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Esquadrão Falcão realiza II Jornada de Segurança de Voo para Helicópteros, em Belém/PA

O Primeiro Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação – Esquadrão Falcão, unidade aérea de helicópteros da Força Aérea Brasileira, realiza a II Jornada Amazônica de Segurança de Voo para Helicópteros, dia 1º de dezembro, das 8h às 17h, no auditório da Base Aérea de Belém/PA. A Jornada marcará os 40 anos da unidade, além de reforçar o nível de segurança nas operações de helicóptero.

A proposta do evento é integrar pilotos, mecânicos, fabricantes, operadores, representantes, comissários e demais envolvidos com a operação de helicópteros. Aspectos médicos na aviação de asas rotativas, A influência da cultura organizacional nos acidentes aeronáuticos, Desorientação espacial, International Helicopter Safety Team (IHST) e Métodos de aprimoramento das aptidões de pilotos de helicópteros serão os temas das palestras, apresentadas por especialistas em segurança de voo.

Maiores informações:
– Capitão Aviador Valentim: (91) 3182-9535/ (91) 8894-6340 ou 18gavssipaa@fae2.aer.mil.br.

A participação no evento é gratuita e as inscrições já estão abertas. Veja abaixo a programação e o currículo dos palestrantes:

 

Helicóptero da Polícia do Condado de Los Angeles faz pouso de emergência na rua

No dia 21 de outubro (domingo), por volta das 20:50h, um helicóptero AS350B2 (Air-24) da polícia do condado de Los Angeles (LA County Sheriff) fez um pouso de emergência em uma movimentada avenida em Los Angeles, Califórnia – EUA.


O piloto comandante da aeronave decidiu fazer um pouso, que na verdade foi de precaução, após a tripulação reportar um forte barulho na aeronave durante o voo. Preocupado que pudesse haver algo de errado com a aeronave, a tripulação reportou a oficiais da Lakewood Sheriff’s Station que estavam pousando na Del Amo Boulevard, entre a Paramount Boulevard e a Cherry Avenue, em Lakewood.

Após o pouso, que ocorreu em segurança, a tripulação fez uma verificação externa e encontrou o motivo do alto barulho. A aeronave havia colidido com um pássaro em voo. O impacto foi logo acima do canopi, na fuselagem e causou algumas avarias. Por conta das avarias e por motivos de segurança, a aeronave foi retirada do local de caminhão. Não houve feridos ou danos às propriedades no entorno e o tráfego ficou interrompido no local por mais de 2 horas.

Fonte: Asa Rotativa.

GRAESP monitora municípios da região sudeste do Pará

O Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Pará – GRAESP da Polícia Militar do Estado do Pará designou uma aeronave (helicóptero) para patrulhar os municípios da região sudeste, para inibir e combater o assalto às agências bancárias, tendo em vista a proximidade do fim de ano, quando é grande o volume de dinheiro nas instituições bancárias, já que nessa época é feito o pagamento do décimo terceiro salário.

O município de Jacundá está na ‘linha vermelha’ e hoje, desde cedo, o helicóptero está sobrevoando os limites do município, com voos rasantes nas cercanias da cidade, principalmente nas vicinais que dão acesso à cidade.

O capitão PM Rogério, comandante da 18ª CIPM, idealizou uma metodologia de trabalho que não pode ser divulgada por questão de segurança, mas que conta com a pronta atuação de seu efetivo e dos homens do Grupo Tático Operacional – GTO, em parceria com a Polícia Civil, podendo entrar em ação a qualquer hora do dia ou da noite, dependendo das circunstâncias.

A população de Jacundá pode ficar tranquila que as forças de segurança estão em ‘alerta máximo’, inclusive as folgas e as férias de alguns policiais foram canceladas, já que o comandante quer contar com o maior número possível de seus comandados, em caso de enfrentamento.

Fonte: JTB Notícias

General EB Leme da IGPM visita o GRAER/BA

Complementando a Visita de Orientação Técnica da IGPM à Polícia Militar do Estado da Bahia, o Exmº Sr General de Brigada César Leme Justo, Inspetor Geral das PMs e CBMs visitou o Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia na manhã desta sexta-feira (23/11).

Em companhia do Exmº Sr Cel PM Alfredo Castro – Comandante Geral da PMBA, o General Leme desembarcou do helicóptero Guardião 01 (PR-DPM) no pátio do GRAER, sendo recepcionado pelo Sr Cel PM Fontes, Comandante do Policiamento Especializado.

Foram prestadas as honras militares pela guarda do quartel, após o que o Sr Ten Cel PM Lázaro – Comandante do GRAER se apresentou à autoridade, acompanhado do Oficial de Dia. Os oficiais da unidade foram apresentados pelo TC Lázaro ao Inspetor Geral no auditório do GRAER.

Seguindo a visitação do quartel, o Cmt do GRAER apresentou uma exposição de equipamentos, as aeronaves da PMBA (helicóptero Esquilo AS350B2 e o avião Super Ximango AMT200SO) e a Central de Operações.

A visita foi finalizada no Gabinete do Comando do GRAER, onde foi materializada a satisfação da unidade aérea com a presença do Exmº Sr Inspetor Geral das PM e CBM, através da entrega de uma mensagem, além de souvenirs referentes à PMBA.

Fonte: PMBA

Cuidado com os TROLLS !

Trollagem significa engajar, pescar, seduzir ou molestar. Um troller da internet é alguém que quer pescar a confiança de alguém, e depois a manipular. Outro tipo de troll é a pessoa cujo comportamento tende sistematicamente a desestabilizar uma discussão, provocar e enfurecer as pessoas envolvidas nelas.

O termo surgiu na Usenet, derivado da expressão trolling for suckers (lançando a isca para os trouxas), identificado e atribuído ao(s) causador(es) das sistemáticas flamewars. Diante das provocações insistentes, as vítimas podem (ou não) perder a conduta civilizada e envolver-se em agressões pessoais.

Embora a maioria dos internautas sejam pessoas de boa fé, certamente existem trollers nas redondezas. Cada um de nós tem suas razões, história pessoal e motivações nestes esquemas. O mais importante é que cada individuo trás seus próprios conjuntos de truques e estratégias nas discussões. Podem ser inocentes e até completamente destrutíveis.

Nos primeiros anúncios sobre “vírus de computador” as primeiras impressões deixadas era sobre um ataque físico de micróbios se espalhando. Depois foi levado a sério com contramedidas logo criadas pois o problema era bem frequente. Os trollers caem nesta mesma categoria. Podem ser ridículos, mas são reais.

As medidas anti trollagem ainda estão na infância. Instituições legais estão trabalhando no assunto e este tipo de ofensa está sendo chamada de assédio cibernético (Cyber-Stalking).

OBJETIVOS

Quais estragos um troller pode conseguir? Pode ser bem variado:

– Nenhum;
– Causar irritações a algumas pessoas;
– Causar grandes briga com algumas pessoas;

É UM TROLLER?

O termo “troll” pode significar várias coisas, mas na essência, um troller é uma pessoal que tem como objetivo ter prazer as custas dos outros. Existem vários tipos de troller:

– A trollagem sem intenção pode ocorrer no caso de membro que não aceita ser questionado, ou que está errado, ou por orgulho. Pode ser uma informação postada incorretamente ou até erro de digitação ou até iniciar uma discussão em um tema controverso.
– Pessoas com distúrbios psicológicos, e buscam se sentir bem fazendo outros membros de um fórum se sentir mal. Nos textos sobre assédio moral citam como um dos motivos a necessidade de alimentar a auto-estima destruindo a auto-estima dos outros. Este é um tipo de “troller psíquico”, cuja táticas consistem em se enganar e a outras pessoas. São as mesmas pessoas que encontramos no dia a dia, mas nem sempre são fáceis de distinguir. Podem usar seu nome real na internet, e as vezes nem perceber que são troller pois pode ser subconsciente.
– Pessoas com mentalidade facistóide que se sentem melhores que as outras e para impor suas idéias usam qualquer meio (os fins justificam os meios).
– Pessoas com muito desejo de poder e como qualquer pessoa do tipo gosta de “mijar” em quem ele acha que está em posição inferior. Com pessoas que considera superior age como um “puxa-saco”.
– Pessoas que tem a intenção de ser alguém que não são (os laranjas). Este tipo de troller cria uma pessoa que parece ser real, mas eles sabem ser falsa.

O que motiva um troll a agir geralmente são: auto-afirmação, ideologia, fanatismo, inveja ou simplesmente ociosidade. Em entrevistas na Usenet, trolls famosos confessaram que buscavam apenas um pouco de atenção e combater o tédio do cotidiano. A maioria deles também portava alguma característica mal-resolvida de personalidade, como trauma, fracasso financeiro e amoroso e até diagnósticos psiquiátricos.

O JOGO DOS TROLLERS

Trollagem é com um jogo de xadrez cheio de estratégias e táticas. Existem um objetivo no jogo e este objetivo é vencer. Ao contrário do xadrez, existem vários meios de vencer para os trollers e podem incluir:

– ganhar crédito para idéias falsas ou de outras pessoas;
– compelir pessoas de boa fé, e/ou grupos particulares, a sairem da lista/fórum;
– dominar a lista com as mensagens que geram;
– ganhar reconhecimento ou prêmio por sua trollagem de outros trollers amigos;
– ser reprimidos por indivíduos, moderadores ou autoridades da internet;
– conquistar a confiança e apoio de membros de boa fé;
– distrair os membros da lista das discussões e objetivos das pessoas de boa fé;
– ganhar atenção que eles não podem obter na vida real.

Algumas vezes os troller atuam sozinhos, e as vezes em grupos, mas para todos é um jogo. Existem vários grupos e listas de e-mail que são dedicados para a trollagem, para troca de técnicas e para planejar campanhas coordenadas para invadir listas e fóruns. Os trollers não tem nenhuma preocupação quanto ao sentimento de outras pessoas.

São sempre manipuladores, inteligentes e abordam sua trollagem com o mesmo grau de planejamento e pesquisa dos que buscam ganhos financeiros, ou a mesma competitividade dos jogadores sérios de xadrez. Para os que estão familiarizados com a Analise Transacional (teoria psicológica dos jogos da vida real) existem vários paralelos com a atividade dos trollers: existem vários jogos, com vários tipos de ganhos e táticas diferentes.

TÁTICAS DOS TROLLERS

A conversa dos troller tem um padrão:

– são frases curtas;
– não aprofunda o assunto;
– não usam termos técnicos;
– são evasivos, não as cota mensagens, desprezando o post dos outros apagando tudo ao responder e não dão tréplicas;
– não respondem a perguntas;
– levam a discussão para picuinhas;
– não argumenta, não mostra provas (principalmente nas acusações);
– tentam mudar o tópico;
– tentam desviar do racional para o emocional;
– são geralmente incoerentes;
– são sedutores, sabem conquistar, para abrir a guarda do adversário. Com sempre atuam no emocional.

Existem várias táticas usadas pelos trollers:

1 – LOOP (giro – enrolar).

O loop consiste em tentar impor uma idéia simplesmente não entrando nas discussão sobre o tema. O troller repete a sua idéia sem dar atenção os questionamentos ou argumentos de outros membros. O loop parte do princípio que uma tese que foi questionada deve resultar em uma tréplica (teoria da dialética). A tréplica pode reiniciar outra discussão com
novas informações, questionar a réplica ou reconhecer o erro.

Existem dois tipos de loop. No primeiro o troler simplesmente repete seus argumentos (argumento A) e nunca faz a tréplica (tréplica A) a réplica (réplica A´):
– argumento A = replica A´
– argumento A = replica A´´
– argumento A = replica A´´´

As réplicas são simplesmente respondidas repetindo a tese inicial. Por exemplo: TESE – “o céu é vermelho”. Alguém pode questionar dizendo que o céu é azul e mostrar fontes. A tréplica poderia ser mostrar que estava falando de Marte ou do por do sol citando que não era bem o que parecia. Mas o troller simplesmente repete a tese inicial: “o céu é azul”. No final o objetivo é impor as idéias e desprezar as dos outros.

O outro tipo de loop é reiniciar a argumentação após esgotar todos os argumentos para defender uma tese:
– argumento A = replica A´
– argumento B = réplica B´
– argumento C = réplica C´
– argumento D = réplica D´
– argumento A = replica A´
– argumento B = réplica B´
– argumento C = réplica C´
– argumento D = réplica D´
– e assim por diante.

O padrão é não dar a tréplica a nenhum questionamento pois percebe que sua tese foi derrubada. Depois repete seus argumentos já derrubados sequencialmente.

A tática citada no wiki equivalente: Repetência de falácias: outro método usado que induz ao cansaço, aqui o troll repete seu conjunto de falácias até que leve seu interlocutor a exaustão, ganhando a discussão por abandono do oponente.

2 – Táticas de negação.

Como o Loop, o troller simplesmente despreza os argumentos/réplicas dos outros. Pode ser desde:

– não responder (atira e foge)
– não cotar as mensagens e continuar a discussão com outro assunto, mas ainda
– citando o tema (apaga a mensagem da vítima)
– negar abertamente que não foi feita argumentação ou réplica nenhuma

3 – Ataque em espelho

O troller acusa a vítima do que ele mesmo está fazendo. Por exemplo “você quer ganhar discussão”, “você não tem argumentos”, “você está fazendo trollagem” etc.

As táticas de lógica se baseiam no princípio que nada é perfeito ou absoluto e tem pontos fracos. Uma tática pode ter como objetivo atacar os pontos fracos do inimigo e por isso é considerado um meio ilegal de discussão.

4 – Exceção em regra.

Consiste em levar a discussão apenas para uma parte da tese da vítima, olhando só o lado negativo, ou só quando não funciona direito. Ex. um Xavante venceu um F-16 no exercício tal, então o Xavante é melhor (se pesquisar todos os combates ou com uma amostra maior o Xavante venceria uma minoria). O termo técnico vindo da teoria da mentira é chamar esta tática de mentira por supressão (verdade A, B e C e passou a ser A, B ). Outro nome seria “generalizar de caso único”.

5 – Transformar reação em ação.

O troller usa a reação da vítima como sendo a ação ou tenta inverter esta relação no raciocínio. Um exemplo é provocar a vítima e reiniciar uma discussão a partir da reação da vítima e aproveitar para se fazer de vítima. A parte inicial da questão é suprimida.

6 – Tirar do contexto.

Pegar uma frase de um texto que cita uma afirmação enquanto o texto quer é mostrar que está errado. “O caça X é o melhor de todos” (para se jogar no lixo – que foi o texto suprimido).

7 – Raciocínio parcial.

Pode ser visto em um raciocínio parcial só mostrando o lado bom de algo preferido ou só o lado ruim do que não gosta.

8 – Carteirada.

É o argumento de autoridade quando o interlocutor usa uma posição de vantagem para argumentar. Por exemplo, “trabalho na área e tenho conhecimentos práticos a respeito”. É trolagem quando usado para falsificar dados ou impor idéias falsas sendo mais difícil de detectar. Depende do histórico de quem usa. Um tipo de carteirada é mostrar ser bem entendido sobre um tema para usar para discutir outro assunto.

9 – Desqualificar.

É o contrario da carteirada. Sabendo que não tem como derrubar a tese da vítima o troller passa a agir de forma ofensiva, insultuosa e grosseira para rebaixar o adversário. Ao invés de atacar a idéia passa a atacar a pessoa. O objetivo final é desviar a atenção da discussão e passar para o nível emocional. Uma vítima irritada não raciocina direito. Funciona bem junto com uma carteirada primeiro.

10 – Rotular.

Uma forma de ofensa é rotular o raciocínio do adversário. Se ele defende uma certa aeronave ele é logo tachado de “flanquista”, “gripeiro”, “rafaleiro” etc. O argumento que não pode ser derrubado é anulado com a vítima tendo que se livrar do rótulo e passa para a defensiva.

11 – “Vou embora”.

Após um ataque de trollagem sem bom resultado o troller usa como tática final a sua saída tentando jogar seus simpatizantes contra a vítima da trollagem. Outra variação é ameaçar parar algum trabalho que favorece o fórum/lista.

12- “Colocar palavras na boca dos outros”.

O troller cita coisas que a vítima não disse. Como sempre está colocando a vítima na defensiva.

13 – “Já sabia”.

Depois de passado uma informação o troller cita que “já sabia”, mas o contexto mostra que não sabia. Depois de já informado fica fácil discutir. Uma variação é “tive uma ideia”, copiando idéias dos outros. A reação do fórum/lista pode ser não dar mais idéias.

14 – Falácias lógicas.

São dados verdadeiros mas sem acrescentar nada a discussão, mas que engessam por não dar margem a discussão. O objetivo é se encastelar em uma posição protegida para desviar a discussões. São frases como “não existe”, “não está em operação”, “não entrou em combate”, “voou primeiro” etc. São verdades inqüestionáveis, mas também não são conceitos técnicos de onde se pode tirar conclusões.

15 – Falsificar dados.

Pode ser visto frequentemente sendo fácil de detectar ao se conferir as informações, mas tem que tomar cuidado com comentaristas que colocam informações erradas (sem intenção), por descuido ou erro de digitação e memória. São usadas nas discussões tipo “super trunfo”.

16 – Táticas de comparação.

O princípio científico é que sempre que se compara duas coisas elas devem ter o máximo de similaridades. Alguma característica que falta ou muito diferente inviabiliza a comparação. Um exemplo é separar os esportes em peso, idade e sexo. No caso do fórum seria o mesmo que comparar caças leves com caças pesados. A capacidade é tão diferente que não é possível comparar com parcialidade. Um meio técnico é usar indicadores transformando os dados em números.

17 – Lei da maioria.

No caso de trollagem em grupo (estratégica), os troller tentam ganhar a discussão na base da votação. Em uma democracia existe limite (voto e veto). Se a pessoa está sendo prejudicada existe a possibilidade de apelar se estiver sendo injustiçada (veto ou no judiciário/moderação). Na lei da maioria o grupo maior despreza o direito dos outros.

18 – “Turma do deixa disso”.

Geralmente é sem intenção ao atacar o troler e a vítima e o troler acaba vencendo ao colocar a vítima no mesmo baixo nível. Pode ser feito pelo próprio troler após um ataque e faz um sermão colocando a vítima também como agressor, fazendo o sermão na terceira pessoa do plural (“nós”). No final rebaixa a vítima, que provavelmente não fez nada de errado, e consegue desviar o assunto.

19 – Reizinho.

É o cara que muda as leis que não interessam por outras que lhe interessam. Equivale as queimas de livros em algumas culturas e a “história oficial”.

20 – Sugestionamento.

Passa informações subjetivas, com ajuda de smiles para insinuar, fazendo pose de saber o que não sabe. Não diz nada, mas consegue irritar.

21 – Tecnicismo.

Uso de termos técnicos que poucos conhecem e força terminar a conversa.

22- Conversa de surdo.

Pode ser observada facilmente por quem está só observando a discussão e percebe que os dois estão discutindo temas totalmente diferentes sem perceber. É como se um não ouvisse o outro. O mesmo vale para quando nenhum dos dois conhece o assunto. Um acha que o outro não entende e blefa pensando que o outro vai cair na conversa. Quem entende do assunto é que percebe a tática.

23 – Declarar vitoria para terminar a discussão como vitorioso ou com a razão, sem continuar a discussão ou argumentar.

Uma variação é acusar a vítima de estar querendo vencer a discussão, também desviando a discussão e insinuando que está errado. As táticas a seguir são da dialética erística.

24 – Rajada de perguntas.

Fazer um monte de perguntas para a vitima ficar com dificuldade de pensar e responder. O objetivo é ocultar informações.

25 – Ampliação indevida

Levar a afirmação do adversário para além de seus limites naturais, interpretá-la do modo mais geral possível, tomá-la no sentido mais amplo possível e exagerá-la. Simplificando é exagerar a informação da vítima para depois tentar ridicularizar.

26 – Direitos e deveres.

Os dois sempre andam junto, e devem ser balanceados mas espertos separam. Geralmente se reclama de um (seu direito ou dever do outro) e não os dois juntos.

27 – Linha de tiro (veio de um livro de marketing)

O objetivo é criar uma situação onde se pode mandar, mas sem assumir responsabilidade. Vem do princípio da autoridade = poder + responsabilidade. Pode ser chamado de tirania enquanto a vítima é o bode expiatório (é responsável mas não manda nada – e não resolve nada). Em uma empresa significa fracasso ou pouco desempenho da empresa.

28 – “Não vai dar certo, não falei”.

O objetivo é apostar em um resultado negativo e ao mesmo tempo fazer de tudo para que fracasse. Tomem cuidado com os que dizem “não vai dar certo”.

29 – Tática de reclamador.

Diante de um problema você tem que escolher ser parte do problema ou da solução. Tem gente que dá idéias ótimas e outras simples tentando resolver o problema, tem os que dão idéias idiotas (ou como piadas). Tem os que ficam calados, não ajudando e nem atrapalhando. Tem os que atrapalham reclamando pouco, os que reclamam muito e o pior de todos é o que fica reclamando das idéias dos outros e nem deixa andar para frente.

NÍVEIS DE TROLLAGEM

Há trolls de todo tipo, desde o mais ignorante e rude que xinga e provoca floods, até o mais apto intelectualmente que discursa com o objetivo de desestabilizar o interlocutor e levá-lo a fúria para depois desqualificá-lo, matando seu argumento e abalando sua reputação num fórum  Para o troll, a reação a um comentário polêmico é considerada uma diversão, uma forma de extrair prazer na indignação das pessoas e observar seu desequilíbrio emocional e mental.

Nível 1 – “diversão” – É onde o troller está simplesmente querendo um ganho rápido. Um exemplo pode ser entrar em uma lista com um nome fictício, lançar um argumento, se retirar e depois contar para os amigos o que fez. Estes trollers são fáceis de detectar pois suas provocações são bem grosseiras.

Nível 2 – “tático” – Aqui os trollers levam o jogo mais a sério, criando uma pessoa realista para provocar alista, e usa técnicas e táticas reconhecíveis para ganhar a confiança e apoio de membros da lista. As provocações são sutis, e detectar este tipo de trollagem não é fácil, pois a pessoal é confiável, e troca de email privados podem levar outros membros a acreditar que é confiável e real.

Nível 3 – “estratégico”– É uma forma bem séria de jogo, com a produção de uma estratégia geral que pode levar meses e até anos para ser desenvolvida. Pode envolver várias pessoas agindo juntas para invadir a lista (táticas de “panelinha”). Uma vez infectada, pode ser impossível diferenciar os trollers dos membros de boa fé.

Nível 4 – “Dominação” – Aqui a estratégia dos trollers vai até a criação e moderação de listas de email de gente de boa fé. Nestas circunstancias, o ganho pode ser a dominação da vida emocional dos membros, sendo uma das formais mais avançadas de mentira a ser atingida.

Os jogos dos trollers não se restringem a internet. Suas táticas podem incluir contatar pessoas na vida real. Suas táticas incluem contatar pessoas por cartas e/ou telefone. As fronteiras entre a vida real e a internet deixam se ser claras.

TROLLAGEM DE DIVERSÃO (passa-tempo)

São características deste tipo de trollagem:

– Falta de compromisso com os valores e filosofia das listas;
– Atuam com pouca frequência, com picos de interação, ou novo membro com opinião forte em assuntos controversos uma mistura de mensagens amigáveis e estilo confrontador de interação;
– Uso de linguagem provocativa e generalizações sobre certos tópicos ou categorias de pessoas;
– Conhecimento pouco profundo do tópico;
– Falta de informações pessoais;
– Falta de opinião pessoal sobre o tópico;
– Falta de humor;
– Reiniciar o tópico que já foi terminado;
– Uso de linguagem que estimula o dialogo entre os tópicos que são controversos e irrita alguns membros;
– Uso de gíria para chamar a atenção;
– Respondem ao seus próprios textos se o grupo não responde;
– Inconsistência entre o estilo e natureza do post e outra informações (diz ser uma criança, mas escreve como adulto e vice- versa);
– Usam e-mail gratuitos como hotmail e yahoo. Podem ser qualquer um mas o e-mail é um bom indício.

As contramedidas aos trollers de diversão é simplesmente ignorar. Se você está convencido que são trollers, podem avisar ao moderador. Se outros membros respondem ao troller, você pode considerar algumas destas respostas como trolagem tática ou estratégica.

TROLLAGEM TÁTICA

Trollers táticos tomam mais cuidado e esforço na criação da sua pessoa. Estes trollers são membros antigos, e tem a confiança de outros membros. Usam as mesmas técnicas citadas além de outras:

– se engajam em diálogos fora da lista para ganhar a confiança de indivíduos efluentes da lista;
– são amigáveis e engraçados nos posts, para abrir a guarda de pessoas de boa fé;
– tem uma boa história pessoal parecendo bem real. Passam informações pessoais e intimas, principalmente fora da lista;
– ganham a confiança dando confiança. Por exemplo, dão dicas sobre algo confidencial na lista, mas revelam toda a historia fora da lista. Ao conquistar a confiança de alguém, eles criam um sentimento de confiança pelos indivíduos interessados;
– em emails fora da lista, ganham aliados e apoio para alguns de seus pontos de vista. Os emails fora da listas são sutilmente  manipulativos;

Eles estimulam membros de boa fé a argumentar um com outro. Qualquer ponto de vista, não importa o quanto ofensivo, pode ser visto como racional quando colocado em um certo contexto. Ao criar diferentes contextos para pessoas diferentes fora da lista, eles criam um conjunto através do qual podem iniciar um tópico na lista, de uma maneira inocente, e então observar dois membros da lista argumentar pois interpretam o tópico de maneiras diferentes.

Nos e-mail fora da lista, eles usam técnicas de “sedução rápida” (Speed-Seduction – pesquisar Ross Jeffries no google) para fazer pessoas terem um grande afeição por eles. Isto suprime qualquer suspeita que podem ter.

Usam gírias que conquistam a simpatia de outros membros, o que também suprime os sentimentos de suspeição. Exemplos: ser cego, órfão, rejeitado, ameaçado, aleijado etc.

Eles estudam para ter um conhecimento razoável do tópico da lista. Isto permite que tomam parte por um tempo como membros de boa fé.

Usam linguagem construída cuidadosamente para serem sutis. Esta linguagem é criada para identificar dois ou mais grupos separados, e encorajar membros da lista a identificar os traços negativos deste grupo. Isto cria discussão e discórdia entre os membros. Note que a sutileza é sempre o objetivo principal, e esta linguagem é difícil de detectar.

Eles não entram na discussão diretamente, mas facilitam uma discussão entre os membros da lista. Destacam os argumentos de um membro da lista, mas de jeito mais confrontador que a intenção original.

Podem criar uma pessoa fictícia apoiada por um site na internet, fotografia e dados pessoais. Podem sugerir encontros na vida real, não não vão ao encontro.

TROLLAGEM ESTRATÉGICA (ou panelinhas)

Os trollers estratégicos operam em grupos ao invés de sozinhos. Eles usam personalidades múltiplas, cada uma usando técnicas já descritas anteriormente. Mas também tem uma estratégia geral para conquistar membros de boa fé em argumentações, levando-os a sair da lista, ou para os trollers dominarem a lista.

Tática comuns deste nível de trollagem:

– Usam várias fases para a sua estratégia, com cada fase tendo um objetivo a atingir.

– a primeira fase geralmente envolver criar várias personalidades reconhecíveis como parte do grupo. São os trollers amigáveis. Podem ser amigáveis mas tem objetivos obscuros por trás. Esta fase pode durar meses e anos.

– a segunda fase envolve usar novas personalidades para iniciar discussões que causam discórdia, como nas táticas dos trollers táticos. Se nenhum membro responde a estes tópicos, outros trollers respondem para manter o debate ativo.

– Se membros da lista ainda não se juntarem ao debate, a terceira fase é passar para o uso de “trollers ofensivos” atacando suas próprias pessoas criadas pelos trollers. Como estes trollers conquistaram a confiança do grupo, outros membros da lista podem se unir a sua defesa, e são arrastados na argumentação.

– No caso de outros membros da lista não se entrarem na discussão, os “trolles defensivos” se unem e continuam a dar continuidade para os “trollers ofensivos”. Os “trolles defensivos” podem incitar membros de boa fé a se unir usando emails fora da lista.

– Outra fase pode usar trollers amigáveis iniciando retaliações publicamente, chamando o apoio de membros de boa fé.

– Quando as discussões saem do controle, jogam gasolina nas chamas tentando movimentar o máximo possível e causar o máximo de briga e confusão.

É fácil entrar em uma lista de futebol, dizer que “futebol é uma m$%¨&” e sair. Mas é preciso ser muito habilidoso e disciplinado para prolongar uma “flamewar”. É necessário talento, e números para para vencer este talento (frase tirada de um fórum de trolagem).

Alguns trolls simpatizantes por determinado assunto agem em grupo, muitas vezes numerosos. Dentro desse grupo alguns tem papel na argumentação, outros na ridicularização e outros apenas na concordância intimidando o adversário emocionalmente, quase sempre o levando a abandonar a discussão. É muito difícil combater trolls em grupo, sendo um Moderador necessário para banir todos em caso de persistência.

Em certos forums esses indivíduos podem ser forjados por uma única pessoa, respondendo por várias pessoas virtuais diferentes para embasar sua própria opinião. Esse recurso é conhecido como clone e sua eficácia depende da eficiência do Moderador de um forum que pode facilmente identificar clones por números IP.

Há casos de um Moderador se aliar a um grupo de trolls e atraírem vítimas a expor a sua opinião e discordância aos temas debatidos mas que logo em seguida são massacrados por todos. Isso gera o sentimento de satisfação à todos da comunidade. Esse fenômeno foi observado em blogs e comunidades do Orkut, onde os moderadores/autores atuam por meio da intolerância, preconceito e provocação (disfarçados de opinião) e junto formam um elo comunitário de auto-afirmação.

TROLLAGEM DE DOMINAÇÃO

Recentemente, se tornou claro que existem trollers agindo como moderadores. O objetivo pode ser:
– gratificação por dominar a vida emocional dos membros;
– gangland ware – onde um grupo cria uma lista para se defender de outros grupos de trollagem;
– área da internet dedicada a trollagem.


Fonte: Adaptado do Fórum Sistemas de Armas.


Links:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Troll_(internet)
http://www.jfo.org.uk/info/new/troll.htm

Outros links:
http://en.wikipedia.org/wiki/Troll_(Internet)
http://en.wikipedia.org/wiki/Hit-and-run_posting
http://en.wikipedia.org/wiki/Flamebait
http://en.wikipedia.org/wiki/Flaming_(Internet)
http://en.wikipedia.org/wiki/Lurker
http://en.wikipedia.org/wiki/Leech_(computing)

Polícia Civil/RJ ganha novos policiais pilotos

Foram 840 horas de muita dedicação. Aulas práticas e teóricas, de legislação, de voo, de resgate no mar, entre muitas outras até que os 12 candidatos aprovados no concurso público para o cargo de piloto policial pudessem comemorar.

Na cerimônia de formatura, que aconteceu na Academia de Polícia Sylvio Terra (Acadepol) na noite desta quinta-feira (22/11), a chefe da Polícia Civil, delegada Martha Rocha, ressaltou a importância da dedicação no trabalho dentro da corporação. “O que faz a diferença nesta administração é a valorização do trabalho. Porque todas as pessoas que estão aqui, estão em razão do seu trabalho, do seu comprometimento”.

A aplicação e o empenho dos alunos também foi um dos temas destacados pelo orador da turma, o piloto Maurício Muller, policial civil desde 2002. Em seu discurso, ele citou os dias de treinamento: “Aulas de educação física, estudos de casos sobre as mais diversas formatações e horas de treinamento de tiro nos levaram a integrar uma nova família, a família policial”, afirmou.

Contudo, o esforço vale a pena, acredita o formado. “Pergunte a qualquer policial, seja ele civil, militar ou federal, qual foi o sentimento que ele teve, num momento de grande dificuldade, ao ouvir a nossa chegada? Pergunte ao banhista que se afoga em qualquer praia, pergunte a quem se perdeu em uma floresta.”

Além do orador, também entrarão para o quadro de pilotos policiais da corporação Ricardo Herter, Fausto Eduardo Perez Iglesias e Felipe Gonçalves Volcov. Os outros oito formados ficarão no cadastro de reserva. Na cerimônia também estiveram presentes a diretora da Acadepol, Jéssica Oliveira, o coordenador da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), Ricardo Barbosa, o subchefe operacional da Polícia Civil, Fernando Veloso, o subchefe administrativo da Polícia Civil, Sérgio Simões Caldas, entre outras autoridades.

Ao final do evento os novos pilotos policiais da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro ouviram o hino da corporação que, em sua letra, ressalta a honra às leis brasileiras. “Agora vocês têm a honra de pertencer a uma instituição que existe desde 1808 e que é a primeira Polícia Civil do Brasil. Uma instituição que mostra que não há como pensar num estado democrático de direito sem pensar na atribuição da Polícia Civil”, afirmou a chefe da Polícia Civil.

Fonte: Polícia Civil/RJ

Nova regra de Plano de Voo entrou em vigor

O Plano de Voo é o documento específico que contém informações relacionadas com um voo planejado de uma aeronave ou com parte do mesmo que são fornecidas aos órgãos que prestam serviços de tráfego aéreo.

A Emenda 1 à 15ª Edição do PANS-ATM (Doc 4444 – Gerenciamento do Tráfego Aéreo), com entrada em vigor em 15 de novembro de 2012, tem por objetivo atualizar o formulário de plano de voo estabelecido pela Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), possibilitando declarar os modernos recursos aviônicos disponíveis a bordo e atender aos requisitos dos sistemas automatizados de gerenciamento de tráfego aéreo.

O material desta Emenda foi desenvolvido pelo Grupo de Estudos sobre Plano de Voo (FPLSG) estabelecido pela OACI, com a finalidade de permitir um melhor aproveitamento das avançadas capacidades de aviônica a bordo das aeronaves mais modernas e atender aos requisitos desenvolvidos de novos sistemas automatizados de gerenciamento de tráfego aéreo.

O novo plano de voo aborda funcionalidades e tecnologias da navegação aérea, tais como o Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS), a Navegação de Área (RNAV), a Navegação Baseada em Performance (PBN), os enlaces de dados (datalinks), a Vigilância Dependente Automática por Radiodifusão e Automática (ADS-B e ADS-C, respectivamente), sendo essas alterações refletidas de modo mais substancial no tamanho e no conteúdo de certos itens do formulário de plano de voo, principalmente nos campos 10 (Equipamentos e Capacidades), 15 (Rota) e 18 (Outros Dados).

Tais dados deverão ser considerados pelos sistemas de gerenciamento de tráfego aéreo no sentido de disponibilizar ao controlador de tráfego aéreo as informações necessárias para o planejamento do tráfego aéreo, bem como possibilitar a emissão de alertas sempre que houver modificação do cenário em relação aos dados declarados e que ocasionem impacto nas ações planejadas de controle.

A partir de 15 NOV 2012, as normas atuais sofrerão atualização de forma que seu conteúdo incorpore as modificações previstas na Emenda 1 para Plano de Voo, mantendo-se assim, após o período de transição, as numerações já consagradas das normas referentes à Plano de Voo no Brasil (ICA 100-11, MCA 100-11 e ICA 100-15).

Principais modificações no formulário de Plano de Voo

1. APRESENTAÇÃO DO PLANO DE VOO (FPL)

A Emenda 1 altera o prazo para apresentação de um plano de voo permitindo que ela seja feita com até 120 horas de antecedência da EOBT. Essa alteração requer que os sistemas de tratamento de dados de plano de voo sejam adaptados para possibilitar o armazenamento dessa nova condição do plano, além de permitir o acesso aos seus dados para fins de atualizações decorrentes de mensagens ATS (CHG, DLA e CNL). A data da realização do voo deverá ser declarada após o indicador DOF a ser especificado no Item 18 do FPL para os planos apresentados com mais de 24 horas de antecedência da EOBT.

2. ITEM 7 DO FPL – IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE

A Emenda 1 estabelece que o Item 7 do FPL deve permitir a inserção de até 7 caracteres alfanuméricos, sem possibilidade de emprego de caracteres especiais (hífen ou símbolos). Tendo em vista que alguns sistemas de bordo compõem mensagens de downlink incluindo neste campo caracteres especiais (hífen), o sistema de solo deverá ser capaz de desconsiderar tal informação para fins de associação com os dados de plano de vôo armazenados.

3. ITEM 8 DO FPL – REGRAS DE VOO E TIPO DE VOO

O novo formato possibilita a inclusão de uma ou mais mudanças de regra de voo ao longo da trajetória definida no plano, através da especificação dos caracteres “Y” ou “Z” para o primeiro trecho do voo. Com essa opção, os respectivos pontos de mudança de regra devem ser definidos no item 15 – Rota, os quais devem estar contidos na rota declarada.

Para um tipo de voo em situação que requeira um tratamento específico dos órgãos ATS, será utilizado o indicador STS correspondente a ser declarado no item 18 do FPL ou o indicador RMK para os casos não especificados na Emenda.

4. ITEM 10 DO FPL – EQUIPAMENTOS – COM/NAV

Este item do FPL possibilita a declaração dos equipamentos disponíveis e da capacidade de utilização dos mesmos, conforme listagem contida na Emenda.

Na declaração dos equipamentos COM/NAV no FPL, devem ser utilizados um ou dois caracteres, sendo que o primeiro caractere será alfabético e o segundo (quando houver) será numérico. Para o atendimento dessa funcionalidade, será necessário considerar a possibilidade de todas as combinações de equipamentos, o que requer que o tamanho do Item 10 do FPL seja ampliado para possibilitar a declaração das combinações possíveis.

5. ITEM 13 DO FPL – AERÓDROMO DE DEP E HORA

Para os casos da aeronave não ter decolado de um aeródromo, não havendo indicador de localidade, o piloto declarará ZZZZ no Item 13 do FPL e especificará no Item 18, após o indicador DEP, o primeiro ponto da rota ou auxílio rádio.

6. ITEM 15 DO FPL – ROTA

Possibilitará que os pontos de uma rota possam ser definidos, também, utilizando-se como referência uma marcação magnética e uma distância em relação a um ponto significativo definido por coordenadas geográficas.

Também passa a ser requisito, conforme modificação do Item 8 já mencionada, o tratamento da inserção alternada das letras Y ou Z neste Item 15 (Rota), para permitir a especificação de mais de um ponto de mudança de regras de voo, sendo que o sistema deverá interpretar os pontos nos quais haverá mudança de regras de voo.

7. ITEM 18 DO FPL – OUTROS DADOS

Os seguintes indicadores deverão ser considerados válidos para declaração no Item 18 do FPL: STS/, PBN/, NAV/, COM/, DAT/, SUR/, DEP/, DEST/, DOF/, REG/, EET/, SEL/, TYP/, CODE/, DLE/, OPR/, ORGN/, PER/, ALTN/, RALT/, TALT/, RIF/ e RMK/.

A sequência apresentada acima deverá ser obedecida no preenchimento do Item 18 do FPL, sendo que a utilização de indicador não especificado pela Emenda pode gerar uma rejeição, um processamento incorreto ou uma perda da informação.

O caractere especial “hífen” não poderá ser utilizado no Item 18 e o emprego de barra (/) somente será permitido após cada indicador.

7.1. INDICADOR STS

As seguintes razões para tratamento especial por um órgão ATS poderão ser declaradas após o indicador STS, devendo outras razões serem especificadas com o uso do indicador RMK:

a) ALTRV: voo operado em conformidade com uma reserva de altitude;
b) ATFMX: voo autorizado com isenção de medidas ATFM por autoridade ATS competente;
c) FFR: combate a incêndio;
d) FLTCK: inspeção em voo;
e) HAZMAT: voo transportando material perigoso;
f) HEAD: voo com (“status”) chefe de Estado;
g) HOSP: voo médico declarado por autoridades médicas;
h) HUM: voo realizando missão humanitária;
i) MARSA: voo para o qual um órgão militar assume responsabilidade pela separação de aeronave militar;
j) MEDEVAC: evacuação médica emergencial com risco de vida;
k) NONRVSM: voo não aprovado para RVSM com intenção de operar em espaço aéreo RVSM;
l) SAR: voo engajado em missão de busca e salvamento;
m) STATE: voo engajado em serviços militares, alfandegários ou policiais.

7.2. INDICADOR PBN

As seguintes capacidades RNAV e RNP poderão ser declaradas após o Indicador PBN:
a) A1 RNAV 10 (RNP 10)
b) B1 RNAV 5 todos os sensores permitidos
c) B2 RNAV 5 GNSS
d) B3 RNAV 5 DME/DME
e) B4 RNAV 5 VOR/DME
f) B5 RNAV 5 INS ou IRS
g) B6 RNAV 5 LORANC
h) C1 RNAV 2 todos os sensores permitidos
i) C2 RNAV 2 GNSS
j) C3 RNAV 2 DME/DME
k) C4 RNAV 2 DME/DME/IRU
l) D1 RNAV 1 todos os sensores permitidos
m) D2 RNAV 1 GNSS
n) D3 RNAV 1 DME/DME
o) D4 RNAV 1 DME/DME/IRU
p) L1 RNP 4
q) O1 Básico RNP 1 todos os sensores permitidos
r) O2 Básico RNP 1 GNSS
s) O3 Básico RNP 1 DME/DME
t) O4 Básico RNP 1 DME/DME/IRU
u) S1 RNP APCH
v) S2 RNP APCH com BARO-VNAV
w) T1 RNP AR APCH com RF (autorização especial requerida)
x) T2 RNP AR APCH sem RF (autorização especial requerida)

7.3. INDICADOR NAV

Outros dados relativos a equipamento de navegação, além dos especificados com o indicador PBN/, conforme requerido pela autoridade ATS competente, poderão ser declarados após NAV/, como, por exemplo, os recursos de aumentação do GNSS, com o uso de espaço separando dois ou mais métodos de aumentação.

7.4. INDICADOR COM

As aplicações ou capacidades de comunicação não especificadas no Item 10 devem ser declaradas após o indicador COM.

7.5. INDICADOR DAT

As aplicações ou capacidades de dados não especificadas no Item 10 devem ser declaradas após o indicador DAT.

7.6. INDICADOR SUR

As aplicações ou capacidades de vigilância não especificadas no Item 10 devem ser declaradas após o indicador SUR.

7.7. INDICADOR DEP

Para os aeródromos de decolagem não listados em Publicação de Informação Aeronáutica, deve ser declarada a localização da decolagem após o indicador DEP, de acordo com os casos estabelecidos na Emenda 1.

7.8. INDICADOR DEST

Para os aeródromos de destino não listados em Publicação de Informação Aeronáutica, deve ser declarada a localização da decolagem após o indicador DEST, de acordo com os casos estabelecidos na Emenda 1.

7.9. INDICADOR DOF

Para operacionalização do tratamento de planos de voo apresentados com mais de 24 horas e até 120 horas de antecedência, a data (YYMMDD) de realização do voo deve ser declarada após o indicador DOF, onde YY, MM e DD refere-se, respectivamente, ao ano, ao mês e ao dia.

7.10. INDICADOR DLE

Para os casos de atraso em rota ou esperas, deverão ser inseridos os pontos significantes na rota onde se planeja que ocorra o atraso, seguido pela duração deste atraso no formato de horas e minutos (hhmm).

7.11. INDICADOR ORGN

Para a inserção do endereçamento AFTN de 8 letras do originador do FPL ou outros detalhes de contato apropriados, nos casos onde o originador do plano de voo não pode ser facilmente identificado, de acordo com o estabelecido pela autoridade ATS competente.

7.12. INDICADOR PER

Para a inserção de dados de performance da aeronave, com o uso de uma só letra, conforme especificado nos Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea – Operação de Aeronaves (PANS-OPS, Doc 8168), Volume I – Procedimentos de Voo, se estipulado pela autoridade ATS competente.

7.13. INDICADOR TALT

Para a inserção do indicador de 4 letras ou do nome do aeródromo, se não houver indicador publicado, para o aeródromo alternativo de decolagem no qual a aeronave tenha condições de pousar se, por razões técnicas ou operacionais, houver necessidade de ser efetuado um pouso não previsto (emergencial) logo após a decolagem e isto for impraticável no próprio aeródromo de decolagem.

8. COMPOSIÇÃO DE MENSAGENS ATS

O Item 18 passa a compor as seguintes mensagens ATS: DLA, CNL, CHG, DEP, RQP e RQS.

Fonte: DECEA

Alunos de escola de Presidente Prudente/SP conhecem o helicóptero Águia

Com o objetivo de fazer com que os alunos possam vivenciar os aprendizados transmitidos em sala de aula, cerca de 20 estudantes do 2° e 3° anos da Escola Municipal Carlos Castilho Cabral do Jardim Regina realizaram uma visita à sede  da Base do Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar (BRPAe Presidente Prudente), que fica no hangar do Aeroporto Adhemar de Barros. Os alunos ingressaram na oficina de Educação para o Trânsito e Cidadania do programa Cidadescola em agosto deste ano e estiveram pela primeira vez no local.

Na oportunidade, as crianças puderam conhecer de perto o helicóptero Águia, meio de transporte utilizado que realiza função de apoio às equipes da Polícia Militar, além de realizar buscas e salvamentos. Na oportunidade, os alunos foram orientados pelo Cabo Fabiano de Souza e o Cabo Valdemir Mendes de Souza.

“A intenção é divulgar o trabalho realizado pela aeronave da Polícia Militar dentro da cidade”, explica o Cabo Mendes. Segundo ele, a iniciativa da Secretaria Municipal de Educação (Seduc) em parceria com a Secretaria Municipal de Assuntos Viários e Cooperação em Segurança Pública (Semav) resulta numa maior aproximação entre os alunos e a Polícia Militar. A visita ao Radiopatrulhamento Aéreo da Polícia Militar contou com a supervisão do Tenente Baltazar.

“A presença dos alunos fortalece a relação entre a Polícia Militar e a comunidade. Com essa aproximação, as crianças passam a ter uma relação de mais confiança e respeito com as autoridades”, explica o Cabo Mendes. Ele revela ainda que a ação estimula a formação de futuros policiais militares já que eles podem conhecer de perto a função desempenhada pelas equipes. De acordo com a professora da oficina de trânsito, Nilza de Almeida Bina, atualmente a oficina é desenvolvida em três escolas, sendo elas: Maria do Socorro; Isabel Negrão e a Escola Carlos Castilho Cabral, onde foi implantada neste ano.

A atividade foi acompanhada pela professora comunitária Neli Artero. Ela adiantou que nos dias 21 e 22 de novembro os alunos da oficina Cultura da Paz irão realizar uma visita a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) para entrega de uma cesta básica. O trabalho integra a Semana da Solidariedade.

Fonte/Fotos: Secretaria Municipal de Comunicação de Presidente Prudente/SP

Governo do Amapá recupera avião Bandeirante abandonado em São Paulo desde 2009

Pousou às 13h desta quarta-feira, 21, no Aeroporto Internacional de Macapá, o avião Bandeirante que pertence ao Governo do Estado do Amapá (GEA) e que estava abandonado desde 2009, na oficina da Embraer, em Gavião Peixoto, São Paulo.

A aeronave foi enviada para manutenção, mas não houve nenhum empenho da gestão anterior para buscar o patrimônio, o que ocorreu somente em 2011, quando o governador Camilo Capiberibe determinou ao chefe de Divisão de Transportes Aéreos da Secretaria de Estado dos Transportes, Victor Jr., que tomasse todas as medidas necessárias para buscar o avião.

“Pagamos uma dívida da aeronave desde 2006 no valor de R$ 809 mil, fizemos uma licitação para a reforma e recuperação e agora o avião volta novamente a ficar à disposição do Estado”, comentou o diretor Victor Jr.

O chefe de Divisão de Transportes Aéreos disse que na oficina da Embraer um cidadão inglês pediu para entrar na aeronave e ficou maravilhado pelas condições do avião. “É o mais conservado do mundo, dito pelo próprio fabricante da aeronave, a Embraer”, comentou Victor Jr., explicando que o avião é um Embraer E110 P1, modelo Bandeirante versão Executiva, para dois tripulantes e dez passageiros, comprado pelo Governo do Amapá em 1989.

Mais do que devolver o patrimônio ao Estado, o retorno da aeronave também significa economia para os cofres públicos. Ano passado, só transportando doentes do interior para a capital, o governo pagou mais de R$ 1 milhão.

Fonte: Agência Amapá de Noticias 

BRPAe Ribeirão Preto/SP: A Segurança que vem do céu

O Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar do Estado de São Paulo (GRPAe), que atua com os helicópteros Águias, é treinado para apoiar as atividades da PM e agilizar o trabalho dos que estão em terra. Criado em 15 de agosto de 1984, as equipes do Águia contabilizam muitas missões especiais, com participação em atividades de policiamento urbano, trânsito, choque, ambiental, rodoviário, Corpo de Bombeiros e outras diversas missões em prol da população, incluindo transporte de órgãos para transplante.

Onde não há visibilidade na área para o resgate de pessoas perdidas em matas, por exemplo, é acionado o Águia da PM, assim como em casos de perseguição de foragidos. Por meio de rádio, a comunicação se faz ágil entre equipes aérea e terrestre.

Em uma das vezes em que o Águia esteve em Araraquara/SP no último mês, a equipe da revista kappa e portal k3 acompanhou os trabalhos e conversou com integrantes do Grupamento. A cidade de Araraquara e região são atendidas pela Base de Radiopatrulha Aérea de Ribeirão Preto, responsável pelas 93 cidades do 3º Comando de Policiamento do Interior, região nordeste do estado de São Paulo.

Todas as ocorrências são registradas por uma central, denominada Solo Águia, que dependendo da gravidade dos chamados, passa para a equipe da aeronave, sempre composta por dois comandantes de voo e dois ou três oficiais tripulantes.

Estas equipes estão sempre preparadas para qualquer caso de emergência, inclusive com equipamentos especiais para auxílio em contenção de incêndios e primeiros socorros em resgates de acidentados e afogados.

“Nós só não temos ainda o trabalho de aeromédico, que já existe na capital e em Campinas, onde uma equipe de médicos e enfermeiros plantonistas está sempre de prontidão para atender casos de socorros em acidentes, afogamentos. Mas vamos receber estes serviços também. Esse é o futuro do trabalho da nossa corporação, agilizar o processo de atendimento ao cidadão”, diz o capitão PM Ivan, um dos comandantes do Águia de Ribeirão Preto.

Ele ressalta que, apesar de não dispor de equipe médica, eles têm condições de, em poucos minutos, levar um médico ou bombeiro até os locais das ocorrências. “Trabalhamos com emergências. Em caso de ocorrência, soa o alarme da central e em dois minutos consigo decolar com equipe pronta. Para atender as cidades da região é a mesma coisa, pois de Ribeirão Preto a Araraquara consigo chegar em 20 minutos”, aponta.

O capitão Ivan conta que, em caso de muitas ocorrências ao mesmo tempo na área de cobertura, é preciso priorizar a gravidade de cada caso. “Nós também podemos pedir o auxílio da aeronave de outro comando, pois todos no estado trabalhamos em conjunto”, afirma. Da mesma forma, eles trabalham em operações agendadas pela Polícia Militar, como a que foi realizada em Araraquara no dia 25 de outubro, em busca de foragidos da Justiça.

Para tornar-se um integrante da Patrulha Aérea, é preciso ser oficial da Polícia Militar ou Civil e prestar concurso específico. Integrado à equipe, este novo oficial irá receber todo o treinamento exigido que é feito na capital, na Escola de Aviação da PM.

TREINAMENTO – Os oficiais do Águia têm treinamento de primeiros-socorros e estão sempre prontos para o caso de precisar pousar a aeronave para auxílio à equipe que está em terra. Hoje o departamento conta com 487 profissionais, 93 pilotos e copilotos, 10 bases no interior e uma na capital, 24 helicópteros, dos quais 21 são Esquilos e 2 Schweizer, 1 EC 135, além de quatro aviões para o atendimento de todo o estado de São Paulo.

De acordo com integrantes do grupamento, o helicóptero Águia está no máximo a 15 minutos de distância de 85% da população do estado, o que equivale a 35 milhões de pessoas. São equipes que trabalham em esquemas de plantão 24 horas por dia, treinadas para atender desde incêndios urbanos e florestais, até o transporte de órgãos para transplante. Somente no ano passado, o Grupamento Aéreo fez 14 transportes de órgãos para transplante e 6.266 resgates em todo o estado.

Entre as milhares de missões vitoriosas registradas, se destacam, entre as mais recentes, as enchentes em Santa Catariana, em 2008, em São Luís do Paraitinga, em 2010, e na região serrana do Rio de Janeiro, em 2011. Além da capital paulista, as aeronaves ficam instaladas nas bases de São José dos Campos, Campinas, Ribeirão Preto, Bauru, São José do Rio Preto, Praia Grande, Sorocaba, Presidente Prudente, Piracicaba e Araçatuba.

CASO MARCANTE – O capitão Ivan diz que os eventos que mais ficam gravados na memória dos integrantes são os de salvamento, como um caso que aconteceu há seis meses, na cidade de Viradouro (SP). Eles saíram em patrulha em uma mata ciliar com córregos nas buscas de um senhor que estava desaparecido havia dois dias. “Ele era de São Paulo, estava em viagem com a família e tinha saído para pescar.

Começamos a descer o helicóptero próximo onde ele havia desaparecido e o localizamos na margem do córrego, só com a cabeça e o braço para fora da água. Comunicamos à equipe terrestre que havíamos achado o corpo, foi quando ele mexeu o braço em nossa direção. Foi muito gratificante resgatá-lo com vida”, relembra o capitão Ivan. Neste caso, o helicóptero pousou e a equipe do Águia auxiliou o Corpo de Bombeiros no resgate da vítima.

SÉRIE DE TEVÊ – O trabalho do Águia já virou série brasileira de TV a cabo. O canal Discovery produziu uma série de oito capítulos mostrando o dia a dia da corporação, no resgate de vítimas e perseguição de foragidos da lei. Os episódios são exibidos pelo canal todas as quartas-feiras, às 22h20, e mostram cenas impressionantes com voos rasantes e salvamentos bem-sucedidos.

Fonte: Portal K3

Águias da Cidade – Confira os Episódios 5 a 8

Acompanhar os passos de homens e mulheres que se arriscam para salvar vidas e proteger as pessoas. Essa é a proposta de ÁGUIAS DA CIDADE, a série brasileira da Discovery.

Dividida em oito episódios, a produção leva os telespectadores em voos dramáticos realizados pelo Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar do Estado de São Paulo, mais conhecidos como Águias.

Os episódios apresentam o trabalho diário feito por profissionais, capazes de transformar imprevistos, acidentes e fatalidades em oportunidades para o triunfo da vida e da proteção das pessoas. Pilotos, médicos, tripulantes operacionais, mecânicos e enfermeiros estão sempre agindo no limite, seja de tempo ou de recursos médicos e técnicos.

Confira o Episódio 5:

Confira o Episódio 6:

Confira o Episódio 7:

Confira o Episódio 8:

Alaska State Trooper adquire novo AS350B3e

A American Eurocopter anunciou no último dia 14, que o Departamento de Segurança Pública do Alasca comprou um AS350 B3e para apoiar as operações dos Alaska Wildlife Troopers and State Troopers. O novo AS350 B3e será baseado em Fairbanks, Alaska trazendo um aumento da capacidade para a frota de helicópteros existentes, que inclui também um AS350 B3.


“Quando nós decidimos adicionar um outro helicóptero à nossa frota, sabíamos que precisávamos de algo com o desempenho e capacidade que nos permitisse completar a nossa grande variedade de missões”, disse o Coronel Gary Folger, Alaska Wildlife Troopers. “A ampla cabine AStar e piso plano nos dá muito espaço para equipamentos de missão e de carga, o que é importante para apoiar nossos soldados e cidadãos no terreno”.

O AS350 B3e é a versão mais recente da família AStar, um das famílias de helicópteros mais populares em uso de forças policiais nos EUA. O AStar é conhecido por sua confiabilidade, desempenho e capacidade multimissão. O B3e traz a próxima geração de desempenho para a família. A aeronave dispõe de uma nova turbina Turbomeca Arriel 2D, que proporciona uma maior velocidade de cruzeiro e está equipado com um novo FADEC de duplo canal e um Engine Data Recorder, que aumenta a segurança e a gestão do sistema.

“O AS350 B3e será uma grande aquisição para o Departamento de Segurança Pública do Alasca”, disse Ed Van Winkle, Gerente de Vendas do Mercado Aéreo Policial da American Eurocopter. “Isso vai proporcionar-lhes uma plataforma confiável para realizar uma ampla gama de missões policiais e como utilitário, em um ambiente operacional desafiador”.

O Departamento de Segurança Pública do Alasca utiliza seus helicópteros para apoiar as operações em todo o Estado do Alasca, e complementam uma grande frota de aeronaves de asa fixa. Como a maioria das áreas do Alasca não são acessíveis por estradas, a frota da agência age como um multiplicador de forças para tropas em solo, tudo com o objetivo de fornecer um ambiente seguro para os cidadãos do Estado do Alasca.

Fonte: Tradução Daniel Queiroz – Asa Rotativa e Eurocopter USA.

Helicópteros de Goiás estão parados por falta de seguro aeronáutico

Há dois meses, os helicópteros da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás estão parados porque o contrato com a seguradora venceu e ainda não foi renovado. Com as aeronaves custando cerca de R$ 8 milhões cada uma, o seguro gira em torno de R$ 300 mil e será renovado com a Allianz, a mesma que segurava o helicóptero da Polícia Civil, que caiu em 8 de maio deste ano. O processo, segundo a Secretaria de Segurança Pública e Justiça (SSPJ) do Estado, está em fase final e aguarda apenas documentações da PM e dos Bombeiros para que a verba seja liberada pela Procuradoria-Geral de Goiás. Só então, os atendimentos voltarão a acontecer.

Os três helicópteros (Polícia Militar, Polícia Civil e Bombeiros) foram adquiridos pelo Estado em 2010 pelo valor conjunto de R$ 21 milhões. Hoje, segundo o tenente-coronel e piloto dos Bombeiros, Hofmann Gomes Rodrigues, custam, cada um, R$ 8 milhões. “Tivemos alguns impasses pelo valor do seguro atual, mas é preciso analisar que, se aumentam o número de acidentes com aeronaves, como foi o caso do Brasil, aumenta-se também o seguro. É o mesmo que o seguro do carro que sobe quando aumenta o índice de roubos. Se comparado a valor de um carro, em que o seguro custa aproximadamente 12% do valor do veículo, o do helicóptero custa menos que 4%”, afirma.

De acordo com o procurador-geral do Estado, Alexandre Tocantins, a negociação está em fase final e a documentação que ainda resta deve ser entregue amanhã (22/11) quando completam dois meses que os helicópteros estão parados. “A partir daí, nossa resposta jurídica é rápida e a volta dos serviços fica a cargo da SSPJ”.

Déficit em atendimentos

Com os helicópteros parados, à espera do seguro, cerca de 70 atendimentos ou fiscalizações deixaram de ser realizadas. Isto considerando Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Segundo o Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer), a PM participou de 127 ocorrências desde janeiro.

Com o Corpo de Bombeiros, foram 151 ocorrências, sendo todas, de casos considerados graves. Segundo o tenente-coronel Hofmann, em alguns dias, os Bombeiros chegavam a ser acionados até cinco vezes. “Os atendimentos são, geralmente de casos graves, as aeronaves funcionam com um suporte avançado e a população perde muito com esse problema”, lamenta.

“Um dos casos, por exemplo, foi de um bebê que ingeriu veneno de rato em Itumbiara. Em menos de uma hora, a criança já estava em Goiânia recebendo atendimento. Gastamos de helicóptero o mesmo tempo que gastamos para atender a uma ocorrência usando carro, na Capital. É essencial o uso dos helicópteros”, afirmou a assessoria do Corpo de Bombeiros.

Polícia Civil sem previsão de aeronave

Em oito de maio, o helicóptero da Polícia Civil caiu no município de Piranhas, interior do Estado e vitimou Jorge Moreira (titular da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas), Antônio Gonçalves Pereira dos Santos (superintendente da Polícia Judiciária), Osvalmir Carrasco Melati Júnior (chefe do Grupo Aeropolicial), Vinícius Batista da Silva (titular da Delegacia de Iporá (GO) e responsável pelo inquérito da chacina), Bruno Rosa Carneiro (chefe-adjunto do Grupo Aeropolicial) e dois peritos, os primos Fabiano de Paula Silva, lotado em Iporá (GO), e Marcel de Paula Oliveira, lotado em Quirinópolis (GO), e o suspeito de uma chacina na região Aparecido de Souza Alves.

As investigações ainda não foram concluídas, nem pela Polícia Civil, nem mesmo pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Desta forma, segundo a assessoria da Polícia Civil, a corporação deve permanecer sem helicóptero até que o inquérito seja concluído. Isto porque a seguradora só irá substituir o helicóptero depois que o caso for solucionado.

“Para a Polícia Civil, é uma perda grande porque a aeronave era usada diariamente para fiscalização de crimes ambientais, deslocamentos mais rápidos e operações no interior do Estado. Se conseguíamos enviar uma equipe em duas ou três horas, com carro demoramos mais que o dobro. Fiscalizações aéreas também na perdem suspeitos de ista e sã mais eficazes”, finalizou a assessoria.

Fonte: O Hoje.

Avião do CGPA/MS sofre pane no trem de pouso em Campo Grande

O Avião Baron, prefixo PT-WFO, do Governo do Estado do Mato Grosso do Sul (CGPA – Coordenadoria Geral de Policiamento Aéreo), que transportava o Secretário de Segurança Pública e Justiça e mais três pessoas de sua equipe, sofreu uma pane no trem de pouso dianteiro.

A assessoria de imprensa do Aeroporto Internacional de Campo Grande informou que a pista principal ficou interditada por cerca de 50 minutos. O acidente ocorreu na segunda-feira (19/11/13) por volta das 13h30.

Segundo o Secretário, ele e sua equipe voltavam de uma aula inaugural do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) em Dourados/MS, quando aconteceu o incidente. “Ministrei a aula inaugural, com participação de policiais de 11 Estados fronteiriços e Goiás. Pegamos o voo para Campo Grande, a aeronave aterrissou e estava taxiando na pista. Nesse momento, ao que parece, o trem de pouso dianteiro recolheu”, contou.

De acordo com o secretário, ninguém ficou ferido. “Foi só o susto”, declarou. Segundo informações o CENIPA já fez vistoria no local e foi instaurada uma sindicância para saber as causas do acidente.

Fonte: UH News

PRF e SAMU reativam convênio para operação conjunta em Santa Catarina

A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) reativaram, nesta quarta-feira (14/11), o convênio que prevê a manutenção de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) atuando no helicóptero da PRF, baseado em Florianópolis/SC.

A aeronave com profissionais do SAMU começa a operar em 1° de dezembro. Até lá, a equipe de socorristas passará por um treinamento para atendimento aéreo.

A retomada do convênio foi decidida nesta quarta-feira, em reunião na Secretaria de Estado da Saúde, com o secretário de Estado da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira, com o inspetor superintendente da PRF, Silvinei Vasques, e a equipe de gestores do SAMU.

O convênio estava desativado desde março. O objetivo de integrar as equipes do SAMU e da PRF é ampliar e agilizar os atendimentos de acidentes nas rodovias federais do Estado, além de fazer transferência de pacientes graves, em todo o território catarinense.

Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina.


Conheça um pouco mais  sobre a base DOA / PRF – Santa Catarina


Grupo é resgatado pelo Águia e deverá pagar multa

Grupo saiu de Santo André e foi resgatado na tarde desta sexta-feira (16/11). Policial Ambiental informou que multa pode variar de R$1 mil a R$10 mil.

Um grupo de sete pessoas se perdeu em uma trilha na Serra do Mar, no litoral sul de São Paulo. Eles foram resgatados no final da tarde desta sexta-feira (16/11).

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, um grupo saiu na manhã desta sexta-feira de Santo André. A ideia deles era fazer uma trilha entre Paranapiacaba e Cubatão. O grupo composto por seis homens e uma mulher se perdeu na Serra do Mar.

Eles conseguiram falar com os bombeiros por meio do celular de um deles. Durante a tarde desta sexta-feira, eles foram resgatados pelo helicóptero Águia da Polícia Militar e trazidos até Cubatão. Todos estavam bem e sem ferimentos.

A Multa

A Polícia Ambiental informou que o grupo será responsabilizado e deverá se apresentar para pagar uma multa. ”Para esse tipo de atividade há necessidade de informar ao gestor do Parque Estadual da Serra do Mar para poder ter um acompanhante, para poder fazer essas descidas.

Desse grupo de sete pessoas, uma delas vai ser responsabilizada, vai ser encaminhada ao gestor do parque, podendo pagar uma multa que varia entre R$ 1000 e R$ 10 mil, dependendo do laudo do gestor do parque”, explicou o policial militar Michel Antonio Nunes.

O Salvamento

O Sgt Cruz foi o tripulante lançador e Sd Christian, em solo, foi o tripulante que orientou e efetuou o salvamento das vítimas que estavam ao lado da torre de alta tensão. Somente após quatro aproximações da aeronave foi possível a realização do salvamento.

Segundo os pilotos, havia um único local que cabia a aeronave entre as duas torres, onde a vegetação tinha cerca de 40 cm de altura e foi possível fazer o embarque das vítimas a baixa altura. A equipe da aeronave estava composta pelo Cap Adriani, Ten Santana, Sgt Cruz, Cb Alfredo e Sd Christian.

Confira a reportagem do SP Record:

Fonte: G1 e PMESP.

Delegados ressarcem a sociedade por uso irregular de helicóptero

A 2ª Promotoria de Justiça de Xanxerê firmou termo de ajustamento de conduta com dois Delegados de Polícia da região. Os TACs prevêem que os policiais paguem multas e indenização no valor total de R$ 47.298,77 pelo uso indevido de um helicóptero da Polícia Civil na Feira Estadual do Milho, FEMI 2012, em Xanxerê, entre 28 de abril e 6 de maio deste ano. O dinheiro será destinado ao Fundo para a Reconstituição de Bens Lesados (FRBL) e ao Fundo de Melhoria da Polícia Civil.

Segundo denúncias recebidas na Promotoria, a aeronave, solicitada para auxiliar ações policiais na região durante o evento, teria sido utilizada para passeios turísticos e voos panorâmicos por autoridades, familiares, empresários e jornalistas.

Ao tomar conhecimento das suspeitas, o Promotor de Justiça instaurou inquérito civil para apurar os fatos. As investigações concluíram que um Delegado de Polícia licenciado atuava como coordenador de segurança da Feira do Milho e teria induzido em erro o comandante do helicóptero, fazendo-o acreditar que os voos eram oficiais e que agia em razão da função de Delegado. Com relação ao outro Delegado, concluiu o inquérito da Promotoria que houve omissão, por ser o Delegado Regional de Polícia à época e não fiscalizar o uso da aeronave na festa. As conclusões se pautaram em relatório de sindicância apresentado pela Corregedoria da Polícia Civil.

O ajustamento de conduta aplica as multas previstas na Lei de Improbidade Administrativa de forma mais célere do que a ação de improbidade administrativa, que pode levar anos para a tramitação e julgamento. O Delegado de Polícia deverá devolver aos cofres públicos, por meio do Fundo de Melhoria da Polícia Civil, a quantia de R$ 18.739,61. O valor corresponde aos custos de operação do equipamento durante o período em que o helicóptero foi utilizado de forma irregular. Além disso, pagará mais uma multa no mesmo valor para o FRBL, totalizando R$ 37.479,22. O Delegado Regional, pela omissão, recolherá ao FRBL R$ 9.819,55, como multa.

De acordo com o Promotor de Justiça Eduardo Sens dos Santos, “o TAC não implica reconhecimento de culpa pelos Delegados nem configura condenação judicial. Significa apenas que as partes, de comum acordo, resolveram evitar a propositura de uma ação de improbidade administrativa para discutir o assunto, demonstrando elevado espírito de responsabilidade e de respeito às instituições envolvidas”.

Para saber mais leia a matéria sobre o evento FEMI 2012.

Fonte: MPSC

 

Tocantins passa a contar com seu primeiro Comandante de Aeronave Policial

Após o período de um mês como segundo piloto em comando na Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas do Estado do Ceará – Ciopaer, sediada em Fortaleza – CE, o Delegado Leonardo Marincek Garrido da Nóbrega, da Polícia Civil do Estado do Tocantins concluiu o Estágio Operacional para ascensão à função de Comandante de Aeronave. Após seu primeiro voo como comandante de aeronave, Garrido foi recebido pelo Cel QOPM Antônio Nirvando Monteiro Vieira, coordenador da Ciopaer e equipe.

O Delegado PCTO Garrido atingiu os requisitos de experiência e proficiência necessários para ascensão ao posto de Comandante de Aeronave, perfazendo um total de 530 horas de voo, realizadas nas mais variadas missões aéreas nos Estados do Ceará, Tocantins e Alagoas.

A experiência vivida como segundo piloto em comando, somada aos pré-requisitos constantes na Legislação Aeronáutica em vigor, à confiança e à segurança demonstradas pelo delegado em uma pilotagem segura e dentro dos padrões, permitiram que o instruendo evoluísse, passando a ocupar o posto de pilotagem do Comandante.

O piloto foi testado diariamente no atendimento de ocorrências, situação na qual atuava sob a supervisão de um piloto mais experiente da Ciopaer Ceará, a quem cabia orientar o policial nas tomadas de decisão em inúmeras operações, desde as policiais até as de Defesa Civil.

Atualmente o piloto é lotado na Superintendência de Operações Aéreas do Tocantins, e passará a operar em comando de operações policiais onde terá a oportunidade de apoiar Policiais Civil e Militar em perseguições, buscas e cercos, auxiliar na prisão de criminosos e em missões típicas de bombeiro, no resgate e pronto-atendimento de vítimas de afogamentos, em acidentes automobilísticos, combate a incêndios florestais e no patrulhamento aéreo na região metropolitana de Palmas e interior do Estado do Tocantins.

O Delegado teve sua formação de Piloto Comercial de Helicóptero na própria Ciopaer Ceará, que possui escola devidamente homologada pela Anac, o que lhe propiciou experiência de vôo, não só no atendimento de ocorrências como também em vôos de instrução ligados à atividade aeropolicial, tais como: lançamento de rapel, exfiltração por mcguire, pouso em heliponto elevado, operação em área restrita,utilização do Bambi Bucket e manobras de emergência.

Possuidora de um corpo docente e de uma infra-estrutura de excelência, a Ciopaer Ceará vem cumprindo o papel de integrar cada vez mais, por meio da formação e qualificação contínua, pilotos de diversas Instituições de todo o Brasil.

Fonte: SSP/TO

Acidente envolvendo dois helicópteros da polícia da cidade de Pasadena, na Califórnia/EUA

Um acidente envolvendo dois helicópteros da polícia da cidade de Pasadena, na Califórnia/EUA, deixou seis pessoas com ferimentos leves, no sábado 17/11/12.

O acidente ocorreu por volta das quatro horas da tarde no heliponto do Departamento de Polícia de Pasadena. Em um comunicado a imprensa, o Departamento de Polícia de Pasadena disse que “foi um acidente onde as pás dos rotores das aeronaves se tocaram durante uma manobra em solo”.

Dentre os seis feridos, cinco policiais e um civil, todos foram levados para um hospital para avaliações. Ambas as aeronaves, do tipo OH-58 (versão militar do Bell 206 Jet Ranger) sofreram danos de grande monta segundo o comunicado.

Uma das aeronaves estava em uma missão de rotina para atendimento de ocorrência e a outra aeronave estava em missão de apoio a um evento esportivo. Ambos as aeronaves estavam tripuladas com um piloto e um observador, os outros dois dos feridos, um policial e um civil, não estavam a bordo.

Fonte: ABC

 

GRAER/AM cumpre sua primeira missão com tripulação “100% amazonense”

Após a desmobilização da Seção de Aviação Policial, da Força Nacional de Segurança Publica no Estado do Amazonas, e a ascensão do Cap PMAM Marcelo Cavalcante à condição de comandante de aeronave Esquilo, o Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo cumpre sua primeira missão com tripulação “100% amazonense”.

Apoiando o Tribunal de Justiça do Amazonas, na Semana Nacional de Conciliação, a aeronave PR-EAM Águia 01 deslocou-se ao município de Manaquiri, na margem direita do Rio Negro, sendo a tripulação composta pelo Cap PM Marcelo Cavalcante, Cap PM Paulo Emilio e Sd PM Jean Victor (com a equipe de manutenção deslocando por meio de viatura), para permitir que o judiciário realizasse audiências em pequenas comunidades, isoladas devido à vazante dos rios.

Durante toda a semana, foram transportados membros do judiciário amazonense (inclusive seu Presidente), juízes, promotores de direito, advogados, servidores e imprensa em localidades acessíveis somente por meio do helicóptero.

O GRAER agradece a todos os integrantes da SAP/FNSP, pelo valoroso e abnegado trabalho em prol do crescimento da aviação de segurança pública e defesa social amazonense.

Fonte: GRAer/AM

CENIPA aposta na eficácia do ensino a distância

O curso Básico de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, na modalidade de Ensino a distância (EAD), promovido pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), ganha a modernidade na Internet. As inscrições vão até o dia 7 de dezembro. Interessados  acessar: www.cenipa.aer.mil.br/cursos/.

Com a duração de seis semanas, o Básico é pré-requisito para os demais cursos do CENIPA e será realizado no período de 18 de fevereiro a 28 de março de 2013. O conteúdo das aulas abrange aspectos da legislação, programas e ferramentas da prevenção incluindo a filosofia SIPAER (Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos). O Calendário Anual 2013 do CENIPA prevê outros cursos chamados híbridos, os quais apresentam módulos online e presencial.

O projeto de ensino a distância permite formar e treinar o maior número de aeronavegantes da aviação civil e militar. Os cursos online estão voltados para a capacitação da comunidade SIPAER nos conhecimentos teóricos indispensáveis aos cursos específicos, além de estimular a prevenção de acidentes aeronáuticos, afirma a pedagoga Adriana de Barros Nogueira de Mattos, da Divisão de Formação e Aperfeiçoamento do órgão investigador.

Pela modalidade online o aluno atua  independente e ganha uma nova dinâmica de aprendizagem, que exige administrar seu tempo e organizar seu horário de estudos. Segundo Adriana Mattos, “o aluno é monitorado a partir do momento em que entra na sala de aula. Na avaliação levamos em conta a participação, o interesse e a construção de conhecimentos pela interatividade”, afirma.

Para dar suporte ao aluno, o CENIPA conta com 47 tutores – técnicos especialistas em aviação civil e militar – capacitados pela FGV na metodologia em  ambiente virtual. A pedagoga Adriana lembra que a educação pela Internet facilita a aprendizagem pelas novas tecnologias e práticas de ensino. “O curso foi planejado para o aluno estudar apenas uma hora por dia, de segunda a sexta-feira, entretanto, requer dedicação e disciplina para obter aprovação”,afirma.

A adequação do curso Básico ao sistema de ensino a distância significou um desafio para a FGV, pela extensão de quase 60 horas de conteúdo. Além de reunir aspectos completamente diferentes dos demais projetos da Fundação, foi necessário desenvolver cenários próprios para a ambientação do aluno na plataforma online, desde a criação de um personagem especial que é o próprio Santos-Dumont até cabines de aviões.

Educação a distância não é fácil

A gerente de Produção Acadêmica, da FGV, Maristela Rivera Tavares, afirma que o curso pela Internet não é fácil. Aquele que optar por esse tipo de estudo pensando que terá liberdade para estudar sem critérios ou planejamento, não obterá êxito. “A educação a distância requer metodologia e troca de conhecimentos entre tutores e colegas, além de tarefas e prazos a serem cumpridos”, explica.

Maristela também alerta para a grande evasão nos cursos online. O estudo a distância pressupõe muita leitura e produção de texto. Muitos cursos extrapolam a carga horária, pois quem se dedica participa mais do que numa aula presencial. Além disso, a Internet encurta distâncias e permite que mais pessoas participem da experiência educativa. “O mesmo conteúdo recebido em Mossoró (RN) também é visto em São Paulo”, exemplifica.

Atualmente a busca por pesquisas está saindo das bibliotecas tradicionais para o Google. Os cursos online disponibilizados pela Fundação Getúlio Vargas atingiram 15 milhões de acessos. Um número expressivo que comprova a receptividade do aluno para as plataformas virtuais. É mais barato e possui logística mais simples, além de proporcionar que se conciliem estudos e compromisso social.

Para Maristela Tavares, o curso Básico de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos é de interesse do público em geral. Os conhecimentos de segurança de voo podem mudar o comportamento daqueles que utilizam o transporte da aviação civil. O conhecimento atende a qualquer pessoa que não têm horário fixo para assistir aulas ou que não possa estar no lugar onde se realiza o curso.

Fonte: Cenipa

Aviação Paulista na Revolução Constitucionalista de 1932

EXPEDITO CARLOS STEPHANI BASTOS
Universidade Federal de Juiz de Fora

Quando da Revolução Constitucionalista de 1932, deflagrada em 9 de julho, poucos recursos tinha São Paulo para levar adiante o movimento, tendo de recorrer a seu parque industrial, à força de vontade e imaginação do povo paulista.

Imaginação e determinação estas provadas no desenvolvimento e produção de uniformes, capacetes, munições, armamentos leves e pesados, granadas, morteiros, veículos blindados, máscaras contra gases, material de saúde, instrumentos ópticos, rações que originariam as atuais R-2 do Exército, além de contar com uma grande inovação na “guerra psicológica”, com cartazes, postais, selos e dinheiro e as famosas “matracas”, as quais imitavam o barulho de metralhadoras, e assim causavam grande pânico às tropas governistas.

São Paulo, além de não contar com aliados, havia sido privado de sua artilharia, aviação e outros aparatos bélicos, confiscados pelo governo provisório após a Revolução de 1930. Também não possuía barcos que pudessem fazer frente ao bloqueio naval imposto pela Armada, no dia 11 de julho, ao porto de Santos, através do cruzador Rio Grande do Sul, acompanhado por três destróieres e um destacamento da aviação naval, composto de dois aerobotes Martin PM e três hidroaviões Savola-Marchetti S-55.

Fonte: Universidade Federal de Juiz de Fora.

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