromédica de Criciúma recebe visita de paciente após recuperação de parada cardiorrespiratória
Base aeromédica de Criciúma recebe visita de paciente após recuperação de parada cardiorrespiratória
Base aeromédica de Criciúma recebe visita de paciente após recuperação de parada cardiorrespiratória
Silvano foi conduzido de helicóptero ao hospital São José, em Criciúma, onde ficou 23 dias hospitalizado. A aeronave estava tripulada pelos pilotos Humberto e Victor, pelo operador aerotático Ramon, pelo médico Matheus Bett Neto e pelo enfermeiro Magdiel Domingues.
A visita no domingo foi um momento emocionante, “é muito gratificante poder conhecê-lo e compartilhar da felicidade desse reencontro. Silvano está muito bem, sem sequelas e sorridente, nos trouxe uma bela cesta de café da tarde e muita gratidão”, relatou o médico Matheus Bett Neto.
“O excelente tempo resposta no emprego da aeronave, aliado a um atendimento conjunto, iniciado pelas compressões cardíacas realizadas por seu cunhado Realdo, antes mesmo do socorro chegar, culminaram no melhor desfecho que poderíamos ter. Todos nós, juntos, fizemos do natal passado, um natal inesquecível para a vida de alguém”, complementou o enfermeiro Magdiel Domingues.
SAMU renova convênio que viabiliza Suporte Aéreo Avançado de Vida no Norte de Minas Gerais
Minas Gerais – O Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas (Cisrun)/SAMU Macro Norte, Corpo de Bombeiros Militar e a Secretaria de Saúde de Minas Gerais, renovaram por mais cinco anos o convênio que viabiliza o funcionamento do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) no norte do estado.
O termo de Cooperação Técnica nº 17782/2023 foi assinado na manhã do dia 24 de maio na sede do Cisrun, pelo presidente da instituição, Rômulo Carneiro, com a presença do comandante da 3º Companhia Especial de Operações Aéreas, Major Ornelas Prates, além de militares do Corpo de Bombeiros e da direção do Consórcio. O termo estabelece as diretrizes para a regulação das ações e da coordenação dos atendimentos aeromédicos.
O SAAV foi implantado em 11 de outubro de 2018 e já contabilizou mais de 1.000 atendimentos. O aeromédico é composto por um médico e um enfermeiro do SAMU Macro Norte, que são responsáveis pelo socorro do paciente e por militares do Corpo de Bombeiros que pilotam o helicóptero. A aeronave é acionada para atendimento a pacientes com quadro clínico grave e que exige um transporte rápido, transferências inter-hospitares, transporte de órgãos e tecidos.
“A renovação do convênio para a prestação do serviço aeromédico no Norte de Minas se traduz na união de esforços de diversos órgãos para um bem comum, que é salvar vidas. A operacionalização do SAAV no Norte de Minas é particularmente apropriada, pois possuímos um território geográfico com muitas peculiaridades que impossibilitam as nossas ambulâncias térreas chegarem até o paciente que necessita de socorro em menor tempo”, disse Rômulo Carneiro, sobre a importância da parceria que viabiliza o SAAV.
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SAMU renova convênio que viabiliza Suporte Aéreo Avançado de Vida no Norte de Minas Gerais
SAMU renova convênio que viabiliza Suporte Aéreo Avançado de Vida no Norte de Minas Gerais
SAMU renova convênio que viabiliza Suporte Aéreo Avançado de Vida no Norte de Minas Gerais
Com emprego de NVG, Esquadrão Falcão da FAB resgata indígenas yanomami em Roraima
Roraima – Duas indígenas yanomami em estado grave de saúde foram resgatadas a partir do aeródromo de Surucucu, na noite de segunda-feira (22), após uma ação de Evacuação Aeromédica (EVAM) realizada por militares do Comando Operacional Conjunto Amazônia.
Uma das pacientes encontrava-se em trabalho de parto, que foi interrompido pela dificuldade de passagem do neonato, e a outra respirava por meio de aparelhos, após agravamento ocasionado por malária.
Na ocasião, um helicóptero H-36 Caracal do Esquadrão Falcão (1°/8° GAV) foi acionado para a realização da EVAM. Após 90 minutos, a aeronave chegou a Surucucu transportando uma equipe de saúde composta por dois médicos e dois enfermeiros, a fim de prestar assistência às pacientes, que estavam sob os cuidados da equipe de saúde local.
Com o propósito de garantir a segurança e a eficácia da missão, que teve sua decolagem noturna e foi realizada sob meteorologia adversa, a tripulação utilizou o equipamento de visão noturna (NVG – Night Vision Goggles), essencial para operações nessas condições.
Devidamente acomodadas na aeronave, as pacientes foram transportadas até a Base Aérea de Boa Vista, onde eram aguardadas por ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e em seguida foram encaminhadas ao Hospital Geral de Roraima (HGR).
PRF e SAMU realizam simulado de resgate aeromédico em Goiana, PE
Pernambuco – No sábado (27), equipes do Núcleo de Operações Aéreas da PRF e do SAMU realizaram simulado de resgate aeromédico na cidade de Goiana, Zona da Mata de Pernambuco. O evento teve como objetivo nivelar conhecimentos dos profissionais que atuam no resgate de vítimas.
No período da manhã, as equipes realizaram treinamento teórico e à tarde foi realizado simulado com múltiplas vítimas, com o emprego do helicóptero AW119 da PRF. O evento foi coordenado pelo SAMU de Goiana e contou com a presença do SAMU de Macaparana, Aliança e São Lourenço da Mata, além do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco, Sestran Goiana e outros órgãos da região.
O prefeito de Goiana, Eduardo Honório Carneiro, e a secretária municipal de Saúde, Lícia da Silva Maciel, acompanharam a realização do simulado.
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PRF e SAMU realizam simulado de resgate aeromédico em Goiana, PE
PRF e SAMU realizam simulado de resgate aeromédico em Goiana, PE
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O avião será operado pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. Foto: Gov. Paraíba.
Paraíba – O governador da Paraíba, João Azevêdo, entregou nesta sexta-feira (26), no Centro de Convenções de João Pessoa, mais uma aeronave para transporte aeromédico (UTI aérea) e 40 ambulâncias do programa Coração Paraibano, que somam investimentos de R$ 20,9 milhões. O avião recebido é um Cessna 208B Grand Caravan (PT-PTA) e será operado pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba.
Na ocasião, o governador ressaltou que a entrega da nova UTI aérea e das ambulâncias representa a qualificação constante da prestação de serviço à população. “Aqui na Paraíba, o SUS verdadeiramente funciona e esses equipamentos darão mais um reforço na estrutura do programa Coração Paraibano que em dois meses já salvou mais de mil vidas, configurando mais uma ação de interiorização dos serviços de saúde, como fizemos com as hemodinâmicas, tomógrafos e o Opera Paraíba”, frisou.
A chave do avião foi entregue pelo Governador com o chaveiro do Portal Resgate Aeromédico ao Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. Foto: Gov. Paraíba.
Agora, o serviço aeromédico do estado conta com duas aeronaves para o transporte de pacientes, um avião Piper Saratoga II (PR-TPW) e um Grand Caravan (PT-PTA). O novo avião pode realizar viagens durante a noite e tem autonomia de até quatro horas e meia de voo.
O transporte de recém-nascido também poderá ser realizado com o uso de incubadora. A aeronave está configurada para trabalhar com piloto, copiloto, médico, enfermeiro e capaz de transportar um paciente com acompanhante.
Das 40 ambulâncias entregues, 21 serão destinadas as 12 bases descentralizadas no Estado da Paraíba, compostas pelos municípios de João Pessoa, Mamanguape, Guarabira, Itabaiana, Picuí, Monteiro, Campina Grande, Patos, Piancó, Princesa Isabel, Sousa, Cajazeiras, Catolé do Rocha, Pombal e serão geridas pelo Complexo Regulador Estadual; e 19 para hospitais e UPAs da Rede Estadual de Saúde.
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O avião será operado pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. Foto: Gov. Paraíba.
O avião será operado pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. Foto: Gov. Paraíba.
O avião será operado pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. Foto: Gov. Paraíba.
O avião será operado pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. Foto: Gov. Paraíba.
O avião será operado pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. Foto: Gov. Paraíba.
A chave do avião foi entregue pelo Governador com o chaveiro do Resgate Aeromédico ao Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. Foto: Gov. Paraíba.
O avião será operado pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. Foto: Gov. Paraíba.
O avião será operado pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. Foto: Gov. Paraíba.
O avião será operado pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. Foto: Gov. Paraíba.
Um homem de 62 anos sofreu acidente de moto no Chile e foi trazido no de volta ao Brasil para prosseguir com o tratamento. Foto: Brasil Vida.
Goiás – Na terça-feira (23), equipe aeromédica da Brasil Vida Táxi Aéreo decolou mais uma vez para uma operação aeromédica internacional. No sábado (20), haviam realizado um transporte de Cusco (Peru) para o Brasil. Desta vez foi para transportar um brasileiro que sofreu acidente de moto no Chile (Atacama). O paciente de 62 anos sofreu fratura de coluna lombar (L3) e fratura de arcos costais esquerdo.
Uma equipe aeromédica decolou de Goiânia na manhã de terça-feira (23) com destino a cidade de Copiapó, Região de Atacama, Chile, onde pernoitaram. No dia seguinte o paciente, que estava internado na UTI de um hospital da cidade, foi preparado para o transporte aéreo de volta ao Brasil.
Na manhã de quarta-feira (24) o jato CitationJet da Brasil Vida decolou de Copiapó com destino a Belo Horizonte, Minas Gerais, com o paciente e um acompanhante a bordo. A equipe da aeronave estava composta por piloto, copiloto, médico e enfermeiro, além de aparelhos e medicamentos para garantir a segurança do paciente durante o trajeto.
Acreditação Internacional
A Brasil Vida Táxi Aéreo possui acreditação de parceria com a International Assistance Group (IAG), uma aliança global com 140 empresas independentes que oferecem serviços de assistência em todo o mundo. Além de manter a acreditação mundial, a empresa é a única brasileira homologada a voar para qualquer destino do mundo como UTI aérea, tendo construído, ao longo dos últimos anos, um reconhecimento internacional demasiadamente sólido.
Em 6 anos, o BPMOA participou do atendimento aeromédico de mais de 3.200 vítimas no Paraná
Paraná – Em 2023, a parceria firmada entre a Secretaria de Estado da Saúde (SESA), Secretaria de Segurança Pública (SESP), por meio da Polícia Militar (BPMOA), e Prefeitura Municipal de Curitiba, por meio da Diretoria de Urgências e Emergências, completou6 anos, resgatando vítimas, transportando pacientes, equipes de transplante, órgãos e vacinas.
O serviço é considerado uma referência nacional e nesse período conseguiu manter mais de 99,9% de disponibilidade dos helicópteros, para uma área que contempla municípios das regionais de saúde do leste do estado (Base Leste Curitiba | Região Metropolitana) e do litoral. As missões aeromédicas são acionadas mediante as Regulações Médicas do SAMU e do SIATE do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.
Sempre há uma aeronave do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) à disposição das equipes de saúde, podendo deslocar para realizar uma remoção aeromédica de paciente crítico, salvar um afogado ou resgatar uma vítima de acidente. Tanto para casos clínicos como para traumas, as operações são realizadas apenas em às condições meteorológicas favoráveis e durante o dia.
Em 6 anos, o BPMOA participou do atendimento aeromédico de mais de 3.200 vítimas no Paraná
Segundo o BPMOA, em 6 anos, 3.260 vítimas foram atendidas pelas equipes dos Falcões (designativo operacional das aeronaves da Unidade Aérea Pública). Dessas vítimas atendidas, 2.844 foram transportadas para hospitais de referência da Rede Estadual de Urgências e Emergências de Curitiba, da região metropolitana e do litoral. As demais foram atendidas pela equipe aeromédica do Falcão no local, estabilizadas e transportadas por ambulâncias para hospitais locais.
De 1º de janeiro de 2023 até o dia 22 de maio, 229 vítimas foram atendidas pelas equipes aeromédicas. A Base Leste (Curitiba) contribui com 210 atendimentos. Para realizar esse serviço, as equipes da aeronave recebem treinamentos constantes. Em 2023, os profissionais realizarão o AMLS (Suporte Médico Avaçado a Vida).
A equipe é composta por um comandante de aeronave, um segundo piloto em comando, um operador aerotático (OAT), além de dois operadores de suporte médico (OSM Médico e Enfermeiro) pertencentes ao SAMU Curitiba. Os OAT e os OSM são habilitados para operações verticais (rapel), podendo à critério do comandante, serem infiltrados na cena.
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Em 6 anos, o BPMOA participou do atendimento aeromédico de mais de 3.200 vítimas no Paraná
Em 6 anos, o BPMOA participou do atendimento aeromédico de mais de 3.200 vítimas no Paraná
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Em 6 anos, o BPMOA participou do atendimento aeromédico de mais de 3.200 vítimas no Paraná
Em 6 anos, o BPMOA participou do atendimento aeromédico de mais de 3.200 vítimas no Paraná
O acionamento é feito pelos números de emergência 192 SAMU e 193 SIATE na Central de Operações do Corpo de Bombeiros, onde é feita a triagem do paciente, e com base na sua gravidade é definido o melhor recurso a ser enviado para atendimento. Aspectos como tempo resposta, condições meteorológicas e distância são considerados pelas equipes.
O emprego de aeronaves oferece inúmeras vantagens à saúde pública, pois garante a chegada rápida de uma equipe médica especializada no local da vítima, oferendo todo aparato para reduzir os riscos de morte e possíveis sequelas. Além do BPMOA, o estado também conta com outras aeronaves operadas pelo SAMU em Londrina, Maringá, Cascavel e Ponta Grossa, atendendo diariamente as regionais de saúde.
Segundo o BPMOA e SESA, há projeto para a modernização do serviço aeromédico, que inclui helipontos estrategicamente posicionados em municípios e aquisição de modernos equipamentos médicos para utilização na aeronave. Para a SESA, “o investimento no melhor cuidado de sua população é o mais importante, e para isso, investe no atendimento aeromédico em parceria com a SESP”.
Projeto Falcão
O BPMOA iniciará em breve o Projeto Falcão com aeronaves de baixo custo e alta disponibilidade. Várias inovações tecnológicas estarão à disposição das equipes, como câmera de alta performance, sistemas de imageador térmico, plotagem de alvos, sistema avançado de gerenciamento de missão, farol de busca, painel adaptado para visão noturna e rádio policial. Novas bases serão iniciadas ao longo dos próximos meses.
Aeronave da Marinha do Brasil durante operação no Território Yanomami. Foto: Marinha.
Roraima – A Marinha do Brasil realizou no dia 16 de maio, o resgate aéreo de uma mulher de 67 anos, da etnia Yanomami, moradora da Aldeia Parima, perto da fronteira de Roraima com a Venezuela. Com desconforto respiratório e sintomas que indicavam suspeitas de tuberculose, anemia grave e malária, a indígena foi levada para o Posto da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) instalado no Polo Base de Surucucu, dentro do Território Indígena Yanomami.
Outros quatro adultos e três crianças também foram encaminhados para atendimento médico. O helicóptero multimissão, UH-15 Super Cougar (N-7103), partiu às 12h35 de Surucucu para a Aldeia Parima, distante cerca de 40km. A evacuação aeromédica foi concluída às 13h20, quando os pacientes chegaram ao posto de saúde.
“Parte dos bancos foram retirados e instalamos a maca para a paciente mais grave, que veio acompanhada de um cilindro de oxigênio. Foi necessário fazer um briefing com a equipe médica da Sesai. Um médico foi na aeronave para receber a paciente e monitorá-la ao longo do percurso”, conta o Capitão de Corveta Rodrigo Martins, comandante da aeronave.
Atendimento ao povo Yanomami, em Roraima
O UH-15 pertence ao 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte, sediado em Belém (PA). Desde fevereiro, a unidade aérea está destacada para atender à emergência em saúde pública decretada pelo Ministério da Saúde no dia 20 de janeiro, em razão da desassistência sanitária e nutricional dos povos que vivem no Território Indígena Yanomami.
Coordenada pelo Ministério da Defesa, por meio do Comando Operacional Conjunto Amazônia, a atuação das Forças Armadas no Território Yanomami é composta por militares da Marinha, Exército e Força Aérea.
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Aeronave da Marinha do Brasil durante operação no Território Yanomami. Foto: Marinha.
Aeronave da Marinha do Brasil durante operação no Território Yanomami. Foto: Marinha.
Grupamento Tático Aéreo de Sergipe completa 14 anos salvando e protegendo
Sergipe – Com a missão de planejar e executar missões de patrulhamento aéreo, busca e salvamento e de apoio às operações das forças de segurança, o Grupamento Tático Aéreo (GTA) completou 14 anos. A unidade é diretamente vinculada à Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) e conta com equipes formadas por servidores da Polícia Militar, Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros.
A criação do GTA em 19 de maio de 2009 representou a implantação de um novo sistema de prevenção e repressão à criminalidade em Sergipe. As aeronaves passaram a fornecer apoio às viaturas operacionais nas ações de policiamento ostensivo, defesa civil, resgate e salvamento, combate a incêndios e transportes aeromédicos.
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Grupamento Tático Aéreo de Sergipe completa 14 anos salvando e protegendo
Grupamento Tático Aéreo de Sergipe completa 14 anos salvando e protegendo
Grupamento Tático Aéreo de Sergipe completa 14 anos salvando e protegendo
Grupamento Tático Aéreo de Sergipe completa 14 anos salvando e protegendo
Com o objetivo de fortalecer a segurança pública de Sergipe que o GTA foi criado, rememora o coronel Fernando Góes, comandante da unidade. “Então, de lá para cá tivemos um crescimento significativo. Obviamente, logo no começo, era tudo muito novo e tivemos todo um trabalho com a formação de pilotos, de operadores aerotáticos e pessoal em solo, todo um trabalho em recursos humanos”, ponderou.
Em 2022, conforme os dados do Grupamento Tático Aéreo (GTA), foram contabilizados 15 atendimentos de resgate, representando uma média superior a um atendimento por mês. Neste ano de 2023, a unidade já registrou 8 atendimentos. O efetivo da unidade é composto por 30 policiais civis, militares e bombeiros atuando nas áreas operacional e administrativa.
O GTA também conta com um termo de cooperação técnica entre a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e a Secretaria de Estado da Saúde (SES) em que a unidade passou a contar com mais um médico e enfermeiro para a ampliação dos atendimentos aeromédicos em Sergipe.
“O atendimento a pessoas acidentadas com os resgates aeromédicos é uma evolução no nosso serviço, e que vai até os locais onde as pessoas estão, como rodovias e locais de difícil acesso. A rapidez com que a gente chega ao local, com o atendimento de excelência, tem sido muito eficaz na nossa atividade de salvar vidas”, acrescentou o comandante do GTA.
O comandante do GTA concluiu reforçando que há muito o que comemorar no aniversário da unidade. “A gente tem muito o que comemorar. Se nesses 14 anos a gente tivesse salvado apenas uma vida, já teria valido muito a pena, mas salvamos muito mais. É reconfortante sabermos que contribuímos para que uma pessoa continuasse vivendo”, concluiu o coronel Fernando Góes.
Grupamento Tático Aéreo de Sergipe completa 14 anos salvando e protegendo. Coronel Fernando Góes.
Ambulância aérea decola de Goiânia para resgatar homem internado com pneumonia em Cusco, Peru.
Goiás – Neste sábado (20), equipe aeromédica da Brasil Vida Táxi Aéreo decolou de Goiânia para a cidade de Cusco no Peru. A missão é trazer de volta ao Brasil o turista paulista Carlos Alberto Marangão, de 35 anos, que foi acometido por pneumonia durante viagem de comemoração dos 10 anos de casamento. Carlos foi internado em 26 de abril em um hospital particular de Cusco e desde o dia 3 de maio respira com suporte ventilatório.
Antes de ser hospitalizado, o paciente, que viaja com a esposa Érica Marangão, tentou antecipar a volta ao país por meio de um voo de carreira, mas foi impedido de embarcar no aeroporto devido à instabilidade clínica.
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Ambulância aérea decola de Goiânia para resgatar homem internado com pneumonia em Cusco, Peru.
Carlos Alberto Marangão, de 35 anos, e sua esposa
O casal havia viajado para percorrer as rotas de Machu Pitchu, famosas pela preservação de sítios arqueológicos. Atualmente, o homem está com 80% de comprometimento pulmonar e respira com suporte ventilatório. “Foi identificado que ele estava com pneumonia e, alguns dias depois da intubação, foi identificado que ele adquiriu uma bactéria hospitalar e, desde então, ele permanece internado”, explicou a esposa.
O avião que foi buscar Carlos e Érica partiu do Aeroporto Internacional de Goiânia às 8h30 deste sábado e pousou em Cusco às 15h10 no horário de Brasília. O retorno deve ocorrer na manhã de domingo, com chegada no Aeroporto de Guarulhos às 16h50, no horário local.
A bordo estará equipe composta por médico e enfermeiro, além do piloto e copiloto. A aeronave é equipada com todos os aparelhos e medicamentos presentes em uma UTI convencional para garantir a segurança do paciente durante o trajeto.
Phelipe Augusto Fleury, diretor da Brasil Vida Táxi Aéreo, destaca a vocação global da companhia em prestar assistência aeromédica eficiente e pautada por rigorosos protocolos operacionais. “Temos como compromisso central salvar vidas, e é isto que fazemos diariamente no Brasil e em outros países socorrendo as mais variadas ocorrências. Este atendimento nos toca muito pela duração da hospitalização e por compreender a dor dos familiares”, afirmou. “Logo, logo, Carlos estará em casa”, completa Phelipe.
Acreditação Internacional
A Brasil Vida Táxi Aéreo possui acreditação de parceria com a International Assistance Group (IAG), uma aliança global com 140 empresas independentes que oferecem serviços de assistência em todo o mundo. Além de manter a acreditação mundial, a empresa é a única brasileira homologada a voar para qualquer destino do mundo como UTI aérea, tendo construído, ao longo dos últimos anos, um reconhecimento internacional demasiadamente sólido.
Brasil Vida Táxi Aéreo repatria paciente do Peru para São Paulo, Brasil. Foto: Ilustrativa – Brasil Vida.
O Batalhão de Operações Aéreas da Polícia Militar passou a empregar o farol Trakkabeam A800 em seus voos noturnos.
Piauí – O Batalhão de Operações Aéreas (BOPAer) da Polícia Militar do Piauí passará a fazer voos noturnos em Teresina, com o emprego de farol de busca adquirido pelo estado. Testes funcionais com o farol Trakkabeam A800 foram realizados nos últimos dias para dar início ao policiamento aéreo noturno, que oferece sistema de mapeamento, duas lentes ópticas e luzes infravermelha e branca, com 800W de potência.
De acordo com o tenente-Coronel Cleber Bezerra, comandante do BOPAer, o serviço aéreo funciona como um potencializador das modalidades de policiamento, tanto nas ações preventivas realizadas pela Polícia Militar, como nas operações investigativas da Polícia Civil.
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O Batalhão de Operações Aéreas da Polícia Militar passou a empregar o farol Trakkabeam A800 em seus voos noturnos.
O Batalhão de Operações Aéreas da Polícia Militar passou a empregar o farol Trakkabeam A800 em seus voos noturnos.
O Batalhão de Operações Aéreas da Polícia Militar passou a empregar o farol Trakkabeam A800 em seus voos noturnos.
O Batalhão de Operações Aéreas da Polícia Militar passou a empregar o farol Trakkabeam A800 em seus voos noturnos.
O Batalhão de Operações Aéreas da Polícia Militar passou a empregar o farol Trakkabeam A800 em seus voos noturnos.
Diariamente são realizados patrulhamentos preventivos na cidade e operações de combate à criminalidade, que inclui o novo cangaço. Além disso, caso haja necessidade, a aeronave pode ser empregada no atendimento aeromédico, combate a incêndios florestais, transporte de tropa, órgãos e medicamentos, bem como no salvamento de banhistas no período de veraneio.
“O Batalhão de Operações Aéreas está completo com a utilização dessa ferramenta. Assim, poderemos realizar o patrulhamento noturno. É mais uma ferramenta a serviço da sociedade piauiense que vai intensificar mais ainda o combate à criminalidade na capital, bem como no interior. A sua importância é tremenda. É uma ferramenta que poucas unidades policiais no Brasil possuem e hoje o estado do Piauí adquiriu esse farol de busca noturno e assim nós iremos realizar esse patrulhamento, trazendo mais segurança para nossa sociedade”, complementou o comandante do BOPAer.
No mundo, o farol também é muito utilizado em operações aeromédicas e de busca e salvamento, tanto por empresas, como pelo governo. No Brasil, apenas Unidades Aéreas Públicas usam esse equipamento em operações de polícia e de resgate, embora não haja restrição para emprego civil.
Bombeiros resgatam surfista na praia da Joaquina, em Florianópolis
Santa Catarina – Equipes do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros e do SAMU Aeromédico de SC realizaram na tarde de quarta-feira (17), o resgate de um surfista na praia da Joaquina, em Florianópolis.
A equipe de plantão do Arcanjo 01 de Florianópolis foi acionada pela Central de Operações Bombeiro Militar (COBOM) para realizar o resgate de surfista que não conseguia retornar à praia devido a condição do mar.
A aeronave efetuou o deslocamento rapidamente, enquanto dois guarda-vidas da praia entraram na água para verificar a situação da vítima. Chegando ao local, foi realizado o lançamento do resgatista na água para atendimento do surfista.
Em seguida, foi realizado o desembarque da equipe médica na praia para poder realizar a extração da vítima do mar. A aeronave então realizou o içamento da vítima com a utilização do equipamento de resgate sling, retirando a vítima e o resgatista, deixando-os na faixa de areia. A vítima foi avaliada pela equipe médica do SAMU que tripula o Arcanjo 01 e liberada no local.
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Bombeiros resgatam surfista na praia da Joaquina, em Florianópolis
Bombeiros resgatam surfista na praia da Joaquina, em Florianópolis
Bombeiros resgatam surfista na praia da Joaquina, em Florianópolis
Bombeiros resgatam surfista na praia da Joaquina, em Florianópolis
Reino Unido – Mais de 200 pacientes de trauma grave foram recrutados para um projeto de pesquisa pioneiro de £ 10 milhões que analisa detectores precoces de provável suscetibilidade a infecção intra-hospitalar e/ou falência múltipla de órgãos.
O estudo “Golden Hour” atinge marco importante para caracterizar a relação entre biomarcadores específicos com a gravidade da lesão cerebral no trauma e os desfechos dos pacientes. O estudo começou em 2014 e está sendo liderado pela equipe de Pesquisa em Emergência e Cuidados Agudos do Hospital Queen Elizabeth, em Birmingham, e é apoiado pelo Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde (NIHR).
O estudo visa melhorar os resultados dos pacientes que sofreram um trauma importante, desenvolvendo testes para ajudar os médicos a identificar os primeiros sinais nos pacientes mais propensos a desenvolver uma infecção grave ou falência múltipla de órgãos nos dias e semanas seguintes à lesão inicial.
O Dr. Jon Hazeldine, pesquisador da Universidade de Birmingham, que está liderando o estudo, explica a pesquisa (Brain biomarkers after trauma study – BBATS):
“Embora a causa principal e imediata de morte após trauma grave seja hemorragia, muitas vítimas de trauma morrem mais tarde após complicações como disfunção de múltiplos órgãos ou sepse, com a resposta imunológica do indivíduo à lesão, influenciando significativamente as chances de desenvolver essas condições com risco de vida.
Para investigar a resposta imune a grandes traumas, o estudo Golden Hour analisa amostras de sangue adquiridas de pacientes com trauma em vários momentos pós lesão. A aquisição dessas amostras começa no ambiente pré-hospitalar, onde os pacientes são incluídos no estudo dentro de 60 minutos após a lesão, um momento crucial em que o tratamento médico imediato é fundamental para a sobrevivência.
Nossa colaboração com a Midlands Air Ambulance Charity e a WMAS nos fornece acesso exclusivo a amostras de sangue de pacientes traumatizados da cena da lesão, o que nos permite estudar o sistema imunológico o mais rápido possível após o trauma. Isso produziu novos insights sobre a resposta imune pós lesão e demonstrou a importância da coleta precoce de sangue para realmente entender como o trauma altera o sistema imunológico.
Até o momento, recrutamos mais de 200 pacientes para o estudo e nossos experimentos mostraram que, em poucos minutos após a lesão, o sistema imunológico dos pacientes com trauma é suprimido. Com base nesses achados iniciais, nosso próximo objetivo é estabelecer se, logo após uma lesão maior, há diferenças nas respostas imunes de pacientes que experimentam desfechos clínicos ruins (por exemplo, desenvolvimento de sepse ou falência múltipla de órgãos) em comparação com aqueles que não experimentam.
Se esse for o caso, estaremos um passo mais perto de descobrir marcadores potenciais que poderiam ser usados para ajudar na identificação precoce e estratificação de pacientes em risco de desfechos ruins, o que poderia ter implicações para seu manejo e tratamento.”
O Dr. Mark Nash, diretor médico da Midlands Air Ambulance Charity, acrescentou: “A primeira hora de tratamento pós-incidente é conhecida por ser a mais benéfica, dando ao paciente a melhor chance possível de sobrevivência e boa recuperação. Estávamos ansiosos para apoiar o estudo Golden Hour para ajudar com os cuidados avançados contínuos dos pacientes dentro do ambiente hospitalar, novamente dando àqueles em estado crítico a melhor chance de um bom resultado. O fato de que mais de 200 pacientes já foram recrutados para a pesquisa ajudará o NIHR a influenciar positivamente o atendimento intra-hospitalar, o que será de grande benefício para os pacientes.”
O Dr. Alex James, vice-líder clínico da equipe de incidentes de resposta de emergência médica (MERIT) da WMAS, disse: “Nossa equipe vê alguns dos pacientes mais gravemente feridos em West Midlands. Esta colaboração com a Universidade de Birmingham, NIHR, University Hospitals Birmingham NHS Trust e Midlands Air Ambulance Charity tem o potencial de melhorar radicalmente nossa compreensão do trauma. Por sua vez, isso poderia desbloquear benefícios na avaliação e no tratamento não apenas para pacientes aqui em West Midlands, mas em todo o mundo e é algo de que todos podemos estar imensamente orgulhosos.”
Uma ambulância aérea no heliponto do Royal Stoke University Hospital. Crédito: Nigel Harniman Photography.
Reino Unido – Princess Royal Hospital (PRH), em Telford, Inglaterra, lançou projeto piloto para transportar de helicóptero vítimas de acidente vascular cerebral (AVC) para um centro hospitalar especializado em trombectomia.
A trombectomia mecânica é um procedimento cirúrgico com o objetivo de desobstruir e restaurar o fluxo sanguíneo arterial cerebral de pacientes com AVC agudo. Como o tratamento precisa ser realizado em curto espaço de tempo, estudos apontam que o transporte aeromédico reduz significativamente o tempo de transferência, podendo salvar a vida de quem se submete a uma trombectomia.
O Royal Stoke University Hospital foi o primeiro a fornecer um serviço de trombectomia mecânica 24 horas por dia, 7 dias por semana, no Reino Unido e seu administrador, a University Hospitals of North Midlands NHS Trust (UHNM) está na vanguarda do pioneirismo no procedimento em nível nacional.
Uma ambulância aérea no heliponto do Royal Stoke University Hospital. Crédito: Nigel Harniman Photography.
Hayley Flavell, Diretora de Enfermagem da Shrewsbury and Telford Hospital NHS Trust (SaTH), que administra o projeto, disse: “O número de pacientes sendo transferidos pode parecer pequeno, mas essa colaboração com nossos parceiros está fazendo muita diferença. Cada minuto conta para uma trombectomia e o transporte pela Midlands Air Ambulance Charity é muito mais rápido do que uma viagem por estrada.”
A Dra. Meena Srinivasan, Diretora Clínica de Serviços de AVC da SaTH, disse: “o tempo é essencial com uma trombectomia e, com esses casos sendo transferidos por ambulância aérea, os pacientes estão chegando lá mais rapidamente”.
O Dr. Mark Nash, Diretor Médico da Midlands Air Ambulance Charity e Anestesista Sênior da UHNM, disse: “além de atender rapidamente emergências médicas e grandes traumas, nosso serviço de emergência pré-hospitalar também realiza transferências hospitalares para fornecer aos pacientes acesso a tratamento especializado que pode não estar disponível no hospital de recepção inicial.
A Midlands Air Ambulance Charity realizou 17 transferências bem-sucedidas desde que o serviço foi lançado, sendo cinco delas para o centro de AVC hiperagudo do Royal Stoke University Hospital. O pedido inicial para a transferência vem através da regulação realizada pela West Midlands Ambulance Service (WMAS) e, em seguida, o helicóptero é acionado. Os traslados podem ocorrer sete dias por semana, entre 7h e 20h.
O Shrewsbury and Telford Hospital NHS Trust (SaTH) administra o PRH, a Midlands Air Ambulance Charity (MAAC) e a University Hospitals of North Midlands NHS Trust (UHNM).
Esse projeto já é executado com sucesso no Hereford County Hospital através do Wye Valley NHS Trust desde abril de 2022, que também foi lançado na University Hospital Coventry. Os pacientes desses Trusts estão sendo transferidos para o Hospital Queen Elizabeth, em Birmingham.
Avião do Corpo de Bombeiros de Goiás sobre incidente após problemas no trem de pouso
Goiás – Na manhã desta terça-feira (16), o avião Bombeiro 04 do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, que partiu de Goiânia, sofreu um incidente durante o pouso no aeroporto de Rio Verde. O avião BM-04 iria realizar o transporte aeromédico de uma criança de 1 ano e 5 meses, diagnosticada com pneumonia bacteriana, para Uruaçu.
Segundo o Corpo de Bombeiros, estavam na aeronave dois bombeiros, sendo um piloto e o copiloto, um médico e uma enfermeira do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os bombeiros informaram que todos que estavam a bordo do avião estão bem, sem ferimentos. O incidente aconteceu antes do embarque da criança. Com isso, ela permanece internada em Rio Verde.
Durante o procedimento de descida, foi verificado problemas no trem de pouso da aeronave. Seguindo os procedimentos de segurança, a tripulação conseguiu realizar o pouso com sucesso.
A equipe de bombeiros agiu rapidamente para garantir a segurança de todos os envolvidos. No momento, as autoridades investigam as circunstâncias que levaram ao incidente. A aeronave está com a manutenção em dia e a experiência da tripulação garantiu um pouso tranquilo, apesar das circunstâncias.
Avião do Corpo de Bombeiros de Goiás sobre incidente após problema no trem de pouso. Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros.