Agusta Westland faz apresentação de suas aeronaves ao GRPAe de São Paulo

Em 07/10/10 a empresa Agusta Westland e a empresa Ocean Air Taxi Aéreo fizeram uma apresentação de suas aeronaves aos pilotos do GRPAe da PMESP.

Estavam presentes na apresentação o Sr Eduardo Carneiro, Gerente Regional da Agusta Westland, o Sr Milton Moreno, Venda de Helicópteros da Ocian Air e Marcos Fabio, Helicopter Director da Ocean Air, além do Comandante do GRPAe, Ten Cel PM Severo, Maj PM Samuel, Maj PM Gaspar, Cap PM Beni e demais pilotos do GRPAe.

Foram apresentados o AW119Ke, AW109Power e o AW139. Dependendo do volume de vendas de aeronaves no Brasil a Agusta Westland prevê a possibilidade de construção de instalações de montagem, cujo modelo ficará a cargo da demanda.

O Estado de Goiás adquiriu recentemente três helicópteros modelo AW119Ke e a Polícia Militar de Santa Catarina está em fase de adjudicação de mais uma aeronave AW119Ke (Koala).

Dentre os aspectos mais interessantes apresentados foi a operacionalidade do helicóptero AW119Ke, pois, sendo uma aeronave monoturbina, possui caracteristicas diferenciadas, como, por exemplo:
– Peso Máximo de Decolagem de 2.850 Kg;
– Velocidade de Cruzeiro Rápido (140 Kts ou 255 Km/h );
– 204 kg de carga no guincho colocado ao lado do piloto (lado direito);
– 1.400 kg de carga no gancho, podendo ter um gancho secundário de 500 kg;
– Bambi Bucket com capacidade para 1.000 litros;
– Portas corrediças;
– Bagageiro traseiro amplo com até 2,3 metros (0,95 m³);
– Cabine para 6 passageiros, além dos 2 pilotos;
– Possibilidade de colocar duas macas na longitudinal com lugar para o médico, enfermeiro e dois pilotos;
– Piloto automático de série;
– 3 anos de garantia;
– Possibilidade de blindagem;
– Configuração de cabine de passageiros prática e ágil;
– Possibilidade de tanques reservas;
– Mais de 5 horas de autonomia com os tanques auxiliares;
– Alcance que ultrapassa 1.000Km;
– Flutuadores de emergência com alta flutuabilidade, etc.

Confira algumas aplicações dessa aeronave (AW119Ke)

Em breve publicaremos matéria sobre essa aeronave, pois mostrou-se diferenciada, podendo ser mais uma opção para as atividades de Aviação de Seguranca Pública. Aguardem!


30 COMENTÁRIOS

  1. Excelente a oportunidade exercida pela PMESP.
    A AW teve a grata competência de sagrar-se vencedora de licitação promovida pelo Estado de Goiás, sendo que as aeronaves estarão aterrissando em solo goiano em dezembro. A partir daí teremos condições de avaliar bem o desempenho dessas “macchinas” italianas em prol da aviação de segurança pública. Esperamos que os demais fornecedores também possam contribuir para a aviação de segurança pública nacional.
    Aguardamos ansiosamente a impressão da PMESP sobre as aeronaves.

  2. TODO MONOPÓLIO É PREJUDICIAL A DEMOCRACIA, POIS DÁ O PRIVILÉGIO DE EXCLUSIVIDADE A UMA ÚNICA EMPRESA.
    É MUITO BOM SABER QUE ESSE MONOPÓLIO AINDA EXISTENTE NA AVIAÇÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E DE DEFESA CIVIL, ESTÁ ACABANDO.
    TORÇO QUE NOSSA AVIAÇÃO ALCE NOVOS ARES, E DECOLE VERTIGINOSAMENTE E IRREVERSIVELMENTE RUMO AO FUTURO.
    PARABÉNS AOS QUE OUSARAM DE MANEIRA PROFISSIONAL E TÉCNICA, E SE DESVINCULARAM DO MONOPÓLIO IMPLANTADO EM NOSSO PAÍS DURANTE DÉCADAS.
    QUE DEUS NOS ILUMINE RUMO AO FUTURO !!!
    CAP PMPE ROMILDO – ASP92.

  3. A diversificação de modelos e equipamentos é benéfica para o setor. É necessario sim, a liberdade de escolha. Todo o tipo de monopólio não e viável. Concorrencia sempre. Abraço e bons vôos.

  4. Uma hora isso tinha que acabar! Quase ficamos sem voar devido a esse “monopólio”… Tentamos até explicar nossa necessidade, contudo, sem êxito. Poucas foram as vezes que nos deram ouvidos e sempre diziam: “é assim mesmo!Tá agarrado pra todo mundo!” Acredito que toda aviação de segurança pública está aguardando anciosamente a chegada das aeronaves do CBMGO, pois serão os pioneiros na operação com esse modelo de equipamento e aí sim poderão nos transmitir a realidade desses helicópteros!
    Forte abraço a todos! Bons voos!!
    Farley, Cap CBMMG

    • Srs, gostaria de aproveitar essa oportunidade ímpar e expor um fato que muitos esquecem e outros tantos desconhecem, qual seja: O esquilo ou o AS350B quando chegou ao Brasil era a melhor aeronave no gênero, pois competia principalmente com o Bell Jet Ranger 206A.

      Na década de 70 e 80 existiam outras aeronaves que voavam no Brasil, como o Enstron F-28-A, o Hughes 269B-300, o Hiller FH-1100, depois o MD 500. Um dos maiores era o Bell 204B, portanto na sua época o esquilo era o melhor disparado e por isso foi o escolhido (o eleito) e assim ficou por décadas.

      Na época da implantação das primeiras Unidades Aéreas (Década de 70 e 80) não se podia ter o luxo de ter uma aeronave para cada tipo de missão e na época o esquilo era o que melhor atendia um maior número de missões. O Bell 206 e o MD500 eram aeronaves menores e atendiam com limitações o que se esperava de uma aeronave para salvamento e policiamento.

      Essa aeronave é tão boa que os americanos trocaram, na época, os Bell Jet Ranger 206A pelo AS350B e depois de 36 anos do primeiro voo (1974) ele ainda continua sendo fabricada. É boa ou não é? O esquilo foi idealizado para substituir o Alouette II. Tem piloto que nessa época nem tinha nascido. Em 1970 eu tinha 4 anos. Certo pessoal?

      Isto não é propaganda é HISTÓRIA. Precisamos contextualizar nossos argumentos.

      Depois de um tempo chegou o MD600, o Bell 407 que apresentou alguns problemas, mas se manteve, e hoje pode ser considerada uma boa aeronave e agora o AW119Ke da Agusta.

      Muitos falam do MD 600 (até por desconhecimento), mas essa aeronave não possui, por exemplo, portas corrediças e bagageiro, muito embora seja uma aeronave moderna.

      Apesar do americano usar essa aeronave não significa que ela seja a melhor para a nossa atividade, mas pode ser uma opção entre os monoturbinas.

      O Rio Grande do Sul utiliza o MD500, mas perguntem para eles (aqueles que não sabem) onde fazem a manutenção da aeronave.

      Outro quesito que contou muito para a escolha do Esquilo foi o fato de termos no Brasil uma montadora e serviço de manutenção em todo o Brasil.

      Assim Srs, acredito que realmente deve haver competição, mas desde que as empresas concorrentes banquem esse tempo de décadas utilizando os esquilos. Apresentem um produto igual ou melhor e com um suporte de manutenção de qualidade.

      Se realmente a Agusta pretende montar, no futuro, uma montadora ou um serviço de manutenção que supra a necessidade da Av Seg Pub, realmente o AW119Ke será um concorrente MUITO diferenciado.

      Essa é apenas uma das explicações para se ter optado pelo Esquilo. Existem outras.

      Srs, o tempo passa para tudo na vida.

      Lembrem que a aeronave é apenas um detalhe, pois para voar você precisa de manutenção, peças, suprimentos…e tem que ser um serviço rápido, de qualidade e que não te deixe desamparado. Imagine você com uma aeronave no Rio Grande do Sul ou em Alagoas e ter que trazer essa aeronave para São Paulo para fazer manutenção…

      A aeronave por si só não incorpora absolutamente nada…

      Cap PM Beni
      GRPAe/SP

  5. O esquilo é uma boa aeronave,tb teve problemas no início e se manteve.O detalhe é quererem perpetuar algo em que a logística é da idade da pedra e a Segurança Pública não pode parar nos Estados que possuem poucas ou uma só aeronave.

  6. A Aeronave Policial mais usada nos USA desda decada de 1970 HUGHES hoje MD , MD 500 , MD 520 , MD 530 F , MD 600 NOTAR , MD 900 EXPLORER excelente aeronave Policial e Bombeiro , os SCHAWEIZER 300 CBI poderiam ser usados como nos USA desde treinamento de Pilotos Policiais ate Patrulhamento onde muitos são usados no Policiamento a Noite inclusive com farol de busca com baixissimo custo de manutenção não podemos negar que AS 350 B2 e uma Boa Aeronave para uso Policial e Bombeiro mas não e a ultima Bolacha do pacote , que venha a concorrencia pois Cada dos 27 Estados da Federação tem suas nessecidades diferentes abraços amigos !

  7. Inicialmente quero parabenizar a iniciativa da Agusta Westland em realizar uma apresentação para a PM de São Paulo. Todavia sentimos a falta da participação da Agusta Westland aqui no Paraná. Por dois anos consecutivos apresentamos um edital que permitia a participação de no mínimo 3 fabricantes em potencial. No dia da licitação (Concorrência Pública e outra vez Pregão Presencial) a Agusta não participou. Talvez por inesperiência ou falta de capacidade técnica…
    Agora observei o nomo do Marcos Fábio junto a empresa. Quem sabe agora ela participe de licitações!!!

  8. No mundo da aviação, principalmente nas que levam ela a sério, antes de decidir por uma aeronave ou modelo, primeiro delimita-se quais as missões vai cumprir, depois quais equipametos podem cumprí-la, seus envelopes operacionais e em uma das últimas fases realizam ensaios ou vão em busca de informações de quem já opera o equipamento em questão e nas condições próximas da realidade da região em que opera. Todo fabricante sempre vai vender o que tem em mãos independentemente de inclusive “princípios” e principalmente com o cliente. Não podemos esquecer que o Brasil possui dimensões continetais e que um determinado tipo ou modelo ou acessório ou eletrônico poderá ser útil no sul porém na úmidade do norte não seja tão adequado. Talvez um modelo seja adequado a atividade de resgate e outro para policial, e uma atenda o chamado multi-missão. Outro fator é a estrutura de manutenção disponível,se já possui um DEA no Brasil o que significa estoque de componetes.
    O HB350, AS50 em todas as suas versões só possuem aspectos positivose um que até hoje é único e irrefutavel e não existe uma aeronave no mundo que a supere são acionamento imediato, e uma partida que um piloto bem treinado em 40s exatamente 40 seguntos está decolado. Por favor se alguém conhece alguma aeronave que atenda este requisito me diga, desconheço. O AW 119, tem um envelope operacional para um mono exepcional, porém se for analizado a fundo e proporcionalmente não é tão diferente do B2.
    É a grosso modo é como a diferença do B2 para B3 que até 9000ft tanto um como outro sâo iguais com o B3 gastando mais, e acima disto o B3 é superior. No caso da PM de SP não é a primeira vez que italanos alias a bell comprou a agusta se não me falha a memória; ja realizou demonstrações como Russos que aliás são excepcionais em vários a´péctos e principalmente na rusticidade; masque não conseguiram homolação no Brasil,pois,não se renderam as normas americanas e europeias como a FAR 27; mas no caso de SP a mudança de equipamento teria que ser da frota inteira a princípio em virutde dos custos elevados da manutenção de suprimentos, além de todo um arcabolço técnico e profissional de pilotos, tripulantes e mecanicos, que alias é incalculável.
    Alias no AW 119 temos um motor fluxo reverso muito parecido com o alisson então senhores cortar e aguardar para uma nova partida; no caso da alisson temperatura confortável com as mãos na camara de combustão ou 150 graus no indicador de T4 caso contrário nada de partida, mas alguns espertos tiram a ignição e dão ventil e dão a partida e da-lhe cameras trincadas e o AW tem fadec?
    Senhores não é apenas divercificar por divercificar, pois, poderemos incorrer em erros graves e capazes de questionamentos.
    Alias, como plataforma de observação com o emprego de farol e flir um R44 já atende e com custo baixo.

  9. Isso ai pessoal parabens a todos e ao site PILOTO POLICIAL dialogar trocar informacões entre PILOTOS POLICIAIS , BOMBEIROS , TRIPULANTES ate mesmo nossos colegas que estão la embaixo de viaturas grandes profissionais como recente caso de São Paulo quando nossos colegas quase foram esmagados na perseguição !!!!

  10. Como piloto de Bell407 sou suspeito pra falar,, mas concordo plenamente com o Antonio.
    Todavia, acho que o aspecto de avaliação vai além da máquina propriamente dita. Todos os equipamentos são bons e servem, como dizem os nobres jurisconsultos, “mutatis mutandis” para a atividade de segurança pública dentro do seu respectivo escopo de atuação. A questão nos leva a uma análise mais ampla, bem como explicitou o Cmte. Beni, não podemos ficar “reféns” de uma ou outra empresa, mas também os demais fornecedores tem que se preocupar em mostrar mais interesse no nosso país, no nosso desenvolvimento nacional, não simplesmente buscando auferir vantagens de uma venda predatória.
    Nisso, ressalto a necessidade de realizarmos mais e mais estudos no sentido de contemplar um panorama sobre as aquisições de aeronaves, envolvendo, além das especificações técnicas, quesitos de segurança, ergonomia, manutenção, sustentabilidade, suporte logístico, adaptação, treinamento e muitos outros fatores que envolvem o equipamento.
    Sugiro, inclusive, que sejam publicadas as opiniões de cada um de nossos profissionais de aviação de segurança pública sobre os equipamentos, destacando pontos positivos, negativos, aqueles imprescindíveis e os descartáveis, de forma a começarmos a estabelecer uma consciência crítica para desenvolver estudos em cada aspecto apontado.
    Abraço a todos.

  11. Beni, não entendi. Esperávamos ouvir suas impressões quanto à apresentação. Saber como foi a apresentação, se o produto pode ser empregado pela PMESP, e seu primeiro comentário veio para criticar outros produtos? Sinceramente, não entendi. O que o B407 e o MD 600 teem a ver com a apresentação da AW? Os compararam com o Koala, foi isso? Se o fizeram, fizeram sob qual prisma? Seu comentário não deixou muito claro a sua opinião sobre a apresentação.

    Lautert, interessante ponto de vista, entretanto do ponto de vista científico, acho pouco provável. Primeiro, porque para se elaborar uma massa critica científica é preciso retirar suas impressões sobre o objeto estudado. Segundo porque não seria possível um profissional de aviação pública emitir a sua opinião sobre uma aeronave que ele não voa. Não surtiria tanto efeito. Mesmo reconhecendo que opinião qualquer um tem e qualquer um emite. Porém, do ponto de vista técnico-científico não é a mesma coisa. Agora, iniciativas como as que a SENASP tomou e, agora a PMESP, de enviar pessoas capacitadas para conhecerem polícias de outros países me parecem serem as melhores alternativas. O intercâmbio de experiências é fundamental para o crescimento. Inclusive, o próximo Fórum poderia iniciar tal integração. Porque não convidar alguns operadores da América do Sul para participarem do evento? Tenho certeza que passam pela mesma situação em alguns pontos.

    Por fim, não poderia deixar de parabeniza-los por terem saído da inércia e buscado novos fornecedores de helicópteros com certa antecedência. Sinal de que também estão atentos à CB que aparentemente se aproxima de Itajubá na seara jurídica.

  12. Caro Sr(a) AvSegPub, realmente esse momento foi importante para fomentar a discussão, só isso, pois evito entrar nessas discussões, pois posso correr o risco de ser tendencioso ou mal interpretado…e vejo que foi o que ocorreu – fui mal interpretado. Para entender melhor o que escrevi você tem que ler, além do meu, os comentários anteriores e mais cerca de 500 comentários sobre “qual é a melhor aeronave”, etc, etc, etc.

    A Apresentação da Agusta foi ótima e o Koala é uma aeronave DIFERENCIADA (já tinha escrito isso…leia com calma). Não comparei o AW119Ke com nenhuma outra, apenas coloquei um pouco da história da escolha do esquilo em 1984 em SP. Só isso. Em São Paulo, na época foram feitos testes com várias aeronaves, inclusive o MD600, o BK117 o Bell206 entre outras.

    Todas atendem seus objetivos, basta saber quais são os objetivos de cada Unidade Aérea sobre o seu uso.

    Amigo (a) quem escolhe a aeronave não é a empresa é o Operador….ou estou errado? A TAM escolheu o Airbus…então ela tem “esquema” com alguém…ela pensou, entre outras milhões de coisas, na padronização de sua frota.

    Quanto às empresas eu disse se a Agusta REALMENTE investir no Brasil em uma montadora ou der uma condição de manutenção para AvSegPub, o AW119Ke será uma aeronave COMPETITIVA E DIFERENCIADA. (leia com calma)

    Atenciosamente

    Beni

  13. Acho muito interessante toda essa discussão, mas gostaria saber informações de suporte e de manutenção das aeronaves da Agusta aqui no Brasil, tanto de motor quanto de célula.

    Como bem dito pelo Beni, não adianta ter uma super aeronave se não conseguirmos mante-la voando! Atras de uma aeronave vem peças, componentes, treinamento, suporte e manutenção!

    Concorrência é saudável, mas tem que vir com o pacote completo. É necessário investimento, não apenas a oportunidade de vender helicoptero.

  14. Prezados,
    Excelente a discussão colocada a prova neste ambiente despretencioso. Acredito que o objetivo de todos seja o desenvolvimento da nossa aviação de segurança pública, não é?
    Caro AvSegPub, a produção do conhecimento científico se dá justamente pela formação de uma massa crítica que consolide suas fundamentações com parâmetros objetivos. Logo, não é voando ou não a aeronave que se poderá definir cientificamente a melhor escolha, uma vez que o “voar a aeronave” permitirá apenas impressões, de caráter subjetivo,, visto que se limitará a estabelecer o “gostar” ou o “não gostar”, ser “boa” ou “não ser boa”.
    Concordo plenamente que possamos buscar experiências no exterior, mas posso afirmar com toda a certeza que no Brasil já temos um corpo técnico capacitado para realizar esse tipo de atividade, inclusive porque temos que buscar um beenchmarking internacional de coisas boas, mas não podemos ter ilusão de que o que está lá fora é melhor, já temos excelentes experiências no nosso país que são tão boas, e muitas melhores, do que as que estão lá fora.
    A questão de comparação entre aeronaves também é uma questão difícil de ser tratada. Como disse, a nossa visão tem que evoluir para o caráter sistêmico, envolvendo suporte, manutenção, etc, etc, etc.
    Um belo exemplo é a avaliação feita pelo instituto de justiça dos Estados Unidos para seleção de viaturas, acredito que seja um exemplo a ser adotado no futuro.
    De toda a forma, parabéns pelas contribuições e vamos manter a harmonia e o profissionalismo nas nossas posições.
    Abraço a todos…

  15. Prezados Beni e Lautert,

    mesclem ambas as respostas e vejam o que eu quis dizer com “pouco provável”. Tenho a absoluta certeza que a AvSegPub do Brasil é um campo que pode servir de exemplo positivo para muitas outras, entretanto, enfrenta dificuldades como qualquer uma das aviações de segurança pública do mundo. Apesar das diferentes doutrinas existentes na nossa, ambas fazem parte de um único sistema. Sistema esse que está, no momento, finalmente passando por uma fase de transição. Não tenho dúvidas quanto a capacidade de cada um envolvido direta ou indiretamente nesse sistema. Questiono apenas a dificuldade de se criar e estabelecer uma “massa crítica” de qualidade. Querem um exemplo prático, quantos dos que elaboraram um estudo sobre qualquer tema relacionado à AvSegPub fizeram, por exemplo, pegando um modelo diferente do que estava inserido? Enfrentando diretamente o modelo aí vigente? Poucos. Ainda assim, quando o fizeram receberam enorme pressão contrária que alguns até deixaram a aviação de segurança pública. Isso é normal, não é? Não quero entrar nesse mérito. O que quero dizer é que não se consegue formular uma “massa crítica” de qualidade se os pesquisadores tiverem receio de elaborar o estudo isento e aprofundado sobre o objeto. Por isso, sugeri que fossem buscadas novas alternativas. Assim poder-se-á aprofundar o que tiver que ser estudado e não haverá vaidade envolvida, função, nada. Eis a razão de ter dito que o momento talvez não seja o ideal para começarem a surgirem críticas sobre uma ou outra técnica utilizada NO BRASIL, uma ou outra doutrina desenvolvida NO BRASIL. Escrever e divulgar uma opinião fundamentada sobre qualquer assunto relativo à AvSegPub é fundamental? Evidente que sim e isso deveria acontecer com uma frequência muito maior do que ocorre. Todos teem algo a contribuir para o desenvolvimento da discussão e consequentemente do processo.

    Voltando ao assunto, na minha visão é o momento perfeito para colhermos o maior número de opções possíveis vindas de fora. Saber aonde estamos bem e aonde estamos precisando melhorar nos comparando com o exterior. O estado de Goiás, por exemplo, tem tudo para ser o pioneiro nesse ponto, mas pouco tenho ouvido a respeito. Sabemos que compraram os Koalas, mas e aí? Como é que vão operar? Quais as técnicas que vão empregar? Manutenção, já se sabe como será? São coisas assim que quis incentivar com o comentário anterior. Caso essa discussão não ocorra, corre-se o risco de se entrar numa guerra de vaidades que o resultado poderá ser o pior possível. Já disse uma vez e repito, esse é o momento certo para quem quiser fazer a diferença e entrar para história da Aviação de Segurança Pública do Brasil. Alguns já começaram a se destacar e estão, antes mesmo do que imaginavam, colhendo alguns bons frutos. Parabéns a esses homens de visão e competência. Aos demais, não percam as esperanças e continuem trabalhando, pois TODA a AvSegPub será recompensada.

  16. Senhores pilotos, as questões citadas até agora poucas são de natureza técnica operacional. Desculpem a quem relatou que sair correndo é sinônimo de acidente! Mas, sua percepção operacional de emprego de aeronave esta equivocada. O tempo resposta é o fator fundamental para o sucesso de operações de natureza policial e nos resgates distantes 35nm ou mais do centro de atendimento de referencia. Até mesmo porque esta sendo discutido a qualificação, técnica, operacional, custo e apoio de manutenção.
    Me desculpem senhores, mas dentro do raciocínio de alguns um helicóptero é qualquer coisa alias pior que um carro.. Aliás qual o carro que cada um dos senhores que aqui postaram possuem? Pergunta idiota né! Mas não é! Mas como a aeronave tá sendo comprada com dinheiro público atendendo muita vezes a vaidades pode ser qualquer um? Seus carros são comprados no minimo vendo se tem autorizada na cidade ou perto, oficina na cidade ou perto, custos de manutenção, aliás voces perguntam a amigos sobre o carro, nào é? Pois bem fui dar mais uma pesquisada nesta fabulosa maquina- Piloto automático de série nos três eixos e acoplado a um sistema GNS500 _ meu deus senhores se uma aeronave já vem de linha de montagem com Piloto automático deve ser bem confortável pra pilotar em pernadas longas??? Não sou engenheiro mas só por isto perdeu! Meus senhores vamos deixar de se pilotos de aeroclube e estudar, pesquisar e perguntar.
    Exemplo os pilotos das antigas já diziam que os Air Bus iriam matar gente, porque ficava dependente do computador, e vejam no que deu e ainda vai dar…
    Máquina nova, sem estrutura, sem suporte, sem DEA no Brasil, apenas uma oficina Homologada, querem o que? Já viram o lay out de cabine do AW é igual ao bell. Digo e repito, até um R44 tem mais suporte de manutenção que o AW.
    Voces acham que a Agusta vai investir no Brasil? só se entrarem no mercado militar.
    alias das forças a Marinha e o Exército possuem disponibilidade em torno de 40 a 60% pois, tem DEA próprio já a Aeronáutica por ter frota mais diversificada sofre e bastante pra ter disponibilidade de 30 a 45% da frota. alias e detalhe eles não tem obrigação de atender a qualquer norma da aviação civil inclusive de inspeções….

  17. Caros Amigos,
    Primeiramente quero agradecer a oportunidade que nos foi dada, tanto pela PCSP (fizemos a apresentação dos produtos AW no dia 5out10) como pelo GRPAe da PMESP.
    A AW e a OceanAir estão dando os primeiros passos no campo do mercado de SEGURANÇA PÚBLICA e – com toda certeza – teremos produtos e serviços que irão de encontro com algumas necessidades operacionais, favorecendo todos os Orgãos e Estados do Brasil.
    Nossa aviação Policial conta com muitos, e excelentes profissionais e equipamentos. Nossa proposta é oferecer um passo à frente, com o Koala Ke e o AW139, além dos já conhecidos Power e Grand.
    A preocupação que já foi aqui exaustivamente colocada, sobre o “Suporte ao Cliente” é mais do que correta e válida.
    É ponto de partida, para a AW e como para a OceanAir, redobrar a atenção e esforços nesta área. Nossos Grupamentos Aéreos só estarão cumprindo a missão, se as aeronaves estiverem 100% disponíveis.
    Cordialmente,
    Marcos Fábio (11) 8679-3022 OceanAir

  18. NEM KOALA E NEM AW”QUALQUER COISA”!!!

    TEMOS ALGO SIMILAR OU ATÉ MESMO POTENCIALMENTE MELHOR NO MERCADO INTERNO??

    COMO EM DIVERSAS PARTES DO MUNDO E ATÉ MESMO NO BRASIL, SOU A FAVOR DA LINHA EUROCOPTER; LOGO, PARTIR PARA O BITURBINA NOS MODELOS LEVES PARA MISSÕES POLICIAIS COMO É O CASO DO AS350, E PARA MISSÕES DE SALVAMENTO MARÍTIMO/AQUÁTICO E TERRESTRES O AS365 OU EC145 BEM EQUIPADOS(GUINCHO ELÉTRICO E TUDO MAIS QUE TIVER DIREITO).

    É SÓ ANALISAR QUANTAS UNIDADES AÉREAS PELO MUNDO UTILIZAM O AGUSTA E A EUROCOPTER NOS REFERIDOS MODELOS.

    NO BRASIL SÓ A AVIAÇÃO DO EXÉRCITO TRABALHA COM O AS365(PANTERA), BEM COMO O AS350; MAIS AINDA, A US COST GUARD(GUARDA COSTEIRA DOS ESTADOS UNIDOS) QUE OPERAM “POUCAS” AERONAVES DESTE MODELO EM SUAS DIVERSAS MODALIDADES DE MISSÕES.

    ENTÃO SENHORES, APRESENTAR TAL PRODUTO NADA MAIS É DO QUE TENTAR COMERCIALIZAR, PORÉM É CERTO QUE AS NECESSIDADES DE CADA OPERADOR BEM COMO AS PECULIARIDADES E MISSÕES DESENVOLVIDAS, ASSIM COMO A TOPOGRAFIA DA SUA ÁREA DE ATUAÇÃO É QUE DEVEM SER LEVADAS EM CONTA, CLARO QUE ALÉM DE TANTOS ITENS CITADOS ANTERIORMENTE PELOS NOBRES SENHORES.

    POR EXEMPLO: NO CASO DE SÃO PAULO, QUE TEM UM IMENSO LITORAL A SUA DISPOSIÇÃO, E APENAS UMA BRPAe NO LITORAL SUL NA CIDADE DE PRAIA GRANDE, E APENAS A QUE FICA SITUADA NO VALE DO PARAÍBA NA CIDADE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS PARA ATRAVESSAR A SERRA DO MAR E ATENDER O LITORAL NORTE APENAS SE OPERA COM MONOTURBINA PARA TODAS AS MISSÕES QUE VENHAM APARECER E QUE SE POSSA ATENDER.

    SÃO LITORAIS QUE TEM UMA GRANDE CONCENTRAÇÃO DE PÚBLICO O ANO TODO, NAS MAIS DIVERSAS ATIVIDADES RELACIONADAS (BANHISTAS, MERGULHO AUTÔNOMO, PESCA COMERCIAL E DE LAZER, VELA, TODOS OS TIPOS DE LAZER COM EMBARCAÇÕES, CRUZEIROS, PLATAFORMAS ILHAS E ETC) E CASO HAJA UMA EMERGÊNCIA DE QUALQUER NATUREZA “ALÉM MAR” QUEM PODERÁ E COMO PODERÁ NOS SALVAR Ó DÚVIDA CRUÉL??!!!

    MONOTURBINA SEM EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS E AUTONOMIA DISIPONÍVEL PARA TAL???

    TALVEZ NÃO SEJA O NOSSO PAPEL TAL PROCEDIMENTO. MAS SERÁ QUE NÃO SEJA MESMO? OU PODE SER REALMENTE SE TIVERMOS COMO EXECUTAR??!

    SERÁ QUE NÃO É CHEGADA A HORA; OU “PASSADA A HORA”, DE SE PENSAR NO ASSUNTO E ESTENDER AS POSSIBILIDADES DE ATENDERMOS AQUELE PELO QUAL EXISTIMOS?? O CIDADÃO NECESSITADO!!

    AQUELE QUE PAGA SEUS IMPOSTOS ESPERANDO SER ATENDIDO À ALTURA DE SUAS NECESSIDADES E EXPECTATIVAS JUNTO AO “INVESTIMENTO” DO SEU DINHEIRO REGATADO PELO PODER PÚBLICO.

    E OS OPERADORES NESSAS ÁREAS, NAS MISSÕES? SERÁ QUE SÃO CONSULTADOS E PODEM ACENAR SOBRE AS NECESSIDADES DE EQUIPAMENTOS (AERONAVE) PARA PODEREM PRESTAR O MELHOR ATENDIMENTO POSSÍVEL??

    LEMBRANDO A TODOS QUE DEPOIS DE UM DIA DE EXPEDIENTE, APÓS RETIRARMOS NOSSOS
    UNIFORMES, SOMOS EXATAMENTE O CONTRIBUINTE QUE BUSCA O SEU LAZER, COM NOSSAS FAMÍLIAS, FILHOS, AMIGOS, COLEGAS, QUE PAGAMOS OS IMPOSTOS, QUE TRANSITAMOS PELO MUNDO E TEM ESTAS NECESSIDADES;( DESEJAMOS RECEBER DO ESTADO ATENDIDO COM RAPIDEZ E EFICÁCIA SEJA ONDE E COMO PRECISAR)!!!

    MAIS CERTO AINDA, AO MENOS NO MEU SINGELO PONTO DE VISTA, É QUE A NOSSA AVIAÇÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA, EM SÃO PAULO E ATÉ MESMO PELO BRASIL AFORA TEM QUE SE DESENVOLVER DE ACORDO COM O FUTURO QUE BATE À PORTA!

    SAÚDE, FELICIDADES E SUCESSO A TODOS.

    ANDRÉ.

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