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PMPB terá reforço de dois helicópteros no próximo ano

Dois helicópteros reforçarão as operações da Polícia Militar da Paraíba no próximo ano.

Foi o que divulgou o comandante da PM coronel Euller Chaves em entrevista a uma emissora de rádio na tarde desta quinta-feira (6). O coronel informou que recebeu a notícia por parte da Administração do governo do Estado de que a licitação será feita até o final deste mês.

“Isso significa que em 2014 a segurança da Paraíba estará mais forte e equipada para combater o crime” enfatizou.

Fonte: PB Agora

Banda Marcial do Cidadescola presta homenagem à equipe da BRPAe Presidente Prudente/SP

Para marcar o encerramento das ações desenvolvidas neste ano de 2012 e principalmente agradecer as parcerias que possibilitaram a efetivação das oficinas do Cidadescola, a equipe realizou nesta segunda-feira (3/12) duas apresentações da Banda Marcial formada pelos alunos do programa de educação integral. A primeira ocorreu logo cedo na Mitra Diocesana em agradecimento a parceria que disponibiliza os salões paroquiais da cidade para receber as oficinas educativas. Já o período da tarde, a Banda Marcial do Cidadescola se apresentou na sede do Base do Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar (GRPAe) no Aeroporto de Presidente Prudente.

A parceria com a equipe do Águia existe desde que o programa foi implantado em 2010. Por ano, são mais de mil crianças que visitam o espaço para vivenciar os conhecimentos da oficina de educação para o trânsito, dentre outros temas que proporcionam o desenvolvimento global dos alunos.

A apresentação da Banda Marcial no Aeroporto de Prudente foi acompanhada pelo maestro e professor, Paulo César Cardoso. Na oportunidade, estiveram presentes cerca de 30 alunos que compõem a banda. Os estudantes são das escolas municipais Catarina Martins Artero (Vila Maristela) e Antonio Moreira Lima (Ana Jacinta). Na ocasião, também estiveram presentes os alunos da primeira turma contemplada com a oficina de trânsito que são da Escola Municipal Maria do Socorro Brito de Almeida (Cecap).

Para o Capitão Alex Mena Barreto, “é um orgulho receber as crianças que participam durante o ano inteiro de atividades no local”. Segundo ele, a apresentação musical surpreendeu toda equipe com a demonstração de carinho dos alunos. “Desde que inauguramos a base do Águia em março de 2010 sempre fizemos questão de manter a parceria com as escolas de Prudente e da região para proporcionar uma maior aproximação entre a PM e a comunidade”, ressalta o capitão.

Conforme a diretora do Cidadescola, Isabel Cristina Arcanjo Riqueti, as parcerias são importantes para efetivar as ações do programa de educação integral em diversos espaços públicos, para que os alunos possam vivenciar os aprendizados. Já a professora oficineira, Nilza de Almeida Bina que acompanha as crianças em todas as atividades acredita que desde que foi a parceria efetivada, já resultou em mais de 30 visitas de alunos ao Aeroporto de Prudente para conhecer de perto o helicóptero do Águia. Segundo ela, a visita tem como objetivo propor uma homenagem em agradecimento à dedicação dos policiais militares que sempre recebem com muito carinho os alunos.

No encerramento da atividade, os alunos distribuíram cartões de Natal do Cidadescola, além de entregar um mimo, um doce caseiro de abóbora. Por fim, a equipe do Águia preparou um lanche que foi servido a todos alunos.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação de Presidente Prudente/SP

Helicóptero Bombeiro 01 resgata grávida com complicações no parto

Uma mulher grávida de gêmeos e com complicações de parto foi transportada pelo helicóptero Bombeiro 01 do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBM/GO) na tarde de quinta-feira, dia 6. A mulher deu a luz a um dos gêmeos na cidade de Goiânia, mas teve complicações durante o parto da segunda criança. Ela foi resgatada pela equipe do CBMGO e encaminhada ao Hospital Materno Infantil.

O atendimento mobilizou um enorme aparato. A Unidade de Suporte Avançado do Samu realizou o parto e verificou que se tratava de gêmeos, sendo que um bebê ficou em posição transversal na barriga da mãe, o que impossibilitou seu nascimento, ambos prematuros necessitavam de transporte urgente.

No helicóptero, estavam o Tenente Coronel Hofmann (comandante), Capitão Vinicius (co-piloto), o 1º Tenente Denisson (Médico), o Sargento Costa (Enfermeiro), e o Cabo Mass (Tripulante Operacional). A ação integrada entre as equipes foi fator primordial no sucesso da ocorrência, que garantiu a chance de sobrevivência da mãe e dos bebes.

Fonte: CBM/GO.

Goiás volta a colocar seus helicópteros no ar

Com as apólices dos seguros renovadas, os helicópteros da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros voltaram a voar a partir de 05/12/12. O acordo entre a Secretaria de Segurança Pública e Justiça (SSPJ) e a Allianz Seguros foi firmada na sexta-feira (30/11) e, agora, as aeronaves passam por manutenção e troca de plotagem na Fênix Helicópteros. Os equipamentos ficaram parados mais de dois meses, deixando de realizar mais de 820 atendimentos.

Os helicópteros estavam parados devido ao vencimento do seguro, que ocorreu em setembro. Segundo o comandante do Grupo de Radiopatrulha Aérea (Graer), major Ricardo Mendes, a demora de renovação não foi descaso do Estado. “A seguradora demorou em nos enviar a proposta e, depois disso, precisamos avaliar. Essa avaliação é criteriosa e, por esse motivo, não é imediata”, completou o major.

O alto valor pago pelo seguro também precisou ser justificado junto à SSPJ e à Procuradoria-Geral do Estado. Com as aeronaves custando cerca de R$ 8 milhões cada uma, o seguro gira em torno de R$ 300 mil e foi renovado com a Allianz, a mesma que segurava o helicóptero da Polícia Civil, que caiu em 8 de maio. O aumento aconteceu devido ao número de acidentes envolvendo aeronaves no Brasil. “Se comparado a valor de um carro, que o seguro custa aproximadamente 12% do valor do veículo, o do helicóptero custa menos que 4%”, explicou o tenente-coronel e piloto dos Bombeiros, Hofmann Gomes Rodrigues.

Atendimentos comprometidos

Durante o tempo em que ficaram parados, cerca de 70 atendimentos ou fiscalizações deixaram de ser realizadas. Isto, considerando Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Segundo o Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer). Cada helicóptero é capaz de cobrir uma área equivalente à de 50 viaturas terrestres e, neste ano, a PM participou de 127 ocorrências desde janeiro. Com o Corpo de Bombeiros, foram 151 ocorrências, sendo todas de casos considerados graves.

Segundo o major Ricardo Mendes, a volta dos helicópteros vem em boa hora, isso porque a criminalidade aumenta durante as festas de final de ano. “Os helicópteros devem voltar na quarta ou quinta-feira e vamos usá-los para monitorar polos comerciais como Campinas, Centro e Fama. Os helicópteros são ferramentas essenciais em nosso trabalho, seja preventivo ou repressivo. Graças a Deus não tivemos nenhuma grande operação durante o tempo em que ficaram inutilizados”, afirmou Ricardo Mendes.

Manutenção

Durante o dia de ontem, tanto o helicóptero da PM quanto o do Corpo de Bombeiros passaram por revisão na Fênix Helicópteros, localizada na GO-070, saída para Inhumas. Segundo Ricardo Mendes, os serviços incluíram checagem na bateria, óleo e outros. Isto, para cumprir as exigências do manual de manutenção. “Como ficaram parados mais de dois meses, precisam desse trabalho realizado para dar segurança às atividades”. A informação passada pela SSPJ é de que as aeronaves teriam ainda troca de plotagem.

Investigações impedem Polícia Civil de voar

Desde 8 de maio, quando o helicóptero da Polícia Civil caiu, em Piranhas, interior do Estado, a corporação está sem equipamento substituto. Na ocasião, morreram Jorge Moreira (titular da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas), Antônio Gonçalves Pereira dos Santos (superintendente da Polícia Judiciária), Osvalmir Carrasco Melati Júnior (chefe do Grupo Aeropolicial), Vinícius Batista da Silva (titular da Delegacia de Iporá e responsável pelo inquérito da chacina), Bruno Rosa Carneiro (chefe-adjunto do Grupo Aeropolicial) e dois peritos, os primos Fabiano de Paula Silva, lotado em Iporá, e Marcel de Paula Oliveira, lotado em Quirinópolis, e o suspeito de uma chacina na região, Aparecido de Souza Alves.

As investigações ainda não foram concluídas nem pela Polícia Civil, nem pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Por esse motivo, o equipamento não foi reposto e só será substituído pela Allianz Seguros quando o inquérito for concluído. Para a Polícia Civil, a perda é notória, já que a aeronave era usada diariamente para fiscalização de crimes ambientais, deslocamentos mais rápidos e operações no interior do Estado. Se a polícia conseguia enviar uma equipe em duas ou três horas, com carro demoram mais que o dobro. O Control and Display Unit (CDU), equipamento corresponde à caixa-preta do helicóptero da Polícia Civil, chegou a ser enviado para os Estados Unidos para análise, que não foi conclusiva.

Fonte: O Hoje

Novas cores para os helicópteros da Polícia Militar de Goiás

As aeronaves da Polícia Militar do Estado de Goiás, um AW119 Koala e um AS350B Esquilo, receberam novas pinturas padronizadas. Agora, os dois helicópteros da Polícia Militar de Goiás ostentam pinturas pretas com letras prateadas.

Antigamente, cada aeronave ostentava um padrão de pintura remetente a uma época da Polícia Militar. O PR-PMG, AW119 Koala, como noticiamos há algumas semanas atrás, estava com o seguro vencido, por isso não estava voando.

Já o AS350B Esquilo, PP-EHO, foi a primeira aeronave a ser incorporada pela PMGO, e desde a chegada do Koala, estava no hangar do GRAer/GO em manutenção, deve voltar a voar até o final do ano.

As novas cores:

Fotos: GRAer/GO – Cap Arantes.

Identifique-se, voe na rota. Não seja seu próprio inimigo

O fato de uma decisão dar certo ao final, não significa que ela foi correta. Em alguma das vezes que você voar fora da rota, alguém que teve a mesma ideia poderá colidir com sua aeronave.

No espaço aéreo não controlado, a responsabilidade de manter as aeronaves separadas passa a ser exclusivamente dos pilotos em comando. O não cumprimento da regulamentação aeronáutica é frequente nas investigações e, muitas vezes, com desfecho catastrófico.

O transponder é um dos componentes que o piloto tem a bordo para evitar uma colisão e é um auxiliar do serviço de tráfego aéreo, que ajuda a manter a separação das aeronaves. A maioria das aeronaves da aviação geral está equipada com este componente que, quando identificado, responde às interrogações, tanto do serviço radar, quanto das aeronaves equipadas com o “TCAS (Traffic collision avoidance system)”. Instalado como tímido coadjuvante no painel frontal da cabine, quando ligado pode assumir papel fundamental na segurança.

Além do transponder, existe ainda o primeiro e talvez mais utilizado componente que auxilia o piloto em um voo seguro: seus olhos. A maioria das informações que absorvemos todos os dias passa através deles. Então, conhecer suas limitações passa a ser questão de sobrevivência.

O piloto estará limitado aos engodos provocados pelo meio no qual voa, mesmo com boa acuidade visual. Neblina, horizonte escurecido, posição do Sol e voo sobre água são exemplos de situações que aumentam a dificuldade de ver objetos à distância. Além das condições atmosféricas, temos a idade, fadiga e possível álcool residual no sangue, que também desfavorecem a performance dos olhos.

Não obstante, a configuração da cabine e de seus elementos estruturais, por vezes, podem interromper a visão de um dos olhos. O cérebro necessita das informações dos dois olhos para uma boa percepção dos objetos e de um a dois segundos para ajuste da focagem. Sendo assim, estes bloqueios poderão enganar o cérebro no mensurar da distância de qualquer aeronave em conflito.

Vale ressaltar que a vigilância do céu deve ser constante, no intuito de evitar a colisão. Seja qual for a técnica de esquadrinhar o céu efetuada pelo piloto, o importante é pausar no centro de cada bloco, para permitir que o cérebro interprete a máxima realidade. Antes de cada manobra, o piloto não deve esquecer dos pontos cegos que as aeronaves possuem.


Informativo Prevenção, Edição Nº 7 – SERIPA IV
Elaboração: Suboficial Gomes.
Revisão e aprovação: Ten Cel Raul.


Delegado Federal: Carreira jurídica ou piloto de aeronave?

Recente Portaria datada do mês de agosto passado, regulamenta o “processo de recrutamento para remoção de servidores Policiais Federais e Administrativos do PECPF para integrarem os quadros da Coordenação de Aviação Operacional – CAOP/DIREX, disciplina suas condições de realização e dá outras providências”.

Seria um processo normal, como um outro qualquer, se não houvesse um detalhe: delegados de polícia, que deveriam estar tocando inquéritos, estão também pleiteando as vagas de piloto e de mecânico de avião, como se uma aeronave necessitasse de uma ”autoridade policial” ou da ”classe dirigente” – como costumam se auto intitular – para sair do chão.

Trata-se de um claro e vergonhoso caso de desvio de função, em flagrante descompasso com as normas que regem o serviço público federal, especificadas na Portaria nº 523/89 do Ministério do Planejamento.

A sede pelo poder é patente dentro da Polícia Federal. Nos editais de concurso, entre as atribuições conferidas aos Escrivães, Papiloscopistas e Agentes (EPAs), a ”classe dirigente” destaca como atribuição destes cargos o verbo ”dirigir” viaturas, que na prática, estende-se ao mister de ”pilotar” barcos, voadeiras, canoas, botes, caiaques e quejandos, assim como também aviões, helicópteros, naves espaciais e todos os demais meios de transporte utilizados em operação policial.

Não há, no entanto, previsão legal para que delegados e peritos desenvolvam estas atribuições. Nos últimos anos, tramaram para ocupar todas as funções, mas desafortunadamente esqueceram de ”negociar” com o ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão esta atividade de ”comando de manche” e ”gerenciamento de rotas aéreas”, consideradas nobres (ou diferentes) dentro do serviço público.

Em toda a legislação editada, incluindo os mandamentos constitucionais, não se inclui na atribuição de delegados e peritos de Polícia Federal, a imposição para pilotarem barcos, viaturas ou aeronaves em missões policiais, tão pouco para todos os integrantes da carreira policial federal o exercício da função de mecânicos de aeronave (art. 3º).

O Sindipol/DF entende que estas atribuições competem a outros servidores integrantes da carreira do Ministério da Justiça e até da estrutura da administração pública, aprovados e nomeados com o intuito específico de desempenhar estas atividades especiais.

Em razão de todas estas flagrantes irregularidades, o Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal impetrou Mandado de Segurança contra o ato ilegal do Coordenador de Recursos Humanos do Departamento de Polícia Federal, pleiteando a concessão da segurança para declarar a ilegalidade do ato e anular, em definitivo o art. 3º, os incisos I e II do art. 11, e os incisos I e II do art. 15, todos da portaria nº. 001/2012-CRH/DGP/DPF, de 13 de agosto de 2012.

Fonte: SINDIPOL-DF.

Campinas recebe Oficiais da PM do Estado do Espírito Santo para estágio

Ten Cel Hervem à direita da foto. Foi comandante da BAv Campinas e participou de sua implantação.

Dando seguimento à proposta que se viu em novembro/2012, quando a Base de Radiopatrulha Aérea de Campinas, subunidade do Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar do Estado de São Paulo, recebeu o Cap PM Cristian Amorim Moreira, do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo – NOTAer /ES, encontra-se estagiando, neste momento, o Cap PM Ricardo Miranda Pinheiro, do mesmo Núcleo.

Os Oficiais estão sendo expostos a estágio operacional, atuando como copilotos e conhecendo os modelos desenvolvidos em Campinas e região, ambiente com características metropolitanas, que permite contato com conglomerados urbanos densamente povoados, grandes rodovias, pequenas cidades e zonas rurais, que geram ocorrências das mais diversas naturezas e que exigem da tripulação capacidade de pronta resposta para atendimento de ocorrências policiais (urbanas e rurais), de salvamento, de resgate aeromédico, combate a incêndios, etc.

A Base de Campinas foi escolhida para oferecer a experiência aos estagiários, por ser a única do interior do Estado de São Paulo que executa as atividades de prevenção e combate à criminalidade e de resgate aeromédico.

O Cap PM Cristian estagiou em Campinas/SP no período de 05 a 13 de novembro, o Cap PM Pinheiro permanecerá de 29 de novembro a 11 de dezembro e há a possibilidade de outros Oficiais serem acolhidos para maturar seus conhecimentos operacionais.

O Comandante, Oficiais e Praças da Base de Radiopatrulha Aérea de Campinas sentem-se honrados pela confiança depositada pelo Comando da Unidade e por poderem participar de momento tão importante da carreira do Oficiais da Polícia Militar do Espírito Santo.

GOA/RJ resgata alpinistas no morro do Pão de Açucar

A Federação de Montanhismo do Estado do Rio de Janeiro (Femerj) fará uma vistoria na via Ferrata (Cepi), no Morro do Pão de Açúcar, nesta segunda-feira (3), para apurar as causas da queda do alpinista Bruno da Silva Mendes, de 32 anos, que morreu, neste domingo (2), durante uma escalada.

Bruno morreu após sofrer uma queda de cerca de 60 metros durante a escalada. A morte foi confirmada pelo Grupamento de Operações Aérea (GOA) do Corpo de Bombeiros. Um helicóptero da corporação foi acionado, por volta das 15h30, para resgatar ele e a alpinista que o acompanhava, Andreia Pereira, de 40 anos.  O salvamento foi realizado pela tripulação da aeronave “BOMBEIRO 05” que fica baseada em SDHL (Lagoa Rodrigo de Freitas).

O resgate levou uma hora, porque o alpinista estava num local de difícil acesso. Os bombeiros chegaram a deixar um médico com o alpinista, enquanto resgatavam duas mulheres que se afogavam na Praia de Copacabana. Uma equipe de onze homens trabalhou na operação de resgate.

De acordo com a Secretaria municipal de Saúde, Andreia sofreu pequenas escoriações e o estado dela é estável. A alpinista permanece internada no hospital Miguel Couto, na Gávea, na Zona Sul da cidade.

Cabos de aço precários

A entidade já havia feito um alerta aos alpinistas em sua página na internet sobre problemas no cabo de aço da Via Ferrata ou Cepi, onde ocorreu o acidente. “O cabo de aço da via “Cepi” encontra-se precário em alguns pontos, estando inclusive rompido em um determinado trecho”, diz o aviso.

No entanto, o presidente da Femerj, Delson Queiroz, disse que não havia informações de problemas no ponto exato do acidente. “De fato, o cabo está precário em alguns trechos, mas, curiosamente, neste ponto específico do acidente, o que a gente sabe é que houve manutenção recente”, afirmou Delson.

De acordo com o presidente da entidade, a dupla seguia a escalada pela Via dos Italianos e teria emendado na Cepi, onde houve o acidente. Delson Queiroz explicou ainda que já houve vários acidentes nesse trecho porque o cabo de aço facilitava o acesso de pessoas não preparadas.

“Por esse motivo, há cerca de 10 anos, nós retiramos o trecho inicial do cabo de aço e trocamos por outro tipo de progressão para obrigar os alpinistas a terem material mínimo para a escalada, garantindo mais segurança. Desde então, não houve mais acidentes. O deste domingo foi o primeiro”, frisou Delson Queiroz.

Ainda segundo ele, Bruno não era um alpinista inexperiente. “Nós precisamos apurar para saber exatamente o que aconteceu, se o cabo de aço realmente se rompeu. Por enquanto, só podemos lamentar esse acidente. É uma coisa muito triste”, disse o presidente da Femerj.

Depoimento

Investigadores foram ao hospital Miguel Couto, na Gávea, na Zona Sul do Rio, na noite deste domingo (2), para ouvir Andreia Pereira. O objetivo é descobrir o que teria provocado a queda do alpinista, que seguia na frente da corda como guia da escalada. As informações são da assessoria da Polícia Civil.

Embora policiais civis da 13ª DP (Copacabana), Central de Flagrantes neste domingo, terem ido ao hospital para colher informações sobre o caso, a ocorrência ainda não foi registrada, segundo a Polícia Civil.

Fonte: G1 e Uol Notícias.

Conheça a unidade de apoio aéreo do Fresno County Sheriff Department

EXCLUSIVO PILOTO POLICIAL

Conheça um pouco da unidade Air Support Unit,  do Fresno County Sheriff Department, na Califórnia/EUA.

Fresno é uma cidade localizada na região central do estado da Califórnia, nos EUA. É conhecida por ter um clima quente e por ser uma importante região agrícola do estado da Califórnia.

O condado de Fresno, abrange além da cidade de Fresno, mais 48 cidades, cobrindo uma área de 15.585 quilômetros quadrados e uma população total de quase 1 milhão de habitantes.

O Departamento de Polícia do Condado de Fresno (Fresno County Sheriff Department) é responsável para efetuar o policiamento em toda área do condado, inclusive partilhando o policiamento de uma região da cidade de Fresno com o departamento de polícia da cidade (Fresno Police Department).

A unidade aérea do condado de Fresno está situada no aeroporto internacional Fresno Yosemite, de onde também operam as unidades aéreas de Fresno Police Department (operando um EC120B) e a California Highway Patrol – Central Base (operando AS350B3 e C206) .

A unidade Air Support Fresno County Sheriff iniciou suas operações em 1997, e atualmente opera duas aeronaves MD500E e um avião Cessna C206H, todos completamente equipados para operação policial.

Air Support Unit – Primeiras Impressões

Se podemos pensar numa unidade com vocação para atuação policial aos moldes brasileiros, esta unidade é o Air Support Fresno County Sheriff. Como se diz por aqui: caveira !

Os helicópteros MD500E operam na maioria do tempo sem as portas, o que alivia o peso da aeronave e não causa limitação operacional alguma. Eles levam armamento longo a bordo e estão aptos e acostumados a utilizarem em necessidade, principalmente, durante o apoio às patrulhas em terra em locais mais remotos e de difícil acesso, inclusive com o desembarque do Tactical Flight Officer para efetuar a detenção do suspeito.

Além do armamento individual dos tripulantes, no caso uma pistola calibre .45, ainda vai a bordo dois fuzis AR-15 com cano 10,5 polegadas, completamente equipados, com mira EO Tech 551, lanterna acoplada e laser TLR-2S, além da coronha retrátil padrão M4. Armamento para eventualidade nenhuma botar defeito !

A unidade opera sete dias por semanas com os helicóptero e com o avião somente nos dias de semanas. A unidade conta atualmente com 3 pilotos de helicópteros e 1 piloto de avião, além de 3 Observadores/TFO (1 Observador/TFO apto, mas que atua no serviço de patrulhamento).

A unidade segue o padrão americano de operação policial com tripulação somente com piloto e Observador/Tactical Flight Officer a bordo.

O avião Cessna C206H da unidade é completamente equipado para voos de patrulhamento, possuindo um poderoso sistema de imageamento Lockheed Martin Gyrocam DNV Day/Nightvision, que possibilita a captação de imagens para vigilância a cerca de 7.000 pés e cerca de 3NM, de maneira completamente velada e discreta.

Os helicópteros MD500E são equipados com sistema de imageamento térmico FLIR 8500, farol de busca Nightsun SX-16, suite completa de rádios policiais e moving map AeroComputers, além de terem seu cockpit completamente adaptado para utilização de óculos de visão noturna (NVG), equipamento este que é completamente operacional e necessário para a operação noturna da unidade.

Diferente de outras unidades americanas e similar ao Brasil, os equipamentos de FLIR e farol de busca somente são instalados na aeronave no período de operação noturno.

Outra diferencial da aeronave é seu custo operacional. Enquanto as outras unidades aéreas da região estão com suas operações aéreas sendo restringidas por questões orçamentárias, a unidade de Fresno County Sheriff consegue manter um ritmo de 6 horas de voo de patrulhamento diários. Para se ter uma idéia, apenas em questão de consumo de combustível, o helicóptero MD500E, com sua turbina Rolls Royce 250-C20B, consome cerca de 86 litros/hora.

Apesar de algumas limitações de desempenho, os helicóptero MD500E  frequentemente são acionados para realizar missões de salvamento na região montanhosa à oeste do condado, onde os topos mais elevados atingem mais de 13.000 pés.

A unidade mantém um contrato com uma empresa particular que mantém um mecânico/inspetor com dedicação exclusiva à unidade e é responsável por toda a manutenção dos helicópteros e do avião.

Alguns aspectos que chamaram a atenção:

A Califórnia é considerado o estado mais liberal dos EUA, mas criou um tremenda polêmica em legalizar a utilização da maconha para uso medicinal, criando a chamada Medical Marijuana. Basicamente, se você tiver uma receita médica você pode utilizá-la em centros terapêuticos, que por sua vez são autorizados a cultivar determinada quantidade da planta Cannabis.

Resultado: Fresno, por ser uma região agrícola, está infestada de plantações de maconha nos quintais das casas, onde uma planta de maconha chega a valer US$ 5 mil dólares, e criou-se um tremendo problema para fiscalizar se a maconha é legal ou ilegal.

Além da unidade aérea do Fresno County Sheriff, também compartilham do mesmo aeroporto a unidade aérea do Fresno Police Department e uma base da Califórnia Highway Patrol, e similar a alguns casos no Brasil, aparentemente, não existe uma política de cooperação entre as unidades, de forma que as operações, tempo de manutenção, horário de atuação se complementem. Logo, do mesmo jeito que existe três aeronaves operacionais, por questões técnicas de manutenção ou de efetivo reduzido, pode ocorrer das três aeronaves serem baixadas ao mesmo tempo, ou casos das três aeronaves serem acionadas para a mesma missão.

Como já observado em outras unidades, um fator que sempre me chama a atenção é a estrutura enxuta das unidades no quesito pessoal. Pois bem, na unidade de Fresno County Sheriff um turno de serviço normal é composto de DUAS pessoas, piloto e TFO. Sabe quantas pessoas mais de serviço em outras atividades, como telefonista, vigia, abastecedor, operador de rádio, motorista, apoio de solo, balizador, etc… Nenhum ! De serviço e para TODOS os serviços apenas DUAS pessoas. Algo inimaginável para mim até então…

Outra observação interessante e desconhecida até então é sobre o posicionamento da tripulação no MD500E, onde,  diferentemente das demais linhas de helicópteros, como Bell e Eurocopter, o 1P senta-se do lado esquerdo da cabine, enquanto que o TFO senta-se do lado direito da cabine.

Apesar de aparentemente não ter um motivo plausível ou técnico para tal fato, o interessante é que tal mudança facilita muito a atuação do piloto e da aeronave em missões de carga externa, onde o piloto fica em uma posição tremendamente mais confortável e ergonômica, se operando no lado direito. Interessante.

Veja a galeria de fotos da visita:

 

Texto e Fotos: Alex Mena Barreto para o site Piloto Policial.

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Conheça o Hidroavião Jahú restaurado

Foi a paixão pela aviação e a admiração pelos mestres que cruzam e cruzaram os nossos céus, que levaram o Helipark a assumir um grande desafio: restaurar o hidroavião Jahú, primeiro avião a cruzar o Atlântico pilotado por um brasileiro, em 1927, e único “sobrevivente” mundial entre as 170 unidades produzidas na Itália durante a década de 20.

A história desta epopéia do Cmte. João Ribeiro de Barros e os diferentes paradeiros deste patrimônio histórico sempre interessaram à presidência e à diretoria da empresa. Mas, foi em 2003 que os destinos do Jahú e do Helipark se cruzaram de verdade.

O Jahú estava no hangar da Polícia Militar, no Campo de Marte (SP), e após tantos anos de idas e vindas, e alguns poucos reparos mal-sucedidos para reduzir a quantidade de cupins e mantê-lo de pé, o “pássaro de fogo” – como era chamado na época – gritava por socorro. O grito foi ouvido inicialmente pelo Diretor Técnico do Helipark que, sensibilizado pelo estado da aeronave, reuniu presidência e diretoria com uma idéia: vamos retornar o Jahú às condições originais. Foi o suficiente, nem foi preciso insistir.

O que parecia ser bastante complicado, tanto do ponto de vista técnico quanto burocrático, se transformou num sonho, e a partir daí parecia fácil. O Jahú é um patrimônio público, tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo) e tem como fiel detentor a FSD (Fundação Santos Dumont). Portanto, a partir daí, foi necessária uma longa jornada em busca de inúmeras autorizações para trazer o Jahú aos hangares do Helipark, o que ocorreu em abril de 2004.

Com o acordo firmado entre todas as partes interessadas (Ministério da Aeronáutica – IV Comar, FSD e Condephaat), em outubro de 2004, pôde-se começar a pensar na parte técnica do restauro. O caminho inicial incluiu uma longa pesquisa, no intuito de encontrar os materiais originais que garantiriam a fidelidade do restauro. Os itens não encontrados no mercado precisaram ser desenvolvidos para o avião, como os pregos de cobre utilizados em toda a sua extensão.

O desafio demandou a compra de equipamentos e montagem de uma oficina especialmente para o restauro. O trabalho começou com o retorno do avião à situação original, retirando de seu casco pedaços de madeira e outros materiais inadequados, que foram instalados em reparos anteriores. Da mesma forma, um longo período de avaliação foi necessário até a descoberta da cor exata do avião, que durante muito tempo foi exposto em um tom mais escuro do que o original.

O trabalho envolveu grande parte da equipe de colaboradores do Helipark, além de dois voluntários e o apoio de algumas empresas – veja o quadro abaixo – A Aeronáutica Italiana também demonstrou interesse no restauro do Jahú, e prometeu contribuir com a parte traseira do avião. Em setembro de 2005, a Itália enviou ao Brasil um avião para transporte do estabilizador horizontal, o profundor e os dois montantes do estabilizador traseiro, para avaliação e recuperação pelos técnicos italianos. No entanto, até o término do restauro completo do Jahú pelo Helipark, estas peças ainda não haviam retornado, e a empresa produziu réplicas idênticas para exposição.

O trabalho realizado no Jahú foi motivo de homenagens à equipe Helipark. O Presidente da empresa foi outorgado com a Medalha Mérito Santos-Dumont, pelo Ministério da Defesa, e também recebeu a comenda da Legião do Mérito da Academia Brasileira de Engenharia Militar, no grau de “Alta Distinção”.

A Câmara Municipal de Jaú outorgou a medalha João Ribeiro de Barros ao Presidente, a Vice Presidente ao Diretor Técnico da empresa. O time que trabalhou diretamente no restauro também recebeu, do Ministério da Defesa, a Medalha Bartolomeu de Gusmão.

Assim como a viagem de João Ribeiro de Barros, o restauro do Jahú não teve qualquer apoio financeiro do poder público. Após 3 anos e meio e mais de 12 mil horas de trabalho, o Helipark concluiu sua missão, e entregou um novo Jahú à população brasileira. Hoje, ele não pode voar, mas pode continuar contando a sua história… uma história de sonho que se transformou em realidade.

Atualmente, o Jahú pode ser visitado no Museu Asas de Um Sonho, em São Carlos (SP).

Confira mais fotos:

Fonte: Helipark.

 

TCU afirma que é lícita a utilização de pregão para a aquisição de helicópteros

Através de representação formulada pelo Ministério Público junto ao TCU apontou-se supostas irregularidades em procedimentos licitatórios para aquisição de helicópteros com recursos oriundos de convênios celebrados pelo Ministério da Justiça com dezenove estados e o Distrito Federal.

Destacou-se, entre os possíveis vícios apontados na representação, a “utilização de pregão como modalidade licitatória para aquisição de aeronaves”. O relator manifestou-se favoravelmente à adoção de pregão para a aquisição das aeronaves, “por não vislumbrar infringência ao disposto no art. 1º da Lei nº 10.520/2002, nem prejuízos ao resultado do certame decorrentes da opção por essa modalidade”.

Valeu-se ainda, com o intuito de justificar tal conclusão, do pronunciamento do relator de Representação, que norteou a prolação do Acórdão nº 157/2008-Plenário, em que se examinou matéria similar: “A aeronave licitada é um bem cujos padrões de desempenho e qualidade foram objetivamente definidos pelo edital mediante especificações usuais adotadas no mercado aeronáutico, ou seja, são inteligíveis a todos os licitantes que possuem condições de fornecer o referido bem e estejam interessados em participar do certame.

Assim, para os fins previstos na lei, a aeronave em tela pode ser considerada um bem comum”. O Tribunal, então, ao endossar a proposta do relator, considerou, quanto a essa e às demais ocorrências apontadas, improcedente a representação.

Referências: Acórdão nº 157/2008-Plenário. Acórdão n.º 3062/2012-Plenário, TC-004.018/2010-9, rel. Min-Subst. Weder de Oliveira, 14.11.2012.

Fonte: Informativo TCU No 132.

Pilotos do Ciopaer/AC treinam técnicas de salvamento em Santa Catarina

Integrantes do CIOpAer – Centro Integrado de Operações Aéreas do Acre, Comandante Major Negreiros e Piloto Tenente Samir, receberam instruções importantes no Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina no período de 20 à 23 de novembro 2012.

Toda a ação partiu de um pedido da Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Estado do Acre ao Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina. O treinamento de transporte de carga externa envolveu a utilização dos equipamentos de bambi bucket (bolsa usada no combate a incêndio florestal), puçá (cesta para retirada de pessoas em salvamento aquático), cesto de salvamento (utilizado em resgate de vítimas em locais elevados), sling e maca de ribanceira.

Equipamentos essenciais para desenvolvimento de missões de resgate e atendimento de ocorrência policial. Negreiros explica que foram feitas instruções teóricas e práticas e que a busca por conhecimento em Santa Catarina deu-se pela experiência do estado com a aviação de resgate. “Em breve esses equipamentos chegarão a nossa corporação e atuaremos como multiplicadores e repassaremos as informações aos outros militares do nosso estado”, complementa.

Os pilotos retornaram ao Acre essa semana e, em breve, o Ciopaer apresentará um serviço ainda mais especializado e completo para a população do Acre. A Secretaria de Segurança Pública do Acre agradeceu o deferimento do BOA de Santa Catarina na pessoa do Tenente Coronel do Corpo de Bombeiros daquele estado, Edupércio Pratts, que é também o comandante do Batalhão de Operações Aéreas.

Confira as fotos:

 

Piloto da Polícia Militar do Tocantis conclui curso de especialização no ITA

O 1º Ten Argollo da Polícia Militar de Tocantins concluiu o Curso de Especialização em Segurança de Aviação e Aeronavegabilidade Continuada no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) em São José dos Campos, dia 24 de novembro.

Desde outubro de 2011 o 1º Ten Argollo encontra-se a disposição do Grupamento de Radiopatrulha Aérea de São Paulo (GRPAe-SP) em treinamento nos Águias da Polícia Militar do Estado de São Paulo, sendo que em Janeiro foi lotado na “Base do Águia” da cidade de São José dos Campos, que atende ocorrências policiais em toda a região do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte.

Aproveitando a oportunidade dada pelo Comandante do GRPAe – SP de ter sido lotado em São José dos Campos, iniciou a referida Pós-Graduação no ITA, após ter sido selecionado no processo seletivo da Instituição, disse o 1º Ten PMTO Argollo.

Argollo disse ainda ter sido um ano de muitos estudos, acúmulo de conhecimentos e experiências, não só neste curso, mas também em outros cursos, a exemplo do Ground School das aeronaves AS 350 B3 e Bell Jet Ranger, o CRM no Exército Brasileiro e o Curso de Busca e Salvamento na Força Aérea Brasileira, sendo que aplicará todo o conhecimento adquirido quando retornar ao seu Estado.

O formando, agradeceu ao atual e ex comandantes do GRPAe, o Cel PM Severo e o Cel PM Gambaroni, respectivamente e ao comandante da BRPAe-SJC, Maj PM Henrique, pela oportunidade e por proporcionarem condições para que ele pudesse assistir às aulas todos os sábados. Agradeceu à sua esposa Cap PM Fisioterapeuta Alessandra, à sua filha Marina e aos demais familiares e amigos que torceram pela sua vitória, bem como ao Governo do Estado do Tocantins e à Polícia Militar por todo o investimento que está sendo feito na implantação da Aviação de Segurança Pública do Tocantins.

A Solenidade de Formatura acontecerá no DCTA (DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AEROESPACIAL) em São José dos Campos no próximo dia 08 de dezembro às 10h, na qual estarão presentes amigos e familiares do formando e, possivelmente, autoridades convidadas pelo próprio Gabinete da Reitoria do ITA.

Vale salientar que o 1º Ten PMTO Argollo, mesmo com tantas atribuições devido a conclusão da sua Pós-graduação foi escolhido PM Destaque do Mês de novembro da Base de Radiopatrulha Aérea de São José dos Campos.

FAB vai ser parceira da PF e Vant finalmente sairá do chão

O superintendente Regional da PF (Polícia Federal) no Paraná, o delegado José Alberto Iegas, afirmou durante visita à Delegacia Regional da PF em Cascavel que o Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado), que está sob a responsabilidade da PF na base em São Miguel do Iguaçu, começará a operar ainda em 2012.

O equipamento de tecnologia israelense que custou R$ 8 milhões à União e que foi apresentado oficialmente há um ano, mas que nunca foi visto em operação de controle e monitoramento da fronteira, não será entregue à FAB (Força Aérea Brasileira), mas será utilizado em parceria com essa e outras instituições estaduais e federais da área de segurança pública.

Iegas afirmou que todos os ajustes foram feitos. Isso inclui um dos principais problemas do projeto que se referia a questões contratuais de manutenção da aeronave.

Em fase de recomposição interna depois da greve, o que se espera agora é uma oxigenação da PF em toda a região. Ela só será possível com as novas contratações de efetivo que estão em andamento referentes a um concurso público. “Esperamos que ainda neste ano, no máximo no início do próximo, estejamos com mais profissionais nas delegacias da PF de Guaíra, Foz do Iguaçu e Cascavel”, destacou.

Esse reordenamento vai ganhar ainda mais fôlego com um convênio que promete ser assinado na próxima semana em Foz do Iguaçu envolvendo a Itaipu Binacional e a diretoria-geral da PF e o Nepom (Núcleo Especial de Polícia Marítima).

O objetivo é monitorar de forma conjunta o lado que separa o Brasil com o Paraguai. Ele é o principal meio de logística utilizado por contrabandistas e traficantes.

“Infelizmente, o crime é muito dinâmico. Ele tem uma agilidade que muitas vezes o Estado não tem, mas algumas coisas estão sendo feitas. Estamos preocupados e atentos. As notícias são boas e acredito que no primeiro semestre do ano que vem muita coisa vai mudar”, destacou.

Fonte: O Paraná

O policiamento helitransportado na Polícia Militar do Mato Grosso

Héverton Mourett de Oliveira

Antes de mais nada, é necessário trabalhar um breve histórico da atividade aérea no segmento de segurança pública para contextualizar o policiamento helitransportado no Estado de Mato Grosso.

No Brasil, essa modalidade de policiamento teve seu marco inaugural na segunda década do século XX, quando a Força Pública do Estado de São Paulo empregou aviões em suas atividades.

Na verdade, a rotina operacional estava mais associada aos desdobramentos dos movimentos revolucionários das décadas de 20 e 30, do que à execução do policiamento ostensivo, tanto é que em função da natureza do emprego diverso, a Força Pública daquele Estado teve que entregar seus materiais aeronáuticos ao governo federal, por força do Boletim da Inspetoria Geral nº 29, de 18-12-1930. 

Então, do ponto de vista moderno, coube ao Estado do Rio de Janeiro o pioneirismo em práticas típicas de polícia, com a criação da Assessoria Aeropolicial da Secretaria de Segurança Pública, no ano de 1971. Na seqüência, outros importantes Estados da federação, entre eles Goiás, adquiriram helicópteros que foram inicialmente postos a serviço dos governos estaduais com opções eventuais de emprego nas ações da segurança pública.

No começo da década de 80, em função do significativo aumento dos índices de violência urbana, o Estado de São Paulo, implementou novas modalidades de policiamento, para ampliar a capacidade de resposta das unidades terrestres, tudo com o desígnio de melhorar os resultados operacionais. Aquilo que aconteceu em São Paulo, induziu outros Estados da federação a reverem conceitos, já que seus índices de violência igualmente apresentavam tendências de aumento.

É interessante enfatizar que as Instituições de segurança pública compreenderam que o policiamento dotado de meios de locomoção aéreos poderia reforçar as ações ostensivas, pela simples ampliação de atuação de cada tipo de policiamento. Utilizando-se do processo aéreo, os demais tipos tornaram-se mais eficientes.

Foi nesse mesmo contexto que nasceu no Estado de Mato Grosso, particularmente na Polícia Militar (PM), o desejo de reforçar seus policiamentos. Como conseqüência direta desse desejo, a PMMT entregou ao então Batalhão de Polícia Militar Florestal (BPMFlo), no final da década de 80, dois ultraleves que foram empregados na fiscalização do ambiente pantaneiro, numa época em que o foco era o combate à matança de jacarés. Infelizmente, a falta de investimentos estruturantes reduziu as possibilidades de sucesso, tanto é que as máquinas foram desativadas.

Mas a percepção de que o processo poderia ser retomado perseverou, tanto é que em 2005, a Bell Helicopter Textron fez a apresentação de um helicóptero Bell Jet Ranger 206. Este fato, sem sombra de dúvidas, fomentou o espírito em alguns, e incutiu na Instituição a necessidade de retomar a atividade aérea.

Essa foi ação preparatória para que o helicóptero fosse adquirido e incorporado à PMMT como meio moderno para emprego direto nas missões policiais. A consolidação se deu com a criação, no ano de 1997, do Grupamento Aéreo de Radiopatrulha (GAR), mais tarde renomeado para Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (GRAer). A entrega do primeiro helicóptero esquilo, no ano de 1998, foi o marco histórico que permitiu a Instituição ampliar consideravelmente suas ações.

Essa nova unidade nasceu bem consolidada, técnica e com boa direção. No ano de 2006, esse Grupo Especializado foi reestruturado e passou a compor os quadros da Secretaria de Segurança Pública do Estado de Mato Grosso com a denominação de Centro Integrado de Operações Aéreas – CIOPAer.

A finalidade de uma organização especializada que trabalha com aeronaves é auxiliar e apoiar as demais UPM`s no desempenho das suas atribuições legais. Do ponto de vista operacional, com a criação do GRAer e com o emprego do helicóptero, a PMMT teve a oportunidade de cumprir melhor seu papel constitucional em defesa do cidadão. É notório que nossas UPM`s ganharam eficiência para exercer dinamicamente o poder de polícia, no campo da segurança pública, ao reforçar suas atuações predominantemente ostensivas com o apoio da guarnição helitransportada.

Na verdade, é a ponta do sistema que tem aproveitado o potencial máximo do grupo de operações aéreas, até porque, entende-se que se valendo do helicóptero, as demais organizações policiais podem produzir atuações predominantemente ostensivas.

São muitas as oportunidades de emprego, dentre as quais destacam-se:

1) policiamento ostensivo preventivo, pela execução pura e simples do patrulhamento em áreas pré determinadas e conhecidas pela vulnerabilidade;
2) apoio às operações policiais no cerco e na implantação de barreiras, no controle de distúrbios, reconhecimento de área de conflitos agrários, nas ações de buscas de pessoas e veículos;
3) resgate de vítimas de acidentes e evacuação aero médica;
4) Apoio à polícia ambiental;
5) transportes de tropas especializadas e de cargas para locais de difícil acesso, entre outras.

O processo aéreo está consolidado e já alcançou o ponto de não retorno. Mesmo diante das dificuldades, os profissionais do grupo e da Corporação acreditaram na atividade. O crédito depositado se deu em função do rigor técnico diferenciado.

Hoje o CIOPAer ao trabalhar com comportamentos padronizados, propicia as condições básicas para o pleno exercício das funções policiais-militares a bordo da aeronave e fora dela, conceito que eleva o nível de qualificação profissional dos homens e mulheres da Corporação que ingressam nesse ramo da prática policial.

O desempenho das funções de bordo e do policiamento ostensivo, exige dos pilotos, tripulantes e mecânicos, o completo conhecimento das suas atribuições, como condição essencial para eficiência operacional. Tal conhecimento tem origem no prévio preparo técnico profissional. O preparo, por sua vez, decorre da formação específica e se completa com o interesse do indivíduo, que dia a dia deve aprimorar suas técnicas e padronizações.

É o rigoroso preparo técnico profissional que permite à própria organização alcançar o seu fim quando auxilia a Polícia Militar no enfrentamento da violência em suas múltiplas faces, ao manter forte apego às ações preventivas, sem esquecer que diante do delito atua também no plano repressivo, em apoio às demais unidades na execução das suas atividades, sejam elas quais forem.

Em relação ao emprego, tão importante quanto o próprio conceito motivador da decolagem, estão os conceitos como celeridade, tempo resposta reduzido, entre outros que desenham a essência da atividade aérea. Reporto a uma das marcas mais contundentes extraídas do GRAer: a independência operacional no que diz respeito ao engajamento direto, pois sem depender de análises e autorizações de outros escalões, possibilita-se o imediato engajamento das aeronaves nas ocorrências potenciais.

É a independência operacional que permite a qualquer profissional do sistema de segurança, inlusive os que estão na ponta, entre eles o soldado, o comandante da guarnição policial, entre outros, acionar os meios aéreos disponíveis. É o elemento essencial para agilizar o processo de decolagem, vôo e localização de objetivos, portanto, agiliza a resposta da Polícia Militar, o que eleva a qualidade do serviço prestado pela Instituição.

É por tudo isso, que se entende que a Polícia Militar, mesmo com dificuldades e deficiências deu enorme salto qualitativo quando empreendeu esforços para consolidar a atividade aérea no Estado em favor da sociedade, quando se falava que a aquisição de um helicóptero e o custeio operacional dele não estava ao alcance do Estado.

Que bom, pois contamos com dirigentes e comandantes que acreditaram na modalidade do policiamento ostensivo geral, que se valendo-se do helicóptero como plataforma de observação, reconhecimento, resgate, proteção, cerco e força reativa, e quando em apoio às organizações policiais, pode prevenir ou coibir eventos que alterem a ordem pública, e como consequência pode dissuadir ou reprimir os que violem essa ordem para garantir a normalidade.

Pela sua natureza, trata-se de policiamento que pode englobar missões mais variadas, vez que mostra as possibilidades de emprego, especialmente nos eventos típicos de polícia, nos quais são necessários realizar operações de cerco, ou de emprego de força reativa à baixa e média altura, com emprego de aeronaves que pela natureza do vôo, propiciam manobras que permitem o controle do cenário da operação.

Os nossos policiais, embora não diretamente subordinados à estrutura da PMMT são os profissionais que representam a tradição desse grupo de excelência em fazer bem feito. E o grupo é a ponta que permite à Polícia Militar exercer seu poder dinâmico de polícia.

A FORÇA ESTÁ NO AR!

Autor:  Héverton Mourett de Oliveira é Tenente Coronel da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso, piloto de helicóptero.

Polícia Civil do RS ganha helicóptero para facilitar buscas e mapear crime

O governador do Estado, Tarso Genro, entregou, nesta quarta-feira ( 28/11), no Anfiteatro Pôr do Sol, na Capital, a chave do Helicóptero adquirido pela Polícia Civil, ao chefe de Polícia, delegado Ranolfo Vieira Júnior. A aeronave será utilizada no Serviço de Apoio Aéreo em ações táticas, combate ao abigeato e roubo de cargas nas estradas, além de operações em todo o Estado.

A aeronave, com prefixo PR-HPC, terá sua base no hangar da Polícia Civil, no Aeroporto Salgado Filho, na Capital. A aeronave tem capacidade para piloto, co-piloto e quatro tripulantes operacionais.

O B3e é a mais recente versão da família Esquilo, fabricado há 30 anos no Brasil pela Helibras e com recentes atualizações em seus componentes. O modelo traz motor Turbomeca Arriel 2D, de 952 shp, além da configuração multimissão, com moderno sistema de comunicação e navegação, rádio policial, trem de pouso alto com degrau alongado, corta cabos, separador de partículas, 2 portas corrediças, guincho de salvamento para 204 kg, gancho de carga para 1400 kg, equipamento de combate a incêndio, farol de busca com 30 milhões de candelas, kit rappel para lançamento por ambos os lados da aeronave, duplo comando, assentos anti-crash para os pilotos, assentos operacionais para tropa, maca dobrável para resgate, pintura de alta visibilidade das pás dos rotores, entre outros equipamentos destinados às atividades da Polícia Civil.

Segundo o delegado Francisco Soares, do Departamento de Telecomunicações (Detel), responsável pelo processo de compra da aeronave no âmbito da Polícia Civil, a aquisição do Helicóptero, modelo AS 250 B3e, da empresa Helibras, de tecnologia francesa do grupo Eurocopter, é fruto do convênio de nº 11/2009 – Pronasci/Senaspi/MJ firmado através do contrato de nº 157/2011 e foi adquirido pelo valor de R$ 7.740 milhões.

O helicóptero, que deverá ser utilizado em todo o Estado do Rio Grande do Sul, fará parte do Serviço de Apoio Aéreo da Polícia Civil, que está vinculado ao Departamento Estadual de Investigações Criminais – DEIC. Ainda conta com o Grupamento de Operações Aéreas composto por 16 tripulantes operacionais subordinados ao Grupamento de Operações Especiais GOE/DPM.

Participaram da cerimônia, o secretário da Segurança, Airton Michels, o subchefe de Polícia, delegado Enio Gomes de Oliveira, os ex-chefes de Polícia, delegados Álvaro Steigleder e João Paulo Martins, o comandante do Comando de Policiamento da Capital, coronel Alceu Freitas Moreira, o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, o secretário da Justiça, Fabiano Pereira, além de delegados e agentes.

Fonte: Polícia Civil do RS.

Delegado de Polícia de MS conclui treinamento de emergência nos EUA

Nos últimos dias, em Dallas (EUA), O Delegado de Polícia Reinaldo Martins Amaral Filho, lotado na C.G.P.A. – Coordenadoria Geral de Policiamento Aéreo de Mato Grosso do Sul realizou treinamento de emergência em aeronave modelo AS-350-B3e (helicóptero Esquilo de última geração), na sede da empresa EUROCOPTER nos Estados Unidos.

O treinamento consistiu em simulações reais, todos os tipos de panes que podem ocorrer em um helicóptero, curso que é ministrado somente para pilotos com certa experiência de voo.

Em convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), o Estado de Mato Grosso do Sul adquiriu, recentemente, uma aeronave do tipo supracitado, que será utilizada na Segurança Pública e Defesa Social, principalmente em resgates de feridos nas rodovias do Estado.

Fonte: Polícia Civil do Mato Grosso do Sul

AgustaWestland realiza o primeiro voo do terceiro protótipo do AW169

A AgustaWestland, do grupo Finmeccanica, anunciou que o terceiro protótipo do AW169, novo helicóptero biturbina de 4,5 toneladas, recentemente, completou seu primeiro voo em Cascina Costa, na Itália, com sucesso.

Durante seu voo de 35 minutos, a aeronave apresentou o desempenho esperado com uma avaliação do manejo geral do helicóptero e dos sistemas básicos. Um quarto protótipo está programado para voar no início de 2013 e o programa AW169 está dentro do cronograma para obter a certificação civil em 2014. Os dois primeiros protótipos do AW169, que realizaram seus voos inaugurais em maio de 2012 e julho de 2012, já completaram mais de 100 horas de voo até o momento.

As atividades de desenvolvimento a ser realizadas pelo terceiro protótipo, o primeiro com trem de pouso retrátil, incluem testes em câmaras climáticas, ensaios de clima frio, ensaios em locais quentes e altos, testes de desempenho CAT.A e certificação de kits opcionais.

O AW169 é parte da família da nova geração de helicópteros AgustaWestland que inclui os modelos AW139 e AW189. Todos esses helicópteros possuem as mesmas características de alto desempenho e características de segurança de voo, e compartilham o conceito comum do mesmo cockpit e filosofia de design. Esta abordagem irá proporcionar economia de custos reais em áreas como a formação, manutenção e suporte para os operadores existentes dos AW139 que adicionarem os helicópteros AW169 e/ou o AW189 para as suas frotas.

Lançado em julho de 2010, o AW169 rapidamente encontrou o sucesso contínuo do mercado, registrando encomendas de mais de 70 unidades até agora, de clientes na América do Norte e América do Sul, Ásia, Oriente Médio, Europa e Austrália, para uma ampla gama de missões, incluindo resgate aeromédico, missões policiais, transporte corporativo, utilitárias e de transporte offshore.

Fonte: AgustaWestland.

Calendário de cursos e estágios do CENIPA para 2013

O CENIPA promove, ao longo de cada ano, um calendário de seminários e cursos de segurança de voo, destinados à formação, à atualização e ao aperfeiçoamento de pessoal, bem como o intercâmbio de informações com países amigos.

Essa política de recursos humanos permite ao sistema a manutenção e o desenvolvimento de seu trabalho técnico-especializado. Os elementos ligados ao sistema mantêm constante intercâmbio com escolas, universidades, organizações civis e militares, nacionais e estrangeiras, especializadas em Programas de Segurança de Voo.

É assim que, hoje, o Comando da Aeronáutica, ao qual o CENIPA é subordinado, desenvolve sua Política e Filosofia de Segurança de Voo para todos os segmentos da comunidade aeronáutica brasileira.

Sendo assim, o CENIPA publicou em 27 de setembro de 2012 o calendário de cursos e estágios para o ano de 2013.

Saiba quais são os cursos que o CENIPA oferece (sujeitos ao calendário anual) e quais os pré-requisitos para se matricular:

Curso Básico de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – EAD (CBPAA-EAD)
Curso de Segurança de Voo – CSV
Curso de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – Fator Humano (CPAA-FH)
Curso de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – Fator Material (CPAA-FM)
Curso de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – Manutenção de Aeronaves (CPAA-MA)
Curso de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – Controle do Espaço Aéreo (CPAA-CEA)
Curso de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – Atividades Aeroportuárias (CPAA-AA)
Curso de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – Comissários de Voo (CPAA-CVO)
Curso de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – Aeroagrícola (CPAA-AG)
Curso de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos para Estrangeiros (CPAA-EST)
Curso de Investigação de Acidentes Aeronáuticos para estrangeiros (CIAA-EST)
Safety Management System (SMS) ou Curso de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO)
Curso Básico de Análise de Dados de Gravadores de Voo (CB-GRAV)
Estágio de Gerenciamento Avançado da Prevenção de Acidentes – Aviação Militar (EGAP – MIL)
Estágio de Gerenciamento Avançado da Prevenção de Acidentes – Aviação Civil (EGAP – CIVIL)
Curso de Especialização em Segurança de Aviação e Aeronavegabilidade Continuada

Acesse o site do CENIPA para verificar as condições de inscrições aos cursos : SOLICITAÇÃO DE INSCRIÇÕES.

Fonte: CENIPA

CENIPA discute prevenção com a comunidade aeronáutica

O panorama da segurança de voo no Brasil e no mundo foi o tema da abertura da 58ª sessão plenária do Comitê Nacional de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CNPAA), em Brasília. O evento foi  presidido pelo Chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), Brigadeiro do Ar Luís Roberto do Carmo Lourenço. O comitê reuniu 45 entidades representativas da comunidade aeronáutica e foi realizado nos dias 07 e 08 de novembro de 2013.

Na abertura do evento, o Chefe do CENIPA atualizou os participantes em relação às estatísticas mundiais projetadas pela Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), a qual indica que o número de acidentes da aviação no cenário mundial está estabilizado, conforme comparação com os dados dos últimos cinco anos.

No Brasil ocorreram 136 acidentes aeronáuticos até novembro de 2012. Diante da realidade do crescimento da aviação brasileira, o Brigadeiro Lourenço fez questionamentos relacionados à cultura organizacional das empresas aéreas e alertou a comunidade aeronáutica para a importância do trabalho de prevenção em todos os âmbitos da aviação civil e militar.

A Lei 12.725/2012, sancionada em outubro/13 pelo Poder Executivo, que atribui responsabilidade aos órgãos ligados à aviação e às autoridades municipais na prevenção do Risco Aviário também foi destaque na pauta do CNPAA. O Sistema de Gerenciamento do Risco Aviário, desenvolvido pelo CENIPA, localizou 670 focos atrativos de aves nos 42 aeródromos visitados entre aqueles com 45 mil movimentos aéreos, aeroportos em capitais brasileiras e  sob a administração da Aeronáutica.

Foram destaques na agenda dos debates temas como informações meteorológicas para unidades marítimas, excursões de pista, etanol em aeronaves agrícolas, desinterdição de pistas, critérios operacionais para a contratação de transporte aéreo e fadiga de pilotos, além da abordagem dos temas como pistas fatoradas para operações do Regulamento Brasileiro de Aviação Civil 135 (táxi aéreo), bagagem de mão nas empresas de transporte aéreo regular entre outros assuntos.

Fonte: CENIPA

Departamento de Polícia de Nova Iorque em apoio as vítimas do furacão “Sandy” – veja o vídeo

Em um vídeo, um oficial se encontra em cima do telhado de uma residência onde uma pessoa está aguardando ajuda. O oficial se encolhe sobre a vítima, que logo em seguida se senta. Uma cesta é aproximada aos dois, a qual faz com que a vítima seja puxada para o helicóptero. Ao todo, cinco adultos e uma criança foram resgatados em segurança.

A polícia disse que o helicóptero utilizados nesse resgate foi o  “Helicóptero 23”. A aeronave leva esse nome em homenagem aos 23 policiais nova iorquinos mortos na tragédia de 11 de Setembro. Os vídeos foram liberados no canal do Departamento de Polícia. Essa é uma das aeronaves mais equipadas da Polícia de Nova York.

Confira os vídeos:

Fonte: Newser

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