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Ação integrada entre Bombeiros e Marinha possibilita o transporte de criança com COVID-19 no RJ

Ação integrada entre Bombeiros e Marinha possibilita o transporte de criança com COVID-19 no RJ. Foto: Divulgação.

Rio de Janeiro – Uma ação integrada permitiu a remoção aeromédica de uma criança de 8 anos de idade, vítima de COVID-19, do noroeste fluminense para a capital, no domingo (06). Por terra e por ar, Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e Marinha do Brasil transportaram o paciente da UPA de Itaperuna para o Hospital Municipal Jesus, em Vila Isabel.

A operação terrestre ficou a cargo do CBMERJ, que contou com duas ambulâncias avançadas com UTI (unidade de tratamento intensivo) e equipe médica. O transporte aéreo foi realizado por uma aeronave UH-15 Super Cougar da Marinha do Brasil, do 1º Distrito Naval, que opera por instrumentos.

Uma ambulância do Bombeiro transportou o paciente do hospital de origem até o aeroporto de Campos, onde o helicóptero da Marinha do Brasil aguardava. Chegando no aeroporto Santos Dumont, outra ambulância do Corpo de Bombeiros, realizou o translado até a unidade hospitalar em Vila Isabel.

O Corpo de Bombeiros adquiriu um helicóptero AW169 da fabricante italiana Leonardo e que opera por instrumentos, mas a pandemia atrasou a entrega. Em breve será utilizada para esse tipo de operação aeromédica.

Vítima de acidente de trânsito é levada de helicóptero para Hospital Regional do Oeste, em Chapecó

Vítima de acidente de trânsito é levada de helicóptero para Hospital Regional do Oeste, em Chapecó

Santa Cataria – Equipes do SAERFRON da Polícia Civil e do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA), foram acionadas na tarde de segunda-feira (07) para transferência de uma mulher de 51 anos do Hospital de São Carlos para o Hospital Regional do Oeste (HRO), em Chapecó.

A paciente, vítima de acidente de trânsito envolvendo carro e motocicleta em São Carlos, sofreu traumatismo cranioencefálico grave. Foi realizado atendimento inicial com apoio da unidade de suporte básico do SAMU e da equipe do SARA. Após 18 minutos de voo a paciente já estava sob os cuidados da equipe médica do HRO.

Ozz Saúde será responsável pela operacionalização do serviço aeromédico no Sul Catarinense

A empresa Ozz Saúde será responsável pela operação do serviço aeromédico no Sul Catarinense

Santa Catarina – A empresa Ozz Saúde foi declarada vencedora do pregão realizado no dia 30 de novembro para executar o Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico do Sul (SARASUL). Isso aconteceu após análise do recurso apresentado pela segunda colocada. “A pregoeira e equipe técnica decidiram manter a decisão que declarou a Ozz vencedora”, afirmou o advogado Giovanni Dagostin Marchi, que responde pelo departamento jurídico do Consórcio Intermunicipal Multifinalitario (CIM-AMREC).

A decisão foi publicada no Diário Oficial dos Municípios no dia 04 de dezembro. A comissão responsável pela organização do serviço SARASUL, CIM-AMREC e prefeitura de Criciúma realizarão reunião na próxima quarta-feira (09) com a empresa vencedora, para definir a parte técnica e início do funcionamento do serviço. No dia deve ser feito a assinatura do contrato, além da forma de avaliação e monitoramento do serviço.

Sobre o SARASUL

O serviço terá contrato de 12 meses, onde a empresa fornecerá o pessoal e os materiais médicos e medicamentos. Estão previstos na operação um médico e um enfermeiro que ficarão de prontidão por 12 horas na base do SAER, sete dias por semana. O contrato ainda prevê um farmacêutico disponível por 20 horas semanais. O SARASUL vai atender toda a Mesorregião Sul Catarinense, assegurando serviços de urgência e emergência gratuita exclusiva aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Sobre a OZZ

Com um faturamento estimado superior a R$ 450 milhões, a OZZ Saúde é uma empresa especializada na terceirização da gestão de hospitais e serviços de emergência médica, contando atualmente com mais de 3.800 funcionários, com sedes operacionais no Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro.

A empresa faz a gestão de 183 ambulâncias, 3 aeronaves UTI Aérea, 30 motolâncias, além de outras unidades de suporte e ainda 10 Centrais de Regulação de Urgência, 3 oficinas mecânicas exclusivas para as ambulâncias que realizam mais de 3.000 atendimentos mensais.

Marinha do Brasil treina 300 fuzileiros navais para ações de emergência em desastres naturais

Treinamento com aperfeiçoa fuzileiros navais para apoio à Defesa Civil. Foto: Divulgação.

Espírito Santo – Entre os dias 23 e 27 de novembro, a Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE), por meio do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais em Apoio à Defesa Civil realizou treinamento para a preparação dos militares em situações de calamidade ou emergência decorrente de desastres naturais.

O exercício aconteceu em Itaóca e contou com a participação de cerca de 300 militares, simulando atividades de resgate em ambiente aquático, desobstrução de vias e resgate em áreas de difícil acesso com emprego de helicópteros UH-15 Super Cougar, da Força Aeronaval da Marinha. O treinamento permitiu à FFE, além de testar e avaliar seu pessoal e meios, aprimorar as estruturas e procedimentos padronizados diante de catástrofes naturais.

Durante a permanência no Litoral Sul Capixaba, a FFE promoveu, adicionalmente, Ação Cívico-Social, com apoio à distribuição de alimentos. Desde 2011, após deslizamentos de terra ocorridos em Nova Friburgo (RJ), a Força mantém um Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais em condições de pronto emprego, no período de dezembro a março, com vistas a cooperar com os órgãos e entidades relacionadas à Defesa Civil.

GRAESP transporta paciente com obesidade mórbida de Altamira para Breves, no Arquipélago do Marajó, PA

GRAESP transporta paciente com obesidade mórbida de Altamira para Breves, no Arquipélago do Marajó, PA

Pará – O Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) realizou na tarde de quinta-feira (3) o transporte aeromédico de uma paciente com obesidade mórbida do município de Altamira, na região oeste, para o município de Breves, no Arquipélago do Marajó. Todo o traslado foi acompanhado por militares do Grupamento e equipe de saúde.

O destino final da paciente foi o município marajoara de Portel, mas como no local não há pista de pouso, a mulher de 61 anos foi levada de ambulancha até a casa de seus familiares em Portel. Bombeiros militares e profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência (SAMU) também participaram da ação.

GRAESP transporta paciente com obesidade mórbida de Altamira para Breves, no Arquipélago do Marajó, PA

Como a viagem por via terrestre traria muito desconforto à paciente, por precisar de várias horas na estrada, e diante das poucas opções de linhas aéreas, a atuação do GRAESP foi fundamental. O voo durou 40 minutos. Se o deslocamento fosse feito por via terrestre ou fluvial poderia levar vários dias, exigindo a vinda da paciente para Belém, de onde seguiria para Portel. A paciente está de volta ao convívio familiar, ambiente no qual vai comemorar seu aniversário no próximo dia 10.

A aeronave foi adaptada para que a passageira fosse transportada com segurança e comodidade. Para o diretor do GRAESP, coronel Armando Gonçalves, as aeronaves possibilitam múltiplas funções e ajudam a salvar vidas, além de prestar apoio às ações policiais.

“A atuação do GRAESP é dinâmica, e o trabalho feito hoje é mais uma prova disso. O Grupamento age em operações policiais, auxilia no combate ao fogo em tempos de queimada, já transportou animais, como anta e peixe-boi, e hoje ajudou uma senhora que possui limitações para se locomover a voltar para casa. As ações são diversas, mas sempre com o propósito de prestar um bom serviço à população do Pará”, afirmou o diretor.

Corpo de Bombeiros do MS transporta paciente para realizar cirurgia de transplante de rim em SP

Avião do Corpo de Bombeiros (GOA) realiza transporte aeromédico de Naviraí para São Paulo com paciente que precisava de transplante de rim, MS. Foto: Divulgação

Mato Grosso do Sul – O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS), por meio do Grupamento de Operações Aéreas (GOA), realizou na quarta-feira (02) mais um transporte. Uma paciente do município de Naviraí, MS, foi levada para São Paulo no avião do CBMMS para realizar cirurgia de transplante de rim.

Após o acionamento, em menos de uma hora, o avião Bombeiro 02 já estava preparado para efetuar o transporte. O Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo realizou o apoio terrestre com o transporte da mulher ao Hospital do Rim, na zona sul de São Paulo.

 

Idoso com infarto agudo do miocárdio é transferido de helicóptero de Chapecó para Xanxerê, SC

Equipes do SAER-FRON/SARA realizam transferência de idoso com infarto agudo do miocárido de UPA em Chapecó para Hospital São Paulo em Xanxerê, SC. Foto: Divulgação.

Santa Cataria – Equipes do SAERFRON da Polícia Civil e do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA), foram acionadas na tarde de segunda-feira (31) para transferência de idoso de 82 anos da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Chapecó para o Hospital São Paulo, em Xanxerê.

O paciente com diagnóstico de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), foi transferido pelo helicóptero para Xanxerê e contou com auxílio de equipes do SAMU para o transporte terrestre do paciente.

Na manhã de terça-feira (1º), a equipe policial do SAERFRON decolou para Criciúma a fim de apoiar as operações de investigação do assalto a banco ocorrido entre o fim da noite de segunda-feira (30) e início da madrugada de terça-feira. A equipe permanece em Criciúma.

“Desafios das operações aeromédicas no Brasil” será tema de live no dia 07 de dezembro

Aeromédico do Brasil – O portal Resgate Aeromédico iniciou uma série de entrevistas com os protagonistas do aeromédico brasileiro para conhecer melhor o funcionamento do serviço. Iniciamos uma nova fase, entrevistando profissionais do setor através do Canal do YouTube do Portal.

No Brasil, segundo a ANAC, o transporte aeromédico é explorado por 44 empresas de táxi-aéreo (RBAC 135) e as operações de resgate, salvamento e remoções aeromédicas são realizadas por operadores públicos e que seguem regulamentação específica (RBAC 90).

Na segunda-feira, dia 07 de dezembro, às 19h30, Marcelo Graciotti, piloto da Air Jet Táxi Aéreo, será protagonista de live sobre “os desafios das operações aeromédicas no Brasil“. Será uma conversa com Eduardo Beni, editor do Portal Resgate Aeromédico e serão abordados os seguintes temas:

  • Experiência da Air Jet nos transportes durante a pandemia;
  • Desafios para a realização das operações aeromédicas no Brasil;
  • Atualização da regulamentação do setor.

Saiba mais: Aeromédico do Brasil.

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Helicóptero do Acre voltará a operar em breve nas operações aéreas de segurança e de apoio à saúde

Helicóptero do governo do Acre voltará às operações multimissão no estado em Janeiro de 2021. Foto: Marcos Vicentti.

Acre – O governador Gladson Cameli esteve no hangar da empresa Líder no Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, vistoriando o helicóptero Esquilo B2 do Estado. A aeronave está em manutenção e deverá voltar a operar no Acre em janeiro de 2021. Assim, o governo terá dois helicópteros para prestar serviços à população. Um ficará baseado na capital e o outro em Cruzeiro do Sul, para atender o Vale do Juruá.

O governador Gladson disse que o helicóptero precisa de uma revisão periódica. “Aqui a gente está vendo a aeronave toda desmontada e sairá daqui nova. É como se tivesse saindo da fábrica. Todos os equipamentos estão sendo trocados. Com ela, vamos atender todos os municípios fronteiriços, o Tratamento Fora de Domicílio (TFD) e ao SAMU. Já temos um convênio com a CIOPAER (Centro Integrado de Operações Aéreas) nesse sentido”, salientou o governador.

Helicóptero do governo do Acre voltará às operações multimissão no estado em Janeiro de 2021. Foto: Marcos Vicentti.

Segundo Cameli, o investimento nessa aeronave terá retorno social garantido e significará uma economia de despesas para o Estado com a contratação de empresas aéreas para realizar serviços essenciais.

O coronel Paulo César, secretário de Segurança, explicou que a aeronave é fruto de uma intervenção do governo do Estado junto ao Ministério da Justiça. Ela foi doada depois de ter sido apreendida por ser usada no narcotráfico. A aeronave será utilizada nas ações policiais e no socorro de vítimas.

“A região Norte do país tem uma fronteira imensa com outros países e temos dificuldades em alugar um helicóptero sem falar no preço abusivo que alguns praticam. Por isso, estamos valorizando o que é da população”, explicou o secretário. A previsão é de que em 60 dias, no máximo, o helicóptero esteja pronto para voar.

Polícia Rodoviária Federal reforça suas operações com a aquisição de seis helicópteros AW119

Brasil – A Leonardo anunciou que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Brasil colocará em serviço seis helicópteros monomotores AW119Kx. A primeira aeronave deverá chegar ao Brasil no início do próximo ano, com a entrega dos demais helicópteros ao operador prevista para ser concluída em meados de 2021.

Os AW119Kxs serão operados pela Divisão de Operações Aéreas (DOA) a partir de suas bases nas cinco Regiões do Brasil para executar uma série de missões, incluindo transporte, resgate, serviço médico de emergência, combate a incêndios, vigilância e segurança pública.

A seleção do AW119Kx pela PRF foi feita após uma avaliação rigorosa das capacidades técnicas para melhor atender às necessidades do órgão de segurança pública. A entrega desses helicópteros aumentará ainda mais a frota de helicópteros Leonardo operados por órgãos de segurança pública, de resgate e de serviços públicos em todo o Brasil, a qual já inclui o helicóptero monomotor AW119, além do biturbina leve AW109 e o modelo biturbina intermediário AW139.

Os helicópteros terão uma configuração personalizada avançada, incluindo, entre outros, um cockpit digital (glass cockpi”) Garmin G1000NXi, um sistema eletro-ótico com capacidade de infravermelho, guincho de resgate, gancho de carga, bambi bucket para combate a incêndios, kit de rapel em ambos os lados para operações de forças especiais, sistemas avançados de comunicação.

Até o momento, existem mais de 190 helicópteros Leonardo de vários tipos operando no Brasil, desempenhando várias funções, incluindo: transporte corporativo/privado, segurança pública, serviços públicos, transporte offshore e aplicações navais.

À medida que o sucesso dos produtos Leonardo cresce, a empresa se compromete a fortalecer ainda mais seu nível existente de serviços locais com o estabelecimento de um novo centro de apoio regional, administrado pela Leonardo do Brasil, em Itapevi-SP, a 30 km da cidade de São Paulo, cujo lançamento da pedra fundamental foi celebrado em fevereiro. O novo centro de apoio expandirá os serviços já prestados nas instalações existentes com sede na cidade de São Paulo.

Além disso, a Leonardo possui o Plano Estratégico “BeTomorrow2030“, capaz de realizar parcerias com governos, organizações privadas e industriais para obter os melhores recursos de segurança e proteção, contribuindo para seu crescimento sustentável ao liderar as tecnologias de próxima geração.

Sobre o helicóptero AW119Kx

O AW119Kx é um helicóptero monomotor que pode acomodar até seis passageiros e possui redundância de todos os sistemas críticos geralmente disponíveis em aeronaves bimotores.

Além disso, adequado para desempenhar diversas funções, incluindo resgate aeromédico, segurança pública, emprego geral, combate a incêndios, transporte de passageiros, treinamento e missões governamentais/militares. Mais de 350 helicópteros AW119 foram adquiridos por mais de 130 clientes em 40 países.

A Leonardo reforça as operações de segurança e resgate no Brasil com o fornecimento de seis helicópteros AW119Kx à Polícia Rodoviária Federal
A Leonardo reforça as operações de segurança e resgate no Brasil com o fornecimento de seis helicópteros AW119Kx à Polícia Rodoviária Federal.

Empresa de Táxi Aéreo cresce mais de 600% com a pandemia

Interior EC-135 com maca para transporte do COVID-19

São Paulo – As remoções de pacientes por meio de equipes especializadas e aeronaves equipadas vieram para ficar com a pandemia do novo coronavírus. As empresas aéreas que apostaram neste serviço tiveram aumento exponencial em horas voadas.

Não há dados consolidados no Brasil sobre o movimento no setor. Poucas empresas divulgam informações sobre voos realizados, mas é possível observar cases entre aquelas que disponibilizam seus números.

É o caso da Air Jet Táxi Aéreo, empresa do grupo da Prevent Senior, que se especializou em transportar pacientes usando helicópteros e jatos preparados para o acolhimento médico e o transporte aeromédico.

Interior AS 350 Esquilo da Air Jet Táxi Aéreo.

A companhia conseguiu ver crescer em 660% o total de horas voadas – 253 em 2020 contra 33 em 2019. Os deslocamentos incluem tanto o fretamento particular das aeronaves quanto o atendimento aos beneficiários da Prevent Senior, que têm acesso ao serviço sem custos adicionais em casos de emergência – uma liberalidade da operadora de saúde.

“A pandemia ajudou a criar uma cultura que favoreceu os serviços aeromédicos”, diz o controlador da Air Jet e CEO da Prevent Senior, Fernando Parrillo, que aposta na ampliação da frota com investimentos na aquisição de dois helicópteros H145 inéditos no Brasil e de um segundo Learjet 45, para 2021.

Ao longo do ano, foram 85 pacientes removidos de localidades distantes de São Paulo – a mais longínqua, Boa Vista, em Roraima (4.681 quilômetros da capital paulista). Dos 85 doentes, 17 eram vitimas da COVID-19 e foram transportados em aeronaves equipadas como UTIs Aéreas, dotadas de mecanismos de isolamento e tripuladas por profissionais de saúde especializados na atividade.

Atualmente, sem contar os dois novos helicópteros e o novo Learjet 45, a Air Jet tem cinco aeronaves dedicadas para remoções aeromédicas. A frota compreende um Learjet 45 e quatro helicópteros. Com o atual cenário a empresa pretende ampliar sua frota para atender pacientes críticos.

Leia também: Com media de 30 remoções mensais AllJet Táxi Aéreo se destaca no transporte de pacientes críticos.

Como é feita a manutenção dos helicópteros de resgate da DRF Alemã e quem são os pilotos de testes

Como é feita a manutenção dos helicópteros de resgate da DRF Alemã e quem são os pilotos de testes. Foto: DRF Luftrettung

Alemanha – As mais de 50 aeronaves das 35 Bases da operadora de resgate aéreo DRF Luftrettung são testados por pilotos experientes e que fazem parte do serviço de manutenção da DRF que fica na cidade de Rheinmünster. Depois de uma aeronave passar por uma rigorosa manutenção esses pilotos entram em cena.

Só para entender o tamanho da organização sem fins lucrativos, a DRF possui helicópteros H135, H145 e Learjet 35. Seu time é composto por cerca de 570 médicos de emergência, 120 paramédicos, 170 pilotos e 130 técnicos. Desde a sua fundação em 1972, já realizaram mais de 900.000 missões.

Após 1.000 horas de voo no serviço de resgate, a máquina é desmontada pelos mecânicos no hangar da DRF Luftrettung no aeroporto de Karlsruhe / Baden-Baden e verificada até o último detalhe. “As partes individuais do helicóptero acabaram de ser retiradas da prateleira, por assim dizer, e montadas em um helicóptero”, disse o piloto Sebastian Fuhr. Cabe agora ao piloto realizar o primeiro voo com a máquina e testar sua aeronavegabilidade.

Sebastian é acompanhado por mecânicos da DRF. Antes da decolagem da máquina, discutem entre eles todos os detalhes do voo. Quais valores devem ser alcançados? Quais possíveis desvios são sinais claros de alerta para as manobras planejadas? Como os profissionais a bordo, Sebastian Fuhr, após seu pré-voo, embarca com grande concentração e dá partida nos motores.

Pilotos de testes – parceiros confiáveis

A pedra fundamental para o grupo de pilotos foi lançada na década de 2000. “Naquela época, a organização decidiu por uma equipe permanente de pilotos de testes em Rheinmünster”, lembra Werner Rödel, o primeiro piloto do serviço. Depois de um tempo, Hans-Peter Herzel ingressou na equipe, e por cerca de dez anos eles realizaram em conjunto os voos de manutenção.

O crescimento constante da DRF Luftrettung também está ligado à expansão da equipe. Dietmar Gehr inicialmente segue para Rheinmünster, e finalmente a equipe cresce para quatro pilotos com a chegada de Sebastian Fuhr. “Os funcionários realmente apreciam o fato de conhecerem os pilotos há anos – vocês podem confiar uns nos outros”, disse Werner Rödel. “A confiança desempenha um grande papel.”

Werner Rödel, o primeiro piloto de testes da oficina de manutenção da DRF. Foto: DRF Luftrettung.

Helicópteros que precisam ser transferidos

Como pilotos de manutenção, além de voos para conferir o funcionamento da aeronave, eles são responsáveis pelos voos de traslado. “Para simplificar: trazemos helicópteros de A a B”, explica Dietmar Gehr. Graças a esta atividade é que o dia a dia das Bases pode ser mantido. Para fazer isso, os pilotos voam longas distâncias sozinhos na aeronave e em áreas que não conhecem com muita precisão.

Os voos de transferência são programados. Se ocorrer uma avaria inesperada no helicóptero da Base, um técnico da “manutenção de linha” é enviado primeiro à Base para verificar o helicóptero. Se entender que a máquina deve ser levada ao hangar de manutenção no aeroporto de Karlsruhe / Baden-Baden para reparos, os pilotos levam um helicóptero para a Base e voltam com o helicóptero com problemas para a manutenção.

“Sempre tenho uma mochila pronta para essa situação”, diz Sebastian Fuhr. Porque somente se todas as engrenagens se encaixarem perfeitamente, a tripulação pode rapidamente relatar que está pronta para emergências.

“Recentemente pude contribuir para que a tripulação pudesse decolar no mesmo dia com a substituição da máquina, após uma falha técnica do helicóptero e assim receber valiosa ajuda médica para uma pessoa em situação de emergência”, explicou Sebastian Fuhr.

Foto da substituição dos helicópteros pelos pilotos em Nordhausen, em Thuringia. Foto: DRF Luftrettung.

Quando a data de manutenção se aproxima

Em comparação com esses voos inesperados, podem ser planejadas as transferências dos helicópteros das Bases para o hangar de manutenção. “Assim como acontece com a data de validade de um iogurte, nossos helicópteros precisam retornar à manutenção após uma data fixada ou um certo número de horas de voo”, diz Dietmar Gehr.

Como parte dos voos de transferência, as máquinas também são trocadas entre as Bases, se necessário. “Por exemplo, recentemente voei em vários helicópteros de Rheinmünster via Halle e Berlim para Fresach, Áustria”, relata Hans-Peter Herzel.

Os pilotos planejam a rota do voo, fazem escalas para reabastecimento e estudam as previsões do tempo. “Além disso, conhecemos muito bem as tripulações das Base durante os voos de transferência. Tudo tem que ser coordenado com elas para que o tempo seja perfeito. Por isso estou sempre ansioso pelo pouso e pelo encontro com meus colegas nas Bases”, diz Dietmar Gehr.

“Os visores acendem e um alarme apita nos ouvidos”

Em Rheinmünster, Sebastian Fuhr, decola com a máquina a ser testada. Silêncio no helicóptero – os mecânicos e o piloto apenas trocam algumas palavras sobre os valores atuais ou a comunicação por rádio com o controle de tráfego aéreo interrompe o silêncio. Então começa a primeira manobra de voo.

Sebastian Fuhr explica que nunca tem medo desse trabalho. “Para mim, o helicóptero não é uma ‘caixa preta’, sei muito bem o que está acontecendo com ele e o que antes era feito pela tecnologia. Também fico de olho em todos os parâmetros. ”No entanto, o respeito pela tarefa de voar e pela aeronave estão sempre comigo. “Para mim, assim como para os técnicos de bordo, o respeito pelo que fazemos é a base da nossa segurança.”

Nossa ponte para o helicóptero seguro

Junto com os técnicos, é decidido após o voo se a máquina está pronta para as próximas missões. Isso só pode ser alcançado através da fusão de duas áreas, explica Dietmar Gehr: “Graças a uma ponte entre a tecnologia (manutenção) e as operações de voo com os pilotos, um helicóptero seguro é devolvido novamente ao final.”

Werner Rödel também confirma isso: “A equipe de pilotos dá uma grande contribuição para a segurança. Os pilotos são integrados aos processos padronizados e firmemente ancorados na tecnologia por meio de sua presença permanente no local. Os pilotos atuam em segundo plano todos os dias, nunca sob os holofotes, chamados “pilotos sombra” ou “Schattenpiloten”.

Helicóptero do IBAMA sofre acidente durante operações de combate a incêndio no Pantanal e piloto morre com a queda

Mato Grosso – Na segunda-feira (30), durante as operações de combate a incêndios florestais no Pantanal, o helicóptero “IBAMA 07”, PR-HEB (Bell BH-06 Long Ranger), sofreu acidente e o comandante da aeronave, Mauro Tadeu da Silva Oliveira, que era coronel da reserva do Corpo de Bombeiros do Pará, faleceu com a queda.

A aeronave faz parte da frota do Centro de Operações Aéreas (COAER) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e é operada mediante contrato com a Helisul Aviação.

Segundo informações preliminares, a aeronave era usada no combate aos incêndios na região de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e fazia uma manobra para pegar água em um rio. No momento do acidente os demais membros da tripulação estavam em solo e não sofreram ferimentos.

De acordo com informações repassadas pelo IBAMA, o acidente aconteceu no início da tarde e na madrugada desta terça-feira (1º) equipes localizaram parte da tripulação que não se encontrava a bordo da aeronave, bem como o corpo do piloto.

O Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) do Mato Grosso foi acionado e presta apoio às equipes no local. As investigações serão conduzidas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) da Força Aérea e pela polícia.

A empresa Helisul Aviação, responsável pela operação da aeronave, publicou comunicado informando que presta toda assistência e suporte à família e manifestou solidariedade aos amigos e familiares do Comandante Mauro Tadeu. A Helisul mobilizou Comissão de Gerenciamento de Crise para prestar informações e ajudar nas investigações.

Helicóptero do IBAMA sofre acidente durante operações de combate a incêndio no Pantanal e piloto morre com a queda.

Equipes do SAERFRON e do SARA participam de treinamento sobre segurança de voo em Chapecó, SC

Equipes do SAER-FRON e SARA realizam treinamento sobre segurança de voo com professor do Instituto Tecnológico da Aeronáutica. Foto: Divulgação

Santa Catarina – Na manhã e tarde de sábado (28), policiais do Serviço Aeropolicial de Fronteira (SAERFRON) e equipes de saúde do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA) participaram de atividades sobre segurança de voo.

O evento contou com palestra do Comandante Jackson Lauffer Lima, piloto e mestre em segurança de voo pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Segundo o Coordenador do SAERFRON, delegado Albert Silveira, “o evento é de grande importância para pilotos, operadores aerotáticos e equipes de operadores suporte médico reforçarem o nível de alerta em prol da segurança de voo nas operações realizadas pelo SAERFRON/SARA”, comentou o delegado Albert.

Desde o início das operações da Unidade Aérea Pública em 2014, já foram realizadas mais de 3.700 missões, em mais de 2.200 horas de voo, sem qualquer acidente ou incidente de voo.

Bombeiros e equipe do Águia 02 resgatam casal que sofreu acidente com moto aquática no litoral de SP

Bombeiros e operadores aerotáticos do Águia 02 resgatam casal que sofreu acidente com moto aquática no litoral de SP

São Paulo – Um casal que estava andando de moto aquática sofreu um acidente e foi arremessado para as pedras da encosta de uma ilha em Bertioga, no litoral de São Paulo, neste domingo (30). Equipe do Águia 02 da Base de Aviação de Praia Grande, litoral paulista, como apoio de guarda-vidas do Corpo de Bombeiros, realizaram o resgate.

O Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) foi acionado para atender à ocorrência por volta das 16h. Um casal estava em uma moto aquática e bateu contra uma pedra. Eles foram arremessados em direção à encosta da Ilha Monte Pascoal, que fica a 500 metros da praia.

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A mulher sofreu diversas escoriações e fraturou a perna. Por isso não conseguiram utilizar o veículo para voltar à faixa de areia. Os bombeiros tentaram retirá-los do local, com diversas manobras de botes e moto aquática, mas não tiveram sucesso.

A Central de Operações acionou o helicóptero Águia 02 e os policiais fizeram o resgate da mulher acidentada. Os operadores aerotáticos do helicóptero desembarcaram e realizaram a imobilização da vítima para embarque a baixa altura.

A mulher foi encaminhada ao Hospital de Bertioga, onde recebeu atendimento médico e passa bem. O homem que estava junto com ela não ficou ferido.

Pensando na segurança, equipe aeromédica da Air Jet é contratada para a última rodada do Brasileiro de Motocross 2020

Pensando na segurança, equipe aeromédica da Air Jet é contratada para a última rodada do Brasileiro de Motocross 2020

São Paulo – A última rodada do Brasileiro de Motocross 2020, que aconteceu em Apiaí, interior de São Paulo, nos dias 27, 28 e 29 de novembro, contou com o apoio de uma equipe aeromédica. A Yamaha Racing Brasil contratou o serviço da AirJet Táxi Aéreo, que disponibilizou um helicóptero e equipe aeromédica especializada em atendimento pré-hospitalar.

Foi uma exigência dos pilotos e das equipes, pois devido a localização do evento, uma remoção médica de ambulância demoraria cerca de três horas até um hospital capacitado para fazer um atendimento em caso de lesão grave.

Para garantir a segurança de todos, a Yamaha Racing Brasil contratou o serviço. “O transporte aeromédico de plantão se fazia necessário porque a cidade-sede do evento está localizada em uma região de difícil acesso, no Vale da Ribeira, próxima à divisa dos estados de São Paulo e Paraná”, divulgou em nota.

No final, a Yamaha foi a campeã do Brasileiro de Motocross 2020. A equipe Yamaha Monster Energy Geração conquistou no domingo (29) os troféus das classes MX1 e Promocional Elite MX com o piloto Paulo Alberto. E o já pentacampeão Carlos Campano ainda garantiu o vice na MX1, a principal categoria.

Para saber mais sobre os resultados da corrida clique AQUI.

Grave acidente na PR-323 mobiliza equipes de resgate do Corpo de Bombeiros e do SAMU

Grave acidente na PR-323 mobiliza equipes de resgate do Corpo de Bombeiros e do SAMU

Paraná – Um grave acidente envolvendo dois caminhões na PR-323, em Tapejara, mobilizou equipes de resgate do Corpo de Bombeiros, do SAMU de Cianorte e equipe aeromédica da Base Maringá da Unidade Aérea Pública da Secretaria da Saúde do Paraná.

Uma vítima masculina, 60 anos, de Palotina, ficou presa às ferragens por cerca de
30 minutos e estava gravemente ferida, com múltiplas fraturas. Os bombeiros realizaram o desencarceramento da vítima e em ação conjunta foi estabilizada pelos operadores de suporte médico do helicóptero e encaminhada ao hospital Norospar de Umuarama.

O condutor do outro caminhão, sofreu lesões leves e foi encaminhado de ambulância ao hospital Santa Casa de Cianorte. A polícia rodoviária estadual apoiou a ocorrência.

Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros celebra 14 anos nos ares de Minas Gerais

Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros celebra 14 anos nos ares de Minas Gerais

Minas Gerais – No dia 20 de novembro o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) celebrou 14 anos da criação do Batalhão de Operações Aéreas (BOA), que empenha homens e mulheres nas missões de resgate e salvamento no vasto território mineiro.

O Batalhão de Operações Aéreas foi criado através do decreto 44.411, de 20 novembro de 2006, iniciou suas operações em novembro de 2007. Ao final da primeira ocorrência, o diário de bordo foi preenchido com os seguintes dizeres:

“11 horas e 20 minutos da manhã, 15 de novembro de 2007, sob as bênçãos de todos os anjos, hoje foi realizado o primeiro serviço operacional deste grupamento e desta aeronave. Que Deus nos ilumine sempre!”

Este foi o relato da tripulação formada pelo então Tenente-Coronel Aurélio, Capitão Passos, 2°Sargento Cardoso e o 3°Sargento Vanderson.

Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros celebra 14 anos nos ares de Minas Gerais

Atualmente, o Batalhão de Operações Aéreas conta em sua frota com 5 helicópteros e 1 avião, os quais são ferramentas que ampliam a capacidade do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais no atendimento à população.

Hoje, o Batalhão de Operações Aéreas comemora a marca de 14.203 horas voadas, nas quais 5.223 pessoas foram atendidas. Em 2020, com 4 bases aéreas, o BOA atendeu 1.141 pessoas em 379 cidades diferentes, dos 853 municípios mineiros.

Os atendimentos são feitos nos momentos de urgência e emergência, como em acidentes de trânsito, incêndios, salvamentos aquáticos, em altura, além da atuação em enchentes, chuvas, desastres naturais e acidentes com grande movimentação de terra, a exemplo dos recentes rompimentos das barragens de Mariana (2015) e Brumadinho (2019).

Pilotos, operadores aerotáticos e operadores de suporte médico treinam técnicas especiais no Paraná

Pilotos, operadores aerotáticos e operadores de suporte médico do BPMOA treinam técnicas especiais no Paraná

Paraná – Nessa semana, o efetivo operacional de todo o Estado do Batalhão de Operações Aéreas (BPMOA) e as tripulações de operadores de suporte médico (enfermeiros e médicos) da Base Leste do BPMOA, em Curitiba, participaram de treinamentos especiais no Manancial da Serra, em Piraquara, Região Metropolitana de Curitiba.

Os exercícios aconteceram em ambiente aberto e começaram na segunda-feira (23) e terminam neste sábado (28). Os treinamentos são promovidos regularmente para que os profissionais estejam prontos para dar suporte às equipes da PM e do Corpo de Bombeiros em operações, radiopatrulhamento aéreo, resgates e remoções aeromédicas, entre outras ações durante todo o ano, principalmente, no período de verão.

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Policiais e bombeiros militares, entre pilotos e operadores aerotáticos; e médicos e enfermeiros que são operadores de suporte médico SESA/SAMU que atuam no BPMOA participaram das instruções, preparadas de forma o mais semelhante possível com a realidade que os profissionais vão encarar no atendimento das ocorrências.

As tripulações treinaram o embarque a baixa altura, isto é feito em terrenos que não permitem o pouso adequado, como nas praias, montanhas e encostas; o rapel, quando operadores aerotáticos e operadores de suporte médico precisam ser infiltrados em locais de difícil acesso para equipar a maca e retirar a vítima do local através do Mcguire ou do embarque a baixa altura.

Os profissionais também tiveram instruções de helocasting, lançamento de operador na água para salvamento; ambientação nos meios aquáticos quando a vítima precisa ser equipada com o sling (tipo de boia aquática); e a utilização de helibalde, que é comum de ser usado no combate a incêndios.

Segundo o Tenente Coronel Julio Pucci, comandante do BPMOA, “todas as instruções operacionais são conduzidas pelos instrutores do BPMOA e por oficial de segurança de voo, visando a padronização operacional e aumento da consciência situacional.”

Para ele o treinamento aumenta a proficiência e segurança de voo e melhora a execução das missões desenvolvidas pelo BPMOA, tanto na Base Litoral, como na Base Leste, em Curitiba; Base Norte, em Londrina e Aeromédico nos Campos Gerais, em Ponta Grossa.

Nas próximas semanas também está previsto treinamento com a equipe médica que irá atuar na Base BPMOA Litoral no Verão Paranaense.

“O objetivo do BPMOA com esses treinamentos de rotina é profissionalizar cada vez mais as equipes para que não ocorra nenhum erro durante o voo, pois na aviação pode ser um único erro que leva a um grande desastre. Então preparamos pilotos, operadores aerotáticos e operadores de suporte médico, para que todos tenham conhecimento, treinamento e qualidade ao fazer o seu trabalho”, complementou o tenente Maikon Venâncio Correa, oficial de Relações Públicas da unidade.

Em quatro anos, serviço aeromédico atendeu 2,2 mil ocorrências nas regiões Norte e Noroeste do Paraná

Em quatro anos, serviço aeromédico de Maringá atendeu 2,2 mil ocorrências e resgatou 600 vítimas de acidentes de trânsito nas rodovias

Paraná – Em quatro anos de atividades, a base aeromédica da Secretaria de Estado da Saúde, em Maringá, atendeu aproximadamente 2,2 mil ocorrências nas regiões Norte e Noroeste do Paraná. Mais de 600 vítimas de acidentes de trânsito foram resgatadas nas rodovias.

A aeronave opera do nascer até pôr do sol, em um raio de até 250 quilômetros, e é tripulada por um comandante, um médico e um enfermeiro. Nestes quatro anos de atuação, completados nesta quinta-feira (26), o helicóptero já voou 2,1 mil horas, otimizando o tempo de resposta aos pacientes graves. A média semanal é de cinco a sete ocorrências, de curta ou longa distância, somando de 40 a 45 horas mensais de atendimento aéreo.

“O serviço aeromédico é um dos principais pilares no atendimento rápido a vítimas de traumas. Cada minuto após um acidente é primordial para salvar a vida daquela pessoa e evitar futuras complicações. Agradecemos à equipe de Maringá por estes quatro anos de operações em prol da população paranaense”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

De acordo com informações da base, anteriormente, quando não havia o serviço na região, um paciente infartado poderia aguardar de 24 a 48 horas por um atendimento. Agora, em até duas horas e meia ele está na unidade referência para ser atendido. “O grande diferencial deste serviço é dar esperança àqueles que não tinham acesso. Muita gente deixou de morrer pela rapidez do helicóptero e a qualificação da equipe de atendimento aeromédico”, disse Mauricio Lemos, médico cirurgião torácico e operador de suporte médico.

De acordo com ele, o serviço levou a tecnologia de atendimento até o local onde é necessário. “Pacientes gravemente feridos que sofriam algum acidente em uma distância maior que 30 quilômetros de um hospital tinham seu quadro clínico agravado até serem atendidos. Hoje estes pacientes recebem o atendimento especializado já no local do acidente, de forma ágil”, ressaltou.

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A equipe de Maringá

A equipe de Maringá é composta por oito médicos, nove enfermeiros, dois comandantes de aeronave e dois mecânicos. As principais ocorrências são de infarto, acidente vascular cerebral (AVC), acidentes de trânsito e traumas em rodovias. Porém, o serviço aéreo também auxilia no transporte neonatal e no transporte de órgãos.

Para a enfermeira Mileni Camargo atuar em um serviço como esse é um grande desafio e motivo de orgulho. “Temos muito orgulho do serviço e sua consolidação se deve ao bom atendimento, à diminuição da mortalidade e ao atendimento rápido aos pacientes graves. O nosso foco é manter a qualidade com treinamento contínuo da equipe”.

Segundo o operador de suporte médico Márcio Ronaldo, nunca houve morte de paciente a bordo, desde que a base foi instalada. “Levamos muito a sério o atendimento ao paciente e trabalhamos baseados nos protocolos rígidos de urgência e emergência. Nunca tivemos perda de vida a bordo do helicóptero e pretendemos continuar assim. A resposta rápida aos chamados é fundamental para salvarmos uma vida”, disse.

Em quatro anos, serviço aeromédico de Maringá atendeu 2,2 mil ocorrências e resgatou 600 vítimas de acidentes de trânsito nas rodovias

Profissionais da Secretaria da Saúde e do CIOPAER do Acre treinam técnicas para transporte aeromédico

Profissionais da Secretaria da Saúde treinam técnicas sobre transporte aeromédico no CIOPAER do Acre

Acre – Nos dias 21 e 22 de Novembro, 20 profissionais da Secretaria da Saúde do Estado participaram de treinamento sobre transporte aeromédico de pacientes em estado grave. As aulas, divididas em práticas e teóricas, foram aplicadas pela equipe do Instituto de Saúde e Ensino de São Paulo, com a participação da tripulação do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), órgão da Secretaria de Justiça e Segurança Pública.

O treinamento, que reuniu médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e auxiliares de enfermagem, foi ofertado pela empresa Rio Branco Táxi Aéreo, em parceria com o SAMU. A equipe de instrutores repassou técnicas de embarque e desembarque de pacientes, teoria de voo, noções de aeronáutica e protocolo de transporte de paciente crítico.

Nas aulas práticas foram usados um avião e o helicóptero Harpia 04. O médico e diretor do SAMU, Pedro Pascoal, disse que o treinamento capacitou os profissionais para essa modalidade de socorro, em conformidade com a Portaria Nº 2048/02 do Ministério da Saúde.

SAMU e Serviço Aeromédico fazem a diferença no socorro de pacientes críticos no Oeste do Paraná

Serviço aeromédico do Oeste do Paraná faz a diferença no socorro de pacientes críticos. Foto: CONSAMU.

Paraná – Nos últimos dias as equipes aeromédicas da Unidade Aérea Pública CONSAMU/SESA PR, Base Cascavel, e do SAMU foram acionadas para diversos atendimentos a pacientes críticos que precisavam de atendimento especializado em hospitais de referência no Oeste do Paraná.

No domingo (22) as equipes realizaram três remoções aeromédicas. Um homem de 59 anos portador de paralisia cerebral em tratamento com anticonvulsivantes e um homem de 20 anos que sofreu queda de andaime de 8 metros de altura foram transferidos o Hospital Bom Jesus de Toledo.

Outro atendimento foi de um homem de 66 anos portador de Doença Bronco Pulmonar Obstrutiva Crônica devido a tabagismo, transferido do Hospital Bom Jesus de Toledo para o Hospital Nossa Senhora da Luz, em Medianeira.

Serviço aeromédico do Oeste do Paraná faz a diferença no socorro de pacientes críticos. Foto: CONSAMU.

Na segunda feira (23), realizaram a transferência de um homem de 41 anos com rebaixamento do nível de consciência e estado convulsivo, devido a traumatismo crânio encefálico, para o Hospital Universitário do Oeste do Paraná, em Cascavel.

Na quarta-feira (25), a equipe decolou com destino a PR-317, Distrito de São Clemente, no município de Santa Helena, para realizar atendimento pré-hospitalar de homem de 23 anos, vítima de colisão envolvendo automóvel e motocicleta, apresentando traumatismo crânio encefálico grave. Após atendimento inicial pela unidade de suporte avançado do SAMU de Santa Helena, o paciente foi estabilizado pela equipe aeromédica e transferido para o Hospital Bom Jesus de Toledo.

E na manhã de quinta-feira (26), a equipe decolou para mais um resgate de vítima de acidente de trânsito na PR-573 entre os municípios de Corbélia e Braganey. Um homem de 34 anos sofreu acidente com o caminhão que dirigia. Apesar dos esforços das equipes de resgate, devido as graves lesões, foi constatado o óbito do paciente no local.

De domingo a quinta-feira foram diversos acionamentos e todas as operação contaram com o apoio da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e de unidades de suporte avançado do SAMU 192 das localidades.

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