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Brasília – O IBAMA formou 22 pilotos de aeronaves remotas (drones) com a realização do 1º Curso de Formação de Pilotos Remotos, entre outubro e dezembro de 2019. A capacitação foi coordenada pelo Centro de Operações Aéreas (COER) do IBAMA, em formato semipresencial. Participaram do curso servidores do IBAMA e integrantes das Polícias Militares Estaduais, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e da Aeronáutica.

A fase à distância do curso foi realizada em outubro. A parte presencial foi dividida em duas etapas com duas semanas de instruções teóricas e práticas para cada turma, realizadas em Brasília/DF. As instruções práticas para familiarização com os equipamentos e em simulações de ambientes reais de operação somaram aproximadamente 80 horas de voo para as duas turmas.

Os temas apresentados durante a capacitação incluíram regulamentação, histórico do uso de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPAs), teoria de voo e conhecimento técnico, meteorologia aeronáutica, planejamento de voo e técnicas de fotografia e filmagem. Foram aplicadas avaliações teóricas e práticas para verificação da aprendizagem.

As aulas magnas das turmas presenciais foram apresentadas por palestrantes convidados. O major Hérlon Lima, do Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia (GRAER), relatou as experiências da corporação com o uso de RPAs nas atividades de inteligência. Bruce Souza, representante da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), apresentou um panorama da regulamentação para aeronaves remotas no Brasil.

Durante a formação foi ressaltada a necessidade de observância dos procedimentos de segurança nas operações com RPAs, já que elas compartilham o espaço aéreo com aeronaves tripuladas. Com esse objetivo os alunos puderam conhecer o CINDACTA I em Brasília, órgão integrante do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) da Força Aérea Brasileira, responsável pela autorização das operações com aeronaves remotas no Brasil.

Na abertura do curso, o chefe do COAER, Everton Pimentel, apontou a importância do uso de RPAs para o alcance dos objetivos institucionais. “O uso correto dessa ferramenta gera um efeito muito grande para a produção de conhecimento, levantamento de informações e para o cumprimento das missões. É um meio complementar muito importante”, disse.

A capacitação é parte de projeto de fortalecimento da área de inteligência de fiscalização ambiental do IBAMA, financiado pelo Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), do Ministério da Justiça.

O IBAMA opera aeronaves remotamente pilotadas no apoio às ações de fiscalização, combate a incêndios florestais e monitoramento ambiental. O Instituto iniciou processo para aquisição de aeronaves modernas e mais adequadas às suas necessidades com objetivo de ampliar o uso dessa ferramenta em suas atividades.

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