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Coração é captado em João Pessoa e transportado em helicóptero da PRF para Recife

PRF e SAMU transportam coração de João Pessoa para ser transplantado em paciente de Recife

Pernambuco – 40 minutos, esse foi o tempo que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) levaram para transportar um coração de João Pessoa (PB) para Recife (PE).

O órgão foi captado de um paciente internado no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena no sábado (13). Às 16h24, o helicóptero da PRF decolou de João Pessoa e às 17h04 pousou no campo do Derby, em Recife, com o coração.

O órgão e a equipe de captação seguiram de ambulância até o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), na região central de Recife, onde o paciente aguardava para o transplante.

Esquadrão Falcão da FAB resgata homem em navio a 230 quilômetros do litoral de Pernambuco

Evacuação aeromédica foi realizada pelo Esquadrão Falcão a 230 quilômetros do litoral de Pernambuco

Pernambuco – No dia 09 de maio, o Esquadrão Falcão (1º/8º GAV) da Força Aérea Brasileira (FAB), sediado na Base Aérea de Natal (BANT), em Parnamirim (RN), resgatou um homem de 54 anos que apresentava dificuldades renais, com fortes dores. A vítima estava a bordo do navio mercante Kynouria das Ilhas Marshall, a 230 quilômetros do litoral de Pernambuco.

Para o resgate, um helicóptero H-36 Caracal decolou da Base Aérea de Natal por volta das 12h35 com destino a Recife (PE). A equipe multidisciplinar da FAB, composta por dois pilotos, um mecânico de voo, um operador de guincho, três homens de resgate (SAR), uma médica e um enfermeiro, realizou a retirada da vítima do navio pelo procedimento de içamento por maca com uso do guincho.

Depois de embarcado, o paciente foi transportado para a Base Aérea de Recife (BARF), de onde seguiu em uma ambulância terrestre para atendimento hospitalar. Segundo o Comandante do Esquadrão Falcão, Tenente-Coronel Aviador Marcelo de Almeida Cândido da Silva, “o resgate com uso de guincho realizado em navio exige muita perícia da tripulação e da equipe de saúde, além de grande coordenação entre o SALVAERO, SALVAMAR, militares do esquadrão e da BANT”.

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Secretaria de Saúde do Mato Grosso do Sul contrata Táxi Aéreo para transportar pacientes do SUS

Secretaria de Saúde do Mato Grosso do Sul contra táxi aéreo para transportar pacientes do SUS. Foto: Amapil Táxi Aéreo.

Mato Grosso do Sul – No final de abril, a Secretaria de Saúde do Mato Grosso do Sul assinou contrato com a empresa Amapil Táxi Aéreo para serviços de transporte aeromédico de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), cadastrados na Gerência de Tratamento Fora de Domicílio.

Essa gerência aciona o transporte aeromédico quando são esgotados todos os meios de
tratamento dentro do estado, exigindo o encaminhamento para algum centro de referência no Brasil. Além dos casos de insuficiência ou inexistência de oferta de tratamento no estado, existem também os casos de urgência, como os transplantes de órgãos.

O valor contratado é de R$ 1.205.344,00 para transporte aeromédico em avião bimotor convencional não pressurizado (32 mil km) e em avião turbo hélice pressurizado (6.6 mil km). O prazo de vigência é de 12 meses, podendo ser prorrogado até o limite de 60 meses.

Conforme o edital, as ambulâncias aéreas deverão ser configuradas para suporte avançado de vida, adulto, infantil e neonatal, com capacidade para piloto, copiloto, um paciente, acompanhante e equipe médica (médico e/ou enfermeiro).

Secretaria de Saúde do Mato Grosso do Sul contra táxi aéreo para transportar pacientes do SUS. Foto: Amapil Táxi Aéreo.

Serviço de transporte aéreo da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro completa dois anos em prol da vida

Serviço de transporte aéreo da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro completa dois anos em prol da vida. Foto: SES-RJ.

Rio de Janeiro – Peça fundamental no transporte inter-hospitalar e de órgãos, a Superintendência de Operações Aéreas (SOAer) da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) completou dois anos de atuação.

Criada em maio de 2021, a equipe da SOAer tem mais de 500 horas de voo a serviço da vida. Durante a pandemia, teve sua atuação ampliada, colaborando na entrega de quase um milhão de doses de vacinas (971.457) em todo o estado do Rio de Janeiro. Cada vez que levanta voo, o “Verdinho”, como é conhecido o helicóptero da Saúde, deixa esperança de cura por onde passa.

A parceria com a Central Estadual de Transplantes e com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) da capital, que são administrados pela Fundação Saúde, consolidou o serviço no estado. Em números absolutos, o SOAer transportou 296 órgãos e realizou 110 transportes inter-hospitalares de crianças, sendo 80 de recém-nascidos.

O Coordenador da Central Estadual de Transplantes, Alexandre Cauduro, enfatizou que o serviço desempenha papel fundamental na logística de transplantes do estado, pois alguns órgãos, principalmente o coração e o pulmão, requerem rapidez no transporte, e o helicóptero otimiza os resultados do transplante.

Pai de Bruna Lopes, o empreendedor Alexandre Ribeiro Lopes, de 56 anos, e sua esposa não hesitaram em doar os órgãos da filha, de 27 anos. “Salvar uma vida é como você ter um novo filho. Minha filha se foi, mas sei que agora tenho cinco pessoas vivendo melhor do que antes por causa dela. É o maior ato de amor que um ser humano pode fazer. O trabalho do SOAer é fundamental para que mais vidas sejam salvas”, completou Alexandre.

“O Serviço de Operações Aéreas tem sido um ‘salva-vidas aéreo’. Esperamos que, a cada dia, possamos ampliar o serviço”, disse o secretário de Estado de Saúde, Dr. Luizinho.

2Excel Aviation utilizará câmeras de longo alcance TrakkaCam TC-375

Avião Diamond DA62 MP será utilizado para localizar e identificar eficientemente alvos no mar. Foto: Trakka Systems.

A Trakka Systems anunciou a entrega de dois sistemas de câmeras de vigilância multissensores de longo alcance TrakkaCam TC-375 EO/IR para emprego nos aviões Diamond DA62 MP da operadora 2Excel Aviation do Reino Unido. Os equipamentos serão utilizados para operações de reconhecimento, vigilância, inteligência, busca e salvamento (SAR).

A 2Excel possui 30 aeronaves e é uma empresa que trabalha em vários setores, incluindo defesa, segurança, engenharia, SAR e resposta a desastres. A atividade é organizada em torno de duas linhas de negócios: 2Excel Aviation, que compreende desenvolvimento de projetos, missões especiais, fretamento e geoprocessamento; e a 2Excel Engenharia, que é uma organização de manutenção e reparo de aeronaves de grande porte.

Avião Diamond DA62 MP será utilizado para localizar e identificar eficientemente alvos no mar. Foto: Trakka Systems.

A 2Excel Aviation possui contrato para operações SAR no Reino Unido, conhecido como SAR2G, ao lado de parceiros como a Bristow e Nova Systems. A Agência da Guarda Marítima e Costeira do Reino Unido, a Oil Spill Response Ltd e o Ministério da Defesa do Reino Unido são clientes da empresa.

A nova série TC da Trakka Systems apresenta tecnologia avançada em um design ergonômico que define novos padrões para imagens multiespectrais de longo alcance em Full HD (1080p). Os sensores eletro-óptico/infra-vermelho (EO/IR) do equipamento são aumentados com processamento de imagem para ver através de condições ambientais adversas, como neblina, pouca luz e escuridão total, além de possuir integração simplificada com o Moving Map e sistemas de datalink.

Esses atributos permitem que operadores e centros de comando compartilhem informações de missão crítica em tempo real, ao mesmo tempo em que fornecem consciência situacional aprimorada por meio de sobreposições de realidade aumentada ou visualizações sintéticas puras.

Avião Diamond DA62 MP será utilizado para localizar e identificar eficientemente alvos no mar. Foto: Trakka Systems.

PRF inicia tratativas para retomada do serviço aeromédico no Paraná

PRF inicia tratativas para a retomada do serviço aeromédico no Paraná

Paraná – Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciou tratativas para retomar o serviço aeromédico no estado do Paraná, que já registrou mais de 3.000 acionamentos no passado. Na quinta-feira (4), a PRF e a Superintendência do Ministério da Saúde no Paraná realizaram uma reunião para discutir a retomada do serviço.

Participaram da reunião, o superintendente da PRF no Paraná, Fernando César Oliveira; o superintendente-executivo, Sérgio Carvalho; os inspetores Pagani e Kaio Simões do Núcleo de Operações Aéreas (NOA) da PRF; o superintendente do Ministério da Saúde, Luiz Armando; a vereadora de Curitiba, Professora Josete e a assessora, Dione Garcia. Durante o encontro, discutiram possibilidades de convênios, locais para instalação da base, parcerias e solicitação da aeronave, parte essencial do serviço.

No final de abril (28), foi realizada outra reunião de trabalho com a Secretária Municipal de Saúde de Curitiba, Beatriz Battistella Nadas. Discutiram um acordo de cooperação técnica entre a PRF e o Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de viabilizar a retomada do atendimento aeromédico na região metropolitana da capital do Paraná.

A conversa foi bastante produtiva e também contou com a participação do diretor do Sistema de Urgência e Emergência de Curitiba, Pedro Henrique de Almeida e do inspetor Juliano Kunen do NOA da PRF. Segundo nota publicada pela PRF, “a retomada do serviço aeromédico pela PRF no Paraná é de extrema importância para garantir um atendimento mais rápido e eficiente nas rodovias federais paranaenses.”

Durante voo de teste, trem de pouso falha e avião do Corpo de Bombeiros faz pouso forçado em Lages, SC

Durante voo de teste, trem de pouso falha e avião do Corpo de Bombeiros faz pouso forçado em Lages, SC

Santa Catarina – Na manhã de sexta-feira (05), o avião Arcanjo 04 (Carajá) do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) realizava voo de manutenção (teste), quando, durante a aproximação no Aeroporto Antônio Correia Pinto de Macedo, em Lages, houve falha no trem de pouso.

O voo de teste era conduzido por dois bombeiros militares, pilotos da aeronave. Ambos estão bem e não sofreram ferimentos. O avião realizou um pouso direto na pista, causando danos estruturais na aeronave.

Equipes de plantão do CBMSC foram acionadas para apoio e retirada do avião do local, uma vez que houve vazamento de combustível com o impacto. As equipes atenderam um princípio de incêndio, que foi combatido com água e espuma. Controlado o incêndio, geridos os riscos e feita a exaustão da fumaça do interior da aeronave, a equipe de plantão deixou ao local.

EASA avança nos estudos para criação de regulamentos sobre operações com eVTOL aeromédico

EASA avança na criação de quadro regulamentar para garantir operações com VTOL aeromédico

Europa – Em combinação com a propulsão elétrica, as aeronaves capazes de decolar e pousar na vertical (eVTOL – Electric Vertical Take-Off and Landing) têm o potencial de reduzir a pegada ambiental da aviação em termos de emissões e ruído. Eles estão sendo propostos para atender vários desafios que os ambientes urbanos enfrentam, incluindo a prestação de cuidados médicos a pessoas doentes ou feridas.

Tradicionalmente, a assistência médica por via aérea dependia dos helicópteros e aviões. Isso poderá ser complementado em breve por aeronaves eVTOL, realizando voos para missões aeromédicas em áreas urbanas. Em 2020/2021, a EASA (European Union Aviation Safety Agency) realizou consulta pública sobre classificação dos possíveis serviços médicos que poderiam ser realizados por eVTOL, por ordem de utilidade:

  • Transporte de enfermos para um hospital de referência;
  • Entrega de suprimentos médicos;
  • Transporte de equipamentos ou órgãos;
  • Transporte de equipes de saúde para onde o enfermo está, mesmo que a condução seja realizada de ambulância terrestre; e
  • Gerenciamento de desastres.
Airbus e o Serviço de Ambulância Aérea da Noruega unem esforços para desenvolver o eVTOL aeromédico.

A realização de resgate aéreo e assistência aeromédica com eVTOL permite que as equipes de saúde realizem suas missões em áreas densamente povoadas. A EASA propôs um projeto de “vertiportos“, onde essas aeronaves podem pousar. São mais fáceis de integrar nos centros das cidades, fazendo uso de locais não apenas no topo de edifícios altos, mas também em outras áreas designadas onde a assistência pode se tornar necessária.

Segundo pesquisa da EASA, existem cinco razões principais para utilizar o eVTOL em missões aeromédicas: tempo resposta menor; ruído reduzido; emissões mais baixas; automação e acessibilidade, pois espera-se que seja mecanicamente menos complexa, e tenha custos de aquisição e manutenção mais acessíveis.

Desafios para serviços aeromédicos com eVTOL

Fazer uso de eVTOL para táxis aéreos é uma coisa, usá-los para serviços aeromédicos significa que algumas questões adicionais precisam ser abordadas para tornar isso viável. Além do piloto e do passageiro (enfermo), existem outros desafios, como a necessidade de transportar a equipe de saúde, bem como equipamentos médicos, exigindo que o eVTOL precise carregar mais peso e ser maior.

Chinesa EHang junta-se ao Projeto Ambular de iniciativa da ICAO para desenvolver ambulância aérea eVTOL

Além disso, o eVTOL partirá de uma base operacional aeromédica e deverá ter alcance suficiente para realizar suas missões. Um estudo alemão propôs 150 km como um alcance mínimo útil. Além disso, o eVTOL precisará ter energia suficiente para várias decolagens e pousos, normalmente as fases que consomem mais energia dos sistemas.

O eVTOL aeromédico precisará estar disponível dia e noite, a fim de maximizar a utilidade da aeronave. Para isso, precisará ter equipamentos adequados de visão noturna, estar preparado para voar em todas as condições climáticas, pousar e decolar de locais desconhecidos, considerando o desempenho da aeronave, tamanho, terreno e obstáculos.

EASA na vanguarda

A Europa lidera o caminho a nível mundial no domínio da criação de quadro regulamentar para garantir que a eVTOL possa realizar com segurança as missões previstas. A EASA e a Comissão Europeia foram as primeiras a introduzir requisitos técnicos e regras operacionais para fabricantes, operadores, pilotos e projetistas de infraestruturas. A definição de regras permitirá que os fabricantes e a indústria invistam nesta nova tecnologia em benefício dos enfermos.

Projetos eVTOL aeromédico em andamento

Além do Projeto Ambular de iniciativa da ICAO para desenvolver ambulância aérea eVTOL, a Airbus Helicopters, em parceria com a Norwegian Air Ambulance Foundation, desenvolvem o protótipo CityAirbus (eVTOL). O serviço de resgate aéreo ADAC Luftrettung também possui estudo de viabilidade com eVTOL aeromédico tripulado.

No Brasil, as empresas Helisul Aviação e Embraer desenvolvem projetos para uso dessas aeronaves no transporte de passageiros. A Associação Brasileira de Operações Aeromédicas (ABOA) acompanha e estuda o desenvolvimento do setor, que inclui o uso dessas aeronaves no transporte de enfermos, sangue e órgãos para transplante.

ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação

Transporte de sangue

A ADAC alemã já realiza em parceria com o Serviço de Transfusão de Sangue da Cruz Vermelha Alemã o transporte de sangue, medicamentos e tecidos com drones. A cooperação é baseada em um projeto de pesquisa conjunto no Hospital Universitário de Ulm, no qual mais de 300 voos de drones ocorreram entre o banco de sangue DRK e o departamento de cirurgia do Hospital Universitário nos últimos dois anos.

A partir de um escritório de operações, os pilotos remotos controlam o drone entre o banco de sangue e o hospital. Devido à proximidade direta com os locais de pouso do hospital e do tráfego aéreo regular das equipes de resgate, altas demandas são colocadas nos pilotos remotos da MediCargo.  Eles monitoram constantemente o drone que voa automaticamente, bem como o espaço aéreo nas proximidades.

Os pilotos acompanham uma tela semelhante a um radar e avaliam as distâncias verticais e horizontais para aeronaves tripuladas, bem como as diferentes velocidades e altitudes. Procedimentos de voo especificados e treinamento regular garantem o mais alto nível de segurança.

Para atender aos requisitos, todos os pilotos remotos da MediCargo são treinados em aviação tripulada e possuem uma licença de voo tripulado (EASA FCL ou licença de voo esportivo). Além disso, cumprem requisitos legais e tem as licenças de drones A1/A3 e A2 de acordo com o regulamento da EASA.

Suporte Aéreo Avançado de Vida completa 7 anos com mais de 1.200 atendimentos no Sul de Minas Gerias

AS350B2, Arcanjo, do Batalhão de Operações Aéreas do CBMMG

Minas Gerais – No dia 28 de abril, o serviço de Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV), Base Varginha, completou 7 anos de operação no sul de Minas Gerais, com mais de 1.200 atendimentos. No primeiro trimestre de 2023, realizaram cerca de 100 missões.

O SAAV é uma parceria da Secretaria de Estado de Saúde (CISSUL/SAMU) com o Corpo de Bombeiros Militar, por meio da 2ª Companhia Especial de Operações Aéreas (2ª CEOA). O helicóptero Arcanjo é empregado nos atendimentos pré-hospitalares e na logística de captação de órgãos. O serviço foi criado para possibilitar e agilizar o acesso ao serviço de saúde, seja em unidades hospitalares ou locais de difícil acesso.

Segundo o consórcio intermunicipal de saúde, “o serviço revolucionou o atendimento médico de pacientes que necessitam de intervenções hospitalares mais complexas, proporcionando mais assertividade e segurança nos tratamentos.”

A Central do SAMU (192) e do Corpo de Bombeiros Militar (193) recebem a solicitação, que passa por avaliação da regulação médica. Se for necessário o suporte avançado de vida, o helicóptero é acionado. A equipe operacional do Arcanjo é composta por 03 Bombeiros Militares (01 Piloto e 02 Tripulantes Operacionais) e 02 profissionais de saúde do CISSUL/SAMU (Médico e Enfermeiro).

Além do Suporte Aéreo Avançado de Vida, a 2ª CEOA realiza ações de combate a incêndio florestal, defesa civil, salvamento e resgate aéreo e conta hoje com 16 profissionais especializados em ações de bombeiros.

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Idoso é transportado em ambulância aérea com balão intra-aórtico para realizar transplante de coração artificial, em São Paulo

Idoso é transportado em ambulância aérea com balão intra-aórtico para realizar transplante de coração artificial, em São Paulo. Foto: Brasil Vida.

Em voo pioneiro, a Brasil Vida Táxi Aéreo realizou uma complexa operação para transportar um paciente de 64 anos, com suporte cardíaco de balão intra-aórtico (BIA), um dispositivo que alivia a carga do coração e melhora o fluxo sanguíneo para as artérias coronárias.

O homem estava no primeiro dia de férias, na Praia de Pipa, a 85 km de Natal (RN), quando infartou. Ele ficou internado em um hospital particular de Natal por 28 dias, quando teve a transferência indicada pela equipe médica local.

O transporte aéreo e terrestre foi contratado pelo plano de saúde e o voo foi realizado no dia 03 de abril. O paciente foi levado em um jato IAI Westwind da Brasil Vida para o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, de onde seguiu de ambulância terrestre para o Hospital Samaritano Paulista, onde passa por avaliação para receber prótese (coração artificial) que substituirá temporariamente o órgão cardíaco.

Este foi o primeiro voo do tipo realizado pela empresa de táxi aéreo que é referência em transporte aeromédico no Brasil. Durante a pandemia, a companhia se especializou em transportes de alto risco, como pacientes ligados a suportes respiratórios de alta complexidade, como a ECMO (oxigenação por membrana extracorpórea).

No mercado há 18 anos, a Brasil Vida já transportou diversos pacientes para o transplante de órgãos e agora sai na frente ao transferir em ambulância aérea paciente que irá receber uma prótese artificial, de alta tecnologia, enquanto aguarda pelo transplante convencional.

“Esta é mais uma missão que demonstra a capacidade técnica de nossas equipes e o constante aperfeiçoamento operacional da empresa com objetivo de salvar vidas. Sem dúvidas, este é um voo que fica marcado em nossos corações e abre caminho para muitos outros”, destacou o coordenador aeromédico Ramon Mesquita, que conduziu a operação.

O paciente viajou acordado, em voo que durou seis horas, acompanhado da equipe médica da Brasil Vida e pelo cirurgião cardiovascular Renato Max, que tratou do paciente em Natal. “Esse balão intra-aórtico sofre algumas influências na altitude, mas o paciente chegou em boas condições. Estávamos ansiosos em transferi-lo porque ele estava no melhor momento clínico e chegou muito bem em São Paulo”, explicou Max.

SAER-FRON treina policiais civis e militares sobre o uso do helicóptero em ações de polícia e de resgate

SAER-FRON treina policiais civis e militares sobre o uso do helicóptero em ações de polícia e de resgate.

Santa Catarina – Na manhã e tarde de quarta-feira (26), o Serviço Aeropolicial de Fronteira (SAER-FRON) da Polícia Civil de Santa Catarina treinou oito policiais militares que atuam no 2º Batalhão da PM, em Chapecó, e quatro policiais civis que atuam na Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Passo Fundo (RS).

Tratou-se de uma ambientação dos profissionais sobre uso do helicóptero com apoio aéreo em ações policiais e de resgate. Foram abordados temos como segurança de voo, protocolos de acionamento e ações operacionais com uso do helicóptero na região de fronteira (RS e SC). Em seguida, os policiais realizaram exercícios práticos, como embarque e desembarque em locais restritos, abordagem de suspeitos e outros.

Segundo o Delegado Coordenador do SAER-FRON, Albert Silveira, essas ambientações são muito importantes, pois buscam a integração entre as organizações de segurança e padronizam as ações com uso da Aeronave do SAER-FRON. “Treinamentos dessa natureza fazem parte da rotina operacional do SAER, que já conta com mais de 400 operadores ambientados com essas instruções, em toda a região da fronteira”, acrescentou Albert.

Relatório final aponta ensinamentos sobre o uso de óculos de visão noturna em missões de resgate

O helicóptero do acidente. Arquivo filmado de antes do acidente. Foto fornecida pela operadora.

Nova Zelândia – No dia 20 de abril, a Comissão de Investigação de Acidentes de Transporte (TAIC) da Nova Zelândia publicou o relatório final de acidente que envolveu uma ambulância aérea operada pela Southern Lakes Helicopters. A TAIC apontou deficiências nas regras da Autoridade de Aviação Civil (CAA) referentes ao uso de óculos de visão noturna (NVG), equipamentos de sobrevivência e treinamento das tripulações.

Como foi o acidente?

No dia 22 de abril de 2019, às 19h37 (horário local), a aeronave voou direto para o mar, perto das Ilhas Auckland, no Oceano Antártico. Os três tripulantes sobreviveram ao acidente com ferimentos leves. O operador iria realizar um voo de evacuação aeromédica sob regras de voo visual (VFR) com um helicóptero BK117-C1, matrícula ZK-IMX.

A bordo estava o piloto, um paramédico no banco dianteiro esquerdo e um operador de guincho na cabine traseira. O helicóptero deveria posicionar-se ao sul da Nova Zelândia, nas Ilhas Auckland, naquele dia. Depois de pernoitar na Ilha Enderby, a tripulação do helicóptero se encontraria com um navio de pesca no dia seguinte para evacuar um membro da tripulação doente e levá-lo para a Nova Zelândia.

O voo foi planejado para chegar durante o dia, mas atrasos inesperados no horário de partida resultaram na chegada deles após o anoitecer. A tripulação carregava óculos de visão noturna (NVG) e os vestiu durante o voo, alternado para uma operação aérea noturna visual com auxílio de NVG (NVIS). As colinas e o litoral ao redor de Port Ross e parte da Ilha Enderby eram visíveis através dos óculos, mas o piloto acreditava que a área de pouso estava coberta por nuvens.

Assim, planejou uma abordagem alternativa para descer na área clara para abaixo da nuvem e, em seguida, seguir o litoral de volta para a área de pouso. O piloto desceu e estava voltando para a área de pouso quando o membro da tripulação (paramédico no assento dianteiro esquerdo) o alertou para penhascos imediatamente à frente. O piloto reagiu, mas o helicóptero atingiu o mar.

A tripulação conseguiu escapar enquanto o helicóptero estava parcialmente submerso, mas afundou logo depois. Todos eles estavam vestindo trajes de imersão e conseguiram nadar para a costa. Depois de se abrigarem durante a noite, os três tripulantes foram resgatados no dia seguinte por um dos helicópteros do operador e levados para um hospital em Invercargill.

O operador do guincho que estava na cabine traseira ficou inconsciente durante o impacto, mas conseguiu ser evacuado pelo paramédico. A tripulação sofreu apenas ferimentos leves e o helicóptero foi recuperado cerca de três semanas depois de uma profundidade de 15 metros.

Por que o acidente aconteceu?

O helicóptero estava operando normalmente no momento do acidente e o investigador-chefe de acidentes da TAIC, Naveen Kozhuppakalam, disse que a cadeia de eventos que levaram a este acidente começou quando o piloto, usando óculos de visão noturna (NVG), muito provavelmente interpretou mal a neblina perto da superfície como uma nuvem a alguma altura acima.

“A área que se acreditava ser ar limpo perto da nuvem era de fato água calma perto da neblina”, disse Kozhuppakalam. O piloto voou em direção a ela enquanto confiava principalmente em sua referência visual, olhando para fora através dos óculos de visão noturna, sem varredura suficiente do painel de instrumentos, que incluía uma luz de aviso do radioaltímetro, que teria alertado o piloto por estar abaixo de sua altitude selecionada.”

A TAIC identificou questões de segurança a serem resolvidas pela Autoridade da Aviação Civil (CAA) neozelandesa. A Comissão de Investigação identificou lacunas regulatórias nos requisitos mínimos de desempenho e padrões técnicos para os helicópteros que operam com Certificado de Operador Aéreo (COA), conforme os regulamentos 119 e 135.

Apontaram falhas relacionadas às regras de operações de ambulância aérea de helicóptero (HAA); de operação aérea com sistema de imagem de visão noturna (NVIS); de gerenciamento de recursos da tripulação (CRM) para operações áreas NVIS realizadas com dois pilotos e com um piloto; e de registro do tempo de voo NVG do piloto.

A TAIC também observou que os procedimentos do operador de helicóptero para operações VFR com um único piloto no Oceano Antártico eram incompletos e inadequados para voos seguros. Desde o acidente, o operador abordou essa questão, implementando um procedimento operacional padrão para esses voos.

Se este acidente tivesse ocorrido longe da costa, um problema com o bote salva-vidas do helicóptero teria sido crítico. Um bote salva-vidas só pode ser eficaz se a tripulação puder encontrá-lo e implantá-lo. O helicóptero do acidente tinha um bote salva-vidas a bordo, mas a tripulação não conseguiu encontrá-lo a tempo.

Quais foram os ensinamentos?

O relatório final da Comissão apresentou ensinamentos de segurança para as operações aéreas realizadas por helicópteros configurados como ambulância aérea, especialmente com emprego de óculos de visão noturna pelas tripulações, tais como:

  • requisito mínimo para uso de NVG não equivale a proficiência;
  • treinamento de escape de aeronave submersa (HUET) e trajes de imersão podem aumentar a capacidade de sobrevivência;
  • se a operação precisar que a tripulação use trajes de imersão, eles também devem levar itens de emergência essenciais consigo;
  • toda a tripulação com funções relacionadas ao voo deve estar ciente da importância do radioaltímetro ao realizar operações aéreas NVIS e como interpretar o instrumento e os seus alertas;
  • os pilotos devem garantir que seu tempo de voo NVG seja registrado separadamente;
  • a sobrecarga de helicópteros é um risco à segurança;
  • para ser eficaz, o equipamento de emergência, como um bote salva-vidas, também deve ser acessível em caso de emergência para a tripulação conseguir usar.
  • Clique e acesse as recomendações de segurança: 021/22 e 022/22.

Nota do autor: No Brasil, a ANAC estabeleceu regras sobre uso de óculos de visão noturna apenas para operações especiais de Aviação Pública, conforme subparte R do RBAC nº 90. Para os operadores certificados conforme o RBAC n° 119 e que opere sob as regras do RBAC nº 135 e IS nº 135-005A, não há precisão ou permissão do uso do NVG em helicópteros civis aeromédicos. Apesar de ser um importante equipamento de segurança, muito utilizado pelas tripulações militares do mundo e por equipes aeromédicas da Europa e EUA, o uso de NVG no Brasil é muito restrito. A Polícia Militar de Minas Gerais é a Unidade Aérea Pública que, conforme as regras da ANAC, já se especializou no emprego do NVG. Clique e assista a live sobre o tema no Canal do Resgate Aeromédico.

Novos helicópteros H145 da Polícia da Baviera serão equipados com pontas de pás iluminadas

Helicópteros H145 da Polícia da Baviera serão equipados com pontas de pás iluminadas

Alemanha – Dos oito helicópteros H145 de cinco pás adquiridos pela Polícia da Baviera, a Airbus fez a entrega dos dois primeiros. Eles serão usados no treinamento de pilotos e tripulações, que começará em breve, garantindo uma transição suave da atual frota de H135, que está em serviço há mais de doze anos. A entrega do primeiro helicóptero policial totalmente equipado está prevista para meados do próximo ano.

Os H145 totalmente equipados da Polícia da Baviera contarão com alguns dos equipamentos policiais mais avançados disponíveis, que inclui uma estação de computador com software de missão tática policial, sistema de iluminação e soluções de câmera, oferecendo melhor consciência situacional dos arredores do helicóptero e eventos no solo. Recursos adicionais, como guincho com capacidade de carga de 668 libras (303 kg) e pontas de pás iluminadas, melhoram a segurança a bordo durante operações policiais essenciais.

Helicópteros H145 da Polícia da Baviera serão equipados com pontas de pás iluminadas.

As pontas das pás iluminadas serão compatíveis com óculos de visão noturna (NVG) e servirão para melhorar a consciência situacional para os pilotos quando estiverem voando perto de obstáculos.

No total, há mais de 1.600 helicópteros da família H145 em serviço, registrando um total de mais de sete milhões de horas de voo. Desses, mais de 200 helicópteros estão em serviço em todo o mundo em missões governamentais e policiais.

Alimentado por dois motores Safran Arriel 2E, o H145 é equipado com controle digital de motor (FADEC) e o conjunto de aviônicos digitais Helionix. Inclui um piloto automático de 4 eixos, possui pegada acústica particularmente baixa e suas emissões de CO2 são as mais baixas entre seus concorrentes.

“Nossas forças policiais têm que lidar com uma ampla gama de cenários: procurar pessoas desaparecidas, transportar unidades especiais, combater incêndios florestais ou lidar com desastres naturais. O H145, com seu excelente desempenho e capacidades de missão, fornecerá às nossas forças policiais uma ferramenta essencial para cumprir essas diversas missões”, disse Franz Muschick, chefe do Esquadrão de Helicópteros da Polícia da Baviera.

Helicópteros H145 da Polícia da Baviera serão equipados com pontas de pás iluminadas.

Piloto morre em acidente com helicóptero aeromédico na região de Volgogrado, Rússia

Piloto morre em acidente com helicóptero aeromédico na região de Volgogrado, Rússia

Rússia – A agência de notícias russa TASS e o Comitê Investigativo da Rússia, informaram que na noite de segunda-feira (24), um helicóptero aeromédico caiu perto da vila de Erzovka, distrito de Gorodishchensky, região de Volgogrado, Rússia. A bordo estava o piloto de 56 anos, que faleceu com o acidente.

O helicóptero modelo Ansat, matrícula RA-20012, caiu em área desabitada. Segundo informações preliminares ele havia desembarcado equipe médica e paciente e retornava para sua base em Yerzovka (Volgogrado). A aeronave pertence ao Sistema de Helicópteros Russos (Russian Helicopter Systems), que fornece uma ampla gama de serviços de aviação, incluindo ambulância aérea.

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Vídeo divulgado pelo Comitê Investigativo da Rússia.

Investigadores do Departamento de Investigação Inter-Regional Ocidental para Transporte, que integra o Comitê Investigativo da Rússia, foram para o local estabelecer as circunstâncias do acidente. Além disso, um processo criminal foi iniciado nos termos da Parte 2 do art. 263 do Código Penal da Federação Russa.

Também preliminarmente, de acordo com o que apurou a agência de notícias russa Interfax, o acidente pode ter acorrido por uma questão técnica: “Depois de ter entregue a vítima e os médicos, o helicóptero estava voltando para a base. Durante o voo, o piloto entrou em contato com o despachante e relatou mau funcionamento. A comunicação com ele foi então perdida.”

Equipe aeromédica do Arcanjo 03 realiza cesariana em gestante com parada cardiorrespiratória e salva bebê

Acidente na SC-108 mobiliza equipes do SAMU, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e helicóptero Arcanjo 03. Foto: Divulgação.

Santa Catarina – O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), por meio do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) e do SAMU Aeromédico de SC atenderam no domingo (23), um parada cardiorrespiratória em gestante na cidade de Blumenau.

Equipe aeromédica de plantão do Arcanjo 03 de Blumenau e viatura AR-179 foram acionadas pela regulação do SAMU para atendimento de parada cardíaca de gestante no bairro Testo Salto, em Blumenau. No local já havia uma viatura de suporte básico do SAMU. Na chegada do aeromédico, a paciente estava há cerca de 30 minutos em parada cardíaca.

A equipe do SAMU estava há 10 minutos realizando a reanimação cardiopulmonar, mas sem sinal de retorno da pulsação. De imediato, o médico do Arcanjo 03 optou pela cesariana de reanimação, realizando o parto do bebê. Segundo a equipe, este protocolo aumenta a chance de vida da gestante e do bebê.

Após o parto de emergência, fora do ambiente hospitalar, observou-se que o recém-nascido também estava em parada cardíaca, demandando da equipe do Arcanjo o início imediato de manobras de reanimação cardiopulmonar. Felizmente, a equipe conseguiu obter o retorno dos batimentos cardíacos do bebê, o qual, após estabilizado, foi encaminhado ao hospital Santo Antônio pelo SAMU, acompanhado pela equipe aeromédica do Arcanjo, na viatura AR-179. O pai acompanhou o atendimento e o transporte ao hospital.

Segundo relato de testemunhas, a paciente teve uma gestação sem problemas, porém, apesar dos esforços das equipes, a gestante faleceu no local do atendimento. Dois integrantes da guarnição permaneceram no local até a chegada da Polícia Militar e do Instituto Geral de Perícia. As últimas informações recebidas são de que a criança encontra-se estável na UTI.

Ao longo destes 13 anos de existência do serviço aéreo do CBMSC no estado já foram realizados cerca de 1.600 atendimentos de parada cardiorrespiratória. Só nos últimos 3 anos, a taxa de sucesso de reversão de PCRs das ocorrências atendidas pelos Arcanjos gira em torno de 20%.

Pronto atendimento e transporte rápido fizeram a diferença no resgate de vítimas graves em Santa Catarina.

Operação integrada viabiliza transporte aeromédico de paciente de Navegantes para Araranguá, SC

Operação integrada viabiliza transporte aeromédico de paciente de Navegantes para Araranguá, SC

Santa Catarina – No domingo (23), operação integrada entre saúde e segurança pública viabilizou transporte aeromédico de paciente de 21 anos, com quadro clínico de cetoacidose diabética, em estado grave. Uma equipe do Águia 05 do Batalhão de Aviação (BAPM) da Polícia Militar foi acionada pela regulação médica do SAMU para realizar a primeira fase do transporte.

Embarcaram o paciente no avião da PM no aeroporto de Navegantes e decolaram com destino ao aeroporto de Jaguaruna, onde equipe aeromédica do SARASUL aguardava para completar o transporte do paciente no helicóptero do SAER até o Hospital Regional de Araranguá. Com a integração das aeronaves de segurança pública, toda operação foi realizada em 1h30min.

As equipes médicas do SAMU e do SARASUL acompanharam todo deslocamento no avião do BAPM da Polícia Militar e no helicóptero do SAER da Polícia Civil, respectivamente, colocando a disposição do paciente todos os recursos disponíveis para que o transporte ocorresse sem intercorrências.

Núcleo de Operações Aéreas inicia formação de novos operadores aerotáticos em Rondônia

Núcleo de Operações Aéreas inicia formação de novos operadores aerotáticos em Rondônia. Aula inaugural do II COA. Foto: Daniel Garcia.

Rondônia – O Núcleo de Operações Aéreas (NOA) realizou na quarta-feira (19), a aula inaugural do II Curso de Operações Aéreas (COA). Os aprovados iniciarão o curso e se tornarão operadores aerotáticos (OAT), aptos para atuarem nas missões típicas de polícia, defesa civil, resgates e transporte de órgãos e comporão as tripulações aéreas dos helicópteros do NOA.

O curso é promovido pelo Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec). O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou a importância da atuação do NOA no Estado.

“A Aviação da Segurança Pública de Rondônia tem feito história em suas atuações. São muitas atividades, como: patrulhamento policial em apoio de ocorrências do 190; operações da Polícia Militar, Civil e Sedam; transportes aeromédicos e de órgãos; combate a incêndios e resgates. Investir no Núcleo de Operações Aéreas é salvar vidas. É proteger a população rondoniense”, ressaltou.

Para ingresso no curso, os alunos passaram por um processo seletivo que contou com mais de 110 inscritos, que foram submetidos a testes físicos, exames médicos e toxicológicos, e extensa investigação social. Segundo o NOA, a seleção e o curso são importantes para que ao final permaneçam na Unidade Aérea Pública profissionais qualificados para as complexas atividades de operações aéreas.

Núcleo de Operações Aéreas inicia formação de novos operadores aerotáticos em Rondônia. Aula inaugural do II COA. Foto: Daniel Garcia.

Profissionais de saúde do SAMU são capacitados para operações aeromédicas em Sergipe

Profissionais de saúde do SAMU Sergipe são capacitados para operações aeromédicas. Foto: Saúde Sergipe.

Sergipe – Profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192 Sergipe) participaram no dia 18 de abril da formatura do Estágio de Adaptação para a Tripulação de Saúde. Dos 42 profissionais de saúde que se inscreveram no curso, 15 médicos e 14 enfermeiros foram considerados aptos para atuar no serviço de resgate aeromédico.

Para o secretário da Saúde, Walter Pinheiro foi muito importante ter atuado como colaborador dessa formação. “É satisfatório presenciar a qualificação dos profissionais de saúde que agora podem contribuir no atendimento e resgate dos pacientes que se encontram em situações difíceis. É mais um avanço da saúde”, destacou o secretário.

Foram quatro dias de curso com carga horária de 38h, onde os enfermeiros e médicos passaram por Teste de Aptidão Física, capacitação teórica e prática. A partir de 1º de maio, médicos e enfermeiros comporão a equipe do Grupamento Tático Aéreo de Sergipe. “A parceria entre a Secretaria da Saúde e a Segurança Pública é fundamental para que tenhamos uma ampliação do atendimento nos serviços do SAMU”, explicou o superintendente do SAMU 192 Sergipe, Denisson Pereira.

Termo de Cooperação

A iniciativa da capacitação dos profissionais teve início no dia 16 de fevereiro após a assinatura do Termo de Cooperação entre as Secretarias da Saúde e da Segurança Pública. O termo tem o intuito de integrar as instituições para a realização de atendimentos de urgência e emergência médicas, por meio do transporte aeromédico, que é feito pelo Grupamento Tático Aéreo (GTA). A medida ainda prevê a solicitação da aeronave para resgates aeromédicos.

Corpo de Bombeiros e SAMU realizam Seminário de Serviço Aeromédico e Jornada de Segurança Operacional

Corpo de Bombeiros e SAMU realizam Seminário de Serviço Aeromédico e Jornada de Segurança Operacional.

Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) e o SAMU Aeromédico de SC realizaram Seminário de Serviço Aeromédico e Jornada de Segurança Operacional.

O evento foi on-line e aconteceu nesta quarta-feira (19) com a participação de cerca de 50 pessoas. Bombeiros militares, profissionais de saúde do SAMU e técnicos da FAHECE (Fundação de Apoio ao HEMOSC/CEPON) participaram do encontro virtual. O Seminário começou com a participação do Brigadeiro Médico Eduardo Serra Negra Camerini, que abordou tema sobre a evolução histórica do serviço aeromédico no mundo.

Em seguida, aconteceram palestras do professor Mark Yazer sobre “What is the new trend in massive transfusion? Low titer group O whole blood“; do Major BM Felipe Gelain sobre “Análise dos níveis de pressão sonora e vibração nas aeronaves de asa fixa e asa rotativa”; e do Coronel Aviador Ricardo Felzcky sobre “Trabalho em equipe nas Asas da Esquadrilha da Fumaça”.

O seminário integrou pilotos, tripulantes operacionais (operadores aerotáticos) e equipes de saúde do SAMU Aeromédico (médicos e enfermeiros). Em nota, o BOA declarou que esses momentos oferecem ganhos de qualidade na prestação do serviço, promovendo a segurança operacional na Unidade Aérea Pública (UAP).

Corpo de Bombeiros e SAMU realizam Seminário de Serviço Aeromédico e Jornada de Segurança Operacional.

Lincs & Notts Air Ambulance registrou aumento das operações noturnas e uso de hemoderivados em 2022

Lincs & Notts Air Ambulance registrou aumento das operações noturnas e uso de hemoderivados em 2022

Reino Unido – Em 2022, a Lincs & Notts Air Ambulance (LNAA) registrou seu ano mais movimentado de todos os tempos, respondendo a mais de 1.620 missões durante os últimos 12 meses. Voando o helicóptero Leonardo AW169 e seus veículos de emergência, as equipes responderam 130 incidentes a mais do que em 2021.

A operadora LNAA passou por melhorias em 2022, como o registo na Comissão de Qualidade de Cuidados (CQC), órgão regulador independente da saúde e da assistência social para adultos na Inglaterra, que certifica, monitora e inspeciona esses serviços. Além disso, a LNAA aumentou seus voos noturnos, bem como a utilização de hemoderivados em pacientes graves no atendimento pré-hospitalar.

As missões noturnas aumentaram. Foram realizadas 602 missões, mais do que o dobro da quantidade realizada em 2021. Além do uso do farol de busca TrakkaBeam, todos os pilotos, médicos e paramédicos foram treinados para usar óculos de visão noturna, o que permitiu o voo noturno prolongado. O helicóptero é capaz de responder a incidentes durante 19 horas do dia, das 7h às 2h da manhã. Isso faz do LNAA a única ambulância aérea nas East Midlands operando durante a noite.

A quantidade de hemoderivados transportado a bordo do helicóptero AW169 e dos veículos de cuidados intensivos aumentou para quatro unidades de glóbulos vermelhos e quatro unidades de plasma fresco congelado. Isso proporciona mais tempo para estabilizar os pacientes, permitindo que as equipes de médicos e paramédicos tratem as pessoas no local dos incidentes por mais tempo e realizem procedimentos que salvam vidas, normalmente realizados apenas em ambiente hospitalar. 49 pacientes receberam hemoderivados, com um total de 146 unidades de hemoderivados sendo transfundidos.

Karen Jobling, CEO da LNAA, resumiu o ano acrescentando: “Tudo isso só é possível com o apoio das comunidades e organizações em Lincolnshire e Nottinghamshire, pois não recebemos financiamento direto do governo. No ano passado, precisávamos de £ 8 milhões para operar 24 horas por dia, sete dias por semana e sabemos que, com o aumento dos custos e o aumento da demanda, esse valor aumentará em 2023.

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Aeroporto de Ceres é utilizado por equipes aeromédicas para embarque de pacientes graves

Aeroporto de Ceres é utilizado por equipes aeromédicas para embarque de pacientes graves. Foto: Prefeitura de Ceres.

Goiás – O aeroporto de Ceres vem sendo utilizado por equipes aeromédicas para embarque de pacientes. Recentemente uma equipe formada por bombeiros militares e profissionais de saúde do SAMU realizaram o transporte de um bebê que necessitava de atendimento especializado.

Nesta semana, foi a vez de um paciente de 85 anos receber atendimento em Ceres. O paciente foi levado ao pronto socorro do IMEC, em Ceres, e diagnosticado com Acidente Vascular Cerebral (AVC). Devido a gravidade do seu estado de saúde, uma equipe aeromédica foi acionada.

Da UTI da unidade de saúde, o paciente foi levado até o aeroporto da cidade, onde embarcou em um avião Baron 58 do Corpo de Bombeiros e foi transportado até a capital do estado, Goiânia. Durante o voo, o paciente foi assistido por uma equipe do SAMU.

Em nota, a prefeitura de Ceres disse “é nessas horas que vemos o quanto é importante termos uma estrutura como o aeroporto. Vidas estão sendo salvas por profissionais que dedicam sua vida e também por termos infraestrutura, como a do aeroporto para o deslocamento mais rápido de pacientes”.

PRF e SAMU realizam transporte aeromédico de paciente da cidade de Vitória de Santo Antão para Recife

PRF e SAMU realizam transporte aeromédico de paciente de Vitória de Santo Antão para Recife, PE

Pernambuco –  No domingo (16), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) Metropolitano do Recife realizaram o transporte aeromédico de uma mulher, de 58 anos. A paciente estava internada em hospital de Vitória de Santo Antão, com quadro de hemorragia digestiva.

A equipe aeromédica foi acionada devido a gravidade do estado de saúde da paciente. Depois de estabilizada, ela foi transportada de helicóptero até o Hospital da Restauração, onde passará por intervenção médica especializada adequada.

Segundo equipe do SAMU, o transporte aeromédico foi imprescindível para a vida da paciente, devido a distância, já que a aeronave realizou todo o percurso até o destino final em poucos minutos.

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