Bombeiros e SAMU transportam bebê de Minas Gerais para o Distrito Federal
Distrito Federal – Na quinta-feira (10), o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) foram acionadas para transportar de helicóptero, de Minas Gerais para Brasília, um bebê de três meses vítima de acidente automobilístico. A criança teve queimaduras de segundo grau em 70% a 80% do corpo e múltiplas fraturas.
O acidente aconteceu em Minas Gerais, a cerca de 200 km de Unaí. Um casal morreu após o carro em que eles estavam cair de uma ponte de cinco metros de altura em Riachinho (MG). O filho deles, de três meses, sobreviveu ao acidente e foi atendido em Riachinho.
O bebê precisou ser transferido para o Hospital Municipal Dr. Joaquim Brochado, Unaí (MG). Em seguida, por conta das queimaduras de segundo grau e do quadro de politraumatismo gravee, foi levado pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros para o Hospital de Base, em Brasília (DF). Toda a operação de transporte do bebê durou quatro horas e meia.
Apesar de todos os esforços das equipes de resgate e do Hospital de Base, o quadro clínico do menino era muito grave e veio a óbito na sexta-feira (11).
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Bombeiros e SAMU transportam bebê de Minas Gerais para o Distrito Federal
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Bombeiros e SAMU transportam bebê de Minas Gerais para o Distrito Federal
O incêndio no Clube Elite “XXVIII de Setembro” esquecido na história. Foto da época.
SÉRGIO MARQUES Tenente Coronel PMESP e Historiador
Muito antes das tragédias decorrentes dos incêndios nos edifícios “Andraus” (1972) e “Joelma” (1974), da Vila Socó, Cubatão-SP (1984) ou da “Boate Kiss”, Porto Alegre- RS (2013), a cidade de São Paulo fora abalada por outro sinistro.
Foi o maior do Brasil (na época) em número de mortos e feridos, porém, esquecido pela História.
13 de junho de 1953, sábado, Dia de Santo Antônio. As tradições das Festas Juninas sempre fizeram parte da cultura popular brasileira. Ainda outras duas comemorações fechariam o mês festivo, Dia de São João, 24 de junho e São Pedro, 29 de junho.
Mais uma festa seria realizada no Clube Elite “XXVIII de Setembro”. O nome, com referência a data, lembrava o dia da assinatura do “Ventre Livre”, no ano de 1871, uma das Leis que, gradativamente, durante o século XIX, aboliu a escravidão do Brasil.
O salão de festas do “XXVIII de Setembro” localizava-se na Rua Florêncio de Abreu, 259. 1º andar, no centro velho de São Paulo. A tradicional via hoje tem forte comércio especializado em ferramentaria.
Sua sede ficava em um velho casarão, com dois pavimentos: o térreo e 1º andar. A área térrea, com 2 portões de ferro, típicos de comércio, com 80 metros de profundidade, chegando a antiga Rua Anhangabaú (não mais existente). O espaço era ocupado pela Empresa S. A. Tecido Votex, que o utilizava para depósito de tecidos.
A cidade, em clima de celebração, com luzes, bandeirinhas coloridas, quermesses, missas, fogueiras e “quentão”. O salão do Clube XVIII acompanhava aquela empolgação.
Tal salão ocupava o 1º andar do velho prédio, com 40 metros. Seu acesso, a partir da Florêncio de Abreu, era feito por uma única e estreita escada de madeira, isolada totalmente da área terrena do casarão. A entrada também tinha a função de saída, não existindo nenhuma “saída de emergência”. O assoalho do salão, não sendo de laje, era de madeira, material muito inflamável.
O incêndio no Clube Elite “XXVIII de Setembro” esquecido na história. Foto da época.
O local era frequentado por pessoas muito simples, que labutavam durante a semana e aproveitavam o final de semana para entretenimento, dançando gafieira e samba.
Quanto à lotação do Salão, o Presidente da Câmara Municipal da cidade, vereador Cantídio Sampaio, que foi tenente-coronel da Força Pública, assim se expressou: “afirmou ser de apenas 80 pessoas a capacidade do salão, mas que foi expedido alvará de licença para um baile de 130 pessoas, baile a que compareceram, entretanto, mais de três centenas de pessoas, demonstração clara de que não houve a fiscalização necessária.”
Alguns jornais de época (Correio da Manhã, RJ, de 16 de junho de 1953, p. 6 e 10; A Noite, RJ, mesma data, e Manchete, de 20 de junho de 1953, p. 7) disseram que a lotação do salão ultrapassou 500 pessoas.
“Não é permitida a entrada de menores de 18 anos, nem mesmo acompanhado”…, era a informação na entrada do Clube, que não era cumprida. A entrada para as damas custava 10,00 (cruzeiros antigos), metade dos cavalheiros, que pagavam 20,00 (cruzeiros antigos).
Mas, como a tragédia começou? Com relato no Jornal A Noite, de 16 de junho de 1953, sobre o depoimento do Sr. Benjamin Jorge na Delegacia, após o desastre, que na ocasião era responsável pelo bar instalado no interior do Salão. Na declaração, afirmou que, entre 21h30 e 22h00, foi alertado por um frequentador sobre a existência de fumaça no fundo do salão que, a priori, vinha do térreo. Acionou, então, o guarda-civil de serviço na região, que informou ao Corpo de Bombeiros.
Por não existir o serviço de “190”, que somente seria instalado em 1968, as viaturas saíram da Estação Central dos Bombeiros, na Praça Clóvis Beviláqua, na Capital, em comboios de 4 a 5 viaturas. Não possuindo rádio (exceção ao serviço de Radiopatrulha), caso houvesse necessidade de apoio seria difícil a mobilização.
Após o acionamento, pouco tempo depois, partiram da Estação Central as viaturas do Corpo de Bombeiros da Força Pública. Chegaram ao local do possível sinistro às 00h25, domingo, 14 de junho. O séquito era formado por 04 viaturas, uma delas com a Escada Magirus (incorporada na traseira do veículo, utilizada para a realização de salvamentos em altura ou elevação do bombeiro com mangueira).
A equipe era composta por cerca de 50 bombeiros, comandada pelo tenente Clóvis de Melo. Nos fundos do depósito de tecido, no pavimento térreo da antiga construção, houve o princípio do incêndio. A construção era formada de material altamente inflamável. Parte da guarnição combateu o fogo nos fundos da edificação.
Enquanto isso, no salão do Clube XXVIII de Setembro os pares dançavam alegremente. A orquestra executava as músicas de época. A dança de quadrilha já fora efetuada.
Entretanto, por precaução, o tenente Clóvis e demais bombeiros abriram a porta de aço da loja do depósito de tecidos, no andar térreo da construção, na Rua Florêncio de Abreu. Uma enorme quantidade de fumaça surgiu, dominando a rua, penetrando nas 4 janelas da frente do Clube, que atingiram o salão.
Concomitantemente, alguém gritou do salão: “Fogo! Fogo!”. O suficiente para se estabelecer a confusão, que sorveria inúmeras vidas. O instinto de conservação se tornou uma cilada. Aquela única entrada, na escada de madeira, tornou-se a única saída. Sendo muito estreita, lateralmente só duas pessoas poderiam descê-las para acesso à Rua Florêncio de Abreu.
O incêndio no Clube Elite “XXVIII de Setembro” esquecido na história. Foto da época.
No meio da escada ainda havia um balcão de venda de ingressos. A maioria dos frequentadores teve o mesmo pensamento. Saída por aquela estreita porta, acessando a escada. Centena de pessoas, tomadas pelo temor da calamidade anunciada, atiravam-se de qualquer maneira em direção à escada.
Com a força dos corpos, o balcão de venda de ingressos foi destruído. Diversos indivíduos caíram, sendo pisoteadas pelos demais. Muitos morreram ou se feriram, prensados contra os corrimãos, degraus ou mesmo uns contra os outros.
Externamente, 3 escadas, além da Magirus, auxiliavam na retirada das pessoas. Muitos, não esperando a ajuda dos bombeiros, lançavam-se pelas 4 janelas do velho sobrado, espatifando-se no chão, 6 metros abaixo.
Na escada de madeira, uma massa humana compacta, entalada, e desesperada, que não conseguia se mover. As mortes das vítimas por asfixia e esmagamento começaram a se acumular na escada do terror, geradas por outros desesperados, que procuravam ganhar a porta de saída. Uma luta desenfreada em degrau em degrau.
Os bombeiros de todas as maneiras tentavam desatar aquele gigante nó de gente e aflição. Gritos dolorosos de socorro! Muitos eram resgatados, puxados daquela enxurrada humana.
Um policial civil, Armando dos Santos, o “Camarão”, prestes a se aposentar, também auxiliou no resgate, arrancando alguns da boca da morte. Mas foi agarrado pelo paletó, conseguindo se desvencilhar. Agora, apanhado pela camisa, depois, pelos braços. Resistiu o quando pode, lutando, pois sua vida estava em perigo. Mas, aos poucos, exauridas suas forças, tornou-se mais uma vítima fatal daqueles acontecimentos.
O pavor e o pânico forjaram a tragédia e tragavam mais vidas do que o incêndio…, que agora penetrava no salão. O tropel humano aumentava e estavam cada vez mais embolados. Na ânsia de escapar, mais se misturavam e menos se livravam.
Do lado de fora, bombeiros armaram uma peneira (protetora) de lona, similar a um paraquedas, sobre a qual saltavam as vítimas do terrível sinistro. Outras vítimas pularam no desespero, estatelando-se contra o solo. Fraturas, gritos, cinzas, choro, morte. Bombeiros dependurados nas estruturas do casarão e nas escadas, colocadas à frente das 4 janelas do salão, continuavam incessantemente o trabalho.
Uma jovem, aparentando 20 anos, clama por socorro da janela. Os bombeiros armaram um “paraquedas” e a incentivaram a pular. Vacilante, quando decide saltar, escorrega, caindo sobre a fiação. Presa, de cabeça para baixo, clamava pelo socorro. Infelizmente, o fogo já avançava para a rua. Um a um os fios foram se rompendo, até a queda fatal da moça. Outro, na janela, alucinado, empurrava as pessoas, indistintamente.
O cabo Antônio Duarte do Amaral, do Corpo de Bombeiros, 26 anos, tinha o afã de salvar vidas naquela triste escada de madeira, buscando pessoas naquele emaranhado de vidas. Todavia, as vítimas o puxaram pela farda e o embolaram, ao ponto de ser sugado para aquele trágico turbilhão de pânico e dor.
Enfrentando o perigo, tombou no cumprimento do dever. O cabo Duarte era filho de um sargento veterano, João Duarte do Amaral, também da Força Pública, que falecera anteriormente, em 26 de dezembro de 1952. Um dos soldados do fogo, que participaram do salvamento desse sinistro, foi o então soldado Antônio Fermiano, já conhecido de nossas Histórias (Clique e saiba mais sobre sua história)
Autoridades comparecem ao teatro de horrores. Um deles, o comandante geral da Força Pública, coronel João de Quadros. O Prefeito Jânio Quadros também apareceu, vestindo um sobretudo, por cima do pijama. Auxiliares disseram que o Prefeito anteriormente estava em uma festa. Ao saber do episódio, passou antes em casa e se paramentou para o evento.
Mais uma circunstância, das mais comoventes. Um dos bombeiros, que removia os corpos, teve a atenção para um dos cantos do casarão. Por breve período ficou imóvel, perplexo. Uma das vítimas era o seu próprio filho, morto naquele aquele enxame humano. Em lágrimas, abraçou carinhosamente aquele corpo inerte, beijando-o. Em seguida, voltou ao salvamento. O prefeito Jânio, e demais presentes, que acompanharam aquela triste cena, choraram!
O próprio tenente Clóvis quase foi engolido pela torrente humana, preso pelo uniforme. Mais forte, o sargento José Ramos de Oliveira conseguiu um milagre, tirando-o das garras dos que já viviam um terror e teriam um terrível final.
Chamas, fumaça, cinzas e gritos de desespero cortavam o espaço. O som do fogo, o cheiro da morte, as sirenes. Uma mescla de sentimentos das vítimas, dos socorristas e do público em geral.
Familiares e curiosos chegaram naquele triste ambiente. Muitos tentaram adentrar ao prédio, pois sabiam que seus parentes, pais, avós e filhos estavam na festa. A Guarda- Civil barrou a invasão suicida.
O incêndio no Clube Elite “XXVIII de Setembro” esquecido na história. Foto da época.
Cordões de isolamento foram colocados na Rua Florêncio de Abreu, no Largo São Bento e com a Av. Senador Queiroz, impedimento que a multidão se aproximasse do sinistro. A área era permitida apenas para os profissionais envolvidos (policiais, militares, médicos, enfermeiros, autoridades e jornalistas).
A madrugada tornou-se mais fria e sinistra. Os gritos angustiantes por socorro permaneceram.
O fogo, encontrando material de fácil combustão, progredia, caminhando rapidamente.
A Polícia Central, que ficava no Pátio do Colégio, local de despacho das ocorrências, direcionou as 11 ambulâncias disponíveis para os socorros aos feridos. Mas a tragédia era gigantesca, com necessidade de mais ambulâncias.
Foram requisitadas 03 do Exército, 02 da Base Aérea (Força Aérea Brasileira -FAB), 02 do HM- Hospital Militar da Força Pública, 02 do HC- Hospital das Clínicas, 04 do Hospital Municipal, 02 do Pronto Socorro da Lapa, 04 do SAMDU- Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência, perfazendo 30 ambulâncias.
Pelo trabalho dos bombeiros, auxiliado por outros soldados da Força Pública, Força Aérea Brasileira (FAB), Exército, policiais civis e cidadãos comuns, as vítimas eram salvas pelas janelas do salão, único caminho livre e possível, com o salvamento realizado pelas escadas.
Todavia, nem todos esperavam. Mais pessoas se atiraram e se espatifaram no chão.
O fogo fez um muro cair no fundo do prédio. Também parte do teto do salão veio abaixo. O pânico foi agravado pelo avanço do incêndio. Já eram mais de 01h30 da madrugada.
O soldado Waldemar Figueiredo, do Corpo de Bombeiros, e o esfumaçado cabo Sebastião Antônio Fortes, da Força Aérea Brasileira (FAB), enfrentando o fogo, que já dominava o salão de festas, conseguiram conduzir mais de 8 pessoas para a rua.
O soldado Waldemar, 13 meses de Corpo de Bombeiros, 1,50m de altura e menos de 20 anos, foi um gigante. Em uma das descidas da “Escada Magirus” perdeu seu capacete, pois a mulher, que acabara de salvar das chamas, gesticulando em desespero, derrubou seu capacete. A ação, que o desequilibrou, quase levou- os ao chão. O cabo da FAB Sebastião acabou por se ferir durante o socorro.
Os mais calmos, que permaneceram no salão, foram salvos. Escaparam pelas 4 escadas, colocadas nas janelas. Uma corda também foi usada na escada, como medida extrema. Fixavam-na em uma das vítimas e puxavam, salvando alguns ou retirando alguns mortos daquele emaranhado de pessoas desesperadas.
Paralelamente, os corpos também foram retirados. Somente da escada de madeira foram recolhidos 30 mortos e dezenas de feridos. Na calçada, em frente ao salão, uma cena dantesca: eram 46 corpos estendidos, enfileirados, com as roupas em frangalhos, peles dilaceradas, corpos fraturados, com faces que exprimiam o horror sofrido.
Caminhões foram requisitados para o transporte dos falecidos no sinistro. À 03h00 já do dia 14 de junho de 1953 bombeiros e guardas-civis removeram os corpos, que estavam na calçada. Colocados nos caminhões, eram direcionados ao necrotério do Cemitério do Araçá.
Passando pelos cordões de isolamento, os caminhões, ao alcançarem o Largo São Bento, foram assaltados por centenas de pessoas, que desejavam ver os cadáveres. Evitando acidentes, os motoristas reduziram a velocidade. Parentes, amigos e familiares, as centenas, foram ao necrotério. Ali, uma histeria, ao reconhecerem os corpos de seus amados.
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O incêndio no Clube Elite “XXVIII de Setembro” esquecido na história. Foto da época.
O incêndio no Clube Elite “XXVIII de Setembro” esquecido na história. Foto da época.
Os feridos foram transportados ao HC – Hospital das Clínicas nas diversas ambulâncias disponibilizadas. Durante o dia, o difícil trabalho de identificação dos mortos. A devolução dos corpos aos familiares e despedida cristã de cada ente perdido, quando possível.
Uma delas, como dito, foi o investigador da Polícia Civil Armando dos Santos, o “Camarão”. Mesmo de folga, dirigiu-se ao local da catástrofe com o intuito de auxiliar no salvamento. Ali perdeu a sua vida. Velado na biblioteca do DOPS, às 16h00 do dia 14 de junho de 1953 seu corpo foi transladado para o Cemitério da Lapa.
Acompanhado por muitas pessoas, coma presença de autoridades, inclusive, do Secretário de Segurança, Elpídio Reale, o corpo de Armando foi enterrado. “Post mortem”, foi promovido o bravo servidor.
O cabo Antônio Duarte do Amaral foi velado na sede do Corpo de Bombeiros, na Praça Clóvis Beviláqua, no dia 15 de junho, com gigantesca presença popular.
Mais de 200 carros dos Bombeiros, Força Pública, Guarda-Civil e Polícia Civil acompanharam o cortejo fúnebre, que se seguiu ao Cemitério do Brás, hoje, denominado Quarta Parada. Seu corpo foi transportado por viatura do Corpo de Bombeiros tendo.
A “guarda de honra” foi formada por soldados que integravam a sua própria guarnição. Presentes, várias autoridades, dentre elas, o secretário de segurança, o comandante geral, coronel João de Quadros.
Com 10 anos de serviços prestados à sociedade, foi enterrado com as honras militares de estilo. Deixou esposa, Sra. Regina Amália Porto do Amaral, e duas crianças, Juçara Maria Duarte do Amaral, com 1 ano, e Luiz Antônio Duarte do Amaral, com apenas 10 dias.
Pelos heroicos atos praticados, morto no cumprimento do dever, não sem antes salvar uma dezena de pessoas, foi promovido “post-mortem” à graduação de 3º sargento da Força Pública.
Duas vias homenageiam sua História:
Em São Paulo, Capital: Praça Antônio Duarte do Amaral, no Jardim Paulistano, e
Em Guarulhos-SP: Praça Sargento Antônio Duarte do Amaral, no Parque Marabá.
O incêndio foi uma tragédia sem precedentes na História policial do Brasil, pois foi o sinistro mais fatal do Brasil de então. Foram 56 mortos, sendo mais de dois terços mulheres. Enfim, pessoas humildes e insubstituíveis para os seus amados.
Infelizmente, somente após grandes tragédias são tomadas providências preventivas. O prefeito Jânio Quadros, recém-empossado no cargo, determinou a intensificação na fiscalização de estabelecimentos congêneres (cinemas, casas de espetáculos etc.), e, em especial, àquelas sem “saída de emergência”, evitando, assim, novas catástrofes do tipo.
Em reportagem especial da Revista Manchete, de 20 de junho de 1953, p. 9, o periódico compatibilizou 58 mortes e mais de 70 feridos naquela trágica noite de Santo Antônio, que se estendeu até a madrugada de 14 de junho de 1953.
O incêndio no Clube “XXVIII de Setembro” ostentou o triste recorde de mortos em edificações por 21 anos. A letalidade só foi superada em 1974, com o flagelo do Edifício Joelma, também na cidade de São Paulo, com 187 mortos e 300 feridos.
Nossas homenagens a todos os atores, vítimas ou socorristas, da maior tragédia brasileira oriunda de incêndio em edificação, fato que há 68 anos enlutou um país inteiro e posteriormente foi esquecido pela História!
BIBLIOGRAFIA:
A Noite, RJ, 15 de junho de 1953, ps. 3, 6, 8 e 26; e 16 de junho de 1953, capa e p. 8;
Correio da Manhã, RJ, 16 de junho de 1953, ps. 6 e 10; e 07 de julho de 1953, p. 34;
Correio Paulistano, SP, 16 de junho de 1953, p. 13; 17 de junho de 1953, capa; e 29 de setembro de 1953, p. 7;
D´ADDIO, Nilton Divino. Era para ser um dia de festa. Revista FUNABOM. São Paulo, p. 49-50, 6 de setembro de 2016;
DE ARRUDA, Luiz Eduardo Pesce. Polícia Militar: uma crônica. A Força Policial, São Paulo, n. 13, p. 31-84, jan./fev./mar. 1997;
Diário da Noite, RJ, 15 de junho de 1953, p.4; 18 de junho de 1953, capa; e 27 de maio de 1959, p. 10;
O Estado de São Paulo, SP, 14 de junho de 1953, p. 2;
Folha da Manhã, SP, 16 de junho de 1953, capa e p. 2;
Folha da Noite, SP, 15 de junho de 1953, p. 4; e 16 de junho de 1953, p. 4;
Manchete, RJ, 20 de junho de 1953, ps. 6-11;
O Cruzeiro, RJ, 27 de junho de 1953, ps. 6 e 88; e
Revista da Semana, RJ, 04 de julho de 1953, ps. 29-34.
Embraer assina acordo para produção de primeiro Phenom 300 Médico para Grand View Aviation. Foto: Divulgação
Embraer anunciou contrato com a GrandView Aviation para a conversão de um jato Phenom 300MED (STC – Certificado de Tipo Suplementar) para transporte aeromédico. A aeronave será convertida no Centro de Serviços da Embraer em Fort Lauderdale, na Flórida, nos Estados Unidos, e operada pela empresa de fretamento de voos sob demanda GrandView Aviation.
“Originalmente, selecionamos o Phenom 300 como nossa plataforma de frota nacional devido à flexibilidade e elevada confiabilidade de utilização. O Phenom 300MED pode ser convertido de uma cabine de passageiros para uma de transporte aeromédico em questão de horas, permitindo máxima eficiência operacional”, disse Jassie Naor, COO da GrandView Aviation.
Embraer assina acordo para produção de primeiro Phenom 300 aeromédico para GrandView Aviation. Foto: Divulgação.
O Phenom 300MED é uma solução exclusiva de transporte aeromédico (MEDEVAC) para a série de jatos Phenom 300 e está disponível por meio de um STC desenvolvido e certificado pela Embraer e a umlaut, utilizando equipamentos da Aerolite. A solução MEDEVAC, que também está disponível para aviões novos, é instalada exclusivamente pela rede de Serviços e Suporte da Embraer.
Com altitude de cabine de 6.600 pés, passageiros e tripulação desfrutam de mais oxigênio na cabine. Esse recurso equivale a uma experiência de voo mais saudável, essencial para a equipe médica e para o atendimento ao paciente.
Outro diferencial do Phenom 300MED é a integração do kit aeromédico da Aerolite. A empresa é líder global em projeto, engenharia, produção e instalação de interiores de transporte aeromédico, com mais de 500 interiores do tipo entregues.
Recentemente, a Embraer anunciou a entrega da 600ª aeronave da série Phenom 300, que entrou no mercado em dezembro de 2009. Desde então, a série acumula mais de 1,2 milhão de horas de voo e está em operação em mais de 35 países.
Embraer assina acordo para produção de primeiro Phenom 300 aeromédico para GrandView Aviation. Foto: Divulgação.
O 2º Congresso Aeromédico Brasileiro (CONAER) será um evento on-line e acontecerá nos dias 20, 21, 22 e 23 de Setembro de 2021, das 18h00 às 22h00, através do Doity Play. O evento é destinado a todos as pessoas com interesse na área.
Durante a programação do 2º CONAER, os participantes terão a oportunidade de assistir mesa redonda sobre Operações aeromédicas durante a pandemia de COVID-19 – Desafios e aprendizados, com a participação do Ten Cel Med Ney Franklin do Hospital de Força Aérea do Galeão (HFAG), além de palestra sobre Biossegurança no transporte aeromédico, ministrada pelo Major Med Mauro Pascale da Força Aérea Brasileira (FAB). (Confira a programação)
Sobre os palestrantes
Ney Franklin Junior é Ten Cel Médico do Hospital de Força Aérea do Galeão (HFAG). Chefe da Seção Aeromédica Operacional do HFAG. Instrutor e coordenador do curso de transporte aeromédico do HFAG. Possui especialização em cirurgia cardíaca, terapia intensiva, medicina aeroespacial, medicina operacional, APH Tático (TC3). Coordenador médico de transporte aeromédico da Uniar Rio de Janeiro. Tripulante operacional, resgate em terra, mar e ar ministrado pelo Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. Membro Coordenador de resposta QBRN do HFAG.
Mauro Pascale de Camargo Leite é Major Médico e Assessor de Medicina Aeroespacial da Subdiretoria de Saúde Operacional da DIRSA – Força Aérea Brasileira (FAB). Graduação em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo. Especialização em Medicina Aeroespacial pela Universidade da FAB, em Fisiologia de Voo e Transporte Aeromédico pela Força Aérea Chilena e Pós-Graduação em Transporte Aeromédico pela Força Aérea Canadense. Instrutor do Curso de Cuidados Críticos em Voo da FAB (CCCRIV), pelo Instituto de Medicina Aeroespacial (IMAE/FAB). United Nations Buddy First Aid Master Trainer da ONU.
Submissão de trabalhos
A submissão de trabalhos científicos encontra-se disponível na plataforma Doity. Para saber mais acesse a página do evento.
O prazo final para envio é dia 30 de Julho de 2021.
Com apoio da FAB, pacientes com COVID-19 são transferidos do MS para Rondônia e São Paulo
Mato Grosso do Sul – A Secretaria de Estado de Saúde do Mato Grosso do Sul, transferiu mais quatro pacientes com COVID-19 para o Estado de São Paulo nesta quarta-feira (9). Com a transferência, Mato Grosso do Sul soma 25 pacientes encaminhados para internação em hospitais de Rondônia e São Paulo.
Foram transferidos quatro pacientes internados em unidades de saúde de Dourados. As famílias deram autorização para a transferência. O translado de Dourados até a Base Aérea de Campo Grande foi feito em ambulâncias.
O avião C-105 Amazonas da Força Aérea Brasileira (FAB) decolou por volta das 20h de Campo Grande com destino ao município de São Bernardo do Campo (SP). As transferências terrestres foram realizadas pelo SAMU.
Até o momento, nove pacientes foram transferidos para o Estado de Rondônia e dezesseis foram para São Paulo. A Central Estadual de Regulação do MS está levantando a possibilidade de novas transferências e também realiza tratativas para levar pacientes para o Estado do Amazonas.
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Com apoio da FAB, pacientes com COVID-19 são transferidos do MS para Rondônia e São Paulo
Com apoio da FAB, pacientes com COVID-19 são transferidos do MS para Rondônia e São Paulo
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Com apoio da FAB, pacientes com COVID-19 são transferidos do MS para Rondônia e São Paulo
Com apoio da FAB, pacientes com COVID-19 são transferidos de MS para Rondônia e São Paulo. Foto: Saul Schramm/Arquivo
Com apoio da FAB, pacientes com COVID-19 são transferidos do MS para Rondônia e São Paulo
Marinha realiza evacuação aeromédica de tripulante de navio a 400 milhas do litoral do RJ
O Comando do 8º Distrito Naval coordenou a evacuação aeromédica de um tripulante do navio mercante de bandeira de Malta “Ap Libertas” no dia 27 de maio. O navio encontrava-se a 1.170 milhas da costa de Santa Catarina, quando um tripulante de nacionalidade croata apresentou um problema de saúde, necessitando ser removido para um hospital.
Após o atendimento médico remoto do Salvamar Sul Sueste confirmar a necessidade de evacuação imediata, foi iniciada a Operação de Busca e Salvamento, coordenada pelo Salvamar, que contou com a participação da Fragata “União” e sua aeronave orgânica Águia 82.
A evacuação aeromédica foi realizada mesmo sob condições meteorológicas adversas, a uma distância de 400 milhas do litoral do Rio de Janeiro.
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Marinha realiza evacuação aeromédica de tripulante de navio a 400 milhas do litoral do RJMarinha realiza evacuação aeromédica de tripulante de navio a 400 milhas do litoral do RJ
Marinha realiza evacuação aeromédica de tripulante de navio a 400 milhas do litoral do RJ
Operações de Busca e Salvamento: 15º Esquadrão da Força Aérea Italiana comemora 90 anos
Itália – Na terça-feira (1º), a 15º Esquadrão (STORMO) da Força Aérea Italiana comemorou seu 90º aniversário. Fundada em 1931 como uma unidade com aviões de bombardeio, em 1965 foi convertida em uma Ala de Busca e Salvamento.
Atualmente, o Esquadrão está sediado no aeroporto de Cervia e possui unidades em Decimomannu, Trapani, Gioia del Colle e Pratica di Mare. Seus helicópteros HH-101A, HH-212 e HH-139 (nas versões A e B) tem como missão recuperar tripulações em dificuldades tanto em tempo de paz (SAR – Busca e Salvamento), em tempos de crise e em operações fora das fronteiras nacionais (CSAR – Combat SAR).
O Esquadrão também apoia operações especiais e contribui em caso de desastres, como busca de desaparecidos no mar ou na montanha, bem como transporte e resgate aeromédico de pacientes traumatizados. Há alguns anos, também realizam atividades de combate a incêndios florestais.
O treinamento da tripulação, as características tecnológicas dos helicópteros, bem como o uso de equipamentos e técnicas especiais, como os óculos de visão noturna, costumam fazer da 15º Esquadrão a principal componente com emprego de helicópteros capaz de gerenciar com sucesso as mais complexos situações de emergência na Itália.
Com macas de biocontenção, no último ano, as equipes também foram empregas nos transportes de pacientes com COVID-19. Desde a sua constituição, as tripulações salvaram mais de 7.200 pessoas.
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Operações de Busca e Salvamento: 15º Esquadrão da Força Aérea Italiana comemora 90 anos
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Operações de Busca e Salvamento: 15º Esquadrão da Força Aérea Italiana comemora 90 anos
Arcanjo 02 do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros iniciou o transporte de pacientes com COVID-19 do Oeste Catarinense para o Espírito Santo.
Santa Catarina – A Secretaria da Saúde de Santa Catarina publicou licitação na modalidade pregão eletrônico (Edital Nº 1262/2021) para contratação de serviços de locação de aeronave para a Superintendência de Urgência e Emergência (SUE).
A locação do avião turboélice, pressurizado, será por quilometragem (estimada em 216.000Km/ano – 18.000Km/mês) e deverá incluir um piloto cedido pela contratada. O segundo piloto será um oficial piloto do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC).
O avião ficará sob a coordenação e operação do BOA/CBMSC durante 24h e por todo o período de locação. A aeronave irá operar conforme o RBAC 90, para execução de transporte aeromédico, operações de busca, resgate, salvamento, transportes de órgãos vitais, ações de Defesa Civil e apoio a órgãos públicos e transporte de dignitários.
Dentre outros requisitos do edital, a aeronave deverá ser homologada para transporte aeromédico, com kit aeromédico instalado, homologada para voos IFR noturno com ano de fabricação superior a 2005 e possuir seguro RETA e casco. Como o avião também realizará transporte vip de passageiros, deverá ser dotado de capacidade para alternar dessa configuração para a configuração de UTI aérea, e vice-versa.
A abertura das propostas está marcada para acontecer no dia 18 de junho, a partir das 08h15min.
O Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), realizou no domingo (06), mais um transporte de paciente com COVID-19. Um homem de 68 anos de idade foi transferido de Lages para Florianópolis.
Ambulâncias e o avião Arcanjo 02 foram necessários para a realização da transferência. O paciente que se encontra em ventilação mecânica saiu do Centro de Triagem de Lages foi internado em um leito de UTI na cidade de Biguaçu para tratamento.
Foram percorridos pelo avião em torno de 341 quilômetros entre as cidades de Lages e Florianópolis, em um total aproximado de 30 minutos de voo.
O primeiro helicóptero de resgate voa com combustível de aviação sustentável. Foto: Theo klein - ADAC
Alemanha – Um helicóptero de resgate voou com combustível de aviação sustentável (SAF) pela primeira vez, alcançando um novo marco na aviação internacional. Operado pela organização sem fins lucrativos alemã ADAC Luftrettung, o helicóptero de resgate Airbus H145 teve seus motores Arriel 2E da SAFRAN reabastecidos com biocombustível, um tipo de SAF (Sustainable Aviation Fuel).
O voo aconteceu a partir da base de resgate aéreo da Clínica Harlaching de Munique. ADAC, SAFRAN, Airbus Helicopters e a empresa de energia TotalEnergies uniram forças para a descarbonização do voo de helicópteros, desenvolvendo alternativas aos combustíveis convencionais para aviação.
O primeiro helicóptero de resgate voa com combustível de aviação sustentável. Foto: Theo klein – ADAC
O H145 usou biocombustível de segunda geração, que reduz as emissões de CO2 em até 90% em relação ao seu equivalente fóssil, pois é produzido a partir de materiais residuais e de resíduos da economia circular, como óleos e gorduras já utilizados. Como resultado, o combustível não tem impacto na produção de alimentos agrícolas.
O combustível usado para o primeiro voo de helicóptero de resgate em Munique foi produzido pela TotalEnergies em suas instalações na França a partir de óleo de cozinha usado, sem usar nenhum óleo vegetal virgem.
Com este SAF, a frota da operadora de Resgate Aéreo ADAC poderia atingir uma redução de 33% nas emissões de CO2, o que, com mais de 50.000 missões de resgate e mais de 3,3 milhões de quilômetros voados por ano, equivale a uma redução de cerca de 6.000 toneladas de CO2.
A ADAC e a fabricante dos motores SAFRAN lançaram projeto em Colônia que estudará todos os aspectos do uso de biocombustíveis no H145, com uma campanha operacional para começar no verão de 2021. Após a estreia do biocombustível, as empresas assinaram um acordo de longo prazo que prevê aumentar a proporção de mistura de biocombustível para até 100% nos próximos anos.
Além disso, também promoverão o uso de e-combustível sintético, também conhecido como Power-to-Liquid (PTL), outra alternativa drop-in aos combustíveis fósseis. PTL refere-se à geração de combustíveis líquidos produzidos a partir de energia elétrica de fontes renováveis, que, juntamente com o uso de biocombustíveis, permitirá que a aviação se aproxime da aviação neutra para o clima.
O biocombustível (bioquerosene) está atualmente certificado e aprovado para uso na aviação em uma mistura máxima de 50% com querosene convencional do tipo JET-A1. O helicóptero de resgate ADAC voou com uma mistura de 40%.
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O primeiro helicóptero de resgate voa com combustível de aviação sustentável. Foto: Theo klein - ADAC
O primeiro helicóptero de resgate voa com combustível de aviação sustentável. Foto: Theo klein - ADAC
O primeiro helicóptero de resgate voa com combustível de aviação sustentável. Foto: Theo klein - ADAC
O primeiro helicóptero de resgate voa com combustível de aviação sustentável. Foto: Theo klein - ADAC
O primeiro helicóptero de resgate voa com combustível de aviação sustentável. Foto: Theo klein - ADAC
Bombeiros e Águia 18 resgatam mulher que sofreu queda durante trilha em Águas da Prata, SP
São Paulo – Na tarde de sábado (5), equipes do 16º GB do Corpo Bombeiros e do Águia 18 da Base de Aviação da Polícia Militar de Campinas resgataram uma mulher que sofreu queda durante uma trilha na cachoeira Sete Quedas, em Águas da Prata. De acordo com a Polícia Militar, quatro pessoas caminhavam na trilha quando a mulher escorregou e caiu pelas pedras.
Por ser uma área de difícil acesso e em mata fechada, a Base de Aviação (BAvPM) de Campinas foi acionada pelos bombeiros para auxiliar no resgate. Chegando ao local, a tripulação do Águia 18 formada pelo Cap Aiello, Ten Rafael, 1° Sgt Secreto (lançador), 3° Sgt Alberto (SAR 1) e Cb Santos Souza (SAR 2) iniciaram procedimentos para a retirada da vítima.
Depois de descerem de rapel da aeronave, os operadores aerotáticos do Águia 18 apoiaram os bombeiros que já estavam no local. A vítima foi imobilizada e colocada em uma maca especial para esse tipo de operação.
Em seguida, ela e o operador aerotático foram retirados do local pelo helicóptero por meio da técnica Mcguire. A vítima sofreu fraturas devido à queda e foi levada ao Pronto-Socorro de Águas da Prata. O estado de saúde é estável.
Tombamento de trator com múltiplas vítimas mobiliza helicóptero do SAMU em São Pedro do Ivaí, PR
Paraná – Na manhã de domingo (06), oito pessoas da mesma família deslocavam para realizar um almoço à beira do Rio Ivaí, na zona rural de São Pedro do Ivaí, quando o trator que as levava perdeu o freio e, sem controle, o veículo tombou em uma ribanceira.
Sete pessoas estavam sobre uma carreta conectada ao trator quando ele tombou. Com o acidente todas foram lançadas. Das vítimas, quatro adultos e quatro crianças, sete sofreram ferimentos leves.
Uma mulher de 36 anos ficou gravemente ferida e foi resgatada por operadores de suporte médico do helicóptero do SAMU 192 e removida ao hospital Honpar, em Arapongas. As outras vítimas foram atendidas pela Defesa Civil de Jandaia do Sul, SAMU e ambulância municipal. A Polícia Militar foi acionada para apoio.
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Tombamento de trator com múltiplas vítimas mobiliza helicóptero do SAMU em São Pedro do Ivaí, PR
Tombamento de trator com múltiplas vítimas mobiliza helicóptero do SAMU em São Pedro do Ivaí, PR
Tombamento de trator com múltiplas vítimas mobiliza helicóptero do SAMU em São Pedro do Ivaí, PR
Tombamento de trator com múltiplas vítimas mobiliza helicóptero do SAMU em São Pedro do Ivaí, PR
Equipe do BPMOA resgata homem que sofreu queda durante rapel em São Luiz do Purunã, PR
Paraná – Na tarde de sábado (5), um homem foi resgatado por equipes do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) e do Corpo de Bombeiros. A vítima sofreu uma queda enquanto fazia rapel em São Luiz do Purunã, em Balsa Nova, na região metropolitana de Curitiba.
Segundo o BPMOA, o homem sofreu uma queda de 16 metros e teve trauma de crânio leve. Pessoas que estavam no local acompanharam o resgate realizado por bombeiros e pela equipe do Falcão 04.
A vítima foi retirada do local pelo operador aerotático do helicóptero por meio da técnica conhecida como Mcguire. A manobra é feita em locais de difícil acesso, quando a aeronave não consegue pousar. Em seguida foi levada a um local onde pôde receber atendimento dos operadores de suporte médico do Falcão 04. Depois de estabilizado, o homem foi levado de helicóptero para Hospital do Rocio, em Campo Largo.
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Equipe do BPMOA resgata homem que sofreu queda durante rapel em São Luiz do Purunã, PR
Equipe do BPMOA resgata homem que sofreu queda durante rapel em São Luiz do Purunã, PR
Equipe do BPMOA resgata homem que sofreu queda durante rapel em São Luiz do Purunã, PR
Equipe do BPMOA resgata homem que sofreu queda durante rapel em São Luiz do Purunã, PR
Equipes do Corpo de Bombeiros e do SAMU resgatam praticante de asa delta no Vale do Paranã, GO
Goiás – Na sexta-feira (04), equipes do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal e de Goiás, equipes do SAMU e da Polícia Militar do DF participaram de complexo resgate de praticante de asa delta no Vale do Paranã, GO. No momento que decolou foi arremessado ao paredão, após forte rajada de vento, caindo na encosta e despencando cerca de 25 metros, até parar em uma formação rochosa.
A asa delta ficou totalmente destruída e o homem de 39 anos sofreu fraturas dos dois úmeros, fratura exposta do cotovelo esquerdo, pneumotórax, suspeita de fratura de costelas, além de múltiplas escoriações.
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Equipes do Corpo de Bombeiros e SAMU resgatam praticamente de asa delta no Vale do Paranã, GO
Equipes do Corpo de Bombeiros e SAMU resgatam praticamente de asa delta no Vale do Paranã, GO
Equipes do Corpo de Bombeiros e SAMU resgatam praticamente de asa delta no Vale do Paranã, GO
Equipes do Corpo de Bombeiros e SAMU resgatam praticamente de asa delta no Vale do Paranã, GO
Equipes do Corpo de Bombeiros e do SAMU resgatam praticante de asa delta no Vale do Paranã, GO
Equipes do Corpo de Bombeiros e do SAMU resgatam praticante de asa delta no Vale do Paranã, GO
Equipes do Corpo de Bombeiros e do SAMU resgatam praticante de asa delta no Vale do Paranã, GO
Equipes do Corpo de Bombeiros e do SAMU resgatam praticante de asa delta no Vale do Paranã, GO
Equipes do Corpo de Bombeiros e do SAMU resgatam praticante de asa delta no Vale do Paranã, GO
Equipes do Corpo de Bombeiros e do SAMU resgatam praticante de asa delta no Vale do Paranã, GO
Equipes do Corpo de Bombeiros e do SAMU resgatam praticante de asa delta no Vale do Paranã, GO
A equipe do Grupamento de Aviação Operacional (GAvOp) foi a primeira equipe de socorro a chegar na cena. Os operadores de suporte médico do SAMU que tripulam o Resgate 04 acessaram o paciente no local da queda, sendo necessário o uso de cabos (cordas) devido o declive acentuado, a grande altitude do local, instabilidade do terreno e fortes ventos.
O paciente encontrava-se hipocorado (Pálido), queixando-se de dificuldade para respirar, forte dor nos braços e peito. Foi iniciado suporte avançado ao trauma) pela equipe do GAVOP. Em seguida chegaram os bombeiros do DF e de GO, que realizaram o içamento da vítima até o platô da montanha.
Após complexa operação de resgate, a vítima foi embarcada e removida pelo helicóptero Resgate 04 do GAvOp para o centro de trauma do Hospital de Base, em Brasília, onde foi prontamente atendida por equipe multiprofissional. Foi reavaliada na sala vermelha de trauma, coletado exames laboratoriais e de imagem (tomografias e ultrassom) e direcionada ao centro cirúrgico.
Na quarta-feira, dia 09 de junho, às 19h30, os médicos Maurício Lemos e Antonio Onimaru, serão protagonistas de live sobre “Resgate Aeromédico em Rodovia“. Será uma conversa com Eduardo Beni, editor do Portal Resgate Aeromédico.
Maurício Lemos é operador de suporte médico da Unidade Aérea Pública SESA/SAMU PR, Base Maringá. Cirurgião Torácico. Coordenador Médico do resgate da Brvida/Viapar – Rodovias Integradas do Paraná. Coordenador do ATLS – American College of Surgeons. Instrutor do PHTLS – NAEMT. Professor do curso de medicina da Uningá, Maringá.
Antonio Onimaru é médico do Sistema Resgate (GRAU) da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Coordenador Médico do SAMU Regional Assis, SP, Secretário Geral da Associação Brasileira de Resgate e Salvamento (ABRES) e Diretor da Comissão de APH da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET).
SORTEIO
Durante a live será sorteado um torniquete T-APH da DESMODUS (Envios somente no Brasil). Para participar do sorteio, você precisará fazer um comentário na foto (banner) da live no Instagram do Resgate Aeromédico.
Corpo de Bombeiros e SAMU realizam transporte aeromédico de gestante com COVID-19 de Videira para Florianópolis, SC
Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), realizou nesta sexta-feira (04), o transporte aeromédico de uma gestante com 35 semanas, com bolsa rota, positivada com COVID-19, de Videira para Florianópolis.
A paciente apresenta um quadro de sofrimento fetal em virtude da bolsa rota e foi transferida por via terrestre de Fraiburgo até o aeroporto em Videira para início do transporte aeromédico.
Com a paciente embarcada, o avião Arcanjo 02 seguiu para o aeródromo Hercílio Luz em Florianópolis, de onde foi transportada por ambulância do SAMU até a maternidade do Hospital Carmela Dutra, em Florianópolis.
Segundo o Corpo de Bombeiros foram percorridos em torno de 267 quilômetros entre as cidades de Videira e Florianópolis, em um total aproximado de 40 minutos de voo. Se o transporte fosse por terra demoraria cerca de 6 horas.
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Corpo de Bombeiros e SAMU realizam transporte aeromédico de gestante com COVID-19 de Videira para Florianópolis, SC
Corpo de Bombeiros e SAMU realizam transporte aeromédico de gestante com COVID-19 de Videira para Florianópolis, SC
Corpo de Bombeiros e SAMU realizam transporte aeromédico de gestante com COVID-19 de Videira para Florianópolis, SC
Corpo de Bombeiros e SAMU realizam transporte aeromédico de gestante com COVID-19 de Videira para Florianópolis, SC
Força Aérea Brasileira realiza treinamento de busca e salvamento no Rio de Janeiro. Foto: Sargento Neubar, Sargento Costa Ribas
Rio de Janeiro – A Força Aérea Brasileira (FAB) promoveu de 10 a 25 de maio o Exercício Técnico SAR na Ala 12, localizada no Rio de Janeiro (RJ). O Exercício teve por objetivo treinar os Esquadrões Aéreos da FAB na execução de técnicas de Busca e Salvamento.
Participaram do treinamento os Esquadrões Orungan (1º/7º GAV); Phoenix (2º/7º GAV); Netuno (3º/7º GAV); Puma (3º/8º GAV); Gordo (1º/1º GT); Pelicano (2º/10º GAV) e o Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS – PARA-SAR). O Exercício foi planejado tendo por base as recomendações dispostas no Manual Internacional Aeronáutico e Marítimo de Busca e Salvamento, o qual define que os países membros devem treinar e mensurar a eficiência, eficácia e aprestamento de suas unidades SAR.
As missões realizadas pelos Esquadrões consistiram em treinar e manter o preparo das Unidades de Busca e Salvamento com padrões de busca visando a encontrar alvos, destroços e até mesmo manequins simulando homem ao mar.
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Força Aérea Brasileira realiza treinamento de busca e salvamento no Rio de Janeiro. Foto: Sargento Neubar, Sargento Costa Ribas
Força Aérea Brasileira realiza treinamento de busca e salvamento no Rio de Janeiro. Foto: Sargento Neubar, Sargento Costa Ribas
Foram realizados, ainda, treinamentos de içamento de tripulantes pelo 3°/8° GAV, a partir do convés de um navio. Na ocasião, foi utilizado o Navio Patrulha Amazônia da Marinha do Brasil (MB). Missões de busca na terra também foram contempladas.
Um dos objetivos do Exercício foi a troca de experiência entre os Esquadrões participantes, por meio de intercâmbios dos tripulantes. Essa vivência proporcionou aprendizagens sobre algumas peculiaridades, bem como a familiarização com as atribuições de cada posto, com foco nas incumbências dos Observadores SAR durante todas as etapas do voo.
“O Exercício Técnico (EXTEC) SAR é uma atividade que tem por objetivo adestrar os Esquadrões participantes na execução de técnicas necessárias ao cumprimento da ação de Força Aérea de Busca e Salvamento, em Biomas como o da Floresta Amazônica e Mar, e foi dividido em duas fases para um completo aproveitamento dos tripulantes”, informou o Capitão Aviador Rosa, do Esquadrão Pelicano (2°/10° GAV).
Participante do treinamento, a Sargento Bruna Borin falou do aprendizado. “O voo de intercâmbio na aeronave P3-AM do Esquadrão Orungan foi uma experiência enorme para mim, uma oportunidade ímpar de troca de informações e de agregar conhecimentos”, disse.
Força Aérea realiza treinamento de busca e salvamento (SAR) na Ala 12 no Rio de Janeiro. Foto: Sargento Neubar, Sargento Costa Ribas
Aeronaves da CIOPAER já realizaram 50 missões de transporte de vacinas no Ceará com 115 horas voadas
Ceará – Desde que as primeiras doses de vacinas contra a COVID-19 desembarcaram em solo cearense, as aeronaves da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) passaram a ser utilizadas nas missões humanitárias de entrega de vacinas.
De janeiro até maio foram 115 horas voadas pelos helicópteros da CIOPAER. Ao todo, foram 50 missões de transporte das doses enviadas pelo Ministério da Saúde ao Estado.
“É mais uma importante ação no apoio à saúde dos cidadãos cearenses. Destacando aqui que a CIOPAER também realiza semanalmente diversas operações aeromédicas. Isso além do trabalho policial desenvolvido pela Coordenadoria”, pontuou Sandro Caron, secretário da SSPDS.
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Aeronaves da CIOPAER já realizaram 50 missões de transporte de vacinas no Ceará com 115 horas voadas
Aeronaves da CIOPAER já realizaram 50 missões de transporte de vacinas no Ceará com 115 horas voadas
Aeronaves da CIOPAER já realizaram 50 missões de transporte de vacinas no Ceará com 115 horas voadas
Nos locais mais distantes
Ao todo, o Estado já recebeu 28 lotes de imunizantes CoronaVac/Butantan, Oxford/AstraZeneca e Pfizer. O último recebimento ocorreu na quarta-feira (26). Mais de 1,3 milhão de pessoas estão imunizadas contra a COVID-19 no Estado.
O coordenador da CIOPAER, coronel aviador Darley Sousa, comentou que “a missão institucional da unidade é voar para proteger e salvar. Apoiamos o Comitê de Enfrentamento à COVID-19 no transporte de vacinas aos mais distantes locais do Ceará. Nós levamos a esperança e a certeza de que tudo vai dar certo”.
O subtenente da Polícia Militar do Ceará (PMCE), Cláudio do Nascimento Cardoso, foi imunizado por doses transportadas de Fortaleza até Juazeiro do Norte pela própria CIOPAER. O profissional, que é lotado na base da Coordenadoria no Cariri, comentou comentou do orgulho que é atuar na distribuição das vacinas.
“O meu sentimento de atuar nessa gloriosa Coordenadoria é de missão cumprida e de gratidão até o presente momento, pois sou dessa unidade desde o início 1995/1996. Iniciei como tripulante e hoje sou supervisor. Quanto à imunização, sem palavras. Pois me lembro quando recebemos as primeiras vacinas para serem distribuídas na região, e ao acondicioná-las na aeronave, pensava eu: quando serei vacinado? E hoje com a praticidade da distribuição das vacinas pela Coordenadoria, já estou imunizado. Primeiro agradeço a Deus e depois ao nosso Governo do Ceará, que acreditou na rapidez de distribuição pela Ciopaer”, disse.
Aeronaves da CIOPAER já realizaram 50 missões de transporte de vacinas no Ceará com 115 horas voadas
São Paulo – O Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo publicou pregão eletrônico (Edital), do tipo menor preço por item, para constituição de Sistema de Registro de Preços (SRP) visando futuras aquisições de 305 viaturas de resgate (UR), 10 viaturas de resgate e salvamento aquático (URSA) e 12 viaturas de suporte avançado (USA).
As viaturas serão destinadas ao Corpo de Bombeiros e empregadas no sistema de resgate estadual. Esse serviço, com mais de 31 anos de atividade, é formado pelo Grupo de Resgate (GRAU) da Secretaria de Saúde, pelo Corpo de Bombeiros e pelo Comando de Aviação da Polícia Militar. Atualmente o serviço é regulamentado pelo Decreto Nº 38.432/1994 e pelo Decreto Nº 58.931/2013.
A sessão de abertura acontecerá no dia 17 de junho de 2021, às 09h30.
Serviço Aeromédico do SAMU AL vai à Fortaleza realizar transferência de alagoano vítima de acidente de trânsito
Alagoas – Na manhã de terça-feira (1º), a aeronave do Serviço Aeromédico (UTI Aérea) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Alagoas decolou em direção à Fortaleza (CE), para realizar a transferência do alagoano Alexandre José dos Santos, de 39 anos, vítima de acidente automobilístico há aproximadamente uma semana.
O translado do paciente ocorre após determinação do governador de Alagoas, Renan Filho, que se sensibilizou com apelo da esposa da vítima, feito a ele e ao secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, em vídeo publicado nas redes sociais.
Serviço Aeromédico do SAMU AL vai à Fortaleza realizar transferência de alagoano vítima de acidente de trânsito
“A Isabel fez um apelo nas redes sociais, pedindo suporte do Governo de Alagoas para ajudar o Alexandre, esposo dela que é caminhoneiro. Ele sofreu um acidente em Fortaleza, no Ceará, e estamos viabilizando sua vinda para o tratamento em Alagoas. Falei com ela pessoalmente e informei que aqui daremos todo suporte necessário para a cirurgia do seu esposo. Deixo também minha solidariedade com a família e a torcida pela recuperação do Alexandre”, informou o governador Renan Filho durante uma postagem feita em suas redes sociais.
O médico socorrista do SAMU Alagoas, Jhonat Thaylson, profissional responsável pela remoção aeromédica, disse que “de acordo com o último boletim médico emitido, a vítima se encontra com quadro clínico estável, respirando a ambiente, tendo apenas uma restrição de movimentação da coluna devido a uma lesão na região cervical. A expectativa é que o processo de translado do paciente até a capital alagoana ocorra na manhã desta quarta-feira (2) de forma tranquila e sem imprevistos para que ele possa passar pela cirurgia necessária”, relatou.
O piloto da aeronave e major do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL), Diego Mendonça, explica como funcionará o plano de voo para a transferência do paciente. “Recebemos essa missão na noite de ontem, após determinação do governador Renan Filho. Prontamente nos colocamos à disposição e traçamos o plano de voo para a transferência da vítima. Vamos fazer o primeiro trecho da viagem até Natal, no Rio Grande do Norte, onde realizaremos uma parada para abastecer a aeronave. Em seguida, continuaremos a viagem até o destino final, que é Fortaleza. Uma estimativa de cinco horas de viagem. O translado de volta para Alagoas ocorrerá na manhã desta quarta-feira (2)”, detalhou.
Serviço Aeromédico do SAMU AL vai à Fortaleza realizar transferência de alagoano vítima de acidente de trânsito
Central integrada entre Corpo de Bombeiros e SAMU de Maringá, reduz custos, otimiza recursos e salva vidas. Foto: Tamires Andriotti/Jornalismo na Web.
Paraná – A Central Regional de Emergências (CRE), localizada em Maringá, região noroeste do estado, foi inaugurada em 2018 e integra profissionais do Corpo de Bombeiros Militar e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). A CRE é um ambiente físico onde ficam reunidos atendentes do 5° Grupamento de Bombeiros e os do SAMU Norte Novo.
Nessa central, os bombeiros militares recebem os chamados, monitoram as informações e despacham recursos. Já os profissionais de saúde compõem uma equipe formada por cinco Técnicos Auxiliares de Regulação Médica (TARM), que são constituídos por um enfermeiro, dois rádio operadores e três médicos.
Benefícios da Central Regional de Emergências
O SAMU tem como sua principal especialidade os atendimentos clínicos, enquanto que o Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (SIATE) do Corpo de Bombeiros prioriza ocorrências de trauma. Nada impede, no entanto, que as equipes, em situações excepcionais, realizem atendimentos que são de atribuição do outro serviço.
Há cinco anos no desempenho da função como médico do SAMU, o Dr. Etore Moscardi Luziardi relata os benefícios das forças de emergências ocuparem o mesmo local. “Com essa integração, a Central do Corpo de Bombeiros junto com a Central de Regulação do SAMU no mesmo espaço físico, na mesma sala, todos sentados um ao lado do outro, temos a diminuição do tempo resposta para o atendimento da vítima grave”, salienta o médico.
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Central integrada entre Corpo de Bombeiros e SAMU de Maringá, reduz custos, otimiza recursos e salva vidas. Foto: Tamires Andriotti/Jornalismo na Web.
Central integrada entre Corpo de Bombeiros e SAMU de Maringá, reduz custos, otimiza recursos e salva vidas. Foto: Tamires Andriotti/Jornalismo na Web.
Central integrada entre Corpo de Bombeiros e SAMU de Maringá, reduz custos, otimiza recursos e salva vidas. Foto: Tamires Andriotti/Jornalismo na Web.
Uma mesma ocorrência pode gerar vários acionamentos por parte da população, seja pela linha 193 (Bombeiros) ou 192 (SAMU). Portanto, com os operadores de ambas as centrais reunidos é possível otimizar os recursos empenhados.
Com mais de 10 anos de serviço, o 2° Tenente Alexandro Boni do Corpo de Bombeiros destaca a otimização dos recursos com a central integrada. “Quando nós temos os operadores no mesmo espaço físico, nós conseguimos visualizar quando há uma duplicidade de atendimento, evitando o envio de dois recursos para uma mesma ocorrência. Isso reduz gasto público, otimiza recursos, pois eu deixo de aplicar um recurso que fica em condições para um novo atendimento”, evidencia o militar.
O bombeiro cita um exemplo da contribuição da CRE na prática. “Em uma instituição de ensino aqui em Maringá, em decorrência de uma obra civil, houve a queda de uma laje que acabou vitimando algumas pessoas. As ligações foram divergentes para a linha 193 e 192. Informações que foram unidas na central e otimizou-se quantas ambulâncias e quantos caminhões de fato eram necessários para aquele atendimento”, exemplifica o 2° Tenente Boni.
Rotina da central integrada
O Dr. Etore, que atua na coordenação médica do SAMU, explica que quando entra uma ligação através do 192, há informações primordiais que devem ser coletadas pelos atendentes como, por exemplo, local e motivo da solicitação.
Todas as ligações ao SAMU devem passar pelo médico regulador que, por sua vez, colhe mais informações. Na Central de Operações do Bombeiro (COBOM), atitudes similares são realizadas, o atendente coleta informações que serão importantes para disponibilizar os recursos necessários.
É nessa triagem de dados que as equipes se unem para o despacho necessários de recursos e equipes. “O atendente do Corpo de Bombeiros transmite a informação para o médico continuar a regulação para ver se há a necessidade de alguma outra orientação ou recurso a ser enviado”, frisa o médico.
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Central integrada entre Corpo de Bombeiros e SAMU de Maringá, reduz custos, otimiza recursos e salva vidas. Foto: Tamires Andriotti/Jornalismo na Web.
Central integrada entre Corpo de Bombeiros e SAMU de Maringá, reduz custos, otimiza recursos e salva vidas. Foto: Tamires Andriotti/Jornalismo na Web.
Central integrada entre Corpo de Bombeiros e SAMU de Maringá, reduz custos, otimiza recursos e salva vidas. Foto: Tamires Andriotti/Jornalismo na Web.
Central integrada entre Corpo de Bombeiros e SAMU de Maringá, reduz custos, otimiza recursos e salva vidas. Foto: Tamires Andriotti/Jornalismo na Web.
Formação dos profissionais
O Corpo de Bombeiros do Paraná é uma instituição militar vinculada ao governo estadual e, para tal, só é possível ingressar na corporação através de concurso. Para o rádio operador, função atuante na central dos bombeiros é necessário, além do ingresso por meio de concurso, ter alguns anos de experiência na profissão.
O 2° Tenente Boni explica o motivo. “No telefone é onde já se inicia o atendimento, com diversas orientações. É importante ter um bom conhecimento das informações – chave que precisam ser levantadas através de perguntas ao solicitante. Ter calma, pois a maioria das pessoas que ligam para a emergência estão nervosas, então a gente tem que extrair as informações, muitas vezes, até de forma indireta”, relata o bombeiro.
Assim como no Corpo de Bombeiros, o SAMU possui diversas áreas para exercer além das funções na central de atendimento. A forma de ingresso também se dá por meio de concurso. A única exceção são os médicos, os quais são contratados como pessoas jurídicas.
O Dr. Etore salienta que alguns cursos são exigidos para realizar o cadastramento do profissional. “Alguns cursos específicos e tempo de experiências (são necessários) para poder engajar no serviço e iniciar a atuação médica no SAMU Norte Novo”, finaliza o médico.
Bombeiros e operações aéreas do SAMU Norte Novo resgatam vítima presa às ferragens em acidente na BR-376, PR.
O 2º Congresso Aeromédico Brasileiro (CONAER) será um evento on-line e acontecerá nos dias 20, 21, 22 e 23 de Setembro de 2021, das 18h00 às 22h00, através do Doity Play. O evento é destinado a todos as pessoas com interesse na área.
Durante a programação do 2º CONAER, os participantes terão a oportunidade de assistir mesa redonda sobre “o futuro da regulamentação do serviço aeromédico no Brasil“. Está confirmada a participação da Dra. Janete Braga, representando o Conselho Federal de Medicina (CFM). (Confira a programação)
Janete é membro da Câmara Técnica de Medicina Aeroespacial do Conselho Federal de Medicina (CFM), de Medicina de Tráfego da ABRAMET/AMB e do Comitê Técnico do Serviço de Transporte Aeromédico – CT/STA – ANAC, que tem o objetivo de elaborar o novo marco regulatório para o setor.
Além disso, é especialista em Medicina de Tráfego pela ABRAMET/AMB, com Área de Atuação em Medicina Aeroespacial pela SBMA/AMB e Pós Graduada em Medicina Aeroespacial e da Altitude pela Universidade Gama Filho (RJ).
Atualmente, a Dra. Janete é médica do Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia (GRAER), diretora e médica de voo do aeromédico da Abaeté Táxi Aéreo – Salvador/BA e médica Offshore – SERSIM/Petrobrás.
Submissão de trabalhos
A submissão de trabalhos científicos encontra-se disponível na plataforma Doity. Para saber mais acesse a página do evento.
O prazo final para envio é dia 30 de Julho de 2021.
O 2º Congresso Aeromédico Brasileiro (CONAER) será um evento on-line e acontecerá nos dias 20, 21, 22 e 23 de Setembro de 2021, das 18h00 às 22h00, através do Doity Play. O evento é destinado a todos as pessoas com interesse na área.
Durante a programação do 2º CONAER, os participantes terão a oportunidade de assistir mesa redonda sobre “o futuro da regulamentação do serviço aeromédico no Brasil“. Está confirmada a participação do enfermeiro Eduardo Fernando de Souza, representando o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). (Confira a programação)
Eduardo Fernando de Souza é graduado em enfermagem pela Faculdades Integradas Einstein de Limeira. Pós graduado em Urgências, Emergências e Terapia Intensiva pela Universidade de Ribeirão Preto e em Gestão de Saúde Pública – UNIP. Atualmente é Ouvidor Geral do Conselho Federal de Enfermagem, Coordenador da Comissão Nacional de Urgência e Emergência e do Comitê Gestor de Crise COVID-19 do Sistema Cofen/Coren.
Além disso, Eduardo integra o Comitê Técnico do Serviço de Transporte Aeromédico – CT/STA – ANAC. Atuou como Assessor Técnico de Organização Panamericana da Saúde (OPS) na República Dominicana em 2017 e foi Consultor Técnico da Coordenação Geral de Emergência e Emergência (CGUE) do Ministério da Saúde de 2009 a 2014.
Submissão de trabalhos
A submissão de trabalhos científicos encontra-se disponível na plataforma Doity. Para saber mais acesse a página do evento.
O prazo final para envio é dia 30 de Julho de 2021.