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CIOPAER/MT localiza veículo roubado em Cuiabá

Neste sábado (05Maio12) por volta das 11:00 horas, o helicóptero Águia 02 do Centro Integrado de Operações Aéreas do Estado de Mato Grosso, enquanto realizava policiamento preventivo em locais de considerável incidência de crime na cidade de Cuiabá, localizou numa área de mata próxima ao Clube Monte Líbano, um veiculo marca Wolksvagem, modelo Fox, cor Prata, placa QAG 8249.

Após checagem, via sistema, foi obtida a informação que o veículo se tratava de objeto de roubo ocorrido no dia anterior. A tripulação do Águia acionou guarnição policial local, para a tomada das providências legais decorrentes.

Fonte: SESP/MT.

O que é investigação de um acidente aeronáutico ?

Tendo em vista o acidente envolvendo um helicóptero, modelo AW 119Ke – Koala, da Polícia Civil do Estado de Goiás no dia 08/05 muitas informações surgem através da imprensa. Essas informações, na sua grande maioria, são colhidas de testemunhas e de especialistas. Esse material vai sendo publicado por todos os meios de comunicação e, quase sempre, tendentes a culpar o piloto da aeronave ou buscar, prematuramente, uma suposta causa.

No momento seguinte ao acidente todos os envolvidos buscam uma saída para se eximirem de suas responsabilidades, principalmente quando o comandante da aeronave falece. São divulgadas informações, por vezes inconsistentes, e que em nada colaboram com a investigação. Não é prudente após um acidente fomentar o sentimento de “caça as bruxas”, o que pode, inclusive, acarretar futuras ações por danos morais.

Todos querem conhecer as causas que motivaram o acidente aeronáutico. Assim, no momento do sinistro, é importante que as pessoas saibam que existem profissionais (Polícia e Aeronáutica) altamente qualificados estudando o caso e que os resultados surgirão e serão divulgados e se existirem culpados eles serão responsabilizados civil e criminalmente.

O CENIPA explica o que é investigação de um acidente aeronáutico:

1) O que é investigação de acidente aeronáutico realizada pela Aeronáutica?

É o processo realizado com o propósito de prevenir novos acidentes e que compreende a reunião e a análise de informações e a obtenção de conclusões, incluindo a identificação dos fatores contribuintes para a ocorrência, visando a formulação de recomendações sobre a segurança. O Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAER) não trabalha com “causa” de acidente, mas com fatores contribuintes. “Causa” se refere a um fator que se sobressai, que seja preponderante, e a investigação SIPAER não elege um fator como o principal. Ao contrário, trabalha com uma série de fatores contribuintes que possuem o mesmo grau de influência para a culminância do acidente.

2) Qual a importância mundial da investigação de acidente aeronáutico?

A investigação de acidente aeronáutico é de grande importância para melhorar o máximo possível a segurança de voo, seja militar ou civil. Por causa disso, existem convenções e resoluções internacionais para padronizar procedimentos de apuração, análise e recomendações, sempre com o objetivo de evitar a recorrência de casos.
Em 1948, os países participantes da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) definiram que, na medida do possível, incluiriam em seus regulamentos nacionais a mesma redação das normas sugeridas pela unidade. Por esse motivo, a norma vigente no Brasil segue os parâmetros do Anexo 13 da Convenção de Chicago, da qual o país é signatário.

3) A investigação da Aeronáutica aponta culpados e tem implicações judiciais?

Não. Esse trabalho é das Polícias, do Ministério Público e da Justiça, ou seja, das autoridades competentes para investigar, denunciar e julgar. A investigação de acidente aeronáutico, em todo o mundo, é um procedimento paralelo e independente, realizado por órgão especializado e voltado unicamente para a prevenção de novas ocorrências e melhoria da segurança de voo.

Segundo o item “3.1”, Capítulo 3, do Anexo 13 da Convenção de Chicago, “o único objetivo da investigação de acidente será o da prevenção de futuros acidentes” e “o propósito dessa atividade não é determinar culpa ou responsabilidade”.

De acordo com o item “5.4.1”, todo procedimento judicial ou administrativo para determinar culpa ou responsabilidade deve ser independente da investigação de acidente aeronáutico.

4) Quem participa da investigação de acidente aeronáutico conduzida pela Aeronáutica?

O país sede da ocorrência é o responsável pela investigação realizada com o apoio de técnicos de outras nações envolvidas (fabricante da aeronave, operador etc) e de entidades ligadas à aviação, como sindicatos e outras entidades de classe similares.

5) O que é público, possível de ser informado à imprensa, na investigação de acidente realizado pela Aeronáutica?

Segundo o item “5.12” do Anexo 13, ao realizarem investigações de acidente aeronáutico, os países não darão divulgação das seguintes informações (veja abaixo), além da finalidade prevista para este fim, a menos que as autoridades judiciais competentes do país determinem e a divulgação da informação em questão seja mais importante que as consequências advindas, em nível nacional e internacional, que a decisão possa ter para essa investigação ou para futuras apurações.

a) As declarações tomadas pelas autoridades encarregadas da investigação;
b) As comunicações entre as tripulações envolvidas;
c) As informações de caráter médico ou pessoal dos envolvidos;
d) As gravações das conversas dos pilotos e as transcrições das mesmas;
e) As opiniões expressas na análise de informação, incluída a informação contida nos registradores de dados de voo e de voz (caixa-preta).

No capítulo 5, o Anexo 13 da Convenção de Chicago explica essa recomendação: se divulgadas, as informações mencionadas, incluindo aquelas prestadas voluntariamente pelas pessoas entrevistadas no curso da investigação de acidente aeronáutico, poderiam ser utilizadas fora do âmbito da prevenção, em processos disciplinares, administrativos, civis e penais. No futuro, tal conduta pode dificultar o trabalho dos investigadores de acidentes aeronáuticos. “A falta de acesso a essa informação poderia criar obstáculo para a investigação e afetar seriamente a segurança de voo”, menciona o texto.

6) O que é considerado Acidente Aeronáutico?

Acidente Aeronáutico é toda ocorrência relacionada com a operação de uma aeronave, havida entre o período em que uma pessoa nela embarca com a intenção de realizar um voo, até o momento em que todas as pessoas tenham dela desembarcado e, durante o qual, pelo menos uma das situações abaixo ocorra:

a) qualquer pessoa sofra lesão grave ou morra como resultado de estar na aeronave, em contato direto com qualquer uma de suas partes, incluindo aquelas que dela tenham se desprendido, ou submetida à exposição direta do sopro de hélice, rotor ou escapamento de jato, ou às suas consequências. Exceção é feita quando as lesões resultem de causas naturais, forem auto ou por terceiros infligidas, ou forem causadas a pessoas que embarcaram clandestinamente e se acomodaram em área que não as destinadas aos passageiros e tripulantes;

b) a aeronave sofra dano ou falha estrutural que afete adversamente a resistência estrutural, o seu desempenho ou as suas características de voo; exija a substituição de grandes componentes ou a realização de grandes reparos no componente afetado. Exceção é feita para falha ou danos limitados ao motor, suas carenagens ou acessórios; ou para danos limitados a hélices, pontas de asa, antenas, pneus, freios, carenagens do trem, amassamentos leves e pequenas perfurações no revestimento da aeronave;

c) a aeronave seja considerada desaparecida ou o local onde se encontre seja absolutamente inacessível.

Em observância ao Anexo 13 da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), as lesões decorrentes de um acidente aeronáutico que resultem em fatalidade até 30 dias da data da ocorrência são consideradas lesões fatais. Uma aeronave será considerada desaparecida quando as buscas oficiais forem encerradas e os destroços não forem encontrados.

Saiba também o que é Comissão de Investigação de Acidente Aeronáutico.

Para entender melhor, foi divulgada na imprensa a conversa com um engenheiro da oficina de manutenção que realizava o revisão da aeronave. Fica uma frase para reflexão: “A má informação é mais desesperadora que a falta de informação. ” (Charles Caleb Colton)

Confira a matéria do R7 e reflita:

Por Eduardo Alexandre Beni.

Minas Gerais lança Plano de Ação de Combate a Incêndios Florestais

O governador Antonio Anastasia lançou, nesta quarta-feira (02/05), no Palácio Tiradentes, o Plano de Ação 2012 de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, que irá receber investimentos de R$ 26 milhões. O objetivo do Plano é diminuir o número de ocorrências de queimadas nas Unidades de Conservação (UCs) de Minas e dar respostas rápidas no combate ao fogo, além de envolver cidadãos e sociedade civil nas ações de prevenção.

“Estamos chamando toda Minas Gerais para em conjunto combatermos a essa questão do fogo descontrolado no período da seca. Vamos trabalhar duplicado, triplicado, quadriplicado, quintuplicado de maneira muito enfática durante este ano para diminuirmos os efeitos do fogo e seus prejuízos. Peço, não só aos presentes, às instituições presentes, mas a todos os mineiros, para que tenham muita cautela. Vamos trabalhar na prevenção para que, em 2012, tenhamos um ano menos sofrido”, afirmou o governador Antonio Anastasia.

O secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães, destacou os investimentos para 2012, inclusive em parceria com entidades privadas.

“Saímos de um orçamento de R$ 4 milhões para um orçamento direto de R$ 26 milhões, ou seja, quase sete vezes mais. Além das parcerias com as empresas, que representam mais R$ 9 milhões e a contratação de pessoal para as nossas unidades de conservação, que são 75 ao todo no Estado. Com isso, somamos um investimento superior a R$ 50 milhões, o que mostra a relevância e a preocupação do Estado com o tema”, disse Magalhães.

Plano

Levantamentos da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) apontam que 90% das queimadas nas unidades de conservação estaduais têm origem criminosa. Integram o Plano de Ação 2012 de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais seis programas operacionais divididos em Prevenção e Controle, Capacitação, Combate, Infraestrutura e Logística, Comunicação, Fiscalização e Investigação.

“Orientei ao secretário Adriano Magalhães a sermos, neste ano, mais cautelosos, mais empreendedores e mais prevenidos em relação ao que fomos no passado e prepararmos um projeto mais amplo, ambicioso e abrangente para não permitirmos que, em 2012, tenhamos a repetição do que ocorreu em anos anteriores quando os incêndios grassaram nosso Estado”, afirmou Anastasia.

Combate a incêndios

O governador assinou decreto que define diretrizes para a Força Tarefa do Programa de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais de Minas Gerais (Previncêndio), voltado para a proteção das Unidades de Conservação (UCs) sob responsabilidade do Estado, seus entornos e áreas de relevante interesse ecológico.

O decreto cria, ainda, uma sub-base da Força Tarefa, que será instalada na estrutura da Adjuntoria de Emergência Ambiental do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, instalada no Parque Estadual Serra do Rola Moça. Com isso, serão intensificadas as ações de prevenção e combate dentro de uma das mais importantes unidades de conservação estaduais da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Além da sede do Previncêndio em Curvelo, estão em funcionamento sub-sedes em Januária e Viçosa.

A Diretoria de Meio Ambiente e Trânsito (DMAT) da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) recebeu 28 viaturas que reforçarão a frota que atua dentro das UCs estaduais e nas rodovias que cortam essas áreas protegidas. São 16 blazers e 12 caminhonetes, nos quais foram investidos R$ 2,5 milhões.

Depois da solenidade, a Força Tarefa Previncêndio (FTP) fez uma simulação de combate a incêndio na Praça Cívica da Cidade Administrativa. Foram usados helicópteros do Comando de Radiopatrulhamento Aéreo (Corpaer) da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil no combate aéreo e equipes de brigadistas simularam o combate em solo. Uma exposição apresentou os equipamentos e veículos usados no combate às chamas.

Força Tarefa Previncêndio

A Força Tarefa (FTP) do Programa de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais de Minas Gerais (Previncêndio) foi criada em 2005, para aperfeiçoar o trabalho de combate a incêndios florestais no Estado. É a primeira do gênero na América Latina e integrada pela Semad, Instituto Estadual de Florestas, o Corpo de Bombeiros Militar, as Polícias Militar e Civil e a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec). Integra a estrutura da Semad.

O objetivo da FTP é apoiar as ações de prevenção e coordenar o combate a incêndios florestais nas unidades de conservação sob responsabilidade do Estado. A equipe da Força Tarefa está de prontidão 24 horas por dia para atendimento às ocorrências e denúncias pelo telefone: 0800 28 32323.

Participam dessa Força Tarefa as aeronaves:

– IEF – Instituto Estadual de Floresta / Helicópteros Guarás e Aviões Tamanduá.
– Bombeiros Militares / Helicópteros e aviões Arcanjos.
– Polícia Militar / Helicópteros Pégasus.
– Polícia Civil / Helicópteros e aviões Carcarás.

Fonte: Secretaria de Estado de Governo.

Fotos: Carlos Vítor.

Piloto Policial do Acre realiza estágio no CIOPAER/MT

O Centro Integrado de Operações Aéreas do Estado de Mato Grosso recebeu o Maj PM Carlos Augusto da Silva Negreiros, Piloto de Aeronave de Asa Rotativa (helicóptero), do CIOPAER do Acre, a fim de realizar o recheque do Equipamento AS350, bem como instruções e cheque de Instrutor de vôo de helicóptero – INVH, no período de 06 a 16 de maio de 2012.

O Ciopaer/MT é credenciado para realizar o recheque de tipo e cheque de INVH por contar em suas fileiras com pilotos instrutores de vôo de helicóptero devidamente habilitados junto a Agência Nacional da Aviação Civil – ANAC e por ter mais de 12 (doze) anos de serviços prestados em aviação de segurança pública em prol da sociedade matogrossense.

O Oficial Superior da Policia Militar do Acre participa de operação desencadeada no interior do Estado, conforme previsto em nota de instrução que regula a sua capacitação.

Fonte: SESP/MT.

CIOPAER/MT marca presença em Juara fazendo o mapeamento da região em ação preventiva

Mato Grosso – Visando fazer um mapeamento da região, para prevenir possíveis ataques das quadrilhas que vem assaltando bancos no estado, no estilo conhecido de “Novo Cangaço”, um helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer) da Secretaria de Segurança Pública está fazendo operações na região do Vale do Arinos.

Segundo o Major PM Sebastião Pereira, comandante da Polícia Militar do Vale do Arinos, a presença da aeronave faz parte de um plano de atuação da Secretaria de Estado de Segurança Pública, na Operação Saturação, no Vale do Arinos.

A aeronave comandada pelo Major Tomaz, conta com 05 policiais, é equipada com armamento pesado, que, segundo o comandante, a ação é preventiva, porém, se houver necessidade de uma ação repressiva, terá todas as condições de enfrentamento com as quadrilhas que vem atuando, mas, o Major destaca que o objetivo é marcar presença, demarcar território, mostrando para os bandidos que Mato Grosso tem segurança.

O helicóptero deverá permanecer uma semana nas regiões do Vale do Arinos e Vale do Juruena. De acordo com o comandante, considerando a visão aérea privilegiada, a possibilidade de obter êxito em uma operação é muito maior. Ele citou um caso recente em que foi detectado um grande movimento de veículos em uma fazenda, aparentemente abandonada, e, ao verificar em solo, era uma base de operação para uma quadrilha de roubo de carros.

Fonte: SN – Show de Notícias.

Foi-se o homem, ficou o herói: Delegado Carrasco

Em homenagem aos homens de coragem da Polícia Civil de Goiás publicamos artigo sobre o Del Carrasco postado em 13/10/2011 no site do SINDIPOL – Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Goiás, por Warlem Sabino:

A maior parte dos objetos na sala do delegado Osvalmir Carrasco Melati Júnior, 38 anos, lembra a aviação, aliás, sendo mais preciso, os helicópteros. São calendários, miniaturas, objetos de decoração e até o pad mouse do computador. Até na hora de entrevista ele está trajando o uniforme da Unidade Aeropolicial da Polícia Civil.

“Minha vida são os helicópteros”, resume. “Desde criança tinha um sonho de voar de helicóptero e hoje me sinto plenamente realizado. Não só voei como também piloto”, emenda Osvalmir, mostrando, no computador, fotos aéreas de operações tiradas já com o novo helicóptero da PC.

Mas chegar a ser comandante de aeronave não foi tarefa fácil. Foi preciso muito estudo, dedicação e escolhas corretas. Quando adolescente tentou ser oficial da Força Aérea Brasileira, mas não conseguiu ser aprovado nas provas. O delegado não se frustrou. Engavetou o sonho e prestou vestibular para Direito.

Foram cinco anos na faculdade no interior de São Paulo. Paralelamente ajudava o pai no açougue da família, em Tupã. Com o diploma em mãos, ficou um ano sem trabalhar, apenas estudando para concursos – já queria ser delegado. As 12 horas por dia com os livros renderam bons resultados: aprovação nos concursos em Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul – tudo em 1999.

“Eu não sabia para onde ir, mas meu pai me disse para escolher Goiás. Ele falou que o Estado estava em crescimento, que era um bom lugar para morar e que eu teria grandes oportunidades por aqui”, explica. “E foi o que realmente aconteceu. Tive oportunidades aqui na Polícia Civil que talvez não tivesse em nenhum outro lugar. Não me arrependo um minuto de ter escolhido Goiás”, emenda.

E quando fala em oportunidades, foi por meio da Polícia Civil que Osvalmir enfim realizou o sonho de voar de helicóptero – nem esperava mais por uma chance destas. Em 2006, quando o Governo do Estado locou helicópteros para as polícias, ele foi chamado para fazer parte do grupo que ficaria responsável pela aeronave da PC – na época já era coordenador do GT-3.

“Em 2005, quando fui convidado para coordenar o GT-3, tive a chance de fazer vários cursos operacionais na área de segurança pública. Estudei até fora do País. Logo em seguida veio a oportunidade de voar. Não perdi a chance. Fiz o curso de tripulante com a Polícia Rodoviária Federal já de olho na pilotagem.”

O delegado lembra, inclusive, a data exata do primeiro vôo de helicóptero da vida, como passageiro: 26 de julho de 2006. “Nós levantamos vôo da Praça Cívica. Você deixar uma praça voando, no Centro da cidade, vendo as árvores ao seu lado, a cidade crescendo, é uma sensação fascinante, quase indescritível.”

A partir daí viu a paixão florescer de vez. Decidiu que faria tudo o que precisasse para se colocar em condições de operar um helicóptero. Seis meses depois já fez o seu primeiro vôo como aluno piloto. Era um modelo Robinson R44. “Só não foi mais emocionante por causa da apreensão. Você fica muito ansioso por causa da responsabilidade.”

Passada a fase de instruções, hoje o delegado curte a sensação “incrível” de pilotagem. “A mobilidade de um helicóptero é tão fantástica e incrível que chega a ser perigosa. O fato de você poder pousar em qualquer lugar requer muita cautela e responsabilidade”, alerta.

Talvez por isso o delegado ainda não tenha passado por nenhum “perrengue” em vôo. “Você tem de se preparar para não ter problemas em vôo. Estamos começando agora as operações com o novo helicóptero. A aeronave é boa, corresponde bem, mas requer adaptação dos pilotos e tripulantes.”

Sete dias de aventura

Comprados pelo Governo do Estado no ano passado, os helicópteros modelo AW119 Koala, fabricados pela empresa anglo-italiana Agusta Westland, chegaram a Goiás em dezembro. E só foram apresentados no último mês da administração anterior porque vieram voando da Filadélfia (Pensilvânia, EUA) – parar vir de navio poderia demorar mais de um mês.

Osvalmir foi indicado pela Polícia Civil para ajudar a trazer a aeronave da PC – os Bombeiros e a Polícia Militar indicaram um piloto de cada corporação para a viagem. Eles vieram junto aos pilotos da Agusta.

Foram sete dias de viagem, com vôos de no máximo três horas, apenas durante o dia e com tempo bom. Eram pelo menos cinco paradas por dia para reabastecimento, alimentação e descanso. Em parte do trecho passou por cima ou aterrissou em lugares paradisíacos, como Martinica e San Martin, ilhas no Caribe. Mas também viu de perto uma imensidão de água (Oceano Atlântico e Mar do Caribe) e árvores (Floresta Amazônica).

“A gente só via o que estava no meio do caminho, pois não podíamos desviar um minuto, uma vez que o combustível era contado. E quando parávamos, a exceção da hora de dormir, não tínhamos tempo para nada. Era reabastecer a aeronave, levar os documentos à alfândega e decolar novamente.”

Em determinados pontos não havia aeroportos para reabastecimento. Para não ficarem pelo caminho, eles lotavam a parte traseira do helicóptero com galões cheios de querosene de aviação. Paravam no meio do nada com lugar nenhum e reabasteciam as aeronaves sem ao menos desligá-las. “Não podíamos nos arriscar a desligar. Vai que depois não ligava. Íamos pedir socorro aonde?”

Ainda assim, exaurido pelo sobe desce intermitente de sete dias, Osvalmir diz que faria tudo de novo. “Foi uma experiência incrível, destas de guardar para sempre.” E aproveita para agradecer a Polícia Civil. “Não tenho o que reclamar. Todos os cursos, pilotagem e viagens ao exterior foram graças a Polícia Civil. Só tenho que agradecer pelas oportunidades que tive. Sou muito grato à polícia.”

O macacão da unidade Aeropolicial mostra bem a quantidade de cursos que o delegado participou. O uniforme está repleto de insígnias e distintivos.

Motociclismo

Durante a viagem aos Estados Unidos para trazer o helicóptero da PC, Osvalmir realizou outro sonho de consumo: comprar uma jaqueta original Harley-Davidson para combinar com sua nova motocicleta: uma Fat Boy. Aliás, moto é outra paixão do delegado, agora especialista em aventuras.

“Meu pai sempre gostou de motos e herdei dele esta paixão. Desde os 18 anos tive motos e de um ano para cá atingi o ápice: comprei uma Harley”, explica. “E a compra só foi possível porque a marca resolveu reduzir os preços no Brasil”, emenda.

A primeira moto de Osvalmir foi uma Honda Shadow 600 cilindradas. Depois comprou duas Hornet de mesma cilindrada e marca. Hoje tem uma Fat Boy de 1.600 cilindradas.

Carreira

Osvalmir Carrasco entrou para a Polícia Civil em 2000. Sua primeira lotação foi em Quirinópolis, depois seguiu para o Entorno do Distrito Federal. Em 2004 chegou a Deic, em Goiânia, e logo foi designado para o recém-criado GT3. Hoje é coordenador da Unidade Aeropolicial.

Também já participou de operações aéreas com a Força Nacional, como estagiário, em busca de ascensão técnica a comandante – passou de co-piloto para piloto.

Perfil

Nome: Osvalmir Carrasco Melati Júnior.

¤ 02.03.1974
† 08.05.2012

Local de Nascimento: Tupã (SP).
Formação: Direito.
Estado Civil: Casado com Gizely: filhos Luca (7), Heitor (7) e Laura (2).
Ano em que ingressou na Polícia Civil: 2000.
Lotação: Coordenador da Unidade Aeropolicial.
Hobby: Motociclismo.
Livro: Sidarta, de Hermann Hesse.
Filme: O Menino do Pijama Listrado.
Comida preferida: Churrasco.
Time que torce: Corinthians.
Ídolo: Jesus Cristo.
Sonho de consumo: “Realizei com uma Harley-Davidson Fat Boy”

Fonte: SINDEPOL/GO.

Helicóptero da Polícia Civil de Goiás sofre acidente e não há sobreviventes

O helicóptero da Polícia Cívil de Goiás caiu na tarde desta terça-feira (8/5). O helicóptero acidentou-se próximo a “fazenda do boi”, a 40 quilômetros da cidade de Piranhas/GO (cerca de 320 km da capital goiana). Todos os oito ocupantes do helicóptero faleceram.

O helicóptero da Polícia Civil que sofreu o acidente aeronáutico enquanto voltava para a capital goiana estava participando da reconstituição de um crime de homicídio de sete pessoas no último 28/4, todas esgorjadas na propriedade rural Nossa Senhora Aparecida, em Doverlândia, cidade goiana a cerca de 400km da capital. O preso, Aparecido de Souza Alves, de 22 anos estava a bordo. Ele havia participado da primeira fase da reconstituição do crime na quinta-feira da semana passada e viajou novamente de helicóptero ao local do crime para reproduzir os fatos relacionados aos outros cinco assassinatos aos peritos criminais. (SINDEPOL)

Equipes de terra compostas pela Polícia Técnico-Científica, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e GT3 da Polícia Civil, além de um helicóptero (Koala – AW119) do Corpo de Bombeiros estão no local do acidente aeronáutico. A aeronave da Polícia Militar também será utilizada na operação.

A investigação dos motivos da queda do helicóptero estará a cargo do sexto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA VI), de Brasília. De acordo com o coronel Valter Barreto Silva, chefe do Seripa VI, as informações até então são preliminares e uma equipe já está a caminho de Piranhas/GO.

A Secretaria de Segurança Pública e Justiça, com informações adicionais do site Goiás é Demais, divulgou os nomes dos policiais civis que estavam no helicóptero que caiu a  cerca de 40 quilômetros de Piranhas/GO. São eles:

Os policiais civis

1. Antônio Gonçalves Pereira dos Santos – Delegado de Polícia – Superintendente de Polícia Judiciária da PCGO;

Delegado desde 1982 e Policial Civil desde 1969, admitido para o cargo de Investigador.
Idade: 64 anos
Naturalidade: Pedro II – Piauí
Estado Civil: Casado
Número de Filhos: 03 filhos

2. Osvalmir Carrasco Melati – Delegado de Polícia – Coordenador da Unidade de Apoio Aeropolicial;

Delegado de Polícia Civil desde 2000
Idade: 38 anos
Local de Nascimento: Tupã (SP).
Estado Civil: Casado
Número de Filhos: 03 filhos

3. Bruno Rosa Carneiro – Delegado de Polícia – chefe-adjunto da Unidade de Apoio Aeropolicial;

Delegado de Polícia Civil desde 2004
Idade: 32 anos
Naturalidade: Goiânia – GO
Estado Civil: Solteiro
Número de Filhos: 0

4. Jorge Moreira da Silva – Delegado de Polícia – Titular da Delegacia Estadual de Roubos e Furtos de Cargas;

Delegado de Polícia Civil desde 1982
Idade: 53 anos
Naturalidade: Porto Nacional – Tocantins
Estado Civil: Divorciado
Número de Filhos: 02 filhas

5. Vinícius Batista da Silva – Delegado de Polícia Titular de Iporá;

Delegado de Polícia Civil desde 2010
Idade: 33 anos
Naturalidade: Goiânia – Goiás
Estado Civil: Casado
Número de Filhos: 01 filho

6. Marcel de Paula Oliveira – Perito Criminal – cidade de Iporá;

Perito Criminal desde 2010
Farmacêutico Bioquímico
Lotado em Quirinópolis
Idade: 31 anos
Estado Civil: Solteiro
Número de Filhos: 0

7. Fabiano de Paula Silva – Perito Criminal – cidade de Quirinópolis;

Perito Criminal desde 2000 – Odontólogo
Lotado em Iporá
Idade: 37 anos
Estado Civil: Separado
Número de Filhos: 04 filhos

Local do Acidente:

  • “Fazenda do Boi”
  • Latitude: 16º 27’18’’ S
  • Longitude: 51º 59’ 50’’ W

Sobre os pilotos:

  • Comandante – Delegado Osvalmir Carrasco Melati.
  • Copiloto – Delegado Bruno Rosa Carneiro.

No dia 23 de junho de 2011 os Delegados Pilotos da PCGO Osvalmir Carrasco e Bruno Rosa, que além de Pilotos Comerciais de Helicóptero, também eram instrutores de voo, foram checados pelo Inspetor de Aviação Civil (ANAC), Élsio Madruga, no modelo da aeronave (Koala – AW119), o qual, através de manobras e procedimentos operacionais, como determina a legislação aeronáutica brasileira, atestou a capacidade técnica dos Delegados, expedindo a habilitação tipo e formaram a primeira equipe de comandantes desse modelo de aeronave do estado.

À época do cheque o Del Carrasco, Coordenador da Unidade de Apoio Aeropolicial, disse que “o sentimento é de realização e alegria,  pois é a conclusão de um trabalho iniciado em 2006, quando helicópteros foram alugados pelo Governo de Goiás.“

Nesse momento ainda Carrasco disse que “a PCGO buscou qualificar seus servidores através de cursos e estágios em outras unidades aéreas, visando a atual conquista de possuir Unidade Aérea com pessoal completamente capacitado para operar o Koala, codinome ESCORPIÃO, de forma autônoma e segura, satisfazendo completamente os requisitos exigidos pela legislação aeronáutica brasileira.”

Sobre a aeronave

A aeronave acidentada da Polícia Civil de Goiás era um helicóptero AgustaWestland AW119Ke – Koala, matrícula PP-CGO, denominado “Escorpião”, adquirida junto com outras duas aeronaves do mesmo modelo e que foram entregues para a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás. As três aeronaves foram adquiridas com recursos do Estado e do Governo Federal, através da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e entregues em 29/09/2011.

A aeronave AW119Ke Koala é um helicóptero monoturbina, com capacidade para oito pessoas, desenvolvido com foco na segurança, desempenho e preço competitivo. O grande espaço livre na cabine permite uma rápida configuração para uma variedade de atividades, como transporte de passageiros, resgate e transporte aeromédico, apoio policial, entre outras missões.


Nota oficial do Governo de Goiás sobre o acidente:

O Governo de Goiás lamenta profundamente a morte dos delegados e servidores da Secretaria de Segurança Pública, em decorrência do acidente com o helicóptero da Polícia Civil. Goiás perde profissionais de altíssimo valor, ilibada reputação, reconhecida competência e notável valor humano, que se destacaram no exercício de suas funções, honrando a tradição de nossa Polícia.

Ao longo de suas vidas, eles souberam valorizar o trabalho a que se dedicaram. Morreram no estrito cumprimento do dever legal, exercendo com denodo a missão superior de proteger o cidadão e oferecer segurança e tranquilidade aos goianos. Merecem, assim, todo o nosso reconhecimento, nosso preito de gratidão e, neste momento derradeiro, os nossos sinceros aplausos.

O Estado decreta luto oficial por três dias e se junta à população, amigos e familiares na última homenagem a esses servidores, num momento de dor e  comoção na corporação, no Governo do Estado e na sociedade.

Marconi Perillo
Governador do Estado de Goiás


Nota do site:

A notícia será atualizada conforme as informações forem sendo confirmadas.

O site Piloto Policial externa suas sinceras condolências às família das vítimas neste triste e delicado momento. Recebam todos o nosso apoio!


Núcleo de Aviação/RO realiza processo de seleção para Piloto de Helicóptero

Rondônia - AvSegPA Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania do Estado de Rondônia, SESDEC/RO, através do Núcleo de Aviação de Segurança Pública – NAvSegP, realiza Processo de Seleção Interna para provimento de 03 (tres) vagas para Piloto de Helicóptero, sendo 01 (uma) vaga aos Oficiais da Polícia Militar e 02 (duas) para Delegados da Polícia Civil do Estado de Rondônia. Os Delegados da Polícia Civil já foram selecionados mediante processo de seleção no âmbito da PCRO.

Os Oficiais da PMRO, para se inscreverem, é necessário que atendam os seguintes requisitos:

1. Ser 2º Tenente PM ou 1º Tenente PM do quadro de Oficiais Combatentes;
2. Estar apto e capaz, sem restrição de qualquer natureza;
3. Estar Pronto para o serviço;
4. Não estar em cumprimento de sentença condenatória com pena privativa de liberdade ou em gozo de sursis;
5. Possuir no máximo, até 10 (dez) anos de serviço, contados a partir da data de inclusão da PMRO;
6. Possuir idade máxima de 35 (trinta e cinco) anos;
7. Estar aprovado com média 07 (sete) ou acima, no teste de raciocínio lógico aplicado pela própria instituição, de caráter classificatório;
8. Estar aprovado com média 07 (sete) ou acima, no Teste de Aptidão Física (TAF) aplicado pela própria instituição, de caráter eliminatório;
9. Estar aprovado por ocasião da inspeção de saúde (Certificado de Capacidade Física 1ª Classe – CCF 1ª Classe) realizada por um Hospital de Aeronáutica, credenciada pela Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC, por conta do candidato, sem ônus para o Estado;
10. Ter sido classificado dentro do limite de vagas ofertadas;
11. Perderá o direito à matrícula o candidato que não se apresentar ou deixar de apresentar a documentação necessária à comprovação dos requisitos legais e editalícios, ficando o Comandante da Unidade em que serve o candidato responsável pela conferência dos requisitos exigidos para a matrícula;
12. A designação do candidato matriculado para freqüentar o curso de Formação de Pilotos Privados de Helicóptero será procedida pelo Comando Geral, na forma estabelecida na legislação em vigor.

O Edital completo se encontra no site da Polícia Militar do Estado de Rondônia (www.pm.ro.gov.br).

Oficiais Pilotos do BOA/SC são aprovados nos exames para PCH

No mês de abril de 2012 a Agência Nacional de Nacional de Aviação Civil – ANAC concedeu as licenças de Piloto Comercial de Helicóptero ao Maj BM João Batista e Ten BM Sandro do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina.

Esses pilotos contam com mais de 180 horas de vôo e realizaram curso teórico de PCH em Escola Homologada. Após o curso teórico receberam instruções práticas ministradas pelos instrutores de vôo do BOA (Ten Cel Edupércio, Maj Lopes, Maj Ricardo e Cap Kemper). Ao final foram submetidos a exame prático aplicado pelo Ten Cel BM Edupércio, Cmt do BOA ( Examinador Credenciado da ANAC), sendo considerados aprovados, cumprindo todas as exigências do RBHA 061 para “experiência”.

No dia 05 de maio de 2012 foi realizado o cheque prático do Cap BM Losso, sendo este aprovado. O Cap BM Matiuzzi, Ten BM Roberto, Ten BM Tulio e Ten BM Pratts, todos com mais de 170 horas de vôo, aguardam a realização da prova teórica junto a ANAC, para, em seguida, realizarem o exame prático na OBM.

Essas foram as primeiras etapas do Programa de Ascensão Técnica (PAT) dos Pilotos do CBMSC, instituído pela Portaria Nr 054/2009, concluídas com êxito. No futuro, cumprindo o PAT, ao atingirem 510 horas de vôo e passarem por todos os treinamentos previstos, poderão assumir o Comando de Aeronave de Resgate da Corporação.

Parabéns aos novos PCH do CBMSC.

Confira o vídeo sobre o BOA/CBMSC:

As ocorrências do ARCANJO podem ser acompanhadas no:

– http://twitter.com/#!/ARCANJO_01
– http://www.facebook.com/arcanjo.sc

Uso civil de VANTs aumenta nos EUA

Sem muito alarde, dezenas de universidades e delegacias de polícia dos Estados Unidos receberam permissão dos reguladores federais da aviação para utilizar aeronaves não-tripuladas, conhecidas como “drones”, segundo documentos obtidos por um grupo de defesa dos cidadãos, através da Lei da Liberdade de Informação.

As mais de 50 instituições que receberam aprovação para operar aeronaves pilotadas por controle remoto são mais variadas do que muitas pessoas de fora da área e especialistas em privacidade sabiam. Elas incluem não só agências como o Departamento de Segurança Interna, mas também instituições menores como os departamentos de polícia de North Little Rock, no Estado de Arkansas, e de Ogden, no Estado de Utah, além da Universidade de Dakota do Norte e a Universidade Estadual Nicholls, na Luisiânia.

A informação divulgada pela Fundação das Fronteiras Eletrônicas veio à tona em um momento em que a Administração Federal da Aviação, ou FAA na sigla em inglês, se prepara para dar um impulso na utilização generalizada dos drones. Até o final de 2015, o Congresso americano deseja que essa agência faça a integração das aeronaves pilotadas remotamente no espaço aéreo dos EUA.

Apesar dos documentos não indicarem de que modo as aeronaves serão usadas, a divulgação provavelmente vai incitar preocupações sobre privacidade relativas aos drones.

Na quinta-feira, o deputado democrata Edward Markey, de Massachusetts, e o deputado republicano Joe Barton, do Texas, pediram ao administrador interino da FAA para responder perguntas sobre as implicações para a privacidade de um uso maior dos drones.

“Muitos drones incluem equipamentos de vigilância, como câmeras de vídeo, câmeras de infravermelho, radares e ‘farejadores’ de redes sem fio”, escreveram os representantes em sua carta a Michael Huerta. Agora que a FAA, sob pressão de legisladores e empresas, está se esforçando para aumentar o uso de drones, ela tem “a responsabilidade de garantir que a privacidade das pessoas seja protegida e que o público seja plenamente informado sobre quem está utilizando drones no espaço aéreo público e por quê”, escreveram eles. A FAA não quis comentar.

Como parte do esforço para aumentar o uso civil dos drones, cerca de 50 empresas estão desenvolvendo uns 150 sistemas diferentes, que vão desde miniaturas até modelos com envergadura comparável à dos aviões comerciais.

A FAA disse anteriormente que já aprovou dezenas de usos não-militares para aeronaves não tripuladas, que vão desde missões policiais até o combate a incêndios e o monitoramento de animais selvagens. Os drones também já foram usados para reportagens, mapeamento e aplicações agrícolas.

A Universidade de Dakota do Norte usa drones em conexão com um programa de graduação em sistemas de aeronaves não tripuladas, iniciado em 2009. Al Palmer, um funcionário da universidade envolvido no programa, disse que cerca de 78 alunos já decidiram se especializar na área e que os formados têm encontrado emprego em fabricantes ou operadores de drones.

O departamento de polícia de North Little Rock vem trabalhando com um pequeno helicóptero sem piloto desde 2008, disse o sargento Pat Thessing. No momento, a polícia vem treinando com essa aeronave apenas em áreas despovoadas, enquanto aguarda as normas da FAA para usá-las em outros lugares. A polícia espera usar drones para a vigilância de bairros de alta criminalidade, durante investigações sobre drogas, e outras atividades.

Fonte: Wall Street Journal / Reportagem: Andy Pasztor e John Emshwiller

Helicóptero do Bope/PMAL sobrevoa área de vazamento de óleo em Coruripe

Alagoas – Embora tenha sido considerado de pequenas proporções, o vazamento de óleo do campo marítimo de Parú, um poço de extração de gás natural da Petrobras, localizado a cerca de 15 quilômetros da costa de Coruripe, no Litoral Sul de Alagoas, deve provocar danos ambientais na região. A afirmação é do presidente do Instituto do Meio Ambiente (IMA), Adriano Augusto.

Ontem pela manhã, 03 de maio de 2012, ele sobrevoou no helicóptero do Bope/PMAL a costa de Coruripe, na tentativa de constatar a dimensão do vazamento.

“Durante o sobrevoo observamos que a mancha de óleo não está próxima da praia e isso nos deixa um pouco menos apreensivos quanto à proporção dos possíveis impactos, mas é importante considerar que é uma poluição e que ela poderá acarretar danos ao meio ambiente”, disse Adriano Augusto, por meio de nota divulgada pela assessoria de comunicação do IMA, no fim da tarde de ontem.

Acompanhando do diretor técnico do órgão, Ricardo César, o presidente do IMA disse que a aeronave em que estava chegou a sobrevoar a seis quilômetros da costa e que foi possível visualizar um navio recolhedor de óleo.

Fonte:  Gazeta de Alagoas.

Foto: Guga Malta.

Tributo aos homens do fogo

O diretor americano Bobby Cohen que já trabalhou com Wood Allen e vive em São Paulo fez um filme dedicado ao Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo. O filme teve sua estréia no MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo com coquetel gratuito para 200 pessoas no dia 9 de março e depois no Espaço Itau de Cinema da Frei Caneca no dia 26 de março.

O filme mostra a face sensitiva e emocional de todos os envolvidos. Este filme custou cerca de 100 mil reais e não houve patrocínio algum. Após sua elaboração o documentário foi doado ao Corpo de Bombeiros de São Paulo como presente no seu aniversário de 132 anos.

O filme levou 5 anos para ser produzido em película 16mm e faz uma homenagem a todos os homens do fogo e sua dedicação. Neste filme há uma participação especial do Águia da Polícia Militar de São Paulo.

Dessa produção foram feitos dois filmes, um curta chamado: “Um Sonho” e o um documentário chamado: “Tributo aos homens do fogo“, com duração de 40 min.

Como assistir

Em virtude do filme ter sido lançado em março de 2012 em duas salas e estar concorrendo em alguns festivais, após esse período serão comercializados DVDs. Os interessados podem escrever para tributoaoshomensdofogo@uol.com.br e seguir no Facebook para novas exibições.

Fato histórico

A 10 de março de 1880 começaram oficialmente os trabalhos de extinção de incêndio na Capital do Estado de São Paulo, com a criação da Seção de Bombeiros composta de 20 homens. Hoje, o Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo, com seus 132 anos, possui cerca de 10 mil homens e mulheres, marcado pelo espírito de sacrifício, coragem, exemplos dignos de dedicação e profissionalismo que coroam a história desta Centenária Organização.

Confira o teaser do documentário:

Por Thea Gratia Plena, I-Reels Brasil – ireels@uol.com.br

Helicóptero da Polícia Civil tenta capturar estuprador foragido de Xavantina/SC

Santa Catarina – A polícia de Xavantina recebeu um reforço importante na última sexta-feira (04/05) na tentativa de prender um suspeito de estupro que há um ano está foragido.

O helicóptero do Apoio Tático Aéreo da Polícia Civil fez levantamento aéreo em Xavantina e arredores. Selvino Craco, porém, não foi localizado. O policial civil Gilmar Bonatto diz que mesmo assim a ação foi frutífera, pois o fugitivo deve ter sentido a pressão das buscas que não vão parar.

“Os sobrevôos aconteceram com quatro policias”, informa Bonatto que coordena os trabalhos para o cumprimento da preventiva. “O helicóptero estava na região para outras ações e pedimos o auxílio para esta busca também”, informa Bonatto que participou dos sobrevôos.

Fonte: Rádio Rural, por Marcos Feijó.

COASA/GO realiza Estágio Operacional para médicos e enfermeiros

A Companhia de Operações Aéreas, do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, realizou nos dias 27, 28, 29 e 30/04 a primeira fase do Estágio de Adaptação de Médicos e Enfermeiros ao Serviço Aéreo do CBMGO, o qual tem um carga horária total de 82 horas aulas e visa cumprir as exigências contidas na Subparte K do Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica – RBHA 091, na Portaria 2048 do Ministério da Saúde, e ainda a Norma Operacional N. 04 do CBMGO.

O Estágio contou com a participação de 07 bombeiros militares, sendo 02 médicos e 05 enfermeiros, e 23 integrantes do SAMU, sendo 12 médicos e 11 enfermeiros, tendo em vista o recente Convênio firmado com a instituição.

As instruções tiveram como objetivo capacitar técnica e psicologicamente os profissionais a exercerem suas atividades a bordo de um helicóptero de resgate, que poderá, em determinadas situações, operar em situações adversas.

Os alunos receberam instruções de Conhecimentos Técnicos da Aeronave, Regulamento de Trafego Aéreo, Norma Operacional N. 04, Segurança de Voo, Embarque e Desembarque, Fraseologia Padrão, Salvamento Aquático, Noções de Nós e Amarrações, Salvamento em Altura e Sobrevivência em Mata (Fazenda Santa Branca).

A segunda fase do Estágio deverá acontecer nos dia 05 e 06 maio, quando serão abordados conhecimentos técnicos de medicina e enfermagem voltados para o resgate aéreo em cumprimento a legislação pertinente do Ministério da Saúde. Esta fase terá como instrutor o Dr. Rodrigo Patriota, médico especialista em Medicina Aeroespacial.

A primeira fase do Estágio foi realizada com apoio do CEBM, da ABM, do 1º BBM, do 7º BBM, e teve como instrutores os seguintes militares: Maj Hofmann, Cap Alberto, 1º Ten Igor, 1º Ten Luciano, St Peres, St Tiago, Sgt Cardoso e Cb Mass.

Veja as fotos:

Fotos: Divulgação.

Helicóptero Águia de Rio Preto realizou mais de 1.500 missões

São José do Rio Preto – O helicóptero Águia da Polícia Militar realizou 1.528 missões desde quando chegou a Rio Preto, do dia 12 de agosto de 2010 até o final da semana passada.

As ações são realizadas em conjunto com as polícias Civil, Rodoviária, Ambiental, Federal, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil. Pelo menos 1,2 milhão de pessoas recebem o serviço da aeronave. “O Águia atua em todas as atividades e modalidades de policiamento e segurança pública. Além de operações, fazemos voos de acordo com um mapeamento das áreas com maiores índices de criminalidade”, afirma o capitão Marcus Vinícius Baracho de Sousa, da Polícia Militar.

Foram 645 horas voadas sobre os 96 municípios do CPI-5 (Comando de Policiamento do Interior). O suficiente para localizar 38 veículos (furtados ou roubados), prender 146 pessoas presas, salvar outras cinco e apreender 18 armas.

Segundo o capitão, do total de missões, 1.376 foram de policiamento, 29 feitas em conjunto com a Polícia Ambiental, 39 com as polícias Rodoviária e Civil, 80 com o Corpo de Bombeiros e quatro para transportar órgãos para transplantes.

A base do Águia está funcionando temporariamente no Corpo de Bombeiros, na avenida Clóvis Oger, no Distrito Industrial, ao lado do aeroporto de Rio Preto. A sede própria está sendo construída na mesma avenida. “O efetivo é dividido em duas equipes. São cinco pilotos, 12 tripulantes, dois mecânicos de voo e sete agentes administrativos”, afirma o capitão.

Os voos

O Águia sobrevoa Rio Preto pelo menos 40 minutos todos os dias para os voos de patrulhamento preventivo, caso não haja alguma solicitação específica. São 20 minutos pela manhã e outros 20 à tarde. “Os voos são em horários alternados. O crime vai migrando de bairros a partir do momento que a polícia começa a investir na ação de policiamento. Trabalhamos em conjunto com os policiais de solo de acordo com estatísticas de criminalidade e levantamento dos boletins de ocorrência”, diz o capitão.

Segundo ele, em Rio Preto é difícil ter uma ocorrência com emprego da aeronave entre 7h e 9h. “Estatísticas apontam que nesse período ocorrem outras ocorrências de menor gravidade que não precisam de nosso apoio. Havendo, vamos. Estamos à disposição 24 horas”, acrescenta ele.

Desmatamento

Os voos com a Polícia Ambiental, na maioria das vezes, é para identificar áreas de desmatamento, pesca e garimpo ilegais. “O policial ambiental vai dentro da aeronave e é feito fotografia dessas áreas. Depois os policiais vão pelo solo aplicar as multas. O objetivo principal da ação é conter a degradação do meio ambiente”, diz Baracho.

Quanto à Polícia Rodoviária e Civil, o Águia dá apoio às operações realizadas nas rodovias e nos bairros da cidade.

As missões realizadas com o Corpo de Bombeiro é, na maioria, contra queimadas. Das 80 missões, apenas três foram acidentes, o restante é de fogo em matas. “As pessoas colocam fogo na época da seca e aí, com a aeronave, levamos uma caçamba que comporta 540 litros de água. A captação é feita em um lago ou rio. Em alguns casos, o caminhão do Corpo de Bombeiros não consegue chegar ao local porque a mata é fechada”, diz Baracho.

De acordo com ele, o Águia foi imprescindível no salvamento de uma vítima que se envolveu em acidente entre um carro e um caminhão, em Palestina.

A aeronave levou dois homens da equipe do Corpo de Bombeiros até a estrada de terra onde havia acontecido o acidente. “O socorro por terra chegou depois de 50 minutos que estávamos no local. A vítima já tinha sido tirada das ferragens e levada para o hospital da cidade”, lembra o capitão.

Inauguração da base será no 2º semestre

A base do Águia está funcionando temporariamente no Corpo de Bombeiros, na avenida Clóvis Oger, no Distrito Industrial, ao lado do aeroporto de Rio Preto. O hangar próprio está sendo construído em imóvel na mesma avenida. A previsão é de que seja inaugurado no segundo semestre deste ano.

O investimento está avaliado em aproximadamente R$ 3,5 milhões. O Águia tem capacidade para seis pessoas. É equipado com rádios digitalizados, computador de bordo, farol de busca com giro de 360 graus para localização noturna, além de equipamentos médicos de resgate e GPS.

Números do Águia da BRPAe de Rio Preto

– 645: são as horas de voo do helicóptero Águia desde quando chegou a Rio Preto, em 2010, até a última quinta-feira
– 1.528: missões foram realizadas pelo helicóptero Águia de Rio Preto
– 38: veículos que haviam sido roubados ou furtados foram localizados pelo Águia
– 1.376: missões de policiamento
– 146: pessoas presas
– 5: pessoas foram salvas
– 18: armas foram apreendidas
– 80: missões com o Corpo de Bombeiros (77 de queimadas e três de acidentes de trânsito)
– 39: operações com as polícias Rodoviária e Civil nas rodovias e bairros da cidade
– 29: missões em parceria com a Polícia Ambiental. A maioria para identificar áreas de desmatamento
– 4: missões para transportar órgãos até pessoas que aguardavam por um transplante

Fonte: Dia a Dia, por LUCIANO MOURA/Agência Bom Dia.

Eurocopter entrega o 500° helicóptero EC145

A Eurocopter entregou o 500° helicóptero bimotor EC145, dez anos após o primeiro EC145 de produção ser entregue em abril de 2002. A histórica aeronave n° 500, juntamente com o helicóptero de produção 501, foram entregues a Pegaso Transportes Aereos, que é a maior operadora mexicana no Golfo do México. A Pegaso já opera 13 helicópteros EC145, e deve receber mais unidades em maio. A cerimônia de entregue ocorreu na unidade da Eurocopter de Donauworth, na Alemanha, no dia 27 de abril.

“Esta entrega ressalta o sucesso global do EC145, que resulta das capacidades e confiabilidade projetadas nos helicópteros Eurocopter”, disse Wolfgang Schoder, vice-presidente de Programas Executivos da Eurocopter. “É muito apropriado compartilharmos esse marco com a Pegaso – uma parceiro de longa data da nossa empresa que também opera um centro de manutenção aprovado pela Eurocopter para os helicópteros EC145 e EC135 no México”

Os dois EC145s da Pegaso entregues serão utilizados para o transporte das tripulações para plataformas offshore de petróleo e gás, e também estão equipados para a tarefa utilitária. Além do EC145, a Pegaso opera o BK117, BO105, EC130, EC135 e EC155. A Pegaso também é uma cliente de lançamento do EC175.

“Contamos com a durabilidade e o desempenho dos helicópteros Eurocopter em nossas operações diárias, com o EC145 encarregado de algumas das missões mais exigentes da nossa empresa”, afirmou o CEO da Pegaso Enrique Zepeda.

A Eurocopter disse que entregou os helicópteros EC145s, um desenvolvimento do popular BK117, para 100 clientes em 38 países. Dentre os operadores significativos estão o Exército dos EUA, que já recebeu mais de 200 unidades designadas UH-72A Lakota (de 346 planejadas), e o governo francês, com 50 exemplares, desempenhando funções com a Gendarmerie e a Sécurité Civile.

Fonte: Eurocopter

 Foto: ©Eurocopter / Charles Abarr.

Helicóptero policial localiza vítimas com utilização de FLIR na Flórida/EUA

Quatro pessoas foram resgatadas do Rio Indian, em Rockledge, Florida/EUA,  14/04/2012, quando sua canoa virou.

Um morador do Condomínio River Indian do Programa “Neighborhood Watch” notou o barco virado e ligou para o 911 (no Brasil 190 ou 193), enquanto outros moradores disponibilizaram barcos para auxiliar no resgate dos velejadores.

Um policial chegou momentos depois ao local e acionou a Unidade de apoio aéreo de Brevard County Sheriff, que respondeu imediatamente.

O helicóptero chegou em minutos ao local da ocorrência e localizou os quatro jovens agarrados a uma canoa semi submersa.

 O helicóptero contribuiu para orientar as equipes de resgate localizarem e resgatarem as vítimas.

Veja o vídeo da ocorrência:

Fonte: Brevard Times

GRPAe/SP abre inscrição para concurso interno de seleção de pilotos de helicópteros

A Diretoria de Ensino e Cultura da Polícia Militar do Estado de São Paulo torna pública a abertura de inscrições para o concurso interno de seleção ao Curso de Especialização de Oficiais – Piloto Policial de Helicóptero – I/12, visando o preenchimento de 08 (oito) vagas destinadas aos Tenentes da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

O concurso será regido pelas normas constantes na Lei Complementar 1.036/08 – Lei de Ensino da PMESP; pelo Decreto Estadual 54.911/09, que regulamenta a Lei de Ensino e pela D-5-PM (Diretriz Geral de Ensino), publicada no anexo “A” do Bol G PM 074/10, bem como pelas instruções abaixo, e será organizado e executado pelo Grupamento de Radiopatrulha Aérea.

Período de inscrições: de 24 de abril a 18 de maio de 2012, nos dias úteis das 09:00 até às 17:00 horas.

Requisitos para a inscrição:

– ser 2º Tenente ou 1º Tenente do QOPM da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
– possuir o Curso de Formação de Oficiais (CFO) da APMBB, concluído há, no mínimo 02 (dois) anos e, ter no máximo, 10 (dez) anos de serviço, completados até a data de término das inscrições;
– estar no efetivo exercício de suas funções Policiais Militares;
– estar apto em ata de inspeção de saúde (médica, incluindo o dermatológico para uso de piscina e odontológico), e, – aprovado no teste de aptidão física (TAF) masculino ou feminino (TAF 3), contido no anexo “B”, conforme Art. 3º, inciso I, item 3, das PPT-04-PM, publicada no Bol G PM 143/02, de 29JUL02 e alterações posteriores;
– não ter sido punido por transgressões disciplinares classificadas como graves, segundo o parágrafo 2º, do artigo 12, da Lei Complementar 893, de 09 de março de 2001, nos últimos dois anos e não ter sido condenado em sentença penal transitada em julgado;
– ter sido considerado aprovado no Teste de Avaliação de Tiro (TAT), exceto os Oficiais pertencentes ao Corpo de Bombeiros;
– estar apto no Estágio de Atualização Profissional (EAP);
– não ter sido cogitado ao quadro de acesso para promoção ao posto de Capitão PM;
– não ter sido avaliado com conceito inferior nas três últimas avaliações de desempenho;
– os requisitos para a inscrição, salvo disposição em contrário, deverão ser preenchidos até ao dia anterior a publicação destas instruções e mantidos até a data da matrícula, salvo o disposto no subitem 9.2.1.
– deverão ser observados os interstícios previstos no inciso VII do artigo 56 da D-5-PM, publicada no Bol G PM 074 de 22Abr10.


Clique aqui e veja o edital completo do concurso


Integração Polícia Civil e Corpo de Bombeiros cada vez mais sólida em Minas Gerais

Na última sexta-feira (27/4), foi realizado em Minas Gerais o primeiro voo “Arcará” (Arcanjo + Carcará). Com mais uma etapa dessa parceria entre o Corpo de Bombeiros e Polícia Civil Mineira, foi realizado voo de instrução para embarque e desembarque de Bombeiros/Brigadistas no Parque Estadual Serra do Rola Moça, em Belo Horizonte.

Na instrução final de curso foi utilizado o helicóptero ARCANJO 01, com a tripulação composta pelo CAP BM Welter, SGT BM Francisco e Investigador de Polícia Carlos Vítor.

Os voos realizados com tripulação mista das instituições estão sendo vistos com “bons olhos” pelos profissionais da área de aviação de Defesa Social, onde os comentários versam sobre a troca de experiências, típicas de casa instituição.

Mais um avanço do Poder Público em detrimento dos interesses maiores, que são o da população mineira.

Fonte: PC/MG

Alunos do projeto Cidadescola visitam BRPAe Presidente Prudente/SP

Cerca de 20 alunos do 1° ano do ensino fundamental da Escola Municipal Maria Isabel Barbosa Negrão, que fica no Conjunto Habitacional Ana Jacinta participaram da “Oficina de Trânsito do Cidadescola” realizada na tarde desta quinta-feira (26/04) no Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar (GRPAe) que funciona no Aeroporto de Presidente Prudente/SP.

Trata-se da primeira atividade deste ano viabilizada através da parceria entre Secretaria Municipal de Assuntos Viários e Cooperação em Segurança Pública (Semav), Secretaria Municipal de Educação (Seduc) e Polícia Militar.

Na oportunidade, as equipes realizaram a orientação das crianças em relação à utilização dos equipamentos de resgate. As crianças também puderam conhecer o interior do helicóptero Águia.

“A iniciativa do município é importante para que os alunos passam a ter uma visão diferente da Polícia Militar através desta aproximação”, destaca o cabo Rodrigo Soares Felix. Ele ressalta ainda que este contato incentiva a mudança no comportamento com noções de respeito às regras e em relação à disciplina no dia a dia.

Com isso, através da visita os alunos têm a oportunidade de conhecer o cotidiano dos policiais que realizam o patrulhamento aéreo na cidade. A aula realizada no aeroporto foi acompanhada pelos agentes de trânsito da Semav, e equipe de policiais que integram o grupamento.

Conforme a professora do Departamento de Educação no Trânsito da Semav, Nilza de Almeida Bina, as atividades vivenciadas fora da sala de aula contribuem com o aprendizado e desenvolvimento dos alunos.

A iniciativa é importante para que os alunos possam conhecer um meio de transporte diferenciado, realizado através do helicóptero Águia da Polícia Militar, que atende ocorrências e realiza salvamentos.

Segundo a professora, a visita ao aeroporto desperta a curiosidade das crianças, para que elas possam conhecer de perto uma modalidade de transporte, que geralmente elas tem acesso somente nos livros.

Veja as fotos da visita:

Fonte/Fotos: Prefeitura Presidente Prudente

Segurança de voo em Operações de Resgate Aeromédico do GRPAe/SP

JOSÉ ALEXANDER DE ALBUQUERQUE FREIXO

INTRODUÇÃO

Para a realização de Operações Aeromédicas, diversas ações preparatórias devem ser desenvolvidas visando o cumprimento da missão dentro de um nível aceitável de segurança operacional. Estas ações englobam o estabelecimento de procedimentos operacionais padrão, treinamentos específicos e um constante gerenciamento do risco durante a execução dos voos.

Um voo de resgate envolve uma série de variáveis que o Comandante de aeronave deve gerenciar, como o peso da aeronave, quantidade de combustível e potência disponível para o voo, condições meteorológicas, entre outras. Mas os pontos mais críticos da operação, sem dúvida, são o pouso em área restrita e a segurança da aeronave no solo.

Quando ocorre o acionamento da equipe, a tripulação não sabe aonde realizará o pouso, essa análise é feita quando da localização da ocorrência, onde de uma maneira dinâmica, a equipe realiza o gerenciamento de risco, optando pelo local mais seguro, dentro de parâmetros pré-estabelecidos em um procedimento operacional padrão.

O RESGATE AEROMÉDICO

Atualmente o GRPAe realiza o serviço de resgate aeromédico nas Bases de Radiopatrulha Aérea (BRPAe) de São Paulo e Campinas, atuando diariamente no período diurno, mantendo aeronave e equipe das 06:30 h ao pôr do sol. Esta limitação operacional não é imposta pela regulamentação aeronáutica, ela ocorre por uma doutrina operacional do GRPAe, que privilegia a segurança do voo, tendo em vista os vários perigos presentes nas operações de resgate aeromédico, que no período noturno são potencializados.

A baixa luminosidade ou a sua ausência dificultam a visualização de obstáculos e também podem contribuir para a desorientação espacial do piloto, dentre outros problemas que o pouso e decolagem noturnos em áreas não preparadas para este fim podem ocasionar.

A possibilidade de pousar em áreas não homologadas ou registradas para este fim é fundamental para o cumprimento das missões de resgate. A autorização para a realização de algumas condições especiais de operação, tal como o pouso em locais não homologados, é prevista na legislação e regulamentação aeronáutica, para aeronaves em missões de segurança pública e/ou defesa civil, desde que o objetivo da missão seja a proteção e o socorro público ou o combate a incêndios florestais.

Além disso, o Órgão de segurança pública e/ou de defesa civil responsável deve ter estabelecido procedimentos padronizados de operação e de segurança de voo, com a finalidade de orientar a conduta das tripulações nestas condições especiais.

Atualmente o GRPAe utiliza a aeronave AS350- Esquilo, para as missões de Resgate Aeromédico. O helicóptero conta com os equipamentos exigidos para uma ambulância aérea e sua tripulação é composta por dois pilotos, um médico e enfermeiro.

Por contar com dois pilotos, um comandante de aeronave e um comandante de operações, a maca é instalada na transversal do aparelho, diferente da configuração de transporte inter hospitalar, onde a maca é montada na longitudinal, obrigando a retirada do assento do copiloto e os respectivos comandos de voo.

Durante todo o voo e em especial no pouso em área restrita, o enfermeiro e o médico devem orientar o piloto no posicionamento da aeronave.

A visão do piloto é muito limitada e somente com o trabalho da tripulação como uma equipe é possível efetuar um pouso nestas condições com segurança.

Com as portas traseiras abertas, o médico e enfermeiro tem visão das extremidades do rotor e da cauda da aeronave. A utilização da fraseologia operacional padrão é fundamental para uma comunicação clara, objetiva e precisa, não permitindo interpretações ou entendimentos equivocados, principalmente nas fases mais críticas.

A outra grande preocupação é a segurança da aeronave no solo. Assim que o helicóptero pousa, o copiloto, médico e enfermeiro desembarcam imediatamente e fazem o isolamento até a parada total dos rotores, evitando desta forma a aproximação de pessoas, animais e veículos.

POUSO EM ÁREA RESTRITA

Para a realização do pouso em área restrita, a tripulação deve observar os seguintes critérios:

a) Operação entre o nascer e o pôr do sol;
b) Atentar para a presença de obstáculos;
c) Observar materiais que possam ser danificados ou deslocados pela ação do vento do rotor;
d) Atentar para dimensão de no mínimo 20×25 metros da área de toque (referência para aeronave AS350);
e) Identificar tipo de solo, prevendo a formação de nuvens de poeira;
f) Atentar para objetos que possam atingir o rotor de cauda; e
g) Caso as condições de segurança não existirem, escolher outro local nas proximidades e fazer nova verificação. CASO NÃO EXISTA UM LOCAL SEGURO, ABORTAR A MISSÃO.

EMBARQUE/DESEMBARQUE A BAIXA ALTURA

A técnica de desembarque e embarque a baixa altura é utilizada quando há a necessidade da extração e/0u infiltração de efetivo em um determinado local onde o helicóptero não tem condições de pousar (esquis no solo), devido às irregularidades no terreno, presença de pequenos obstáculos no solo ou vegetação alta.

Tal técnica não é considerada como um procedimento isolado e sim um meio para a realização de determinados procedimentos, tais como o desembarque de tripulantes e embarque de vítimas em encostas, desembarque de tripulantes em locais de difícil acesso por terra, como ilhotas, morros, matagais, lajes etc.

Igualmente a todas atividades desenvolvidas em “Operações Aéreas de Segurança Pública e/ou Defesa Civil”, se faz necessário e fundamental a realização prévia de treinamento com pessoal envolvido na missão, visando estabelecer padrões de segurança compatíveis com o risco assumido. Os objetivos a serem alcançados neste tipo de treinamento são:

a) Ambientação à cabine da aeronave;
b) Conhecimento das regras gerais de segurança em operações embarcadas; e
c) Execução com proficiência do embarque/desembarque a baixa altura.

Para a realização do referido treinamento é necessário apenas a instalação de alças de embarque para auxiliar os tripulantes na operação.

Vale lembrar que todas as atividades aéreas, ainda mais as de Segurança Pública, envolvem riscos, tais riscos podem ser reduzidos a níveis aceitáveis com o treinamento adequado dos envolvidos.

Em 2004 um helicóptero em operação de Segurança Pública teve perda total e duas pessoas tiveram ferimentos leves, após um acidente em uma missão de apoio à Polícia Federal, onde os Agentes não tiveram treinamento e, devido a característica da missão, foi necessário o embarque com a aeronave a baixa altura em uma área onde o pouso não era possível, sendo que um dos Agentes apoiou-se indevidamente na alça do cinto de segurança do Piloto, resultando numa atitude brusca no comando do helicóptero, vindo a colidir o rotor de cauda com obstáculo.

DESCIDA DE RAPEL DA AERONAVE

O rapel é uma técnica utilizada para o desembarque de tripulantes descendo até o solo por meio de cordas, partindo do helicóptero.

Esta técnica não é muito comum de ser empregada em operações aeromédicas, porém já ocorreram situações onde a equipe médica teve que descer de rapel da aeronave para acessar à vítima, por esta razão, é fundamental que os médicos tenham conhecimento dos procedimentos a serem utilizados neste tipo de missão, bem como pratiquem a técnica, permitindo uma familiarização com os equipamentos e o conhecimento das particularidades a serem executadas.

O treinamento de descida de rapel do helicóptero somente será realizado após um detalhado briefing com os pilotos e tripulantes lançadores e a realização de descidas em torre de treinamento.

CONCLUSÃO

A operação de resgate Aeromédico envolve vários perigos que devem ser identificados pela Organização de Aviação de Segurança Pública (OASP).

Características como a urgência, imprevisibilidade, voo a baixa altura, pousos e decolagens em áreas restritas e a pressão “auto-imposta” tornam esta atividade uma das mais críticas desenvolvida pelos operadores de Segurança Pública e/ou Defesa Civil.

Mais do que identificar as ameaças, a Organização deve ter a capacidade de gerenciar os riscos associados e estabelecer defesas para realizar a operação dentro de níveis aceitáveis de segurança de voo.

Uma missão segura pressupõe a existência de uma doutrina operacional, procedimentos padronizados e a capacitação dos tripulantes.


Autor: O Cap PM Freixo é Comandante de Aeronave e Chefe da Seção de Segurança de Voo do Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar de São Paulo.


SuperPop da RedeTV mostra o trabalho do GRPAe/SP – Assista à Reportagem

Nesta sexta feira (27/04) a repórter Simone Garuti e equipe da Rede TV do Programa SuperPop estiveram no Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar de São Paulo para mostrar sua rotina e conhecer mais sobre a atuação dos Águias.

Durante a reportagem foram apresentados os equipamentos utilizados pelo GRPAe, como o puçá, cesto, bamby bucket, equipamentos de salvamento e resgate aeromédico. Vestida com o macacão de voo, uniforme operacional do GRPAe, Simone Garutti conheceu os bastidores do ninho das Águias da Polícia Militar de São Paulo.

A Rede TV utilizou seu helicóptero para acompanhar os Águias nas ocorrências do dia e acompanhou diversos atendimentos. Um deles foi uma tentativa de suicídio em Ermelino Matarazzo, mas não foi preciso o emprego da aeronave, pois a Polícia Militar atuou de forma precisa e salvou a pessoa que tentava o suicídio.

Durante o dia acompanharam também uma ocorrência de transporte aeromédico de um sargento da FAB que precisa realizar transplante de fígado. A ambulância ficou presa no congestionamento na Marginal Pinheiros e o Águia foi acionado para o transporte.

O Águia levou nesse dia mais duas pessoas ao Hospital das Clínicas, uma vítima de queda de uma altura de 8 metros na Av Faria Lima e outra de atropelamento na Av Cruzeiro do Sul.

O Programa irá ao ar hoje (30/04) na Rede TV. Também no programa SuperPop desta segunda-feira, Luciana Gimenez receberá, ao vivo, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

Durante o programa, os telespectadores irão acompanhar a visita que Luciana Gimenez fez ao governador e à primeira-dama, Lu Alckmin, no Palácio dos Bandeirantes. No gabinete, Alckimin conta como é sua rotina e revela uma peculiaridade a seu respeito: ele próprio passa os colarinhos de suas camisas.

Confira a reportagem sobre o GRPAe/SP:

Confira a reportagem com o Governador e os pilotos:

Piloto Policial, por Eduardo Beni.

Fotos: Edna Moreira.

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