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Helicóptero de resgate da RAF faz uma parada “de emergência” para comprar picolés

Inglaterra – Um helicóptero “Sea King” de resgate da Força Aérea Real (RAF) fez uma parada “de emergência” na praia de Winterton-on-Sea, em Norfolk, na Inglaterra. Dois militares saíram da aeronave, em direção a uma lanchonete. Pegaram quatro picolés, acenaram para os banhistas, e levantaram voo novamente.

As pessoas que estavam na praia acompanharam atentas a movimentação dos membros da equipe de resgate. Elas queriam saber qual era a emergência por lá. A turista Lynn Mills disse que os militares caminharam até a lanchonete, dizendo que estava tudo bem e que “só queriam tomar um picolé”. “Eles acenaram para nós enquanto partiam. Foi muito bacana”, disse ela.

Francis Ford atendeu os dois membros da equipe de resgate. Um deles chegou a se explicar: “Todos nós temos direito a uma pausa para o café”.

Fonte: Extra Online / Foto: Reprodução The Sun.

Da chuteira ao fuzil: atirador de elite concilia carreira de policial militar e jogador de futebol

Rio de Janeiro – A rotina de Felipe Marques de Queiroz, 30 anos, precisa da mistura disposição e energia para que o rapaz consiga cumprir uma dupla jornada. Conhecido como jogador-atirador do São Cristóvão de Futebol e Regatas, o carioca divide o seu tempo entre a atividade de lateral-esquerdo no time da zona norte do Rio de Janeiro e de atirador de elite no GAM (Grupamento Aeromóvel) da Polícia Militar. As duas profissões exigem dele muita concentração e disciplina.

— Um trabalho complementa o outro. Eu preciso ter precisão dentro do campo de futebol e também na rua como policial. A disciplina e o trabalho em grupo são as principais ferramentas do meu dia-a-dia. As exigências trazem benefícios para os dois lados.

O desejo de ser policial nasceu dentro de casa. O pai do jogador é sargento reformado da PM e sempre deu força para o cabo investir na carreira. Ele conta que sabia que enfrentaria dificuldades, mas que nunca lhe faltou coragem.

— Meu pai me apoiou muito e eu sempre tive vontade de ser policial. Ele dizia que o trabalho era difícil, que eu enfrentaria vários problemas, mas que, se era o que eu gostava realmente, ele me apoiaria.

Há sete anos na corporação, o cabo Queiroz diz que o momento mais triste da carreira de policial foi a queda da aeronave da PM no morro dos Macacos, em Vila Isabel, na zona norte do Rio, em 2009.

— Eu estava saindo de serviço naquele dia e recebi a notícia de que tinha perdido três amigos que estavam no helicóptero atingido por traficantes. Um deles era amigo de curso, entrou na polícia comigo. Foi muito triste.

Já o episódio mais difícil pelo qual passou foi um tiroteio perto da favela da Matriz, no Méier, também na zona norte, em que o cabo teve de ficar horas escondido no esgoto

— Fui encurralado por traficantes perto da entrada da favela da Matriz, no Méier. Isso aconteceu três dias antes de eu me apresentar no Grupamento Aéreo Móvel para fazer o curso. Eu estava de serviço, de moto, com mais quatro companheiros, quando fui surpreendido por um grupo de traficantes.Tive que ficar deitado na caixa de esgoto, no meio da rua, sem poder sair até acabar o tiroteio.

Coração dividido

O coração do jogador-atirador se divide quando surgem propostas para jogar futebol fora do Rio. A paixão pelas duas carreiras não deixa o policial desistir das atividades.

— Largar a polícia eu não largo. O futebol também não. Jogarei até quando for velhinho, nas peladas de fim de semana. Se tiver que jogar fora do Rio, vou optar pelos remédios da corporação, como a licença não remunerada. Quero me aposentar na PM.

Como PM, ele trabalha de segunda a sexta-feira, das 7h às 14h. Como jogador, ele treina de segunda a sábado, das 15h às 20h. E depois deste dia longo de atividades, ele ainda complementa o preparo físico com um treinador particular em uma academia da Barra da Tijuca, na zona oeste.

— Eu tomo suplementos alimentares para manter o meu condicionamento físico sempre bom, tenho um treino diferenciado no São Cristóvão e ainda faço exercícios com um preparador particular.

A trajetória como atleta não para nos gramados. Depois de já ter defendido o Resende e o Boa Vista no futebol, ele participou de uma competição de surfe da PM e do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio e foi campeão.

— Um dia ainda quero me dedicar ao surfe.

Ex-morador da Rocinha ajudou no combate ao tráfico

O cabo Queiroz nasceu na favela da Rocinha, em São Conrado, na zona sul da capital fluminense. Saiu de lá depois dos 20 anos, quando decidiu entrar para a PM. Sabia que enfrentaria problemas como policial e morador de uma comunidade comandada pelo tráfico de drogas.

Em novembro do ano passado, durante a ocupação da polícia na favela, ele estava de férias. A dedicação ao trabalho fez como que o atirador de elite abandonasse os dias de folga e se colocasse à disposição da corporação. Conhecedor da comunidade, ele não quis estar fora daquele momento histórico da saída de traficantes da Rocinha.

— Eu estava acompanhando de fora os preparativos para a ocupação e resolvi interromper as minhas férias. Pensei: quero estar lá neste momento histórico de combate ao tráfico que existia há anos na comunidade. E hoje, eu tenho a oportunidade de poder ter participado de uma história diferente e marcante da Polícia Militar.

O cabo Queiroz também participou da ocupação da polícia no Complexo do Alemão, na zona norte, em novembro de 2010. Ele já passou pelo BPChoque (Batalhão de Choque), pelo Grupamento Tático de Motocicletas e pelo Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais).

Fonte: Evelyn Moraes/R7.

BOA/SC atende vítima presa nas ferragens em Alfredo Wagner

Santa Catarina – Um acidente envolvendo dois carros na BR-282 foi atendido pelo helicóptero Arcanjo, do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros, no km 86 da BR-282, em Alfredo Wagner, por volta das 13 horas deste sábado.

Três passageiros dos dois carros foram avaliados pelos paramédicos e dois deles foram encaminhados para transporte via ambulância enquanto a terceira vítima, com trauma abdominal e rigidez no pescoço, foi transportada pelo helicóptero Arcanjo para o Hospital Regional de São José, na Grande Florianópolis.

As ocorrências do ARCANJO podem ser acompanhadas no:

– http://twitter.com/#!/ARCANJO_01
– http://www.facebook.com/arcanjo.sc

Confira o novo vídeo dos ARCANJOS 01 e 02 do BOA/CBMSC:

Fotos e vídeo: Divulgação.

Fonte: Diário Catarinense.

“Foram mais de cem tiros”, conta piloto Adonis, sobre operação que resultou na morte do traficante Matemático

O piloto policial Adonis Lopes de Oliveira, chefe do Serviço Aeropolicial (Saer) da Polícia Civil, falou sobre a operação que resultou na morte de Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, baleado há dez dias por atiradores de elite da aeronave em Senador Camará.


Como foi a operação?

Adonis – Foram mais de cem tiros. Os primeiros, pelo que vi nas imagens, foram de advertência, porque o carro não parou e traficantes atiraram em direção à aeronave. Aí, revidamos. Pelo menos dez tiros atingiram o carro. Um dos tiros dados pelos traficantes atingiu uma das antenas do GPS da aeronave, que possui dois palmos. Mas não houve dano.

Alguns moradores que se dizem acostumados com tiroteios ficaram assustados com o barulho dos tiros.
– (Risos). Realmente, a operação foi barulhenta. Além do helicóptero, ainda teve o impacto dos tiros no solo. Vi as imagens com mais calma e percebi que as balas penetraram na atmosfera.

Quem fez as imagens?
– A equipe era composta por piloto, copiloto, dois atiradores e um observador, que fez as imagens em vídeo.

A aeronave é a mesma em todas as operações?
– Na operação que resultou na morte de Matemático, usamos o AS-350, conhecido como Esquilo. É uma aeronave mais silenciosa e que faz curvas com rapidez. Mas temos o Bell Huey II, conhecido como Caveirão.

Qual a importância dessa operação para a polícia?
– É mostrar que os traficantes não podem competir contra o Estado. Um dos mais importantes deles caiu.

Aliás, não é a primeira vez que isso acontece.
– Recentemente, participamos da operação que resultou na morte do Marcelinho Niterói (Marcelo da Silva Leandro foi baleado numa operação em novembro do ano passado, na Maré).

Qual a avaliação do uso dos helicópteros na retomada do Complexo do Alemão?
– Ficou um gosto doce e azedo. Doce, porque ajudamos a desarticular a fortaleza do tráfico. Mas não houve um planejamento. Traficantes que ainda estão em atividade fugiram, levando suas armas. O resultado poderia ter sido melhor.

O Saer pode ser aprimorado?
– Temos um projeto para adquirir um helicóptero com duas turbinas, capacidade para oito tripulantes e piloto automático, que permite voar à noite, com apoio de instumentos. Na prisão de FB (Fabiano Atanázio da Silva, capturado em janeiro em São José dos Campos, interior de São Paulo), por exemplo, teríamos condições de fazer o voo para buscarmos o bandido.

O Saer chegou a participar das filmagens do filme “Tropa de Elite 2”. Como foi isso?
– O José Padilha (diretor do filme) perguntou se poderíamos ajudar no filme. Ele disse que o coronel Nascimento (personagem interpretado por Wagner Moura) iria orientar os policiais em terra. Ai, falei: “Se vocês querem usar o nosso helicóptero, a gente quer mostrar o que a gente faz no dia a dia”. Então, montamos um script. Fizemos dois voos para a cena em que o coronel Nascimento chegava no morro e havia troca de tiros. Eu estava pilotando.

Como foi o contato com o Wagner Moura na filmagem?
– Não sei se o Wagner Moura estava assustado, se é um cara marrento ou se já tinha incorporado o personagem. Só sei que ele entrou na aeronave, filmou e saiu. Não teve muita conversa.

Fonte: Extra Online, por Herculano Barreto Filho.

Foto: Márcia Foletto.

Esquadrilha Pégasus realiza treinamento em operações especiais com helicóptero

Minas Gerais – A Esquadrilha Pégasus, para cumprir sua missão, busca aprimorar, constantemente, seus recursos humanos para atuar com elevado padrão de segurança de voo e com o máximo de proficiência.

O processo de formação desenvolvido pelo Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo da Polícia Militar de Minas Gerais envolve o contínuo treinamento e aperfeiçoamento dos militares que trabalham nas atividades de comandantes de aeronaves, tripulantes operacionais, apoio de solo e mecânicos operacionais de voo.

Neste contexto, durante o período de 11Mai12 a 30Jun12, será realizado o treinamento em operações especiais com helicópteros de pilotos e tripulantes para a mobilização da força tarefa designada para o período de escassez de precipitação pluviométrica (seca) em Minas Gerais, com o intuito de aperfeiçoar o atendimento de ocorrências de salvamento, resgate, combate a incêndios e atendimento de pessoas vítimas de sinistros decorrentes do período.

Esquadrilha Pégasus – 25 anos nos céus de Minas:

Fonte: BTL RPAER.

Policiais Civis formam a “Tropa de Elite do ar” no Rio

Rio de Janeiro – Coragem. Sangue frio. Destreza. Esses são alguns atributos que os policiais do SAer (Serviço Aeropolicial) precisam ter para sobrevoar áreas conflagradas do Rio de Janeiro atrás de criminosos armados até os dentes.

A equipe de reportagem do R7 teve acesso com exclusividade aos vídeos feitos pelos agentes durante operações em que helicópteros tiveram participação fundamental no combate ao tráfico.

Nas ações, os policiais registram com câmeras a movimentação dentro da aeronave mas, principalmente, no exterior, filmando bandidos em lajes de casas e nas vielas de favelas dominadas pelas quadrilhas.

Após o desembarque, um dos agentes avança pela comunidade, com fuzil em punho, tendo presa à cabeça uma microcâmera. O equipamento o ajuda não só a evitar possíveis denúncias de abusos de autoridade, pois as imagens registradas ficam arquivadas, como também serve para mapear a região com a maior nitidez possível.

Confira o vídeo do R7:

Fonte: Jadson Marques, R7.

Divulgado calendário 2012 do SAR 005 – Curso Básico de Busca e Salvamento

O Curso Básico de Busca e Salvamento (SAR 005) visa divulgar para as Entidades afins, cujas atividades se relacionam com a salvaguarda da vida humana, a temática do Sistema SAR Aeronáutico (SISSAR) e do Serviço de Busca e Salvamento do Comando da Aeronáutica, proporcionando uma visão geral da atividade SAR.

Ministrado por militares do Força Aérea Brasileira relacionados com o SISSAR, o referido curso é pré-requisito para qualquer nível de especialização em Busca e Salvamento (SAR) no âmbito do Comando da Aeronáutica.

As inscrição, o curso e a apostila entregue para acompanhamento são gratuitos, correndo por conta dos alunos o deslocamento, alimentação e hospedagem dos mesmos.

Para saber mais sobre o serviço acesse a página do DECEA. (clique aqui)

Confira o Calendário 2012:

Serviço Nacional de Aviação Policial inglês deve estar em funcionamento até o final de 2012

O planos para reformar o apoio aéreo para a polícia do Reino Unido, tornando-o uma organização nacional, está progredindo. O Serviço Nacional de Aviação Policial  (National Police Air Service – NPAS) está prestes a tomar forma tendo em vista terem sido tomadas as principais decisões em relação a quais bases e unidades sediarão aeronaves e sua organização para começar a operar ainda este ano.

Atualmente, muitas das forças policiais do Reino Unido mantém seus próprios helicópteros dedicados. O plano do NPAS planeja espalhar esses helicópteros mais uniformemente ao longo do Reino Unido, dando apoio aéreo sem fronteiras. O serviço será responsável por toda a Inglaterra e País de Gales e deverá ser operado a partir de um centro de comando central.

Em abril/12, a polícia de West Yorkshire foi definida como a força principal do NPAS, o que significa que todas as operações do NPAS serão coordenadas por West Yorkshire.

Em comunicado, a polícia de West Yorkshire disse que se tornaria responsável por “meios aéreos operacionais pertencentes às forças e autoridades em toda a Inglaterra e País de Gales, incluindo o emprego de pessoal”.

O presidente da West Yorkshire Police Authority, vereador Mark Burns-Williamson comentou sobre a decisão, dizendo: “Este é claramente um projeto ambicioso e complexo, com grandes implicações para nós daqui para frente, mas nós reconhecemos que a polícia de West Yorkshire está bem posicionada para oferecer este serviço em nome de todas as forças na Inglaterra e País de Gales ainda este ano. “

A vizinha South Yorkshire Police aceitou, finalmente, participar do NPAS. A autoridade policial tinha a preocupação de que os planos NPAS não contemplassem coberturas suficientes para a sua área de operações e da cidade de Sheffield, em particular.

A South Yorkshire Police Authority já concordou, em princípio, a participar do programa no fato de que a cobertura será dividida entre uma aeronave baseada em Sheffield e outras plataformas do NPAS.

 “A aeronave baseada em Sheffield estará disponível em um turno de 10 horas durante sete dias por semana, enquanto o município também terá acesso ao funcionamento do NPAS com uma cobertura de 24/7 a partir de suas bases fora South Yorkshire. “

Os planos iniciais para o NPAS foram anunciados em outubro de 2010 e permitirá que as forças policiais em toda a Inglaterra e País de Gales tenham uma economia de cerca de 15 milhões de libras por ano.

Fonte: Shephard

Eurocopter ganha prêmio Howard Hughes pelo helicóptero X³

A American Helicopter Society (AHS) International premiou a Eurocopter por aperfeiçoamento tecnológico de helicóptero, ao desenvolver o demonstrador X³ híbrido, que será apresentado para os clientes civis e militares durante uma turnê nos Estados Unidos nos próximos meses.

Apresentado durante o 68º Fórum Anual da AHS, em Fort Worth, Texas, o prestigiado prêmio Howard Hughes reconheceu o sucesso da Eurocopter com seu conceito de helicóptero híbrido, que usa dois motores turboeixo para mover um rotor principal juntamente com duas hélices instaladas na ponta de duas pequenas asas fixas. O resultado é um avançado e rentável sistema de transporte VTOL que oferece a velocidade de uma aeronave turboélice e a potência e as capacidades de voo de um helicóptero.

Durante o evento da American Society pela performance de tecnologia, subiram ao palco para receber o prêmio Howard Hughes Jean-Jacques Ferrier, Vice-presidende de Inovação da empresa, juntamente com sua equipe e o CEO da Eurocopter Lutz Bertling.

Como a aeronave demonstradora X³ confirmou – e superou – as expectativas da Eurocopter durante os testes de voo realizados desde 2010, a empresa está agora buscando aplicações para o conceito híbrido, abrangendo desde missões de longa distância de busca e salvamento (SAR), guarda costeira, patrulha de fronteira e forças especiais até operações de transporte interurbano de passageiros e no mercado de oil & gas.

“O prêmio da Sociedade é um verdadeiro reconhecimento dos homens e mulheres de visão, que estão fazendo a Eurocopter do futuro ser uma realidade hoje”, disse o CEO da Eurocopter Lutz Bertling. “Também é uma ótima oportunidade para a Eurocopter anunciar formalmente a turnê do X³ para o público americano, com início no próximo mês, o que permitirá tanto aos clientes militares como aos operadores governamentais a oportunidade de verem – e voarem – nesta aeronave realmente notável”. Durante as exibições, o X³ da Eurocopter vai fazer escalas em diversas regiões dos Estados Unidos, incluindo Grand Prairie – Texas, onde fica a sede da American Eurocopter.

“Para nós, é muito importante proporcionar essa experiência em primeira mão para potenciais operadores do nosso conceito híbrido nos Estados Unidos, que abre novos e interessantes horizontes nas operações, fornecendo velocidade de cruzeiro 50% mais rápida do que os helicópteros padrão, a custos muito acessíveis, permitindo aumento significativo na produtividade da missão”, acrescentou Bertling.

A Eurocopter prevê muitas aplicações para o conceito de helicóptero híbrido no mercado americano, onde a sua inovação em aeronaves de asas rotativas fez da empresa um dos principais fornecedores para o setor comercial, para as forças policiais e de emergência médica, prestadores de serviços de transporte aéreo e usuários do governo, como o Exército dos EUA, Guarda Costeira, Marinha, Receita Federal, FDA e FBI.

Durante os testes de voo do X³ realizados até agora, o demonstrador ultrapassou a meta de velocidade original de 220 kts (407km/h), atingindo 232 kts (430km/h).

Além disso, o X³ utilizou menos de 80% da potência disponível e exibiu excelentes qualidades de voo, manobrabilidade, capacidades de aceleração e desaceleração, razões de subida e descida excepcionais, bem como níveis de vibração muito baixos. Tudo sem necessidade de qualquer sistema anti-vibração ativo ou passivo. O X³ é um helicóptero da classe de cinco toneladas com capacidade pra até 11 passageiros em sua cabine.

A American Helicopter Society (AHS) International é a maior e mais antiga sociedade técnica do mundo dedicada a melhorar a compreensão da tecnologia de voo vertical. Desde a sua fundação, em 1943, a sociedade tem sido um dos principais fóruns para a troca de informações sobre a tecnologia de voo vertical.

Convergência Comunicação Estratégica.

Ação civil pública determina a ANAC disponibilizar aos candidatos o gabarito oficial das provas online

Trata-se de ação civil pública por meio da qual o Ministério Público Federal objetiva que a ANAC, nos exames de avaliação de competência que realiza, como requisito para a obtenção da licença para o exercício da atividade de aeronauta, disponibilize a todos os candidatos o gabarito oficial das provas, as cópias das avaliações, com as respectivas respostas e conceda o prazo mínimo de 05 (cinco) dias para a interposição de recurso, a ser iniciado após a disponibilização aos candidatos da cópia integral de sua avaliação e do gabarito oficial.

Tratando-se de matéria exclusivamente de direito, passa-se ao julgamento antecipado da demanda, na forma do que é previsto no artigo 330, I, do Código de Processo Civil.

A questão central da presente lide cinge-se à natureza do exame aplicado como fase para o exercício da atividade de aeronauta, do que decorre a resposta à imputação de que os procedimentos adotados pela ANAC contrariam o direito constitucional à informação.

Segundo o autor, a ANAC defende que as questões destinadas aos exames teóricos são consideradas dados do Governo Federal, classificados como sigilosos, o que justificaria a impossibilidade de cópia na íntegra das mesmas. Também teria a ANAC se comprometido a permitir o acesso integral às provas e ao gabarito oficial, entretanto, o direito à informação dos candidatos manter-se-ia prejudicado em razão da necessidade de requerimento para acesso à prova, o qual seria deferido pela agência em até 48 (quarenta e oito) horas, mesmo prazo para a interposição do recurso.

Frise-se que é inequívoco que a Constituição Federal assegura o direito à informação, conforme previsto no artigo 5º, inciso XXXIII, que dispõe que “todos têm direito a receber dos órgãos públicos informação de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado”. A regulamentação do aludido direito é feita pela Lei 9.507/97.

Inicialmente, convém destacar que o exame de avaliação de competência, aplicado pelas ANAC como requisito para a obtenção da licença para o exercício da atividade de aeronauta, não configura concurso público na acepção restrita do termo, em razão de ser decorrência do poder de polícia exercido pela promovida.

O poder de polícia da ANAC é decorrência da necessidade do Estado regular o exercício das atividades econômicas, como é previsto nos artigos 5º, inciso XIII, 170, parágrafo único, e 174, da Constituição Federal.

A Lei 11.182/2005 especifica a atuação da ANAC, sendo certo que à agência compete habilitar o exercício da atividade de piloto comercial ou privado, por meio da concessão de licença. Entre os requisitos exigidos para a obtenção da licença, destaca-se a exigência de conhecimento técnico, o qual é evidenciado pela aprovação em exame escrito, nos termos da Resolução 05, de 13 de dezembro de 2006.

Ao contrário dos concursos públicos, forma de democratização do acesso aos cargos públicos, em que devem ser conciliados os direitos da administração de escolha dos melhores candidatos e dos cidadãos de acesso aos cargos públicos em disputa leal, sem privilégios, o exame aplicado pela ANAC tem por objetivo verificar as habilidades mínimas para o exercício da atividade de aeronauta, fase de concessão da necessária licença.

Flagrante, assim, que o exame se insere no âmbito do poder de polícia da ANAC, exercido no intuito de proteger a toda a coletividade. O interesse dos particulares de livre exercício da atividade aeronáutica deve ser submetido ao controle da ANAC.

Considerados tais argumentos, passo à análise da existência dos danos à coletividade decorrentes do procedimento da promovida na aplicação do exame de qualificação, suscitados pelo autor.

Após a instauração de procedimento administrativo pelo Ministério Público, a ANAC teria se comprometido a modificar o “Compêndio de Instruções para Candidatos e Normas para Entidades Homologadas”, o que teria ocorrido já na regulação referente ao ano de 2011, editada em 23 de março daquele ano, cuja cópia consta dos autos às folhas 48 a 58.

No item XVII (Dos Resultados) daquele documento é disposto que:

“XVII – DOS RESULTADOS

Ao encerrar a prova, o sistema mostrará ao candidato o seu resultado (APROVADO ou REPROVADO) e o total das questões que acertou na tela do computador. O candidato poderá consultar/imprimir o resultado do seu exame, via internet, passados 03 (três) dias úteis da realização das provas. Tal consulta/impressão poderá ser feita através de um link encontrado na página de Exames da ANAC.”

Resta claro que a ANAC não oferta o gabarito das questões. Ora, embora o exame de qualificação se constitua como fase necessária à concessão da licença para o exercício da atividade de aeronauta, não pode a promovida se furtar a indicar aos particulares qual o resultado correto das questões propostas.

Trata-se de hermetismo desnecessário e inútil à administração, uma vez que não lhe causa qualquer prejuízo direto. Observe-se que é direito dos particulares saber o que erraram, inclusive para que possam aprender as condutas corretas relativas ao exercício da atividade de aeronauta.Impõe-se, desta forma, que o gabarito seja fornecido a todos os interessados.

O autor argumenta, ainda, que o direito à informação dos candidatos manter-se-ia prejudicado em razão da necessidade de requerimento para acesso à prova, o qual seria deferido pela agência em até 48 (quarenta e oito) horas, mesmo prazo para a interposição do recurso, o que causaria danos aos particulares. A previsão relativa ao recurso consta do item XVI (Dos Recursos), que dispõe:

“XVI – DOS RECURSOS

1. (…)

2. O candidato que desejar preencher um FRS após o término do exame poderá consultar, junto ao fiscal da sala de provas, ou ao Coordenador local, as questões que tenham sido consideradas com problema. Ressalte-se que é proibido copiar questões, total ou parcialmente, mesmo que para o formulário de recurso.

3. O candidato que desejar a revisão da prova, também deverá enviar um FRS com essa solicitação e aguardar a resposta do Grupo de Exames sobre dia, hora e local onde poderá ter acesso à prova completa, que será disponibilizada por até 48 horas. Somente o próprio candidato poderá visualizá-la e, ao finalizar a revisão, a prova será destruída, caso seja apresentada em papel, ou fechada no sistema, caso seja no computador. É terminantemente proibido entregar ao candidato qualquer cópia da prova realizada.”

4. Para envio dos FRS, ressalta-se que somente serão recebidos via SEDEX e que deverá ser usado 01 (um) formulário (folha) para cada grupo ou matéria, observando-se os seguintes prazos:

a) Para postagem, pelo candidato: 02 (dois) dias úteis após a realização das provas.
b) (…)”.

Parece-me que o direito à informação e à correção dos dados realmente sofre abalo. É previsto que o interessado em interpor recurso deve requerê-lo, ficando aguardando resposta do Grupo de Exame. Após a resposta, para qual não é fixado prazo, será concedido o acesso a prova completa pelo prazo de até 48 (quarenta e oito) horas.

Ora, o prazo para a interposição do próprio recurso é de 02 (dois) dias úteis após a aplicação da prova, o que pode ser inviabilizado pela demora na concessão do acesso à prova.Contudo, em relação ao direito de copiar a prova na integralidade, reputo razoáveis os argumentos expedidos pela promovida. Ademais, os interessados em recorrer terão o acesso a toda a prova, o que viabiliza a interposição do recurso.

Presentes no caso em exame os requisitos para a concessão de antecipação de tutela. A verossimilhança da tese exposta pelo autor é flagrante, como analisado. Já o perigo de dano irreversível decorre do prejuízo a que estão sujeitos os particulares que objetivarem realizar o exame de qualificação até que seja tomada uma decisão definitiva sobre o tema. Também não se constata a impossibilidade de reversão da decisão ao final.

Em face das razões antes referenciadas, firme em meu convencimento, JULGO PROCEDENTE A PRESENTE AÇÃO e concedo a antecipação Dos efeitos da tutela a fim de que a promovida, nos exames de avaliação de competência que realiza, disponibilize a todos os candidatos o gabarito oficial das provas e conceda o prazo mínimo de 05 (cinco) dias para a interposição de recurso, a ser iniciado após a disponibilização aos candidatos da cópia integral de sua avaliação e do gabarito oficial.

Dados da Ação:

0012035-77.2011.4.05.8100

Classe: 1 – AÇÃO CIVIL PÚBLICA
Observação da última fase: BOLETIM 139/2012 (20/04/2012 17:03)
Última alteração: JBA
Localização Atual: 5 a. Vara Federal
Autuado em 01/09/2011  –  Consulta Realizada em: 08/05/2012 às 10:44
AUTOR     : MINISTERIO PUBLICO FEDERAL
PROCURADOR: MARCELO MESQUITA MONTE
RÉU       : AGENCIA NACIONAL DE AVIACAO CIVIL  ANAC
5 a. Vara Federal –  Juiz Titular
Objetos: 01.13.11 – Classificação e/ou preterição  – Concurso Público/Edital – Administrativo: EXAMES NA MODALIDADE ON LINE PILOTOS ANAC.

Dica: Aviação PRF

“Frajola”, o mascote da BRPAe Praia Grande/SP

Gato ou cachorro. Tanto faz. Quem gosta de animais sabe a importância que eles têm em qualquer lugar. E quando esses bichos vivem em um local de trabalho, acabam ajudando a descontrair o ambiente e até mesmo a aproximar as pessoas. Prova disso são os mascotes Frajola, Marrom, Bia e Negão.

O primeiro fica na Base de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar em Praia Grande. Marrom e Bia são as mascotes do Grupamento do Corpo de Bombeiros do Município e Negão é o fiel escudeiro das moças que vendem passes de ônibus no Terminal de Passageiros Tude Bastos.

Com suas características próprias, cada um desses animais faz parte da rotina muitas vezes estressante desses profissionais. E, de certo modo, ajudam a aliviá-la.

Frajola

O gato Frajola ganhou esse nome quando apareceu na Base de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar em Praia Grande há cerca de um ano. Chegou magro e desnutrido. Hoje, mais gordo, exibe uma pelagem brilhante, além dos belos olhos verdes. Apesar da aparente preguiça, já que vive dormindo pelos cantos, adora cair na esbórnia.

“Teve uma semana que ele sumiu. O pessoal perguntava “cadê o gato?”, “cadê o gato?”, “será que alguém matou ou atropelou?”. Que nada. Era cio de gata e ele ficou fora uma semana. Voltou magrelo, surrado, sujo”, conta o comandante do helicóptero Águia capitão PM Adriani José de Souza.

O episódio, contudo, vive se repetindo. “Tem um temporário aqui que cuida dele, limpa, dá comida”, explica Souza. “Se ele está aqui, é porque não tem gata no cio nas redondezas”.

Além de gostar da comida oferecida na base do Águia, Frajola também aprecia dormir nos alojamentos, onde tem colchões e tapetes. “Se deixar aberto, ele entra e dorme lá”.

A fim de evitar que Frajola vá para o xilindró, o alojamento do comandante da base, major Nivaldo dos Santos Furlan, fica sempre trancado.

Marrom e Bia

Uma é dócil. A outra é meio arredia. A cadela Marrom e a gata Bia, no entanto, convivem de forma harmoniosa no Grupamento do Corpo de Bombeiros de Praia Grande.

Marrom chegou ao local há cerca de dois anos, um ano depois da companheira Bia. “A Bia foi uma cria de um gato”, lembra o comandante do Corpo de Bombeiros da Cidade, tenente PM Tiago Pinheiro Duarte. “A gente queria um gato aqui para espantar ratos”.

Já Marrom foi adotada quando apareceu judiada e despertou a compaixão de toda a corporação. “Coincidiu que nosso mascote tinha falecido de velhice e acabamos adotando ela”, explica Duarte. “A gente fala que todo quartel tem que ter um mascotinho. Nesse aqui tem dois”.

Negão

O nome, nem precisa falar, é por causa da cor. Negão chegou ao Terminal Rodoviário Tude Bastos há cerca de dois anos. Ganhou comida, carinho e um colete onde se lê “segurança”.

O cachorro é querido por todos que trabalham no local, principalmente pelas responsáveis pela venda dos bilhetes de ônibus. São elas quem cuidam dele.

Preguiçoso, elas contam que Negão adora dormir e é muito dócil. Contudo, sai de perto quando algum outro cachorro tenta entrar no terminal. Ele late e põe para correr.

Fonte: Jornal A Tribuna

O acidente do helicóptero da PCGO e seus desdobramentos

Após o trágico acidente ocorrido com o helicóptero AW119Ke-Koala da Polícia Civil de Goiás em 08 de maio, muitas informações relevantes foram divulgadas na mídia e dão uma prévia do que virá quando as investigações policiais e aeronáuticas forem encerradas.

Dentro da cronologia dos acontecimentos, após a primeiras notícias sobre o acidente e sobre as vítimas e o luto decretado no Estado de Goiás, o governo de Goiás, no dia 11 de maio, através do secretário de Segurança Pública, João Furtado Neto, informou que o governo tem buscado contribuir voluntariamente com o andamento das investigações empreendidas pela Aeronáutica sobre as causas da queda do helicóptero que levou a morte oito pessoas. Conforme o secretário, somente o Centro de Investigação de Prevenção de Acidentes Aéreos (CENIPA) poderá emitir relatório comprobatório das causas do acidente. “Vamos nomear um perito auxiliar para acompanhar as investigações”, adiantou João Furtado.

No início das tratativas o secretário disse que aguardava o pronunciamento oficial da empresa que prestava serviços de manutenção às aeronaves do Estado, quanto à sua situação perante a ANAC. “Temos a informação de que a empresa estava suspensa no dia 2 de maio, mas que no dia 7  já havia prestado esclarecimentos à ANAC. Só poderemos nos pronunciar quando tivermos acesso às informações oficiais da empresa”, afirmou.

Furtado ainda declarou que as cadernetas da aeronave, que constam todas as informações da vida útil do helicóptero já foram encaminhadas à CENIPA para averiguações. “Até que haja a declaração técnica do CENIPA sobre os motivos do acidente, qualquer pronunciamento será mera especulação”, declarou.  O secretário lamentou a perda dos policiais no acidente, alegando ser  pessoas insubstituíveis para a corporação. No entanto, afirmou que o serviço aéreo da Segurança Pública vai continuar, com a qualificação de novas pessoas para assumir o comando das aeronaves.

Na sequência dos acontecimentos o Secretário de Segurança Pública revelou que foram suspensas as operações com os helicópteros da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, que são do mesmo modelo da aeronave da Polícia Civil, AW119Ke-Koala. “Nós estamos suspendendo a operação com estas aeronaves até que a fábrica nos oriente como proceder”, afirmou Furtado. É bom salientar que nesse momento dos acontecimentos é procedimento aguardar, por isso o Secretário tomou, acertadamente, essa decisão.

No dia 14 de maio, para solucionar o problema de manutenção das aeronaves da PM e do Bombeiro, o secretário de Segurança Pública e Justiça, reuniu-se com representantes da empresa AgustaWestland, fabricante do helicóptero Koala “Escorpião”, prefixo PP-CGO, da Polícia Civil de Goiás e recebeu a documentação da empresa de manutenção Fênix, acerca de sua regularização com a ANAC. A empresa foi contratada no dia 24 de abril e, atualmente, está impedida de fazer a manutenção dos helicópteros pela Agência. No dia 2 de maio, a ANAC suspendeu as atividades da Fênix por falta de documentos, ferramentas e até mecânicos capacitados para realizar o serviço.

Na reunião, ficou decidido e acordado que a AgustaWestland, fabricante dos helicópteros Koala utilizados pela Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, enviará mecânicos de manutenção aeronáutica para Goiânia a fim de inspecionar as aeronaves das corporações. Nesse mesmo sentido, como forma de garantir a segurança das operações, as tripulações das aeronaves do Bombeiro e PM passarão por acompanhamento técnico, até que venha a decisão de retomar o serviço.

Sobre a empresa Fênix, a ANAC informou que não tinha conhecimento do descumprimento da ordem de suspensão dos trabalhos por parte da Fênix. Segundo a agência, a fiscalização é feita por meio de um cronograma, e a vez da empresa ainda não tinha chegado.

Como consequência natural, o Ministério Público de Goiás (MPE) vai abrir inquérito civil para investigar a queda do helicóptero, tendo como foco a análise do contrato de manutenção da aeronave com a empresa Fênix de Manutenção de Aeronaves Ltda. O Centro de Apoio do Patrimônio Público quer saber se foram cumpridos todos os procedimentos por parte do Governo de Goiás na contratação da empresa. E, junto ao CENIPA e à Polícia, após a investigação da queda, o que causou o acidente.

Numa primeira análise, porém ainda prematura, a resposta para o acidente pode estar no que aconteceu com uma das pás do rotor principal do helicóptero, pois é sabido que foi encontrada uma pá a 200 metros, em linha reta do ponto de impacto da aeronave. Utilizando o mesmo argumento, o Secretário João Furtado disse que “é possível dizer também que entre as causas determinantes desse acidente não se encontre essa questão da manutenção básica. Porque a manutenção do rotor principal, que foi onde ocorreu o problema, só ocorreria com 800 horas. O helicóptero estava em garantia de fábrica que cobre mil horas ou 24 meses, e estava com 300 horas de operação. Então não há porque especular que essa manutenção básica tenha relação com o acidente”, acrescentou.

Ainda não explorado pela mídia, mas que traz razoável conforto à família, a aeronave possuía cobertura de seguro aeronáutico, como as demais aeronaves da Segurança Pública. Esse contrato de seguro possui as coberturas seguratícias que abrangem as condições gerais para seguros aeronáuticos, acrescido do Aditivo A (Garantia CASCO), do Aditivo B (Garantia RETA (Responsabilidade do Explorador ou Transporte Aéreo), Classes 1, 2, 3, e 4) e da Responsabilidade Civil a 2° RISCO da Garantia RETA (LUC).

A cobertura RETA será utilizada para indenizar os familiares das vítimas e a cobertura de responsabilidade civil a 2º risco de garantia RETA tem como finalidade complementar o seguro de garantia RETA, ou seja, esta cobertura representa o limite máximo de indenização por acidente e seqüências de acidentes, sendo Limite Único Combinado (LUC) para as classes 1/2/3/4.

Importante lembrar que o pagamento desses seguros pela empresa contratada pelo Estado não exclui a responsabilidade do Estado, fabricante e empresa de manutenção em também indenizar, cada um no limite de sua responsabilidade.

No dia 14 de maio, no Palácio das Esmeraldas, durante culto ecumênio em memória das vítimas, o governador Marconi Perillo assinou despacho determinando abertura de processo extraordinário para promoção dos cinco delegados e dois peritos por ato de bravura post mortem.

Em discurso durante a cerimônia, o secretário de Segurança Pública, agradeceu o esforço empreendido pelos policiais do Governo do Estado que também puderam contar com apoio irrestrito das polícias Federal, do Estado do Mato Grosso e do Distrito Federal. “Trabalhamos incansavelmente para preservar a memória de ilustres personalidades da segurança pública, bem como para devolver às famílias os corpos de seus entes queridos, que dedicaram suas vidas em busca da verdade”, declarou.

O importante é observar o quão impactante é um acidente aeronáutico em uma Organização de Aviação de Segurança Pública (OASP). Dentro da filosofia do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – SIPAER, a qual é amplamente difundida na aviação, os mandamentos da segurança de voo devem ser metas constantes em uma OASP:

  • Todos os acidentes podem e devem ser evitados.
  • Todos os acidentes resultam de uma seqüência de eventos e nunca de uma causa isolada.
  • Todo acidente tem um precedente.
  • Prevenção de acidentes é uma tarefa que requer mobilização geral.
  • O propósito da prevenção de acidentes não é restringir a atividade aérea, mas sim estimular seu desenvolvimento com segurança.
  • Os comandantes, diretores e chefes são os principais responsáveis pelas medidas de segurança.
  • Em prevenção de acidentes não há segredos nem bandeiras.
  • Acusações e punições agem diretamente contra os interesses da prevenção de acidentes.

SE VOCÊ ACHA QUE INVESTIR EM PREVENÇÃO É CARO, EXPERIMENTE UM ACIDENTE.

Por Eduardo Alexandre Beni, Piloto Policial.

Referências: Notícias Agência Goiás, Agência Estado e G1.

AW169 realiza seu primeiro voo

A AgustaWestland, uma empresa Finmeccanica, realizou com sucesso o primeiro voo com o protótipo do helicóptero AW169, uma aeronave biturbina de nova geração na classe de 4,5 toneladas.

O programa AW169 está prevendo obter a certificação de voo em 2014. O helicóptero apresentou o desempenho esperado durante o vôo, que incluiu uma avaliação do manejo geral do helicóptero e sistemas básicos. O primeiro protótipo será acompanhado por mais duas aeronaves ainda este ano e um quarto protótipo em 2013.

Bruno Spagnolini, Chief Executive Officer da AgustaWestland, disse: “O AW169 é o único helicóptero nova geração em sua categoria a ser lançado em décadas, por isso este é um marco importante para o aprimoramento contínuo dos produtos da AgustaWestland e para o desenvolvimento de nossa família de helicópteros nova geração”.

Ele acrescentou: “Com os novos AW169 e AW189 agora voando e o AW139, estabelecido como líder de mercado em sua categoria, somos capazes de oferecer ao mercado a linha mais avançada de helicópteros entre as classes de 4 a 8 toneladas“.

O AW169 é parte da família de helicópteros AgustaWestland de nova geração que inclui os modelos AW139 e AW189. Esses helicópteros possuem as mesmas características de alta performance de vôo e compartilham o mesmo layout de cockpit, filosofia de design e conceitos de manutenção. Esta abordagem irá oferecer redução de custos reais em áreas como a formação, manutenção e suporte para os operadores dos AW139, que vierem a acrescentar aeronaves AW169 e/ou AW189 em suas frotas. 

Lançado no Salão de Farnborough International Air em julho de 2010, o AW169 rapidamente encontrou o sucesso no mercado, registrando encomendas de mais de 50 unidades para clientes no mundo inteiro. O bimotor AW169 foi concebido em resposta à crescente demanda do mercado para uma aeronave que ofereça alta performance, atenda todas as normas de segurança mais recentes e tenha capacidade multi-missão. 

O AW169 incorpora várias novas tecnologias para fornecer os mais elevados níveis de segurança e operacionais para seus clientes, sendo projetado para ser o helicóptero mais avançado e de baixo custo em sua classe para missões de EMS, SAR, policial, transporte de passageiros e offshore.

Fonte/Fotos: AgustaWestland

BRPAe de Araçatuba completa 1º ano de operação

No dia 05 de maio a Base de de Radiopatrulha Aérea de Araçatuba completou seu primeiro ano de operação em apoio ao CPI-10 (Comando de Policiamento do Interior) de Araçatuba.

A aeronave foi entregue pelo governador no dia 5 de maio do ano passado, em solenidade no hangar da PM, no aeroporto Dario Guarita e em um ano, o helicóptero Águia totalizou 298 horas de voo na região.

São 43 municípios beneficiados  com o serviço da aeronave na região. O investimento para sua aquisição foi superior a R$ 6 milhões. O Águia tem 3 horas e meia de autonomia de voo. Sua velocidade operacional é de 250 km/h, o que possibilita o atendimento da maioria das cidades do CPI-10 em no máximo 15 minutos.

Fonte: Folha da Região

Mecânicos do GRPAe/SP participam de Curso sobre Motores Arriel

Aconteceu no período de 07 a 11 de maio 2012 Curso de 1º Escalão de Motores ARRIEL 1. O curso foi realizado no Turbomeca Training Network Affiliated / Parque Tecnológico – UNIVAP, em São José dos Campos/SP.


O curso aconteceu sob a orientação do Instrutor Coronel Fernando Perini e participaram do curso, além da Polícia Militar de São Paulo, a HELIBRAS e a HELISUL:

Grupamento de Radiopatrulha Aérea da PMESP

– 1º Sgt PM Marco Antonio EGUTI (BRPAe SPO)
– 1º Sgt PM Ricardo EKISTEINFernandes (BRPAe BAU)
– Cb PM José Carlos de OLIVEIRA (BRPAe PGD)
– Cb PM Marcio Jair DONADON (BRPAe SPO)
– Sd PM Walmir ROBERTO deCampos (BRPAe SPO)

Helibras São Paulo

– Carlos Alberto Alves (HBSP)
– Marcio Agripino de Freitas (HBSP)

Helisul

– Jair Alves (Curitiba PR)

GTA/AP participa de Fórum de Segurança de Voo

Ocorreu no dia 09/05/2012 no auditório do Infraero de Macapá/AP, o Fórum de Segurança de Voo promovido pela Superintendêcia do Infraero e SERIPA I, e tendo como público alvo: pilotos, operadores, mecânicos e todo pessoal administrativo envolvidos em operações aéreas.

O Grupamento Aéreo do Amapá- GTA/AP prestigiou o evento com todo seu efetivo de operadores e pilotos e ainda o Del. Celson Pacheco, coordenador do grupamento.

O fórum foi organizado pelo esforço do sr. David Oliveira, Superintendente do Infraero de Macapá, Keyla Moraes – SGSO, Ezequiel Santos, Gerente de operações e segurança do Infraero, Ednéia Mendes, Coordenadora de Segurança, em como a equipe de palestrante e investigadores do SERIPA I, Maj. Renato, Ten Andressa e SO Barcelos.

Fonte: GTA AMAPÁ.

Cadetes iniciam estágio na Esquadrilha Pégasus

Minas Gerais – No período de 14 de Maio a 26 de Agosto de 2012 acontece o Estágio Operacional dos Cadetes do segundo ano do Curso de Formação de Oficiais no Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo da Polícia Militar de Minas Gerais.

Os discentes do 2o CFO farão estágio operacional no Btl RpAer na condição de observadores, com intuito de ampliarem seus conhecimentos em relação ao trabalho desenvolvido pela Unidade e consolidarem os já adquiridos durante o curso.

Dois a dois, eles acompanharão as equipes durante um turno de serviço de doze horas nos finais de semana. Terão oportunidade de participarem do briefing no início do turno e das inspeções realizadas por toda a equipe na aeronave e diversos equipamentos utilizados.

No estágio, os discentes terão oportunidade de conhecer as atividades de suporte ao voo policial, tais como o trabalho dos mecânicos e dos técnicos de apoio de solo (TASA). Individualmente, os estagiários poderão integrar a equipe do Pégasus como terceiro observador.

Objetiva-se inserir o futuro oficial da PMMG nas questões de Segurança Operacional de Voo, ampliando seus conhecimentos acerca das múltiplas utilidades da aeronave policial, tornando-o mais um elemento sustentador da excelência nas operações aéreas em Minas Gerais.

Fonte: Assessoria de Comunicação Organizacional do Btl RPAer.

BAPM/SC resgata pescador, vítima de enfarto

A Polícia Militar de Santa Catarina, no dia 05 de maio, completou 177 anos de serviços prestados à Sociedade Barriga Verde. Nesta data especial, um sábado chuvoso em Joinville, a guarnição de serviço na 2ª Companhia do Batalhão de Aviação recebeu um chamado do Major Ibrain Franz Júnior, subcomandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Itajaí, solicitando o apoio da aeronave a fim de resgatar um pescador, cujo navio pesqueiro estava ainda muito distante do porto de Itajaí, seu destino final.

Este pescador, por conta de informações da rádio marítima, estava enfartando e com fortes convulsões. Não havia à bordo médico ou enfermeiro, e a tripulação estava temerosa com as consequências e não dispunham de conhecimento nem material para atendimento de seu tripulante.

Neste mesmo espaço de tempo, o Sargento Evandro, pertencente ao Corpo de Bombeiros Militar de Barra Velha, entrou em contato com o Comandante de Operações Aéreas da 2ª Companhia e solicitou o apoio da aeronave, e após levantamento dos dados constataram que se tratava da mesma ocorrência.

O sargento repassou o telefone da rádio marítima, onde a senhora Rosângela forneceu as coordenadas geográficas onde estava localizada a embarcação.

De posse das informações, os integrantes da tripulação do Águia 01 se reuniram na sala de operações para um rápido briefing operacional, onde foi plotado o ponto em carta de navegação com as coordenadas geográficas fornecidas.

O tempo em Joinville estava extremamente ruim. A chuva fina restringia em muito a visibilidade e o ponto indicado na carta de navegação mostrava uma embarcação muito fora do alcance de uma aeronave monoturbina, pois estava a algumas milhas náuticas da costa, o que representa aproximadamente alguns kilômetros de distância. Assim, a equipe decidiu que iriam até onde desse, e caso o mau tempo persistisse quando chegassem ao litoral iriam retornar e solicitar à capitania dos portos que enviasse uma lancha ao encontro da embarcação.

O empenho da equipe foi baseado primordialmente no tempo resposta em relação ao atendimento da vítima, pois de barco, do ponto em que se encontravam, levariam aproximadamente 4 horas para atracar e encaminhar o tripulante ao hospital mais próximo.

A aeronave decolou às 10horas e 5 minutos. Devido ao mau tempo, já relatado, não foi possível um deslocamento direto ao ponto, e seguiram pela baía da Babitonga, passando pelo Canal do Linguado até chegar ao litoral de Balneário Barra do Sul. Nossa altitude não passou de 300 pés, limite que nos permitia sem folga alguma livrar as linhas de alta tensão que cruzam o Canal do Linguado na altura da BR 280.

Na passagem pelo Canal, foi solicitado pelo Comandante total atenção na visualização das linhas, e após isto, passar com a aeronave bem em cima da torre, evitando qualquer surpresa com o cruzamento dos fios. Ao livrar as linhas de alta tensão, a aeronave foi comandada uma atitude picada, sobre as águas da lagoa de Barra do Sul, pois era sabido que sobre aquelas águas não existem obstáculos até sua saída no mar.

Chegando a Barra do Sul, mais precisamente na Praia do Ervino, avistaram as ilhas que repousam defronte ao litoral Francisquense e a baixa altura foram até a Ilha dos Remédios. Combinaram que iriam até aquela altura e que retornariam caso não fosse possível prosseguir. Após a Ilha dos Remédios já foi possível avistar as Ilhas do Lobo e Instripitinga, onde puderam alcançar e perceber que dali por diante o tempo estava incrivelmente aberto. Parecia que haviam saído de dentro de uma caverna de chuva. Foi particularmente uma sensação muito boa. Foram direto ao ponto que o GPS direcionava. Ás 10 horas e 20 minutos localizaram o barco pesqueiro, nas cores azul e branca.

Através da comunicação com a rádio naval, entraram em contato com a tripulação do navio que confirmou a grave situação do tripulante embarcado. A aeronave em atitude pairada propiciava uma visualização da embarcação, enquanto pilotos e TOMM planejavam a melhor forma de retirar aquele enfermo. A primeira ideia foi a de um toque com apenas um esqui na borda da embarcação, porém não havia possibilidade devido às altas ondas movimentando, o navio e aos enormes guindastes utilizados para a manipulação das redes de pesca.

Concluíram que a melhor técnica seria a utilização do equipamento sling, içando a vítima até o litoral mais próximo e em seguida embarcá-lo na aeronave para transporte até o Hospital mais próximo, que era em Itajaí. O Comandante de Operações Aéreas solicitou ao Comandante da embarcação pesqueira que colocasse o barco de salvamento na água e transportasse o trabalhador até uma distância de uns 15 metros do navio, onde seria acessado por um Tripulante operacional. O Cd Da Silva foi lançado à baixa altura na água e nadou até a embarcação, ficando o Sd Alessandre de fiel da aeronave. O resgatista acessou o bote e iniciou o socorro ao pescador, que estava em visível situação de emergência, pois convulsionava e se contorcia muito.

Aliando a técnica de resgate com sling e resgate em altura, o Cb Da Silva adequou uma cadeirinha de rapel e além de aquecer a vítima a vestiu com o equipamento para o transporte até a areia. Após os preparativos foi sinalizado para a aproximação da aeronave e após o difícil pairado sobre o bote (o bote não estava fundeado, e com isso ficava ao sabor da maré, dificultando a manutenção da posição da aeronave. Alie-se a isso a falta de referência que existe nas situações de mar semi-aberto.) foi lançado o cabo de salvamento e içado o TOMM e a vítima.

Cerca de cinco minutos depois, ou mais, não é possível precisar, alcançaram a praia de Barra Velha e os dois TOMM acessaram a vítima, colocando-a em maca rígida e acomodando a mesma na aeronave. Em seguida foi transportada até o Heliponto da Delegacia da Capitania Portos de Itajaí, onde um ASU do Corpo de Bombeiros Militar já nos aguardava. A vítima foi transportada em estado grave até o Hospital Marieta Konder Bornhausen e depois de medicada livrou-se do risco de morte, ficando em estado de observação. Pousamos na Capitania dos Portos às 10 horas e 55 minutos, após 50 minutos de operação.

O nome da vítima é Felipe Batista Serafim, de 25 anos de idade. Segundo informação médica, foi medicado e liberado no dia seguinte.

Equipe do Águia 01: Cap Machado, Cap Reisdorfer, Cb Da Silva e Sd Alessandre.

Fonte / Fotos: BAPM/SC

GRAer/BA remove mãe e gêmeos prematuros envolvidos em acidente na BR 324

No final da manhã desta sexta-feira, 11/05, soaram dois toques na sirene do GRAER anunciando uma ocorrência aeromédica, a qual fora identificada através do monitoramento on-line das ocorrências da CENTEL. Tratava-se de um acidente automobilístico envolvendo uma ambulância na BR – 324, no sentido Salvador/Feira, a altura do Centro Industrial de Aratu (CIA), próximo ao 10º GBM.

A tripulação decolou às 11:37h e em apenas 06 (seis) minutos já estava sobrevoando o local do acidente. O pouso do helicóptero “Guardião 02” se de seu na pista com sentido a Salvador, onde foram embarcadas as 03 (três) vítimas, a Sra Maria Celia Ramos de Souza e seus dois filhos, gêmeos, recém-nascidos e prematuros, que estavam a bordo de uma ambulância em deslocamento de retorno à cidade de Rafael Jambeiro, na região de Feira de Santana/BA. Foi embarcado também um socorrista da VIABAHIA que fez o monitoramento das vítimas.

As vítimas foram encaminhadas ao Hospital do Subúrbio, tendo a mãe lesões na face, braço esquerdo e dores abdominais. Já os dois gêmeos de dados ignorados, não apresentavam lesões visíveis e aparentavam tranquilidade.

Também participaram do atendimento ao acidente uma viatura do Corpo de Bombeiros (10º GBM), uma viatura da Polícia Rodoviária Federal e uma ambulância da concessionária VIABAHIA.

Confira o vídeo:

Fonte: GRAer/BA

Policiais Militares da BRPAe Ribeirão Preto recebem medalhas

Aos 11 dias do mês de maio de 2012, o Comando de Policiamento do Interior – 3, teve a honra de receber autoridades, amigos e familiares de policiais militares da região de Ribeirão Preto e da Base de Radiopatrulha Aérea, a fim de participarem da solenidade alusiva à entrega de Láureas do Mérito Pessoal àqueles que se destacaram em ocorrências de relevância social em nossa região.

A láurea do mérito pessoal, nos seus cinco graus: do 5º grau em bronze ao 1º grau em ouro e esmalte, foi instituída em 1974 e visa distinguir oficiais e praças que, por seus méritos pessoais, se destacaram no cumprimento do dever, merecendo o reconhecimento da corporação.

O evento contou com a presença de representantes do Legislativo, Judiciário, empresários e da prefeita de Ribeirão Preto, Sra Darcy Vera que, aproveitando a oportunidade, formalizou a entrega de motocicletas Yamaha XT-660, destinadas à compor o policiamento da cidade.

Dentre os agraciados, estavam 8 integrantes da Base de Radiopatrulha Aérea de Ribeirão Preto, destaques em ocorrências de salvamento e prisões de grande repercussão na região durante os anos de 2010 e 2011. As medalhas foram entregues pelos Comandantes do CPI-3, 3º BPM/I, 51º BPM/I, acompanhados da prefeita Darcy Vera”.

Relação dos agraciados:

– Cap PM OSCAR FERREIRA DO CARMO – LMP 2º GRAU
– Cap PM IVAN GOMES MASSARO – LMP 4º GRAU
– 1º Sgt PM ROGÉRIO FABIANO FERRANTI SINÍCIO – LMP 1º GRAU
– 2º Sgt PM VAGNER DONIZETI ROMEIRO – LMP 3º GRAU
– Cb PM SAULO VANDER FREGNANI – LMP 1º GRAU
– Sd PM ERASMO CASSIO ANDRIAN – LMP 1º GRAU
– Sd PM ALESSANDRO FERREIRA DE MENEZES – LMP 4º GRAU
– Sd PM EDERSON PEDRO BOLONHA DA SILVEIRA – LMP 3º GRAU

A magia de voar esta além das palavras

FRANCIS GARY POWERS

Existem dois tipos de pilotos, aqueles que levam em seu sangue a necessidade de voar, pelas mesmas razões que precisam dormir, comer ou respirar, e aqueles que o fazem apenas pela tarefa, por obrigação ou por não ter outra alternativa. Esses últimos normalmente chegam à profissão por acaso ou outra forma não planejada.

Os primeiros freqüentemente tem a inquietude desde pequenos, quando viam nos aviões algo notável, místico, sublime, talvez muitos destes começaram desde pequenos a construir modelos de aeroplanos, ou acumulando fotos e pôsteres ou qualquer outra coleção com motivos aéreos. Conheciam as especificações e dados de qualquer avião com riqueza de detalhes.

Quando crescem e têm a sorte de realizar seu sonho de criança, desfrutam plenamente do seu trabalho e sentem-se os homens mais sortudos do planeta.

Os pilotos são uma classe à parte de humanos, eles abandonam todo o mundano para purificar seu espírito no céu, e somente voltam à terra depois de receber a comunicação do infinito.

Esse grupo conhece a diferença entre voar para sobreviver e sobreviver para voar. A Aviação os ensina orgulho como também humildade e apesar de que voar é uma magia, eles caem voluntariamente vítimas de seu feitiço. Quando estão na terra, durante dias ensolarados, observam continuamente o firmamento com saudades de estar ali, durante dias chuvosos e nublados revêem os procedimentos de voo em suas mentes. O piloto sabe que o melhor simulador de vôo esta em si mesmo, em sua imaginação, em sua atitude, porque a mente do piloto esta sempre acessível a elementos novos e compreende que para voar é preciso acreditar no desconhecido.

No mais, os pilotos são homens lógicos, calmos e disciplinados, que pela necessidade precisam pensar claramente, de outra maneira se arriscam a perder violentamente a vida ao sentar-se na cabine. O verdadeiro piloto não amarra seu corpo ao avião, pelo contrário, através do arnês ele amarra o avião em suas costas, em todo seu corpo. Os comandos da aeronave passam a ser uma extensão de sua personalidade, essa simples ação une o homem ao aparelho na simetria de uma só entidade, numa mistura única e indecifrável, cada vibração, cada som, cada cheiro tem sentido e o piloto os interpreta apropriadamente.

Não há duvida de que o motor é o coração do avião, mais o piloto é a alma que o governa. Os pilotos não vêem seus objetos de afeição como máquinas, ao contrário, são formas vivas que respiram e possuem diferentes personalidades, em alguns momentos falam e até riem com eles.

Esses seduzidos mortais percebem os aviões com uma beleza incondicional, porque nada estimula mais os sentidos de um Aviador que a forma esquisita de uma aeronave, não podem evitar, estão infectados pelo feitiço, e viverão o resto de suas vidas contemplados pela magia de sua beleza.

Para o piloto perceber um avião é como encontrar um familiar perdido, uma e outra vez.

Quando o destino trágico mostra sua inexorável presença e vidas se perdem em acidentes a essência do piloto se entristece pelo acontecido, mais não poderá evitar, talvez por infinitesimal segundo, que a sombra de seu pensamento volte aos aparelhos, e um golpe de afeição pelo amigo caído seja inevitável.

Para o Aviador o som dos pistões é uma bela sinfonia, o som de um jato a síntese da força. Aviões perigosos não existem, somente não são pilotados adequadamente, para eles os aeroportos são altares ao talento humano. Ali se realizam diariamente os desafios e os milagres frente às energias da natureza e a força da gravidade. São lugares sagrados, onde o ritual de voar se exalta e se glorifica, de onde caminhos e fronteiras se encontram e o mundo fica pequeno, nos que se chora de alegria e também de tristeza, onde nascem esperanças e sucumbem ideais, onde o som do silêncio habitam as lembranças.

No ar o piloto está em seu elemento, em sua casa, ao que pertence, é ali que ele se liberta da escravidão que o sujeitam na terra. É um dom de Deus que ele aceita com respeito e alegria. Este privilégio lhe permite escalar as prodigiosas montanhas do espaço, e alcançar dimensões no firmamento que outros mortais não alcançarão. Este presente permite apreciar a perfeição do criador e o absurdamente pequeno humano.

Permite-lhe igualmente reconhecer que ninguém há visto a montanha dali, como sua sombra do céu. Distinguir uma pessoa que deu sua alma à Aviação é fácil, em meio à multidão quando um avião passa seu olhar volta-se imediatamente ao firmamento buscando-o e não descansará até que o veja. Não importa quantas vezes haja visto o mesmo avião, é preciso vê-lo novamente, é algo inconsciente e espontâneo. Os pilotos talvez possam explorar os elementos físicos do vôo, mas descrever o que ocasiona sua existência é impossível porque explicar a magia de voar esta além das palavras.

Francis Gary Powers (17 de agosto de 1929 — 1º de agosto de 1977) foi capitão da Força Aérea dos Estados Unidos. Era o piloto norte-americano do avião espião U-2, abatido a tiros enquanto sobrevoava a União Soviética, em 1960, causando assim a “Crise do U-2”. Nasceu em Burdine, Kentucky, e cresceu em Pound, Virgínia, cidade na fronteira de Virgínia com Kentucky. Depois de graduar-se no Milligan College, Tenesse, Gary alistou-se na Força Aérea dos Estados Unidos, em 1950.

BAVOp/PMDF participa de reunião do CNPAA que debateu a Segurança de Voo

O Comitê Nacional de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CNPAA), instituído em 1982 sob a direção do CENIPA, reuniu-se na quarta-feira (09/05), às 9h30, com representantes de 46 entidades nacionais que lidam diretamente com a atividade aérea. A 57ª Sessão Plenária foi aberta pelo Chefe do CENIPA, Brigadeiro do Ar Luís Roberto do Carmo Lourenço, que desejou boas-vindas aos participantes e conclamou a todos para os debates em torno da segurança de voo.

Pela manhã, na abertura dos trabalhos, a plenária votou pela inclusão da Associação Brasileira de Pilotos da Aviação Civil (ABRAPAC), entidade que reúne 600 associados, a qual passou a ser o mais novo membro do Comitê. A seguir, foram debatidos assuntos relacionados com a Decolagem Certa, Aeronavegabilidade, Aviação de Segurança Pública,  questões regimentais e a definição de data para a próxima reunião do CNPAA prevista para o segundo semestre. Por decisão da plenária, o encerramento da reunião foi antecipado em um dia, em razão do ajuste feito na programação.

Dando continuidade ao evento, na parte da tarde, foram tratados temas sobre Perigo Aviário e Resposta à Emergência, Aviação Geral e Segurança Operacional, Classificação de Acidentes e Incidentes Aeronáuticos entre outras deliberações. O secretário da reunião e vice-chefe do CENIPA, Coronel Aviador Luiz Cláudio Magalhães Bastos, destacou a coordenação entre CENIPA e ANAC para atuar conjuntamente nas atividades de prevenção de acidentes aeronáuticos, como o ponto alto do encontro. O CENIPA e ANAC estão caminhando para a integração e alinhamento de suas diretrizes relacionadas a segurança de voo e segurança operacional.

Participaram do 57ª Plenária do CNPAA representantes de empresas de transporte aéreo, táxi aéreo, aviação executiva, Departamento Aeroviário de São Paulo, Associação Brasileira de Aviação Geral, EMBRAER, Sindicato Nacional dos Aeroviários, Agência Nacional de Aviação Civil, Comandante do BAVOp da PMDF, Universidades e faculdades que possuem cursos de Ciências Aeronáuticas, PETROBRAS, INFRAERO, Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos e outros órgãos.

No que diz respeito à Aviação de Segurança Pública, o Ten Cel PM JOSILEI ALBINO GONÇALVES DE FREITAS, Comandante do Batalhão de Aviação Operacional (BAVOp) da PMDF, esteve presente e teve a oportunidade de explanar sobre extinção do CONAV em agosto de 2011 e das consequências de tal decisão.

O Ten Cel Gonçalves, deixou claro que não estava representando mais a SENASP naquela reunião, mas podia falar pelos estados, na medida que foi o último representante legítimo da Aviação de Segurança pública do Brasil e que era parte interessada no assunto, pois é também Comandante de Unidade Aérea na PMDF.

Em sua explanação pediu apoio do comitê, em especial à ANAC, SAC ( Secretaria Especial de Aviação Civil ) e do próprio Presidente do CNPAA, para que a Segurança Pública participe efetivamente do Comitê, visando garantir a representatividade do grupo perante o CNPAA e poder participar dos trabalhos realizados em prol da segurança de voo.

O Comandante do BAVOp também apresentou uma ação de combate ao uso de laser verde, atrapalhando a aproximação de aeronaves em Brasília, citando a prisão em flagrante de 03 pessoas e diversas abordagens visando coibir tal prática e dos últimos acidentes envolvendo a Aviação de Segurança Pública.

O Brig Ar Lourenço, juntamente com o CNPAA, agradeceu o combate ao laser verde e se sensibilizou ao pleito, confirmando total apoio à atividade, se comprometendo em apresentar soluções para as questões apresentadas pelo Ten Cel Gonçalves, tendo em vista os grandes eventos que ocorrerão no Brasil e a retomada das discussões sobre segurança de voo na Aviação de Segurança Pública, considerando a importância dessa aviação no cenário nacional, bem como os recentes acidentes aeronáuticos ocorridos.

Fotos: CENIPA.

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